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<title>CPTEC/INPE - Notícias</title>
<link>http://www.cptec.inpe.br</link>
<description>Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/INPE</description>
<language>pt-br</language>
<item>
<title>Inmet alerta para tempo seco no centro do país </title>
<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 10:59:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i><font color= "#CC0000"> Umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 30% em Goiás e no Tocantins</font></i>

O tempo continua seco em Goiás e Tocantins. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê umidade relativa do ar abaixo de 30% nos dois estados. O tempo fica claro com névoa seca no Centro-Oeste do país. Chove apenas em Mato Grosso do Sul. No Norte, o dia será de sol em Tocantins e Rondônia. Pancadas de chuva são esperadas nas demais áreas da região.

No Sul, a previsão é de geadas em todos os estados. A temperatura deve registrar mínima de -6ºC e máxima de 20ºC na região.

No Nordeste e Sudeste do país, o Inmet prevê tempo nublado com chuvas esparsas. Em São Paulo, há possibilidade de chuva apenas no leste do estado.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações do Inmet
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18292&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Gelo e chuva encerram o La Niña </title>
<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 10:57:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

   O inverno chegou há duas semanas com chuva e frio encerrando o fenômeno <b>La Niña,</b> que provocou seca e precipitações regionalmente concentradas nos últimos dois meses, avalia o meteorologista Luiz Renato La­­zinski. Maio e junho foram me­­ses mais secos que o normal e agora a tendência é que a agropecuária do estado tenha clima mais próximo da normalidade, prevê. <b>"Em junho, a umidade no solo apresentou índices muito baixos, prejudicando as lavouras de milho safrinha e principalmente as de trigo do Oeste e Norte."</b> Os dois dias de geada da semana passada afetaram principalmente o "milho safrinha e as lavouras de trigo que foram implantadas mais cedo, além das pastagens", acrescenta. Se por um lado a escassez de chuva não deve ser mais tão forte, por outro o frio tende a prevalecer, avalia o especialista.

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18291&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Chuvas atrasam final da colheita de milho na Argentina </title>
<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 10:54:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

As chuvas que atingiram a Argentina na semana passada atrasaram o final da colheita de milho do ciclo 2010/11, embora os trabalhos sigam dentro da normalidade em áreas com clima mais seco, disse o Ministério da Agricultura em seu último relatório semanal.

A Argentina é o segundo maior exportador mundial de milho, atrás dos Estados Unidos, e os agricultores vêm obtendo altos rendimentos, em que pese o clima seco provocado pelo fenômeno climático La Niña até o começo deste ano.

"De forma lenta, e interrompida ocasionalmente por chuvas, a colheita continuou em Tandil --na área central da província de Buenos Aires -, estimando-se que no correr desta semana ela seja concluída", assinalou o ministério em seu relatório de safra.

Até quinta-feira, os produtores haviam colhido 87 por cento, dos 4,34 milhões de hectares semeados com o cereal, avanço de dois pontos porcentuais ante a semana anterior, mas 4 pontos atrás do nível registrado na safra anterior.

O governo estimou a colheita de milho em 2010/11 de 21,6 milhões de toneladas, enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previu a produção argentina de milho em 22 milhões de toneladas.

<font color= "#CC0000">TRIGO</font>

A semeadura de trigo 2011/12 também prosseguiu na semana passada, apesar das chuvas isoladas que interromperam trabalhos em distintas áreas nas províncias de Buenos Aires, Córdoba e Entre Rios, algumas das principais regiões produtoras.

Até quinta-feira, os produtores haviam sugerido 54 por cento dos 4,7 milhões de hectares estimados para o trigo na atual safra, com um avanço semanal de 10 pontos percentuais, mais 4 pontos atrás se comparado ao ciclo anterior.

O USDA estima a produção argentina de trigo em 15 milhões de toneladas.

A colhetia de soja da safra 2010/11 está praticamente concluída com 99 por cento dos 18,7 milhões de hectares já colhidos. O governo estima a safra da oleaginosa em 49,6 milhões de toneladas, apenas 100 mil toneladas a mais que o volume previsto pelo USDA.

Reuters
Autor: Eduardo García
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18290&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Milho: colheita avança e chega a 14% em MT </title>
<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 10:53:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Entre a terceira e quarta semana após o início da colheita do milho em Mato Grosso, houve um leve avanço nos trabalhos realizados. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), já foram colhidos 14,6% da área plantada no Estado ou aproximadamente 250 mil hectares. A área total plantada está estimada em 1,7 milhão de hectares.

Mesmo com este avanço, a colheita do grão continua atrasada. Desta vez, o percentual de atraso subiu para 26,5%, em comparação com o mesmo período do ano passado, em que já haviam sido colhidos 41,1%. Até a semana passada, o atraso no processo estava em 19,8%.

A principal região produtora do grão, Médio-Norte (841,5 mil hectares), continua como a mais avançada na colheita com 19,8%. Norte (13,6 mil hectares) já retirou 18,7% do milho das lavouras. Nordeste (72 mil hectares) colheu 14,6%. Noroeste (58,4 mil hectares) efetuou a colheita de 12,7% do total.

O Oeste (256,1 mil hectares) efetuou a colheita de 12,3% de sua área. Já as regiões Sudoeste (402,5 mil hectares) e Centro-Sul (108 mil hectares) colheram, respectivamente, 7,5% e 7,1% de suas áreas.

Conforme Só Notícias/Agronotícias já informou, o instituto projeta que a produção do milho mato-grossense deve sofrer queda de 10% em relação a safra passada. Naquela oportunidade, foram produzidos 8,4 milhões de toneladas e nesta safra a projeção é de colher 7,5 milhões de toneladas. A perda de produtividade pode ser explicada pelo atraso do plantio de milho, devido ao atraso do plantio de soja, além da falta de chuva para germinar a planta.

Só Notícias
Autor: Só Notícias/Alex Fama 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18289&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Geada em Rio Claro/SP queima pastagem e causa perda de 70% no milho </title>
<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 11:57:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<font color= "#CC0000"> Produtor deve irrigar muito bem as folhas e hortaliças para prevenir a cultura contra a geada</font>

A geada ocorrida em Rio Claro no início da semana, com temperatura de 0,9ºC, afetou os produtores rurais da região, nas proximidades do Distrito de Ajapi e do rio Corumbataí. Algumas culturas registraram perda de até 70%. É o caso do milho cujo plantio da safrinha foi muito prejudicado.

De acordo com Enéas Fergusson, diretor da Casa da Agricultura, os pés de milho já estavam com cerca de 60 cm quando ocorreu a geada queimando a plantação. A cultura de banana também foi afetada, assim como as folhagens e hortaliças. Já as plantações de café, que estão em fase de colheita, não foram afetadas.

O diretor conta ainda que os pastos também foram muito prejudicados pela geada. Com isso, os pecuaristas terão dificuldades para alimentar os gados. Fergusson estima que a parca alimentação poderá causar um decréscimo de peso nos animais, o que poderá ser sentido em cerca de 30 ou 40 dias.

O diretor orienta os pecuaristas a alimentar os animais no cocho no período de recuperação das pastagens. Conforme ele, ao se alimentar dos brotos verdes que nascem após a seca, os animais podem ingerir terra o que pode causar verminose e diarreia.

Ele alerta ainda para o risco de incêndios no capim seco. Por isso, o ideal é que os produtores façam aceiros na beira das estradas para conter o fogo e proteger as lavouras e animais.

Como há previsão de nova frente fria no município, já que estamos no início do inverno, Fergusson orienta os produtores a irrigar bem as folhas e hortaliças no final da tarde e início da manhã para protegê-las do frio. <b>Outra dica é queimar palha de arroz na horta. O calor e a fumaça ajudam a combater os efeitos da geada sobre a lavoura.</b>

Essas ações podem minimizar os prejuízos às lavouras. Para que elas sejam colocadas em prática a tempo, os produtores devem ficar de olho na previsão de tempo para saber com antecedência quando se preparar para enfrentar mais uma frente fria.


<b><font color= "#CC0000">Previsão do tempo </font></b>

A previsão do tempo para o sábado (2) é de sol e aumento de nuvens de manhã com possibilidade de pancadas de chuva à tarde e à noite. A temperatura deve variar entre 14ºC e 24ºC.

Para o domingo, dia 3, o Climatempo prevê a ocorrência de sol com muitas nuvens durante o dia, intercalado com períodos de céu nublado, e noite com muitas nuvens. Variação de temperara entre 14º e 23ºC.

Jornal Cidade - Rio Claro
Autor: Ednéia Silva
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18263&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Safra menor de cana vai elevar preço do álcool </title>
<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 11:41:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A safra de cana-de-açúcar deve ficar novamente menor este ano, dado três fatores principais: os problemas climáticos, compactação do solo e problemas fitossanitários (Pragas e doenças) que afetaram a rentabilidade da cana. A falta de renovação de área, e o canavial envelhecido, que afetam diretamente a produtividade da planta. Segundo levantamento realizado pela consultoria Datagro, a produção deve ficar em 600 milhões de toneladas, que representa queda de 3,3% ante a safra anterior.

Devido a problemas enfrentados nas três ultimas safras de cana-de-açúcar no País, tanto de ordem climática, quanto de pragas e falta de renovação e expansão dos canaviais, a produção sucroalcooleira será menor. Segundo Guilherme Nastari, analista da Datagro tudo isso ajudou a elevar os preços do açúcar por conta da maior demanda internacional, e do etanol que possui crescente demanda no mercado interno brasileiro, dada a maior venda de carros flex. "Os preços mais baixos em 2011, são mais altos que os preços mais baixos de 2010, e isso reflete uma maior capacidade da industria e dos produtores se capitalizarem, até para que os investimentos no setor possam retornar", afirmou ele.

Com isso, a expectativa é que o Brasil deverá importar mais etanol durante esta safra para minimizar a complicada relação oferta e demanda no mercado interno. Dentro deste cenário a consultoria trabalha com a chance de compras externas de aproximadamente 770 milhões de litros de etanol contra os 455 estimados para o período anterior.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Autor: Daniel Popov 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18261&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>MS: Lavoura de milho pode ter prejuízo de R$ 200 milhões </title>
<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 11:39:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[  

  Levantamento realizado pela Fundação MS, entidade voltada para pesquisas na área agropecuária, indicou um possível prejuízo de até R$ 200 milhões na lavoura de milho de Mato Grosso do Sul.

<font color= "#CC0000">A situação ocorre após geadas registradas na região centro-sul de MS, causada com a massa de ar frio que chegou no Estado no início desta semana. </font>A pesquisa abrange nas lavouras de milho plantadas após dia 15 de março, segundo a Fundação MS.

Ainda segundo a entidade, os prejuízos podem ser ainda maiores, dependendo das condições climáticas nos próximos meses.

A Fundação MS indicou que, com a geada que atingiu o Estado a safrinha do milho pode ter uma queda de produção de 20%.

A região mais afetada foi a do cone-sul, seguida pela centro-sul. Na primeira, os prejuízos podem chegar a quase R$ 14 milhões.

A Fundação MS realizou levantamento somente da safra de milho, não levando em conta outras lavouras.


Capital News
Autor: Vinícius Squinel
Agrolink
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18260&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Frio e geada causam prejuízo em produção de hortaliças no RS </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:45:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i><b>As baixas temperaturas prejudicam principalmente as foleosas.
Agricultores estudam maneiras de amenizar os prejuízos.</b></i>


O agricultor Cláudio Meinerz se surpreendeu com a geada. O frio intenso gerou perdas principalmente nas foleosas. <i><font color= "#CC0000">"A cultura mais atingida foi a do alface, perdi quase 80% da plantação".</font></i>

Os prejuízos se repetem com outros produtores de Santa Rosa, onde a estimativa é que as perdas passem dos 50% nas lavouras de hortigranjeiros.

As chuvas da última semana também prejudicaram a produção, só em Santa Rosa choveu cerca de 250 milímetros. O excesso de umidade e a geada prejudicaram as lavouras.

Como a previsão é de temperaturas mais baixas para os próximos dias, a alternativa para os agricultores é fazer o cultivo protegido. "A maneira mais fácil e barata seria o cultivo debaixo de telas. A proteção é boa e em outras ocasiões não houve problema de queima", explica Fábio Scalco, técnico agrícola da Emater.

Quem utiliza essas técnicas, garante a eficácia. Agricultores que perderam alface em áreas a céu aberto, conseguiram amenizar as perdas com o morango porque a plantação estava protegida.


Globo rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18172&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title> Geada preocupa produtores de milho paranaenses </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:42:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<font color= "#CC0000"> As temperaturas estão negativas nas madrugadas.
A produtividade das lavouras deve ser menor.</font>

Em Cambé, município vizinho a Londrina, o sensor registrou temperatura próxima de 0ºC na manhã de terça-feira, 28.

Heverly Morais, Engenheira agrônoma do Iapar, explica que a segunda safra da lavoura de milho do Paraná está em época de floração e frutificação, fases bastante sensíveis à geada. <b>O frio pode causar grandes perdas.

Para a espiga de milho que está em fase leitosa, as folhas "queimadas" prejudicam a circulação dos nutrientes, o que altera a qualidade e o peso do produto. A produtividade, portanto, deve ser bem menor.</b>

Para amenizar as perdas, Heverly avisa que não há o que fazer neste momento nas lavouras, a recomendação é recorrer ao seguro-agrícola, que é uma ferramenta importante para quem vive do campo.

Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18171&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Geadas em todo o Paraná causam prejuízos </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:27:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<font color= "#CC0000"> 
 
Mesmo sem levantamento oficial sobre perdas, o Deral aponta que as lavouras de milho e trigo foram as mais afetadas</font>

As geadas do fim de semana já trazem prejuízos para os produtores rurais. Apesar de ainda não ter um levantamento de perdas, o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), adiantou que a região do Estado mais afetada foi a Oeste, atingindo principalmente as culturas de milho e trigo. 

Na segunda-feira (27), o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) emitiu o alerta de geada para toda a região cafeeira do Estado e, de acordo com o chefe de conjuntura e economista do Deral, Marcelo Garrido, os produtores de hortaliças também devem ser afetados pelo clima.

Ao todo, são 75,5 mil hectares de área plantada de café no Paraná. Confira as orientações do Iapar e as previsões de geadas na reportagem de Andréa Bertoldi

Folha Web]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18168&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Geadas em todo o Paraná causam prejuízos </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:13:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
<font color= "#CC0000> Mesmo sem levantamento oficial sobre perdas, o Deral aponta que as lavouras de milho e trigo foram as mais afetadas</font>

As geadas do fim de semana já trazem prejuízos para os produtores rurais. Apesar de ainda não ter um levantamento de perdas, o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), adiantou que a região do Estado mais afetada foi a Oeste, atingindo principalmente as culturas de milho e trigo. 

Na segunda-feira (27), o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) emitiu o alerta de geada para toda a região cafeeira do Estado e, de acordo com o chefe de conjuntura e economista do Deral, Marcelo Garrido, os produtores de hortaliças também devem ser afetados pelo clima.

Ao todo, são 75,5 mil hectares de área plantada de café no Paraná. Confira as orientações do Iapar e as previsões de geadas na reportagem de Andréa Bertoldi

Folha Web
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18167&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Geadas atingem algumas lavouras de café no Paraná </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:10:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Geadas na última madrugada atingiram pelo menos duas áreas de produção de<font color= "#CC0000> café</font> no Paraná, Estado pouco significativo para a produção total brasileira, informaram cooperativas de produtores.

Não há registro imediato de problemas com geadas em Minas Gerais, principal Estado produtor de café no país, disse uma cooperativa local.

Reuters
Autor: Peter Murphy]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18166&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Frio intenso, geada e neve no próximo fim de semana em SC </title>
<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:09:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[  
A madrugada da quarta-feira ainda será fria em SC, mas a temperatura deve aumentar entre 3 e 8°C com relação a esta madrugada, ainda assim a condição é favorável a formação de geada ampla nas áreas altas do estado. Esse frio diminui entre a tarde de quarta e a quinta-feira, com o deslocamento da massa de ar polar para oceano, as nuvens aumentam e há condições de chuva, especialmente nas regiões mais próximas a divisa com o Paraná.

Atenção: Persiste a possibilidade de formação de gelo na pista na Serra do Planalto Sul, especialmente na Serra do Rio do Rastro e Serra do Corvo Branco, entre a noite desta terça e a madrugada de quarta-feira. Com previsão de temperatura mínima abaixo de 5°C e ainda negativa na maioria das regiões, ressalta-se a retirada de moradores de rua.

Na sexta-feira passa outra frente fria pelo estado e uma massa de ar frio, mais intensa do que a que nos influência no momento, chega ao Sul do Brasil. Mais uma vez, esse frio chega aliado a muita umidade e há previsão de neve novamente nas áreas altas do Planalto Sul e até no Meio Oeste, no sábado e madrugada de domingo.

Ciram Epagri
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18165&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Iapar emite alerta de geada na região cafeeira paranaense </title>
<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:00:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 

A temperatura mínima hoje (27) em Londrina foi de 1.6 graus centígrados em abrigo

O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Simepar emitiram nesta segunda-feira (27), por meio do serviço de Alerta Geada, aviso para proteção de cafeeiros em razão da previsão de ocorrência de geadas na próxima madrugada (segunda para terça-feira).

O aviso é para que produtores com plantas de até 6 meses de idades façam o enterrio de plantas de café com até 6 meses de idade. Para plantas acima de 6 meses, recomenda-se o chegamento de terra junto ao tronco do cafeeiro a fim de evitar a <b>"geada de canela"</b> e a proteção de viveiros de mudas.

A previsão de segunda para terça-feira (28) é de intensificação do frio com formação de geadas em todo o estado, inclusive na região Norte. Apenas no litoral não deve gear mas ainda assim o frio deve ser intenso.
A ocorrência de geadas deve ser de fraca a moderada intensidade nas regiões Norte e Centro da região cafeeira; e de moderada a forte na região centro-sul da região cafeeira do Estado.

Mais informações sobre proteção de cafeeiros no site do Iapar no link "Métodos de Proteção".
<a href= "www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=160"  target=new> www.iapar.br</a>

As informações são da assessoria de imprensa do Instituto Agronômico do Paraná-IAPAR.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18138&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Milho já rende 40% mais que soja no RS </title>
<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:41:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Para produtor que não plantava o cereal há oito anos, preços, clima, potencial de exportações e alta produtividade tornam milho a opção mais atrativa

A rentabilidade do milho já é 40% maior do que a da soja no Rio Grande do Sul, o que faz da cultura a mais atrativa na região, segundo Mauro Costa Beber. O produtor estava há oito safras sem plantar milho, mas apostou na maior lucratividade do cereal e comemora a recuperação do mercado. E, segundo a Abramilho, o estado já recuperou a área de milho que vinha perdendo espaço nos anos anteriores.

"Os preços estão muito atrativos, mesmo comparando com a soja, que é a cultura que compete com o milho no Rio Grande do Sul. O milho tem liquidez, pode ser exportado", conta o produtor de Condor. Segundo ele, o milho está com um potencial produtivo muito alto, quase o dobro de dez anos atrás. "Na nossa região, nos últimos anos, a média de produtividade aumentou muito. Há propriedades em que mesmo lavouras de sequeiro, sem irrigação, estão produzindo mais de 150 sacas por hectare nos últimos anos".

Ele lembra que o clima na região também tem se mostrado mais propício ao milho. "Aqui no norte do estado, as chuvas têm sido regulares na primavera e temos registrado muitos veranicos no final de fevereiro e em março, favorecendo o milho e prejudicando a soja".

A possibilidade de fazer safrinha depois da colheita também motiva o plantio. Também a rotação de culturas permite uso de defensivos diferentes entre elas. "Estamos com problema de ervas daninhas resistentes aos herbicidas usados para a cultura da soja. Na milhocultura podemos usar herbicidas de princípio ativo diferente dos usados na soja, eliminando essas ervas daninhas invasoras". Ele ainda destaca os avanços tecnológicos nas colheitadeiras e a prevalência do milho resistente a insetos.

<font color= "#CC0000">No passado recente, milho era desestimulante
</font>
As oito safras sem plantar milho foram reflexos de preços baixos, custos elevados, poucos estímulos e dificuldade de escoamento. Mas, segundo Beber, esse cenário é passado. "Era difícil conseguir o seguro da lavoura, pois quem financiava com seguro pró-agro, como nós, tinha um limite por CPF a um valor anual. Este valor nós costumávamos usar na cultura de trigo, mas agora podemos financiar tanto o trigo quanto o milho com o pró-agro", afirma o produtor. "A dificuldade de comercialização também era grande. O milho não tinha liquidez. Não tinha garantia de um preço remunerador. Não era exportado. Mas tudo isso é passado."

<font color= "#CC0000">Mas ainda há espaço para crescer mais
</font>
O entusiasmo com os resultados do milho também ajuda a pensar no futuro da cultura. O mais importante, para Beber, é ter a garantia de renda. "Para isso temos que estar organizados, com entidades que nos representem e defendam nossos interesses junto ao governo estadual, federal e até junto à OMC, pois também exportamos".
"No Rio Grande do Sul há um grande potencial de irrigação de lavouras, esse é o desafio para crescer a área e a produtividade no estado. Temos água em abundância e perdemos muito com estiagens, mas isso pode ser mudado. Precisamos avançar", diz Beber.

Em relação às exportações, o potencial produtivo gaúcho é ainda maior. "Temos que produzir mais, e então pensamos em exportar o excedente, em produzir etanol. O Rio Grande do Sul importa etanol de outros estados a custos altos, mas isso pode não ser necessário em alguns anos".

As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho).

Agrolink
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18135&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
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<item>
<title>Ano com chuvas acima da média garante excelente safra no Ceará </title>
<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:01:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
<b><font color= "#CC0000"> Quadra chuvosa foi acima da média história no litoral Norte e de Fortaleza, no Cariri e no sertão Central e dos Inhamuns. A abundância em chuvas, conforme a Funceme, trará a maior safra agrícola dos últimos 15 anos </font></b>

Não se via tanto milho, feijão e arroz no interior cearense há, pelo menos, 15 anos. O balanço da quadra chuvosa de 2011 foi divulgado pela Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme) na última sexta-feira (24-06) e trouxe boas novas: no litoral Norte e de Fortaleza, no Cariri e no sertão Central e dos Inhamuns, as chuvas entre fevereiro e maio deste ano ultrapassaram a média histórica. O resultado, além dos 29 açudes que sangraram, é a esperança do agricultor e do consumidor: a safra promete ser quase 25% maior do que o último recorde, em 2006.

A macrorregião com volume de chuvas mais surpreendente foi o Cariri, com desvio positivo de 11,9% em relação à média história. Quem ficou bem abaixo da média foi o Maciço de Baturité, com 14,3% negativos. Mas mesmo os menos agraciados foram salvos pelas chuvas de janeiro. Portanto o Maciço pode esperar boa colheita para este ano. O milho deverá contribuir com cerca de 70% da produção agrícola cearense.

Quando consideramos as chuvas-surpresa de janeiro, todas as macrorregiões cearenses apresentação números acima da média histórica. No Litoral de Fortaleza, em janeiro, choveu 383,4% acima do normal. O Cariri, em controverso, foi a localidade onde janeiro surpreendeu menos.

"As chuvas foram bem abundantes, bem distribuídas e com poucos veranicos (períodos de estiagem iguais ou superiores a quinze dias)", esclarece Namir Mello, meteorologista da Funceme. Em algumas poucas localidades, no entanto, os escassos veranicos provocaram quebras de safra.

As chuvas regulares e bem servidas de janeiro a maio anunciam recorde em colheita de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2011 no Ceará. O último relatório elaborado pelo Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA) diz que a safra deve ser 22,7% maior que a de 2006, o último recorde. Milho, feijão e arroz encabeçam a lista dos cereais garantidos.

<b>Açudes
</b>
Pelos municípios afora, dos 134 açudes monitorados, 29 sangraram, inclusive o Orós, no Alto Jaguaribe, segundo maior reservatório de água do Estado. 40 estão com volume acima dos 90%. O Ceará reserva 84,7% da capacidade em açudes. As bacias Baixo Jaguaribe, Litoral, Coreaú, Acaraú, Alto Jaguaribe, Curu, Salgado, Banabuiú, Parnaíba e Médio Jaguaribe tiveram acréscimo no volume de água de 20,5% a 66,5%. Madeiro, Quixabinha e Atalho são os únicos açudes com menos de 30% da capacidade. No ano passado, apenas cinco açudes sangraram.

<font color= "#CC0000"> quê </font>

Supersafra e açudes cheios. As consequências da quadra chuvosa cearense dão esperança e tranquilidade a agricultores e consumidores. Desde as precipitações surpresas em janeiro até o mês de maio, quando as chuvas começaram a arrefecer, os dias nublados trouxeram frutos.

BALANÇO DO ANO

Chuvas de janeiro a maio no Ceará:

Litoral Norte - 1.238,3 mm

Litoral do Pecém - 947,1 mm

Litoral de Fortaleza - 1.386,5 mm

Maciço de Baturité - 1.072 mm

Ibiapaba - 156 mm

Jaguaribana - 142,9 mm

Cariri - 141,5 mm

Sertão Central e Inhamuns - 157,2 mm

O Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA) é colegiado formado por instituições governamentais e não governamentais como a Universidade Federal do Ceará (UFC), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme).

Janaína Brás

O Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18134&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Inmet: madrugada desta segunda-feira é a mais fria da Região Sul </title>
<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 13:38:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[  
Curitiba - O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou nesta segunda-feira (27) a madrugada mais fria do ano na Região Sul. Em Urubici (SC), os termômetros marcaram a temperatura mais baixa: -5 graus Celsius (ºC).

Na noite de ontem (26), nevou na região serrana do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A ocorrência de neve pela primeira vez este ano na Região Sul foi em São Joaquim, por volta das 21h, quando os termômetros marcavam -2,2ºC. Em Bom Jesus (RS), caiu neve à tarde e à noite, e a temperatura chegou a -3ºC.

Segundo o meteorologista Flávio Varone, do Inmet de Porto Alegre, "o tempo ainda é favorável para a ocorrência de neve na manhã desta segunda-feira". "A partir da tarde, as temperaturas tendem a cair ainda mais, mas sem possibilidade de neve", explicou o meteorologista.

No Paraná, também foi registrada a madrugada mais fria do ano, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (-3,4ºC). Em Curitiba, também foi registrado o dia mais frio. Os termômetros marcam agora pela manhã 1,3°C.

Temperaturas negativas foram observadas nas estações meteorológicas do Simepar de Palotina, Toledo, Cascavel, Clevelândia, Palmas, Guarapuava, São Mateus do Sul, Ivaí, Fernandes Pinheiro e da Lapa.

Geou em todo o estado do Paraná. De acordo com o Simepar, a presença da massa de ar frio e seco deixa o céu com poucas nuvens e sem chuvas hoje no Paraná.

Edição: Talita Cavalcante

Agência Brasil
Autor: Lúcia Nórcio
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18133&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Granizo prejudica safra da maçã e derruba qualidade e os preços </title>
<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:20:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
<b><font color= "#CC0000">Produtores do RS enfrentam dificuldade para vender a safra.
As exportações também diminuíram.</font></b>



João Meyer Junior perdeu cerca de 20% da produção da maçã em função do granizo. Assim como ele, 80% dos produtores foram atingidos, problema que reflete nos preços. "A fruta foi depreciada da categoria um para a três, o que significa uma perda de três a quatro vezes no valor agregado da fruta".

Além da redução do volume e da qualidade, o setor também está enfrentando problemas para vender o produto ao mercado internacional. A estimativa é exportar 55 mil toneladas da fruta neste ano, queda de 45% em comparação a 2010.

A safra de maçã do Rio Grande do Sul deve chegar a 450 mil toneladas, queda de 30% em relação ao ano passado.

O problema é provocado principalmente pela queda do dólar. Para agravar a situação as importações estão crescendo cerca de 30%. Neste ano, mais de 100 mil toneladas da fruta devem ser importadas.

Globo Rural

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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18020&idQuadros=]]></link>
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<item>
<title>Chuva dificulta escoamento da produção em Roraima </title>
<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:18:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<b><i><font color= "#CC0000">Estradas e propriedades estão inundadas e recebem ajuda.
Agricultores familiares foram os mais prejudicados.</font></i></b>


O período mais intenso das chuvas em Roraima iniciou no final de maio e no início do mês de junho, o rio Branco atingiu mais de 10 metros acima do nível normal. Pelo menos nove dos 15 municípios estão em estado de emergência e dois trechos de estradas federais continuam interditados.

O isolamento prejudica o setor produtivo do estado. Rodolfo Pereira, secretário estadual de Agricultura, explica que os maiores prejuízos são da agricultura familiar, que ficaram isoladas e não puderam transportar seus produtos. Na área das lavouras de arroz, a inundação das várzeas provocou grandes perdas no plantio.

Uma comissão montada junto com a defesa civil está prestando assistência na trafegabilidade e no socorro às vítimas isoladas. Segundo o secretário, o estado vai continuar dando assistência e trabalhando na recuperação das estradas e dos prejuízos que os produtores tiveram.


Globo Rural ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18019&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Café/CEPEA: Clima favorece andamento da colheita </title>
<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:10:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
A colheita de café arábica segue em bom ritmo nas principais regiões produtoras do Brasil, segundo informações do Cepea. As atividades têm sido favorecidas pelo clima, que está estável e sem previsão de chuvas ou geadas. Quanto ao mercado, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 518,45/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 15, queda de 0,9% entre 8 e 15 de junho. De modo geral, vendedores estão retraídos, à espera de valorização do arábica da safra nova (2011/2012), visto que a qualidade está satisfatória, segundo agentes consultados pelo Cepea. Diante disso, o físico seguiu com pouca liquidez.

Cepea/Esalq
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18018&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Clima favorece trigo na região de Campo Mourão/PR </title>
<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:09:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Após o susto com a estiagem, os produtores rurais respiram agora mais aliviados. Além da chuva, que caiu na última semana, média de 100 milímetros na região, as temperaturas amenas estão contribuído para o desenvolvimento das lavouras de trigo. E o melhor, pelo menos até o fim de junho não há previsões de geadas.

O engenheiro agrônomo da Coamo, Lucas Simas de Oliveira Moreira, estima que apenas 10% do trigo esteja na fase de espigamento na região. O restante da lavoura encontra-se em processo vegetativo. "O único risco de perdas com geada é a cultura que está em fase de espigamento. Porém, pelo menos por enquanto, segundo as previsões, não há riscos de formação de geadas até o fim do mês", avisa.

No entanto, o agrônomo alerta os produtores para riscos de doenças na cultura. Segundo ele, é importante o monitoramento constante nas lavouras, pois o clima mais úmido e temperaturas amenas favorecem o aparecimento da <b>ferrugem do trigo e manchas foleares</b>, o que acaba comprometendo a produção. "São doenças que o produtor já está acostumado e habituado a fazer o controle. Mas é sempre importante não descuidar", pede, acrescentando que o plantio do trigo já terminou na região.

De acordo com levantamento da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) de Campo Mourão, a região plantou uma área de 100 mil hectares de trigo, a previsão de colheita é de 245 mil toneladas. No Paraná a produção de trigo neste ano caiu 12%, passando de 1,17 milhão de hectares plantados no ano passado para 1,03 plantados este ano. Com a redução de área, a produção esperada também é menor, devendo cair de 3,44 milhões de toneladas colhidas no ano passado para 2,85 milhões de toneladas, uma queda de 17% na produção.

<b>Milho
</b>
Já em relação ao milho, Moreira explica que os prejuízos maiores ocorreram em terrenos arenosos e em plantações mais tardias. Porém ele afirma que ainda não há levantamentos de perdas. O agrônomo estima que em torno de 75% das lavouras de milho estejam na fase final de enchimento de grãos. O restante na fase de maturação. "A chuva acabou recuperando algumas plantações que vinham sofrendo. Houve perdas, mas ainda não tem como calcular."

Tribuna do Interior
Autor: Walter Pereira
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=18017&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Estiagem prejudica cultivo do milho safrinha em MS e MT </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:14:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
<i>Em MS, as lavouras estão em fase final de desenvolvimento.
Em MT, 40% do plantio foi realizado depois do período recomendado.
</i>

Em uma propriedade no município de Dourados, o milho safrinha ocupa uma área de 450 hectares. O agricultor José Boniatti conta que a lavoura estava indo bem, mas agora está preocupando. A falta de chuva no mês de maio deve comprometer a parte da plantação onde a semeadura foi feita mais tarde.

Produtores e pesquisadores estão cautelosos sobre o balanço dos impactos da estiagem nas lavouras de milho. Roney Pedroso, agrônomo e pesquisador da Fundação MS, explica que metade das lavouras do Mato Grosso do Sul, <b><i>devido ao excesso de chuva durante a colheita da soja, foram plantadas fora do período recomendado, o que traz um risco maior de falta de chuva e geada durante os meses de junho e julho.
</b></i>
Em Cuiabá, no Mato Grosso, o milho safrinha também sofre os efeitos do tempo seco, típico desta época do ano. No estado, cerca de 40% das lavouras foram semeadas depois da janela de plantio.

De acordo com Otávio Celidônio, superintendente do Instituto de Economia Agropecuária de Mato Grosso, o estado deve ter perdas em torno de 20%, causando uma redução média na produtividade do estado de cerca de 10%. Com isso, Mato Grosso deve fechar a safra com 6,7 milhões de toneladas, redução de 20% em relação a 2010.

Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17980&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Colheita do arroz satisfaz pequenos agricultores do sul do Ceará </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:13:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
<i>A chuva veio em quantidade suficiente e permitiu um bom resultado.
Quantidade colhida está dentro do previsto pela Secretaria da Agricultura.
</i>

A fartura é fruto do bom inverno no Ceará. Em Farias Brito, município da região sul do estado, de janeiro a maio choveu 1.220 milímetros. Os agricultores agora fazem a colheita dentro da água.

O clima é muito favorável à produtividade das lavouras. Os agricultores Antônio José e Antônio Rodrigues plantaram em pequenas áreas da localidade onde moram e colheram respectivamente 50 e 60 sacas de arroz.

Em um só dia, em uma área de aproximadamente meio hectare, os trabalhadores colheram 30 sacas de arroz, média prevista pela Secretaria da Agricultura, que é de 60 sacas do grão por hectare.

Como são de base familiar, os agricultores trabalham ajudando uns aos outros na colheita e o processo de debulha ainda é bastante artesanal.

João Feitosa, o mais experiente trabalhador do grupo, conta que nunca tinha colhido tanto arroz em 67 anos de vida e comemora as 102 sacas armazenada


Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17979&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Seca reduz 20% da safra em MT </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:10:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Fortemente castigado pela falta de água, o Mato Grosso deve perder 20% da produção de milho nesta temporada. A estimativa é do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), que agora calcula a produção do estado em 7,5 milhões de toneladas, contra 8,4 milhões de toneladas da temporada anterior. A redução do volume produzido está associada à queda de 10% nos índices de produtividade e mais 10% na área plantada com o grão. Os estragos às plantações foram causados por uma seca que durou mais de um mês em algumas regiões do estado. Com isso, o rendimento médio esperado para este ano deve chegar a 3,8 mil quilos por hectare, menor que em 2009/10, quando o Mato Grosso também sofreu com o estresse hídrico na última etapa de desenvolvimento da safra e colheu 4,3 mil quilos por hectare, em média.

Com mais da metade da produção comprometida, os produtores agora seguram as vendas mesmo com preços atrativos. "A comercialização só vai evoluir para quem conseguir garantir maior produção", diz Maria Amélia Tirloni, analista do Imea. Ela estima que 4 milhões de toneladas de milho do Mato Grosso estão com destino certo e que não haverá problemas no cumprimento de contratos.

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17977&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Chuvas amenizam risco no Paraná </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:09:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
As chuvas que caíram em pontos isolados do Paraná nas últimas semanas trouxeram alívio às lavouras de milho do estado. O volume de precipitações chegou a 80 milímetros em pontos isolados. Para retomar efetivamente as expectativas otimistas de produtividade, porém, a safra paranaense ainda precisa espantar o fantasma da geada. "Essa é a maior preocupação do produtor no momento, ainda mais porque estamos diante de um inverno rigoroso", conta Margorete Demar­chi, agrônoma do Departa­mento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual Estado da Agricultura (Seab). Ela lembra que por enquanto não há nenhum alerta para a ocorrência do fenômeno, mas que maior parte do grão ainda está suscetível ao clima. Relatório de acompanhamento de safra da Seab aponta que 65% da área no Estado estão em frutificação ou maturação, fases em que as plantações mais necessitam de água.

De todo modo, o boletim destaca que cerca de 70% das lavouras estão em boas condições de desenvolvimento e somente 5% estão em estado considerado ruim. Puxada pelas regiões Oeste e Sudoeste, que tradicionalmente plantam milho mais cedo, a colheita alcança 2% da área do Paraná. (CR)

Gazeta do Povo
Agrolink
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17976&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Lucratividade surpreende produtores do Piauí </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:07:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Enquanto os principais estados que cultivam o milho safrinha se preocupam com o desenvolvimento da cultura diante das intempéries climáticas, os produtores do Nordeste brasileiro comemoram produtividade e lucro recordes com o cereal. Esse é o caso de Leivandro Fritzen, de Bom Jesus (Piauí). Após colher 50% dos 1,4 mil hectares plantados com o grão, ele conta que o rendimento médio está em 190 sacas (60 quilos) por hectare. O número é superior à média registrada com o milho de verão do Paraná, que rendeu cerca de 130 sacas por hectare no ciclo 2010/11, conforme a Secretaria Estadual da Agricultura e do Abaste­cimento (Seab).

Além da produtividade excepcional, a receita líquida com o milho deve ser a mais alta de todos os tempos na considerada nova fronteira agrícola do país. "Calculo que vou alcançar R$ 3 mil por hectare de lucro. Esse valor nunca foi obtido com grãos. Só o algodão pode dar mais", avalia Fritzen. Com 30% da produção vendida, o agricultor conta que o mercado paga atualmente R$ 28 por saca na região. A boa oferta mantém as expectativas otimistas, mas não gera muito volume de negócios. "Pretendo levar uma parte da produção para o segundo semestre, quando geralmente há forte demanda das granjas locais, o que impulsiona os preços".

Gazeta do Povo
Autor: Cassiano Ribeiro 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17975&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Inmet prevê geada em Minas Gerais nesta terça-feira </title>
<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:03:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

<img src=http://www7.cptec.inpe.br/~rupload/arquivo//geada003.JPG> 

A temperatura deve chegar a 1ºC no estado. No Sul, termômetros devem marcar 0ºC


As temperaturas devem cair na região Sudeste e Sul nesta terça-feira, 14 de junho. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê geadas no sul de Minas Gerais, onde a mínima prevista é de 1ºC. Nas demais áreas do Sudeste, o tempo fica nublado com possibilidade de chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo.

No Sul, a temperatura chega a 0ºC. Geadas devem atingir também o Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina e no Paraná, o dia será nublado com pancadas de chuva.

O tempo fica claro com névoa seca em todo o Centro-Oeste. No Nordeste e Norte do país, a previsão é de tempo nublado com pancadas de chuva isoladas.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17974&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Agricultores de São Paulo investem em tecnologia contra o frio </title>
<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 10:46:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

<i>Excesso de frio preocupa produtores de hortaliça do Cinturão Verde.
Para evitar perdas, vários cuidados estão sendo tomados.
</i>


Em Mogi das Cruzes, os agricultores sentem os efeitos das baixas temperaturas que chegaram a 3ºC em algumas madrugadas das últimas semanas.

No sítio de 35 hectares, o agricultor Maurício Kimoto cultiva hortaliças que vão para Grande São Paulo. Nesta época do ano, ele usa a chamada cobertura morta, feita com milheto, para cobrir os canteiros. "A cobertura protege o canteiro para que ele não congele quando vierem as geadas e ajuda também na raíz da planta".

<b> O sítio investe a cada 15 dias na aplicação de aminoácidos com o objetivo de também preparar as hortaliças para as baixas temperaturas.</b> Os funcionários fazem o trabalho com pulverizador.

Os canteiros do agricultor Eduardo Maeda são cobertos com plástico no outono e no inverno. O chamado túnel baixo é usado para evitar que o frio prejudique a plantação de abobrinha. "A oscilação de temperatura, de clima, força a gente a se adequar rapidamente", explica.

A propriedade também têm estufas maiores. Um túnel alto, aberto dos lados, cobre vários canteiros de uma vez. Em outra estufa, a tela vermelha aumenta a insolação e o calor, protegendo o cultivo do tomate italiano.


Globo rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17938&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Chuva traz alívio aos agricultores do Paraná </title>
<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 10:43:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

<i> Lavouras de milho e trigo já estavam sofrendo com a estiagem.
O milho está em fase crítica de frutificação e floração.
</i>


Céu limpinho por quase um mês, mas em dois dias, a chuva que caiu no estado, cerca de 70 milímetros, trouxe a tranquilidade de volta aos agricultores.

O trigo agora tem umidade suficiente para se desenvolver. O milho não vai ficar com a espiga cheia, mas pelo menos os grãos devem ganhar peso.

A chuva não caiu na mesma medida em todas as regiões. Em muitas lavouras, a quantidade foi pouca. Os pés até aguentam mais um período de clima seco, mas antes do fim da safra é preciso que o tempo vire novamente.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, a maioria das plantações do oeste do Paraná está na fase de floração e frutificação, quando o risco de perdas com a estiagem é maior. "A chuva veio apenas amenizar os problemas dos produtores do estado porque estamos em fase crítica do milho safrinha", explica Vanderlei Campos, chefe regional da Seab.

Na propriedade de Jacinto Lermer a chuva chegou na hora certa. Mais um pouco, não daria para recuperar o prejuízo, mas ele nem conseguiu comemorar. "Fiquei satisfeito, mas preocupado também porque depois da chuva sempre vêm geada e frio", comentou.

Globo rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17937&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Agricultores sofrerão escassez de água com mudança climática, alerta FAO </title>
<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 10:39:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Fazendeiros, governos e agências reguladoras devem tomar medidas preventivas para melhorar o controle da água, porque a mudança climática restringirá os suprimentos de água para a agricultura, recomendou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A mudança climática trará temperaturas mais elevadas e secas mais frequentes, reduzindo a disponibilidade de água especialmente nas regiões mais secas. Ao mesmo tempo, o derretimento das geleiras também acabará por reduzir os suprimentos de água em áreas produtoras importantes, disse a FAO na quinta-feira (9).

"A subsistência de comunidades rurais e a segurança alimentar das populações urbanas estão sob risco", disse o diretor-geral assistente da FAO para Recursos Naturais, Alexander Mueller, num comunicado.

Os países devem melhorar a administração de seus recursos de água antes das mudanças esperadas e os produtores precisam adotar padrões de cultivo mais eficientes, afirmou a FAO no relatório Mudança Climática, Água e Segurança Alimentar.

Os agricultores podem reduzir o uso de água e otimizar a irrigação optando por um plantio antecipado ou posterior ao habitual, enquanto a colheita e a produtividade podem ser melhoradas com a adoção de práticas de conservação da umidade do solo, disse o relatório.

A plantação de culturas de raízes profundas permite que os produtores explorem melhor a umidade disponível do solo.

Sistemas agro-florestais mistos também representam uma promessa, porque sequestram carbono e oferecem proteção ao vento, melhor conservação do solo e sombras, que reduzem as temperaturas do solo e a evaporação.

Pequenos agricultores nos países em desenvolvimento, que já produzem bem abaixo do potencial, enfrentarão cada vez mais dificuldade para adotar essas estratégias por causa do acesso limitado ao capital, disse o relatório.

"Os pobres da zona rural, que são os mais vulneráveis, provavelmente serão afetados de forma desproporcional", afirmou Mueller.

Reuters
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17935&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de grãos do MS sofre com clima e produção recua 2,1% </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:35:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<b>Os problemas climáticos</b> enfrentados no início do ano pelos produtores sul-mato-grossenses, com as intensas chuvas que trouxeram perdas nas lavouras, acabaram por refletir no total de produção da safra. Segundo dados do nono levantamento da safra de grãos 2010/2011 mostram que MS deverá colher 9,364 milhões de toneladas, volume 2,1% inferior ao da safra passada, quando foram retirados dos campos 9,568 milhões de toneladas. A queda na produtividade foi de 6,7%, com o rendimento médio passando 3.410 quilos/hectare para 3.180 kg/ha.
 
Na soja, uma das culturas mais afetadas pelo clima, a queda na produção ficou em 5,2% com a colheita de pouco mais de 5 milhões de toneladas, diante de 5,3 milhões de toneladas, obtidos no ano passado. A produção, por sua vez recuou 7,7% com o rendimento médio passando de 3.100 kg/ha para 2.866 kg/ha.

Correio do Estado.
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17905&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Na região norte do Piauí, excesso de chuva prejudica a safra de feijão </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:34:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Na região norte do Piauí, excesso de chuva prejudica a safra de feijão

 
Os produtores do estado vivem situações distintas. Na região sul, a colheita deve ser acima do esperado.
O município de Campo Grande fica a 350 quilômetros de Teresina, sul do Piauí, onde os agricultores estão animados com a safra de feijão.

Já na região norte do estado, a situação é oposta. No município de São Miguel do Tapuio, as famílias que sobrevivem da produção de feijão tiveram prejuízos com a safra. Na época do plantio faltou chuva e no período da colheita, choveu em excesso e o feijão apodreceu.

A situação é preocupante na região porque cerca de 600 agricultores pediram dinheiro emprestado para plantar feijão. Pelo Pronaf, cada um recebeu R$ 3 mil e agora não têm como pagar.

Preocupado com os agricultores, o Sindicato Rural disse que vai solicitar o perdão das dívidas.

A Conab e o IBGE divulgam nesta quarta (8) novas estimativas para a safra brasileira de grãos. Segundo o IBGE ainda é cedo para avaliar o tamanho das perdas na safra de feijão. No último levantamento, o órgão ainda apontava uma safra excelente, com crescimento significativo. Com os novos levantamentos, o IBGE espera ter um retrato mais fiel da realidade atual dos agricultores.

Plenário 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17904&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva chega e traz alívio no campo paranaense </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:33:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

 
Após um longo período de estiagem, enfim a chuva chegou. E com ela o alívio ao homem do campo, que já estava apreensivo por conta da seca. O volume de chuva - média de 11 e até 25 mm em algumas regiões, se comparado ao período de estiagem pode ser considerado pouco. Mas segundo o engenheiro agrônomo da Coamo, Marcilio Yoshio Saiki, será suficiente para o fechamento do ciclo do milho, por exemplo.

Saiki explica que nesta época, o fato de as temperaturas serem mais amenas e o dia mais curto, a perda de água por evaporação é menor. "Como o trigo não é muito exigente de água a lavoura se desenvolve bem", diz. Já para em relação ao milho, o engenheiro agrônomo diz que pelo menos por um período de 15 a 20 a cultura suportará bem o clima. "Pela fase em que o milho está hoje consegue fechar o ciclo. É claro que é interessante que houvesse mais uma chuva daqui uns 10 ou 15 dias", ressalta.

Em Campo Mourão e região, vários produtores tiveram prejuízos devido a estiagem. No entanto só será possível colocá-los na ponta da caneta após o término da colheita. A lavoura que mais sentiu a falta de água foi a do milho safrinha, com uma área de plantio de 265 mil hectares.

Segundo o Sistema Metereológico do Paraná (Simepar), a última chuva significativa na região havia sido registrada no dia 15 de abril, ou seja, há mais de 50 dias. Nesse dia, choveu 35 milímetros. Durante o mês de maio, foram registrados apenas 2 milímetros, quantidade praticamente insignificante para a agricultura.

De um modo geral, segundo o Simepar, a média de chuva registrada nesta terça-feira (07-06) na região foi em torno de 11 milímetros. Porém, em algumas regiões, como Campina da Lagoa, por exemplo, chegou a chover até 25 mm. Já o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) com estação em Campo Mourão, registrou 5,5 mm no município.

De acordo com o chefe do Núcleo Regional da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) em Campo Mourão, Edson Battilani, a chuva, apesar de pouca, chegou em boa hora para a agricultura. Battilani lembra que o milho e trigo são as lavouras que mais vinham sofrendo com a estiagem. Ele frisa que a seca estava atrasando o plantio de trigo - que atingiu em torno de 90%-, e prejudicando as lavouras já em fase vegetativa. "Muitos agricultores esperavam esta chuva para terminar o plantio da cultura", ressalta.

Na região de Campo Mourão, a produção estimada pela Seab, antes da estiagem, era de 1,06 milhão de toneladas de milho e 245 mil de trigo. Battilani enfatiza que ainda não foi feito um levantamento de perdas em decorrência da seca.

<b>Produtores rurais aliviados
</b>
O produtor rural, Milton Carlos Munhoz, de Campina do Amoral, é um dos que comemoram a volta da chuva. "A chuva veio abençoada. O período de seca já nos preocupava muito", destaca. Segundo ele, o milho safrinha e o trigo que estava em fase de germinação foram as culturas mais prejudicadas.

Munhoz lembra que o gado também já começava a sentir os efeitos da estiagem. "Não existiam mais pastagens. E o gado que dependia da aveia, também sentiu, já que a cultura ficou comprometida", explica. O produtor frisa que até a manhã desta terça-feira, havia chovido pelo menos 10 milímetros em sua propriedade.

Para Munhoz, que plantou 29 alqueires de milho a cultura está em fase de pendoamento-, e outros 108 de trigo, com uma parte já cacheando e outra ainda germinando, a chuva chegou em um momento decisivo para a produção. "Hoje vou colocar a cabeça no travesseiro e dormir aliviado", agradece.

Quem também está tirou um peso das costas é o produtor Gabriel Jort. Porém segundo ele, a chuva vai beneficiar mais o trigo. Jort explica que o milho pode até ter uma melhora na fase final do ciclo, mas em termos de produtividade dificilmente irá reverter a atual situação. "Para trigo e aveia foi essencial, foi a salvação da lavoura. Já o milho pode apenas ter uma melhora na qualidade. Mas só vamos descobrir isso após a colheita", explica.

O produtor frisa que a chuva possibilitará o término do plantio do trigo e a germinação das culturas plantadas em solo seco. A preocupação agora, segundo ele, é com a queda de temperatura e formação de geadas. "A chuva veio em ótima hora. É o que estava previsto. O campo estava muito apreensivo com a falta de água."

Tribuna do Interior
Autor: Walter Pereira
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17903&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra de soja do Brasil estimada em recorde de 75 mi t </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:27:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O Brasil colheu 75 milhões de toneladas de soja em 2010/11, uma safra recorde, estimou nesta quarta-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que revisou para cima sua previsão em mais de 1 milhão de toneladas na comparação com a projeção de maio.

"Este volume é 9,2 por cento ou 6,30 milhões de toneladas superior à produção obtida na safra 2009/10 (68,7 mi t)...O fator climático foi o principal responsável por este resultado", afirmou a Conab em comunicado sobre os dados do nono levantamento da safra 2010/11.

Além de contar com um tempo favorável, produtores elevaram a área plantada com a oleaginosa em 690 mil hectares na safra 10/11 ante 09/10, para um recorde de 24,15 milhões de hectares, o que colaborou também para o aumento da produção.

<b>A colheita de soja 2010/11 já está finalizada no país.
</b>
A Conab também elevou a previsão de safra de milho para 56,7 milhões de toneladas, ante 56 milhões de toneladas em maio e contra 56 milhões de toneladas na temporada anterior.

A colheita da primeira safra de milho no centro-sul está praticamente finalizada, enquanto a de segunda safra está em desenvolvimento.

A Conab observou que uma seca preocupa produtores do Paraná, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia e Piauí.

Com a força da produção de soja, a Conab também elevou a sua previsão para a safra total de grãos e oleaginosas do Brasil para um recorde de 161,5 milhões de toneladas, versus 159,5 milhões na estimativa do mês passado e contra 149,2 milhões na temporada anterior.

<b>TRIGO E ALGODÃO
</b>
As previsões mensais para as safras de algodão 2010/11 e de trigo deste ano sofreram poucas alterações, segunda a estatal.

A Conab previu a produção da pluma em um recorde de 2,05 milhões de toneladas, praticamente estável na comparação com maio (2,04 milhões), mas um salto ante o volume de 1,2 milhão de toneladas da safra passada, em meio ao crescimento de 66 por cento da área plantada.

"Em Mato Grosso, as lavouras encontram-se em fase de floração, frutificação e maturação, sendo beneficiadas pela normalidade climática, e a previsão é que o clima continue favorável até o final da colheita, que ora se inicia...", destacou a Conab.

Já a produção de trigo em 2011 foi estimada em 5,4 milhões de toneladas, ante 5,3 milhões projetados em maio e contra 5,8 milhões de toneladas da temporada anterior.

"O trigo deve diminuir em 4,3 por cento a área de 2,1 milhões de hectares anteriores, chegando a 2 milhões de ha... As variedades mais semeadas neste ano são as destinadas à panificação", afirmou a Conab.

Reuters
Autor: Roberto Samora
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17902&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Temperatura deve cair na região Sul </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:24:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Os termômetros marcam mínima de 2ºC e máxima de 21ºC

A temperatura deve sofrer declínio no Sul do país nesta quarta-feira, 8 de junho. Os termômetros devem marcar mínima de 2ºC e máxima de 21ºC. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê tempo nublado com possibilidade de chuva nos três estados da região.

O tempo fica nublado com possibilidade de chuvas isoladas também em toda a região Sudeste. No Centro-Oeste, pancadas de chuva devem atingir o Mato Grosso do Sul. Há possibilidade de chuvas nos demais estados.

A previsão é de tempo nublado com pancadas de chuva esparsas no Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Alagoas. O dia será de chuvas também na região Norte. O sol aparece somente no Acre e em Tocantins.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações do Inmet ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17900&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Perdas na safrinha de milho estão acima do previsto em MT </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:20:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Quebra se aproxima de 20% e se confirmada poderá tirar aproximadamente meio bilhão da receita agrícola estadual

As perdas na safrinha de milho, em Mato Grosso, a chamada segunda safra, estão duas vezes acima do inicialmente previsto. Conforme levantamento realizado na semana passada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a produção está 19,9% menor em relação ao ciclo passado (09/10), enquanto a área plantada encolheu 10%. Em abril, por exemplo, a expectativa era de que o plantio tardio do cereal gerasse perdas de cerca de 10% sobre a produção.

Pelos novos números, a safra deixa o recorde 8,41 milhões de toneladas (t) para somar 6,73 milhões de t. Se confirmados, o Estado deixará de colher mais de 1,67 milhão de t, o que em cifras, caso viesse a comercializar pelos preços atuais - tira de circulação cerca de R$ 500 milhões, ou meio bilhão, considerando valor médio de R$ 18 pela saca no Estado. "É um dinheiro que deixa de girar na economia local e na receita do produtor", destaca o diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT) e também produtor Carlos Fávaro.

Pontualmente em algumas regiões, há relatos de perdas acima de 60%. Nessas localidades o plantio se estendeu pela segunda quinzena de março, período não mais recomendado ao plantio do cereal. Fávaro acredita que ao final da colheita, recém-iniciada no Estado, o volume perdido se aproxima de 2 milhões de t, "ou seja, a perda financeira será ainda maior e fica a preocupação com o cumprimentos dos contratos", frisa.

CONCENTRAÇÃO

A quebra de produtividade, conforme o Imea, está concentrada em três regiões, oeste (-17,8%), médio norte (-13,3%) e centro-sul (-12,5%). A médio norte responde por mais de 48% do total estadual e tem estimativas de colher 3,28 milhões de t ante 4,33 milhões de t do ano passado.

Apesar de números novos em relação à performance da safrinha mato-grossense, as causas da quebra já são conhecidas pelos produtores antes mesmo do período de plantio ter sido finalizado. De acordo com produtores, a queda "vertiginosa" da produção era esperada em função de fatores climáticos e mercadológicos que levaram a novas estratégias no campo.

Em Mato Grosso, o milho é cultivado em áreas inicialmente destinadas à soja, por isso o cereal é uma cultura de segunda safra no Estado. O atraso no plantio da soja, ocasionado pela estiagem prolongada entre agosto e outubro do ano passado, retardou o plantio da oleaginosa e concentrou a semeadura em uma mesma época e, consequentemente, para mesmo período de colheita. Passada a seca as chuvas de verão complicaram a colheita, o que também retardou o início do plantio do milho, levando muitos produtores a excederem a ?janela de plantio? que se fechou em 28 de fevereiro. Avançar sobre março significa perder a temporada de chuvas, essencial ao desenvolvimento das lavouras. A ?janela? é o período de melhor desenvolvimento à planta.

DECISÃO

Como explica Fávaro, o atraso na soja levou muitos produtores a reverem sua estratégia e dentro desse mesmo período de decisões houve forte elevação de preços ao algodão no mercado internacional, ocasionando a migração das áreas - até então destinadas ao milho - para o algodão. "Para complicar, mesmo com a janela de plantio encerrada, muitos arriscaram a semeadura do milho em março porque naquele momento o preço internacional do grão também se elevou e, por conta disso, cerca de 500 mil hectares, ou praticamente um terço da área, estavam totalmente fora da janela de plantio".

Teoricamente, como destaca Fávaro, o recuo da produção aliado à forte pressão da demanda internacional, principalmente vinda da China, pode manter os preços em alta e fazer com que os produtores sejam recompensados, via preços melhores, pelos impactos sobre a produtividade. No entanto, como reforça o próprio Fávaro, mais de 55% das 6,73 milhões de t estão vendidos de forma antecipada, cabendo ao produtor apenas colher e entregar (cumprir contratos).

AUMENTO

?A tendência é de que os preços aumentem, visto a existência de um consumo em ascensão e uma produção menor do que o esperado, mas é preciso saber o que há de fato em mãos para só então sair vendendo". Questionado sobre o momento, o ruralista frisa: "De fato, não é mais a hora de vender e sim de esperar a reação do mercado frente a esta nova realidade, porém mesmo com cotações em elevação corremos o risco de não ter em mãos produção suficiente para compensar aquilo que não conseguimos colher".

Diário de Cuiabá
Autor: MARIANNA PERES
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17899&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Frio beneficia cultivo de frutas no RS </title>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:20:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
As baixas temperaturas do final de semana devem resultar em melhor qualidade de frutas no Rio Grande do Sul. O coordenador estadual de fruticultura da Emater, Antônio Conte, explica que a maioria das plantas exige temperaturas abaixo de 7ºC para obter um bom desenvolvimento com equilíbrio de coloração e teor de açúcar. "As laranjas produzidas aqui são mais alaranjadas e saborosas do que as do Sudeste devido ao equilíbrio de frutose." Se as temperaturas forem abaixo de 2ºC, o que permite ocorrência de geada, o clima se torna prejudicial aos cítricos, queimando as frutas.

Segundo Conte, o ideal seria que as temperaturas fossem contínuas, o que permitiria melhor brotação e maturação. Os benefícios já são visíveis no Vale do Caí. Estão em colheita as bergamota Caí, com 25% das frutas colhidas, e a Ponkan, em início de colheita dos 900 hectares plantados na região. Entre as laranjas, a colheita abriu pela Céu Gaúcha, Seleta, Shamouti e Umbigo.

A geada também é benéfica para macieiras, ameixeiras e videiras, que se preparam para entrar na fase de floração. "Quanto mais frio estiver, mais energia elas terão depois para o desenvolvimento, e, se apresentarem uma bonita e plena floração, é sinal que a safra será boa." O frio também colabora para o controle de doenças. Conte diz que as temperaturas mais baixas interrompem o ciclo de pragas, como o da mosca-da-fruta.

Correio do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17898&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Acertos na semeadura do trigo no Sul </title>
<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 16:30:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Neste mês começa a semeadura do trigo nas regiões mais frias do Sul, que compõem cerca de 70% das áreas cultivadas com o cereal nos estados do RS, SC e PR. A escolha da cultivar mais adequada é fundamental para garantir o bom retorno da lavoura.

Hoje a Região Sul dispõe de mais de 30 cultivares de trigo indicadas para semeadura. Para o analista da Embrapa Transferência de Tecnologia, Passo Fundo, Márcio Pacheco, a grande oferta de cultivares pode confundir o produtor na hora de comprar a semente. "Como o mercado está demandando cultivares de trigo pão, o produtor precisa observar a classificação comercial da cultivar, sempre comprando sementes certificadas",, afirma Pacheco.
 
O analista sugere, ainda, que o produtor fique atento à nova classificação do trigo: "Apesar de ainda não ter sido divulgado o enquadramento das cultivares na nova portaria, os obtentores já sabem como ficarão as suas cultivares na safra 2012/2013". Os resultados no reenquadramento das cultivares serão apresentados na Reunião de Pesquisa de Trigo, que acontece em julho, em Dourados, MS.

O Chefe-Geral da Embrapa Trigo, Sergio Dotto, chama a atenção do produtor para os cuidados na implantação da lavoura de trigo. "O escalonamento da semeadura, optando por cultivares com diferentes ciclos, pode evitar problemas maiores por doenças e adversidades do clima, além de permitir o planejamento de verão", explica Dotto. Segundo ele, as cultivares de ciclo mais longo devem ser semeadas primeiro, enquanto que as cultivares precoces vão para a lavoura mais tarde, para evitar danos com geadas durante o florescimento. "Antes da formação da espíga a planta se recupera de geada menos intensas", afirma o pesquisador. O local de cultivo também afeta a escolha da cultivar, já que lavouras de baixadas precisam de cultivares mais tolerantes à geada, assim como regiões mais úmidas exigem maior resistência a doenças fúngicas.

O produtor precisa considerar o investimento tecnológico que cada cultivar exige. Existem diversas opções para produzir trigo que precisam ser adaptadas à realidade de cada produtor. A escolha da cultivar vai definir o pacote de insumos, com algumas cultivares demandando mais adubo, fungicidas ou mesmo um redutor de crescimento. "O produtor deve semear sempre buscando uma ótima colheita. Então, para a cultivar responder, é preciso observar a fertilidade do solo e a adubação necessária. A pesquisa já comprovou que um bom aporte de nitrogênio resulta diretamente na proteína, o que vai garantir o desejado trigo pão", explica Sergio Dotto.

Conforme o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha, a tendência de um inverno frio e seco, seguido de uma primavera menos úmida, vai favorecer o cultivo de cereais de inverno.

As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Trigo.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17860&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Inmet prevê chuva para toda a Região Sul </title>
<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 16:20:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuva forte para esta terça-feira (7) no Paraná, Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Uma frente fria avança rapidamente ao longo do dia, contribuindo para a instabilidade na região.

Segundo Samuel Braun, do serviço de meteorologia do Paraná (Simepar), há condições para rajadas fortes de vento em boa parte do Paraná durante o dia. Chuvas de fraca a moderada intensidade com descargas atmosféricas foram registradas, nas últimas horas, nas regiões noroeste, oeste, sudoeste e sul do Paraná.

Algumas localidades enfrentam dificuldades pela falta de chuva. Na região de Cascavel, por exemplo, não chove há 52 dias e os agricultores da região estão com problemas na germinação do trigo e colheita do milho segunda safra. A expectativa é que a chuva hoje nas regiões produtoras amenize a situação em relação a essas duas culturas.

As temperaturas voltam a se elevar hoje e não há previsão de geadas. Os termômetros oscilam entre 4 graus Célsius (°C) e 31ºC na Região Sul do país.

Agência Brasil
Autor: Lúcia Nórcio
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Energia elétrica produzida em usina de cana poderá ter selo verde </title>
<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 16:18:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Empresas que comprarem energia elétrica produzida em usina de cana poderão receber o Selo Verde a partir de agosto. Um protocolo de intenções neste sentido foi assinado nesta segunda-feira (6) entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank.

As usinas já produzem energia elétrica a partir da queima do bagaço e da palha de cana gerando uma energia que é considera "limpa", pois é renovável e seu processo de produção, segundo a Unica, não emite de gases de efeito estufa.

A ideia do Selo Verde é estimular o comércio dessa energia. Empresas que comprarem energia das usinas poderão solicitar a certificação. "A certificação é um reconhecimento da bioeletricidade como energia limpa", afirmou Marcos Jank

Segundo ele, as usinas de cana estão preparadas para produzir uma quantidade de energia equivalente a três vezes a que será produzida pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. "Temos três usinas de Belo Monte adormecidas. Precisamos despertá-las".

A assinatura do protocolo de cooperação do Selo Verde foi feita durante a abertura de um congresso sobre etanol, em São Paulo. No evento, o governador assinou também um decreto que desonera os investimentos em bens de capital feitos por usinas paulistas.

Com a mudança, usinas de cana que comprarem máquinas pagarão menos Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Agência Brasil
Autor: Vinicius Konchinski
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17857&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Estiagem prejudica lavouras de milho safrinha no Paraná </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:14:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<I>Na região de Campo Mourão, a produtividade pode cair cerca de 20%.
Os números devem ficar abaixo do esperado.
</I>

O céu limpo só aumenta a preocupação do agricultor Gabriel Jort. Faz mais de um mês que não chove na propriedade, onde 100 hectares de milho foram plantados. A maior parte da lavoura está na fase da frutificação, mas a falta de água pode acabar de vez com a qualidade do grão.

Na região de Campo Mourão, centro-oeste do Paraná, a área de milho plantada foi de 265 mil hectares. A Secretaria Estadual da Agricultura previa inicialmente uma produção de 1,6 milhão de toneladas, mas os números devem ficar bem abaixo disso por causa da seca.

A Cooperativa de Campo Mourão já tem uma estimativa parcial dos prejuízos causados pela seca. As perdas na produtividade do milho safrinha dos cooperados da Coamo chegam a 15%.

Apesar da possível queda, o presidente da Coamo acredita que o bom preço do milho deve continuar. "Os estoques estão baixos no Brasil e a tendência de preço é boa para a colheita do milho safrinha", explica José Aroldo Gallassini

Globo Rural
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17831&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Lavouras de trigo sentem os efeitos da seca no Paraná </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:10:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

O trigo plantado no fim de abril deveria estar com o dobro do tamanho, mas a lavoura que fica em Rolândia, região norte do Paraná, não cresceu por falta de água. No meio da plantação, há muitas falhas, que só aparecem quando o tempo está seco demais.

O agricultor Luis Lonardoni fez um comparativo. No ano passado, na região da propriedade dele, choveu 95 milímetros, distribuídos em quatro chuvas, praticamente uma por semana. Este ano choveu apenas no dia primeiro de maio cerca de 10 milímetros. Muito pouco para a lavoura.

De acordo com a agrônoma Priscila de Lara, que dá consultoria para as fazendas da região, o orvalho das madrugadas tem aliviado um pouco a falta de umidade, mas não resolve o problema das lavouras. "No trigo que está em fase reprodutiva, já podemos estimar perdas de 20 a 30%".

João Bosco, gerente comercial da cooperativa integrada do norte do Paraná, explica que o produtor está apreensivo com a produtividade da lavoura e preocupado com a comercialização na hora da colheita. "O produtor hoje tem uma condição de preço insatisfatória, mas temos esperança que isso melhore rapidamente".

Assista ao vídeo com a entrevista completa e saiba como está a comercialização do trigo estocado e o cenário das exportações e importações.
 
Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17830&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Chuva pode favorecer lavouras de trigo e milho no PR </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:07:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
As chuvas previstas para as próximas horas no Paraná, nas regiões produtoras de trigo e milho de segunda safra podem ajudar a produção no estado. "Este ano, as temperaturas estão baixas, mas a umidade nessas regiões está normal, portanto, qualquer chuvisco já ajuda na fase de espigamento e floração das lavouras", explicou à Agência Brasil, o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Otmar Hubner.

A previsão do serviço de meteorologia do Paraná (Simepar) é que ocorram pancadas isoladas de chuva nas regiões norte, oeste, sudoeste apenas na terça-feira (7). O meteorologista Tarcísio Vlentin disse que uma massa de ar frio chega ao estado na quarta-feira (8), o que deixa o tempo seco nessas regiões.

O Paraná é o maior produtor nacional de trigo, com a previsão de colher este ano 2,84 milhões de toneladas, o que corresponde a 56,6% da produção brasileira prevista para 2011. A plantada é feita entre 11 de março e 20 de julho. "Até agora temos 70% da cultura plantados", informou Otmar.

Se forem somadas as duas safras de milho, o Paraná também é o maior produtor dessa cultura. As duas safras devem totalizar a produção de 13,18 milhões de toneladas. A expectativa para a segunda safra de milho é 7,32 milhões de toneladas. Esta safra, de acordo com Otmar, foi plantada de janeiro a março. A colheita começou em maio e deverá terminar em julho. "Temos apenas 1% das lavouras colhido, e o restante em fase de desenvolvimento vegetativo a início de florescência."

Agência Brasil
Autor: Lúcia Nórcio
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17829&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Terça-feira com chuva em Santa Catarina </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:05:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Na próxima terça-feira, o tempo muda com aumento significativo da nebulosidade e chuva com trovoadas, começando pelo Oeste e Sul do estado e se estendendo para as demais regiões no decorrer do dia, devido ao deslocamento de uma frente fria por SC. Na retaguarda dessa frente, uma massa de ar frio e seco de origem polar declina novamente as temperaturas, e o restante da semana será de tempo estável e seco com formação de geada nas áreas altas do estado.

Observação: em caso de sinistro e/ou situação de risco acione a Defesa Civil local e/ou Bombeiros.

Fonte: Gilsânia Cruz e Marcelo Martins - Meteorologistas

Ciram Epagri
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17828&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Mandioca/CEPEA: Clima e preços limitam colheita </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:04:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O bom ritmo do processamento de mandioca foi interrompido na semana passada, devido à redução nas atividades de colheita, segundo pesquisadores do Cepea. De um lado, o baixo volume de chuvas na maior parte das regiões consultadas pelo Cepea dificultou os trabalhos de campo e, de outro, os menores preços de venda têm afastado produtores, que passaram a postergar a colheita. Quanto às cotações da raiz, a queda de mais de 13% apenas em maio deixou produtores mais retraídos para realizar os trabalhos de colheita, optando por adiar os trabalhos. As cotações atuais estão nos mesmos patamares (em termos nominais) que os registrados na primeira quinzena de outubro de 2009. Em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de abril/2011), os valores são semelhantes aos verificados no final de setembro de 2009 - dados do Cepea.

Cepea/Esalq   
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17827&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Brasil triplica agricultura sem desmatar mais </title>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:02:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O Brasil pode triplicar sua produção agrícola sem a derrubada de uma única árvore. Nos últimos 25 anos, a produtividade agrícola deu um salto enorme no País: a do feijão cresceu 165,6%, a da soja, 71,93%, e a do trigo, 90,15%. Estes resultados se multiplicam pelas demais culturas e indicam que a ampliação de áreas agrícolas com avanço sobre matas e florestas não é necessária no agronegócio local. Além disso, já há hoje cerca de 120 milhões de hectares de terras degradadas que, com adequada correção de solo, podem ser recuperados e se transformar em novas fronteiras para grãos.

Para o diretor-geral da suíça Syngenta no Brasil, Laércio Giampani, o País possui grande capacidade de expandir a produtividade, e o agricultor começa a perceber as vantagens de investir em tecnologia. Para ele, a discussão acerca do novo Código Florestal pode favorecer tanto o meio ambiente quanto a ampliação da produção de alimentos, desde que o País invista na revitalização de áreas degradadas.

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, lembra técnicas da Embrapa que mostram que não existe mais terra fraca ou imprópria: "Existe a falta de cuidados, sem o adubo necessário, a correção de solo". Para o diretor da americana Dow AgroSciences no Brasil, Mario Von Zuben, a tendência é a diversificação de culturas: "O grande salto em relação à produtividade virá da adoção de novas tecnologias, não do aumento de áreas." Já o presidente do Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga), Cláudio Pereira, ressalta que no seu ramo o aumento da produtividade é gerado pelo avanço da tecnologia. O ambientalista e produtor rural Paulo Nogueira Neto diz que o País precisa pensar seriamente na recuperação da áreas para aumentar a produção de alimentos sem desmatar.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Autor: Daniel Popov e Bruno Cirillo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17826&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Chuva reforça os pastos e o gado produz mais leite em Sergipe </title>
<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 12:04:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Gado já não precisa de ração, uma economia e tanto para o criador.
Produção de leite pode crescer 20% na região do alto sertão.


Nuvens carregadas e pasto verdinho formam a paisagem do sertão de Sergipe com a chegada da chuva.

Em abril e maio choveu na região 30% a mais que a média histórica dos dois meses, que é de 185 milímetros. A chuva trouxe benefícios para os criadores do município de Nossa Senhora da Glória, maior bacia leiteira do estado.

Com tanto pasto, o gado já não precisa de ração, uma economia e tanto para o pequeno criador, que há pouco mais de um mês, tinha um custo médio diário de R$ 120 com alimentação dos animais.

Na propriedade de George dos Santos, os 20 animais se alimentam agora apenas do pasto e cada vaca produz em média 10 litros de leite por dia.

O maior volume de chuvas reflete diretamente na indústria de laticínios. Em uma delas, a produção passou de 150 mil litros diários para 200 mil litros. O produtor chega a receber R$ 0,70 por litro. Na época da seca, esse valor não passa de R$ 0,60.

A bacia leiteira do alto sertão de Sergipe produz 400 mil litros de leite por dia. Se o clima se mantiver favorável, a produção pode crescer 20%

Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17746&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Junho terá chuvas nas regiões Norte e Nordeste </title>
<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 12:01:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Temperaturas acima da média no Atlântico Tropical favorecem precipitações nas regiões

Com informações do Inmet

O mês de junho continuará sendo de muitas chuvas nas regiões Norte e Nordeste. A persistência de águas superficiais mais quentes que o normal no Atlântico Tropical favorece as chuvas no período de junho a agosto, sobretudo, no norte da região Norte e leste da região Nordeste.

De acordo com a previsão climática trimestral do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os índices de temperatura previstos para os próximos três meses estão dentro do esperado para essa época do ano em todo o país. No sul, há a possibilidade de incursões de massas de ar frio que podem fazer com que a temperatura oscile e caia na região. No Centro-Oeste, Sudeste e Sul o índice de chuvas sofrerá diminuição ao longo do trimestre.

O mês de junho deve começar com frio e geadas, em toda a região sul, e na Serra da Mantiqueira, em São Paulo. Segundo a previsão do Inmet, o tempo fica claro a parcialmente nublado no resto do estado, bem como no Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A meteorologia prevê tempo claro no Centro-Oeste do país. Nas regiões Nordeste e Norte o dia será de chuvas, com exceção do Maranhão, Rondônia e Tocantins, que terão tempo claro a parcialmente nublado.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17745&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Com maior seca dos últimos 33 anos, milho safrinha sofre em Umuarama/PR </title>
<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 11:59:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Segundo levantamento da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), o milho safrinha deste ano está sofrendo com o clima. Nunca houve registros de precipitações tão ruins em meses de maio como deste ano, principalmente em Umuarama. Apesar do aumento de 33% da área plantada na região em relação ao ano passado, em 2011 a entressafra não escapará das perdas. Ainda não se pode prever de quanto será o prejuízo.

Segundo o economista do Departamento de Economia Rural (Deral), da Seab, Ático Luiz Ferreira, no ano passado a região compreendida entre Umuarama e Cianorte, ou antiga Amerios, possuía 90 mil hectares de milho plantado, com produção de 403 mil toneladas, ou seja, 4.500kg por hectare. "São valores até bons por se tratar de entressafra", comenta.

Apesar da plantação ter sido insignificante no verão (apenas 3.400 hectares), para a entressafra foram 121 mil hectares de milho plantados, um aumento de 33% em relação ao inverno do ano anterior.

<b>SECA INESPERADA
</b>
Tudo estava caminhando bem até o mês passado. Segundo Ático, a média de chuvas para maio é de 125 milímetros, levando em consideração os últimos 33 anos. Entretanto, em Umuarama não houve precipitação no mês, embora, na região, algumas pancadas de chuva podem ter ajudado no desenvolvimento do milho safrinha.

Se levada em consideração a série histórica, ao menos 70 milímetros deviam ter chovido no mês anterior, porém, neste ano a precipitação foi zero. (Veja mais no quadro "Histórico de chuvas para o mês de maio")

A expectativa, segundo previsões meteorológicas, é que chova nos próximos dias sete e oito de junho. ?Pela temperatura, uma chuva de 30 milímetros já ajudaria bastante?, diz Ático.

<b>ATUAL SITUAÇÃO DAS PLANTAÇÕES</b>

Conforme quadro de acompanhamento das plantações da região, 5% do milho estão em desenvolvimento, 30% florindo, 60% frutificando e 5% maturando. A falta de chuva não assusta tanto pela quantidade de milho já frutificado na região. "Quanto mais adiantado, menos perde-se caso não haja chuva e, se não houver chuvas nos próximos dias, quanto mais novo o milho estiver, pior será o resultado da entressafra", explica o agrônomo do Deral, Pedro Morimoto.

Segundo Ático, só será possível ter uma noção das perdas quando a colheita começar.

<b>PREÇOS</b>

A saca de 60 quilos do milho custava no mesmo período do ano passado R$14,50. Neste ano o preço subiu 62%, indo para R$23,50 a saca. Diversos são os fatores que explicam o aumento, entre eles o baixo estoque de milho, o aquecimento da demanda e o incentivo às exportações, concedido pelo governo federal por meio do Programa de Escoamento do Produto (PEP). O porto de Paranaguá, por exemplo, registrou um aumento de 16% na exportação de milho no primeiro quadrimestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010.

HISTÓRICO DE CHUVAS PARA O MÊS DE MAIO

ANO PRECIPITAÇÃO ATMOSFÉRICA

1983 363 milímetros
1992 432 milímetros
2002 493 milímetros
2004 279 milímetros
2009 225 milímetros
2010 154 milímetros
2011 0

(Dados de Umuarama que consideram as maiores precipitações para o mês de maio. Em nenhum ano, desde 1978, o mês foi sem chuvas na cidade)

<b>CAFÉ VIVE ÓTIMO MOMENTO
</b>
Diferentemente do milho, o café vive um momento excelente na região. Embora com apenas 20% colhido, já se pode comemorar os resultados. "Em ternos de clima a situação do café está ótima. Isso ajuda muito o cafeicultor a fornecer um produto de boa qualidade, que vai interferir muito no preço na hora de vender".

O bom clima ajuda no momento de secagem no terreirão e os frutos que caem no chão não estragam. Além do que, com raízes profundas, a seca não atinge em nada a planta para a próxima safra.
Ático comenta que existem muitos agricultores que estão esqueletando o café, ou seja, as plantas que não terão boa produtividade têm os galhos e a ponta cortados para não produzir neste ano, voltando assim com força total no próximo.

Com vários fatores favoráveis, o preço segue o mesmo ritmo. Seguindo a tendência mundial, a saca de café teve um aumento de 200% na região. No ano passado, a saca que custava R$215 já chega neste ano de R$397 à R$430.

"Em 1986 havia 160 mil hectares na região. A produção vem diminuindo ano a ano, bem como o estoque mundial, isso consequentemente faz os preços aumentarem", explica Ático.

Em 2010, a região tinha 4.718 hectares plantados, com produção de 1.369 quilos de café por hectare. Neste ano a área plantada é maior, 4.440, entretanto, a estimativa é de colheita menor, de 1.000 à 1.200 kg/hectare. Esta diminuição é explicada pela própria característica da planta, que rende mais em anos alternados.

Umuarama Ilustrado
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17744&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Janela do plantio da soja é prorrogada no TO </title>
<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 11:54:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
A Adapec ? Agência de Defesa Agropecuária ? autorizou a prorrogação da janela do plantio de soja destinada à produção de sementes ou pesquisas, para 15 de junho, conforme Portaria nº 147 do Diário Oficial do Estado. O período para o plantio da oleaginosa iniciou dia 1º de maio e encerraria dia 31 deste mês. A solicitação partiu dos Sindicatos Rurais de Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e da Aprocel ? Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas da Lagoa da Confusão e Várzeas do Tocantins.

Com a medida, consequentemente o prazo para a colheita da soja no Vazio Sanitário, que encerraria dia 30 de setembro, se estenderá para o dia 15 de outubro. ?As instituições alegaram dificuldades no preparo do solo e na drenagem das águas, em função do excesso de chuva, que chegou a 40 milímitros em uma semana, dificultando os trabalhos?, ressaltou o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Vegetal da Adapec, Luís Henrique Michelin.

Segundo o presidente da Adapec, Geraldino Ferreira Paz, a extensão do prazo evita prejuízos aos produtores rurais e assegura a produção, já que os sojicultores tocantinenses são considerados profissionais no controle da ferrugem asiática. ?Todos têm cumprindo as determinações e colaborado com a preservação da excepcionalidade do cultivo do grão, nesta época do ano?, ressalta.

<b>Normas
</b>
Entre as instruções, para o Vazio Sanitário está a comunicação obrigatória a Adapec da aplicação preventiva de fungicida no estágio R1 da planta, em pelo menos 50% da floração. Além disso, a utilização adequada desses fungicidas, sem causar impactos negativos ao meio ambiente e à saúde da população.

Os sojicultores também devem combater as plantas guaxas ou tiguera, que germinam a partir de grãos de soja perdidos na colheita e realizarem monitoramento na lavoura para detecção da Ferrugem Asiática. Além disso, seguir as recomendações de seus responsáveis técnicos.

<b>Vazio Sanitário
</b>
O vazio Sanitário é o período de entressafra, onde fica proibido o cultivo da soja, com exceção de áreas específicas onde foi comprovada cientificamente que não há proliferação da Ferrugem Asiática. No Tocantins, essa área compreende as regiões de várzeas tropicais, compostas pelos municipios da Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Pium e Dueré. Nas demais regiões do Tocantins, continua proibido o cultivo do grão durante toda a entressafra, com exceção do cultivo para fins de pesquisa conforme prevê a Portaria nº 117 publicada no Diário Oficial de 09 de maio de 2011.

Adapec - TO
Autor: Dinalva Martins
agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17743&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Tempo seco põe em xeque segunda safra de milho do Brasil </title>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 11:46:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ A falta de chuva que preocupa os produtores de Mato Grosso também se transformou em fator de temor para os produtores do Paraná, o que coloca em risco a segunda safra de milho do país, apontaram nesta segunda-feira (30-05) agrônomos e especialistas.

Uma quebra da segunda safra, também chamada de safrinha, certamente terá impacto na previsão total de colheita do cereal do Brasil em 2010/11, antes dos efeitos da seca no Paraná e do agravamento da situação em Mato Grosso, o Ministério da Agricultura estimou a produção de milho do país em 56 milhões de toneladas, estável ante 2009/10.

A safrinha, com a colheita já em fase inicial, representa quase 40 por cento da produção brasileira total de milho, enquanto Mato Grosso e o Paraná produzem juntos mais de 60 por cento do grão na segunda safra.

"Hoje, pode-se falar que a segunda safra de milho já está sendo prejudicada. O potencial produtivo está prejudicado. A luz amarela está acesa", afirmou Margorete Demarchi, agrônoma do Deral (Departamento de Economia Rural), do governo do Paraná.

Dados do Deral apontam uma produtividade média para o Estado de 4.353 quilos por hectare, contra um potencial inicial de 4.422 kg/ha e ante 4.996 kg/ha da boa temporada passada.

A agrônoma lembrou que a maior parte das lavouras do Paraná está em fases de floração e frutificação, etapas em que chuvas são fundamentais para o desenvolvimento da cultura.

Importantes regiões produtoras do Estado como a de Cascavel, no oeste, não registram chuvas há aproximadamente 30 dias. Além da estiagem, as baixas temperaturas retardam o desenvolvimento do milho. As geadas, embora tenham sido fracas na última madrugada, também são fator de risco para o milho.

"A preocupação agora é com o Estado do Paraná. O risco de estiagem que assombrou os produtores rurais durante o verão vem se tornando uma ameaça cada vez mais real para a safra de inverno", afirmou a consultoria Clarivi, em relatório nesta segunda-feira. "O volume de chuvas no mês está bem abaixo do necessário...", completou.

A Céleres tem avaliação semelhante. "As perdas no (Brasil) já começam a ser observadas, porém, ainda sem uma definição de quanto poderá ser perdido por conta da falta de umidade", reforçou a consultoria.

A situação no Paraná só não representaria um problema pior para a oferta de milho do Brasil porque o Estado plantou uma área recorde na segunda safra do cereal, de 1,7 milhão de hectares, crescimento de 25 por cento ante o ano anterior.

<b>MATO GROSSO
</b>
Em Mato Grosso, onde a área caiu 10 por cento na comparação ao ano passado, para 1,7 milhão de hectares, segundo o Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), a colheita pode ser ainda menor do que a esperada, pois produtores já sofrem com a seca há mais tempo.

Por ora, o Imea estima uma produtividade média de 4.317 kg/ha, mas a colheita deve apontar um rendimento menor.

"Vai ter perda um pouco maior que a esperada", afirmou o superintendente do Imea, Otávio Celidonio.

O Imea deverá atualizar a sua previsão na próxima semana.

A consultoria Clarivi tem também uma avaliação pessimista em relação ao Mato Grosso. "A falta de chuvas já afetou a produção do milho safrinha. O desenvolvimento das lavouras foi prejudicado e agora existe uma possibilidade de redução de até 40 por cento na produção de milho inverno..."

Com o atraso na colheita da soja, boa parte dos produtores de Mato Grosso arriscou e plantou o cereal fora do período ideal, após 25 de fevereiro, o que explica também o fato de as lavouras sofrerem agora com períodos de estiagem normais para esta época no Estado, lembrou Celidonio, destacando que aqueles produtores que conseguiram plantar o milho precocemente sofrerão menos o efeito da seca.

Reuters
Autor: Por Roberto Samora
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17728&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Número de queimadas caiu 88% em MS, mas previsão é de alerta para agosto </title>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 11:36:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Desde janeiro foram 159 focos de incêndio registrados no Estado, 88% menos que em 2010


Apesar de todas as campanhas de prevenção dos órgãos ambientais, as queimadas ainda são utilizadas para renovar as áreas de pastagens antes de um novo plantio em terras de Mato Grosso do Sul. No entanto números divulgados pelo Ibama/MS mostram que a adesão a este tipo de prática nociva ao meio ambiente está caindo em MS. De janeiro até agora foram 159 registros de focos de incêndio no Estado, contra 300 no mesmo período do ano passado. O índice é 88% menor. Mesmo com a queda nas ocorrências, o Ibama começa hoje treinamento com a brigada Prevfogo em Corumbá.

O projeto existe há três anos e visa atuar na prevenção e educação dos produtores rurais para evitar o uso indiscriminado do fogo, bem como o descontrole, que resulta em queimadas. ?Em virtude do Pantanal estar cheio, dificulta o acesso. Onde o ser humano não está presente, não tem fogo?, comenta Márcio Yule, coordenador estadual do Prevfogo.

<b>Novidades
</b>
Este ano a previsão para agosto é de muito frio com geada, que causa ressecamento da pastagem e facilita a expansão do fogo. ?Estamos treinando as brigadas. Além de Corumbá, Porto Murtinho e Miranda, vai ter a brigada de Costa Rica, trabalhando na nascente do Rio Taquari?, afirma Yule.

Na brigada de Porto Murtinho, serão contratados 14 indígenas da etnia Kadiwéu para trabalhar na própria área deles, que é uma área com muitos registros de incêndio devido à renovação de pastagem.

Correio do Estado.
Autor: Laís Camargo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17727&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produtor prejudicado por cheias pode receber seguro-desemprego </title>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 11:35:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pequenos produtores que tenham suas terras inundadas por enchentes sazonais poderão receber seguro-desemprego durante período determinado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O valor do benefício seria de um salário mínimo mensal, conforme projeto de lei de autoria da deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que está sendo avaliado pela Câmara.

A proposta busca amenizar a situação dos agricultores familiares e extrativistas afetados pelas inundações. "Além de arcar com os enormes prejuízos provocados pela cheia em si - que, às vezes, chega a levar sua casa, plantações, criações e outros objetos de valor material ou sentimental -, o produtor rural vê seu sistema econômico inviabilizado durante meses seguidos pela permanência das águas", ressalta a autora da proposta.

Para ser beneficiado, o agricultor tem de ter se dedicado às atividades rurais, em caráter ininterrupto, durante o período compreendido entre duas inundações, e não pode ter outra fonte de renda. Conforme o texto, o seguro-desemprego será cancelado no início de atividade remunerada ou do recebimento de outra renda pelo agricultor.

Diário de Canoas
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Inmet alerta para baixa umidade relativa do ar </title>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 11:32:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O aviso é para São Paulo e Mato Grosso do Sul, estados que devem sentir os efeitos do clima seco nesta terça-feira

A umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 30% em São Paulo e no Mato Grosso do Sul nesta terça-feira, 31 de maio. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as áreas mais atingidas serão o oeste e o noroeste paulista,o leste e o nordeste do Mato Grosso do Sul. O tempo fica claro com névoa seca em toda a região Centro-Oeste. No Sudeste, a previsão é de geada no sul de Minas Gerais e na Serra da Mantiqueira, em São Paulo. Os termômetros devem marcar -1ºC na região.

A meteorologia prevê geadas também no Sul, nas áreas da serra do nordeste, no Rio Grande do Sul, no planalto catarinense, sul e centro do Paraná. A temperatura mínima deve chegar a -1ºC.

No Nordeste, a previsão é de chuvas isoladas em todos os estados. No Norte, chove no Amazonas, Roraima e Amapá. O tempo deve ficar claro a parcialmente nublado em Tocantins e Rondônia.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações do Inmet
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Criadores de gado comemoram benefícios da chuva na Paraíba </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 15:16:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Chuva dos últimos meses significa economia para o produtor.
O volume já superou o esperado para o ano todo.



Não tem cena mais satisfatória para o criador do que ver o gado pastando à vontade na fazenda. É algo a se comemorar. Os animais têm alimento de sobra. Além dos baixos custos com o gado, o período de chuvas na região também gera outras economias. ?Temos redução de cerca de 70% na conta de energia, no manejo, na adubação do solo?, diz o criador Leopoldo Calado.

Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado, só nos últimos três meses, já choveu mais de 400 milímetros na região de Sousa, um volume esperado para o ano todo. Com o resultado, a saúde e nutrição dos animais são visíveis.

Neste período onde os campos estão verdinhos, os criadores devem se preparar para os próximos meses. Para isso, a conservação da forragem é uma alternativa para garantir o alimento para o gado durante os meses de estiagem.

Leopoldo seguiu as orientações e plantou em uma área de quatro hectares o sorgo, que deve manter a qualidade e a produção do rebanho por um bom tempo.


Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17714&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Estiagem prejudica pasto e preocupa pecuaristas de MS </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:45:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Sem chuva há quase um mês, pastagem apresenta os reflexos da estiagem. Criadores usam alternativas para minimizar os efeitos da seca

A imagem típica do inverno já aparece nos campos de Mato Grosso do Sul. Há quase um mês sem chuva significativa os reflexos da estiagem estão cada vez mais presentes. O verde das pastagens dá lugar a uma cobertura amarelada, sinal de que a oferta de alimento para o rebanho é bem menor.

A partir de maio, o clima começa a ficar desfavorável para as pastagens no Centro-Oeste. Em MS, os produtores estão muito preocupados por causa da instabilidade. Primeiro veio a seca no ano passado, depois chuva intensa e o frio chegou antes, em abril.

Fernando Flores que além de pecuarista, gerencia um confinamento, está preocupado com o clima. Só restaram os animais mais leves, que também estão com os dias contados no pasto. Até julho, as 1200 cabeças estarão confinadas.

<b>A seca já começou e que pelo andar da carruagem, o pico dela deve ser mais cedo. ?Todos os animais desta propriedade serão destinados ao confinamento, facilitando assim o manejo da pastagem, pra que quando as primeiras chuvas chegarem nós tenhamos uma fazenda vedada e preparada para receber os animais na safra? explica Fernando.
</b>
No confinamento os piquetes já estão prontos para a chegada do rebanho. Além do gado próprio, abrigam também animais de outras fazendas. A estrutura tem capacidade para até 50 mil cabeças ao mesmo tempo. Por enquanto, o número de animais confinados não chega a dez mil, mas a expectativa é que ultrapasse 35 mil cabeças nos próximos meses.

A ultima previsão da Associação Nacional de Confinadores era de um aumento de 30% no número de animais confinados em todo o Brasil. Mas o preço dos grãos, principalmente o milho, surpreenderam os produtores.

O milho é a base da alimentação no confinamento. Do ano passado pra cá, a saca do grão praticamente dobrou no mercado. Em 2010 chegou a ser vendida por menos de R$ 13. Este ano, já é negociada a R$ 24. O diretor da Associação dos Confinadores em Mato Grosso do Sul, João Borges, diz que além desta variação, a incerteza no mercado da carne pode atrapalhar novos investimentos.

?Hoje o mercado está muito depressivo em termos de preço para o futuro. A sinalização de preço para contratos de outubro na bolsa de juros está sinalizando hoje à R$ 102,80, quer dizer, é quase como se fosse, tirando a inflação, o mesmo preço de agora em outubro em plena intersafra. Então nós ainda não temos essas variáveis definidas. Com pouco espaço o produtor vai ter essa definição de safrinha, uma melhor possibilidade de travamento de preços em bolsa, ou adermo. Então as coisas começam a se equacionar, mas mesmo nos níveis que estão acontecendo agora, ainda é uma atividade viável? comenta o diretor da associação.

Mesmo assim, o produtor Fernando Flores está otimista. Ele fez as contas e concluiu que para cada arroba produzida no confinamento são gastos R$ 72. Ano passado era R$ 60. Mas com a valorização do boi, a arroba hoje é vendida por mais de R$90 no estado. E para tentar minimizar os custos, Fernando adotou um novo sistema de alimentação.

Em vez de silagem de milho, a ração leva apenas 10% de volumosa, que é o bagaço de cana de açúcar. E o restante fica por conta do concentrado. Uma mistura feita com milho, soja, aveia e torta de algodão.

O resultado é o ganho de um quilo e meio no caso dos animais adultos, por dia. Segundo Fernando, mesmo com a alta do milho, utilizar a mistura é econômico em logística e mais rico em ganho de peso.

?A silagem de milho é um produto excelente, de muita qualidade, muito boa aceitação dos animais, e que ajuda bastante na adaptação deles, mas a dieta, nutricionalmente falando, a gente consegue chegar a valores até melhores do que uma dieta com alto volumoso ou com alta quantidade de silagem de milho como concentrado? comenta o produtor.

Os especialistas no setor, também esperam que a incerteza tenha dias contados para terminar.

Jornal Dia a Dia
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17712&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Semana começa com baixas temperaturas e geadas no Sul </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:42:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ A semana começa com temperaturas próximas a 0 grau Celsius (°C) e o registro de geadas em grande parte do Sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), só não geou na madrugada de segunda-feira (30) ao longo da faixa litorânea entre o Paraná e o Rio Grande do Sul e no norte e oeste do Paraná. Os termômetros (30) devem oscilar nesta segunda-feira entre -2°C e 22°C.

Segundo Fernando Mendes, do serviço de meteorologia do Paraná (Simepar), a temperatura baixa, com a ausência de ventos e nuvens, favorece a formação de geadas. "O ar seco segue mantendo o dia ensolarado, mas as temperaturas ficam amenas, com sensação de frio mais intenso à tarde, em todas as regiões. A umidade do ar atinge índices baixos no período da tarde. A menor temperatura registrada no estado nessa madrugada foi de 0°C em São Mateus do Sul [estação do Inmet]?.

A madrugada mais fria do ano foi neste domingo(28). A mínima registrada pelo Simepar foi em Guarapuava, de -0,5 ºC. Em Curitiba, a temperatura mínima registrada hoje foi de 5°C (a sensação térmica é de 2°C), e os termômetros devem permanecer marcando mínimas abaixo dos 10°C até o fim de semana. A previsão é de chuva na tarde de sexta-feira (03).

<b>Não chove há mais de um mês nas regiões oeste, noroeste e sudoeste do Paraná, o que vem prejudicando as lavouras de trigo e milho da segunda safra, que estão no período reprodutivo, mais exigente em água. Nos boletins diários divulgados pelo Departamento Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura, os produtores reclamam que o que já foi plantado está com baixa germinação.</b>

O Paraná é o maior produtor nacional de trigo. A previsão para este ano é colher 2,85 milhões de toneladas, o que corresponde a 56,6% da produção brasileira prevista para 2011.A segunda safra de milho deve ser de 7,32 milhões de toneladas. As duas safras de milho devem totalizar um volume de 13,18 milhões de toneladas. O Paraná poderá ter participação de 29,7% na produção nacional, com área de plantio de 1,65 milhão de hectares.

Agência Brasil
Autor: Lúcia Nórcio]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17710&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Clima favorece desenvolvimento das pastagens de inverno no RS </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:38:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
<b>As chuvas escassas, somadas ao bom índice de umidade no solo, boa incidência de sol e temperaturas amenas, têm favorecido o preparo, a semeadura e a germinação de pastagens anuais de inverno no Rio Grande do Sul, principalmente, aveia e azevém.</b> Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26-05), no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. A semeadura da aveia  a mais precoce das gramíneas anuais utilizadas pelos pecuaristas do Estado já está praticamente concluída. O início do pastoreio está previsto para o final do mês maio ou início de junho.

Enquanto isso, diminui consideravelmente o volume e a qualidade de massa verde do campo natural e das principais espécies cultivadas, no chamado período de vazio forrageiro. Como consequência, foi reduzido o volume de leite produzido na última semana. Esta falta de alimentos verdes está sendo superada pelo uso de feno, silagem ou rações industrializadas, aumentando, assim, os custos de produção. No período, o preço do litro de leite recebido pelos agricultores variou entre R$0,58 e R$ 0,82/litro, dependo da quantidade e qualidade do produto.

No caso das olerícolas, iniciaram-se na Serra os preparativos para a implantação da próxima safra de alho. São realizadas as práticas de pré-preparo das áreas, como roçadas, incorporação de palhadas, compra e distribuição de adubos orgânicos, além dos trabalhos com os materiais destinados à realização do toalete e debulha dos bulbos, bem como a seleção dos bulbilhos.

Teve início a colheita da safra da batata-doce na região Centro-Sul. Com 11% da produção já retirada das lavouras, o produto está com boa qualidade. Intensifica-se, ainda, a colheita da safra do caqui na Serra Gaúcha, com as frutas apresentando ótimo aspecto e calibre. A sanidade do caqui de polpa branca e polpa chocolate é considerada boa, ainda que o último apresente, em alguns pomares, incidência de manchas necróticas.

<b>O clima favoreceu, também, o plantio da nova safra de trigo. Cerca de 14% da área prevista para este ano já foi semeada. Segundo levantamento da Emater/RS-Ascar, a região mais adiantada é a de Santa Rosa, que compreende Missões e Fronteira Noroeste. Nela, o percentual já chega a 20%, de um total previsto de cerca de 204 mil hectares, números que, de maneira geral, colocam o início desta safra próximo à média dos últimos anos. As temperaturas amenas, aliadas à baixa umidade, têm proporcionado uma boa sanidade às lavouras nessa fase inicial. A umidade presente no solo é suficiente para uma boa germinação e desenvolvimento inicial das plântulas.

As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS-Ascar.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17709&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Embrapa desenvolve cana-de-açúcar tolerante à seca </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:29:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>
As primeiras plantas transgênicas resistentes podem ser uma alternativa para o setor sucroalcooleiro, já que as <B>perdas nos canaviais em decorrência da seca variam entre 10% a 50%</B>
</i>
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu as primeiras plantas transgênicas de cana-de-açúcar tolerantes à seca. A descoberta é importante para o setor, já que as perdas nos canaviais podem variar entre 10% e 50% em decorrência da seca, dependendo da região e da época de plantio.

Atualmente, ainda não existe variedade de cana-de-açúcar transgênica comercial. A planta desenvolvida pela Embrapa tem grande potencial para aumentar produção física de cana e de seus derivados, como o etanol.

As plantas foram selecionadas em laboratório e nos próximos três meses estarão em estágio de multiplicação in vitro para serem avaliadas em casa de vegetação (estufas usadas na produção de plantas para fins comerciais ou de pesquisa). Até maio de 2012, serão avaliadas quanto às características de tolerância à seca. Após estes processos, as plantas que apresentarem melhor desempenho terão potencial de avaliação a campo, mediante aprovação junto ao Comitê Técnico Nacional de Biossegurança (CTNBio).

As pesquisas com transgenia em cana-de-açúcar vêm sendo desenvolvidas, desde 2008, sob a coordenação do pesquisador Hugo Bruno Correa Molinari, da Embrapa Agroenergia (Brasília/DF). O trabalho conta com o apoio de laboratórios da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília/DF), que possuem características exigidas pelas normas da CTNBio para estudos com organismos geneticamente modificados. A pesquisa também tem o apoio da Japan Internacional Research Center for Agricultural Sciences (Jircas), empresa de pesquisa vinculada ao governo japonês.

O objetivo é desenvolver cultivares comerciais com maior tolerância à seca, o que poderá potencializar o setor sucroalcooleiro nas áreas tradicionais e de expansão da cultura. De forma geral, as áreas de expansão têm como características solos com baixa fertilidade, altas temperaturas e baixa precipitação pluviométrica.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações de Daniela Colares, da Embrapa Agroenergia
Agrolink
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17708&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Temperatura cai nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul </title>
<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:25:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O frio deve atingir principalmente os estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo

A temperatura deve cair nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros poderão marcar mínimas de 6ºC, 11ºC e 5ºC, respectivamente. Os estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo deverão sofrer declínio acentuado nos índices.

O tempo fica claro na maior parte da região Centro-Oeste. Chuvas isoladas são esperadas no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Sudeste e no Sul, o dia será nublado com chuvas no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Nas demais áreas, pode chover.

A previsão é de tempo nublado com névoa seca na maior parte dos estados das regiões Norte e Nordeste.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações do Inmet]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17707&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Temperatura terá declínio em SC, de quinta para a sexta-feira </title>
<pubDate>Thu, 26 May 2011 17:02:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Nesta quinta-feira, uma frente fria, associada a um ciclone extratropical no litoral gaúcho, se desloca pelo litoral catarinense, favorecendo variação de nuvens em SC e chuva isolada, especialmente no Litoral e à noite. Na retaguarda dessa frente fria, uma massa de ar frio avança pelo Sul do Brasil, virando o vento para o quadrante sul com rajadas e provocando declínio nas temperaturas. Entre a sexta-feira e o domingo, a temperatura estará mais baixa em SC e o frio será sentido especialmente na faixa leste do estado, com mínimas próximas de zero grau nas áreas altas do Planalto Sul nas madrugadas de sábado e domingo, com chance de geada.

<b>Atenção:</b> A agitação marítima vai aumentar muito no litoral catarinense a partir de sexta-feira, com ondas altas previstas para domingo, de 3 a 4m e com risco de ressaca.

Fonte: Gilsânia Cruz e Marcelo Martins - Meteorologistas

Ciram Epagri
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17659&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Clima impulsiona alta do preço do milho </title>
<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:07:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
As cotações do milho voltaram a registrar ligeiras altas na maioria das regiões produtoras e consumidoras do Brasil, de acordo com pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisa em Economia Aplicada (Cepea). A sustentação vem de preocupações com o clima no País e também do aquecimento da demanda mundial. A retomada da procura pelo produto foi favorecida pelas baixas nos preços observadas nas últimas semanas.

Com a colheita de verão caminhando para o seu final, compradores acreditam que é um momento oportuno para fazerem novas aquisições, especialmente devido às preocupações com o desenvolvimento das lavouras de segunda safra (safrinha).

Além disso, as vendas antecipadas ao mercado externo (para entrega no segundo semestre) também seguem firmes, o que pode reduzir a disponibilidade do produto no mercado físico brasileiro. Em relação aos preços, de 16 a 23 de maio, o Indicador Esalq/BM&F Bovespa (Campinas-SP; valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa de desconto CDI) subiu 1,62%, fechando a R$ 28,88/saca de 60 kg na última segunda-feira.

Se considerada a taxa de desconto NPR, na região de Campinas o preço médio à vista foi de R$ 28,41 a saca de 60 quilos na segunda-feira, alta de 1,76% no comparativo com a segunda-feira anterior.

No mercado externo, as atenções estão voltadas ao avanço do cultivo nos Estados Unidos, que está bem atrasado em relação ao observado nos anos anteriores devido as chuvas. Como em termos mundiais os estoques são baixos e a estimativa é de oferta e demanda bem ajustadas para a safra 2011/12, a possibilidade de redução na área plantada tem elevado os preços do milho.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17629&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Agricultores paranaenses temem a estiagem </title>
<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:05:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Com um olho no verde da lavoura, outro no horizonte, torcendo para que apareçam nuvens no céu, uma consulta nas cotações agrícolas, outra na previsão do tempo. Esta tem sido a rotina dos produtores rurais paranaenses, que estão para colher uma das melhores safras de inverno dos últimos anos, mas correm o risco de uma grande quebra se não chover nos próximos dias.

<b>A baixa umidade do solo pode comprometer a frutificação do milho safrinha e a granação do trigo, as duas culturas de inverno mais presentes na região. De acordo com os técnicos da Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), a partir desta semana as duas culturas entram na fase mais importante depois do plantio e a presença da chuva é decisiva para o sucesso da colheita, que começa em 60 dias.
</b>
Atraídos com a possibilidade de bons preços, os produtores dos 30 municípios sob a jurisdição do Núcleo de Maringá da Secretaria da Agricultura aumentaram de 152 mil hectares do ano passado para 180 mil a área plantada com milho safrinha. No Estado, a área chegou a 1,657 milhão de hectares, 21% a mais do que no ano passado.

"Até aqui o clima contribuiu bastante para o desenvolvimento da lavoura, mas a partir de agora a falta de chuva se torna uma ameaça", diz o gerente de produção da Cocamar na unidade de Floresta, Frederico João Altrão.

Segundo ele, neste momento, tanto o milho quanto o trigo começam a fase de frutificação e precisam de umidade no solo. "Não tem chovido nas últimas semanas, mas como as temperaturas foram baixas a umidade perdurou até agora, mas se não voltarem as chuvas dentro de uma semana a frutificação e a granação serão prejudicadas."

Com experiência de muitos anos na lavoura e conhecendo bem o vai e vem do clima, os agricultores são mais pessimistas do que os técnicos.

"O prejuízo já está acontecendo e aumenta a cada dia", diz o produtor Miguel Beságio. "Se não chover dentro de 10 dias a situação se agrava", completa João Cláudio Peruzzi, que plantou 50 hectares com trigo e 200 com milho safrinha em uma propriedade entre a área urbana de Maringá e o distrito de Iguatemi.

Segundo os produtores, nas áreas de cabeceiras as plantas já ressentem da seca, a exemplo das que foram plantadas mais tarde.

<b>Medida</b>

120 sacas é a média da produção de milho safrinha esperada por hectare na região de Maringá

O Diário de Maringá
Autor: Luiz de Carvalho 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17628&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Trigo/CEPEA: Atenções se voltam ao plantio </title>
<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:03:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A comercialização de trigo no mercado brasileiro continua lenta, segundo informações do Cepea. Compradores têm preferência pelo trigo importado, visto que o consideram de melhor qualidade. Porém, há interesse de aquisição do produto ofertado em leilões da Conab, que muitas vezes é de safras passadas. Isso dificulta ainda mais a comercialização interna e acentua as disparidades entre os preços de compradores e vendedores. Quando há interesse comprador pelo grão nacional, produtores, em geral, não correspondem, por considerarem os preços muito baixos. Assim, vendedores acabam se concentrando no plantio.

Cepea/Esalq]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17627&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Código Florestal muda lei ambiental em vigor desde 1965 </title>
<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:03:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O projeto de lei do novo Código Florestal, aprovado pela Câmara, altera a lei ambiental que estava em vigor desde 1965. Algumas das mudanças aprovadas ainda podem ser alteradas durante a votação no Senado, para onde o texto será encaminhado agora, e também vetadas pela presidenta Dilma Rousseff. Entre as principais mudanças que podem ocorrer caso o projeto seja transformado em lei, estão definições sobre reserva legal e áreas de preservação permanente (APP).

Enquanto o código atual exige reserva legal mínima em todas as propriedades, variando de 80% na Amazônia a 35% no Cerrado e 20% nas outras regiões, o novo texto aprovado dispensa aquelas de até quatro módulos fiscais (medida que varia de 20 a 400 hectares) de recompor a área de reserva legal desmatada. Para esses casos, não haverá obrigatoriedade de percentual mínimo de preservação, valendo a manutenção da área de vegetação nativa existente em julho de 2008. Também fica autorizada a recomposição em áreas fora da propriedade, desde que no mesmo bioma.

A redação aprovada consolida plantações em encostas e topos de morros, definidas como APP, entre elas café, maçã, uva e fumo. A medida não permite, no entanto, novos desmatamentos nessas áreas.

Uma das mudanças mais polêmicas diz respeito à regularização ambiental. Pelo Código Florestal de 1965, os proprietários que não respeitaram os limites de reserva legal e de cultivos em APP estavam ilegais, sujeitos a multas por crimes ambientais e embargo das propriedades. Pelo novo texto, os produtores rurais terão que se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e aderir ao Programa de Regularização Ambiental criado pelo governo federal.

A Emenda 164 - de autoria do deputado Paulo Piau (PMDB-MG)-, no entanto, votada e aprovada em plenário na madrugada de hoje (25), dá aos estados e ao Distrito Federal, tirando a exclusividade da União, o poder de definir os critérios de utilidade pública, baixo impacto ou interesse social para a regularização, além de liberar plantações e pastos feitos em APP até julho de 2008.

Segundo o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), caso a medida também passe pelo Senado, a presidenta Dilma a vetará, pois ela significa anistia aos desmatadores. O governo também quer que as possíveis liberações de desmatamento em áreas de preservação permanente sejam regulamentadas por decreto presidencial.

<b>Agência Brasil
Autor: Danilo Macedo e Luana Lourenço
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17626&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Inmet prevê ventos fortes na região Sul </title>
<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:01:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Ventos fortes devem atingir a região Sul nesta quarta-feira, 25 de maio. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê rajadas de vento entre 70 e 90 km/h no leste do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Pancadas de chuva são esperadas no oeste e sul do Rio Grande do Sul. Nos demais estados, há possibilidade de chuva.

O tempo fica claro com névoa seca na região Sudeste. Há previsão de chuviscos apenas no litoral norte do Espírito Santo. A região continua apresentando as menores temperaturas do país, com mínima de 5ºC.

Chove no Norte e em boa parte da região Nordeste, onde chuvas esparsas devem atingir áreas isoladas de todos os estados. No Centro-Oeste, a meteorologia prevê chuvas somente no Mato Grosso. Nas demais áreas, o tempo fica claro com névoa seca.
<b>
Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Com informações do Inmet 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17625&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Oeste detém as maiores produtividades do Brasil em soja, milho e algodão </title>
<pubDate>Tue, 24 May 2011 17:22:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Amparada pelo alinhamento de condições favoráveis tanto de clima, quanto de mercado, com preços simultaneamente bons para as três principais commodities da região (soja, algodão e milho), a safra 2010/11 entra para a história como o ciclo agrícola em que o Oeste da Bahia bateu o próprio recorde de produção nas três principais culturas e ainda alcançou, nessas mesmas commodities, o primeiro lugar do pódio brasileiro da produtividade. As informações são do 3º Levantamento da Safra do Oeste da Bahia, concluso na última semana pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), e divulgadas às vésperas da maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste, a Bahia Farm Show, que será realizada de 31 de maio a 04 de junho no município de Luís Eduardo Magalhães.

Pelo 3º Levantamento, o algodão foi, sem dúvida, o grande destaque da safra 2010/11. A área plantada com a cultura aumentou 51% em relação ano-safra anterior, ficando em 371 mil hectares. Isso fez com que a produção saltasse de 372 mil toneladas de pluma em 2009/10 para 600 mil toneladas de pluma nesta safra, uma variação positiva de 62%. De acordo com o presidente da Aiba, Walter Horita, o salto na área e na produção resultou das altas históricas de preço que a commodity vem registrando desde o último trimestre de 2010, que fez com que o produtor revisse o balanceamento de suas matrizes produtivas. "Quem observa o mercado previa que havia espaço para uma alta de preços. Naquele momento, o algodão valia em torno de 80 a 90 centavos de dólar por libra-peso. Já era bom. Mas, especulava-se que poderia se chegar a um dólar. Dito e feito. Os preços superaram o recorde histórico de 1993, quando chegaram a US$1,17 por libra-peso. Em janeiro, ultrapassaram os US$2, e ficaram assim por um bom tempo", conta Horita.

Segundo o presidente da Aiba, uma explicação para esta alta inusitada estava nos fundamentos ? oferta apertada e demanda forte ?, resultado de quebra de safra no Paquistão e safra menor que a que se esperava na China. Outra justificativa estava na especulação, com a entrada de fundos de investimento operando agressivamente na Bolsa de Nova Iorque, que, ao contrário do que muitos acreditavam, continuaram comprando acima de US$2.
Quanto à produtividade, o algodão do cerrado baiano deve, no mínimo, repetir a média da safra 2008/09, de 270 arrobas de pluma por hectare, que o mantém no topo do ranking brasileiro, seguido de Goiás e Mato Grosso com 264 e 260 arrobas por hectare, respectivamente.

<b>Soja
</b>
De acordo com o levantamento, a produtividade da soja do cerrado foi de 56 sacas por hectare, contra 51 sacas por hectare no ciclo anterior, o que representa 10% de incremento. Com isto, o estado fica à frente do Paraná e de Brasília, que empatam no segundo lugar com 55 sacas/ha, e do Mato Grosso, com 53 sacas. A área ocupada com a soja foi de um milhão de hectares, resultado 3% maior que no ano anterior. Já a produção, de 3,6 milhões de toneladas, bateu o próprio recorde, de 3,2 milhões de toneladas na safra passada.

<b>Milho
</b>
O milho do Oeste da Bahia teve produtividade de 163 sacas por hectare, contra 145 sacas no ciclo anterior. Este incremento de 12% na produtividade compensou a diminuição de 10% na área plantada, que saiu de 170 mil hectares, em 2009/10, para 153 mil hectares na safra em curso. A boa produtividade foi responsável por um discreto aumento de 1% na produção, que saiu de 1,4 milhão de toneladas em 2009/10, para 1,5 milhão de toneladas em 2010/11, sendo, também, um recorde regional.

De acordo com o vice-presidente da Aiba, Sergio Pitt, a redução na área do cereal refletiu problemas recorrentes na comercialização que a cultura vinha enfrentando há anos. "Quando os preços subiram, no segundo semestre, o planejamento da safra já estava fechado, e o milho perdeu espaço para o algodão", disse. Pitt afirma que a produtividade atual do milho no oeste é uma das maiores do mundo, ultrapassando inclusive a média americana que é de 160 sacas por hectare.

Para Walter Horita a produtividade é o mais importante indicativo de um trabalho bem feito realizado dentro das porteiras do oeste da Bahia. ?O que explica esses números é o desenvolvimento de uma agricultura de precisão, com fortes investimentos em tecnologia e processos, e o aperfeiçoamento das técnicas ano a ano?, revela Horita.
Além da Aiba, o 3º Levantamento da Sara teve a participação da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Abacafé, Agrolem, Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, CREA, Conab, IBGE, Adab e EBDA.

As informações são da assessoria de imprensa da Bahia Farm Show.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17609&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>'Governo precisa de base coesa para votar código' Visitas: 728 </title>
<pubDate>Mon, 23 May 2011 15:15:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente (MMA) considera que a base governamental ainda não está completamente coesa para a votação do novo Código Florestal, fato que pode ser chave no adiamento da decisão, agendada para a próxima terça-feira, em Brasília. A opinião é do secretário executivo do MMA, Francisco Gaetani, que conversou com a FOLHA sobre a polêmica que se estende há quatro semanas na Câmara dos Deputados. Ele esteve em Londrina na última sexta-feira participando da abertura do IV Congresso Nacional de Responsabilidade Socioambiental, que reuniu mais de 700 pessoas entre sexta e ontem no Teatro Ouro Verde. O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento do Paraná (ABTD).

Para Gaetani, não é necessário que se vote o Código Florestal de maneira apressada. O representante do MMA salientou que o governo precisa construir, primeiramente, uma posição de conjunto, que leve em conta todos os ministérios. "É melhor gastarmos um pouco mais de tempo para a construção de um arcabouço jurídico equilibrado, que dê mais conforto, do que votar na pressa. É importante fazermos uma legislação de qualidade, que favoreça os negócios e a preservação ambiental".

O secretário não quis comentar os principais itens do texto do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB), que causam maior embate entre os ruralistas e ambientalistas, mas considera que são pontos fundamentais para se chegar a um consenso. "Estamos otimistas. São poucos pontos pendentes, mas são pontos de honra, estratégicos. Nós estamos ainda na primeira rodada de tudo isso, ainda falta o Senado e depois a figura da presidente. Mas quanto mais conseguirmos coesionar a posição do governo neste momento, melhor", explicou.

Questionado sobre o atraso para se chegar a um acordo, Gaetani disse que há um lado positivo no prolongamento dos trabalhos na Câmara. "Hoje, toda a sociedade está discutindo os principais pontos do Código Florestal. Se não houvesse ocorrido desta forma, talvez o Congresso estivesse votando sem a participação da população. A pressão faz parte do jogo democrático", enfatizou.

Em relação à responsabilidade sociambiental no País, tema chave discutido no congresso na cidade, Gaetani salientou que o Brasil está avançando, principalmente no setor privado. "Não tratamos mais as questões ambientais como anexo ou filantropia ambiental. Muitas vezes o setor produtivo tem andado à frente do governo. Hoje a competitividade mundial é verde".

folhaweb
Autor: Victor Lopes 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17581&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Fertirrigação com dejetos de suínos amplia produtividade do milho em MS </title>
<pubDate>Mon, 23 May 2011 12:13:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Dejetos de suínos tratados em biodigestores estão sendo utilizados na fertirrigação das lavouras de milho em São Gabriel do Oeste, na região norte de Mato Grosso do Sul, a 133 quilômetros de Campo Grande. A prática, segundo os produtores tem aumentado a produtividade da cultura.

Da estrada, a caminho de fazenda, já foi possível ver o carretel que esguichava o fertilizante produzido à base de dejetos suínos. Produtores rurais encontraram na integração de culturas, o caminho para aumentar a rentabilidade. Próximo dali, na fazenda Água Clara, o produtor Carlos, há pouco mais de um ano, conseguiu aumentar os lucros se dedicando a suinocultura e a criação de boi. Ele já entregou aos frigoríficos cerca de oito caminhões de animais só esse ano.

Nem é preciso ir tão longe para saber como ele vem trabalhando essas duas criações de maneira integrada. Ao lado dos galpões de suínos, o biodigestor capta os dejetos da granja e transforma tudo em biofertilizante para pastagem. O processo de produção é ecologicamente correto, porque queima o gás metano dos dejetos, um gás 21 vezes mais poluente que o gás carbônico. A lagoa de matéria orgânica fica completamente cheia, e antes que transborde, o produto é transferido para outra lagoa, que através de mangueiras leva o produto já filtrado até alguns hidrantes espalhados no pasto.

O carrinho de irrigação joga apenas o líquido tratado, que contém elementos essenciais para a planta, entre eles o nitrogênio, potássio e fósforo. A espécie de capim mombaça surpreendeu em produtividade, e hoje, a locação do gado nos piquetes é bem melhor aproveitada, dez cabeças por hectare. O engenheiro agrônomo da fazenda explica que o produto final do biodigestor, borrifado no pasto, tem vantagens que só a adubação química não traria para a gramínea.

As vantagens da substituição dos adubos químicos pela fertirrigação renderam uma economia de cerca de R$1,1 mil por hectare de pastagem ao ano. Nos oito piquetes, de cinco hectares cada, a redução de custo chega a mais de R$ 40 mil e o reaproveitamento dos dejetos não traz custo ao produtor, a não ser o investimento inicial do processo, que em pouco tempo é amortizado.

Com rentabilidade comprovada na pastagem com o uso da fertirrigacação, alguns pequenos produtores de milho da região de São Gabriel do Oeste também estão utilizando essa ferramenta sustentável.

Depois do aumento de produtividade na pecuária de corte da fazenda Água Clara em São Gabriel do Oeste, é hora de ver como a fertirrigação, feita com os dejetos que saem das granjas de suínos, pode ajudar também a vida dos agricultores.

Depois de uma viagem de 50 quilômetros se chega ao assentamento Campanário. O pequeno produtor que também trabalha de maneira integrada com a criação de porcos e lavoura de milho, diz ter encontrado o maior benefício na agricultura familiar.

"Um aproveitamento de 100% . Eu fiz ele sem adubo químico, 100% dejeto. Não tem herbicida, inseticida, não fiz nada, simplesmente joguei a semente e tá ai", relata o produtor rural Valderi Valentini.

Seu Valderi fez uma experiência com a fertirrigação em uma área de seis hectares. Toda essa cultura cresceu apenas com o uso do biofertilizante. O desenvolvimento da planta foi mais rápido, mais sadio e o que se percebeu nesse área é que não houve pragas. A plantação também não sentiu com a falta de água, a prova concreta disso tudo é a quantidade e a qualidade das espigas, uma safra certeira.

O produtor mostra onde o carrinho de fertirrigação não alcançou na lavoura e a diferença da planta fertirrigada, da que não recebeu a adubação, é visível.

"Você pode ver que a formação de grãos nela não existe, a espiga é pequena , o enchimento da ponta não ocorreu e, aonde alcançou, você vê que é uma espiga sadia", diz.

Nas áreas que receberam a fertirrigação, seu Valderi deve colher cerca 172 sacas do milho, sem a integração com a suinocultura para alavancar a produtividade do grão, ele colheria em media 60 sacas por hectare. Para aumentar esse número, a única saída seria investimento em adubo químico, o que sairia bem mais caro que esse reaproveitamento usado hoje.

"E para pequena propriedade, que é o prato predileto dos assentamentos, é muito viável esse sistema, nós temos um investimento muito baixo. Entramos com toda a instalação, e ele não tem custo nenhum na instalação dos biodigestores, e tem um lucro extraordinário. Agora o que ele tem de fazer é produzir o dejeto suíno e mandar para o biodigestor e consequentemente aproveitar toda essa riqueza que seria a cogeração de energia, a fertirrigação, possibilitando o aproveitamento nas culturas de feijão, milho, capim e muitas outras atividades dentro da propriedade", conta o técnico em agropecuária Afonso Rosalém.

No assentamento, Valderi trabalha com o irmão e os sobrinhos, uma pequena parte da colheita está sendo destinada para a produção de silagem. A intenção é que todo o resto seja comercializado no mercado. Uma outra parte da colheita já esta recendo o adubo orgânico, agora o próximo passo no assentamento Campanário é fertirrigar as outras áreas do milho (40 hectares).

"É lucro certo, vou continuar fazendo. Nós pensamos em fazer um, vamos jogar os dejetos no outro, assim que entrar na fase de processamento, agente planta o outro, fazendo essa rotação nos 40 hectares", finaliza o produtor.

G1 - Globo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17577&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Temperatura favorece lavouras de trigo na região de Campo Mourão/PR </title>
<pubDate>Mon, 23 May 2011 12:10:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
A previsão de temperaturas baixas para a semana se confirmou. Para os produtores rurais que plantaram trigo na região, essa foi uma boa notícia. Nos últimos anos o produto veio perdendo área, principalmente para o milho safrinha. Nesta safra, por exemplo, o plantio caiu 10% em comparação a anterior. Porém, em algumas regiões o plantio de trigo ainda é o mais indicado para o inverno, e isso ajuda para que o cultivo resista as questões de mercado.

A maioria das lavouras na região de Campo Mourão já foi plantada. O que resta são áreas que os agricultores ainda estão aguardando a chuva para semear. De acordo com o engenheiro agrônomo da Coamo Agroindustrial Cooperativa, Marcílio Yoshio Saiki, o trigo já semeado está se desenvolvendo bem, e a falta de chuva ainda não tem influenciado. "O trigo é uma lavoura que não necessita de muita água para um bom desenvolvimento, e nesta época o clima já é mais úmido", destaca. "Por enquanto o clima tem influenciado para uma boa safra", acrescenta. Saiki diz ainda que as temperaturas mais baixas é menos favorável ao aparecimento de doenças.

Em recente entrevista para a TRIBUNA, o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, disse que a queda na área de plantio de trigo é porque os moinhos brasileiros não estão comprando trigo interno. Segundo ele os produtores associados a cooperativa devem finalizar o plantio em uma área aproximada de 1,46 milhão. "O não é pouco. Se tivermos uma safra de produtividade alta igual a do ano passado teremos uma boa quantidade de trigo."

Gallassini ressalta que o acontece com o trigo é inexplicável. "O Brasil consome 10,5 milhões de toneladas e produz 5,8 milhões, segundo o último ano, e mesmo assim não tem comprador interno. O governo precisou entrar no mercado. É inexplicável que os moinhos prefiram importar trigo do que comprar produto interno. Isso tem desestimulado os produtores que ficam em uma situação ruim", pondera ?Temos boas produtividades, boas variedades, boa qualidade, mas infelizmente os moinhos dão preferência aos produtos de fora. A Coamo está há 35 anos moendo trigo, e sempre vendeu toda a farinha produzida. E o trigo usado é todo produzido por nossos cooperados?, finaliza.

Paraná

No Paraná, a produção de trigo deverá ser menor este ano em função do desestímulo do produtor com a falta de liquidez na hora da comercialização. Segundo levantamento do IBGE, a área plantada caiu 12%, passando de 1,17 milhão de hectares plantados no ano passado para 1,03 plantados este ano. Com a redução de área, a produção esperada também é menor, devendo cair de 3,44 milhões de toneladas colhidas no ano passado para 2,85 milhões de toneladas, uma queda de 17% na produção.

Até o momento, mais de 30% da área prevista já se encontra plantada e espera-se que as condições climáticas transcorram dentro da normalidade. De acordo com o IBGE o Paraná deve ser responsável por 56,7% da produção nacional de trigo.

Tribuna do Interior
Autor: Antonio Marcio
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17575&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Nova cultivar de trigo da Embrapa estimula a produção no Paraná </title>
<pubDate>Fri, 20 May 2011 11:32:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Em meio aos recentes aumentos do trigo no mercado internacional, principalmente devido ao clima desfavorável em alguns países produtores, o plantio da cultura prossegue até julho em toda a Região Sul. Nesta safra, os triticultores do Paraná, maior produtor brasileiro, já contam com uma novidade: o trigo BRS Albatroz.

Desenvolvida pela Embrapa Soja (Londrina ? PR) e Embrapa Trigo (Passo Fundo ? RS), em parceria com a Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa Agropecuária, a nova cultivar é comercializada pela Embrapa Transferência de Tecnologia, Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

<b><u>A BRS Albatroz é indicada para o Estado do Paraná. Ela apresenta altura média de 90 cm, ciclo precoce, com força de glúten que a classifica na classe pão. Outros pontos fortes são o potencial produtivo, resistência ao acamamento e a boa sanidade. A nova cultivar é resistente ao oídio e moderadamente suscetível à ferrugem da folha, às manchas foliares, à brusone e ao Vírus do Nanismo Amarelo da Cevada.</u></b>

De acordo com o pesquisador Manoel Bassoi, da Embrapa Soja, a BRS Albatroz chega para complementar as opções disponíveis no mercado, facilitando a diversificação de cultivares e ampliando a segurança do produtor na colheita. Além disso, Bassoi destaca que a cultivar é do tipo pão, o que atende à nova classificação para o trigo, válida a partir de 2012.

As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Transferência de Tecnologia.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17553&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Agricultores ampliam área de trigo no RS </title>
<pubDate>Fri, 20 May 2011 11:26:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A área plantada com trigo na safra 2011 deverá alcançar 844,4 mil hectares, 6,13% a mais que em 2010, quando, segundo o IBGE, foram cultivados 795,6 mil hectares. Os números constam no primeiro Levantamento de Intenção de Plantio da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (19/05), no Informativo Conjuntural da Instituição. Foram consideradas e analisadas informações de 258 municípios, que representam 80% do total a ser cultivado este ano no Rio Grande do Sul.

O levantamento também indica que, com exceção de Caxias do Sul, todas as demais regiões administrativas da Emater/RS-Ascar terão aumento de área em relação ao ano passado. A maior ampliação será em Passo Fundo, com acréscimo de 10,46%, e Ijuí, com 8,24%. O plantio começa dentro de poucos dias. Agora, os agricultores realizam os preparos prévios, como limpeza e dessecação das áreas, além de buscarem financiamentos e reservarem insumos.

Como projeção inicial, a Emater/RS-Ascar estima uma produção total para 2011 de 1,846 milhão de toneladas, com uma produtividade média de 2.186 kg/ha - uma redução de 13,47% na produção do cereal em relação ao ano passado. Isso se dá porque o cálculo é baseado no comportamento da cultura nos últimos dez anos, e na safra 2010 o Estado registrou recordes de produtividade.

"Trabalhamos com uma expectativa de rendimento um pouco mais conservadora, já que se baseia no comportamento da cultura nos últimos anos. Mas nada impede que, se tivermos uma situação de clima favorável, tenhamos um rendimento igual ou até mesmo maior que no ano passado", pondera o assistente técnico estadual em trigo da Emater/RS-Ascar, Luiz Ataídes Jaconbsen.

A safrinha do feijão, por sua vez, apresenta bom desenvolvimento, em decorrência das condições meteorológicas atuais, o que possibilita um excelente avanço na colheita, que chegou esta semana a 79% da área cultivada. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a qualidade do produto já colhido é, de maneira geral, muito boa, o que não se reflete nos preços de mercado, que continuam abaixo das expectativas dos agricultores.

Ao contrário do que ocorre com o arroz e o feijão, o milho segue tendência de elevação nos preços médios praticados pelo mercado, com o produto ofertado sendo absorvido sem dificuldades pelo lado comprador. A colheita alcançou, na última semana, 80% do total da área plantada este ano, com rendimentos altos. As lavouras por colher também apresentam bom potencial, não devendo interferir na média geral.

As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS-Ascar.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17552&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>'Desmatamento ilegal zero' em MT </title>
<pubDate>Fri, 20 May 2011 11:24:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pecuaristas do município de Juara lançaram nesta quinta-feira (19) em Cuiabá (MT) e em Juara, a campanha de ?Desmatamento Ilegal Zero?. Os organizadores orientam os produtores a não abrirem novas áreas sem autorização na floresta, fazer derrubada de juquira (conhecido como capoeirão, onde começa a regeneração da floresta e que precisa de autorização para ser derrubado), extrair madeira sem manejo florestal e não fazer queimadas. "Juara é a capital do boi legal e vamos mostrar que produzimos de forma sustentável e trabalhamos de forma legal, sem destruir o meio ambiente", avisa o produtor e vice-presidente da Acrivale Associação dos Criadores do Vale do Arinos, Fernando Conte. Ele acrescenta que "nosso compromisso é de desmatamento ilegal zero, sem tolerância, uma iniciativa que vai garantir o futuro de nossa atividade e a preservação do meio ambiente".

A campanha, lançada simultaneamente em Cuiabá e Juara, será desenvolvida numa parceria entre a Acrivale, o Sindicato Rural de Juara e a Acrimat ? Associação dos Criadores de Mato Grosso. Além de panfletos e cartazes que serão distribuídos, o pecuarista também irá receber a orientação durante a entrega do comunicado de vacinação contra a aftosa nos postos do Indea ? Instituto de Defesa agropecuária. "Será feita uma campanha corpo-a-corpo com o produtor rural, que já está bem consciente aqui na região do Arinos de não abrir novas áreas sem autorização", disse o presidente da Acrivale, Sebastião Piovezan. O presidente do Sindicato Rural de Juara, Orivaldo Bezerra, disse que o produtor que não participar da campanha "não vai poder chorar depois pedindo socorro ao sindicato".

O superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, disse que "a associação apoia o exemplo e a iniciativa dos produtores de Juara e esperamos que sejam seguidos por todos os pecuaristas". Vacari lembra que o pecuarista vem fazendo sua parte no que diz respeito a preservação ambiental e que a abertura de novas áreas tem sido evitada. Segundo levantamento do Imea Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária - o desmatamento evitado nos últimos 15 anos, por investimentos feitos pelos produtores, foi de 16,8 milhões de hectares em Mato Grosso "e isso mostra que produzimos com responsabilidade".

O secretário estadual de Meio Ambiente, Alexander Maia, disse que "este é um momento extremamente importante e representativo para Mato Grosso, onde o produtor toma a iniciativa de lançar essa campanha de desmatamento ilegal zero, pois este é também o objetivo de todos nós". Maia falou que "são iniciativas como esta, dos produtores de Juara, que fizeram com que de 2004 a 2010 Mato Grosso reduzisse em 93% o desmatamento e esperamos que este exemplo seja seguido por todo setor produtivo".

"Estamos vivendo um momento ímpar, novo, com a essa união de esforços dos produtores, entidades de classe e órgãos públicos", disse o superintendente do Ibama MT, Ramiro Martins. Ele pediu aos produtores que "chamem os órgãos fiscalizadores quando encontrarem alguém infringindo a lei, para que ele seja punido e com isso mostramos que os verdadeiros produtores não são bandidos, como muitas vezes são taxados".

O diretor da Acrimat, Julio Rocha, ressaltou que a Acrimat vem realizando um trabalho intenso junto ao produtor com o objetivo de levar informação que provoquem melhorias e crescimento para o setor produtivo. "Essa campanha será levado aos pecuaristas de todo estado e podem ter certeza que a Acrimat não vai tolerar, nem encobrir, ações isoladas de pessoas que não tem nenhum compromisso com a produção sustentável", ponderou Rocha.

Mato Grosso tem o maior rebanho bovino do Brasil, com 28,7 milhões de cabeças e Juara é o município com o maior plantel, com quase 1 milhão de animais, produzidos numa área de 680 mil hectares. Juara, que fica a 664 quilômetros de Cuiabá, possuiu uma das terras mais preservadas do Brasil, com 70% de seu território. Segundo dados do Indea, das 3.950 propriedades rurais, 70% possuem até 300 cabeças de gado, 19% das fazendas até mil cabeças, em 9% até 3 mil animais e apenas 2% acima de 3 mil. "As propriedades de pequenos porte já estão com suas áreas consolidadas, sem necessidade de novas aberturas", explica Fernando Conte.

As informações são da assessoria de imprensa da Acrimat ? Associação dos Criadores de Mato Grosso.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17551&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Mato Grosso lidera desmatamento na Amazônia Legal, segundo Inpe </title>
<pubDate>Fri, 20 May 2011 11:18:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Mato Grosso foi o estado da Amazônia Legal onde ocorreu o maior desmatamento entre março e abril deste ano. Foram desmatados 480,93 quilômetros quadrados (km²), segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz a medição com base em imagens de satélites e dados do sistema Deter.

No total, o desmatamento foi de 593 quilômetros quadrados nos estados do Acre, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia e Roraima. Nos outros três estados da Amazônia Legal (Amapá, Amazônia e Tocantins) não houve registro de desmatamento. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (18/05) pelo Ministério do Meio Ambiente.

Além disso, houve um aumento no desmatamento, entre agosto de 2010 a abril de 2011, de 27% na comparação com o mesmo período de 2009 e 2010.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, decidiu instalar um gabinete de crise para apurar o aumento. A ministra afirmou que o desmatamento em Mato Grosso é "inusitado" e se comprometeu a reduzi-lo até julho. O gabinete terá representantes da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança, do Ibama e das Secretarias de Meio Ambiente dos Estados da Amazônia.


Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17550&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Comissão aprova uso de recursos para recuperar áreas agricultáveis </title>
<pubDate>Fri, 20 May 2011 11:15:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Comissão de Agricultura do Senado aprovou nesta quinta-feira (19/05) projeto de lei que autoriza o uso pelos agricultores de recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) para recuperar áreas agricultáveis degradadas. A matéria, relatada pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), ainda será submetida à votação em caráter terminativo na Comissão de Meio Ambiente. Se aprovada, vai à deliberação da Câmara dos Deputados.

Em seu parecer, Blairo Maggi destaca que apesar das práticas modernas usadas pelos agricultores na conservação do solo, existem terras desgastadas pela erosão, que exigem investimentos "para que voltem a estar aptas para a atividade [agrícola]".

O parlamentar afirmou, também, que o uso de recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente ampliará a extensão de terras agricultáveis. Ao mesmo tempo, ele ressaltou que a aplicação desse dinheiro para recuperar solos de plantio "trará benefícios ambientais, como a redução do assoreamento dos rios e o aumento da capacidade de absorção de água de chuva pelo solo". 

Globo Rural

]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17549&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Temperaturas sobem na região Sudeste do país </title>
<pubDate>Thu, 19 May 2011 11:01:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Em queda nas últimas semanas, a temperatura apresenta ligeira elevação

Em queda desde a segunda quinzena de maio, a temperatura no Sudeste do país sofrerá ligeira elevação nesta quinta-feira, 19 de maio. Os termômetros deverão marcar máxima de 32ºC e mínima de 5ºC. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê tempo claro no Espírito Santo e Rio de Janeiro. O dia será nublado nas demais áreas, com possibilidade de chuvas isoladas em São Paulo.

A região Sul terá as menores temperaturas do país, com mínima de 1ºC. O tempo fica nublado com possibilidade de chuva nos três estados.

A previsão é de chuva no resto do país. Na região Nordeste, o Inmet prevê chuvas fortes, principalmente, nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Ceará e Pernambuco. No Norte e Centro-Oeste do país, o dia será nublado com pancadas de chuva, com exceção do Acre, que terá tempo claro.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17526&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio do trigo entra na fase final no Paraná </title>
<pubDate>Thu, 19 May 2011 11:00:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com 62% da área semeada, o plantio do trigo entra na fase final no Paraná. Levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) mostra que, até o início da semana, as máquinas haviam passado por 640 hectares, de um total de 1,03 milhão de hectares previstos para a cultura no estado neste ano.

Desmotivados pelo mercado, os produtores paranaenses recuaram em 12% a área destinada ao cereal neste inverno. Foi a segunda redução consecutiva no plantio do grão, que já havia perdido 11% da sua área no estado em 2010.

Com clima favorável, as lavouras paranaenses têm potencial para render 2,85 milhões de toneladas, produção que, se confirmada, será 17% menor que a obtida no ano anterior. Em boletim de acompanhamento de safra, a Seab informa que ?23% das lavouras semeadas até agora encontram-se em germinação e 77% em desenvolvimento vegetativo, fases que não apresentam riscos com relação à ocorrência de geadas?.

Maior produtor nacional, o Paraná responde por 54% da safra brasileira de trigo. A produção estadual é suficiente para atender a 27% da demanda anual do país. Cerca de metade do consumo nacional é suprido pelo produto importado. A Argentina é o principal fornecedor. (CR)

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17525&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio segue lento nos EUA devido à excessiva umidade do solo </title>
<pubDate>Thu, 19 May 2011 10:57:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Atraso no plantio de grãos pode favorecer MT, que entra no mercado para suprir a lacuna de uma entressafra maior

A quatro meses do início da nova temporada de plantio, os produtores mato-grossenses vivem momentos de expectativa ante a possibilidade de um ganho em decorrência do clima frio e úmido que poderá atrasar o período de semeadura nos Estados Unidos, maior produtor mundial de soja e milho e principal concorrente do Brasil. Estima-se que a safra de grãos norte-americana, que geralmente abastece o mercado internacional a partir de agosto, será colhida mais tarde neste ano, ampliando o período de entressafra no maior exportador mundial de grãos.

O atraso deve obrigar os importadores a buscar fornecedores alternativos para suprir seu consumo até que a oferta norte-americana se regularize e, segundo analistas, Brasil e Argentina tendem a preencher esse espaço.

Para Celidônio, o produtor tem de estar ?antenado? ao mercado, analisando a evolução do plantio nos Estados Unidos e a demanda por soja na China, principal parceiro comercial de Mato Grosso.

"A leitura que se faz hoje é de que a intempérie nos EUA pode gerar oportunidades para os produtores brasileiros, já que a previsão é de que o plantio sofra atraso, pressionando principalmente a semeadura do milho, cultura de ciclo mais longo e plantada mais cedo em solo norte-americano", explica o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio.

Após chuvas excessivas em abril, o clima frio dificulta a secagem do solo, prejudica a germinação das sementes e ameaça a safra norte-americana de soja e milho. O plantio atrasado deve retardar a colheita no país e assim, favorecer as exportações brasileiras.

"Os produtores devem ficar atentos a esta nova situação, pois as intempéries climáticas poderão ter impacto direto no planejamento da safra norte-americana, com o milho cedendo espaço e favorecendo uma ampliação na área de soja", analisa Celidônio. Se a expectativa se confirmar, haverá inversão em relação ao tamanho das lavouras de soja e de milho, sendo este último, a preferência daquele país. Nos Estados Unidos, 55% da área destinada à agricultura são geralmente ocupadas por milho e, 45%, pela soja.

Segundo ele, outro fator que deve ser avaliado é que os norte-americanos têm elevada capacidade de plantio e colheita. "Em um período de uma semana eles podem plantar tudo ou colher tudo, por isso fica difícil fazer agora uma projeção do que poderá ocorrer em relação à próxima safra".

Ele diz que a umidade e o frio dificultam a germinação das sementes. "Se o frio vier mais cedo, com neve, os produtores norte-americanos podem ter sérias dificuldades e poderá ocorrer inclusive uma quebra de safra, beneficiando diretamente os produtores brasileiros".

NO CAMPO - Este ano, o excesso de umidade fez com que o plantio da safra 10/11 evoluísse com lentidão nos Estados Unidos. Na virada de abril para maio, apenas 13% da área prevista para o milho havia sido semeada no país e o plantio da soja sequer havia começado. Normalmente, as plantadeiras já deveriam ter passado por 40% das lavouras do cereal e cerca de 10% das plantações da oleaginosa.

Uma pausa nas precipitações nas últimas duas semanas, entretanto, permitiu a retomada dos trabalhos de campo, mas não eliminou os riscos. As chuvas comprometeram também o trabalho dos poucos produtores que conseguiram avançar com as máquinas no mês passado. De acordo com informações, as chuvas de abril deixaram cerca de 1,2 milhão de hectares de soja e milho debaixo d´água, obrigando agricultores a replantar lavouras danificadas ou até abandoná-las.

De acordo com o último boletim do Imea, os estoques mundiais continuam apertados, apesar do resultado altista do quadro de oferta e demanda. Na sexta-feira, o mercado recuou por conta de incertezas quanto ao plantio de milho nos Estados Unidos. Mas, no geral, a semana foi boa para a soja, que variou positivamente 12,50 pontos.

Diário de Cuiabá
Autor: MARCONDES MACIEL
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17524&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Inmet prevê nevoeiro no Rio Grande do Sul </title>
<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 10:57:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

A temperatura mínima no estado deverá ser de 6ºC. Na região Centro-Oeste, o dia será claro com possibilidade de chuvas isoladas

A terça-feira, 26 de abril, será de frio na região Sul do país. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê nevoeiro no estado do Rio Grande do Sul, que terá mínima de 6ºC. Em Santa Catarina e Paraná há possibilidade de chuvas. A temperatura mínima média da região deverá ser de 5ºC.

O tempo fica frio também no Sudeste, que terá mínima de 9ºC. Dia nublado com chuvas isoladas em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e há possibilidade de chuva no Espírito Santo.

Chove também em toda a região Norte e Nordeste. No centro do país o tempo fica claro, com possibilidade de chuvas isoladas em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Da Redação, com informações do Inmet]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17232&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Granizo em Bozano/RS atinge 600 hectares de soja </title>
<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 10:55:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O granizo registrado no início deste mês no Município de Bozano, que atingiu cerca de 600 hectares de soja, fez com que a média de rendimento da cultura reduzisse um pouco na área de abrangência da unidade da Cotrijuí de Ijuí, que contempla também Coronel Barros.

Segundo o agrônomo Mário Jung, com 99 por cento da soja colhida a produtividade vai fechar em 47 sacas por hectare, porém poderia chegar a 48 sacas.

Na região de Jóia a média deve ficar em 45 sacas onde resta colher cerca de cinco por cento da soja.

No Município de Santo Augusto o rendimento ficou maior, ou seja, com a colheita concluída a média é de 58 sacas por hectare.

Já na região de Dom Pedrito e Bagé a colheita está recém no início e a produtividade não deve ultrapassar 30 sacas por hectare.

Rádio Progresso de Ijuí
Autor: Carlos Castro 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17231&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Chuva ajuda safra no RS </title>
<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 10:54:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
 
O assistente técnico da Emater Ênio Todeschini informa que a chuva do final de semana contribuiu para a fruticultura e para a finalização da soja na Serra. "O que não pode é se estender, o que atrapalharia a colheita."

Correio do Povo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17230&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Marialva/PR colhe safra cheia de uva de inverno </title>
<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 10:54:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Uma safra cheia no inverno. Marialva ? município da região de Maringá que produz perto da metade da uva fina do estado ? estima que vai colher 22,5 mil toneladas de uva nos próximos três meses. A produção é de 15 mil quilos ou R$ 40 mil por hectare. Trata-se de uma das melhores safras dos últimos tempos. As chuvas regulares nos últimos meses teriam contribuído também para a qualidade da uva. A produção deve ser remetida a centros consumidores de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Com 1,1 mil famílias no setor, Marialva comemora 50 anos de tradição no cultivo da uva.

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17229&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>"Suor" da cana ajuda a resfriar o clima, diz pesquisa </title>
<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 10:28:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
A produção de etanol e outros biocombustíveis já não é a única forma de usar a cana-de-açúcar para combater o aquecimento.

Cientistas dos Estados Unidos acabam de descobrir uma espécie de "efeito colateral" das plantações que ajudaria a resfriar a região onde as culturas se localizam.

<b>Isso aconteceria pela ação conjunta de dois fatores. Os canaviais conseguem refletir com sucesso uma boa parcela da luz solar, o que já ajuda a não acumular calor.

Esse efeito é potencializado por uma espécie de "suor" da planta, que transpira alta quantidade de água retirada do solo de volta ao ambiente, resfriando o ar.</b>

Tudo isso não significa, porém, que se deva sair por aí derrubando árvores e florestas e colocando um monte de cana-de-açúcar no lugar. Os autores da pesquisa, publicada na última edição da revista "Nature Climate Change", alertam que a cana não substitui a boa e velha mata nativa.

Os resultados são benéficos quando comparados a regiões já desmatadas, especialmente para formação de pasto e plantação de soja.

"Em ambientes onde a segurança alimentar não esteja ameaçada, a conversão de lavouras e pastos em canaviais leva a um significativo esfriamento local, enquanto a substituição da vegetação nativa pela plantação de cana provoca um aquecimento local", diz o trabalho, chefiado por Scott Loarie, da Universidade de Stanford.

Embora não haja nenhum brasileiro no grupo, o trabalho foi feito com análise de dados colhidos no cerrado do país, a a maior área de savana da América do Sul.

Os cientistas avaliaram centenas de imagens de satélite de quase 2 milhões de quilômetros quadrados o suficiente para mapear todo o centro-oeste. Eles também compararam dados como temperatura, taxa de evaporação e de reflexão da luz solar.

Em média, o desmatamento para criação de gado e plantação de soja aumentou em 1,55ºC a temperatura normal do entorno. Quando essas culturas foram substituídas pela cana, a temperatura voltou a cair em média 0,93ºC.

Para o professor da USP de Piracicaba Edgar Beauclair, da área de planejamento da produção e cultivo da cana-de-açúcar, a pesquisa dos americanos demonstra que, quando bem planejada, essa cultura pode ser benéfica para o ambiente.

"Se bem conduzida, a produção de cana pode ser bastante sustentável. Ela pode ser uma boa solução para a manutenção da necessidade de produção de energia em harmonia com o ambiente. Nós temos tecnologia para isso", afirma.

Segundo Beauclair, no entanto, é preciso maior investimento em pesquisa no Brasil, que é hoje o maior produtor de cana-de-açúcar em todo o mundo.

"O fato de não ter nenhum brasileiro envolvido nesse trabalho já evidencia como está difícil conseguir financiamento para estudos na área de cana-de-açúcar e bioenergia. Para avançarmos, isso tem que mudar", diz.

Correio do Estado.
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17211&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Retenção de carbono garante qualidade do solo </title>
<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 10:24:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
No município de Cafeara, Norte do Estado, o produtor Paulo Roberto de Guerra Carvalho realiza, desde a década de 1990, integração lavoura-pecuária e plantio de seringueiras. Com respaldo de uma pesquisa desenvolvida pela Embrapa Agropecuária Oeste em sua propriedade, Guerra afirma que o sistema de integração das culturas de soja e braquiária é o que mais incorpora carbono no solo. "Preciso reter carbono para aumentar a matéria orgânica no solo. Economicamente o meu sistema não é viável se eu não preservar", salienta.

No início, Guerra intercalava a soja de verão com o milho safrinha, consorciado com aveia e nabo. No entanto, o agricultor percebeu que o aproveitamento era baixo durante o inverno e passou a plantar braquiária após a colheita da soja. "A braquiária fica no campo até setembro ou outubro e, depois, começo o plantio da soja", explica. A fazenda Santa Helena possui 811 hectares, dos quais, 400 são ocupados com integração lavoura-pecuária. A braquiária é utilizada para alimentar as 800 cabeças de gado de corte mantidas por Guerra. O agricultor também produz café e cana-de-açúcar. "Mas estou pensando em transformar a área de cana em integração porque o resultado é mais consistente", avalia.

Atualmente, Guerra possui 110 hectares ocupados por reserva legal, área de preservação permanente (APP) e reflorestamento. O plantio de seringueira teve início em 1990 e hoje ocupa 15 hectares da fazenda Santa Helena. Por ser uma cultura perene, a floresta contribui para o balanço positivo de retenção de carbono. De acordo com chefe geral da Embrapa Soja, Alexandre José Cattelan, os sistemas florestais são mais sustentáveis, pois quanto mais perene a cultura, mais carbono ela mantém. O pesquisador do Iapar, Sérgio José Alves, estima que o Paraná possua 300 mil hectares no sistema de integração lavoura-pecuária-floresta. "Ainda é pouco, mas a técnica está crescendo", comenta.

Agrônomo, Paulo Guerra percebeu que o solo da região de Cafeara é muito arenoso e suscetível à erosão e, por esse motivo, buscou formas mais conservacionistas de produção. "O foco era não perder o solo, mas depois percebi que o que era bom para isso incluía a preservação de carbono no solo", explica.

A meta do programa ABC é aumentar, na próxima década, a utilização dos sistemas de ILPF em 4 milhões de hectares. Em relação à área de florestas, a intenção do Mapa é passar dos atuais 6 milhões de hectares para 9 milhões de hectares até 2020.(M.F.)

Folha Web
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17210&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Estudo de risco climático orienta plantio de maracujá </title>
<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 19:14:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O zoneamento agrícola sugere o cultivo da planta em 22 estados e no Distrito Federal

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou estudo de risco climático, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 20 de abril, para o cultivo de maracujá em 22 estados e no Distrito Federal. São eles: <b>Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná, Acre, Pará, Rondônia e Tocantins.</b>

Segundo o trabalho do ministério, o fruto apresenta as melhores condições para o florescimento e tem uma produção contínua ao longo do ano em regiões onde o período de luz é superior a 11 horas diárias. Além disso, os locais mais apropriados para o cultivo devem ter altas temperaturas (entre 21ºC e 26º C) e suprimento adequado de água. Chuvas intensas ou estiagens prolongadas podem afetar a produtividade da cultura.

Os ventos também podem prejudicar o pleno desenvolvimento da planta. Ventos frios afetam o florescimento e interferem no desenvolvimento dos frutos. Já os ventos quentes e secos diminuem a quantidade e a qualidade dos frutos produzidos.

Para alguns estados, o estudo especificou os períodos ideais para o plantio. No Acre, no Pará e em Rondônia, o trabalho sugere que, para o cultivo de sequeiro (cultura que cresce sem a necessidade de adição de água ao solo por meio de irrigação), o plantio deve ocorrer de 1º de outubro a 31 de dezembro. Para o cultivo irrigado, deve ser de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Em Tocantins, o período indicado é o plantio geral entre 1º de janeiro e 31 de dezembro.

<b>Confira as portarias nº 120, 121, 122, 123, 124, 125 e 126.</b>

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Ana Rita Gondim]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17191&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Agropecuária de baixo carbono é o tema da Agrotins 2011 </title>
<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 18:55:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com o objetivo de divulgar o Plano de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) ao setor produtivo agrosilvopastoril do Estado do Tocantins, o Grupo Gestor Estadual do programa ABC realiza, no próximo dia 27 de abril, o Seminário de Sensibilização do Plano ABC. O evento acontece a partir das 8 horas, no auditório da Fecomércio-Sesc (Av. Joaquim Teotônio Segurado, Quadra 301 Norte - Palmas ? Tocantins).

Durante o Seminário serão realizadas palestras sobre a filosofia do programa e quatro eixos básicos: Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura Pecuária, Plantio Direto e Fixação Biológica de Nitrogênio.

O assunto é tema da Agrotins 2011, promovida pela Seagro - Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário do Tocantins, e que acontece de 10 a 14 de maio, no Centro Agrotecnológico de Palmas. A Seagro é parceira do evento na Fecomércio.

Leia mais sobre a Agrotins: <a href= www.agrotins.to.gov.br target=new>www.agrotins.to.gov.br  </a>

<b>Programa</b>.

O Programa Agricultura de Baixo Carbono foi instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em junho de 2010. A iniciativa quer aliar produção de alimentos e bionergia com redução dos gases de efeito estufa. As ações do programa ABC estão inseridas no Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 e prevêem aplicação de R$ 2 bilhões em técnicas que garantem eficiência no campo, com balanço positivo entre sequestro e emissão de dióxido de carbono (CO2).

No Tocantins, compõem o Grupo Gestor Estadual do Programa a Superintendência Federal da Agricultura (SFA/TO), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Tocantins e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado (OCB/TO e Sescoop/TO), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária (Seagro), Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado (Ruraltins), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Tocantins (Senar-TO).

Seagro/TO
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17189&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Governo do RS busca parceria do MMA para zoneamento ecológico </title>
<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 18:48:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O governador Tarso Genro, durante almoço no Palácio Piratini, entregou nesta terça-feira (19) à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, proposta do Estado para a realização do Zoneamento Econômico Ecológico (ZEE) no Rio Grande do Sul. O ZEE insere-se na Política Nacional de Meio Ambiente e será um instrumento dos gestores e da sociedade para assegurar a utilização sustentável dos territórios a partir de seus recursos naturais, socioeconômicos e ambientais.

Tarso explicou que parte dos recursos destinados ao zoneamento já está prevista na carta consulta ao Banco Mundial. O restante deverá vir do Governo Federal, por meio de construção conjunta entre Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Planejamento e Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Após o almoço, em reunião de trabalho, a ministra Izabella colocou à disposição do Governo gaúcho uma equipe técnica para ajustar a parceria. Com isso, a expectativa é de que os investimentos necessários à realização do ZEE sejam inseridos no Plano Plurianual Federal de 2011.

Abrangência:
- O Zoneamento Econômico Ecológico abrangerá todo o Estado, iniciando por quatro áreas:
I) Rio Grande e região : para viabilizar a chamada "Indústria Off Shore";
II)O Guaíba: com o objetivo de estabelecer, dentre outras questões, os locais e quantidades possíveis de extração de areia;
III) Litoral Norte: teve ZEE há mais de 10 anos e precisa de atualização, em razão da escala ampla utilizada na época do "boom" de empreendimentos imobiliários;
IV) Bacia Gravataí-Sinos: com grande concentração de indústrias de pequeno porte, lavouras que necessitam de irrigação e concentração de municípios da Região Metropolitana, é necessário que sejam estabelecidas diretrizes para o lançamento de efluentes e captação de água no entorno da bacia.

<b>Código Florestal</b>
Durante almoço oferecido no Palácio Piratini, a ministra Izabella Teixeira destacou a tradição e o protagonismo do Rio Grande do Sul no debate e promoção das questões ambientais. Sobre a proposta do Código Florestal, afirmou que não se trata de uma iniciativa isolada do Ministério, mas sim do conjunto do Governo, e que as "discussões de ordem econômica, social, ambiental e política envolvidas, devem priorizar o estímulo e a adoção de mecanismos inovadores de produção e preservação ambiental", observou. Pela manhã, a ministra já havia participado de audiência pública sobre o Código, na Assembleia Legislativa.

Ao abordar o tema, o governador afirmou que devem prevalecer as questões ditas "de fundo", e que o Ministério acerta ao conduzir o debate com "racionalidade científica, visão política e postura humanista". Especificidades ou divergências - algumas delas inclusive no Rio Grande do Sul - não devem afetar, na opinião de Tarso, o compromisso com o crescimento de qualidade, sustentável, que integre homem e natureza de maneira harmoniosa.

<b>ZEE</b>
O ZEE é um instrumento para planejar e ordenar o território brasileiro, harmonizando as relações econômicas, sociais e ambientais que nele acontecem. Demanda um efetivo esforço de compartilhamento institucional, voltado para a integração das ações e políticas públicas territoriais, bem como articulação com a sociedade civil, congregando seus interesses em torno de um pacto pela gestão do território.


Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Autor: Marcelo Nepomuceno]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17188&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Farsul entrega proposta de harmonização das questões ambientais </title>
<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 18:45:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, representou a Federação da Agricultura na Conferência sobre a Política Ambiental do Governo Federal e o Código Florestal realizada pela ministra do Meio Ambiente na manhã dessa terça-feira, 19/04, no Programa Destinos e Ações para o Rio Grande, promovido pela Assembleia Legislativa em parceira com a Câmara dos Deputados. Gedeão entregou à Ministra Izabella Teixeira propostas para o aperfeiçoamento e harmonização do Projeto de Lei que trata da revisão do Código Florestal Brasileiro. O documento aponta os pontos entendidos pela Farsul como fundamentais para a manutenção e prospecção de atendimento das demandas nacionais e mundiais na produção de alimentos:

- Áreas consolidadas com produção agropecuária nas VÁRZEAS e SERRAS (acima de 45°).
Em relação a este ponto nos preocupa a sugestão do novo tratamento como Área de Uso Restrito para as várzeas e de APP para as áreas acima de 45°, sendo que em ambas as situações existem seculares explorações econômicas consolidadas, com forte impacto social, sejam elas na produção de arroz sejam na produção de maçãs, uva ou mesmo café. Nestes casos entendemos ser fundamental a criação de mecanismo simplificado de manutenção de tais atividades, independente do tamanho do produtor, a fim de garantir a sustentabilidade economico-social de uma sociedade estabelecida sob a forma atual.

- <b>APPs nas MARGENS de RIOS</b>
Neste quesito, fundamental tanto para o meio-ambiente, quanto para a sustentabilidade do produtor nos preocupa a falta de critério técnico-científico na definição das medidas. Sugerimos que permaneçam como APPs as matas ciliares existentes e conforme necessidade por bioma, independente de medidas generalizadas para todo o país.

- <b>APPs em RESERVATÓRIOS ARTIFICIAIS</b>
Mesmo com a oportunidade de corrigir graves equívocos nesta seara, o projeto de lei 1876/99 mantém a necessidade de estabelecimento de APPs no entorno dos RESERVATÓRIOS ARTIFICIAIS fora das áreas de outras APPs. Entendemos que nos empreendimentos agropecuários onde sejam edificados reservatórios artificiais com captação de águas das chuvas ou de fontes intermitentes é descabida a exigência de composição de uma nova APP, até mesmo porque estamos nos referindo ao alague de áreas que anteriormente eram destinadas exclusivamente a produção agropecuária.

- <b>Manutenção do Conceito de RESERVA LEGAL</b>
Aqui encontramos um ponto significativo para reflexão entre o efetivamente necessário para a preservação ambiental e a necessidade de ampliação da produção de alimentos não só para o Brasil, bem como para o mundo. Sugerimos uma melhor avaliação da necessidade de composição de Áreas de Reserva Legal nos biomas "mais antigos" de nossa história. Assim sendo consideramos que o conceito de RESERVA LEGAL seja aplicado aos biomas Floresta Amazônica, Pantanal e Cerrado, e que para os demais seja feito um debate mais amplo, no sentido de verificação da disponibilidade de terras para tais finalidades. Só o RS tem mais de 380 anos de produção agropecuária, o que por si só já cria uma situação de difícil solução.

- <b>Prorrogação dos Efeitos do DECRETO 6.514 / 2008</b>
Diante da proximidade da promulgação de um novo Código Florestal e do prazo de aplicação da integralidade dos efeitos do decreto 6.514/2008, preocupa-se esta federação com a necessidade de prorrogação da aplicação das punições derivadas do ?antigo Código Florestal? (lei 4771/1965), não só referindo as relativas às Áreas de Reserva Legal, conforme previsto no decreto 7.029/2010, bem como aos demais atos. Cabe ponderar neste caso que se torna incompreensível a aplicação de multas e sanções em situações que poderão ser alteradas de forma significativa e definitiva.

As informações são da assessoria de imprensa da Farsul

Agrolink
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17187&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Soja: o grão que transformou o interior do Brasil </title>
<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 18:40:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Com uma plantação de 600 mil hectares de soja, o município de Sorriso, no Mato Grosso, vive um novo recorde: uma produtividade média de 62 sacas por hectare e uma produção estimada em 2 milhões e 300 mil toneladas.

Diante desses números, é difícil imaginar o município há 30 anos atrás, quando a cultura da oleaginosa dava os seus primeiros passos na região, introduzida por agricultores vindos principalmente dos estados do sul do Brasil. "A produção começou com bastante dificuldade, pois não existiam variedades adaptadas para a região do cerrado; não havia fertilidade nenhuma nas terras e havia o problema da acidez", conta
Elso Vicente Pozzobon, presidente do Sindicato Rural de Sorriso. "Naquela época, não se tinha certeza se a cultura teria sucesso; felizmente teve", comemora.

Além disso, a localização geográfica de Sorriso também trouxe dificuldades. "Estamos em uma região muito distante de portos; por isso, o custo, tanto para trazer insumos quanto para escoar a produção, é muito alto", explica Pozzobon. ?Superamos essas deficiências com produtividade". Atualmente, a China é o principal destino da soja produzida na região, que tem os portos de Santos e Paranaguá como os seus principais corredores de exportação.

Para Pozzobon, foram as adversidades que tornaram a região uma referência na produção de soja. "A dificuldade fez o produtor se profissionalizar", comenta. A soja é hoje a principal cultura da região e é de fundamental importância na economia de municípios essencialmente agrícolas, como Sorriso.

No dia da soja, comemorado em 23 de abril, o Agrolink parabeniza todos aqueles que apostaram nesta cultura de primordial importância para o agronegócio brasileiro.

Agrolink
Autor: Marianna Rebelatto
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17186&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produtividade mostra potencial </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:27:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
CassianoAcompanhados por um clima perfeito durante todo o período de desenvolvimento das plantações, os produtores do Ma­­­ToPiBa estão retirando do campo 7 milhões de toneladas de soja e 3 milhões de toneladas de milho nesta temporada, estima a Ex­­­pedição Safra Ga­­­zeta do Povo. Os números atuais representam avanço de 11% sobre os volumes al­­cançados no ano passado.

Além do clima e dos altos investimentos, o aumento da produção está associado à ampliação da área plantada, puxada principalmente pela soja, que ganhou 160 mil hectares no verão, 7% mais em relação ao ciclo anterior. Agora, a oleaginosa ocupa 2,3 milhões de hectares nos quatros estados, aponta o indicador.

A produtividade em ascensão compra o potencial produtivo que anima os produtores. Em todos os estados visitados pela equipe de técnicos e jornalistas, agricultores relataram ganho significativo nos rendimentos. Este é o caso de Márcio Donizete, de Pedro Afonso (Tocantins), que colheu 180 quilos de soja por hectare a mais do que na safra anterior, o equivalente a três sacas (60 quilos).

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17150&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Preços de hortigranjeiros devem subir </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:26:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Os reflexos da intensa chuva que caiu na última quinta-feira em todo Estado já podem ser percebidos. Além das lavouras de soja e arroz, que registraram perdas significativas por conta do grande volume de água, os produtores de hortigranjeiros de Santa Cruz do Sul tiveram prejuízos com folheosas. A umidade que predomina no solo está estragando principalmente pés de alface e rúcula. Por consequência, a produtividade caiu e o preço poderá aumentar.

O presidente da Associação dos Feirantes de Santa Cruz, Danilo Hentscke, que atua na área há mais de 30 anos, comenta que está habituado com as mudanças do tempo. "Quem trabalha com a terra está acostumado com esses imprevistos." Como a produção foi prejudicada, o consumidor poderá sentir no bolso. "Se a umidade causar mais perdas, talvez o preço aumente", salienta.

Conforme balanço da Emater, os prejuízos com hortigranjeiros podem ser de 30% a 40%. Para o técnico agrícola Paulo Zampieri, o aumento do preço dependerá da demanda do mercado. "É a lei da oferta e procura", completa.

Gazeta do Sul
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17149&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Mato Grosso engatilha novo salto na produção de soja </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:24:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Estado investe em qualificação e em zoneamento socioeconômico e ecológico para se antecipar à inauguração de nova estrutura logística

José Rocher

Cuiabá: O produtores de soja de Mato Grosso se mobilizam para criar um ambiente que permita novo salto no plantio de soja nos próximos anos. A Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) aponta a existência de 9 milhões de hectares disponíveis à cultura, que não exigem desmatamento mas não estariam sendo utilizados por falta de infraestrutura.

O projeto é o pano de fundo do 6.º Circuito Aprosoja, evento aberto na última semana que discute o planejamento da safra 2011/12. A previsão é de cultivo apenas 2% maior que o do ano passado. A Aprosoja usa dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, o Imea, que considera que em 2010/11 foram cultivados 6,4 milhões de hectares com a oleaginosa.

"Não avançamos praticamente nada na área de soja nos últimos anos. O Mato Grosso tem potencial para muito mais", defendeu o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira. Ele afirmou que as obras ferroviárias, que prometem facilitar o escoamento da produção pelos portos de Santos (SP) e do Nor­­­deste, permitirão avanço mais rápido nos próximos anos.

A série de medidas de estímulo à produção incluem reforço na qualificação dos produtores e reforma na legislação. Diante de aproximadamente 300 produtores e líderes do setor, o governador, Silval Barbosa, foi pressionado a sancionar o Plano de Zoneamento Socioeconômico e Ecológico da Soja, revisado pelos deputados estaduais por pressão de organizações de defesa do ambiente e remetido novamente a seu gabinete na semana passada.

Na abertura do 6.º Circuito Aprosoja, o setor reuniu especialistas que mostraram haver mercado de sobra para que o Brasil amplie a produção da oleaginosa. Eles disseram ainda que, para isso, é necessário estruturar um sistema de escoamento intermodal. "Temos dados que provam redução de custo e da poluição com o uso dos ramais ferroviários já existentes", disse Rodrigo Koelle, da Cargill. "Sabemos o que precisa ser feito."

O evento foi também uma oportunidade para cobranças. "O Brasil quer investir R$ 20 bilhões no trem-bala mas não investe o suficiente no transporte da soja, que é o principal produto da agricultura", defendeu o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Fama­­­to), Rui Prado.

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Moreira Franco, que representou o governo federal no evento, concordou com as críticas e disse que o governo vai fazer o possível para ajudar o setor a reduzir custos.

O Mato Grosso, com as terras a R$ 12 mil o hectare e a 2 mil quilômetros dos portos, é considerado um dos estados mais viáveis do país para a produção da oleaginosa. O produtor Vanderlei Reck Júnior, que participava de um grupo de produção que detinha 6 mil hectares na Venezuela, optou por voltar ao Brasil e investir no estado. "A situação na Vene­­­zuela se complicou nos últimos anos porque o lucro da produção tem de ser mantido no país. Na próxima safra, vou ampliar a produção de soja transformando 800 hectares de pastagens em lavoura", relata. Na última temporada, ele dedicou 1,2 mil hectares à oleaginosa em Tangará da Serra, Sudoeste mato-grossense.

Pela primeira vez, o Cir­­­cuito Aprosoja ocorre também fora de Mato Grosso. Seis estados serão percorridos em maio. Foram programadas discussões em Dourados (MS), dia 16, Cascavel (PR), 19, Santo Ângelo (RS), 20, Rio Verde (GO), 23 e Luís Eduardo Maga­­­lhães (BA), 24.

O jornalista viajou a convite da Aprosoja.

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17148&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da soja no Rio Grande do Sul chega a 75% </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:21:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O mais recente do Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS, aponta que a colheita da soja no Estado deu um salto significativo nos últimos dias, atingindo, atualmente, 75% da área. Outros 23% dos grãos já encontram-se maduros e podem ser colhidos a qualquer momento. Com a previsão de chuvas mais intensas para os próximos dias, o trabalho de retirada dos grãos das lavouras deverá diminuir de intensidade.

A abundante produção obtida até o momento, confirma a expectativa de uma excelente safra de soja para o Rio Grande do Sul e começa a causar problemas de logística aos sojicultores. Em algumas regiões, já começa a faltar espaço nos armazéns.

Texto: Júlio Fiori/Gov.RS

Guia Digital Info]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17147&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva ajuda safra no RS </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:20:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O assistente técnico da Emater Ênio Todeschini informa que a chuva do final de semana contribuiu para a fruticultura e para a finalização da soja na Serra. "O que não pode é se estender, o que atrapalharia a colheita."

Correio do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17146&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Soja e arroz estragam nas lavouras em Santa Cruz do Sul/RS </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:19:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
A chuvarada que atingiu a região na última quinta-feira não fez estragos somente no perímetro urbano, mas também na zona rural. A intensidade e o volume da chuva surpreenderam os produtores. Somente em Santa Cruz do Sul, conforme levantamento pluviométrico da Emater-RS/Ascar, foram mais de 95 milímetros. O acumulado de abril chega a 151,5 milímetros, o que é considerado acima da média para todo o mês. Conforme o chefe do escritório da Emater de Santa Cruz, engenheiro agrônomo Assilo Martins Corrêa Junior, o maior problema está nas plantações de soja e arroz, que estavam prontas para colher.

Estima-se que 18% da soja e 15% do arroz ainda estejam nas lavouras no município. ?Quando a produção está madura precisa ser colhida?, explica. Os maiores riscos são o apodrecimento e a germinação dos grãos. Além disso, a enxurrada provocou o acamamento das panículas em diversas áreas arrozeiras. Muitos agricultores não conseguem sequer acessar as lavouras, pois a água acumulada dificulta a locomoção das máquinas.

Por enquanto, segundo Corrêa Junior, não há um levantamento definitivo sobre os estragos, mas muitos já falam em perdas significativas. "Todo tempo que se perde reflete diretamente na queda da produtividade", esclarece. Os arrozeiros e sojicultores torcem por dias constantes de sol para que os trabalhos sejam retomados. Para o agrônomo, até mesmo o plantio de hortaliças pode ser comprometido com o excesso de umidade.

<b>QUEBRA
</b>
Em Capão da Cruz Oeste, o produtor de arroz Darci Luiz Kern, de 51 anos, conta que o trabalho de colheita na lavoura seguia normalmente até a semana passada. Dos 170 hectares cultivados em sociedade com o irmão Rogério, aproximadamente 70% já tinham sido colhidos. No entanto, depois do temporal de quinta-feira, os serviços foram paralisados. A várzea na costa do Rio Pardinho ficou inundada. Estradas de acesso ainda estavam inacessíveis até ontem. "Não pudemos mais trabalhar desde a chuvarada", lamenta.

Na localidade, a chuva registrada foi de 138 milímetros no dia 14, o que provocou o alagamento das lavouras que estavam prontas para serem colhidas. A forte correnteza resultou no acamamento do arroz e ainda em estragos nas cercas da propriedade. Por enquanto, o arrozeiro diz que é difícil contabilizar os prejuízos. No entanto, estima a perda de mais de mil sacos. ?A produtividade estava boa e a colheita era superior a 7,5 mil quilos por hectare?, conta.

Enquanto lamenta as intempéries, Kern ressalta que mais difícil que o tempo são as condições de mercado. "Está complicado para os produtores, que estão com a safra na mão, mas não conseguem um preço justo para poder pagas as contas." Muitos vendem a saca de 50 quilos a R$ 18,00. O agricultor é contra as políticas de prorrogação das dívidas. "Eu defendo a rentabilidade para que possamos nos manter na atividade. Adiar contas é como prorrogar a morte", compara.

<b>Lado positivo
</b>
Se por um lado o excesso de chuva prejudicou culturas como o arroz e a soja e a produção de hortaliças, por outro pode ser favorável a outras atividades. O milho safrinha, por exemplo, está em fase de enchimento de grãos e é beneficiado pela umidade do solo. A incidência pluviométrica também contribui para a implantação de coberturas de solo, tais como as pastagens de inverno, que vão garantir o alimento dos rebanhos nos próximos meses.

Gazeta do Sul
Autor: Michelle Treichel ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17145&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Atraso à expansão no MaToPiBa </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:17:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia crescem em produtividade de soja e milho, mas pouco em área plantada. Avanço é limitado por falta de infraestrutura

A falta de infraestrutura está prejudicando a expansão da produção de grãos na região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MaToPiBa) e deixando milhões de hectares de terras economicamente inativos. A Expedição Safra Gazeta do Povo apurou que a ampliação das áreas de soja e milho ocorre em ritmo bem mais lento do que o programado pelo setor.

Nos quatro estados, técnicos e jornalistas do projeto se depararam com estradas em condições precárias, balsas sobrecarregadas e ferrovias ainda em construção. A produção crescente se afunila em terminais portuários cada vez menores para a demanda.

Na safra 2010/11, as lavouras foram ampliadas em apenas 170 mil hectares. A região precisaria plantar 650 mil hectares extras por ano para chegar a 10 milhões de hectares em uma década, conforme projeção lançada em 2008. O Ministério da Agricul­­tura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estima em 20 milhões de hectares o tamanho da área agricultável na ?nova fronteira agrícola? do país.

Apontada pelos agricultores como a obra mais urgente, o Terminal Público de Grãos do Ma­­­ranhão (Tegram) deve ser concluído em 2013, conforme a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). O projeto, que ainda depende de aprovação da Agencia Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), contempla a construção de quatro armazéns, cada um com capacidade para 125 mil toneladas, e nova estrutura para recepção e carregamento dentro do Porto do Itaqui, em São Luis (MA). Com apenas um silo para armazenagem, o Porto movimenta atualmente 2 milhões de toneladas de grãos por ano, volume que deve chegar a 6 milhões ainda nesta década.

As obras de infraestrutura ganham novos prazos de conclusão em cada gestão do governo federal. A ferrovia Transnor­­destina ? que terá 1,7 mil quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e os portos de Suape (PE) e Pecém (CE) ? está em andamento e deve ser concluída em 2013, prometeu a presidente Dilma Rousseff. A construção da ferrovia Norte-Sul avança em Tocantins, mas os trechos já concluídos ainda são pouco usados para o escoamento da produção da região de Pedro Afonso e Porto Nacional, por exemplo. O asfaltamento da Transcerrado ? rodovia que atravessa o polo de grãos do Piauí ? passa por estudo há mais de um ano.

O superintendente do Sistema Nacional de Aprendi­­­zagem Rural (Senar) no Mara­­­nhão, Antonio Luiz Figueiredo, considera que a falta do terminal de grãos é o maior problema do MaToPiBa. ?Hoje, muitos caminhoneiros aguardam até três dias para descarregar no porto porque falta armazém?, reclama. Com a construção de ferrovias, estados do Centro-Oeste que hoje usam os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) devem utilizar estrutura intermodal ? mais barata e menos poluente que a exclusivamente rodoviária ?, para escoar a produção pelos portos do Norte e Nordeste.

A infraestrutura determina em boa medida a expansão da produção agrícola. A série histórica de dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra que, na última década, o Paraná ? que conta com mais estrutura de escoamento que o MaToPiBa ? ampliou as lavouras em 1,17 milhão de hectares (20%), apesar de ter bem menos áreas disponíveis. Em Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o avanço foi de 1,4 milhão de hectares no período (55%), ou seja, só 240 mil hectares a mais do que nos campos paranaenses, onde as pastagens precisam ser reduzidas para dar lugar aos grãos.

Gazeta do Povo
Autor: Cassiano Ribeiro com colaboração de José Rocher
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17144&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Inmet prevê tempo frio na região Sul do Brasil </title>
<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:15:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
A temperatura deve cair na região Sul do país nesta terça-feira, 19 de abril. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê frio principalmente para o estado do Rio Grande do Sul, que terá mínima de 6ºC. O tempo fica nublado com pancadas de chuva no Paraná. Pode chover em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
 
O tempo estará claro no Centro-Oeste, em Goiás e no Distrito Federal. No Sudeste, o sol aparece no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas há possibilidade de chuvas esparsas. Nas demais áreas de ambas as regiões, a previsão é de tempo nublado com pancadas de chuva.

Chove também em todos os estados das regiões Nordeste e Norte. Pode chover forte no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e leste dos estados da Paraíba e Pernambuco.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17143&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
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<title>Granizo gera perda em cafezal de Minas Gerais </title>
<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:50:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Brasília - Algumas cidades do sul de Minas Gerais foram atingidas por chuva de granizo nos últimos dias. Ainda não há informações concretas sobre a dimensão dos danos, mas colaboradores do Cepea já comentam que muitos cafezais foram prejudicados. Por sua vez, o governo busca, através da Conab, saber o volume de café estocado por particulares.

Agricultores mineiros informam que a chuva de granizo da semana passada foi acompanhada por fortes ventos, danificando ainda mais as lavouras. Além de derrubar os grãos que seriam colhidos nos próximos meses, a chuva de granizo pode também interferir no vigor da planta para a safra 2012/13. Esse cenário deixou produtores preocupados. Quanto ao mercado de arábica, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve aumento de 1,7% entre 6 e 13 de abril. Na sexta-feira a liquidez aumentou no mercado brasileiro diante da alta externa.

Diante desse quadro, a Conab deu início à pesquisa para consolidação dos números da posição dos estoques brasileiros de café, em poder de particulares. Esta variável é importante para compor o quadro de oferta e demanda do produto no País, que serve de subsídio às políticas públicas para o setor e para o abastecimento interno. Realizada anualmente, a pesquisa deste ano apontará o estoque final da safra 2010/2011. Entre as instituições a serem pesquisadas, estão armazenistas, produtores, cooperativas, exportadores e indústrias de torrefação, de moagem e de cafés solúveis.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Limoeiro do Norte/CE também investe em agricultura irrigada </title>
<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:46:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Na Chapada do Apodi, uma das terras mais férteis do País, a experiência da irrigação tem dado bons resultados

Limoeiro do Norte (CE) - A experiência bem-sucedida do polo Petrolina-Juazeiro, com base na agricultura irrigada, é exemplo para vários outros municípios nordestinos que também apostam nesta atividade como oportunidade de desenvolvimento. Com parte de seu território localizado na Chapada do Apodi, considerada uma das terras mais férteis do Brasil, o município cearense de Limoeiro do Norte também enveredou por este caminho e, mesmo que em proporções menores às do Submédio do Rio São Francisco, tem ganho destaque na produção de frutas para os mercados interno e externo.

Da chapada antes seca, sobem, a 110 metros de altitude, as águas do Rio Jaguaribe e do açude Castanhão, que vão irrigar as mais diferentes culturas cultivadas no chamado perímetro Jaguaribe-Apodi. O canal, que leva a fonte do verde, percorre 40 quilômetros até chegar às fazendas, que, produzindo, ocupam hoje 2,8 mil hectares, chegando a 5 mil hectares se somadas à área das empresas agregadas.

O perímetro é distribuído entre 324 pequenos produtores, que possuem lotes que variam de quatro a 16 hectares, e compõem a Federação das Associações do Perímetro Irrigado Jaguaribe-Apodi (Fapija). Antes focado em grãos, o projeto começou a experimentar uma nova fase, mais próspera, após a inclusão da fruticultura. Hoje, 148 produtores trabalham com frutas e o restante na produção de grãos. Entre as diferentes atividades agropecuárias da região, o destaque se dá ao cultivo de milho e banana. O perímetro emprega, atualmente, cerca de seis mil pessoas, diretamente, e o número sobe para 16 mil, se contabilizados os indiretos.

Os resultados positivos na produtividade se dão tanto pela elevada qualidade do solo, como por fatores como a existência de sol o ano inteiro, a irrigação e o uso de tecnologia adequada. O tipo de irrigação realizada por lá utiliza pivôs centrais, que irrigam, cada máquina, cerca de 100 hectares. "O projeto Jaguaribe-Apodi é de 1989. Antes, aqui era região em seca, não tinha nada. De lá para cá, só cresceu. É um antes e outro depois. Na serra, a sobrevivência era cortando lenha e carvão. Hoje, é um exemplo de sucesso", defende o presidente da Fapija, Raimundo César dos Santos. Raimundo, conhecido com Alemão na região (apesar de não fugir ao fenótipo cearense), lembra do passado não muito distante. "Eu conheci as duas realidades. Meu pai sobreviveu com plantio de sequeiro. Quando não chovia, perdia tudo. E hoje vejo a chapada com eletrificação e água. É o começo de um novo sertão", acredita.

<b>Melhoria em indicadores
</b>
A seca ainda assola a região e a água não chega a todos - o "carro-pipa" continua a visitar localidades ao redor e são comuns os casos de sertanejos que "roubam" a água de canal de irrigação para seu sustento -, mas são evidentes benefícios trazidos ao município e aos seus vizinhos pelo perímetro irrigado. Limoeiro do Norte, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), teve a maior variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) entre todos os municípios cearenses no período entre 2002 e 2007. Em cinco anos, a economia do município cresceu 183,6%, e, naquele ano, colocava-se na 13ª posição no ranking estadual.

O PIB per capita, ou seja, todas as riquezas produzidas no município divididas pelo número de habitantes, também teve forte avanço no período, passando de R$ 2.794 para R$ 7.545, o oitavo maior do Estado, e terceiro mais elevado se retirados aqueles pertencentes à Região Metropolitana de Fortaleza.

<b>Nova etapa
</b>
O perímetro Jaguaribe-Apodi já se encontra com sua capacidade total em atividade, sem muitas possibilidades de incremento significativo na produção nem na geração de novos empregos. Entretanto, avança um projeto para permitir a expansão dessa área. De acordo com o presidente da Fapija, uma segunda etapa do perímetro trariam novos três mil hectares irrigados para a agricultura da região. Seriam mil deles divididos entre pequenos produtores e, o restante, ficaria para grandes empresas.

Segundo Alemão, no momento, está sendo feita a regularização fundiária pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). A partir daí, a área seguiria para licitação. "Tem muita gente interessada nos novos lotes. A procura é diária. É muito importante que o governo regularize isso. Vai mais que dobrar a geração de riquezas e empregos", defende o agricultor. A nova área, onde se intensificaria a produção de milho, banana e semente de soja, incrementaria os empregos no perímetro em quatro mil novos postos diretos, totalizando 10 mil no perímetro.

Diário do Nordeste
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Citros/CEPEA: Clima deve estender oferta da safra 2011/12 </title>
<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:38:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
A seca verificada em meados de agosto de 2010 no cinturão citrícola paulista impediu o pegamento da primeira florada em parte dessa região, de acordo com informações do Cepea. Assim, a disponibilidade de frutas da temporada 2011/12, principalmente a de pêra, será maior a partir de agosto, devendo ser estendida até, pelo menos, janeiro de 2012. Em junho, parte de produtores já deve iniciar a colheita da variedade pêra. Por enquanto, produtores colhem principalmente as frutas típicas de início de safra, as laranjas precoces (hamlin e westin). De modo geral, para a temporada 2011/12, a expectativa de agentes consultados pelo Cepea é de safra mais volumosa e de duração mais longa que a anterior, devido, principalmente ao bom pegamento da segunda e terceira floradas. É importante ressaltar, no entanto, que a produção da safra 2011/12 ainda depende do clima nos próximos meses.

Cepea/Esalq
Agrolink]]></description>
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<item>
<title>Governo do RS anuncia Programa de Recuperação de solos </title>
<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:37:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
O governador Tarso Genro lançou, nesta sexta-feira (15), durante a atividade de interiorização do Governo do Estado no município de Lagoão, o Programa de Recuperação de Solos. A ação beneficiará 20 mil pequenos e médios produtores de 100 municípios das regiões Centro Serra, Alto Botucaraí e Metade Sul.

Com a participação dos Governos Federal, Estadual e municipais e o apoio da iniciativa privada, o programa vai distribuir até cinco toneladas de calcário por propriedade. Serão investidos R$ 30 milhões, sendo R$ 15 milhões do Governo Federal, R$ 10 milhões do Governo Estadual e R$ 5 milhões dos governos municipais.

A utilização do calcário para correção da acidez dos solos, combinada com uma correta adubação, pode proporcionar ganhos de até 500% em produtividade nas pastagens e de cerca de 100% nas lavouras de grãos. Elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), o programa prevê a correção de até 100 mil hectares com a utilização de 500 mil toneladas de calcário.

Conforme o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, o programa - que será desenvolvido em parceria com os municípios, deverá ser monitorado pela Fepagro, com o objetivo de apurar os reflexos que serão sentidos a partir de sua implantação e também para monitorar a sua correta aplicação.

"No final desta etapa, a partir do acompanhamento técnico, poderemos mensurar os efeitos da prática no aumento da produtividade e confirmar a validade da correção de solos para o aumento da produção", justificou Mainardi.

Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Autor: Marcos Pérez 
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Líder do PT na Câmara discute novo Código Florestal com ministro </title>
<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:34:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), vai se reunir nesta terça-feira (19) com o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, para ouvir a proposta do Executivo sobre o Código Florestal. A matéria deverá ser votada na Câmara em junho, quando entra em vigor decreto que pune proprietários rurais que descumprirem a medida. "Nosso problema não é data. É acordos", disse Paulo Teixeira. "Queremos conhecer a proposta do governo primeiro", acrescentou.

Na semana passada, o presidente em exercício, Michel Temer, se reuniu com a base aliada para traçar estratégias a fim de aprovar o novo código. Tanto Luiz Sérgio quanto Paulo Teixeira, que também participaram da reunião, evitaram falar em pontos específicos de discordância. "Gostaria de não entrar nos pontos porque seria deselegante da minha parte, sem tratar com o próprio relator, com a comissão que está debatendo a matéria", declarou Luiz Sérgio ao deixar a reunião.

O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que já foi presidente da Câmara, foi escolhido para mediar as conversas com os demais parlamentares. Ambientalistas e ruralistas travam um embate na Câmara.

Sete pontos são considerados fundamentais e são fruto de discordância entre os dois setores: tamanho de áreas de preservação permanente (APPs), possibilidade de isenção de reserva legal, anistia de multas para desmatadores, definição do conceito de agricultura familiar, competência dos órgãos ambientais, regularização ambiental de propriedades e instituição de mecanismos financeiros para compensar quem preserva.

Agência Brasil
Autor: Priscilla Mazenotti
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Chuvas regulares deixam agricultores otimistas no RN </title>
<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:28:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Em algumas plantações, a colheita do feijão já está garantida. O sinal de fartura e a motivação vêm dos céus

Do Globo Rural - No oeste do Rio Grande do Norte, as chuvas regulares estão deixando os agricultores otimistas. Na plantação de um hectare de Sales Tavares, a colheita do feijão já está garantida. O feijão de corda vai ter duas utilidades: metade para o consumo da família e a outra para venda. Ele diz que se tivesse mais terra, teria plantado mais.

A motivação vem dos céus. A colheita deve ser feita já no início de abril. Sinal de fartura.

Alexandre Medeiros plantou milho no ano passado, mas assim como a maioria dos agricultores de Sequeiro do Rio Grande do Norte não teve sorte. Esse ano, com as primeiras chuvas, resolveu comprar a semente e plantar. O resultado é o milho penduando.

Alexandre deve colher em maio, época que o grão deve ter como destino final o consumidor quem não abre mão das comidas típicas juninas. "A gente espera uma boa colheita. O milho está quase pronto para consumo".

G1 - Globo
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Inmet prevê geadas no sul do país </title>
<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:26:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

A temperatura continua caindo na região e pode gear em áreas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

A temperatura continua caindo na região Sul do país nesta quarta-feira, 6 de abril. A média mínima para os três estados é de 3ºC e, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), podem ocorrer geadas na serra do nordeste do Rio Grande do Sul e no planalto catarinense. Nas demais áreas da região, o sol aparece acompanhado de névoa ao longo do dia.

O sol surge também nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, que terão céu claro com poucas nuvens em áreas isoladas. Pode chover no leste de São Paulo, norte e nordeste do Mato Grosso do Sul. Pancadas de chuva com trovoadas são esperadas em áreas do Espírito Santo, Rio de Janeiro, norte e leste de Minas Gerais, Mato Grosso, Distrito Federal e Goiás, com exceção do sul e sudoeste do estado.

Nas regiões Norte e Nordeste, o tempo fica nublado e chove com trovoadas em quase todos os estados.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17031&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Mudança no Código Florestal aumenta desmatamento na Amazônia, diz Ibama </title>
<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:25:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A expectativa pela votação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB) propondo mudanças no Código Florestal tem provocado uma corrida ao desmatamento na Amazônia, de acordo com o diretor de Proteção Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Luciano Evaristo.

"Há na região a impressão de que o novo Código Florestal vai regularizar as propriedades ilegais. E essa expectativa vem estimulando a abertura de novas frentes. Ouvimos produtores flagrados por desmatamento dizerem abertamente que estavam desmatando porque o Código Florestal será votado esta semana e vai anistiar todo mundo", disse nesta terça-feira (5) Evaristo à Agência Brasil.

Motivados pela falsa expectativa de anistia para quem desmatou ilegalmente, proprietários têm avançado sobre a floresta mesmo na época de chuvas, quando tradicionalmente as taxas de desmate na Amazônia são menores. "Nem esperaram a estiagem, que se inicia em maio. Começaram a desmatar desde novembro, debaixo de chuva, de qualquer jeito."

Aprovado em julho do ano passado por uma comissão especial da Câmara, o relatório de Rebelo prevê uma série de flexibilizações na lei florestal, inclusive a redução de áreas de preservação permanente e a possibilidade de isenção da reserva legal. No entanto, o deputado deve modificar alguns pontos do relatório e apresentar nova versão nos próximos dias.

Mesmo na versão original do relatório de Rebelo, criticada por ambientalistas e por parte do governo, não há previsão de anistia para desmatamentos recentes. No texto, o deputado prevê anistia a produtores que desmataram ilegalmente até julho de 2008. Por pressão do governo, a questão deve ser um dos pontos a ser retirado do relatório pelo parlamentar.

A expectativa dos produtores é que a aprovação de novas regras antes de 11 de junho, quando vence o prazo para regularização ambiental previsto em decreto, tire os infratores da ilegalidade e não permita punição ou multas para quem desmatou sem autorização.

"Temos que deixar claro que ninguém será anistiado e que o Terra Legal [programa de regularização fundiária] não vai regularizar quem desmatou. Pelo contrário, estamos fiscalizando, o Ibama vai multar e embargar as propriedades", disse Evaristo.

Agência Brasil
Autor: Luana Lourenço
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17030&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Estímulo atóxico para a defesa das plantas é tema no IV Fórum Abisolo </title>
<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:23:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>No próximo dia 12 de abril, às 15h30, o professor Ph.D da Universidade Federal de Lavras, Mário Lúcio Vilela de Resende explicará sobre os mecanismos da Indução de Resistência de Plantas
</i>
"Indução de Resistência de Plantas?, será uma das palestras do IV Fórum Abisolo. Ministrada por Mário Lúcio Vilela de Resende, professor Ph.D da Universidade Federal de Lavras. Ele explica que o tema pode ser comparado a uma vacina para as plantas. ?A indução de resistência consiste na ativação de mecanismos de defesa latentes nas plantas, fortalecendo-as contra o ataque de patógenos e outros organismos intrusos", descreve.

Resende comenta que o objetivo é desenvolver produtos que disparam estes mecanismos de auto-defesa das plantas, protegendo-as contra doenças e pragas. A indução é muito utilizada e já existem vários produtos no mercado, que desempenham tal função. "Estes produtos são considerados de última geração, pois são geralmente atóxicos e causam menor impacto ambiental. Eles agem na planta e não diretamente sobre os patógenos, por exemplo, como o fazem fungicidas e bactericidas".

Avanços na pesquisa envolvendo a indução de resistência em plantas vêm sendo acompanhados pelo surgimento de novos produtos comerciais que apresentam maior eficácia, estabilidade e menor impacto ao ambiente, sendo capazes de propiciar melhorias na produtividade agrícola, devido à redução de perdas ocasionadas por estresses bióticos (extratos vegetais, microrganismos ou parte desses) e abióticos (substâncias químicas).

O IV Fórum Abisolo pretende reunir empresas de nutrição vegetal, técnicos e acadêmicos para discutir os rumos da produção agrícola sustentável. Para a direção da Abisolo, este conceito está entre as chaves para dobrar a produção mundial de alimentos nos próximos 40 anos e, assim, atender à crescente população mundial, que deve chegar a 8 bilhões de pessoas em 15 anos.

A palestra ?Indução de Resistência de Plantas?, acontece no dia 12 de abril, às 15h30, no Anfiteatro do Pavilhão de Engenharia da Esalq, em Piracicaba ? SP.

As informações são da assessoria de imprensa da Abisolo.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17029&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title> Granizo traz prejuízos à agricultura do Sul </title>
<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 15:26:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Foram pouco mais de 15 minutos de temporal, ontem à tarde, mas o suficiente para causar estragos - ainda não calculados - a lavouras de Meleiro e Turvo. Plantações de arroz, milho, feijão, mandioca e abóbora sofreram com a queda de granizo.

Algumas lavouras de arroz foram quase completamente destruídas. Na propriedade do agricultor José Saccon, na localidade de Boa Vista, em Meleiro, dez dos 12 hectares foram destruídos. Em avaliação preliminar, pelo menos 90% da plantação foi perdida.

A força do granizo tirou os grãos dos cachos, jogando-os ao chão. O rizicultor havia iniciado a colheita horas antes do temporal. "Não sei se vai valer a pena colher o que sobrou. Assim que sair o sol, vamos passar a colheitadeira para ver o que sobra, mas acho que não vai passar dos 15 sacos por hectare", comenta o agricultor.

Em Meleiro, as localidades mais atingidas foram Boa Vista, Rio Jundiá e Pique do Meio. Em Turvo, os estragos foram maiores nas localidades de São Peregrino e Vila Contessi. Segundo David Tomazi Tomaz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Turvo, as propriedades que foram atingidas e haviam retirado o Pronaf podem requerer o seguro agrícola. O procedimento deve ser feito antes de qualquer alteração nas lavouras. Para isso, basta procurar o técnico que fez o projeto para ver os procedimentos.

A Tribuna - Criciúma
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17011&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>No RS, seca foi problema localizado </title>
<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 15:23:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

 
Os produtores gaúchos se dizem acostumados com quebras. Todo ano registram perdas em alguma região. Mas a previsão para 2010/11 era preocupante. No plantio, havia o temor de que o La Niña repetisse quebras dramáticas como as quatro registradas na última década ? nas safras 2001/02, 03/04, 04/05 e 05/06. Porém, houve umidade suficiente para a maior parte das lavouras, com exceções ao sul e em regiões isoladas ao norte.

O estado apostou na soja, com aumento de 3% na área cultivada, alcançando 4,08 milhões de hectares, avaliou a Expedição Safra. Como a produtividade também aumentou ? 6,7%, para 2,55 mil quilos por hectare ?, a colheita deve ser de 10,4 milhões de toneladas, 9,9% a mais do que em 2009/10. No milho, a produção deve atingir 5,59 milhões de toneladas, 6,5% a mais que os 5,25 milhões registrados na temporada passada, apesar de uma queda de 6,6% na área, que ficou em 1,13 milhão de hectares.

Nas últimas semanas, a colheita evolui lentamente, devido à ocorrência de chuvas. A tarefa foi cumprida em metade da área do milho e um terço da de soja, conforme monitoramento realizado pela Emater gaúcha. Perto de 40% das plantações de soja estão prontos para colher, o que pode fazer com que a safra seja finalizada rapidamente na primeiro janela de sol.

Gazeta do Povo
Autor: José Rocher 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=17010&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Barreiras/BA produzirá 3,2 mi toneladas de soja </title>
<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 13:50:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Cerca de 3,2 milhões de toneladas de soja devem ser colhidas até o final deste ano em Barreiras, no oeste baiano. De acordo com a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia, a produção média deve chegar a 51 sacas por hectare. A região possui um milhão e sessenta mil hectares de área cultivada, e 10% da produção já foi colhida. A saca da soja é vendida por R$ 43, aumento de R$1 0 em relação ao ano passado, justificado pela demanda do comércio internacional, especialmente da China. Segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento, em 2011, a produção de soja no Brasil será de 70 milhões de toneladas, e a produção do Oeste da Bahia contribui com 4% deste total. (Informações da TV Oeste).

TôSabendo.com - Guia Empresarial e Informações
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16992&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Mato Grosso novamente sob ameaça </title>
<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:43:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Alteração sobre os índices de rendimento da produção agrícola volta à tona e traz polêmica

O receio de ter a propriedade desapropriada para efeito de reforma agrária, por descumprimento da função social da terra, vem incomodando o setor produtivo mato-grossense, que vê a possibilidade de mudança nos índices de produtividade como uma ameaça ao produtor. Por conta dessa alteração que o governo federal quer promover por meio de portaria ministerial, as terras teriam de alcançar os novos parâmetros de produtividade. Caso contrário, podem ser desapropriadas.

A batalha pela atualização dos índices de produtividade agrícola foi retomada na última semana, em Brasília, e deverá provocar um novo embate entre produtores e o Movimento de Trabalhadores sem Terra (MST). Elaborada pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Desenvolvimento Agrário (MDA), a proposta deve ir a uma ampla discussão nos próximos dias. A bancada ruralista, entretanto, já está se articulando para tentar impedir a aprovação do projeto de lei, via Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

De acordo com a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Mato Grosso, os novos índices que estão sendo discutidos servem como padrão para o processo de desapropriação de terras para reforma agrária. Caso os produtores não atinjam os índices estipulados pelo governo federal, poderão perder suas terras.

Os novos índices de produtividade deverão ser fixados com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por microrregião geográfica, a partir da média de produtividade entre 1996 e 2007. Na opinião de técnicos do governo federal, os índices de produtividade são ?absolutamente confortáveis? para quem produz na média, daí a insistência pela alteração dos indicadores.

Os dados utilizados atualmente ainda são da década de 90, o que, segundo análise do MDA, dificulta o trabalho do Incra. Entretanto, como os índices atuais são considerados defasados diante do alto rendimento alcançado pelas propriedades rurais, dificilmente o governo consegue enquadrar uma área como improdutiva.

RETORNO - Há quatro anos, foi feito um primeiro estudo, mas a pressão da bancada ruralista prevaleceu e o assunto foi engavetado. Com o novo estudo, a polêmica está de volta.

"Somos contra qualquer tentativa de alteração nos índices. Por que somente os produtores têm que ter um índice de produtividade?", questiona o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja), Glauber Silveira.

Para ele, não há como os produtores serem avaliados por índices de produtividade "quando existem inúmeros gargalos para serem resolvidos e que impedem os agricultores de melhorarem o desempenho de suas lavouras". Ele cita ainda problemas relacionados à falta de crédito, endividamento, problemas climáticos e ocorrência de pragas como fatores que também podem limitar a produtividade no campo, ou seja, o rendimento de uma determinada cultura por hectare plantado.

Na avaliação dele, alteração dos índices é prejudicial principalmente aos pequenos produtores e aos assentados. "O mesmo volume que um grande produtor colhe plantando com alta tecnologia pode não ser o mesmo alcançado pelos pequenos, desprovidos de recursos e sem assistência do próprio governo para atingir os índices estabelecidos".

Para o presidente da Aprosoja/MT, o que se pretende é criar um "índice de produtividade político", com a intenção de desapropriar áreas. "Na minha opinião, a terra tem que cumprir sua função social, mas entendo que produtividade não é o melhor parâmetro para mensurar este quesito. Além disso, o índice teria que ser regionalizado, pois cada região tem seus problemas e peculiaridades próprios, como clima e solo diferenciados. Esta avaliação de produtividade tem de ser mais criteriosa, pois os índices jamais serão alcançados em locais onde o governo nunca esteve presente com infraestrutura e assistência técnica. E a função social vai muito além da questão dos índices".

Diário de Cuiabá
Autor: MARCONDES MACIEL
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16991&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Preço da batata sobe e deixa os agricultores esperançosos em MG </title>
<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:34:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No sul do estado, a colheita ainda está no início. Produtores decidiram segurar a colheita na esperança de melhora no preço

Em Minas Gerais, a colheita da batata está no início. No sul do estado, o preço subiu e os agricultores estão esperançosos.

No sul de Minas, a colheita está em ritmo lento. O produtor Cezar Almeida começou os trabalhos com dois meses de atraso. Ele planta batata-inglesa em Senador Amaral e decidiu segurar o produto na lavoura na esperança de que os preços subissem. "A gente tem em Senador Amaral um clima ameno e isso segura a batata mais no solo. A gente estava esperando o preço subir".

A estratégia funcionou. O valor da saca vem reagindo, está maior que no início da safra. Em janeiro, ela chegou a ser vendida entre R$ 10 e R$ 20. Hoje, o preço está girando em torno de R$ 30.

"Está tendo uma reação porque diminuiu a quantidade ofertada. Esta reação poderia ser até maior", disse José Daniel Ribeiro, Secretário da Associação dos Bataticultores do sul de Minas.

O preço na região ainda está baixo se comparado com o de outras. É que lá muitos produtores deixaram a batata no solo tempo demais, o que diminuiu a qualidade. Em Minas mesmo, onde há batata boa, ela chega a valer o dobro.

Gazeta do Povo
Autor: G1/Globo.com
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16990&idQuadros=]]></link>
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<title>Produção de milho aumenta e anima produtores do RS </title>
<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:33:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>Híbridos CD caem na graça do produtor gaúcho e são bem vistos por autoridades municipais
</i>

Os produtores de milho do Rio Grande do Sul estão satisfeitos com a produtividade das lavouras. Clima, preço e sementes de qualidade têm garantido o bom momento da cultura. Os agricultores afirmam que estão colhendo em torno de 20 a 30% mais do que no ano passado.

Os irmãos Luiz Carlos e Ervino Vescovi, que têm terras em Bento Gonçalves e Vespasiano Corrêa, não tem do que se queixar. ?Plantamos o milho CD 384Hx pela primeira vez e nos surpreendemos com o tamanho das espigas. O visual dele é muito bonito e chamou a atenção, inclusive da vizinhança, que para na nossa lavoura para ver?, comentou Ervino Vescovi.

Os irmãos estão colhendo em média 230 sacas por hectare. Nunca haviam colhido tanto, mesmo usando sempre a tecnologia recomendada por técnicos. ?Vamos continuar com a Coodetec, principalmente pelo bom arranque, enraizamento e alta produtividade?, disse Vescovi.

Além do híbrido CD 384Hx, os produtores gaúchos também estão gostando dos resultados do milho CD 308. Este híbrido está disponível no programa Troca-Troca, destinado a mini e pequenos produtores de milho do Rio Grande do Sul. De acordo com o secretário de Agricultura de Vista Alegre do Prata, Valdir A. Cortellini, o milho mais procurado em seu município é o CD 308. ?Principalmente para quem trabalha com silagem, a Coodetec oferece as melhores opções. Nossos produtores estão muito satisfeitos com a qualidade dos híbridos?, explicou Cortellini.

Para o secretário de Agricultura de Arvorezinha, Ronaldo Minusculli, é fácil trabalhar com o milho da Coodetec, pois possui como características principais qualidade e alta produtividade. ?É sempre o primeiro que sai. Quem ainda não conhece, precisa experimentar. Aqui em Arvorezinha, aprovamos e recomendamos os híbridos da Coodetec?, destacou.

Neste ano, o programa Troca-Troca terá tecnologia Bt disponível ao produtor. A Coodetec trará para a próxima safra o híbrido precoce CD 397YG. Este híbrido, além de alta produtividade e sanidade foliar, possui maior volume de silagem com participação de grãos.

<b>Características dos híbridos CD
</b>
Entre os híbridos cultivados em toda a região Sul do Brasil, os Coodetec estão entre os mais produtivos. O compromisso com a produção e a alta tecnologia empregada nas sementes, fazem da Coodetec uma importante aliada do agricultor. ?A nossa pesquisa trabalha arduamente, todos os dias, para garantir as melhores sementes ao produtor. Nosso portfólio apresenta opções do menor até o alto investimento, grãos de alta produtividade, com resistência a nematoides e outras pragas da lavoura?, detalhou o gerente comercial da Coodetec, Marcelo da Costa Rodrigues.

Um bom exemplo da alta tecnologia concentrada no lançamento de uma semente é o híbrido CD 384Hx. O produtor, que já teve acesso a este milho, comprovou sua eficiência com os bons resultados de colheita. Este híbrido possui alta produtividade, sanidade foliar e estabilidade de produção, além de garantir proteção contra duas pragas: a lagarta-do-cartucho e a broca-da-cana. É, também, uma excelente opção para quem produz silagem.

As informações são da assessoria de imprensa da Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola ? Coodetec.

Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16989&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita de soja em Sorriso deve ser concluída na próxima semana </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:19:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Sorriso está entre os municípios mais adiantados na colheita de soja no Estado. Segundo o Imea, até esta quinta-feira (24-03) foram colhidos 87%. Apesar da semana ter iniciado chuvosa, os sojicultores avançaram 12% do dia 17 até 24 de março.

"Se os trabalhos seguirem nesta intensidade, provavelmente a colheita em Sorriso será concluída já na próxima semana", diz a pesquisadora do Sindicato Rural, Eusanira Portilho.

No Médio-Norte, região mais avançada na colheita, a semana rendeu um acréscimo de 14,8% nos trabalhos, chegando a 86,7%. Lucas do Rio Verde continua sendo a cidade mais adiantada nos trabalhos, com 90%.

Nova Mutum está em 82%, Ipiranga do Norte com 89%, Sinop com 82%, Tapurah com 86%, Nova Ubiratã com 80% e Vera com 87%.

Embora esteja adiantada em relação a outras regiões, a colheita no Médio Norte está 12,4% atrasada se comparado ao mesmo período do ano passado. Em todo o Estado, cuja colheita está em 81,1%, o atraso é ainda maior. Na safra passada restavam apenas 2% para concluir os trabalhos.

Confira o andamento da colheita nas regiões:

Noroeste: 74,2%

Norte: 85,4%

Nordeste: 64,6%

Médio-Norte: 86,7%

Oeste: 83,7%

Centro-Sul: 75%

Sudeste: 80,3%

Mato Grosso: 81,1%

Clichoje
Autor: Aline Dessbesell 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16900&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Plantio do milho safrinha chega ao fim com atraso em Mato Grosso </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:18:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio do milho safrinha, em Mato Grosso, chegou ao fim na última semana e conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área estimada em 1,8 milhão de hectares foi totalmente semeada. Até a última quinta-feira, a semeadura já estava concluída em todos os municípios produtores. Em relação ao mesmo período do ano passado, os trabalhos se encerraram uma semana depois o observado na safra anterior, o ciclo 09/10.

De acordo com a AgRural, o plantio da safrinha no Centro-Sul do Brasil avançou bem com a trégua das chuvas e atinge 87% da área projetada. "Em Mato Grosso, após o atraso causado pelas chuvas, os produtores encerraram os trabalhos e a expectativa de produtividade é de 70 sacas por hectare", volume dentro da média local.


Diário de Cuiabá
Autor: Marianna Peres]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16899&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuvas atrasam colheita e prejudicam soja no MT </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:17:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>Em algumas regiões, os grãos apresentam problemas de umidade acima do indicado</i>

Excesso de chuvas que caiu no final de fevereiro e início de março deste ano em Mato Grosso prejudicou consideravelmente a colheita da soja e o plantio do milho de segunda safra (safrinha) o que, segundo especialistas, pode levar a riscos de perdas na safra 2010/2011, mesmo com previsões de recorde de produção, feita anteriormente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Por outro lado, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Glauber Silveira, diz não acreditar que a produtividade diminua, mas que certamente vai haver problemas de umidade na oleaginosa do Estado e com isso alguns sojicultores terão algumas perdas.

O produtor explica que podem acontecer prejuízos individuais e pontuais em algumas regiões onde as chuvas foram mais rígidas, mas não em toda as propriedades. Entre elas nas lavouras plantadas nos municípios de Itiquira e Alto Taquari, no sul mato-grossense; e Sapezal e Campos de Júlio, no Noroeste. As estimativas são de que cerca de 30% da soja colhida nestes locais tenham algum tipo problema em consequência da umidade e interrupção da colheita.

De acordo com boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) no dia 21 de março, até esta data Mato Grosso havia colhido 66,6% da área plantada ante os 50% que havia alcançado na semana anterior, este avanço de 16,6 pontos percentuais foi o maior avanço semanal registrado desde quando o Imea iniciou os acompanhamentos de colheita em 2008. Em 10 de março, Mato Grosso havia colhido 50% da área plantada com soja, sendo que no levantamento do ano passado, este percentual foi atingido em 25 de fevereiro, ou seja, um atraso de 27 pontos percentuais (p.p.) em relação à safra passada, referente a 12 dias.

Durante a semana que passou, as perdas ampliaram na região Oeste e Sul do Estado por conta das chuvas que persistiram, intensificando as avarias na soja pronta para colher. Assim, muitas cargas de soja colhidas nas últimas semanas estavam com umidade acima do adequado e houve áreas que já não possuíam condições de serem colhidas em virtude das avarias. Porém, são áreas de pequena expressividade diante a realidade estadual. E ainda, segundo a Somar Meteorologia o clima continuará chamando a atenção, havendo chuvas em todo Estado e com maior intensidade no Norte, onde os produtores já estão em alerta para colher e garantir a qualidade do grão.

O produtor rural Ricardo Tomczyk, proprietário da fazenda Buriti, no município de São José do Rio Claro (315 km a Médio Norte da Capital), diz que o excesso de chuvas interrompeu sua colheita por mais de uma semana. Segundo ele, por várias vezes as máquinas estavam trabalhando a chuva começava e o trabalho tinha que ser interrompido. "Ainda é um pouco cedo, mas em função da alta umidade avaliamos que teremos pelo menos 15% de perdas, com a soja deteriorada".

Gazeta Digital
Autor: Wisley Tomaz
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16898&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Lavouras de soja são beneficiadas com passagem de uma frente fria na Argentina </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:15:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>Até o início de abril volta a condição de tempo seco</i>
 
Durante o final de semana a passagem de uma frente fria causou chuvas sobre partes da Argentina, inclusive sobre a região do Pampa Úmido, beneficiando algumas importantes regiões produtoras de soja das Províncias de Entre Rios, Santa Fé e Córdoba.

Segundo a SOMAR Meteorologia, essas chuvas beneficiam diretamente a lavoura de soja do segundo plantio que grande parte se encontra na fase de floração e enchimento de grão. Para esta semana, a previsão até o início de abril é de um período seco sobre grande parte do Território Argentino, com o calor diminuindo um pouco, mas por enquanto sem previsão de frio.

Portal Bagarai
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16897&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Soja/CEPEA: Colheita avança no Brasil </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:14:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Apesar de as chuvas atrapalharem a colheita, de modo geral, os trabalhos avançaram bem nos últimos dias, conforme informações do Cepea. Agentes seguem preocupados com o avanço da colheita em Mato Grosso, Goiás, Tocantins e parte de Minas Gerais. Quanto aos preços, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa referente ao produto transferido para o porto de Paranaguá teve queda de 1,8% de 18 a 25 de março, finalizando a US$ 29,61/sc de 60 kg (em moeda nacional, a baixa foi de 2,4%, para R$ 49,15/sc). O Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) caiu 1,2% em sete dias, fechando a R$ 46,06/sc.

Cepea/Esalq
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16896&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Quem plantou espera chuva, quem colhe quer dias de sol </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:12:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>Os dias secos já representam preocupação para muitos agricultores da região de Cascavel que investiram no milho safrinha</i>

As temperaturas e o clima irregular registrados na última semana deixaram muitos agricultores da região de Cascavel sem saber exatamente que decisão tomar. Quem ainda aguardava para plantar o milho safrinha acabou optando por manter as máquinas estacionadas para não correr o risco de perdas e prejuízos. Os que já plantaram torcem pela chuva, que até agora não veio em grande volume.

Conforme o Deral ? Departamento de Economia Rural ? da Seab (Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado), os dias secos já representam preocupação para muitos agricultores da região que investiram no milho safrinha. ?Boa parte da lavoura está em fase de desenvolvimento e é nesse período que a planta precisa mais de água. Se a chuva não vier efetivamente nos próximos dias certamente haverá perdas?, explica o engenheiro agrônomo do órgão, Álvaro Tremea.

Até agora, dos 222 mil hectares da área prevista para o milho safrinha, 98% já foram plantados, porém em razão das condições climáticas contrárias, é possível que o restante dos trabalhos nem sequer sejam iniciados. ?Sabendo da situação, o agricultor prefere não se arriscar. Muitos evitam o plantio para fugir do prejuízo que pode ter na colheita?, observa.

CGN - Central Gazeta de Notícias
Autor: Alexandre Moura - Gazeta do Paraná 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16895&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Gado morre de fome no Mato Grosso </title>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:11:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pecuaristas de Mato Grosso, principalmente os da região Nordeste estão em estado de alerta. Sem ter o que comer, o gado está magro e sacrificado. O município de Vila Rica (1.300 km a Nordeste de Cuiabá) é um dos mais prejudicados, principalmente nas propriedades localizadas na BR-158. De acordo com uma avaliação da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), mais de 70% do rebanho bovino daquela região está passando fome e 20% da pastagem morreu na seca do ano passado e agora sofre com os constantes ataques das cigarrinhas e lagartas e também com o excesso de chuvas.

O presidente do Sindicato Rural daquele município, Eduardo Ribeiro, avalia o momento como crítico, pois e gado está passando fome e os produtores estão tendo que tirar os animais das fazendas alagadas para comer em outros pastos e nestes deslocamentos mais de 10% do gado morre pelo caminho. Para piorar a situação, ninguém quer comprar o gado da região por causa da distância e falta de estrada. Quando compram, pagam muito pouco.

Durante uma semana, membros da Acrimat visitaram a região Nordeste do estado e o que encontraram foi um cenário crítico, de muitos problemas. "Os produtores estão pedindo socorro e soluções para os inúmeros problemas que enfrentam, o que é possível, pelo menos para amenizar a situação", disse o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari. Uma das possibilidades, segundo ele, é a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadores e Serviços Prestados (ICMS) de 7% para 3,5% para a saída do boi em pé para outros estados. "A região Nordeste conta com um rebanho de quase 6 milhões de cabeças e apenas dois frigoríficos Friboi operando e se aproveitando da situação dos pecuaristas, pagando um preço pela arroba com até R$ 6 a menos em relação às demais regiões".

Os produtores de Canarana (827 Km de Cuiabá) relatam que para abater o gado precisam andar mais de 300 quilômetros para receber um pouco mais pela arroba. "Em Água Boa, que fica a 110 quilômetros, pagaram na semana passada R$ 88 pela arroba do boi inteiro em Paranatinga, a 310 quilômetros de Canarana R$ 94, e em São Paulo, a 1.200 km de MT, conseguimos um preço de R$ 92 pelo mesmo boi", relata.

A conta a ser paga pelos pecuaristas do Estado pela morte de pastagem é salgada e chega à cifra de R$ 3,09 bilhões, que representa 62% do Valor Bruto de Produção de 2010, que é o preço médio da arroba multiplicado pelo abate que foi de 4,33 milhões de cabeças (macho e fêmea) gerando uma receita de R$ 4,95 bilhões. "O impacto dessa conta está totalmente fora das possibilidades dos pecuaristas que não têm condições de arcar com este prejuízo sozinho", avalia o superintendente da Acrimat.

Gazeta Digital
Autor: Wisley Tomaz
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16894&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Soja: produtores de Guaíra/SP têm o maior prejuízo dos últimos anos </title>
<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:55:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>A chuva prejudicou e atrasou o trabalho no campo
</i>
Em uma propriedade em Guaíra, no norte do Estado de São Paulo, seu João Batista plantou 288 hectares de soja. A previsão era colher tudo até o final de Fevereiro, mas a chuva atrasou o trabalho no campo e 30% da área plantada ficou totalmente prejudicada.

"Estamos conseguindo vender com 80%, 90% de desconto em relação ao que estamos produzindo. Talvez nem compensasse colher, mas estamos fazendo isso para poder passar a máquina e conseguir plantar a safrinha", explica seu João.

Nos primeiros 15 dias de Março choveu 270 milímetros, o equivalente a média histórica para o mês na região. A chuva chegou na hora errada, quando os agricultores ainda estavam com metade da plantação no campo.

O engenheiro agrônomo do Sindicato Rural de Guaíra, Renato Massaro Sobrinho, explica que a soja colhida agora está fora do padrão de qualidade: "Entre 17% e 20% de umidade o grão é considerado dentro do padrão. Do jeito que está agora, com excesso de umidade acima de 30%, está completamente fora dos padrões, conseqüentemente, os grãos estão com a qualidade ruim", afirma.

De acordo com Sobrinho, cerca de 50% a 70% da lavoura é perdida com grãos ardidos, brotados e com má qualidade, muito mofados.

No início da colheita seu Edvaldo Ortigozo estava otimista com a produtividade da lavoura. O agricultor plantou 500 hectares de soja e estava colhendo 160 sacas por hectare, mas agora a situação mudou: "A gente aproveita 15%. É o que eu estou conseguindo entregar numa empresa que está recebendo, porque outras já recusaram, não quiseram. Eu levo um caminhão com 20 mil quilos e volto com 5 mil quilos, então é o que está sobrando pra mim".

EPTV - Emissoras Pioneiras de Televisão
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16870&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores paulistas de berinjela iniciam safra com otimismo </title>
<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:49:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<i>As lavouras estão carregadas e prometem bons preços
</i>

O produtor de berinjela Nilson Martin da Rocha está no início da colheita. Apesar da lavoura carregada, ele lembra que o ano não começou dos melhores: "A chuva castigou muito a produção, a gente arrumava e a chuva vinha. Vamos ver se daqui pra frente melhora".

Para compensar as perdas causadas pelo clima, a alternativa é investir em tecnologia. Mesmo quem ainda utiliza a irrigação convencional, não descuida da pulverização para controlar as pragas que aumentam com o excesso de chuva. "Fungos, bactérias, tudo isso vai prejudicando a lavoura", conta Rocha.

Há mais de 20 anos no setor, a família Buratin não se arrepende dos investimentos em tecnologia. João Guilherme Duratin também é produtor e comemora os resultados apesar da chuva de janeiro: "Fica mais fácil controlar pragas, doenças, tudo o que for problema na nossa lavoura".

O coordenador da Casa de Agricultura de Mogi Guaçu, São Paulo, José Roberto de Campos, diz que a busca por um fruto mais bonito garante preço e respeito no mercado: "A berinjela em Mogi Guaçu serve toda a região metropolitana de Campinas, os hipermercados e também via Ceagesp São Paulo, com boa qualidade, e de lá sai para o Brasil todo".

Com o cuidado, a colheita com pico previsto para o mês Junho já promete ser uma das melhores dos últimos anos.

EPTV - Emissoras Pioneiras de Televisão
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16869&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Previsão é de chuva em quase todo o Brasil </title>
<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:48:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[


Nesta sexta-feira, 25 de março, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê pancadas de chuva em quase todo o Brasil. O tempo continua nublado a encoberto na região Norte, onde estão previstas chuvas e trovoadas isoladas no norte, oeste e sudoeste do Amazonas, Pará, Amapá, norte de Roraima, Rondônia e Tocantins.
No Nordeste, há previsão de chuva no centro/norte, oeste e sul do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Apesar da chuva, a temperatura máxima prevista na região é de 36º.C.

Na região Centro-Oeste, o Inmet prevê chuvas isoladas em todos os estados. No Sudeste, as chuvas atingem o centro/sul, noroeste, Zona da Mata e região cacaueira de Minas Gerais e São Paulo. No sul, a chuva forte está prevista para o Rio Grande do Sul, com trovoadas e rajadas de vento ocasionais em áreas isoladas no centro, sul e leste do estado, de acordo com o Aviso Especial 116.

As chuvas no Rio Grande do Sul estão dentro da previsão do Boletim Climático elaborado pelo Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas (CPPMet), da Faculdade de Meteorologia da Universidade Federal de Pelotas e pelo 8º Distrito Meteorológico do Inmet (Rio Grande do Sul). O boletim climático, divulgado no início da semana, prevê o clima na região para os meses de abril, maio e junho. O estudo mostrou que, nos primeiros vinte dias de março, ocorreram chuvas intensas em curtos períodos, acima do padrão climatológico.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Isabela Varga
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16868&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de soja no Tocantins pode sofrer quebra </title>
<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 15:53:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O IBGE anunciou, no início de março, que a expectativa para a safra de grãos, em todo o Brasil seria de alta, com 69 milhões de toneladas. O valor representa um acréscimo de 2% em relação a 2010, quando o país produziu 151,2 milhões de toneladas. Mas notícias e informações veiculadas pela imprensa nacional apontam que o aumento da intensidade das chuvas está causando prejuízos aos produtores rurais, principalmente aos sojicultores. Os estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais já estão preocupados com o resultado dessa safra. E no Tocantins não é diferente.

Os relatos apontam que as perdas estão deixando os produtores desesperados. No Paraná, segundo maior produtor do Brasil, há registro de casos de suicídio por conta dos prejuízos causados pelas chuvas. O desespero dos produtores é previsível: a oleoginiosa que gera lucros milionários traz prejuízos na mesma proporção. A soja é considerada um dos cultivos mais onerosos para produção. O custo por hectare chega a R$ 1.187,00. No Tocantins, a estimativa é que sejam produzidos cerca de 52 sacas por hectare. O lucro estimado pela Embrapra por hectare é de R$ 30,00.

No Mato Grosso, maior produtor do Brasil, o excesso de chuvas também causa prejuízos irreparáveis. Os produtores estimam que, neste estado, as perdas chegam a R$ 1,5 bi. De acordo com boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado na sexta, 18, 44% da safra ainda estava no campo, o que representa 2,8 milhões de hectares. Na mesma data em 2010, 91% da soja havia sido colhida.

Tocantins

No Estado, a extensão do período chuvoso também está deixando os produtores apreensivos. Isso porque, neste período, a chuva impede a colheita e o atraso diminui ou gera perda nos grãos. "Não tem como colher a soja com chuva, ela debulha, estraga", explicou o engenheiro agrícola Paulo Sette. De acordo com Sette, a estiagem de dois ou três dias é importante para que a planta seque e não quebre tanto na sua retirada.

"Estamos começando a ter perda de produtividade. A soja começa a ficar ardida e com excesso de água", reclamou o produtor Darci Spizatto, que planta na região de Santa Rosa do Tocantins. "Aqui falta quase a metade da área para ser colhida e a chuva começa a causar estragos na produção", revela, ao defender que haverá uma perda significativa na safra 2010/2011.

Paulo Sette explica que a perda ocorre quando o produtor abandona parte da produção no campo por não conseguir colher a tempo e que ainda não há casos deste tipo no Estado. O técnico revela ainda que, por causa da água que penetra na vagem pronta para ser colhida, e que com a constante chuva sobre a lavoura, o grão perde qualidade e fica encharcado.

Jornal Stylo - Palmas..
Autor: Fernanda Cappellesso
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16835&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Publicado zoneamento de dendê em cinco estados </title>
<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 16:24:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href= http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=21/03/2011&jornal=1&pagina=3&totalArquivos=232> www.in.gov.br</a>
<i>Estudos divulgados pelo Ministério da Agricultura apontam as regiões mais propícias para o plantio da palma de óleo nos estados da Bahia, Pará, Roraima, Acre e Rondônia</i>

O zoneamento agrícola para orientar o plantio de palma de óleo (dendê) foi publicado no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira, 21 de março. O estudo aponta municípios com as condições mais propícias para a cultura na Bahia, no Pará, em Roraima, no Acre e em Rondônia.

Os elementos climáticos que mais afetam a produção do dendezeiro são a temperatura do ar, a insolação e as chuvas. A seca, associada a baixas temperaturas, e a má distribuição das chuvas são prejudiciais ao desenvolvimento e à produtividade da cultura.

Para evitar perdas, o zoneamento identifica os municípios aptos e os períodos de plantio para o cultivo em condições de baixo risco climático. Segundo o estudo do Ministério da Agricultura, a temperatura média anual ideal para o cultivo do dendezeiro varia entre 25ºC e 28ºC.

A palma de óleo é cultivada no Brasil desde o século XVII. As espécies utilizadas hoje no país são a Elaeis guineensis Jecq, de origem africana, e a Elaeis oleifera (kunth) Cartés, de origem americana, conhecida como dendê da Bahia, além de híbridos dessas espécies.

Saiba mais

O zoneamento agrícola de risco climático, instituído em 1996, orienta os agricultores, agentes financeiros e seguradoras sobre a melhor época de plantio e a tecnologia a ser adotada na condução das lavouras. O objetivo é evitar que eventuais adversidades climáticas atinjam as lavouras nas fases mais sensíveis.

Confira as orientações do estudo nas Portarias nº 82 a 86.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Ana Rita Gondim
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16816&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio do milho safrinha atinge 53% da área no País </title>
<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 16:21:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Segundo um levantamento da Céleres Consultoria, o plantio do milho safrinha atingiu 53% da área projetada no Brasil. O processo avançou 16,6 pontos percentuais na última semana. Os produtores aproveitaram a trégua dada pelas chuvas em algumas regiões do País para aumentar e intensificar os trabalhos no campo. Porém, ainda assim o plantio está atrasado e registra um índice 13,4 pontos percentuais menor do que na safra passada. Quanto à safra de verão, a colheita teve uma evolução de 6,8 pontos percentuais e a área colhida totalizou 32,5%. Neste caso, o atraso não chega a 5%.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16815&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva em boa dose para a lavoura </title>
<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 16:21:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com lavouras para nenhum paranaense ou mato-grossense colocar defeito, os produtores do Centro-Norte colhem os resultados de um ano excepcional em relação ao clima. "Faltou um pouco de chuva no começo, mas no fim o volume ficou acima do normal", relata o produtor Fábio Algeri, natural do Rio Grande do Sul, mas que há oito anos se mudou para o Maranhão. Em 850 hectares de soja em Balsas, o gaúcho alcança 45 sacas por hectare, 5 a mais que no ano passado.

A expectativa é animadora também no Tocantins. Luciano Calegaro, um paulista que produz soja e milho em Pedro Afonso, diz que as chuvas recentes diminuíram o ritmo da colheita mas não causaram prejuízo. Em 70% dos 480 hectares já colhidos, Calegaro conseguiu média 2,5 sacas por hectare acima da registrada no ano passado, quando obteve 50 sacas (3 mil quilos) por hectare.

Alternativa incomum para a região por questões climáticas e de custo de produção, o milho safrinha deve ganhar espaço em Pedro Afonso neste ano. A constatação é da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (Coapa). "Ano passado não tínhamos vendido uma saca sequer de semente de milho, mas neste ano já vendemos 800 sacas", revela Bruno Gorri, agrônomo da cooperativa.

Gazeta do Povo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16814&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Metade da área de soja ainda está para ser colhida em MT </title>
<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 15:33:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Com a metade da área de soja para ser colhida, Mato Grosso deve continuar enfrentando chuva para avançar na colheita

Segundo o último boletim divulgado pelo IMEA, no final da semana passada o Mato Grosso havia colhido 50% da área plantada com soja. No mesmo período do ano passado atingiu este percentual no levantamento da última semana de fevereiro.

Portanto, verifica-se um atraso de 27 pontos percentuais em relação à safra passada, ou seja, 12 dias.

Durante a semana que passou pode-se notar que as perdas ampliaram na região Oeste e Sul do Estado por conta das chuvas que persiste em não sessar, intensificando as avarias na soja pronta para colher.

Muitas cargas de soja colhidas nas últimas semanas estavam com umidade acima do adequado e verificaram-se certas áreas que já não possuíam condições de serem colhidas em virtude das avarias, no entanto para Glauber Silveira, diretor da Aprosoja, ?as chuvas deram uma trégua e o produtor conseguiu acelerar bastante a colheita. Alguns colheram mesmo com umidade, e é claro que em algumas regiões teve maior perda, como é o caso de Sapezal, Campos de Julio, Comodoro e outros municípios e, o preço da saca caiu bastante, mas, são áreas de pequena expressividade diante a realidade estadual?.

Segundo a previsão da SOMAR Meteorologia, o clima continuará chamando a atenção, pois, haverá chuvas em todo Estado e com maior intensidade no norte, onde os produtores já estão em alerta para colher e garantir a qualidade do grão, no entanto, é uma das regiões que mais colheu até o momento.

Danieli Marcante

Expresso MT
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16767&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Plantio do milho safrinha avança no MT </title>
<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 11:57:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a colheita da soja atingiu metade da área plantada no estado em 2010/2011.

Os trabalhos seguem atrasados em relação à temporada passada, quando neste momento 77% da área plantada de soja havia sido colhida no estado.

O atraso na colheita da soja refletiu no plantio do milho de segunda safra ou safrinha, mas os trabalhos avançaram na última semana.

O IMEA estima que 91,3% dos 1,8 milhão de hectares previstos para o milho safrinha nesta temporada no Mato Grosso foram semeados. Em igual período do ano passado o plantio estava praticamente concluído (99,1%).

A expectativa para 2011 é de manutenção na área plantada e na produção de milho safrinha em relação a 2009/2010. A alta de preço do grão animou muitos produtores, apesar do risco em função dos atrasos aumentar a cada dia.

Pantanal News 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16750&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Relator quer reduzir área de proteção em matas ciliares </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 11:06:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vai propor a redução em 50% de todas as áreas de proteção permanente (APPs) de margens de córregos e rios (matas ciliares) em seu substitutivo ao Projeto de Lei 1876/99, que altera o Código Florestal. De acordo com o relator, essa é uma reivindicação da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e das 27 federações de trabalhadores rurais.

Segundo o relator, que participou de debate promovido pela Frente Parlamentar Agropecuária nesta terça-feira (15), essa nova regra valeria apenas para os pequenos produtores. Na versão atual do substitutivo, o relator propõe alterar apenas o tamanho das áreas de preservação de margens de cursos d?água de até cinco metros de largura. Nesse caso, a extensão da cobertura vegetal seria reduzida de 30 metros para 15 metros.

De acordo com Aldo, a mata ciliar atual inviabiliza economicamente as pequenas propriedades, e os agricultores já plantam em muitas dessas áreas. Geralmente, a mata ciliar varia de 5 metros a 50 metros, informou. "É só percorrer o campo e verificar que a pequena agricultura se dá na várzea; se você retirar as margens do pequeno agricultor, retira a possibilidade de ele sobreviver", sustentou.

Votação em junho
Mesmo com a controvérsia em torno do assunto, o relator acredita que o texto, já aprovado em comissão especial, pode ser votado até o início de junho. Nesse mês expira o decreto presidencial que suspende as punições para proprietários rurais que desrespeitaram as leis ambientais. "Mais que acreditar na possibilidade da votação do relatório, acredito na necessidade de ver todo mundo trabalhar na legalidade. Por que vamos por um grupo tão importante, os agricultores, à margem da lei?"

Concessão
O deputado afirmou ainda que a determinação legal de manter margens de até 50 metros é uma concessão aos ambientalistas, "porque ela [essa legislação] não existe em nenhum lugar do mundo". "A lei que obriga a manutenção da reserva legal é outra concessão, porque também não existe em nenhum outro país".

Aldo Rebelo adiantou também que pode incluir no texto a regulamentação do pagamento por serviço ambiental, como quer o Executivo. "O meio ambiente deve ser um bem comum, mas, como o País é capitalista, estou disposto a acolher", disse.

Pequeno produtor
Agricultor de Boca do Acre, no Amazonas, Edgar Manoel considera que, ao contrário do que afirmam os ambientalistas, a mudança "vai frear o desmatamento". Isso porque, segundo disse, com as multas perdoadas e o CPF liberado, o pequeno produtor vai melhorar sua renda sem precisar desmatar mais.

O produtor rural, que possui propriedade de 100 hectares, relatou que tem renda mensal em torno de R$ 500 e que suas terras valem menos de R$ 100 mil. No entanto, ele tem multas por desmatamentos e queimadas que podem chegar a R$ 500 mil. "Fui multado por fogo que colocaram há 30 anos, antes de comprar a propriedade", contou. Desde que foi multado, em 2004, Manoel teve o CPF cancelado e não pôde mais receber nenhum benefício governamental.

Custo
O procurador da Fazenda Nacional da Advocacia-Geral da União Luis Carlos Moraes criticou aqueles que se opõem às alterações do Código Florestal.

Nos cálculos do procurador, a recomposição de todas as áreas desmatadas irregularmente custaria duas vezes o PIB anual do setor agropecuário apenas em replantio, o que representa cerca de R$ 1,120 trilhão, ou 30% do PIBIndicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: - agropecuária, formado por agricultura extrativa vegetal e pecuária; - indústria, que engloba áreas extrativa mineral, de transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil; e - serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB. nacional. ?Quem iria pagar essa conta?? perguntou.

Moraes destacou ainda que o Código Florestal destina-se apenas a 38% do território nacional, porcentual das terras que são privadas. ?Os demais 62%, de terras públicas, são regidos por outras leis, não pelo código?, acrescentou.

Na opinião do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), a origem da pressão contra as alterações do Código Florestal vem do exterior. ?O Brasil vai ser o maior produtor de alimentos do mundo, e estamos incomodando nossos concorrentes na América do Norte, na Europa, na Ásia, que querem barrar nossa produção?, sustentou.

Mobilização
O coordenador da Frente Parlamentar Agropecuária, deputado Moreira Mendes (PPS-RO), adiantou que em 5 de abril a frente vai realizar em Brasília uma mobilização em favor do substitutivo do deputado Aldo Rebelo. "Vamos colocar 10 ou 12 mil produtores rurais de todo o Brasil nas ruas", disse.

Agência Câmara - Brasília
Autor: Maria Neves

*obs: Isso é um caso preocupante e não visa somente ao pequeno agricultor não! essa lei não visa atender somente ambientalistas a lei visa atender ao meio ambiente, pois há um descaso imenso com relação ao meio ambiente tanto da parte governamental quanto da parte agrícola (eng agrônomos e produtores)são pouquíssimas pessoas que estão realmente preocupadas com a manutenção a preservação do meio ambiente, essa diminuição da mata ciliar, implicará em que? Implicará em mais desmatamento, mais poluentes próximos a nascentes e leitos d'agua, mais poluentes na atmosfera provindos de aumento de queimadas etc. Como isso pode ser bom? Como é lançado um projeto de lei assim, onde estão os estudos apoiando essa teoria? Um caso a ser bastante pensado.

texto
Eng agrônomo Tiago T. N. Borges]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16731&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Dourados/MS avalia as perdas com as chuvas na soja </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:48:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio e a Coordenadoria de Defesa Civil de Dourados, iniciaram na sexta-feira um levantamento sobre os estragos do excesso de chuva na safra de soja no município. A avaliação vai apontar se existe necessidade de ser decretada situação de emergência.
Conforme estimativas da assistência técnica, 30% da safra já foi colhida em Dourados. ?Segundo os técnicos que estão auxiliando no estudo, outros setores da agricultura não tiveram grande perda, mas se voltar a chover durante dias seguidos o prejuízo poderá ser maior?, afirmou o coordenador da Defesa Civil, João Vicente Chencarek.


Correio do Estado.]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16730&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuvas provocam aumento de mais de 21% nos legumes </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:48:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os legumes e verduras, em função das chuvas e das altas temperaturas, perdem qualidade e quantidade, e o reflexo disso é o acentuado aumento dos preços - São Paulo

Os setores de Verduras e Legumes fecharam os dois primeiros meses do ano com preços em alta, afirmou a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Somente em fevereiro, os legumes apresentaram a maior elevação entre os setores, com 21,78%. Assim como nas lavoruras de soja, o excesso de chuvas nas regiões produtoras resultou em retração da quantidade ofertada, perda de qualidade e elevação dos preços praticados.

Apesar das altas de preços apresentados pelos setores de verduras, e legumes, Flávio Godas, economista da Ceagesp, afirmou que os preços deste ano ficaram mais baixos que os valores registrados em 2010. "No primeiro trimestre os legumes e verduras em função das chuvas e das altas temperaturas perdem qualidade e quantidade, e o reflexo disso é o aumento dos preços. Os legumes e verduras subiram menos que o esperado, até pelo problema que tivemos no Rio de Janeiro, que é uma grande região produtora. As altas das verduras foram inferiores ao mesmo período do ano passado em 25%, e os legumes ficaram com preços 8% menores ante 2010. Então mesmo com todos os problemas os preços não subiram tanto e ficaram abaixo do esperado", disse ele.

O setor de legumes que apresentou a maior elevação, com 21,78%, teve como destaques a abobrinha italiana, no qual o preço saltou 35,78%, e fevereiro ante o mês anterior, a mandioca com 16,06% e do pimentão verde com 13,9%. Alguns produtos fecharam o mês em queda como o quiabo com queda de -13,7%, do chuchu com 9,8% de baixa e do pimentão amarelo que fechou o mês com queda de 3,14%.

Godas disse que a expectativa é que a partir da segunda quinzena deste mês os preços devam recuar. "Obviamente, as condições do clima serão fundamentais para determinar o volume ofertado e os preços praticados, mas acredito que a partir do meio do mês os valores voltem a baixar".

As verduras também tiveram alta significativa de 15,22%. As principais elevações foram do agrião (30,8%), do brócolis (32,1%) e do repolho (23,53%). As baixas mais significativas foram do coentro (-12,64%) e da alface americana (-3,64%). "As hortaliças são mais sensíveis as chuvas, e isso gera queda de qualidade e diminuição da oferta. O preço da alface caiu 14%, por conta da grande oferta do produto e um consumo menor. Isso deve continuar neste mês de março. A maior oferta é um movimento atípico, pois apenas em junho e julho registramos boa quantidade de alface sendo ofertadas", frisou.

Já os preços dos produtos classificados como diversos, que incluem a cebola, batata e ovos, fecharam com leve alta de 0,94%, com destaque para cebola que teve alta de 5,3% e ovos com, 11,1%. Já a batata lisa teve queda de 2,66%. " O preço dos diversos estão muito baixos, chegam a quase o preço de custo, tanto a batata quanto a cebola, pois a oferta estava muito grande. A tendência é que a oferta recue um pouco, e os preços voltem a subir", contou Godas.

Frutas

O setor de frutas permaneceu com os preços praticamente estáveis, com retração de apenas 0,12%. As principais quedas foram da uva com 24,26%, da manga com queda de 27,2% e da banana nanica que recuou 8,83%. "O setor de frutas está equilibrado porque recebemos frutas de diversas regiões brasileiras e de alguns países, fato este que ajuda a manter a estabilidade".

Entre os produtos que fecharam com alta de preços está a laranja com alta de 20,2%, o abacaxi com 9,92%, e o limão com 6,51. Godas comentou que, por conta de doenças, a laranja teve oferta menor. Outro fator que puxou a alta das frutas foi o maior consumo do produto pelas indústrias.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16729&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produtores querem a retirada de Cerrado e Caatinga da moratória florestal </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:47:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) está mobilizando as entidades de classe dos agricultores da região Oeste para se manifestarem a favor de uma emenda ao relatório do deputado Aldo Rebelo na revisão do Código Florestal. Pelo Artigo 47 do texto proposto pela Comissão Mista do Congresso, que será levado para votação na Câmara, o <b>Novo Código irá impor a proibição total de abertura de novas áreas em todos os biomas florestais brasileiros durante cinco anos.</b> A medida trará sérios prejuízos econômicos e impactos irreversíveis à produção agrícola baiana, tanto no seu principal pólo produtivo, a região Oeste, onde se localizam municípios como Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, São Desidério, Correntina, Cocos e Formosa do Rio Preto, quanto nas regiões da Caatinga, bioma que cobre 70% do território baiano, e é a base da sobrevivência de milhares de pessoas.

O cerrado baiano é uma das mais recentes fronteiras agrícolas do Brasil. Sua ocupação começou há cerca de 20 anos, e hoje, além da produção primária, a agroindústria crescente, a estrutura logística, o comércio e os serviços ligados ao agronegócio reforçam seu desenvolvimento. Os produtores argumentam que a região não terá condições de potencializar sua atividade agrícola, cuja vocação é conhecida e respeitada em todo o mundo.
?Tratar com igualdade situações totalmente diferentes é uma injustiça. O cerrado baiano tem 65% do seu território intacto. Aqui, produtores, Governos do Estado, através da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) e Secretaria da Agricultura (SEAGRI), juntos com a sociedade civil, formularam um dos mais avançados programas de  regularização e adequação ambiental dos imóveis rurais que existem hoje no Brasil. Negar à região, que é altamente produtiva, o direito de produzir mais alimentos e fibras é mais que condenar a população baiana e nordestina. É uma irresponsabilidade com o Brasil e com a população mundial, que cresce e demanda cada vez mais produtos agrícolas?, afirma o vice-presidente da Aiba, Sérgio Pitt.

Lastro vegetal
A caatinga compreende quase todo o estado e concentra as populações mais pobres da Bahia. De acordo com o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, nesta área diversos programas sociais voltados à agricultura familiar estão sendo implantados pelo Governo do Estado, e serão prejudicados caso o relatório seja aprovado como está. ?Esta medida é danosa tanto para a agricultura empresarial, como para a familiar, e atinge em cheio a economia baiana, que tem no setor um dos seus mais importantes lastros?, disse o secretário.
 
As informações são da assessoria de imprensa.

Agrolink

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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16728&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
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<item>
<title>  Monsanto lança Sistema Roundup Ready Plus para manejo das daninhas </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:41:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
Apresentação acontece hoje no 22º Fórum Nacional da Soja, durante a Expodireto Cotrijal 2011, e oferece recomendação mais completa para todo ciclo produtivo, por contemplar soluções sustentáveis em agroquímicos, biotecnologia e práticas agronômicas

A edição deste ano do Fórum Nacional da Soja, realizado hoje (15 de março) durante a Expodireto Cotrijal em Não-Me-Toque (RS), debaterá temas como as prioridades do novo governo, inovações tecnológicas e projeções para o mercado de soja 2011, mas trará também uma novidade para o cultivo de soja. Para levar ao agricultor as melhores recomendações de práticas agronômicas, manejo correto e agindo de modo curativo diante do problema da resistência de plantas daninhas, registrada em algumas áreas do país, e preventivo, onde o problema ainda não é uma realidade, a Monsanto lançará no evento o Sistema Roundup Ready Plus. <b>Trata-se de um sistema de manejo de plantas daninhas que combina a utilização do Roundup com outros princípios ativos, associado às melhores práticas, tecnologias e conhecimentos agrícolas disponíveis no mundo, para que o agricultor tenha a máxima eficiência sobre essas plantas invasoras.</b>

"O manejo de plantas daninhas é encarado pela Monsanto dentro de uma visão mais ampla. Consideramos as culturas e coberturas que entrarão no sistema agrícola do produtor, o conhecimento do ciclo e da biologia das plantas daninhas, as tecnologias atuais disponíveis, as práticas culturais e as opções de herbicidas mais sustentáveis, econômicos e de menor impacto ambiental e na produtividade, buscando atuar na causa do problema de uma maneira preventiva e/ou corretiva. Acreditamos que a difusão de um único sistema, simples, que esteja de acordo com a recomendação dos principais pesquisadores do país e que ainda alie um custo competitivo, poderá ser executado facilmente pelo agricultor, com bons resultados no curto e no longo prazo?, declara Júlio Negreli, gerente de Estratégia da Monsanto e líder da iniciativa de soluções de manejo que apresenta palestra sobre o novo sistema desenvolvido no Fórum Nacional de Soja ao lado de Rodrigo Santos, diretor de Estratégia e Gerenciamento de Produto da Monsanto do Brasil.

Segundo Negreli, o objetivo da Monsanto é fazer a melhor recomendação técnica ao produtor, buscando sempre a longevidade da plataforma Roundup Ready e de todos os benefícios que ela oferece. Para isso, o Sistema Roundup Ready Plus recomenda a adoção de uma série de boas práticas e a utilização de herbicidas específicos que variam conforme a região do produtor, tipo de sistema agronômico utilizado e pragas-alvo, buscando a máxima eficiência e baixo custo. "Queremos que o produtor adote um sistema que visa a eliminar o problema de resistência de plantas daninhas ou evitar que ele venha a ocorrer. A ideia é levar ao agricultor uma recomendação tecnicamente precisa, de forma que ele possa decidir, dentro de um sistema testado e aprovado, qual produto comercial ele prefere usar segundo o princípio ativo mais recomendado para a sua situação", explica Negreli.

<b>Práticas de manejo e resistência
</b>
Quaisquer plantas que se desenvolvam onde não são desejadas e que interfiram nas atividades do homem são consideradas plantas daninhas. Elas podem crescer, se desenvolver e se reproduzir nos diferentes ambientes agrícolas do Brasil e do mundo. Algumas delas apresentam necessidades semelhantes às plantas cultivadas nas lavouras, ocupando os mesmos ambientes e competindo pelos fatores que permitem o crescimento saudável e o desenvolvimento das plantações. Dessa forma, são um problema sério para a agricultura, afetando tanto a qualidade da colheita como a produtividade obtida em cada hectare. Por essa razão, precisam ser controladas.
Não só a existência de plantas daninhas gerais nos campos, mas principalmente o fenômeno da resistência nessas ervas podem levar a um problema maior: a dificuldade no controle e, consequentemente, o aumento no custo da lavoura ? neste último caso, principalmente por conta da restrição ou inviabilização da utilização de determinado grupo de herbicidas, levando ao agricultor a utilização de produtos alternativos e/ou outras práticas agronômicas.

Boas práticas de manejo escolhidas, como rotação de culturas quando apropriado e plantio direto; controle mecânico, com capina manual, algo inviável em lavouras de grande extensão, e uso de arado, cujo resultado é prejudicial ao solo por provocar erosão, entre outros males, são algumas das alternativas de controle dessas plantas daninhas. Pela praticidade de manejo, capacidade de selecionar o alvo (folhas largas e estreitas) e sua "ação curativa", já que outras práticas demandam maior tempo de uso, os herbicidas são a principal ferramenta utilizada pelos produtores para o seu controle.

"O problema é que o controle das plantas daninhas feito exclusivamente à base de herbicidas, a aplicação repetitiva de um mesmo produto ou de produtos com o mesmo mecanismo de ação durante diversas safras agrícolas; a adoção de doses abaixo das recomendadas em bula dos variados herbicidas; sistemas de produção que não contemplam a rotação de culturas, quando necessário, e herbicidas; pequena utilização de controle mecânico de plantas daninhas ou a não eliminação dos escapes de controle dos herbicidas, bem como a não utilização de seqüência de herbicidas para controle de plantas daninhas em uma cultura, cumulativamente fizeram com que algumas plantas daninhas se tornassem resistentes", explica o gerente da Monsanto. "A característica de resistência a um determinado herbicida já existe naturalmente em qualquer população de plantas, devido a sua variabilidade genética, porém em uma freqüência muito baixa. Nesses casos, o herbicida tornou-se o agente selecionador desses indivíduos resistentes, por ter sido usado de forma não associada às boas práticas agrícolas", esclarece Negreli.

Fato natural ocorre em todo mundo. As primeiras plantas daninhas resistentes a herbicidas foram selecionadas com a utilização intensiva e como única ferramenta de manejo dos herbicidas. Os primeiros relatos de resistência de plantas daninhas aos herbicidas, especificamente inibidores de ALS (latifolicidas), ocorreram na década de 1990. O primeiro caso de planta daninha resistente ao Roundup (glifosato) levou aproximadamente 25 anos para ser registrado no Brasil, aparecendo em 2003 com a planta daninha <i>Lollium Multiflorum </i>(Azévem). "Desde então, a Monsanto, junto com pesquisadores especialistas na área, desenvolveu trabalhos com o objetivo de nortear o manejo dessa planta daninha", afirma Negreli. Atualmente, os registros de plantas daninhas em solo nacional são de reportes realizados com três espécies: azevém (<i>Lolium multiflorum</i>), buva (<i>Conyza bonariensis e Conyza canadensis</i>) e o capim amargoso (<i>Digitaria insularis</i>).

<b>Ações que reduzem risco de resistência</b>

O manejo de plantas daninhas em uma propriedade deve ser levado em consideração em longo prazo, por meio de um sistema integrado de controle de produção que envolva métodos culturais, físicos, mecânicos, químicos, além de outros. Portanto, é necessário alterar constantemente as práticas normalmente utilizadas para o controle de plantas daninhas, visando evitar ou retardar o aparecimento de resistentes.

<b>As principais recomendações são:</b>

? Evitar deixar áreas em pousio: 70 a 80% das plantas daninhas que infestarão a próxima cultura de verão são produzidas nesse período.
? Implantar culturas de inverno que permitam utilizar herbicidas com diferentes modos de ação.
? Implantar culturas de cobertura para plantio direto. Solo com boa cobertura vegetal não deixa espaço para as plantas daninhas.
? Caso a área fique em pousio, realizar manejo de pós-colheita, evitando deixar que as plantas daninhas dominem a área e produzam sementes.
? Rotacionar culturas e herbicidas, principalmente em áreas onde há risco ou já tenha estabelecido algum biótipo resistente.
? Utilizar sempre a dose recomendada no rótulo do herbicida.
? Para culturas RR, realizar corretamente dessecação pré-plantio e plantar no limpo.
? Seguir as recomendações de bula e as boas práticas agrícolas.

<b>Indicações para quem enfrenta o problema</b>

Por meio do Sistema Roundup Ready Plus, a Monsanto recomenda aos produtores que enfrentam problemas de resistência de plantas daninhas:1. Manejo apropriado dos herbicidas

- Utilizar herbicidas com pouca atividade residual no solo;
- Otimização da dose, época e número de aplicações;
- Minimizar a aplicação de herbicidas específicos, evitando o uso contínuo de produtos com o mesmo mecanismo de ação;
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferenciados;

2. Rotação de culturas, quando apropriado;

3. Monitoramento após aplicação dos herbicidas;
- Monitorar manchas de plantas daninhas com padrão diferente com problemas de aplicação;
- Eliminar focos iniciais de resistência (evitar produção de sementes);

4. Utilizar práticas não químicas que objetivem o fortalecimento da capacidade competitiva da cultura, representada pelo seu rápido estabelecimento e desenvolvimento;

5. Prevenção da disseminação de sementes por meio do uso de equipamentos limpos e sementes certificadas, entre outros.

"O compromisso da Monsanto é melhorar a vida dos agricultores, ajudando-os a produzir mais, conservando os recursos naturais. Auxiliamos nossos clientes a obter o máximo de vantagens e benefícios das tecnologias e produtos por nós disponibilizados. O Sistema Roundup Ready Plus é um exemplo", finaliza Antônio Smith, diretor de Proteção de Cultivos da Monsanto.

Agricultores de todo o país podem conhecer mais sobre o Sistema Rounduo Ready Plus pelo site: www.roundupreadyplus.com.br

As informações são da assessoria de imprensa da Monsanto.

Agrolink
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Poucas chuvas possibilitaram a retomada da colheita do milho no Paraná </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:28:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
As poucas condições meteorológicas observadas sobre o Paraná nos últimos dias possibilitaram a retomada da colheita do milho safra em quase todas as regiões produtoras do estado. Somente na região leste é que as condições ficaram mais complicadas, devido às chuvas nos últimos dias, impedindo a realização da colheita. Já no Rio Grande do Sul, as boas condições estão propiciando que a colheita avance a passos largos, o que faz com que ela esteja adiantada em relação ao percentual da safra do ano passado e mesmo a da média dos últimos anos. E a produção desses estados continua boa, dentro da média do estado. O mesmo está ocorrendo em São Paulo e Minas Gerais, apesar de que em algumas regiões as chuvas desses últimos dias inviabilizaram a colheita, mas não afetaram os índices de produtividade, apenas estão depreciando os grãos em determinadas regiões, onde a planta se encontra em estágio avançado de maturação.

Em Goiás a situação é um pouco diferente, pois o excesso de dias chuvosos está impossibilitando que a colheita seja realizada e assim as lavouras estão se perdendo no campo, mas até a última sexta-feira (11) as perdas na cultura do milho safra não ultrapassavam os 6%. Contudo, em muitos casos não é a produção que está sendo prejudicada mas a qualidade dos grãos, pois esses estão sendo colhidos com elevados teores de umidade, os que para uns é prejuízo instantâneo e para outros e aumento no custo de produção, já que estão tendo que utilizar mais horas de secador.

Já no Mato Grosso, o problema está sendo com o plantio do milho safrinha, pois o elevado número de dias chuvosos está impossibilitando a colheita da soja e consequentemente o plantio do milho. E quanto mais se atrasa o plantio, maiores são os riscos, pois a janela de plantio para o estado era até o dia 28/02.

Desse modo, como ainda falta 10% das áreas para serem plantadas, essas lavouras serão de alto risco, pois as fases de florescimento e enchimento de grãos poderá coincidir com períodos mais secos, afetando, com isso, os índices de produtividade. Esse mesmo problema está sendo observado também no Paraná, outro grande estado produtor de milho safrinha, pois a janela de plantio terminou em 20/02 e até aquele momento apenas 40% das áreas haviam sido plantadas. E apesar de já estar com 90% das áreas plantadas esse milho também é de alto risco, pois poderá sofrer com as baixas temperaturas e com períodos mais secos, justamente nas fases criticas que são florescimento e granação.

Para os próximos dias, as condições meteorológicas permanecerão inalteradas, ou seja, chuvas no centro-oeste e sudeste e tempo mais aberto no sul. As informações partem do boletim Somar de Meteorologia. (CBL)

Só Notícias
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Dourados/MS avalia prejuízo da chuva nas lavouras </title>
<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 10:26:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Indústria e Comércio e da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, iniciou um levantamento sobre a situação da safra de soja no município. A avaliação vai apontar se existe necessidade de ser decretada situação de emergência.

Representantes da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Banco do Brasil, Sindicato Rural, Aeagran (Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados), além de empresas de planejamento agropecuário e cooperativas, participaram nesta sexta-feira de uma reunião no auditório José Cerveira, no CAM (Centro Administrativo Municipal), para discutir as medidas.

O coordenador da Defesa Civil, João Vicente Chencarek, um dos responsáveis pela avaliação, explicou que o levantamento está sendo elaborado com base nas informações sobre a situação atual da safra de soja.

Conforme estimativas apresentadas na reunião, 30% da safra já foi colhida em Dourados. ?Segundo os técnicos que estão auxiliando no estudo, outros setores da agricultura não tiveram grande perda, mas se voltar a chover durante dias seguidos, o prejuízo poderá ser maior?, afirmou o coordenador da Defesa Civil.

Chencarek informou que na próxima semana os responsáveis pela avaliação devem apresentar ao prefeito Murilo Zauith o resultado do levantamento, assim como o relatório da Secretaria Municipal de Obras sobre a situação das estradas vicinais por onde a safra é escoada.

"Após a conclusão do balanço o prefeito deve decidir se vai ou não decretar situação de emergência em Dourados", ressaltou o coordenador da Defesa Civil.

MS Notícias
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16724&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Soja/CEPEA: Colheita e expectativa de maior oferta diminuem cotações </title>
<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 12:09:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Os preços de soja e derivados foram pressionados na semana passada pelo avanço da colheita no Brasil e expectativa de que o USDA apontasse maior oferta global. De fato, conforme levantamentos do Cepea, no Sul do Brasil, a colheita foi favorecida pela redução das chuvas, mas no Centro-Oeste o clima ainda dificulta avanços mais expressivos dos trabalhos de campo. Enquanto isso, as negociações no spot continuam lentas, de acordo com pesquisas do Cepea. Quanto aos preços, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá caiu 4,1% entre 4 e 11 de março, finalizando a US$ 29,66/sc de 60 kg (em moeda nacional, a baixa foi de 2,9%, para R$ 49,41/sc) na sexta-feira, 11. O Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) teve queda de 3,6% no mesmo período, fechando a R$ 46,06/sc.

Cepea/Esalq
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16690&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produtores rurais aceleram colheita em Campo Mourão/PR </title>
<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 12:08:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
 
Desde a segunda quinzena de fevereiro, as máquinas estão no campo colhendo a safra 2011. Até agora, mais de metade da área total plantada com soja, de 575 mil hectares, já foi colhida na região. O receio de muitos produtores quanto a estragos com a seca no período de plantio e as chuvas que marcaram as primeiras semanas de colheita não tem se confirmado e os resultados preliminares são ainda melhores do que em 2010, considerado um ano muito bom para a cultura.

No ano passado a área plantada com a cultura era 570 mil hectares, um crescimento de pouco mais de 1%. Nos 24 municípios que pertencem ao Núcleo Regional da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), a média está sendo de 130 sacos por alqueire. ?O ano passado já foi um ano excepcional para a agricultura em termos de rendimento e estamos um pouco acima da média de 2010 e este número ainda pode aumentar com o fechamento da safra?, coloca Anderson dos Santos, economista do Departamento de Economia Rural (Deral) da Seab.

O economista apontou que a maioria da produção está em ponto de colheita e que chuvas prolongadas poderiam trazer prejuízos aos agricultores. ?Para ter problema seriam precisos de 10 a 15 dias com chuva seguidos. Mas os produtores não precisam se preocupar, as previsões apontam que até amanhã a possibilidade de chuva ainda é grande, mas para a próxima semana o céu volta a ficar limpo?, coloca.

Até o momento, poucas perdas foram registradas na safra. ?Somente em casos isolados. No começo da colheita, em regiões que normalmente são colhidas mais cedo, atrasou um pouco pela chuva e alguns produtores registraram perdas, mas agora normalizou isso e na média geral está sendo muito positivo o resultado.?

O produtor ganha com a produtividade e, ao contrário de anos anteriores, ganha também com o preço. Neste mesmo período, na safra 2010, a saca de soja de 60 quilos era vendida a R$ 31,00. Hoje a mesma saca está a R$ 43,50.

Para o diretor presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa, José Aroldo Gallassini o bom momento vivido pela agricultura pode ser explicado, entre outros fatores, pelos estoques mundiais baixos, o comportamento do dólar e a crise em alguns países. "Os preços já estão altos hoje e podem continuar assim durante o ano. Quando a produção é boa já é meio caminho andado; porém é na hora de vender a safra que o agricultor define se a comercialização será lucrativa ou não", analisa.

No início da colheita, o grão chegou a R$ 48,00. "A tendência é que volte a subir esse preço", acrescenta Santos. A comercialização, grande gargalo da produção agrícola, também está vivendo um bom momento. "Tivemos um avanço de vendas antecipadas este ano. Na média geral do Estado, já é mais de 30% comercializado. Muitos produtores aproveitaram no começo que o preço estava muito alto e já garantiram o rendimento."

<b>Milho ganha espaço</b>

Motivados pelo preço, muitos agricultores estão voltando a apostar no milho safrinha e as máquinas precisam dividir seu tempo entre a colheita da soja e o plantio da safrinha. ?Virou basicamente uma febre, muita gente está plantando. O preço é o grande incentivador. Para se ter uma ideia da mudança na situação para a cultura, no ano passado, nesta época o milho era comercializado a R$ 13,00 a saca?, elenca Santos. Hoje o produto é vendido até por R$ 23,40, alta de 70% no valor de mercado.

Em 2010, muita área que agora recebe as sementes de milho estava parada. ?Muita gente tinha plantado aveia ou com áreas sem produção. Nossa primeira estimativa aponta que o milho safrinha vai ter uma área de 250 mil hectares, uma elevação de 20% com relação ao ano passado e este número pode aumentar, conforme avança o plantio.? Segundo ele, após anos de sucessivas perdas, o produtor hoje só tem a comemorar. ?Não tem do que ele reclamar, o rendimento está bom e o preço também tem ajudado?, finaliza.

Tribuna do Interior
Autor: Ana Carla Poliseli
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16689&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produção em Querência/MT está ameaçada pelo Ibama </title>
<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 12:05:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
Cerca de 12 mil hectares de soja cultivados na região de Querência, no nordeste de Mato Grosso, estão prestes a apodrecer no campo. Não bastasse o longo período de chuvas que assolam as lavouras, agora, o andamento da colheita está interrompido de vez por força de embargos ambientais expedidos pelo IBAMA, por falta de licenciamento ambiental. São 87 interdições, sendo 34 em propriedades privadas e 53 no assentamento Pingo D?Água.

De acordo com o assessor jurídico e ambiental que atua na região, Marcelo da Cunha, a principal queixa dos produtores quanto aos embargos é que das 34 propriedades, 33 aderiram ao programa de regularização ambiental do Estado, o MT Legal. Do montante, 10 propriedades possuem o CAR (Cadastro Ambiental Rural), enquanto que o restante dos processos protocolados está emperrado na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), aguardando liberação. ?O município tem 80,51% das áreas inseridas na base cadastral do Estado. Isto mostra o comprometimento da região com o cumprimento da legislação?.

Segundo Cunha, além da interdição das áreas, os servidores do órgão estão orientando as armazenadoras a não comprar soja das propriedades vistoriadas. ?Temos o caso de um produtor que, mesmo com o CAR, tem 95 hectares embargados de uma área de 900 ha, e não consegue vender um grão de soja sequer por conta das autuações?.

Segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Prado, um acordo entre a Sema e o Ibama garante, por meio do MT Legal, que todos os produtores que buscarem a regularização até o prazo de 16 de novembro de 2012 não sofrerão penalidades ambientais.

Diário de Cuiabá
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16688&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva ajuda o campo em Rio Grande </title>
<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 11:28:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ 
As chuvas que caíram nos últimos dias contribuíram para amenizar a forte estiagem que atingiu a região de Rio Grande nos últimos quatro meses. O volume pluviométrico registrado somente na última quinta-feira atingiu 212,8 milímetros - o triplo da média mensal. Apesar de terem causado alagamentos em várias regiões, as chuvas serviram para molhar a terra e deixá-la pronta para o plantio das culturas de inverno no Interior. A seca resultou em perdas significativas no setor primário neste verão, com impacto nas lavouras e na pecuária. As perdas na bacia leiteira chegaram a 30%. Já os hortigranjeiros somavam prejuízos de 60%, e a manutenção do gado de corte, de 30% a 40%.

Na semana passada, os agricultores de Rio Grande receberam o primeiro auxílio. A Defesa Civil do Estado repassou 200 caixas d'água com capacidade de 500 litros cada e 200 cestas básicas destinadas aos produtores rurais. No entanto, a Defesa Civil local ainda aguarda nova ajuda governamental.

Correio do Povo
Agrolink
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16684&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio do milho avança em Dourados </title>
<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 13:57:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Correndo contra o prazo concedido pelo zoneamento agroclimatico do Ministério da Agricultura para o plantio do milho safrinha, os agricultores de Dourados e região conseguiram avançar nos trabalhos e até esta quinta-fiera (10) a assistência técnica estimativa que de 25% a 30% da área do cereal está semeada. E esse é o percentual também da colheita da soja.

Em alguns dias de março, o sol apareceu em certos períodos o que garantiu o colheita da soja, atrasada pelas chuvas. Isso permitiu que as sementes de milho fossem lançadas na seqüência e com o solo úmido e as pancadas de chuva a germinação foi garantida.

Inicialmente o zoneamento terminaria no dia 28 de fevereiro, mas o governo federal ampliou o prazo para o dia dez de março. Mas, diante das reclamações de que o prazo seria insuficiente pelo atraso com a soja, novamente o prazo se alongou para o dia 20.

Na opinião de agrônomos, se o tempo continuar quente, mesmo que fique nublado e com garoas isoladas, os produtores de Dourados deverão plantar a área pretendida, com obediência a data limite e a assinatura do seguro rural contra variações do clima, basicamente, seca e geada.

Na safrinha passada foram plantados em Dourados 50 mil hectares de milho respeitando as regras do zoneamento e outros 10 mil sem obedecer os prazos do Ministério da Agricultura, ficando os produtores com os riscos inerentes as variações climáticas.

Correio do Estado.
Autor: Cícero Faria
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16637&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Agricultores de MS podem perder metade da safra com as chuvas </title>
<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 13:55:15 -0300</pubDate>
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De uma safra recorde de grãos para uma das piores safras dos últimos anos. Com chuvas incessantes, os 10 primeiros dias de março derrubaram as perspectivas dos produtores de Mato Grosso do Sul de recuperar as perdas arroladas nos últimos seis ciclos agrícolas. A Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) está fazendo levantamento, mas as estimativas apontam média de 50% de perdas na safra da soja. Em valores, os prejuízos podem chegar a R$ 1,5 bilhão.

Os municípios da região Norte do Estado foram os mais prejudicados, com perdas acima de 50% da área plantada. Boletim técnico emitido pela Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), escritórios de planejamento rural, Prefeitura Municipal e Sindicato Rural de São Gabriel d?Oeste indicam perdas de 60% da soja. ?São três milhões de sacas perdidas?, contabiliza o presidente do Sindicato Rural do município, Julio Cesar Bortolini. E como se não bastasse os prejuízos com a soja, os produtores temem pelo plantio do milho safrinha, produzido na mesma área, cujo prazo de zoneamento estendido pelo Ministério da Agricultura (Mapa) vai até o próximo dia 20.

Nos municípios mais ao Sul do Estado, a estimativa é de comprometimento entre 40% e 50% da soja. ?O estrago se dá não somente na quantidade, mas na qualidade da soja que poderá ser colhida. Temos um grão com cerca de 45% de umidade, quando o normal para a colheita fica entre 15% e 18%. A soja fica ardida e inicia o processo de germinação dentro da vagem, resultando em um produto de baixo valor comercial?, enfatiza o assessor técnico para a área da agricultura da Famasul, Lucas Galvan.

A recomendação da Federação é de que os produtores façam laudos técnicos para mensurar a perdas. Os danos já registrados comprometem os dados divulgados nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre a perspectiva de super safra. Para Mato Grosso do Sul, a estimativa era de uma colheita de 5,4 milhões de toneladas. "São dados que não se aplicam mais", enfatiza Galvan. Pesquisa da Federação realizada entre os 20 principais municípios produtores de soja realizada no final de fevereiro apontou um índice de produtividade que chegava a 60 sacas por hectare em algumas áreas, bem acima da média nacional, que é de 48 sacas/hectare, segundo a Conab. Esses dados também vão ficar para registro do que era para ser uma safra recorde.

A busca por uma estimativa real das perdas é motivada pela necessidade de dados para buscar soluções que minimizem os prejuízos e embasar a decretação de situação de emergência nos municípios atingidos, o que possibilita aos produtores renegociar dívidas. O presidente da Famasul, Eduardo Riedel, se reunirá nos próximos dias com representantes de trades e instituições financeiras, buscando uma solução conjunta para amenizar as perdas e soluções para amparar os produtores. "O setor da agricultura funciona em cadeia. Em situação de perdas como essa, os danos atingem todos os elos do setor", enfatiza Riedel.

Correio do Estado.
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16636&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuva provoca perdas na safra de soja em MS </title>
<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 13:53:55 -0300</pubDate>
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As chuvas contínuas que atingiram Mato Grosso do Sul, quinto maior produtor de soja do país, desde o final de fevereiro afetaram de alguma forma cerca de 80 da área cultivada com soja no Estado, de acordo com estimativa inicial da associação que reúne os produtores.

"A safra que poderia ser uma das melhores do Estado agora vai ter perda de produtividade e qualidade (dos grãos)", disse Lucas Galvan, assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).

De acordo com levantamento inicial da Famasul, as perdas de produtividade variam de 60 por cento no norte, nos municípios de São Gabriel do Oeste, Chapadão do Sul e Costa Rica, a 40 por cento no centro-sul do Estado, em Maracaju, Sidrolândia, Rio Brilhante, entre outros.

Segundo ele, foram dez a doze dias de chuvas contínuas que afetaram a região norte, cuja safra corresponde a cerca de 30 por cento da produção do Estado, e o centro-sul, com 50 por cento de participação.

O assessor explicou que a Famasul ainda não tem uma estimativa de quanto será a redução na safra total de soja do Estado, porque no extremo sul e parte sudoeste de Mato Grosso do Sul as chuvas diminuíram e as máquinas estão no campo para a colheita.

A previsão inicial era de uma safra recorde de 5,5 milhões de toneladas em 2010/11, com uma produtividade recorde de 3.100 kg por hectare. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima produção do Estado em 5,4 milhões de toneladas.

Mas o clima chuvoso, que coincidiu com a colheita, deve reduzir a produtividade média do Estado em até 40 por cento, segundo a Famasul, além de deixar grãos com alto nível de umidade.

"A umidade dos grãos está entre 20 a 30 por cento, quando o normal é 15 a 17 por cento. As armazenadoras não querem receber a soja ou quando recebem dão descontos", afirmou Galvan, ressaltando que o problema também reduzirá a lucratividade dos produtores.

O especialista da Somar Meteorologia, Celso de Oliveira, disse que em muitas áreas a soja apodreceu e germinou no pé. "Em algumas áreas não dá para fazer mais nada, perdeu completamente", afirmou.
Ele explica que o Mato Grosso do Sul fica em região plana, banhada por rios que nascem em Mato Grosso, onde também está chovendo muito. "Por ser plano, os rios demoram muito a esvaziar. Mesmo com chuvas parando, os rios continuam subindo se as chuvas continuam nas nascentes (em MT)", disse.

Oliveira confirmou que os produtores que estão em áreas mais altas já retomaram a colheita de soja. "A chuva (em Mato Grosso do Sul) a partir de agora ficará bem mais fraca", afirmou.

<b>CAUTELA
</b>
Para Fernando Muraro, analista da Agência Rural, ainda é difícil fazer uma estimativa precisa sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram o Mato Grosso do Sul na última semana.

Contudo, ele considera que as precipitações terão algum impacto. As chuvas foram mais intensas na divisa entre Goiás e Mato Grosso do Sul

"Vai dar uma afetada sim, neste momento não dá pra fazer uma avaliação correta. Mas sabe-se que é bem pontual também, são algumas regiões", disse ele, referindo-se ao norte de Mato Grosso do Sul.

Mas igualmente ele afirmou que a situação para o produtor pode ficar pior se o tempo impossibilitar trabalhos de colheita nos próximos dias.

"A coisa complica se neste final de semana não der colheita... Ainda é muito cedo para falarmos em perdas."

Reuters
Autor: Por Fabíola Gomes
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>  Chuva alaga lavouras e alerta para prejuízo em São Lourenço do Sul/RS </title>
<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 13:52:47 -0300</pubDate>
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Com as lavouras e parte do rebanho debaixo d''água, os produtores de São Lourenço do Sul esperam o nível descer para calcular os prejuízos. Ainda não há estimativa do tamanho do vazio que as chuvas deixarão no campo, mas a enxurrada que assolou o município atingiu, pelo menos, 5 mil famílias que dependem da agropecuária.

Dos 10 mil hectares cultivados com arroz no município, apenas 10% foram colhidos, o que indica possível quebra na produtividade média, até então projetada em 6,5 mil kg/ha. O cenário repete-se nos 16 mil hectares de milho, que poderiam render 3,6 mil kg/ha. Na soja, o temor é ainda maior, já que a colheita dos 9 mil hectares nem começou e, provavelmente, a produtividade não atingirá os 2,4 mil kg/ha.

A situação das plantas ainda em solo é uma incógnita já que a interrupção de acessos impede que seja feito qualquer levantamento, mas as perdas já são classificadas como "significativas", segundo o superintendente da Conab, Carlos Farias. Contudo, informa ele, o impacto na produção do Estado deve ser mínimo. Técnicos da Conab farão novo levantamento na próxima semana para avaliar os danos. Mesmo procedimento será adotado por equipes do Irga e da Emater. "Temos dificuldade em ver in loco o que ocorreu", disse o diretor técnico da Emater, Gervásio Paulus.

Correio do Povo
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Aberta colheita do milho no RS </title>
<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:19:01 -0300</pubDate>
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A boa produtividade das lavouras de milho da região Norte do RS elevou o ânimo da Primeira Abertura Oficial da Colheita, nesta quarta-feira (2), no distrito de Barreiro, em Ijuí. Apesar da previsão de queda de 8,5% na colheita, estimada em 5,146 milhões de toneladas pela Emater, há plantações rendendo mais de 6 mil quilos/ha, marca 27,6% acima da projeção média de 4,7 mil quilos/ha. Contudo, na Metade Sul, os efeitos da seca foram severos e alguns agricultores colhem apenas 1,5 mil quilos/ha. O impacto do La Niña na produção estadual só não é maior porque a região responde por apenas 10% da safra.

O cenário, informa o agrônomo da Emater Dulphe Pinheiro Machado Neto, indica preços aquecidos. "No ano passado, nesta época, a saca estava a R$ 21,00. Agora está em média a R$ 23,90, por reflexo do mercado internacional, principalmente da utilização do milho no etanol pelos EUA", relatou.

Mas a tendência bons preços não é sinônimo de renda no campo. Durante a cerimônia, realizada na propriedade do agricultor Antenor Vione, o presidente da Associação dos Produtores de Milho do Estado, Cláudio de Jesus, pediu ao Estado empenho para que a cultura tenha estabilidade de preço e um seguro agrícola. O secretário da Agricultura, Luiz Mainardi, disse que o milho tem papel estratégico para fortalecer o agronegócio, pelo envolvimento com as cadeias de leite, suínos e aves.

Correio do Povo
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas em Mato Grosso atrasam safra 2011 </title>
<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:18:04 -0300</pubDate>
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As chuvas tornaram a atrapalhar a safra 2010/2011 de grãos em Mato Grosso. O milho segunda safra segue como o mais prejudicado e terá seu plantio estendido para após o dia 8 de março. Mesmo estando com 45,8% de sua área semeada (1,81 milhão de hectares), até 24 de fevereiro, o atraso com relação a safra anterior é considerado de 39,3 pontos percentuais (p.p). Segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea-MT), até o dia 25 de fevereiro de 2010 os produtores de milho haviam plantado 85,1% da área. Em comparação a semana do dia 17 de fevereiro a semeadura do milho safrinha avançou 11,2 p.p.

Conforme o Imea, nas regiões norte e oeste o atraso no plantio do milho, devido às chuvas e ao atraso da colheita da soja, é de 55,8 p.p e 54,5 p.p., respectivamente. Até o momento na região norte foram semeados apenas 39,9% dos 13,6 mil hectares, e na região oeste 33,3% dos 288,1 mil hectares. Já a região nordeste é que está mais avançada nesta safra. Dos seus 73 mil hectares, 61% já foram plantados e o atraso com relação a safra passada do milho é de apenas 15 p.p.

No Estado, o município mais prejudicado pelos atrasos de colheita da soja e plantio do milho, de acordo com diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Arioli, é Campo Novo do Parecis. "Nos últimos dias choveu muito no município e isso tem prejudicado os produtores na localidade. Deveremos estender o plantio do milho safrinha para após o dia 8 de março em todo o Estado devido a tais atrasos ocasionados pelo clima". Até o dia 24 de fevereiro, Campo Novo do Parecis havia semeado apenas 33% dos seus 100 mil hectares de milho.

Soja ? A colheita da soja até o dia 24 de fevereiro encontrava-se, segundo o Imea, em 25,5%. Ao todo, foram plantados 6,41 milhões de hectares da oleoginosa no Estado. Apesar do avanço de 7,2% em relação a semana do dia 17 de fevereiro, a colheita do soja segue atrasada em 24,4 p.p, em comparação ao período na safra 2009/2010. Levantamento do Imea aponta que a região mais atrasada na colheita é a médio norte com 34,6 p.p em relação ao ciclo passado.

Na região oeste, onde já há relatos de perdas de produtividade devido às chuvas, o atraso é de 21,8 p.p. "Já estamos registrando perdas devido às chuvas, contudo ainda é difícil precisar de quanto é e será esta perda. Apesar disso, a produtividade da soja na safra 2010/2011 será mais que a do ciclo passado", salienta Arioli. Mesmo com os problemas climáticos os municípios de Lucas do Rio Verde e Sorriso, na região médio-norte, foram os que mais avançaram na colheita, de uma semana para outra.

Só Notícias
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas desligam colheitadeiras no PR </title>
<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:17:08 -0300</pubDate>
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As colheitadeiras estão estacionadas em boa parte das fazendas de soja do Noroeste do Paraná à espera de uma trégua do clima. Em Umuarama, choveu o dobro do normal somente em fevereiro, estima o técnico do Departamento de Economia Rural (Deral) na cidade, Ático Ferreira. Até agora, 20% da soja foi colhida no Noroeste, contra 50% nesta época do ano passado. O grande volume de água que cai sobre a região, no entanto, ainda não compromete a produtividade. "Acredito em rendimentos acima de 50 sacas (60 quilos) por hectare", calcula Ferrreira.

Com cerca de 160 hectares destinados ao grão nesta temporada, Carlos Quagio, de Perobal, tem conseguido ultrapassar o índice de 2009/10. Nos quase 30 hectares já colhidos, o produtor retirou 56 sacas por hectare, contra média de 42 sacas no ano anterior. "Na safra passada tive problema com a seca após o plantio. Já neste ano deu para contar nos dedos a quantidade de dias de sol", afirma.

Não bastasse o alto volume de chuvas que levou as colheitadeiras para baixo dos galpões, alguns produtores do Noroeste do Paraná ainda se preocupam com o aparecimento de um imenso batalhão de percevejos nas lavouras de soja, conferiu a Expedição Safra Gazeta do Povo. O inseto é o principal suspeito pela incidência da haste verde, ainda pontual na região. O problema é conhecido por afetar a formação de grãos de soja e obriga os operadores de máquinas a diminuir a rotação das colheitadeiras. Ao se alimentar das plantas, o inseto injeta uma toxina que afeta a qualidade do grão de soja e também o bolso dos produtores. Quanto maior o índice de variações dos grãos, maior é o desconto na hora da venda.

"Em 30 anos de atividade, nunca vi um ataque tão grande como o de agora", conta Quagio, que vê 80% da área tomada pela praga.Para o fitopatologista da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Londrina, Rafael Soares, o ataque de percevejos pode estar relacionado com as constantes chuvas, que impedem a fixação dos inseticidas. Mas para chegar a um diagnóstico é preciso analisar as lavouras in loco.

Gazeta do Povo
Autor: Cassiano Ribeiro
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita da soja está mais avançada em Lucas e Sorriso </title>
<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 12:15:52 -0300</pubDate>
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Lucas do Rio Verde e Sorriso são os municípios mais adiantados com a colheita da soja em Mato Grosso. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), já foram colhidos 40% e 38%, respectivamente, das áreas plantadas nestas localidades.

Lucas tem uma área plantada estimada em 230 mil hectares, enquanto que Sorriso tem 600 mil hectares destinados ao grão. Outro município grande produtor no Estado é Sapezal, com 350 mil hectares, já colheu 33% da área plantada.

Conforme Só Notícias já informou, a colheita do grão no Estado avançou 7,3% em uma semana. Até ontem, foram colhidos cerca de 25,6% do total da área plantada estimada em 6,4 milhões de hectares. No mesmo período do ano passado, 50% da área plantada já havia sido colhida pelos produtores do Estado, ou seja, um atraso de 24,4% em relação as duas safras.

&#8232;&#8232;Das principais regiões produtoras do grão, o Médio-Norte já colheu 28,5% do total da área estimada em 2,5 milhões de hectares. O Sudoeste, com área semeada em 1,5 milhão de hectares, colheu 25,3%. O Oeste, 930,2 mil hectares, já foram colhidos 24,5%.

&#8232;Já nas regiões Nordeste (694,2 mil hectares) e Centro-Sul (413,1 mil hectares) foram colhidos 15,6% e 19,1%, respectivamente, das áreas plantadas da oleaginosa. Noroeste (261,2 mil hectares) e Norte (39 mil hectares) colheram 37,9% e 30,4%, respectivamente, das áreas destinadas ao grão.

Só Notícias
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16500&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Morte da pastagem preocupa produtor </title>
<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 12:14:19 -0300</pubDate>
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A morte das pastagens é um assunto que preocupa pecuaristas de todo o Brasil. Em Mato Grosso o problema se alastra por quase todos os municípios. O técnico da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Francisco Idelfonso da Silva conta que no começo deste ano recebeu dezenas de reclamações sobre este assunto. O aumento dos registros em 2011 se deu em função do longo período de seca que ocorreu em 2010. O pesquisador acrescenta que já foram identificados vários motivos para a morte das pastagens e que, em função disso, cada caso deve ser analisado e tratado individualmente.

Em Mato Grosso o primeiro registro de morte de pastagem aconteceu em 1993, na região de Mirassol D"Oeste. De acordo com Francisco, um produtor observou o problema em algumas áreas de pastagens em sua propriedade e procurou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Diante da situação, várias entidades de pesquisa se uniram para discutir o assunto. Desde então centenas de amostras de solo e de capim chegam na Empaer para serem analisadas. A cada ano, a equipe de pesquisadores registra um novo problema que pode causar a morte das pastagens.

Solo argiloso é um dos fatores identificados pela equipe de pesquisadores da Empaer. Francisco explica que por causa do manejo incorreto várias áreas acabaram compactadas. Dessa forma a planta não consegue retirar os nutrientes do solo para se alimentar e sobreviver. "A terra parece pedra", explica. Este problema foi registrado nos municípios de Araputanga, Pontes e Lacerda, Mirassol D"Oeste.

A alta incidência dos fungo nas pastagens dos municípios de Juína, Aripuanã, Alta Floresta e Sinop é o principal motivo da morte do capim. Os mais agressivos são o Rhizoctonia solani e o Fusarium. "Já analisamos muitas amostras desta região e todas apresentam o mesmo problema".

O solo arenoso, o percevejo castanho e a cigarrinha também fazem parte da lista das causas da morte das pastagens. Mas não é só isso. Solos pobres também podem estar na origem do problema. "Diante de tantas causas, o ideal é que cada pecuarista procure um profissional para avaliar a situação na sua área."

Solo encharcado também está entre os causadores. O pesquisador da Embrapa, Judson Ferreira Veltim garante que a morte das pastagens é conseqüência do plantio do brizantão em solos que ficam encharcados durante o período chuvoso. "Como o custo de desmatamento de um hectare de floresta é 2 ou até 3 vezes menor do que o custo de recuperação de uma área degradada de igual tamanho, os produtores acabam optando pela alternativa mais simples e de menor dispêndio, avançando sobre as florestas".

O pesquisador da Empaer também chama a atenção para a necessidade da recuperação das pastagens. Segundo ele, em muitas regiões de Mato Grosso o solo é utilizado há dezenas de anos sem nunca ter recebido nenhum tipo de adubação. "Nem mesmo o calcário", frisa. Com isso o solo vai empobrecendo. Em muitos casos fica compacto ou com erosões.

Gazeta Digital - Cuiabá.
Autor: Elaine Perassoli]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Silagem é alternativa para alimentar gado durante a seca </title>
<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 14:42:41 -0300</pubDate>
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A silagem está sendo a alternativa para garantir a auto-suficiência na produção leiteira durante a seca, principalmente no próximo inverno, nas pequenas propriedades rurais dos assentamentos de Corumbá (MS). Com apoio da Prefeitura Municipal, os produtores estão iniciando a formação de pastagem para garantir alimento do rebanho bovino. A parceria foi estabelecida em 2007 e, na semana passada, o Município realizou a entrega de sementes de milheto e braquiária para o plantio de 48 hectares de pasto, que será utilizado no processo.

A distribuição de sementes faz parte do Programa Municipal de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite (Pantaleite). A entrega foi comandada pela presidente da Fundação de Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário, Luciene Deová, na propriedade do presidente da Associação dos Produtores Rurais dos Assentamentos de Corumbá (APRAC), Adão Fernandes Santana, 49 anos, no assentamento Taquaral, Agrovila II, lote 249. Foram atendidos 48 pequenos produtores, 20 dos quais receberam sementes de milheto e braquiária para plantio consorciado e outros 28 somente de braquiária.

O agrônomo Luis Auri Pereira, técnico da Prefeitura, ressaltou que o sistema tem obtido ótimo resultado nas propriedades localizadas nos assentamentos existentes na região de fronteira com a Bolívia. "Eles estão recebendo a semente agora. O plantio será em seguida e, em 90 dias, ocorrerá a colheita para que possamos iniciar o processo de silagem", explicou, lembrando que o milheto está substituindo o sorgo, por ser mais resistente na estiagem, com rebrota mais rápida e capacidade de produção de dois anos, além de ser mais aceito pelo animal.

Luis Auri vem acompanhando o processo de silagem nos últimos três anos nos assentamentos de Corumbá e a avaliação dos resultados é positiva. Conforme ele, há casos de produtores rurais que já conseguiram armazenar até 35 toneladas em um único período, como aconteceu na propriedade rural de José Dílson de Jesus Vieira, 36 anos, proprietário do lote 169, no Taquaral. "Passei o inverno engordando o gado e até aumentei a produção de leite no período", revelou.

O feito ocorreu no primeiro ano de silagem. O produtor plantou sorgo e milho e aproveitou outros tipos de forrageiras para fortalecer a alimentação do gado. "Vou fazer o mesmo este ano e a minha expectativa e conseguir armazenar maior quantidade ainda de alimentos para atender o gado", enfatizou. Ele é proprietário de 60 cabeças e quer incrementar ainda mais a produção leiteira. O presidente da APRAC também está otimista com o plantio. "A silagem foi o que me segurou nos dois anos anteriores", lembrou, já planejando uma produção maior para aumentar o rebanho bovino.

Midiamax
agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16461&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ferrugem: Quarenta e dois focos estão confirmados em MT </title>
<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 14:41:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Doença avança neste mês em decorrência das chuvas. Sorriso é o recordista

Em pleno período de colheita, os produtores mato-grossenses estão de frente com a maior ameaça à soja: a ferrugem asiática. A doença, que no ano passado causou estragos às lavouras em várias regiões do Estado, voltou com força neste mês de fevereiro com a intensificação das chuvas. Resultado: o número de focos, que em janeiro era de apenas quatro, aumentou em mais de dez vezes, saltando para 42. Foram coletadas 1,5 mil amostras. A recomendação é de atenção redobrada, pois pode haver uma explosão de focos no próximo mês, conseqüência do clima quente e úmido em todo Estado.

Segundo o gerente técnico da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja/MT), Luiz Nery Ribas, o município com a maior incidência de focos até agora é Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), com 25 casos confirmados no ciclo atual (2010/2011). ?Mas em todo o Estado a doença já está presente nas lavouras?, lembra.

Na opinião do agrônomo, os focos se multiplicaram devido às chuvas seqüenciais que caíram sobre o Estado, nos últimos dias. "Já acionamos o sinal vermelho para os produtores", disse, recomendando "monitoramento intensivo e permanente" nas lavouras por causa do tempo chuvoso, clima que pressiona o fungo e favorece o aparecimento da ferrugem. "Estamos recomendando atenção redobrada do produtor neste momento em que todos se voltam à colheita. As condições são propícias, considerando o clima quente e úmido comum neste período do ano'.

Nery alerta que a colheita aumenta a pressão sobre o fungo causador da ferrugem. "Como o plantio este ano foi concentrado nos meses de outubro e novembro, devido ao atraso das chuvas, corre-se o risco de haver uma explosão de focos no mês de março". Ele diz que a situação é muito preocupante, "pois ainda temos muita soja para colher no Estado".

No ano passado, as perdas atingiram principalmente a soja de ciclo médio. Nery Ribas aconselha o produtor a não descansar. "É necessário fazer o monitoramento da safra, acompanhar o sistema de alerta Antiferrugem, que está disponível no site da Aprosoja, e fazer a aplicação de fungicidas recomendados pelos profissionais da área. O produtor tem de fazer quantas aplicações forem necessárias, sem economizar fungicidas".

De acordo com os técnicos, ano após ano vem aumentando a resistência da doença aos fungicidas, o que tem exigido maior número de aplicações. Ribas informou que os focos de ferrugem tendem a aumentar nos próximos dias.

Este ano, em decorrência do prolongamento da seca de 2010, os produtores terão de redobrar a atenção e fazer o monitoramento permanente da lavoura porque os ataques poderão ser mais agressivos.

CICLO 09/10 - Na safra passada, 623 focos foram registrados no Estado, com um total de 4 mil amostras colhidas. A média foi de três aplicações, mas algumas lavouras chegaram a fazer até quatro aplicações de fungicidas nas regiões mais críticas como Vale do Araguaia e leste mato-grossense, em função da realização de plantios tardios.

Em 2010, as condições climáticas - muito calor e alta umidade - provocaram a proliferação do fungo da ferrugem em várias regiões, gerando prejuízos aos produtores, já que a doença restringe a produtividade.

As regiões com o maior número de registros foram oeste, norte, sul e leste. Itiquira, Alto Taquari, Guiratinga, Pedra Preta, Sinop, Sorriso, Campos de Júlio, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Tangará da Serra, Lucas do Rio Verde, Diamantino e Nova Ubiratã.

Diário de Cuiabá
Autor: MARCONDES MACIEL
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16460&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva castiga aviários e agricultura no RS </title>
<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 10:13:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Enquanto a Metade Sul sofre com a estiagem, chuvas localizadas em outras regiões do Estado prejudicam agricultores e pecuaristas. No município de Chapada, que produz 120 mil litros de leite/dia, ontem, 17 produtores ficaram sem coleta do produto porque as estradas do Interior estão intransitáveis. Em Sarandi, agricultores registram perdas nas lavouras de milho, que foram alagadas com a precipitação.

Situação mais grave é a do município de Santa Maria do Herval, onde ontem foi dia de tentar salvar o que restou após a enxurrada. Dos 15 aviários das localidades de Padre Eterno Baixo e Ilges, seis foram destruídos, sendo que dois registraram morte de 26 mil frangos afogados.

O prejuízo só não foi maior porque os demais galpões estavam vazios. O criador José Dapper perdeu 17 mil dos seus 23,5 mil frangos. Já o produtor Hilário Niyrer viu suas 9 mil aves serem levadas pela correnteza. O município também registra perdas em lavouras de olerícolas, como batata, couve-flor e brócolis.

Correio do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16427&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuvas atrasam ciclo da soja e do milho </title>
<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 10:12:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores do Vale esperam melhora do clima para lavouras fecharem a maturação

Agricultores do Vale do Ivaí estão na expectativa de que as chuvas dêem uma trégua nos próximos dias para que as lavouras de milho e soja possam se recompor e entrarem na fase final de maturação e colheita. As chuvas que vêm caindo com frequência desde início de janeiro têm atrasado o ciclo vegetativo de ambas as culturas e, consequentemente, retardado o período de colheita.

Na região de Mauá da Serra, a preocupação maior é com o milho. Segundo o engenheiro agrônomo Toshio Watanabe, do entreposto local da Cooperativa Agropecuária de Produção Integrada, o plantio de milho já começou tarde, ou seja, em outubro, quando deveria ser em setembro.


Isto foi causado pela estiagem registrada naquela época. Posteriormente, a lavoura foi prejudicada pelo frio e pelas chuvas constantes. Em função dessas condições climáticas desfavoráveis, o milho teve o seu ciclo vegetativo retardado. Com isso, se o tempo melhorar, a colheita deverá ser feita somente em março, quando em condições normais teria seu início a partir do dia 10 de fevereiro. No caso do milho precoce, este deverá ser colhido no começo de março. A preocupação agora é com o excesso de umidade na fase de colheita, que poderá resultar em grãosardidos e brotação.


Quando à soja, os agricultores da região de Mauá da Serra anteciparam o seu plantio para colher em março. Da mesma forma, anteciparam asaplicações de fungicidas e defensivos para evitar o ataque de ferrugem, que no ano passado foi o maior problema para os produtores. De acordocom Toshio Watanabe, por enquanto a situação está sob controle, porémos agricultores esperam que o sol volte a brilhar para garantir anormalidade do processo de maturação e colheita.


A região de Mauá da Serra mantém todo ano, na safra de verão, em torno de 15 mil hectares de lavouras plantadas. Deste total, 20% é destinado à cultura do milho, 70% para a soja e 10% para o feijão.


De acordo com o agricultor Sérgio Higashibara, é bom lembrar que nesta região os produtores plantam milho todo ano, independente de as cotações de preço estarem altas ou baixas. O plantio, conforme ele, é feito obedecendo à regra de rotação de culturas que faz parte do plantio direto. Neste ano, segundo ele, os agricultores estão tendo um pouco de sorte porque as cotações estão hoje, na média de R$ 23 a saca para o produtor. No ano passado, no entanto, a categoria vendeu a saca de milho por apenas R$ 12 durante o ano todo.

<b>
Problema é geral nos municípios do Paraná
</b>

De acordo com o economista Paulo Sérgio Franzini, responsável pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do Núcleo Regional da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), de Apucarana, o atraso no ciclo das culturas de milho e soja é comum em toda a região por causa das chuvas. No entanto, ele assegura que as lavouras ainda não foram prejudicadas em termos de produtividade.


O único empecilho é que os agricultores, que comumente fazem três aplicações de fungicida na soja, por exemplo, neste ano tiveram que fazer quatro e até cinco em alguns casos. No Norte do Estado, o potencial de produtividade da soja é bom, porém na região Oeste, onde a cultura já finalizou o processo de maturação, agricultores começam a coçar a cabeça com possíveis prejuízos.


Nos treze municípios da regional da Seab de Apucarana, o milho ocupa uma área plantada de 13,5 mil hectares, para uma produção estimada de 110 mil toneladas. Já a soja ocupa uma área de 105,4 mil hectares, estimando-se uma colheita de 327 mil toneladas.


<b>Produtividade promete ser boa
 </b>As lavouras de soja na região de Londrina apresentam desenvolvimento satisfatório, com boa expectativa de produtividade. Os irmãos Geraldoe Juracy Gigliotti, que cultivam 117 alqueires em Sabaúdia, estimam produzir 130 sacas por alqueire, em média, um pouco mais que as 125 sacas da safra anterior. "Fizemos uma boa adubação e o controle depragas e doenças com base na orientação técnica da Cocamar", relataJuracy. Segundo ele, a única preocupação neste ano é com o percevejo marrom, cuja presença é favorecida pela chuva constante, que dificultao controle. Por isso, 10% das lavouras não puderam ser pulverizadas.


Metade da soja dos Gigliotti está em fase de maturação e a colheita deve começar até o final do mês. Também em Sabáudia, o agricultor Cláudio Vicente D?Agostini, donode 170 alqueires, espera colher 140 sacas por alqueire, uma estimativa que ele próprio acredita ser maior. D?Agostini cultiva 70 alqueires sob a tecnologia de agricultura de precisão. "Têm lugares que a soja cresceu tanto que bate acima do peito", sorri ele, lembrando que no ano passado colheu a média de 133 sacas por alqueire.

tnonline
Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Milho: plantio está atrasado em 35% da área em Mato Grosso </title>
<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 10:10:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio do milho em Mato Grosso atingiu 34,6% da área estimada em 1,8 milhão de hectares, de acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Na comparação com o mesmo período do ano passado, o plantio do grão está atrasado em 35,9%. Na safra passada, os produtores estavam na reta final do plantio com 70,5% da área plantada.

Só Notícias
Agrolink ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16425&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Dança das chuvas estimula investimento em irrigação </title>
<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 11:18:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Os veranicos são ocorrências consideradas normais pelos produtores da região Noroeste de Minas Gerais, mas neste ano a dança das chuvas está dando um baile em quem coordena plantio, colheita e armazenagem. "Temos áreas há quatro semanas sem chuva. Em outras, não foi necessário nem ligar o pivô de irrigação", relata Geraldo Condé, de Unaí. Sua família tem 6 mil hectares de cultivo e armazéns para guardar três safras juntas.

A previsão é de quebra de mais de 20% em áreas que renderam 3,6 mil quilos de soja por hectare na safra passada. Por outro lado, há lavouras que estão rendendo até 4,2 mil quilos/ha. O teto é atingido em lavouras irrigadas, cada vez mais comuns na região.

Para não ficar à mercê do clima, só mesmo irrigando, conclui Condé. Conforme os produtores ouvidos pela Expedição Safra, o custo dos equipamentos aéreos fica entre R$ 3 e 5 mil por hectare. Dependendo da distância entre a área e o lago, a despesa pode chegar a R$ 7 mil/ha. Ainda assim, o investimento na implantação da lavoura é relativamento viável, considerando que há terras disponíveis a partir de R$ 3 mil o hectare, menos da metade do preço praticado nas regiões agrícolas do Paraná.

Não será a irregularidade das chuvas que vai impedir a expansão das lavouras na região, avalia a economista Tânia Monteiro, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), que viajou com a Expedição na última semana. "Os preços estão muito atrativos. O milho está valendo R$ 32 a saca e a soja, R$ 45. A cotação do cereal é um terço maior que a do Paraná. Na soja, está praticamente igual", argumenta.

Nas propriedades já estruturadas, a expectativa é que a produtividade seja maior neste ano. Ciro Queiroz, de Paracatu, quer avançar de 3,6 mil quilos para 4 mil quilos de soja por hectare. Ele cultiva 1.300 hectares com soja, tudo irrigado. Com agricultura de precisão, afirma que não usa adubo há dois anos, o que reduziu o custo total da soja a R$ 900 por hectare.

No terminal intermodal de Pirapora, que recebe a produção do Noroeste mineiro e escoa via estrada de ferro até Vitória (ES), a previsão é que a movimentação passe de 680 mil (2010) para 1,2 milhão de toneladas. Com a ampliação das lavouras e as modificações que vêm sendo feitas no terminal, inaugurado há dois anos, a capacidade para 2 milhões de toneladas tende a ser atingida em poucos anos, diz Marcos André, gerente local da Líder, empresa que opera o embarque no terminal.

Gazeta do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16409&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>mais  Atraso na colheita de soja e incertezas na safra do milho preocupam, diz Galvan </title>
<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 11:14:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O presidente do Sindicato Rural de Sinop, Antônio Galvan, afirmou que os produtores da região tem duas preocupações neste momento. O primeiro é o atraso na colheita de soja e o segundo, a incerteza em relação a safra de milho. A medida que os produtores estão colhendo a soja, as plantadoras vem logo em seguida semeando o milho, sem perda de tempo.
Como a janela de plantio está comprometida, os produtores vão ter que torcer para que as chuvas se prolonguem até o mês de abril.

Só Notícias
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16406&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuvas impõem mais atraso ao milho em Mato Grosso </title>
<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 11:13:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

A safrinha do milho, em Mato Grosso, como era esperado, vem sofrendo duplamente neste ciclo. E o resultado deverá ser de uma produção inferior ao registrado nos anos anteriores, já que a área plantada deverá ficar cerca de 7% menor em relação à superfície cultivada no ano passado. Conforme dados do boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado ontem (21), baseados no andamento da colheita da soja e na intensidade das chuvas, a área semeada deverá ser de 1,81 milhão de hectares, ante 1,94 milhão da temporada 09/10.

Outro fator agravante ao desenvolvimento do grão nesta safra é a janela ideal de plantio melhor momento ao plantio da cultura se fecha no final deste mês. A corrida contra o tempo em Mato Grosso não depende da velocidade das plantadoras e nem da expertise do produtor, e sim, da trégua que as chuvas darão nesta última semana, reta final à semeadura do grão. "O dia 28 é o limite da janela", frisa o boletim do Imea.

Conforme o Instituto, a projeção de redução na área plantada vai se concretizando na medida em que a colheita da soja atrasa e assim, a oferta de espaço ao plantio do milho vai ficando abaixo do esperado. A semeadura do milho está 35 pontos percentuais aquém do ritmo registrado há um ano. "Até esta semana foram plantados apenas 636 mil hectares, que representa praticamente metade do que estava plantado no mesmo período de 2010".

Para esta safrinha, o milho coleciona problemas desde o segundo semestre de 2010. Naquela ocasião, a forte estiagem sobre o Estado retardou o plantio de soja, o que por si só, já representava uma ameaça ao milho. A soja é plantada de forma precoce em Mato Grosso, ou seja, de forma antecipada em relação aos outros estados com o propósito de fazer duas safras. Enquanto se colhe a oleaginosa, simultaneamente se planta o milho. Se não bastasse o atraso no cultivo da soja que reduziu o uso de variedades precoces, o milho sofre com o atraso da colheita da soja em função das chuvas.

Apesar do cenário ora apontado pelo Imea, o Instituto chama à atenção para uma peculiaridade do produtor mato-grossense: "Vale ressaltar que nas duas últimas safras os produtores arriscaram semeando até as primeiras semanas de março e, de certa forma, colheram resultados satisfatórios. Diante do andamento do plantio até o momento, possivelmente o fato se repetirá neste ciclo", com o cultivo se estendendo para além da "janela de plantio".

<b>SOJA </b>- O descompasso de colheita já chega a 16 pontos percentuais atrás do mesmo período do ano passado, fato este decorrente do atraso no início do plantio e intensificado pelas chuvas neste final de ciclo. "Ainda não foram reportadas perdas expressivas de produtividade, apenas casos frequentes de colheita com grãos úmidos e ardidos. O mais preocupante para esse cenário são as previsões de chuva para os próximos dias, que indicam precipitações de intensidades variadas, porém frequentes em todo o Estado", frisa o Imea.

Diário de Cuiabá
Autor: MARIANNA PERES
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva na colheita: safra de risco tardio </title>
<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 11:11:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Entre altos e baixos, tendência de aumento na produção de soja no Paraná se sustenta na expectativa de redução das chuvas

Pato Branco - À medida que as colheitadeiras avançam, os produtores da Região Sudoeste do Paraná percebem que os altos e baixos dos efeitos do fenômeno La Niña sobre a agricultura se anulam. As áreas mais problemáticas estão, ao contrário do que se previa, em regiões onde sobrou água. A tarefa de retirar a produção do campo, no entanto, depende neste momento de uma pausa nas chuvas.

As previsões de pancadas de chuva em todas as regiões do estado para esta semana preocupam o setor. Por outro lado, a tendência é de redução nas precipitações a partir de agora, permitindo que a colheita finalmente saia da casa de 1% e ultrapasse os 5%. O problema é a queda na qualidade dos grãos, com casos concretos de perda, e a expansão da ferrugem. Dos 612 casos registrados até ontem (21), 260 ocorreram no Paraná.

Com cerca de meio milhão de hectares plantados com soja, o equivalente a 11% da área total destinada à cultura no Paraná, o Sudoeste iniciou a colheita de milho e soja com bons rendimentos. As marcas mais comuns são superiores às alcançadas na temporada passada.

No entanto, o alto volume de chuvas registrado em janeiro e fevereiro agora é problema concreto. Em pontos isolados, chegou a chover mais de 400 milímetros em 12 dias, relataram os produtores. Em 700 hectares de soja de Nelson de Bortoli, 500 estariam perdidos. Ele estima prejuízo de R$ 1,5 milhão.

A avaliação geral, porém, é que casos isolados não devem derrubar o índice médio de produtividade do Sudoeste. Presidente de um os maiores grupos sementeiros do país, com fazenda no município de Renascença, Fernando Guerra revela que os agricultores da região não pouparam esforços ao investir em alta tecnologia neste ano. Ele acredita que irá colher até 70 sacas por hectare nesta safra, contra 60 colhidos ano passado. A esperança está sustentada na aparência das plantas da região. Muitas vagens apresentam formação de quatro grãos de soja.

Em Coronel Vivida, as lavouras também mostram vigor. Com 550 hectares semeados com soja, Euclides Munaretto pretende retirar 65 sacas por hectare do campo, ante 58 sacas por hectare colhidos na safra 2009/10. ?Fiz três aplicações de fungicidas e garanti o sono?, conta o produtor, que deve dar a partida nas colheitadeiras até o final deste mês.

Na mesma região de Muna­retto, os produtores também identificaram problemas com ardido. "A maioria aplicou dessecante para conseguir fazer a safrinha logo em seguida. Depois de aplicar o produto, choveu 10 dias seguidos, potencializando o problema", explica Munaretto.

Gazeta do Povo
Autor: Cassiano Ribeiro]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16404&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Estiagem corta produtividade no Noroeste de Minas Gerais </title>
<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:29:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

A irregularidade nas chuvas prevista para ano de La Niña se concretizou em parte das lavouras do Noroeste de Minas Gerais. Há plantações sob dias de sol há quatro semanas.

A Expedição Safra entrevistou produtores que administram áreas de até 2,4 mil hectares que previram queda na produção de soja de 55 para 45 sacas por hectare. Áreas que já renderam 205 sacas de milho podem resultar em apenas 160 sacas por hectare.

Para a economista Tânia Monteiro, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), a possivel queda na produtividade não deve interferir nos projetos de expansão das lavouras na região. "Os preços estão muito atrativos. O milho está valendo R$ 32 a saca e a soja, R$ 45. A cotação do cereal é um terço maior que a do Paraná. Na soja, está praticamente igual", avalia.

Gazeta do Povo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16387&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva atrapalha colheita da soja no sul do MS </title>
<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:29:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No sul de Mato Grosso do Sul, a chuva atrapalha a colheita da soja. Nos primeiros 17 dias de fevereiro, já choveu 70% do que é esperado para o mês todo. Por causa disso, as máquinas estão paradas nos galpões, à espera do sol.

Na fazenda São José, em Aral Moreira, sul do estado, uma das principais regiões produtoras de grãos, as colheitadeiras que deveriam estar trabalhando a todo vapor nas lavouras de soja, permanecem paradas no galpão. A chuva não permite que os produtores rurais colham o grão.

Nas poucas aberturas de sol, Nédio Anzilago até tenta colher parte dos 1.500 hectares plantados.

A soja já está passando do ponto de colheita, foi dessecada há 15 dias, mas logo a chuvarada volta e atrasa todo o trabalho.

"O prejuízo é grande já e vamos torcer que o tempo abra e a gente consiga colher e plantar a safrinha também".

Em Aral Moreira mais de 120 produtores já tiveram prejuízos com as lavouras de soja por causa do excesso de chuva.

E não é para menos, faz 15 dias que chove sem parar na região. Na propriedade de Cláudio, onde foram plantados 600 hectares de soja, o excesso de água já fez boa parte dos grãos dessecados apodrecerem. "
Essas vagens que estão com a coloração preta, são grãos que já estão estragando.Não precisa nem procurar que já encontramos prejuízo que estamos tendo em qualidade do grão e peso".

O agrônomo da fundação MS, Carlos Pitol, informou que o problema está mais concentrado no sudoeste do estado, porque o plantio foi realizado mais cedo do que nas outras áreas.(Globo Rural)



Correio do Estado
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16386&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Lavouras apresentam boa produção no RS </title>
<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:27:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Na safra 2009/2010, nessa mesma época, a média de colheita nas propriedades era de 6 mil quilos por hectare. As fortes chuvas e enchentes registradas no período causaram perdas e prejuízos para os orizicultores. Este ano, o Rio Grande do Sul deve recuperar a produtividade. Em Candelária, a expectativa inicial de colheita era de 7,2 mil quilos por hectare. Com os resultados até o momento ? de 9,1 mil quilos por hectare ?, o município está produzindo quase 500 quilos a mais do que a média registrada no ciclo 2008/2009, considerado um dos mais produtivos.

Nos sete municípios de abrangência do 27º Nate ? Candelária, Cerro Branco, Vale do Sol, Vera Cruz, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Cruzeiro do Sul ?, a projeção para a safra é de 2,3 milhões de sacos. Somente em Candelária, devem ser colhidos 1,2 milhão de sacos de arroz. Atualmente, o município é o maior produtor do núcleo, com 8,5 mil hectares cultivados, cerca de 500 hectares a mais do que em 2009/2010. Os municípios de Vale do Sol e Venâncio Aires também aumentaram as áreas destinadas à orizicultura.

Com tanto arroz por ser colhido, uma das preocupações é com o armazenamento do produto. Conforme Siqueira, os arrozeiros que não possuem estoque próprio precisam recorrer a armazéns e cooperativas. Em Candelária, por exemplo, só existe um armazém. "Muitos precisam mandar o produto para fora do município, o que encarece os custos." Outra preocupação é que, com demanda de produto no mercado, haja um achatamento ainda maior do preço. Atualmente, o valor pago pela indústria está entre R$ 21,00 e R$ 23,00 a saca de 50 quilos. O preço mínimo estabelecido pelo governo é de R$ 25,80, mas o custo de produção é cerca de 12% maior.

Dia de Campo
Agrolink

O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), através do 5º Nate, realiza um Dia de Campo na próxima segunda-feira. A atividade será na propriedade do agricultor Julcy Leone Eidt, no Corredor Dansman, em Pantano Grande. Programado para iniciar às 15 horas, o encontro será desenvolvido em sistema de estações: manejo do Projeto 10; sementes certificadas; rotação com soja na várzea; adequação ambiental e manejo de pragas e doenças. O Dia de Campo conta com o apoio da Fundação Irga, Coparroz, Copal Agrícola e Bayer CropScience.


Gazeta do Sul
Autor: Michelle Treichel ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16385&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Meteorologia prevê que 2011 será bom para agricultura do RN </title>
<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:25:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

A expectativa de um período chuvoso no Rio Grande do Norte tão intenso quanto o registrado em 2008 e 2009 não encontrou eco entre os meteorologistas da Emparn. De acordo com relatório apresentado na sexta-feira (18) para a governadora Rosalba Ciarlini, apesar de a tendência ser um inverno entre a média e acima da média em terras potiguares, a previsão da Emparn aponta uma situação mais cômoda do que nesses anos. Segundo Gilmar Bristot, responsável pela apresentação à governadora, deve haver entre 800 mm e 900 mm de precipitação em 2011, o que fica dentro da média do RN.

"Quando temos esse tipo de previsão, pode-se dizer que será um bom ano para a agricultura, pecuária e para o nível dos reservatórios ao longo do Estado", explica Gilmar Bristot. E complementa: "Ao mesmo tempo, está descartada a possibilidade de seca no RN. Mas também não teremos a mesma situação registrada em 2008 e 2009. Será um pouco mais brando". De acordo com o secretário estadual de Agricultura, Betinho Rosado, a distribuição de sementes já foi iniciada e a previsão da Emparn confirma as boas expectativas para o setor de agropecuária em 2011.

Isso não quer dizer que os prejuízos registrados por enchentes nesses dois anos não possam se repetir. A Emparn identifica áreas com perigo real de enchente. São duas: o Vale do Assu e a região de Apodi. Tradicionalmente, são locais que sofrem com inundações em períodos chuvosos. Como se sabe, o poder público não conseguiu realizar em tempo as obras preventivas necessárias para a definitiva resolução do problema. Agora, é preciso remediar. "Não dá mais tempo resolver a questão do Vale do Assu, por exemplo, que deveria ter sido trabalhada antes, e então teremos de trabalhar com ações emergenciais e paliativas. Estamos planejando justamente isso", explicou a governadora Rosalba Ciarlini após receber o relatório da Emparn.

Como a previsão para a Paraíba é a mesma ? chuvas dentro da média ? ainda não se sabe se a bacia Piranhas-Assu será influenciada, com um maior risco de enchentes, pelo estado vizinho, de acordo com Gilmar Bristot. O Complexo Curemas, no interior paraibano, tem grande influência sobre a situação do Vale do Assu. Mesmo sem grandes chuvas pelo RN, pode haver enchentes através da água que "vem da Paraíba".

Segundo a Defesa Civil, o trabalho preventivo a ser executado nessas duas regiões é o cadastramento das famílias e o mapeamento das áreas de risco. Esse trabalho deve ser desempenhado pelas prefeituras e coordenações regionais. "Com isso, poderá haver o deslocamento dessa população em uma emergência. Os municípios foram orientados a realizar esse trabalho", explica o coronel Josenildo Acioli, coordenador da Defesa Civil estadual. Outra recomendação é monitorar o estado dos abrigos provisórios de cada cidade, vendo as condições de salubridade desses locais.

Na próxima segunda-feira, a Defesa Civil irá entregar ao comandante-geral do Corpo de Bombeiros o relatório final com as avaliações feitas em áreas de risco. O documento irá embasar as ações do Governo do Estado nos próximos meses. Municípios como Ipanguaçu, Apodi, Mossoró, Caicó, entre outros, foram visitados. O Corpo de Bombeiros irá auxiliar as municípios em caso de emergências durante o período chuvoso, caso seja necessário.

Tribuna do Norte
Agrolink ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16384&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Chuvas ficarão acima da média no RN </title>
<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:05:23 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

O período de março a maio deste ano terá mais chuvas do que o normal na região Nordeste. Durante a 3ª Reunião de Análise e Previsão Climática para o Semi-Árido, que reuniu meteorologistas de diversas localidades do país, os estudiosos chegaram à conclusão de que o período terá chuvas acima da média anual na região, que é de aproximadamente 750mm por ano. O resultado será detalhado nesta sexta (18) de manhã pelos técnicos e repassado para os setores competentes do Governo do Estado. O objetivo, de acordo com os próprios meteorologistas, é dar subsídios ao Poder Público fazer o planejamento necessário.

Durante a reunião que ocorreu em janeiro, em Fortaleza, os meteorologistas já haviam identificado o fenômeno conhecido como "La Niña", que é o resfriamento das águas de superfície do Oceano Pacífico. O fato já indicava uma maior possibilidade de chuvas no Nordeste brasileiro. No entanto, a situação das águas no Oceano Atlântico, durante a reunião em Fortaleza, ainda estava indefinida. Somente na reunião que ocorreu em Natal os técnicos identificaram a tendência de resfriamento do Atlântico Norte e aquecimento do Atlântico Sul.

De acordo com os meteorologistas, "La Niña" associado à tendência de resfriamento do Atlântico Sul e aquecimento do Atlântico Norte, demonstra que o período entre março e maio tem tendência de chuvas na média ou acima da média no Semi-Árido do Nordeste. No Rio Grande do Norte, a região estudada corresponde ao Oeste, Central e parte do Agreste. O resultado, que será apresentado nesta sexta (18), demonstra que há 45% de chances de chuvas na média para o período, 40% acima, e 15% de chances de chuvas abaixo da média.

<b>Qual foi o resultado da reunião?
</b>
Observamos que a tendência de resfriamento das águas do Pacífico, caracterizadas no fenômeno "La Niña", que já havíamos detectado na reunião em Fortaleza, se confirmou. Na reunião de Fortaleza tínhamos "La Niña" bem configurada e o Oceano Atlântico estava indefinido. Agora observamos a tendência de resfriamento das águas no Atlântico Norte e o contrário no Atlântico Sul, que tem a tendência de esquentar.

<b>No que isso implica?
</b>
Nos dá a expectativa que teremos chuvas na média ou acima da média no período de março a maio. A tendência de um ano seco é baixa. No quadro observado, e como a previsão é uma questão de probabilidade, as chances são de 45% para chuvas na média, 40% acima da média e 15% abaixo da média no Semi-Árido.

<b>É possível prever a intensidade das chuvas com base nesse estudo?
</b>
É possível dizer que o período é propenso a chuvas acima da média. Elas podem ser mais frequentes ao longo do dia e também intensas, mas elas não dependem muito da qualidade do ano, e sim da formação do tipo de nuvem. Mesmo em ano seco, pode ter alguns dias que chova intensamente. Mas há uma tendência maior a chuvas mais intensas em períodos como esse que teremos. A ciência não nos permite fazer prognósticos, por isso a análise é probabilística. Como cada região tem uma média nos três meses, se sabemos que o período de previsão é de chuvas acima da média, o total de chuvas do período deve ser em torno da média ou superior.

<b>Qual a importância desse tipo de estudo?
</b>
É importante para nortear as políticas públicas e um planejamento das ações. Por exemplo, quando há essa tendência de chuvas na média ou acima, os maiores reservatórios que já estão com boa parte da capacidade de armazenada podem passar por um controle de comportas para evitar enchentes. Para a agricultura, é importante para o planejamento, que pode fazer com que os produtores optem por culturas que tenham maior resistência a estresse hídrico.

<b>É possível prever problemas como os que ocorreram em 2008 e 2009 no Estado?</b>

Essa comparação não dá para ser feita porque a cada ano a distribuição de chuvas tem uma característica.

Tribuna do Norte
Agrolink 
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<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16362&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
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<item>
<title>Safra brasileira só se definirá com a safrinha </title>
<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:00:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<i>A chuva que cai sobre algumas regiões dificulta a colheita desta safra de verão, sem contar com a grande redução de área plantada </i>



O cenário do milho no Brasil remete à escassez de oferta em todas as regiões. No Paraná, ainda no início da colheita da safra de verão, o produto é comercializado apenas em pequenos volumes entre vendedores e pequenos criadores de aves e suínos, os quais não participam dos leilões da Conab. O preço médio verificado em janeiro de 2010 era de R$ 14,58/sc 60 Kg. Já neste ano, o cereal apresenta preço médio de R$ 22,84. Por esse fato, compradores aguardam a pressão de safra para aquisição do produto, ou, não havendo possibilidades de espera, aproveitam a oportunidade dos leilões do governo, abastecendo-se com o estoque governamental de milho.

A chuva que cai sobre algumas regiões, dificulta a colheita desta safra de verão, sem contar com a grande redução de área plantada, resultante de alguns fatores como: a) preços baixos praticados na safra anterior; b) maior custo de produção do cereal em se comparado com a soja; c) maior risco de produtividade em função de suas característica fisiológicas; e d) previsões de estiagem (fenômeno La Niña); fizeram o produtor optar pela substituição no plantio de milho pela soja.

JM News - Jornal da Manhã
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16361&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Plantio direto representa alternativa para enfrentar estiagens </title>
<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:18:56 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[
Os agricultores do Sudoeste gaúcho têm buscado novas formas de minimizar o problema da falta de chuvas e garantir a produção. É o caso do engenheiro agrônomo Gérson Herter, produtor em Lavras do Sul (RS) e presidente da Associação de Plantio Direto da Metade Sul do Rio Grande do Sul (Aplandisul). No final de janeiro, Herter apresentou aos pesquisadores Gustavo Trentin e Naylor Perez e ao analista Marcelo Pilon, da Embrapa Pecuária Sul, experimentos em lavouras de milho e soja semeadas em plantio direto.

Idealizada em julho de 2010, a Aplandisul pretende reunir os produtores de sequeiros da região para a troca de conhecimentos sobre as culturas. Além de promover palestras, o grupo de produtores está formalizando uma parceria com a Embrapa Pecuária Sul para experimentações com seis variedades de soja em diferentes épocas de plantio, além de alternativas de produção forrageira de inverno, como trigo duplo propósito e centeio, entre outras.

Numa propriedade associada à Aplandisul, uma área de milho de dois hectares foi plantada em outubro do ano passado, com a técnica do plantio direto. Ao lado, outra área foi cultivada na forma de plantio convencional a partir de dezembro, quando a patrulha agrícola do município disponibilizou as máquinas para o plantio. Desde então, segundo Herter, a chuva acumulada está abaixo do normal esperado para o período.

No plantio direto, utiliza-se a palhada para reter mais água no solo, diminuir a temperatura da superfície e facilitar a infiltração. No caso da área de plantio direto com milho, a palhada foi dessecada com antecedência, proporcionando o acúmulo de água no solo para o período de necessidade da cultura sucessora. A expectativa de produtividade na área de plantio direto é de 50 sacas por hectare. Já no plantio convencional, que dependeu da patrulha agrícola, recurso que muitas vezes não consegue atender à demanda de todos os agricultores, a expectativa de colheita é incerta. Isso porque o plantio não foi realizado na época recomendada.

O presidente da Aplandisul ressalta que os produtores podem se organizar de forma cooperativista para ter acesso às tecnologias de plantio direto, mesmo em pequenas propriedades. ?Dá para usar uma máquina pequena, que pode ser comprada por um grupo e torná-lo independente da patrulha agrícola?, explicou.
Alternativa

Nos campos de Herter e de seus dois sócios, o plantio direto da soja tem se mostrado uma boa alternativa de enfrentamento dos efeitos da estiagem que atinge a Campanha Gaúcha há quatro meses. Em uma das áreas, foram plantadas em palhada de trigo três repetições de diferentes variedades em setembro, outubro e dezembro de 2010. O objetivo dos experimentos é testar o desempenho dos materiais nas diferentes épocas de plantio. "A soja não sentiu a estiagem até o natal", lembra.

Em uma outra área, a soja foi plantada em palhada de azevém, forrageira que alimentava o gado que ali permaneceu até o final de setembro, quando foi retirado. Em novembro, foi realizado o plantio direto da soja. Mesmo nas variedades consideradas de risco para a região, como a BMX Energia, plantada em dezembro, as plantas já se encontravam no final de janeiro em plena floração e iniciando inserções de vagens. Herter acredita que mesmo os materiais de ciclo precoce, que têm hábito de crescimento indeterminado, são promissores por não terem o desenvolvimento cessado após o início do florescimento.

Com essa experiência, o produtor apresenta formas de motivar os agricultores a buscar novas formas de produzir em condições climáticas adversas, como as que podem ocorrer na Metade Sul do Estado. "A ideia é trazer esperança para os filhos dos produtores e estimulá-los a permanecer na propriedade", explica, preocupado com a questão do êxodo rural e da sucessão familiar.

<b>Plantio Direto</b>

O plantio direto é um sistema de manejo do solo no qual a palha e os demais restos vegetais de outras culturas são mantidos na superfície do solo, garantindo cobertura e proteção contra processos danosos, como a diminuição da umidade superficial, a perda de nutrientes e a erosão. O solo é manipulado no momento do plantio, quando é aberto apenas um sulco onde sementes e fertilizantes são depositados. Não existe nenhum método de preparo do solo. O mais importante controle que se dá nesse modo de cultivo é o das plantas daninhas, além do manejo integrado de pragas e doenças em geral. Também é fundamental para o sucesso do sistema que seja utilizada a rotação de culturas.

Entre os benefícios que diminuem os custos de produção e o impacto ambiental estão a maior retenção de água no solo e a facilidade de infiltração, motivando a redução da erosão e a perda de nutrientes por arrasto para as partes mais baixas do terreno; evitar o assoreamento de rios; enriquecer o solo aumentando a matéria orgânica; a economia de combustíveis e o menor número de operações, excluindo aração e gradagem, o que possibilita menor uso dos tratores e, consequentemente, menor desgaste das máquinas.

As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Pecuária Sul.

Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>China garante que seca não afetará preços mundiais dos cereais </title>
<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:17:55 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

A seca que afeta o Norte do pais, o celeiro do país mais populoso do mundo, não terá efeitos nos preços mundiais dos cereais, garantiu nesta terça-feira (15) o governo de Pequim, em resposta às preocupações de algumas organizações internacionais.

A situação atual, afirmou Ma Zhaoxu, porta-voz do ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, "não vai afetar os preços dos bens alimentares".

"É possível que a recente seca tenha um impacto sobre a produção de trigo de Inverno, mas as autoridades estão a tomar medidas concretas para minimizar essas consequências", afirmou, citado pela AFP.

A China, país que é quase auto-suficiente no domínio alimentar, poderá recorrer às suas reservas de cereais, constituídas após as colheitas recorde dos anos anteriores para fazer face à procura interna.

A Agência da ONU para a Alimentação e Agricultura - FAO, alertou este mês para o impacto da seca nas colheitas de trigo de Inverno na China, o principal produtor e consumidor deste cereal.

Em resposta, o primeiro-ministro Wen Jiabao lançou um envelope financeiro de envelope de 13 mil milhões de yuan (1,44 mil milhões de euros) para combater a seca e aumentar a produção agrícola, principalmente de arroz.

Econômico
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16325&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Agronômica/SC: chuva atrasa início da colheita do arroz </title>
<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:17:14 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

No ano passado, no dia 14 de fevereiro, as colheitadeiras já estavam nas lavouras em Agronômica. Diferente deste ano, quando o excesso de chuva atrapalha o início da colheita do arroz. As máquinas só podem começar o trabalho quando a planta esta totalmente seca. Os rizicultores de Agronômica já calculavam perdas de até 20% no município por causa da invasão da água do rio Trombudo nos arrozais. "Teve famílias que perderam 100% do que foi plantado", calcula o secretário municipal de Agricultura, Valdemar Backmeier. Agora, com mais essa condição climática desfavorável, o atraso da colheita é inevitável, o que deve aumentar ainda mais as perdas.

O agricultor Walmor dos Santos Filho acompanhou a colheita numa propriedade de Trombudo Central que faz limite com Agronômica. Em uma área onde levaria apenas um dia para concluir o trabalho, foi preciso três dias. "O sol até seca a lavoura e possibilita colher o arroz. Mas a chuva que cai todos os dias força interromper a atividade, aumentando os gastos e atrasando a colheita em outras áreas", lamenta o agricultor. Com o arroz molhado o sistema da máquina que faz o corte acaba travando.

Evitando o acúmulo de trabalho: colheitadeiras emprestadas de outro município podem ser a solução

Com o arroz já maduro, esperando para ser colhido, o atraso hoje pode acumular o trabalho nos próximos dias. Para não passar do prazo de colheita se estuda a possibilidade de pegar colheitadeiras emprestadas de outros municípios, possibilitando realizar o trabalho no mesmo dia, em mais de uma propriedade.

Transtornos também nas lavouras de milho

O milho é cultivado por cerca de 300 famílias de Agronômica. E a chuva também atrasa a colheita nos milharais. É que neste caso, além da planta, o solo precisa estar seco para possibilitar o início do trabalho. Em 1.300 hectares de terra devem ser colhidos na cidade, 150 sacas de milho por hectare. Boa parte da produção é vendida, e uma pequena quantidade fica na propriedade para alimentar o gado.

Adjori
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16324&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Clima favorece soja precoce e milho safrinha no Centro-Oeste </title>
<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:14:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O clima está perfeito para o cultivo da safra precoce e milho safrinha no Centro-Oeste; há agricultores que investem na soja convencional para a melhor remuneração e produtividade de até 65 sacas/ha.

Este é o retrato colhido por Jorge Viana, técnico da DVA, na segunda etapa do Rally da Safra 2011, que saiu de Cuiabá, passando por municípios como Campo Verde, Primavera do Leste e Alto Garças e, depois, Goiás e Mato Grosso do Sul.

"É de impressionar a colheita na região", ressalta Viana, que faz um alerta em relação a pragas e ervas daninhas em algumas localidades. ?O produtor tem de ficar mais atento a estes inimigos?, diz o técnico da DVA.

Nesta semana, o técnico Carlos Balan, da DVA, acompanha a equipe 3 do Rally, que percorrerá nesta semana a parte sul de Mato Grosso do Sul e o Paraná (Cascavel até Londrina). O Paraná é o segundo estado produtor de milho verão do país, com 17% do volume total ou 5,54 milhões de toneladas, e o segundo maior em produção de soja, com 20,3% do volume total ou 14,3 milhões de toneladas.

As informações são de assessoria de imprensa.

Agrolink ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16323&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Excesso de chuva dificulta colheita da soja e controle de pragas no PR </title>
<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:13:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<I>Os trabalhos no campo estão em ritmo lento e os agricultores preocupados. Em Londrina já choveu em 15 dias quase o previsto para o mês inteiro.</I>

A colheita da soja está em ritmo lento no Paraná. O excesso de chuva das últimas semanas tem dificultado os trabalhos no campo.

Máquinas no galpão e agricultores preocupados. É água que não acaba mais. Na região de Londrina já choveu em 15 dias quase o previsto para o mês inteiro. A soja que deveria estar amarela, secando, em algumas propriedades ainda está verdinha."Está previsto para colher no começo de março, lá pelo dia 10", contou Antônio Perrucci, agricultor.

Na região de Cascavel, onde a soja foi plantada mais cedo, 20% das lavouras já deveriam ter sido colhidas, mas até agora foram só 3%.

A chuvarada também complica o controle das pragas. Sem veneno para incomodar, o percevejo faz festa na plantação. ?Ele suga a vagem verde e depois ela solta o caroço?.

Trator não entra na terra molhada porque pode atolar. A alternativa seria aplicar o veneno pelo ar, mas com esse tempo os aviões agrícolas mal saem do chão. É perigo para o piloto e dinheiro perdido no campo, além do risco de não ter eficácia de 100%.

Em apenas uma empresa, cerca de 20 agricultores esperam na fila pela pulverização. São quase 6.000 hectares de plantação esperando pela ajuda que vem de cima. "No sol vai ser aquela correria, vamos tentar resolver os problemas e matar as pragas", concluiu Perrucci.



Globo Rural

<b><a href=http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/02/excesso-de-chuva-dificulta-colheita-da-soja-e-controle-de-pragas-no-pr.html target> Clique aqui para ver o vídeo</a></b>]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16322&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Piauí colhe soja com um mês de antecedência </title>
<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 12:08:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

As surpresas do clima estão permitindo que produtores do Nordeste colham soja antes de muitas regiões do Centro-Oeste e do Sul do país. Na região de Uruçuí, no sul do Piaí, colheitadeiras percorrem lavouras precoces um mês antes do normal. A pressa é para semear o milho safrinha, uma experiência nova na região, mas que vem ganhando novos adeptos a cada ano.

Celso Werner, da comunidade Nova Santa Rosa, iniciou na última semana a colheita de 550 hectares de soja precoce, área que aos poucos vai sendo ocupada pelo cereal. A produtividade inicial de 3 mil quilos por hectare na oleaginosa deixa o produtor animado. É uma demonstração do potencial da safra de verão, que tende a ser recorde no estado.

O Piauí ampliou a área da soja em 10% nesta safra, conforme avaliação da Expedição Safra. A área plantada chegou a 352,6 mil hectares. Com rendimento de 3 mil quilos por hectare, a safra pode passar de 1 milhão e 50 mil toneladas, cerca de 90 mil a mais que na temporada 2009/10.

No verão e no inverno, o milho ganha novos adeptos a cada ano no sul piauense. Com clima favorável e preço bom, produtores contrariam a tendência nacional e incrementaram área de cultivo do cereal na temporada 2010/11. As lavouras implantadas nesta estação no estado somam quase 300 mil hectares, chegando perto da área da soja. Nas próximas semanas, deve ser definida a área da safrinha.

Gazeta do Povo
Autor: Luana Gomes 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16303&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>No Sul do Paraná, preocupação com a qualidade </title>
<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 12:07:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

Com chuvas diárias e previsões meteorológicas encharcadas, os produtores de grãos do Sul do Paraná temem pela qualidade da soja e do milho. A região faz a colheita mais tarde que a maior parte do estado por causa do clima mais frio. Neste ano, os trabalhos tendem a começar ainda mais adiante. A Expedição Safra constatou, na última semana, que até lavouras amareladas são raridade na região da Lapa a São Mateus. As precipitações teriam passado do limite e começado a provocar perdas.

Os problemas registrados ano passado dão motivos para a região se preocupar. Pelo excesso de umidade, a qualidade da produção caiu, principalmente no caso do milho. "Foi o pior ano que já vi neste sentido. Podia render bem porque não faltou umidade, mas perdemos muito", afirma o gerente técnico da cooperativa Bom Jesus, Severino Giacomel. Segundo ele, a produtividade da soja caiu a 2,4 mil quilos (500 quilos abaixo da média estadual) e a do milho a 6,6 mil quilos por hectare (300 a menos que no resto do estado) em 2009/10.

Por enquanto, as plantações ainda podem ser salvas. O temor é baseado nas previsões meteorológicas. Segundo os produtores, será necessário atenção redobrada frente a problemas como a ferrugem e o uso de dessecantes para evitar perdas. "Ainda esperamos 3 mil quilos de soja por hectare. No milho, também deve haver aumento de produtividade, embora não possamos ainda avaliar exatamente de quanto. Mas dificilmente atingiremos o potencial máximo de produção", avalia Giacomel.

Em Antônio Olinto, entre uma chuva e outra, Francisco Burkot tentava adiantar o trabalho de pulverização. Com 80 hectares de soja, ele quer se antecipar ao aparecimento da ferrugem asiática, que ocorreu com força na safra passada. Burkot também já se prepara para dessecar a plantação, numa tentativa de antecipar pelo menos parte da colheita. Apesar de os aguaceiros levarem embora uma parcela dos agrotóxicos antes de os produtos fazerem efeito, afirma que não pode perder tempo. Sua meta é alcançar 3,6 mil quilos de soja por hectare, uma das melhores marcas da região.

João de Almeida e seu filho Rodrigo, que cultivam 75 hectares de soja e 13 hectares de milho na Lapa, temiam seca mas agora torcem por menos chuva. A região estava entre as que mais poderiam sofrer com as estiagens previstas para ano de La Niña e agora se depara com um quadro inteiramente oposto.

"No ano passado, quando fomos entregar o milho, tivemos desconto de 16% porque os grãos estavam ardidos. É produção que se perde", afirma João. Eles ainda esperam colher 300 quilos a mais de soja por hectare, chegando a 3,6 mil quilos/ha. Para o milho, não arriscam previsão.

As chuvas passaram do previsto em novembro, aumentaram em janeiro e chegam à metade de fevereiro acima da média no Sul do Paraná. Em setembro, a previsão era de que este mês fosse seco, mas os boletins monitorados pelos produtores diariamente pela internet mudaram drasticamente desde então. As últimas previsões para março também são de chuvas até 45% além da média.

Gazeta do Povo
Autor: José Rocher 
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16302&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Milho atrasado ameaça atravancar a colheita </title>
<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 12:04:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[


O milho foi plantado com cerca de duas semanas de atraso em boa parte das lavouras o Sul do Paraná. No caso da soja, quem conseguiu antecipou a semeadura também em duas semanas. Nos dois casos, as chuvas determinaram o início do cultivo. O quadro tende a concentrar a colheita do cereal e da oleaginosa num mesmo período, em março. O trabalho só deve ser pausado se, novamente, a umidade interromper as máquinas no campo.

O que está em risco não é só uma safra, mas um projeto de longo prazo, afirma João de Almeira, 39 anos. Em parceria com seu filho, Rodrigo, 20 anos, ele cultiva 14 hectares próprios e 73 arrendados. "Com bom rendimento, dá para pensar em ampliar as terras aos poucos sem sair daqui", diz Rodrigo. Para conseguir dobrar a área própria, ele precisa investir perto de R$ 300 mil, sem contar maquinário.

O problema, dizem os produtores, é que os anos de boa produção com preços altos são exceções. Na safra do verão passado, eles tiveram a arrecadação reduzida pelas perdas no milho e pelo preço, que partia de R$ 14 a saca, apesar da importância da região da Lapa no abastecimento das indústrias do Paraná e de Santa Catarina.

Agora, o cereal vale 50% mais. A soja também está valorizada, chegando a R$ 50 a saca. Mesmo com volume de produção pequeno, João e Rodrigo antecipam as vendas. Por prevenção, fecharam contratos recentemente vendendo soja a R$ 40. "Não podemos arriscar a perder", justifica o pai.

Gazeta do Povo
Autor: José Rocher ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16301&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Imprevistos do clima adiam colheita e desafiam produtor </title>
<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 12:03:05 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

Campo Mourão, As colheitadoras deveriam estar varrendo as plantações de soja milho, mas permanecem nos galpões ou embaixo de lonas. O clima chuvoso alterou a rotina da colheita de verão e mantém os produtores em alerta, à espera de qualquer brecha para voltar ao trabalho. Esse foi o cenário encontrado pela Expedição Safra Gazeta do Povo nas regiões Oeste e Centro-Oeste do Paraná, que têm as lavouras mais adiantas do estado. Em muitos casos, o atraso chega a três semanas.

O produtor Ari Marcolin, de Catanduvas (Oeste), só deve iniciar a colheita no final deste mês. Apesar disso, prevê produtividade acima da registrada na temporada 2009/10, também por causa do clima. Como a previsão era de seca, plantou mais sementes por hectare. E com a chuva extra, quase todas germinaram. A produção de soja tende a passar de 3,3 mil para 3,6 mil quilos por hectare, relata.

A superpopulação de soja cresceu mais que o normal, conta Marcolin, com 220 hectares dedicados à cultura na propriedade. ?A lavoura acamou um pouco e podemos ter perdas. Vamos ver em que proporção na colheita.? Com lavoura de milho para 10 mil quilos por hectare ? produtividade 40% acima da média estadual ? ele torce para que o rendimento de 2010/11 se confirme. Os 130 hectares plantados com o cereal também esperam mais sol.

A colheita começou em áreas marginais e, na última semana, teve de ser interrompida, conta o agrônomo Rudimar Soares, que atende um grupo de produtores que planta 3,8 mil hectares no Oeste do estado, tudo com soja. Eles atuam em conjunto desde 1999 pelo Cooatol, um sistema de condomínio.

Houve frio imprevisto e isso atrasou o desenvolvimento da cultura, explica o agrônomo. As áreas que já estão prontas não podem ser colhidas porque vêm sendo molhadas por aguaceiros diários, relata o produtor Leandro Leonardi, integrante do Cooatol. Se esse quadro persistir, a produtividade pode cair de 3,9 mil quilos (2009/10) para 3,5 mil quilos por falta de luz e excesso de umidade, estima Soares. A pressa não está só relacionada à colheita, mas também ao plantio do milho de 2ª safra, que deve cobrir 2,7 mil hectares, área 12% maior que a de um ano atrás.

"O que preocupa é a frequência das chuvas", afirma Gilberto Guarido, técnico da cooperativa Coamo, com sede em Campo Mourão (Centro-Oeste). Mesmo quando em volume pequeno, as precipitações não dão trégua. Isoladas ou não, acabam inviabilizando a colheita em de áreas extensas.

Num ano de La Niña, com previsão de seca para o Sul do país, as chuvas estão acima das registradas na temporada passada desde o início de 2011, mostra monitoramento da Embrapa Soja. Até dezembro, ficaram pouco abaixo das verificadas em 2010, ano de El Niño. "Em janeiro do ano passado, tivemos 216 milímetros. Neste ano, chegamos a 233 milímetros no mesmo período. E fevereiro promete ser assim também", afirma Adeney Bueno, pesquisador da Embrapa. A medição foi feita na sede da instituição, em Londrina (Norte do estado).

Gazeta do Povo
Autor: Luana Gomes ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16299&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Excesso de chuva pode adiar plantio de milho </title>
<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 11:59:41 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento pediu ontem (14) ao Ministério da Agricultura a prorrogação do plantio de milho safrinha no Paraná por mais 20 dias. O pedido deve-se ao excesso de chuvas na região de produção de grãos, que está atrasando a colheita da soja. E o milho safrinha só pode ser plantado após a colheita da soja, já que no Paraná há uma sucessão bem definida de plantio durante o ano todo.

São vários os prazos de encerramento do milho safrinha no Estado, dependendo da região e do clima. O período mais comum, indicado para regiões com clima mais quente e por isso propício ao plantio, vai até 20 de março. Mas a partir do próximo começa a expirar o prazo em muitos municípios atingidos pela portaria do zoneamento agrícola fixado pelo ministério com base em informações da pesquisa agrícola.

O secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, disse que a prorrogação é fundamental tendo em vista o impacto que uma redução na produção do milho safrinha no Paraná pode provocar no abastecimento nacional.

Conforme documento enviado a Brasília, o milho da segunda safra plantado no Paraná influencia o abastecimento do grão no mercado interno e, consequentemente, o equilíbrio nas cotações dos principais produtos consumidos pelos brasileiros, como carnes, leite e derivados. Isso porque nos últimos cinco anos o produtor paranaense praticamente transferiu o maior volume de plantio de milho para o período da safrinha, apesar do risco da cultura.

De acordo com o acompanhamento de plantio e colheita do Departamento de Economia Rural (Deral), apenas 1% da soja foi colhida até agora, enquanto o normal seria pelo menos 3% da safra. De acordo com a técnica Margorete Demarchi, os produtores precisam da prorrogação para não perderem o acesso ao crédito rural e ao seguro (Proagro).

Como o milho safrinha é uma cultura de verão, plantada pouco antes do inverno, tradicionalmente enfrenta desafios durante o seu período de desenvolvimento, como estiagem seguida de geadas. Os produtores paranaenses vêm driblando esses fenômenos climáticos com a ajuda de tecnologia. Segundo o Deral, no Paraná há uma previsão de plantio de 1,5 milhão de hectares de milho da segunda safra para este ano, com expectativa de produção de 6,6 milhões de toneladas.


Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16298&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Sojicultores estão otimistas </title>
<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 13:17:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

Otimistas, mas rezando muito para que São Pedro mantenha as chuvas controladas. É assim que estão os sojicultores de Mato Grosso neste mês de fevereiro. A colheita em todo o Estado já chega a 10% da área plantada e a da soja de ciclo precoce está ultrapassando os 25%. De acordo com o gerente técnico da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Luiz Nery Ribas, a produtividade está surpreendendo os produtores. "Ainda não temos condições de mensurar a porcentagem de aumento, mas em função do clima adequado durante o cultivo a produtividade aumentou consideravelmente em algumas regiões".

Com a chuva na dose certa, os produtores trabalham a todo vapor para adiantar a colheita e garantir a qualidade do grão. Nery explica que está chovendo em todo o Estado, mas mesmo assim os produtores estão conseguindo colher. Há uma grande expectativa para as próximas semanas. Mas se houver 2 ou 3 dias de chuvas constantes a colheita pode ficar prejudicada. Neste período os produtores ficam mais atentos ao clima e muito mais preocupados com o futuro imediato.

"Qualquer "descuido" de São Pedro pode significar a perda de muitas sacas de soja", diz o sojicultor Maurício Bernardo Amorin, em tom de brincadeira. Ele produz cerca de 3 mil hectares na região de Sorriso e conta que diariamente pesquisa a previsão do tempo para a sua região. "Com a evolução dos serviços de meteorologia consigo ter a previsão do tempo para até uma semana. Isso dá condições de planejar a colheita no dia-a-dia. É um desafio".

Maurício conta que ainda é difícil mensurar os números da colheita. "É que cada um está preocupado com o seu serviço. Nesta época quase nem saímos da propriedade". Mas pelo que tem conversado com os vizinhos, o sojicultor de Sorriso acredita que o Médio Norte é a primeira região a colocar as máquinas no campo e, por isso, está com a colheita mais adiantada que o resto do Estado.

Na opinião do produtor, cerca de 80 mil hectares já foram colhidos na região de Sorriso. Ele diz que, de acordo com o que está acompanhando na imprensa, o município já colheu 66 mil hectares, ou seja, 11% do total plantado. Na sequência aparece Lucas do Rio Verde que já percorreu 38,4 mil hectares, o que significa 16% da área semeada.

De acordo com os dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) a safra 2010/11 pode superar todas as expectativas. Isso acontecerá principalmente se for confirmada a produtividade histórica de 50 sacas por hectare. Estima-se que o Estado ultrapasse os 18,37 milhões de toneladas distribuídas em uma área de 6,12 milhões de hectares.

Já o produtor João Armindo Silkscraime, que planta soja no município de Tapurah, reclama da chuva. Ele conta que tem chovido bastante em sua região. "Mas a constatação de grãos ardidos ainda é baixa". Segundo o agricultor, em algumas regiões está chovendo mais que em outras, mas ainda não há prejuízos. "Este é um momento de tensão. Quando o tempo está bom trabalhamos dia e noite. O quanto antes terminarmos a colheita, menos riscos corremos de perder a produção".

Em Rondonópolis a colheita ainda é lenta. De acordo com o vice-presidente do Sindicato Rural do município, Ricardo Tomczyk, nas regiões onde as máquinas começaram a trabalhar o resultado tem sido positivo com uma média de 50 sacas por hectare. "Por enquanto as chuvas não atrapalham e estamos tendo bons resultados nesta safra".

Recorde - A soja é considerada a principal cultura do agronegócio e da pauta das exportações de Mato Grosso e esta safra chegará aos 20 milhões de toneladas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Mato Grosso produzirá exatas 19,850 milhões de toneladas, contra 18,769 milhões de toneladas do ciclo anterior, crescimento de 5,76%. A área plantará teve incremento de 1,72%, passando de 6,224 milhões hectares para 6,331 milhões de hectares, 1,72% a mais que a safra 2009/10.

Para quem transita nas estradas mato-grossenses é comum ver as máquinas colhendo a soja e, logo em seguida, surgirem as plantadeiras. Nery conta que em toda a área onde já houve a colheita está sendo plantado o milho safrinha. O plantio do sorgo e do milheto só acontece mais tarde. Se tudo correr de acordo com o esperado pelos produtores, a colheita da soja deve ser concluída até o início de abril.

Gazeta Digital
Autor: Elaine Perassoli
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16279&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Previsão é de tempo claro no Sul e no Sudeste </title>
<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:13:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[<i>Nas demais regiões, o céu permanece nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas</i>
 
O tempo permanece nublado nesta sexta-feira (11), com pancadas de chuva em quase todo o país de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sol aparece somente nas regiões Sudeste e Sul, que terão céu claro a parcialmente nublado.

Pancadas de chuva e trovoadas isoladas são esperadas na maior parte da região Nordeste, em algumas áreas do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia. Chuvas isoladas e tempo nublado são previstos em Sergipe. O tempo estará parcialmente nublado com chuva também em Rondônia, Tocantins, Pará, Acre e Amazonas. Há previsão de pancadas de chuva somente no Amapá.

Na região Sul, chuvas fortes podem atingir áreas isoladas do Paraná, Santa Catarina, centro, norte e nordeste do Rio Grande do Sul. O aviso 055 alerta para rajadas de ventos ocasionais em Santa Catarina e no Paraná.

O Inmet prevê pancadas de chuva e tempo nublado no Mato Grosso e em boa parte de Goiás. Há possibilidade de trovoadas isoladas nas demais áreas da região Centro-Oeste e em boa parte do Sudeste, em algumas áreas de São Paulo e Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

<b>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16247&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Produção de soja cresce no País e em Goiás </title>
<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:13:10 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

Principal commoditie agrícola do País, a soja tem, segundo previsão da Companhia Nacional de Abastecimento Conab, órgão do Ministério da Agricultura, uma produção de 70,1 milhões de toneladas no País, com aumento de 2,1% sobre a colheita anterior.

Segundo a Conab, a razão principal do aumento da safra é o crescimento de 2,8% na área plantada, atingindo 24,1 milhões de hectares totais. A Companhia de Abastecimento destaca ainda a menor influência do fenômeno <b>La Niña </b>sobre as culturas, o que fez com que a má distribuição das chuvas fosse menos prejudicial à produtividade do grão. A soja já começa a ser colhida nos Estados de Mato Grosso, Goiás e Paraná.

<b>Goiás
</b>Segundo o economista e analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goias Faeg, Pedro Arantes, a perspectiva é de que haja um crescimento de 6% na produtividade da soja em Goiás este ano, crescimento que ele atribui às condições climáticas favoráveis do período. Segundo ele é destaque a produção da Região Sudoeste do Estado, precisamente os municípios de Rio Verde, Montividiu, Chapadão do Céu e Jataí. E também os municípios de Mineiros, Cristalina e Luziânia, no Entorno de Brasília.

<b>Goiás Agora]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16246&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Cultivo de planta nativa é opção para oferta de forragem no período de seca </title>
<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:10:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[

Quando a seca no semiárido nordestino atinge o período mais crítico, entre os meses de agosto a dezembro, o mamãozinho-de-veado flora e frutifica com abundância. O "segredo" da planta é o mesmo que possui os pés de umbuzeiro: a raiz em forma de batata, tecnicamente chamada de xilopódio ou túbera, que armazena água e substâncias nutritivas numa quantidade que permite a planta atravessar vários meses de estiagem.

Em alguns pés de "mamãozinho" já foram colhidas batatas com 546 kg. Na época de escassez de vegetação para os rebanhos, os agricultores de poucos recursos técnicos e financeiros costumam retirar os xilopódios dessas plantas como uma das poucas alternativas de alimento para fornecer aos animais.

<b>Domesticação</b>O nome científico da espécie é <i><s>Jacaratia corumbensis</s></i> O. kuntze, um arbusto com altura que varia de 2,5 m a 6 m. Mamãozinho-de-veado é a denominação popular porque seus frutos são muito consumidos por animais silvestres como os tatus, cutias, siriemas, caititus e, em especial, os veados. Suas flores alimentam diversas espécies de borboletas e abelhas.

Há cerca de 14 anos, Nilton de Brito Cavalcante, mestre em Extensão Rural, da Embrapa Semiárido, estuda o comportamento da planta no ambiente natural e realiza testes com o objetivo de fazer uma espécie de domesticação para uso pelos agricultores nos seus sistemas de cultivo. Desde 1997, Nilton pesquisa o mamãozinho e, em 1998, publicou o primeiro trabalho intitulado "Produtividade de xilopódios do mamãozinho-de-veado", no XLIX Congresso Nacional de Botânica.

Para ele, o extrativismo do "mamãozinho" nos períodos críticos de seca é um indicador da importância que tem a planta para os pequenos criadores. O corte indiscriminado nessas épocas diminui a população desse vegetal e, ao longo do tempo, pode se tornar uma ameaça concreta de extinção da espécie.
<b>Água</b>Na pesquisa, Nilton entrevistou agricultores, fez testes em campo experimental e realizou análises em laboratório da Embrapa Semiárido. Junto ao de Nutrição Animal, fez comprovações da qualidade forrageira dessa planta nativa: na matéria seca, registrou 30% de proteína nas folhas e ramos novos, e 12% no tubérculo. Compõe ainda esta espécie de batata cerca de 78% de água que pode suprir parte das necessidades dos animais no período de seca.

A espécie é uma boa fonte de nutriente e de água para os animais, revela o mestre em Extensão Rural.

Parte da pesquisa foi dedicada à entrevista com agricultores e à medição da população das plantas de "mamãozinho" em comunidades dos municípios de Juazeiro, Curaçá, Uauá e Jaguarari, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. Aí ele encontrou densidades que variaram de 7 a 16 pés/ha.

Segundo Nilton, com mão-de-obra da família, muito pouco recurso financeiro e conhecimento, o pequeno criador do semiárido pode fazer essa quantidade crescer para até 7500 plantas/ha, com espaçamento de 1,5 x 1,5 m, em área de caatinga degradada, ou então repovoar a vegetação nativa com 1200 pés/ha.

Como o peso médio da raiz no primeiro ano de cultivo alcança 3,46 kg, nas duas situações, o agricultor vai dispor de um bom volume de reserva forrageira para o seu rebanho, garante.

<b>Plantio</b> Mais do que constatar o potencial forrageiro da espécie, Nilton definiu práticas de manejo que os agricultores podem adotar para cultivar na sua propriedade, do modo que faz com o capim, ou a palma, ou o feijão. Uma delas é que o plantio pode ser feito em qualquer tipo de solo da caatinga desde que não esteja em área sujeita a alagamento.

Para o cultivo, ele orienta a colheita dos frutos do mamãozinho no período da safra (dezembro/março). Após retirar as sementes, põe para secar e depois armazena por 30-60 dias até o momento do plantio.

O agricultor pode fazer o cultivo direto, depositando de 3 a 5 sementes em covas com 3 a 4 cm de profundidade. O ideal, porém, é que o plantio seja feito em canteiros. Posteriormente, são repicadas para sacos com substrato de solo, areia e esterco que, passados 60 dias da germinação, devem ser levadas para o campo. O transplantio deve ocorrer entre os meses de janeiro a abril para um melhor desenvolvimento das mudas.

A melhor data para o plantio das mudas no campo é logo após as primeiras chuvas. Uma planta adulta de "mamãozinho" chega a produzir 680 frutos por safra e cada um deles chega a conter até 14 sementes.

<b>Adaptação </b> Nilton explica que o plantio do mamãozinho-de-veado pode ser feito também na forma de consórcio com outras culturas, a exemplo do milho, feijão, palma forrageira, áreas de pastagens, ou na própria caatinga. O agricultor só precisa distribuir as covas de forma que a distância entre as plantas seja de 1,50 m. O espaçamento nas entrelinhas, por sua vez, passa a depender da espécie consorciada. O percentual de germinação das sementes chega a até 80%.

O pesquisador recomenda ainda uma capina no final do período das chuvas. Após um ano do plantio, os agricultores já podem fazer a colheita. No entanto, "quanto mais tempo as plantas permanecerem no campo, maior será o desenvolvimento da batata".

Como não é possível barrar de imediato o corte indiscriminado do "mamãozinho", uma providência que os produtores podem adotar para reduzir o impacto do extrativismo na época de seca é a retirada apenas das plantas masculinas. Além de não produzirem frutos apresentam os maiores xilopódios.

Segundo Nilton de Brito, a grande vantagem para os agricultores é que após o plantio não é preciso mais se preocupar com o mamãozinho: a condição de nativa da caatinga garante sua adaptação às adversidades climáticas da região.

<b>Só Notícias]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16245&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas amenizam efeitos da seca no RS </title>
<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:13:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva desta semana ajudou a amenizar a falta de água em alguns dos municípios em emergência. Medições realizadas por produtores e informadas à MetSul apontaram 200 milímetros de chuva em áreas de São Francisco de Assis e Manoel Viana. Em Alegrete, houve registro de até 150 mm. Em Dom Pedrito, medidores marcaram 100 mm de chuva, enquanto em São Gabriel chegaram a 80 mm. Em Livramento, a chuva de 34 mm ajudou lavouras e a criação de gado. "Choveu bem, mas isso não significa que a situação não é mais crítica. As perdas não têm como serem revertidas. Essa água só ajuda a melhorar os mananciais e açudes", analisa o major Oscar Moiano. Ontem, Amaral Ferrador engrossou a lista de municípios em emergência, que passam a ser 17. Jaguarão e Encruzilhada do Sul têm notificação.

Ontem (8), o Ministério do Desenvolvimento Social divulgou edital no valor de R$ 12,3 milhões para construção de cisternas no RS. ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16215&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Variedades precoces de soja já estão sendo colhidas no RS </title>
<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:12:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Algumas lavouras com variedades precoces de soja já estão sendo colhidas no Rio Grande do Sul. Aqui na região, há situações isoladas em Santa Rosa, Pejuçara, Três Passos e Humaitá. Dados preliminares, indicam que a produtividade média surpreende, com volumes acima de 60 sacas por hectare. O auge da safra deste grão deve começar num prazo de aproximadamente 30 dias ? a partir do dia 10 de março.

A expectativa é otimista, na medida que mesmo sob o efeito do fenômeno La Niña, tem chovido dentro da média, e a produção deve ser boa. Entretanto o aparecimento de fungos na região de Erechim e da ferrugem asiática em lavouras do interior de Santo Ângelo, deixam os produtores em alerta preventivo.

Rádio Progresso de Ijuí
Autor: Carlos Castro ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16214&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
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<item>
<title>Cheiro-verde está mais caro </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:13:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O cheiro-verde, tempero formado aqui no Ceará pelo coentro e cebolinha, tem chegado mais caro à mesa do consumidor de Fortaleza. Com as chuvas, a produção de coentro é prejudicada, o que eleva o preço do produto. Segundo comerciantes do Mercado São Sebastião, o tempero, que podia ser comprado por R$ 0,20 centavos, varia agora entre R$ 1, 00 a R$ 1,50 a parelha.

"A chuva queima a verdura, não deixa ela crescer. Fica difícil comprar com o fornecedor", explica Paulo César Pereira, que há dez anos trabalha como vendedor no mercado. Hoje, o produto é vendido aos comerciantes locais a R$ 0,80 centavos.

A dona de casa Nazaré Pereira dos Santos, de 54 anos, sentiu no bolso diferença. "Vixe Maria", foi a expressão usada por ela ao saber o preço do tempero. "Com esse dinheiro, a gente comprava umas cinco parelhas. Eu vou comprar porque é o jeito", disse. Já a proprietária de uma marmitaria na Aldeota, Nete Pacheco da Silva, preferiu não levar o ingrediente para casa. "Vou levar não, está muito caro", decidiu após olhar com cuidado o produto exposto.

Para Paulo César, vendedor de verduras no Mercado São Sebastião, a alta nos preços não tem prejudicado as vendas. "A procura é sempre grande, então a gente acaba lucrando um pouquinho", conta. O comerciante afirma vender de 80 a 100 parelhas de cheiro-verde por dia.

Já alguns boxes do mercado preferiram não ofertar o produto durante o período de chuvas. "A gente costuma vender, mas como está muito caro não estamos vendendo agora", afirma Adalberto Ferreira, vendedor antigo de verduras no mercado. José Gonçalves, conhecido por seu Teixeira, foi outro vendedor que optou por não ofertar cheiro-verde em suas prateleiras durante este período. "No inverno acaba tudo. O pessoal procura, mas como subiu muito a gente não está vendendo. Está caro pra comprar do fornecedor, pra ter lucro tem que aumentar o preço de venda. Aí, o cliente reclama", explica. Com as chuvas, apenas o cheiro-verde teve seu preço elevado. Outros tipos de verduras no São Sebastião não sofreram alterações.

Mudas

Para tornar a cidade mais verde, arborizada, para os eventos da Copa de 2014 em Fortaleza, a Prefeitura está com a promessa de aumentar a produção de mudas em 50%, cerca de 150 mil unidades produzidas ainda neste semestre. Com essa meta a Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb) precisa contar com a ajuda da chuva para germinação das espécies que serão plantadas, conforme o presidente da Emlurb, Roberto Rodrigues, nos canteiros dos principais corredores da cidade.

Para a comerciante, Socorro Eugênia, 53, faltam mais árvores e mais atenção com a vegetação. Morando em frente a um canteiro malcuidado, na Avenida Virgílio Távora com a Rua General Potiguar, ela reclama do lixo e dos "matos secos" que se acumulam. "A cidade está feia, cheia de lixo. Se colocassem mais plantas ficaria mais bonita e agradável", comenta.

Conforme o presidente da Emlurb, ao contrário do ano passado, quando a curta estação chuvosa implicou numa redução da produção em 20%, neste ano os meses de janeiro a abril representarão um desempenho superior, inclusive, ao de 2008, quando houve uma quadra invernosa mais regular.

Diário do Nordeste
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16181&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Começa colheita do milho no Planalto Médio do RS </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:12:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores dos municípios de Palmeira das Missões, Iraí e Planalto estão sendo os primeiros a fazer a colheita do milho na região do Planalto Médio do RS, atendida pelo escritório da Emater de Passo Fundo. Por lá, o grão tem rendido entre 130 a 140 sacos por hectare. A mesma produtividade é esperada em Passo Fundo e arredores, confirmando uma ótima safra e boa lucratividade para os produtores.

"A expectativa de safra vai se configurar, porque milho não depende de água agora. Pelo contrário, precisa de tempo bom para perder umidade, secar e poder ser colher com baixa umidade", salienta o engenheiro agrônomo e técnico da Emater, Claudio Dóro. Isso significa que a produtividade já está garantida. "A colheita do milho deverá ser boa. Será uma ótima safra. Choveu desde a implantação da lavoura, em agosto, até agora. Não tivemos problemas maiores com pragas e doenças, até porque este ano tivemos muito o plantio de milho transgênico BT, que é resistente à lagarta do cartucho, principal praga do milho", destaca.

Apesar da boa produtividade, este ano a área de plantio do milho foi reduzida em 6,6% em relação ao ano passado. Foram plantados 192 mil hectares com o grão. "O milho surpreendeu positivamente, pois o produtor reduziu a área, porque tinha o prenúncio de acontecer o fenômeno La Niña. Como não ocorreu, a produtividade explodiu, é uma safra boa. Acreditamos que no ano que vem o milho volte a ter a mesma área ou até aumente", projeta o engenheiro agrônomo.

Expectativa de safra

Conforme Dóro devem ser colhidas em torno de 1,2 milhão de toneladas na região do Planalto Médio, composta por 70 municípios. Até metade do mês de março, a colheita deverá estar encerrada.

Preço

A saca do milho está com preço por volta de R$ 23 reais, "deu uma enfraquecida nos últimos dias em virtude da entrada de milho novo no mercado e também aos leilões do Conab promovidos pelo governo. Então é tendência natural com o crescimento de oferta no mercado. Recuou um pouco, mas o mercado está firme. E no mercado internacional o milho está em alta. O mercado interno ainda não tem esse reflexo porque é safra, mas com o passar do tempo o preço deve melhorar", avalia Dóro. Entretanto, o preço atual pode ser considerado bom, em virtude de fatores como a alta produtividade. "Com a produtividade que o produtor vai ter, a lucratividade vai ser boa este ano, pois o custo de produção não foi alto, os insumos estavam com preços baixos para o agricultor fazer a lavoura. Tendo custo baixo, alta produtividade e preço mediano, vai ter uma alta lucratividade", ressalta.

O Nacional
Autor: Glenda Mendes
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16180&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Livramento/RS solicita ajuda a ministérios </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:10:59 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A Prefeitura de Santana do Livramento (RS) elaborou um plano de trabalho para atacar os efeitos da estiagem e o encaminhou aos ministérios da Integração Nacional e do Desenvolvimento Agrário. Foram solicitados um caminhão-pipa, escavadeira hidráulica e caminhão com prancha para transporte de retroescavadeira. Segundo o secretário de Agricultura, Gregório Heredes, são necessários ainda recursos para abertura de poços, construção e limpeza de açudes e compra de caixas d''água.

Correio do Povo
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16179&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Soja louca traz grandes prejuízos </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:10:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Você já ouviu falar da "soja louca"? E da "soja louca" dois? É um problema que vem trazendo grandes prejuízos para os produtores. As folhas ficam retorcidas e a planta produz menos vagens.

A agricultora Roseli Giachino vistoria a lavoura em sua propriedade no município de Cláudia, norte de Mato Grosso. As folhas retorcidas de algumas plantas são alguns dos sinais da doença conhecida como "soja louca". E esta já é a segunda vez.

Ela perdeu 30% dos talhões na última safra. Este ano, a previsão é de uma perda de 10% nos talhões afetados. Mesmo assim, a agricultora se preocupa. As plantas permanecem verdes no campo. E além de produzir menos vagens, esses pés de soja contribuem para aumentar o teor de impureza na colheita, o que reduz o preço da soja na hora da venda.

Atualmente, não existe uma solução. Pesquisadores ainda tentam descobrir o que pode estar causando este problema. Por isso, é realizado um trabalho em conjunto.

Agrônomos da Embrapa e de várias instituições de pesquisa têm percorrido as plantações recolhendo material pra estudo e estão intrigados, porque uma doença com os mesmos sintomas deu muito trabalho para os produtores na década de 1980.

Naquela época, a causa era o ataque de percevejos, que transmitiam toxinas para a planta. Por isso, os pesquisadores decidiram agora chamar a nova doença de soja louca dois. "É para diferenciar esse ataque do problema antigamente causado por ataque intenso de percevejos, que é não é caso desse problema que estamos vivendo no campo", diz o agrônomo Maurício Méier.

A causa não foi descoberta, mas Méier diz que algumas hipóteses pelo menos já foram descartadas. Não se trata, por exemplo, de uma doença transmitida por vírus nem de problemas provocados por uso inadequado de agrotóxicos.

"Com as demais hipóteses que estão em estudo ainda não conseguimos comprovar a causa do problema, o que dificulta o estabelecimento de uma estratégia de controle", conclui o agrônomo. Além de Mato Grosso, também têm sido observados casos da soja louca em lavouras do Tocantins, Maranhão e Pará.

Globo Rural
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16177&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Soja/CEPEA: Demanda firme mantém preços em alta </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:09:22 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As demandas interna e externa firmes continuam impulsionando os preços da soja em grão e também dos derivados, conforme pesquisas do Cepea. O atraso da colheita no Centro-Oeste, os baixos estoques e a greve nos portos da Argentina também têm influenciado as cotações. No mercado externo, a China continua sendo a propulsora da demanda, favorecida também pelo dólar baixo perante uma cesta de moedas. Entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) teve aumento de 1,57%, fechando a R$ 50,33/sc de 60 kg na sexta-feira, 4. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá subiu 0,75% em sete dias, finalizando a R$ 51,00/sc.

Cepea/Esalq
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16176&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Meteorologia prevê chuva forte em Santa Catarina durante a semana </title>
<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:08:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram) prevê para esta semana tempo instável, úmido, com pancadas de chuvas e trovoadas no estado.

Segundo a meteorologista Marilene de Lima, do Ciram, uma frente fria que avança pelo litoral catarinense é responsável pelo tempo instável na região. ?A semana será úmida, abafada e com chuvas frequentes, devido à influência de um sistema de baixa pressão?, disse ela.

De acordo com o Ciram, há possibilidade de alagamentos e deslizamentos em áreas de encosta por causa de maiores volumes de chuva e da vulnerabilidade do solo, especialmente na serra catarinense e no litoral.

Foi decretada situação de emergência em 91 municípios do estado, por causa das chuvas.

Agência Brasil
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16175&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Previsão do tempo alerta para chuvas fortes em MS, SP e PR </title>
<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 11:35:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O aviso meteorológico especial 048, divulgado nesta quinta-feira, 3 de fevereiro, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para as condições meteorológicas favoráveis à ocorrência de chuva moderada a forte em áreas isoladas do Mato Grosso do Sul (especialmente no leste e sudeste do estado), oeste de São Paulo e oeste do Paraná.

A meteorologia prevê para esta sexta-feira, 4 de fevereiro, tempo nublado em todas as regiões do país. No Norte, há previsão de chuva e trovoadas isoladas no Amazonas, Pará, Amapá, Acre, Rondônia e Tocantins. Nas demais áreas, o céu estará parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuvas isoladas. No Nordeste, o Inmet prevê chuvas isoladas no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, litoral de Alagoas, de Sergipe e na Bahia. Na região Centro-Oeste, a previsão é de chuva em Goiás (exceto no centro), norte, leste e sudeste do Mato Grosso. De acordo com o Instituto, em áreas isoladas do Mato Grosso do Sul estão previstas chuvas fortes.

Nas regiões Sudeste e Sul, o tempo vai variar de parcialmente nublado a nublado. Há previsão de chuvas no sul e no Triângulo Mineiro, em Minas Gerais, e de chuva forte em áreas isoladas de São Paulo. A região deve registrar a temperatura máxima prevista para amanhã, que é de 38º.C. No sul, estão previstas pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. No Paraná, o Inmet prevê chuva forte em áreas isoladas.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Isabela Vargas, com informações do Inmet]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16138&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produtores rurais aproveitam a estiagem  para a colheita de soja no MT </title>
<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 11:35:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores rurais aproveitam que a chuva parou para retomar a colheita da soja no Estado de Mato Grosso. Os agricultores comemoram a valorização do produto no mercado internacional. Mas essa alta deve pesar no bolso do consumidor brasileiro.

Depois de dias chuvosos, os agricultores do Mato Grosso, aproveitam o bom tempo para colher soja. O estado é o maior produtor do grão no país e a expectativa é de que a colheita deste ano supere a do ano passado.

A maioria da soja brasileira segue para exportação e o mercado que absorve toda essa produção é a China, que paga muito bem pelo produto. Soja valorizada é bom para o produtor, mas amargo para o consumidor. Especialistas acreditam que o preço dos derivados de soja deve subir.

BAND
Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=16137&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Tempo seco e frio no Sul </title>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:49:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[
A semana começou com tempo seco em quase todo o Brasil. Em Goiás e em Mato Grosso do Sul, vários municípios entraram em estado de alerta por causa da baixa umidade do ar. Em alguns locais os índices ficaram abaixo dos vinte por cento.

Essa massa de ar seco que predomina no centro do país impede a formação de nuvens deixando a chuva restrita aos extremos norte e sul do país e à faixa litorânea.

Em Ceará Mirim, no Rio Grande do Norte, por exemplo, o volume de chuva, ontem, chegou aos trinta e cinco milímetros. Hoje essa situação não muda. Tempo muito seco no centro do país, com baixos índices de umidade do ar. Chuva apenas em parte do norte e na faixa leste do país, entre o Sul e o Nordeste.

Tempo seco e frio no Sul. Pode chover um pouco no leste de Santa Catarina e do Paraná. O sol predomina no Sudeste. Há possibilidade de chuva no leste de São Paulo, no litoral do Rio de Janeiro, no nordeste de Minas e no norte do Espírito Santo.

Dia ensolarado e seco no Centro-Oeste. A falta de umidade do ar facilita a propagação de queimadas.

Faz sol no Nordeste. Tem previsão de chuva para a faixa leste da região e também para os estados do norte, como o Maranhão. Tempo seco na maior parte da região norte. Pode chover do oeste do Acre ao norte do Pará.

Nesta terça-feira as temperaturas devem cair bastante no Sul do país por causa de uma massa de ar polar que está sobre a região. Amanhã, essa massa de ar começa a se deslocar para o oceano e o tempo esquenta.

Até o fim da semana, áreas de instabilidade vão provocar chuva em boa parte da região Sul, mas, na maioria dos estados, o tempo continua seco e quente.

Até domingo o volume de chuva deve passar dos 110 milímetros no sul do Rio Grande do Sul e dos 70 no norte do Amazonas.

O acumulado deve ficar na casa dos 50 milímetros no leste da Paraíba, de Pernambuco, de Alagoas e da Bahia.

No Sudeste, o índice pode chegar aos trinta milímetros. A chuva deve se concentrar na faixa leste da região.

Tempo seco em grande parte do Brasil, principalmente em Goiás e no Tocantins.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14047&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Safra de verão na insegurança </title>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:46:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Na contramão do acelerado crescimento da demanda, o governo federal reduziu em quase 10% os recursos destinados à subvenção do seguro rural. O corte preocupa os produtores paranaenses porque ocorre justamente em um ano de La Niña, quando a possibilidade de seca e frustração de safra é maior no Sul do país. O setor produtivo afirma que em um ano de risco climático elevado como este seriam necessários mais de R$ 600 milhões para subsidiar o prêmio das apólices, mas menos de 40% desse montante foram liberados pelo governo.

O orçamento limitado já deixou muitos agricultores na mão neste inverno e os problemas tendem a se agravar na safra de verão. Produtores de trigo da região dos Campos Gerais deixaram suas lavouras descobertas porque não conseguiram a subvenção federal, relata Mariane Ramos, corretora da Terra Solo, empresa de Ponta Grossa especializada em seguro rural.

?A procura foi muito grande neste ano, mas faltou subvenção. Deixamos de atender pelo menos 50 mil hectares. Chegou um ponto que nem tentávamos mais. Quando os produtores nos procuravam para fazer seguro para o trigo já falávamos que não havia mais subvenção?, conta. Segundo Mariane, a procura por seguro para as lavouras de verão também já começou na região, mas até agora nenhuma apólice foi fechada porque as seguradoras não sabem se haverá recursos disponíveis para a subvenção.

?Sem a ajuda do governo, o custo do prêmio fica muito elevado e inviabiliza o seguro?, diz Dirceu Fruet, superintendente do departamento agronômico da cooperativa C.Vale, de Palotina. A região Oeste do Paraná, onde atua a cooperativa, foi uma das que mais sofreu com a estiagem de 2008. Foi um ano de neutralidade climática, o que não impediu que a seca levasse dos agricultores paranaenses cerca de 3 milhões de toneladas de soja na safra 2008/09. Neste ano, diante da previsão de La Niña, produtores tentam mitigar perdas através do seguro rural. Mas em muitos casos a tentativa tem sido frustrada, relata Fruet. Segundo ele, as seguradoras alegam que não podem garantir que haverá recursos suficientes para a subvenção do prêmio neste ano.

A situação estaria prejudicando não só a proteção das lavouras, mas também o acesso dos produtores ao crédito oficial de custeio e pode resultar em uma redução na tecnologia empregada na safra 2010/11. ?O banco reconhece que o risco climático é elevado em anos de La Niña e, sem saber se vai haver recursos para a subvenção do seguro, acaba não liberando crédito de custeio. Quem está capitalizado se vê obrigado a arcar com o custo total do prêmio, que é muito alto, ou então tirar dinheiro do bolso para plantar. Quem não tem dinheiro em caixa busca recursos junto à cooperativa através da troca de insumos por produto, reduz o investimento em tecnologia e assume o risco climático?, conta Fruet.

A Aliança do Brasil, seguradora controlada pelo Banco do Brasil, nega que esteja havendo dificuldades para liberar a subvenção. ?Os agricultores já estão contratando financiamento para a safra de verão, inclusive com seguro e subvenção. Mas ainda é pouco porque eles ainda estão finalizando a safra de inverno?, diz Aline Milani, gerente de Produtos de Agronegócios da empresa. Mas o diretor técnico da Aliança, Wady Cury, afirma estar preocupado com o corte nos recursos para o seguro. ?Houve uma redução muito forte no volume de recursos liberados neste ano e não podemos aplicar tudo no Paraná. Precisamos dividir a subvenção de maneira proporcional entre os estados.?

O gerente de Agronegócios do Banco do Brasil no Paraná, Cezar de Col, confirma que os recursos do Plano Safra 2010/11 estão sendo repassados aos produtores, mas se diz preocupado com o seguro rural. ?Por enquanto a procura é boa e tranquila, em ritmo similar ao do ano passado. Mas temos dúvida se vai ter para todo mundo. Pode ser que chegue um momento que acabe a subvenção. O conselho que eu dou para quem quer contratar seguro rural neste ano é: vá logo ao banco?, diz.

Gazeta do Povo
Autor: Luana Gomes ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14046&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>MT: 70 mil toneladas de pluma na safra 09/10 </title>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:45:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O ano foi atípico para a agricultura ? estiagem prolongada a partir de abril e frio intenso este mês ? mas os produtores mato-grossenses iniciam a colheita do algodão adensado com expectativa de colher 70 mil toneladas de pluma na safra 09/10. A produtividade média deve oscilar entre 200 e 300 arrobas por hectare, devido à falta de chuva após o plantio.

?Apesar da estiagem, os produtores estão com boas perspectivas para a tecnologia [do adensado]. A produtividade pode não ter sido das melhores se comparada à do algodão plantado pelo sistema convencional, porém o produtor tem de considerar a redução de custo e olhar a rentabilidade?, avalia o diretor executivo da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Décio Tocantins. O algodão adensado é plantado com a metade do espaçamento convencional e menor custo para o produtor.

Este é o segundo ano do cultivo do adensado em Mato Grosso, mas o primeiro em escala comercial. No ano passado, foram cultivados cinco mil hectares. Este ano os produtores aumentaram a área em mais de dez vezes, 51,50 mil hectares. Nas duas safras, situações opostas: enquanto em 2009 a safra foi prejudicada pelo excesso de chuvas, este ano a seca castigou as lavouras na fase de formação do caroço da pluma. Além da estiagem, veio o frio que atrapalhou as lavouras na fase da colheita.

?Produzimos o adensado em anos extremos. Mas, apesar da estiagem prolongada, o adensado é uma técnica de sucesso e o produtor mato-grossense sentiu menos?, disse. Em Mato Grosso a produtividade média deve cair entre 17% e 20%.

Até agora, 10% das lavouras de adensado ? plantadas a partir de 20 de janeiro - já estão colhidos no Estado. Segundo Tocantins, a colheita ?está dentro do planejado?, devendo ser concluída no começo de setembro.

DESEMPENHO ? Para o analista Denancil Martins Filho, da cadeia de Fibras do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), este ano ainda não vai ser possível fazer uma ?leitura real? do desempenho do algodão adensado em Mato Grosso, devido ao longo período de estiagem. ?2010 foi um ano atípico e ainda não podemos fazer uma análise acerca dos resultados com o cultivo do adensado. Só teremos um resultado mais preciso quando não tivermos interferências climáticas?, disse.

Em uma fazenda na região sul do Estado, um grupo plantou 17 mil hectares de algodão adensado nesta safra. Os resultados preliminares são bastante animadores: nos primeiros talhões colhidos, a produtividade alcançou 300 arrobas por hectare. Como a área a ser colhida é muito extensa, é provável que esta média seja reduzida. Mas os técnicos estão confiantes de que a produtividade média projetada para as lavouras, cerca de 280 arrobas de pluma por hectare, será confirmada em Mato Grosso.

A tendência, de acordo com a Ampa, é o cultivo do algodão adensado se expandir no Estado. As pesquisas financiadas pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMA) apontaram que o custo adensado representa uma economia em relação ao algodão de ciclo convencional e permite a recuperação do investimento do produtor em curto prazo.

"A tecnologia e os processos de produção foram referenciados e os resultados apresentados pelo algodão adensado superam os do plantio convencional. Temos agora que ver o que é bom e o que não é, definir como trabalhar e investir neste sistema. Estamos conscientes de que esta alternativa não é a redenção total da cotonicultura, mas é um caminho viável", disse o presidente da Ampa, Gilson Pinesso. (MM)



Fonte: Agrolink; Diário de Cuiabá]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14045&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Cotações do arroz mantêm recuperação nominal em plenas férias de inverno </title>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:45:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Aliviados pela prorrogação do vencimento das primeiras parcelas de custeio da safra passada, os arrozeiros gaúchos reduziram a pressão de oferta à indústria e, embora ainda distante das cotações ideais, os preços do arroz em casca mantêm uma trajetória de recuperação nesta quinta e última semana do mês de julho. Apesar das férias de inverno, onde usualmente baixa o consumo. Com baixo volume de negócios, um número maior de indústrias de volta ao mercado com ações de compra e muitas sondagens de indústrias de fora do Rio Grande do Sul, a comercialização voltou a indicar alta de preços esta semana nas principais praças gaúchas. Ainda não é o suficiente para cobrir os custos de produção, mas é uma notícia positiva. Com preços firmes, espera-se que até o final da semana as cotações estejam mais próximas de R$ 27,50.

O anúncio de AGFs, embora insuficiente para atender à demanda dos produtores, também foi importante para traduzir uma tendência de firmeza do mercado, bem como os números bastante tímidos referentes às importações nacionais e referenciais crescentes às vendas externas, ainda que representando em sua maior parte negócios com arroz quebrado.

Refletindo essa conjuntura, o indicador Cepea-BVMF acumula recuperação de 1,96% nas primeiras quatro semanas de julho, até a última sexta-feira (23/7), com a saca de 50 quilos do arroz gaúcho (58x10) em casca atingindo cotação de R$ 27,15, voltando a superar a casa dos R$ 27,00. Em dólar, a cotação da saca de arroz no Rio Grande do Sul fechou em US$ 15,43, uma alta de 4,57% em julho. A média de preços, em reais, da semana passada ficou em R$ 26,97, alta de 0,45% no período. A expectativa dos analistas é de preços firmes em mais essa semana e uma valorização total em torno de 2,5% em julho.

Durante a semana as novidades foram bastante restritas, como a confirmação de novo encontro entre a indústria e o setor produtivo, ainda para discutir a famosa tabela de ?classificação?, a definição de um programa de mobilização das diversas cadeias produtivas junto aos organismos federais em razão da perda de renda do segmento e da crise vivida por alguns segmentos agropecuários, como o arroz, e nova prorrogação de parcelas do custeio do Banco do Brasil, que agora passarão a vencer a partir de outubro.

MERCADO

Nesta última semana de julho os preços médios das cotações de arroz alcançaram o referencial de R$ 27,00 na maioria das praças gaúchas. Nos pólos industriais de Pelotas, Camaquã, Itaqui e Uruguaiana, todos no Rio Grande do Sul, a referência de preços para a saca de 50 quilos de arroz em casca, fica entre R$ 27,50 e R$ 28,00, dependendo das condições de contrato e pagamento, bem como da qualidade do produto. As variedades nobres (64x4) alcançam R$ 31,50 no Litoral Norte. Na Fronteira, esse produto superior alcança R$ 28,00 a R$ 29,00, dependendo da indústria, dos volumes e da negociação.
Santa Catarina manteve a semana com média de comercialização entre R$ 27,00 e R$ 28,00, dependendo da região, das características do produto e do tipo de operação e prazo. No Mato Grosso a referência de preços para Sinop e Sorriso fica entre R$ 29,00 e R$ 30,00 para o arroz em sacas de 60 quilos e com referência acima de 55% de inteiros para o longo fino.

PREÇOS

A Corretora Mercado, de Porto Alegre (RS), indicou a elevação das cotações do arroz e seus derivados essa semana, exceto no produto beneficiado em sacas de 60 quilos, que manteve-se ao preço de R$ 53,00 (sem ICMS). Para a saca de 50 quilos de arroz em casca, o preço indicado como média gaúcha por essa corretora elevou-se em 40 centavos, alcançando R$ 26,90 no fechamento da última semana. Entre os derivados, a alta refletiu em 50 centavos na cotação do canjicão (60kg), para R$ 23,50, e foi registrado igual aumento na saca (60kg) da quirera, para R$ 19,50. A tonelada de farelo de arroz segue cotada a R$ 210,00 (CIF).


Fonte: Planeta arroz.]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14032&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Trigo: fase crítica nas lavouras exige atenção dos produtores </title>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:35:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A fase do espigamento na cultura do trigo é a mais crítica e a que exige mais cuidados dos produtores. Com o aumento das temperaturas registradas no últimos dias e a previsão de que o calor irá se prolongar na região, eles devem ficar atentos e monitorar suas lavouras diariamente, já que essa é a condição ideal para a proliferação de doenças na lavoura. O alerta é do pesquisador Júlio César Albrecht, da Embrapa Cerrados - Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo ele, a brusone, uma das que causam mais danos às lavouras de trigo no Cerrado, já foi detectada no Distrito Federal, Cristalina (GO), Unaí (MG), e municípios do Triângulo Mineiro.

A importância econômica dessa doença decorre das reduções que provoca no rendimento e na qualidade de grãos. Ao serem infectados, eles apresentam-se enrugados, pequenos, deformados e com baixo peso específico. As maiores perdas ocorrem quando a infecção tem início nas fases de florescimento e formação dos grãos. A Embrapa Cerrados possui projetos em andamento que visam identificar fontes de resistência à brusone, mas ainda não foram desenvolvidas cultivares resistentes ao fungo Pyricularia grisea, causador da doença.

O sintoma típico da brusone é o branquiamento da espiga, comumente da metade para o ápice. Trata-se de uma das principais doenças de espiga do trigo. Pode afetar várias partes da planta, como as folhas, sendo mais comum e referenciada como doença de ocorrência em espigas. As condições favoráveis para a infecção são temperaturas entre 21-27 °C e período de molhamento durante 10 a 14 horas. Temperaturas noturnas em torno de 19 °C e excesso de água no solo são fatores que contribuem para o processo infeccioso. A disseminação da doença ocorre, principalmente, através do vento. As medidas adotadas para o seu controle devem ser preventivas.

De acordo com o pesquisador, os fungicidas mais indicados para evitar o avanço dessa e de outras doenças na lavoura são as misturas de princípios ativos como os triazóis + estrobilurinas. A primeira aplicação das misturas deve ser feita no início do espigamento e 15 dias após essa primeira aplicação. Se as temperaturas continuarem elevadas, é recomendado fazer uma terceira, 15 dias após a segunda. Segundo o pesquisador, já foram observadas também nas lavouras de trigo manchas foliares, que podem ser tratadas com os mesmos fungicidas, além de infestação de pulgões. ?Apesar da baixa incidência, os produtores também devem tomar cuidado com essa praga, pois ela pode aumentar. O monitoramento precisa ser diário?, afirma.

A colheita do trigo deve ser iniciada no final de agosto e início de setembro, caso os produtores tenham plantado na época recomendada ? entre 10 de abril e 30 de maio. Segundo o pesquisador, o potencial das lavouras de trigo no Cerrado este ano é superior a 100 sacas/hectare. Mas, para conseguir atingir esses números, ele lembra que é importante que os triticultores tomem os cuidados recomendados para essa fase crítica do espigamento até a maturação final. As informações são de assessoria de imprensa.

Fonte: agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14030&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Previsão menor para safra de cana. </title>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:31:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Por causa da forte estiagem que deixou algumas regiões do Centro-Sul sem chuva por até 130 dias, a consultoria Datagro revisou sua estimativa de moagem de cana-de-açúcar da safra 2010/11 para 585 milhões de toneladas, ante as 604 milhões previstas anteriormente. Se os números se confirmarem, a moagem ainda será 8,1% maior do que as 541 milhões de toneladas processadas no ciclo 2008/09.

A seca prolongada prejudicou o desenvolvimento da cana que será colhida no fim da safra - entre outubro e dezembro - e, por isso, a produção de açúcar deve ser reduzida em 500 mil toneladas em relação à estimativa anterior, atingindo 32,9 milhões de toneladas no Centro-Sul. Assim, explicou Plínio Nastari, presidente da Datagro, o mix ficará mais alcooleiro, pois a cana processada tende a ter menor qualidade de açúcar (ATR) por tonelada na reta final da moagem. De 58,3%, o percentual médio da cana destinada à produção de etanol deve subir para 58,5%.

A Datagro reduziu também sua previsão para exportação de álcool do país - de 3,75 bilhões de litros para 1,72 bilhão de litros. A retração deve-se principalmente à menor exportação - direta e indireta - de etanol para os Estados Unidos. "No entanto, a demanda da alcoolquímica continua firme", disse. O excedente que não for exportado deve ser absorvido no mercado interno.

Com a produção menor de açúcar e álcool e a demanda dos dois produtos em crescimento, a tendência é de valorização de preços e menor volatilidade no mercado este ano. Apesar dos fundamentos positivos, Nastari não acredita que haja ambiente para retomada de investimentos de grande porte no setor. "O momento ainda é de redução da alavancagem".

A estimativa da Datagro é de que há um ano o setor sucroalcooleiro tinha um endividamento na casa dos R$ 44 bilhões, valor que hoje deve estar entre R$ 37 bilhões e R$ 38 bilhões.

Ainda que os investimentos em novas usinas comecem a ser retomados em 2011, estes serão feitos com mais disciplina, após a última crise. Segundo levantamento da Datagro, que em três meses deve abrir um escritório em Londres, o custo industrial para implantação de uma usina com capacidade para moer 2,5 milhoes de toneladas é de US$ 110 por tonelada, ante os US$ 40 necessários em 2000. A taxa de retorno do investimento está entre nove e dez anos, segundo a Datagro.]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14029&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Soja: Mercado de olho na safra EUA </title>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:25:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A partir de agosto, quando a safra de soja norte-americana inicia a fase mais ?sensível? (risco) do seu ciclo ? floração e de preenchimento de vagens ? o mercado estará atento aos próximos 90 dias, que serão definitivos para um diagnóstico real das lavouras do Hemisfério Norte. Durante este período, justamente quando no Brasil ? mais precisamente em Mato Grosso ? se começa a pensar na nova safra, o mercado enfrentará um longo período de volatilidade, o chamado ?mercado de clima?.

Como destaca o analista da AgRural, Fernando Muraro, os sojicultores devem ficar atentos às notícias que chegam dos Estados Unidos, ?pois é deste período de cerca de 90 dias é que serão definidas as tendências de preços para este segundo semestre e também para 2011?.

Como ele descreve, até agora, as notícias dão conta de que as plantações atingem os melhores índices de toda a série história, com 75% (média dos EUA) de avaliação ?boas a excelentes?. Os estados com as maiores produções (Iowa e Illinois) registram índices positivos para boas/excelentes, ?o que, por enquanto, deixa o atual nível das lavouras em condições excepcionais?. Porém, Muraro destaca ?que nem tudo que começa bem termina bem?, citando como exemplo o ocorrido na safra 03/04 nos Estados Unidos, quando neste mesmo período do ano ? meados de julho ? as lavouras registram condições de 70% de boas/excelentes e no final de agosto com a chegada do La Niña, o percentual despencou para 43%. ?O início das lavouras anima, mas isso não é garantia de uma boa safra. Como disse, o período de maior risco está por vir e fica muito suscetível aos efeitos do La Niña, que pode promover uma quebra de safra?.

A presença do La Niña é dada como certa. Nos últimos dois anos, a safra norte-americana foi ciceroneada por um persistente clima chuvoso e frio.

Na primeira quinzena deste mês o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou a previsão para a safra 10/11 em 1,1%, para 91 milhões de toneladas.


Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=14028&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sem chuva, segue colheita de laranja </title>
<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:39:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Tempo mais seco também facilita operações na lavoura, como adubação e controle sanitário

O tempo mais seco e ensolarado da semana anterior se estendeu até a última quinta-feira, com a passagem de uma frente fria pelo Estado. Houve chuvas isoladas e de baixo volume, não ultrapassando 10 milímetros na maioria dos municípios. Os maiores volumes foram registrados nos municípios de Piracicaba (23,7 milímetros), Sorocaba (27 milímetros) e Itapeva (31,6 milímetros).

Mesmo após a passagem da frente fria, as temperaturas se mantiveram elevadas, variando, em média, entre 31 graus de máxima e 18 graus de mínima. Os maiores valores registrados foram no oeste e noroeste, com 34,5 graus em Votuporanga e 34 graus em Presidente Prudente.

Mesmo baixo, o volume de chuvas favoreceu a manutenção das reservas de água no solo, que estão em torno dos 77%, índice alto para esta época do ano. Apenas São José do Rio Pardo, que já tinha baixas reservas de água no solo, não conseguiu recuperar e se mantém com 44% do total. Com as temperaturas mais elevadas, a taxa de evapotranspiração também aumentou, oscilando entre 2,6 e 3,2 milímetros por dia.

Citros. A diminuição normal das chuvas no outono favorece as atividades de colheita da laranja de ciclo precoce, que já começou em Limeira, São Carlos, Tietê e São José do Rio Pardo, e ajuda a acelerar o amadurecimento das frutas que começarão a ser colhidas em maio.

A umidade no solo favorece as lavouras de milho safrinha e do sorgo, que estão em fase de desenvolvimento vegetativo e iniciando o processo de floração, no sul do Estado. Os agricultores aproveitam para fazer os tratos culturais como a capina e a adubação em cobertura.

As últimas chuvas favoreceram o feijão plantado em fevereiro e março e que está mais suscetível à escassez das chuvas na época floração; os agricultores aproveitam as condições favoráveis para adubar e fazer o controle sanitário. O clima também favorece o preparo do solo e o plantio de feijão outono-inverno.

As pastagens se desenvolvem mais lentamente, diminuindo a disponibilidade de alimento para os animais, o que pode contribuir para uma maior oferta de boi gordo no mercado.

O clima favoreceu o tratamento sanitário, a adubação e a capina do tomate em Guaíra, Apiaí e Miguelópolis, da batata em Itapetininga e Taquarituba, e a colheita do mamão em Rinópolis e Tupã, e da mandioca em Assis, Presidente Prudente, Marília e Ourinhos.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP, Clipping - CONAB e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13744&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Estiagem pode provocar perdas de 40% no milho em MT </title>
<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:37:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A supersafra de 9,5 milhões de toneladas prevista para o milho segunda safra pode não se confirmar caso a estiagem se prolongue por mais alguns dias em Mato Grosso. Em todo o Estado, segundo entidades produtores e sindicatos rurais, não chove há mais de 15 dias.

Há regiões que sofrem com a estiagem há três semanas e a expectativa é de que a perda passe de 40% caso não chova pelo menos mais duas vezes até à colheita. A previsão foi feita ontem pelos produtores depois de um alerta da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja).

"Acho que a perda já é irreversível e hoje chega a 20%. Se a estiagem continuar, vamos ter uma quebra considerável nesta safra, provavelmente acima de 40% na cultura do milho", afirmou o presidente do Sindicato Rural de Sinop (503 quilômetros, Antônio Galvan.

Segundo ele, já tem região que está sem chuva há mais de 20 dias no Estado. "Essas regiões já estão fadadas a ter uma significativa redução do seu índice de produtividade. De qualquer forma, mesmo que chova a partir de agora, a quebra vai acontecer". Ele diz que se chover até o final desta semana, "o milho atrasado pode se recuperar".

A Aprosoja/MT também está apreensiva com a escassez das chuvas no Estado. "Temos três semanas de sol e calor intenso. Há uma previsão de chuvas para os próximos três dias, mas, caso não seja confirmada, a situação vai se complicar ainda mais para o produtor", alerta o diretor administrativo da entidade, Carlos Fávaro.

Segundo ele, das 9,5 milhões de toneladas previstas pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) - órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), apenas 3,5 milhões de toneladas estão garantidos. "Não gostaria de fazer previsões, mas o cenário é muito preocupante e, hoje, diria que cerca de 40% da safra mato-grossense de milho estão salvos".

Fávaro diz que é preciso "no mínimo mais duas chuvas" para os produtores ficarem próximos da meta. Ele lembra que se não faltarem chuvas até o final da colheita, a produtividade pode chegar a 80 sacas por hectare, ao invés de 100 sacas como o registrado no ano passado.

"Hoje, todo o Estado sofre com a seca", afirma, acrescentando que o milho plantado entre 20 de fevereiro e 10 de março corre risco de perda.

As regiões do médio norte e oeste, como Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sinop, Sorriso, Campo Novo, Sazepal e Campos de Júlio, que respondem por 60% da produção de milho no Estado, são as áreas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o Sindicato Rural de Sorriso, município a 460 quilômetros ao norte de Cuiabá, cerca de 60% do milho safrinha está na fase reprodutiva e depende de chuvas para garantir a sua sobrevivência até a colheita. Sorriso deverá produzir nesta safra 1,1 milhão de toneladas de milho, cultivados em uma área de 240 mil hectare, e expectativa de início da colheita a partir da segunda quinzena de junho.

O algodão é outra cultura que necessita de chuvas para o seu desenvolvimento, talvez até mais do que o milho. Segundo a CONAB, Mato Grosso plantou nesta safra mais de 420 mil hectares com algodão, 8,5% a mais do que na safra passada.

Em Sorriso são 12 mil hectares plantados na safra 09/10, com estimativa de produtividade em torno de 230 arrobas/ha. Segundo os produtores, Sorriso não tem muita tradição no plantio de algodão, mesmo assim aqueles que plantaram querem um bom resultado e aguardam mais um período de chuvas para nivelar as plantações e garantir a produtividade dentro dos patamares esperados. Na região de Sorriso, a produção de algodão deve atingir 2,76 milhões de arrobas.

Fonte: Diário de Cuiabá e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13743&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produtividade da soja cresceu 25% nesta safra em MS </title>
<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:36:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira o Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias se reuniu na Superintendência Federal da Agricultura, em Campo Grande e apresentou os novos números da safra 2009/10 que reforçam produtividade recorde nesta safra.

Por hectare, a produção atingiu 3.050 kg, aumento de 25% se considerado o índice calculado para a safra passada pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento). Com isso, a produção do grão passa dos 5 milhões de toneladas.

A maior parte está estocada em armazéns, o que tem despertado a preocupação do governo, uma vez que em breve será colhida a safrinha de milho. Por outro lado, as parcelas de financiamentos para custeio da safra também começam a vencer no mês de maio.

Os produtores estão segurando a soja, à espera de melhores preços, uma vez que o valor médio pago pela saca hoje é de R$ 30,00, contra R$ 40,00 na safra passada.

O gerente de Agronegócios do Banco do Brasil, Loureno Budke, observa que embora o valor pago pela saca seja menor a lucratividade do produtor aumentou porque o custo de produção teve queda e ao mesmo tempo a produtividade surpreendeu. Isso se deve às chuvas regulares e também aos investimentos em tecnologias, que minimizaram as perdas com pragas e fungos, como a ferrugem asiática.

Tomando como base os custos calculados pela Fundação MS e o aumento de produtividade, Loureno afirma que a lucratividade do sojicultor no atual patamar de preços é 128% maior, passando de R$ 173,00, na safra passada a R$ 395,00. "O preço está remunerador", afirma. Apesar de a negociação de soja estar lenta, o gerente não acredita que o pagamento das parcelas de custeio atrase. "Sem dúvida existe uma preocupação, mas o produtor tem consciência de que se deixar atrasar fica sem crédito para a nova safra", afirma. 

Fonte: Aquidauana News - MS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13742&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita e vendas de soja aceleradas na Região Sul </title>
<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 09:50:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Embora os produtores de soja do Sul do Brasil não se sintam muito confortáveis para realizar negócios com o câmbio atual, as vendas estão ativas, especialmente no Paraná, onde o porto de Paranaguá registra as maiores esperas de navios para atracar no país, disseram fontes do setor. Num momento de bons preço internacionais, agricultores do Paraná, segundo produtor de soja do Brasil, atrás de Mato Grosso estão vendendo parte da safra recém-colhida para pagar contas inadiáveis ou mesmo para liberar espaço em armazéns lotados com uma produção recorde.

Com as vendas, disse Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), alguns problemas de armazenagem do Estado estão sendo " equacionados " . Segundo ele, a soja que estava armazenada nos pátios das cooperativas, envolvida por lonas e sacarias, já está sendo transferida para os silos, na medida em que o excedente do grão segue ao porto. O Paraná tem uma capacidade de armazenamento de 25 milhões de toneladas, mas as grandes safras de soja e milho de verão, com colheitas próximas do fim, devem somar cerca de 21 milhões de toneladas, que se somam aos estoques elevados da temporada passada.

Os trabalhos de colheita caminham para a reta final no Brasil, que terá safra recorde . No Rio Grande do Sul, terceiro produtor nacional, a colheita avançou e superou 72% do total plantado, conforme levantamento da Emater/RS.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13707&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Safra no Ceará e Alagoas </title>
<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 09:48:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[É período de plantio no nordeste. Vamos ver a situação da safra em dois estados: Ceará e Alagoas.

No perímetro irrigado Boacica, município de Igreja Nova, no baixo São Francisco, 90% da safra de arroz já foi colhida.

Na safra 2008/2009, os rizicultores do perímetro do Boacica alcançaram uma produtividade de 7,2 toneladas por hectare. Na safra atual, os valores passaram para sete toneladas e meia de arroz.

Um dos fatores que contribuíram para o aumento da safra foi a escassez de chuva na região. Apesar da cultura ser irrigada, o excesso de água da chuva provoca prejuízos a planta durante a floração.

A falta de local adequado para armazenar os grãos obrigam muitos produtores a apressar a venda do arroz e isso fez o preço despencar. ?Se o preço fosse bom, dava para sobreviver, mas com o preço pequeno, a gente trabalhando com banco, dá praticamente só o dinheiro para pagar o banco mesmo?, lamenta Edilson Correia dos Santos, agricultor.

Os produtores estão recebendo cerca de 90 reais por 240 quilos do. Na safra passada, os produtores receberam 120 reais pela mesma quantidade.

A chuva tem mudado a paisagem na região norte do Ceará. Em Reriutaba, foi suficiente para garantir pelo menos a safra de milho.

?Chuvinha fininha, graças a deus, não como no ano passado. No ano passado eu saia até da minha casa?, conta Regina de Matos, agricultora.

Os agricultores que plantaram com as chuvas de janeiro já estão com o milharal crescido. A espiga está formada, na fase conhecida como boneca. Se continuar chovendo, a colheita deve acontecer daqui a dois meses.

Em Fortaleza, a repórter Letícia Amaral conversou com a Ematerce, empresa de extensão rural do Ceará, para saber os novos números da safra no estado.

De acordo com a empresa, apesar das chuvas terem voltado na última semana, elas não foram suficientes para recuperar as perdas na produção causadas pelo atraso no plantio.

Segundo o levantamento da Ematerce, as perdas nas lavouras do Ceará já chegam a 20% da área plantada. A cultura que mais vai sofrer redução é o milho. ?Se as chuvas estão se iniciando agora, sobretudo na região do sertão e zona norte é optar não mais pelo milho porque é uma cultura de ciclo mais longo, mas pelo feijão, que é uma cultura de ciclo mais curto, portanto ele tem uma segurança?, diz Walmir Server, diretor da Ematerce.

De acordo com a Conab, a safra de milho em todo o Nordeste deverá ter redução de 6,3% em relação à safra passada.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13706&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Algodão apresenta bom desenvolvimento em MT </title>
<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 09:47:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O desenvolvimento do algodão em Mato Grosso, maior produtor nacional, está indo bem. Com o mercado favorável, aumentaram os investimentos na cultura.

Nesta fazenda em Pedra Preta, no sul de Mato Grosso, foram plantados 34 mil hectares de algodão. As plantas estão em fase de floração e a colheita deve acontecer em dois meses. Se tudo continuar correndo bem, a ideia é colher uma média de 300 arrobas por hectare.

?A condição de clima foi muito favorável. Tivemos precipitações bem distribuídas para o algodão. Ele teve um desenvolvimento vegetativo e no período de frutificação ele teve uma condição climática com água suficiente para a formação do algodão?, explicou o agrônomo Márcio de Souza.

Segundo a Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, o Estado de Mato Grosso plantou nesta safra pouco mais de 420 mil hectares com algodão. São 8,5% a mais do que na safra passada.

Clima favorável e boa produtividade estão entre os fatores que animaram o setor. Mas outro motivo deu forças para que a área plantada aumentasse em Mato Grosso.

?Em função das cotações internacionais do algodão que puxaram bastante para cima, principalmente no início do ano, fez com que essa perspectiva de plantar algodão fosse a única do produtor para ter margem de lucro?, disse Álvaro Salles, diretor do Instituto Mato-Grossense do Algodão.

Hoje o preço internacional do algodão está uma média de 65% maior do que o registrado em abril do ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13705&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva compromete a produção de leite e das olarias no PA </title>
<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 15:13:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No sudeste do Pará, a chuva compromete a produção de leite e das olarias em Eldorado dos Carajás.

A indústria que beneficia leite recebia até a semana passada 30 mil litros do produto por dia. Hoje, recebe cerca de 12 mil litros. É menos da metade. A cheia do Rio Vermelho, que corta Eldorado, arrastou 40 pontes na zona rural. Chegar com o produto na cidade só usando pequenas embarcações para atravessar nos pontos alagados.

Quinze mil produtores rurais que vivem em áreas de assentamento estão isolados por causa da enchente. ?Tem pagar embarcação para atravessar. Aí fica mais difícil?, falou a agricultora Maria Elza Souza.

A cheia do Rio Vermelho também prejudica o setor oleiro de Eldorado dos Carajás. É a área em que fica grande parte das fábricas de telhas e tijolos do município. Sessenta delas estão debaixo da água. A queda na produção é de 80%.

A olaria de Balduíno Soares fica numa parte alta, onde a água nunca chegou. Mas trabalhar e produzir telhas e tijolos em pleno inverno amazônico não tem sido fácil. ?É por causa da chuva e a temperatura, que demora a secar, e aí cai a produção?, falou.

A prefeitura de Eldorado decretou situação de emergência.

Nessa região do pará que a gente viu na reportagem, a previsão ainda é de chuva forte.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13695&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
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<title>Aposta na fisalis em SC </title>
<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 15:10:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores da serra catarinense fazem a colheita da fisalis, a fruta que é uma das apostas na região e tem bom valor no mercado.

Em três mil metros quadrados de área foram plantados 1,5 mil pés de physalis. Agora, o produtor espera colher três toneladas da fruta. O que era para ser experimental conquistou espaço definitivo na propriedade.

?Uma pequena propriedade que tira R$ 30 mil em três mil metros de área é quase três mil reais por mês de salário. Então, de onde vai tirar esse recurso? Com plantação de soja, milho ou feijão é impossível?, comparou o agricultor Osvaldo Uncini.

O preço é mesmo uma das grandes vantagens para o produtor. O quilo in natura sai por R$ 10. Ela é pequena, tem cerca de dois centímetros de diâmetro e pesa cinco gramas. Mas tem um enorme valor comercial.

Os produtores de Lages não podem esperar muito para colher. Ao mesmo tempo em que as condições climáticas favorecem a qualidade da fruta, podem colocar tudo a perder.

É uma safra curta, de apenas seis meses. Mas a fisalis produzida na serra catarinense tem a vantagem da temperatura que, durante esse período, se mantém em média a 20ºC. É o que os pesquisadores consideram ideal para uma fruta de melhor qualidade, maior peso e maior tamanho. A única preocupação a partir de agora é com o frio. Por isso, a colheita precisa ser rápida antes que venham as primeiras geadas.

Segundo o professor Léo Rufato, da Universidade de Santa Catarina, que coordena os estudos com a fisalis na região, a temperatura não pode ser nem muito quente nem muito fria. A partir dos 30ºC o pólen não consegue fecundar e a geada mata todas as plantas.

O que tinha sabor de desconhecido já é uma doce alternativa para os produtores. E o que melhora a renda ainda faz bem para a saúde. Estudos apontam que a physalis é rica em vitaminas A e C e ajuda no combate de doenças como diabetes e mal de Alzheimer.

Há quatro anos a Universidade de Santa Catarina começou os estudos para a introdução da fisalis na região de Lages.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13694&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de alho em GO </title>
<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 15:09:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de Catalão, em Goiás, estão terminando o plantio do alho. O preço tem sido bom e a expectativa é de uma safra compensadora.

Enquanto a máquina prepara a terra, os trabalhadores separam o alho para o plantio. São mais de oito mil quilos de semente da variedade gigante rosa. A área destinada à cultura é de 5,5 hectares.

Um riscador movido à tração animal é usado para demarcar as linhas em que o alho será plantado. Depois de tudo pronto, é hora de começar o plantio. Uma a uma, as sementes são colocadas na terra.

O produtor rural Guilherme Marques planta alho há 20 anos. Segundo ele, o trabalho não é nada fácil já que tudo é feito manualmente. ?É complicado porque é tudo mão de obra. O trator é usado só para preparar o solo. O resto é tudo manual?, falou.

Em outra propriedade rural também são 5,5 hectares de plantação de alho. No lugar, o trabalho começou há 30 dias. O produtor rural já está finalizando o plantio.

O agricultor Clenio Torquato planta alho há 19 anos. Ele começou investindo em meio hectare e aos poucos foi aumentando a área. Nesta safra, ele espera colher cerca de 82 toneladas e acredita que vai ter um bom lucro. O produtor explica que a oferta do produto no mercado é pequena e a tendência é que o preço aumente em relação ao ano passado. Na última safra, os compradores pagavam R$ 2,50 pelo quilo.

A colheita deve ser em agosto.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13693&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de grãos do Paraná terá crescimento de 15,8% </title>
<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:20:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O IBGE vai divulgar a primeira projeção de safra 2009/10 para os Estados no mês que vem

O retorno da normalidade do clima está beneficiando o desenvolvimento da safra de grãos 2009/10 no Paraná. Apesar das chuvas acima da média, o fato é que elas estão favorecendo a floração das culturas plantadas. Neste mês de dezembro, a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) prevê uma safra de 29 milhões de toneladas de grãos no Estado, um volume 15,8% maior em relação à safra anterior (2008/09).

Para o País, as previsões simultâneas de safra do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Conab feitas este mês também estão otimistas e preveem recuperação na produção de grãos. O IBGE vai divulgar a primeira projeção de safra 2009/10 para os Estados no mês que vem (janeiro/2010).

Confirmando-se as condições climáticas favoráveis durante todo o ciclo das culturas, a Conab está prevendo uma produção nacional de 140,6 milhões de toneladas de grãos, que representa um aumento de 4% sobre o volume total produzido na safra 2008/09 que foi de 135,13 milhões de toneladas. O IBGE estima uma produção de 140,4 milhões de toneladas de grãos no País, volume 4,7% maior em relação à safra passada.

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, também manifestou otimismo com a recuperação da produtividade das principais culturas de grãos plantadas no Paraná, como soja, milho e feijão. Segundo ele, os patamares históricos de alta produtividade estão retornando nessa safra 2009/10 e novamente se desenha um cenário em que o Paraná volta como líder na produção de grãos com um volume de produção acima de 30 milhões de toneladas.

No Paraná, se continuar a normalidade do clima, o carro-chefe da produção agrícola 2009/10 será a soja. O IBGE, que atualmente está fazendo projeção apenas para os grãos de verão no Estado, reavaliou para cima a produção de soja em relação ao mês passado e neste mês de dezembro está prevendo uma produção recorde de 13,4 milhões de toneladas, volume 41,1% maior do que o ano passado quando a safra colhida foi de 9,5 milhões de toneladas.

O aumento da produção de soja está sendo motivada pelo restabelecimento do clima e também pelo aumento de área plantada que este ano está 8,1% maior, passando de uma área ocupada de 4,05 milhões de hectares na safra passada para 4,38 milhões de hectares este ano.

A produção de milho deverá ser menor em relação à safra passada por causa do recuo na área plantada em decorrência da queda dos preços. Os produtores paranaenses confirmam a preferência em aumentar a área plantada com soja na primeira safra de grãos. Com isso, a produção de milho esperada para a primeira safra, segundo o IBGE, é de 6,52 milhões de toneladas, volume que iguala tecnicamente à safra passada, que foi de 6,57 milhões de toneladas.

A área ocupada com o grão na safra 2009/10 é de 923.423 hectares, 27,8% menor em relação à safra passada quando as lavouras de milho ocuparam 1,28 milhão de hectares.

O feijão da primeira safra, em pleno desenvolvimento, recupera produção apesar da queda de 11,1% na área plantada. Os baixos preços na comercialização de feijão, desde o ano passado, tiveram influência negativa na fase de implantação da cultura.

Segundo o IBGE, a safra deve render uma produção de 534,17 mil toneladas, volume 31,9% acima da safra em igual período do ano passado que atingiu volume de 405 mil toneladas. O aumento na produção está acontecendo mesmo com a redução na área que caiu de 365.618 hectares ocupados na safra passada para 325 mil hectares ocupados com feijão na safra 2009/10

A Conab, que já está fazendo projeções para as lavouras de grãos da segunda safra, está com uma expectativa de aumento na produção para a segunda safra de feijão em decorrência do aumento da produtividade. O volume a ser colhido poderá ser 14,5% maior em relação à safra passada, devendo passar de 341,5 mil toneladas no ano passado para 391,1 mil toneladas na próxima safra.

Fonte: Bem Paraná e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13662&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção se mantém estável no RN </title>
<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:19:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A pouca quantidade de chuvas durante que caiu no Rio Grande do Norte ao longo dos três primeiros meses de 2010 fez com que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimasse que este ano a área plantada no estado será pouco maior do que 135 mil hectares, o que corresponde a uma redução de 0,82% em comparação com área plantada em 2009 e de 3,75% quando a comparação é com 2008. Com relação à produção, o IBGE estima que o total do estado será de pouco mais de cinco mil toneladas de produtos agrícolas, volume 0,36% menor do que a produção do ano passado e 3,6% maior do que a de 2008. Os dados fazem parte do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado ontem, baseado em informações colhidas durante o mês de março deste ano.

O supervisor estadual de pesquisas agropecuárias do IBGE, Elder de Oliveira Costa, explica que a diminuição na estimativa de área plantada este ano é menor do que a área que foi ocupada por lavouras em 2009, devido ao pequeno volume de chuvas registrado no estado durante os três primeiros meses de 2010. Ele lembra que no início do ano passado a situação era inversa, com regiões do estado passando por alagamentos e produtores temendo perder a área já plantada. ?Nessa época do ano, os agricultores já deveriam ter plantado muito milho e feijão, mas como choveu pouco até agora, não é isso que vemos aqui no estado?, destaca Elder Costa.

O detalhamento da área relativa aos pouco mais de 10 tipos de culturas analisados indica que deverá aumento, em relação a 2009, na quantidade de lavouras de sisal, feijão, castanha de caju e cana de açúcar. Por outro lado, a área destinada ao cultivo de tomate, arroz, milho, mandioca, banana, algodão e sorgo granífero deverá apresentar redução. Já as culturas de girassol e mamona devem ocupar as mesmas áreas destinadas a elas no ano passado.

Com relação à análise das produções esperadas, o IBGE estima um crescimento no volume de feijão, banana, algodão e castanha de caju este ano, em relação ao ano passado. Para o mesmo período, é esperada uma diminuição nos volumes produzidos de tomate, sorgo granífero, sisal, milho, mandioca, arroz e cana de açúcar.

Cereais

De acordo com o supervisor do IBGE, boa parte da produção do estado é voltada à agricultura de subsistência, tendo grande importância produtos como arroz, milho e feijão. Dentre as culturas de cereais, leguminosas e oleaginosas, a estimativa é de que seja plantada uma área de 135 mil hectares, caracterizando uma redução de 1,54% em relação a 2009 e de 17% em comparação com 2008. Já a produção, estimada em cerca de 95 mil toneladas, deverá ser 0,33% maior do que no ano passado e cerca de 16% menor do que em 2008.

Com relação à safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, o IBGE estima que a produção seja da ordem de 145,2 milhões de toneladas em 2010, superior em 8,5% aos 133,8 milhões de toneladas obtidos em 2009.

Projeção para o Brasil é de 145,2 milhões de toneladas

Rio (AE) - A estimativa para a safra nacional feita pelo IBGE relativa a março aponta uma produção, em 2010, de 145,2 milhões de toneladas. Se confirmada, a safra será 8,5% maior do que a obtida em 2009 (133,8 milhões de toneladas). A projeção de março é apenas 0,02% superior a de fevereiro.

De acordo com o IBGE, a área plantada da safra 2010 deverá ter acréscimo de 1,5% em relação ao ano passado, chegando a 47,9 milhões de hectares. Haverá queda, ante o ano anterior, na área plantada do arroz (-4,9%) e do milho (-4%), enquanto a soja terá um acréscimo de 6,4%. Os três produtos respondem, juntos, por 81,6% da área plantada da safra do País.

No que se refere à produção destes três produtos, o milho e a soja registram acréscimos de 3,0% e 18,1%, enquanto o arroz apresenta retração de 9,6% ante a safra anterior.

Segundo o IBGE, a safra esperada para 2010 tem a seguinte distribuição regional: região Sul, 61,1 milhões de toneladas (16,6%); Centro-Oeste, 50,4 milhões de toneladas (3,3%); Sudeste, 16,5 milhões de toneladas (-4,2%); Nordeste, 13,2 milhões de toneladas (13,8%) e Norte, 3,9 milhões de toneladas (3,9%).

O instituto destaca, no documento de divulgação, que o Paraná voltou a deter a posição de maior produtor nacional de grãos, superando o Mato Grosso, que no ano passado ocupou essa posição

Entre os 25 produtos selecionados, 15 apresentam variação positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior.

Fonte: Tribuna do Norte e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13661&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra recorde mais próxima </title>
<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:16:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Conab revê estimativa para a soja gaúcha, mas mantém a projeção de colheita farta de grãos

A média de 20 dias sem chuvas nas principais regiões produtoras de soja no Estado entre fevereiro e março reduziu as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção gaúcha recorde de grãos na safra 2009/2010. Pesquisa do órgão divulgada ontem indica colheita de 24,01 milhões de toneladas, volume 0,8% menor do que o apontado pela estimativa anterior.

Entre os principais grãos, a soja foi o único em que houve revisão para baixo na estimativa feita no sétimo dos 12 levantamentos mensais da estatal programados para a atual safra. A queda provocada pela estiagem, no entanto, não deve ameaçar a expectativa de recorde na safra do Rio Grande do Sul, superando a marca histórica de 23,471 milhões de toneladas no período 2006/2007.

Segundo o engenheiro agrônomo Célio Colle, assessor da presidência da Emater/RS, não há possibilidade de redução expressiva nas projeções de arroz e milho, que já estão consolidados, com mais de 80% da produção colhida ou pronta para colher. Na soja, Colle lembra que a chuva da segunda quinzena de março também deve evitar eventuais perdas nos mais de 70% de área de área plantada do grão que ainda faltam ser colhidos.

Apesar da melhora no clima, Carlos Bestetti, gerente de avaliação de safras da Conab prefere uma posição mais cautelosa:

? Ainda tem muita coisa para resolver na soja e no arroz.

O recorde, entretanto, ocorreria mesmo se confirmada a projeção mais pessimista da Associação de Produtores de Soja do Estado. A entidade prevê que a produção gaúcha do grão deve ficar entre 9,3 milhões e 9,4 milhões de toneladas. Mas o presidente da entidade, Pedro Nardes, diz que os preços ao produtor são considerados insatisfatórios. Hoje, o valor médio da saca no Estado é de R$ 33,21.

Fonte: Zero Hora - RS e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13660&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra recorde de grãos </title>
<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:03:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Brasil vai colher safra recorde de grãos. A pesquisa da produção no ciclo 2009/2010, divulgada nesta quarta-feira (07/04) pela Companhia Nacioanal de Abastecimento (CONAB), foi estimada em 146,31 milhões de toneladas. O resultado do sétimo levantamento do ano é o melhor da história, 8,3% superior às 135,13 milhões de toneladas da última safra. O desempenho é também 1,6% maior que o do mês passado (143,95 milhões de toneladas) e supera o último recorde, registrado no ciclo 2007/2008, quando a produção foi 144,14 milhões de toneladas.

O bom regime de chuvas nas áreas de maior produção, a ampliação de área do milho segunda safra e a antecipação do plantio da soja no estado de Mato Grosso foram os grandes responsáveis por este desempenho. A soja deve alcançar 67,39 milhões de toneladas, 17,9% ou 10,22 milhões de toneladas a mais que na safra anterior.

O milho segunda safra teve aumento de 19,5%, totalizando 20,73 milhões de toneladas. O resultado foi influenciado pela previsão de crescimento de 3% na área e de 15,9% na produtividade. Somadas a primeira e a segunda safras do cereal, a produção atingiu 54,14 milhões de toneladas, ganho de 6,1% em relação ao período passado, o que representa 3,13 milhões de toneladas a mais.

Cerca de 50% da safra já foi colhida. Em Mato Grosso, a colheita está em fase final; Goiás e Paraná, em 63%; e Rio Grande do Sul, 27%. Em todo o País, a situação é de 60% para o milho primeira safra, de 65% para a soja e de 40% para o arroz. O feijão primeira safra foi todo colhido.

Área - Algumas culturas tiveram ampliação de área, embora não tenham contribuído para elevação do total plantado, 47,60 milhões de hectares, inferior em 0,2% (74 mil hectares) ao ciclo 2008/2009. O milho segunda safra registrou aumento de 24,8% (374,8 mil hectares) em Mato Grosso e de 13,8% (51,3 mil hectares) em Goiás. A soja também teve elevação de área, de 6,8% (1,48 milhão de hectares), ao contrário de outros grãos como o arroz (- 115,1 mil hectares), o milho primeira safra (-1,23 milhão de hectares), o feijão segunda safra (-268,1 mil hectares) e o algodão (-7,2 mil hectares).

A pesquisa de campo foi realizada por 68 técnicos da CONAB, que ouviram representantes de cooperativas e sindicatos rurais, órgãos públicos e privados em todos os estados, no período de 15 a 26 de março.

Fonte: Avicultura Industrial e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13651&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Milho beneficiado, segundo CONAB </title>
<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:00:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Boletim Agroclimático para Avaliação de Impactos nas Culturas, elaborado por técnicos de geotecnologia da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), foi divulgado nesta terça-feira (06/04) e prevê maior volume de chuva nos meses de abril, maio e junho nas regiões Sudeste e Sul do País.

O prognóstico indica que a chuva acima da média histórica, no sul de São Paulo e do Paraná ao Rio Grande do Sul, deverá favorecer culturas importantes como o milho segunda safra (Paraná) e o trigo (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Embora a chuva possa beneficiar essas culturas, os técnicos recomendam que os produtores fiquem atentos aos controles fitossanitários, em função da possibilidade de incidência de doenças provocadas por fungos. "Elas podem ocorrer pelo excesso de umidade e pelas temperaturas elevadas", observa o consultor em agrometeorologia da CONAB, Jorge Lulu.

Os boletins agroclimáticos trimestrais divulgados pela CONAB apontam para graus de impacto nas principais culturas agrícolas do País. Os estudos são baseados nos prognósticos climáticos oficiais elaborados, em consenso, pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Centros Estaduais de Meteorologia.

Fonte: Avicultura Industrial e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13649&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita de feijão no PR </title>
<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 12:58:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do centro-sul do Paraná estão prestes a colher mais uma safra de feijão. As lavouras se desenvolveram bem e o grão apresenta boa qualidade. Para ajudar ainda mais, o preço pago pelo mercado está motivando os produtores.

O agricultor Michael de Geus recebe diariamente pelo telefone celular o valor de venda da saca de 60 quilos de feijão. As 2,8 mil sacas devem começar a sair do campo em meados de abril. O produtor disse que está animado com o preço. O valor da saca, que no começo do ano era de R$ 55,00, chega a R$ 105,00 dependendo da qualidade. O produto dele está tendo boa procura.

?Eles estão pagando, na verdade, o feijão de qualidade. O feijão de baixa qualidade não está sendo muito procurado?, falou seu Michel.

Segundo a Conab, a produção de feijão segunda safra deverá ser 5% menor. A elevada umidade favoreceu o ataque de pragas e o surgimento de doenças que acabaram prejudicando a quantidade e a qualidade do feijão.

Com pouco feijão de boa qualidade saindo das lavouras, quem tem um feijão bonito ganha mais. O grão produzido na região centro-sul do Paraná tem conquistado compradores que vem de longe para comprar o produto.

O seu Tota Cruz é de Campina Grande, na Paraíba. Ele foi ao Paraná comprar feijão. Vai levar 650 sacas do tipo carioquinha. ?O feijão lá é pouco. Não da para o consumo?, justificou.

Esse feijão, que vai demorar quatro dias pra chegar ao Nordeste do país, foi vendido a R$ 110,00.

?Neste momento o fluxo de comercialização é muito bem. Os produtores estão colhendo e praticamente vendendo na mesma semana. O estoque hoje é de praticamente uma semana?, explicou Anacleto Ferri, gerente de cooperativa.

O Paraná é o principal produtor nacional de feijão na segunda safra. Deve colher 360 mil toneladas, de acordo com a Conab.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13648&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Avaliação climática se mostra favorável às culturas de inverno </title>
<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 14:49:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O clima deverá favorecer o plantio, o perfilhamento e o desenvolvimento vegetativo do trigo, especialmente no PR

Com a diminuição do El Niño e de prognósticos de neutralidade climática a partir de junho, os cenários climáticas voltados para a agricultura são favoráveis para as culturas de inverno, em especial ao trigo, e de maiores riscos para as regiões produtoras de milho safrinha, avalia o coordenador da área de grãos da Emater-PR, Nelson Harger.

Segundo ele, precipitações e temperaturas levemente abaixo da média, porém sem estiagens para os próximos meses, favorecem o plantio, o perfilhamento e o desenvolvimento vegetativo do trigo especialmente nas regiões tritícolas de clima mais quentes como a do norte e oeste do Paraná, que tem seus plantios concentrados nos meses de abril e maio. ?Frios na fase inicial do trigo nestas regiões favorecem e induzem para um melhor perfilhamento com expectativa para melhores produtividades?, frisa Harger.

Em contrapartida, alerta o especialista, nestas mesmas regiões do Paraná são avaliados para este ano maiores riscos climáticos para o milho safrinha nos plantios realizados fora do zoneamento agrícola, decorrentes do atraso do plantio da safra de soja. ?Isto pela projeção de temperaturas mais baixas para os meses de abril e maio deste ano, além da possibilidade da entrada de frentes frias mais intensas em fases críticas como do florescimento ou enchimento de grãos.

Em relação aos riscos relativos às doenças do trigo, os prognósticos de chuvas próximas às médias climáticas nos meses de abril e maio, maiores irregularidades nas precipitações a partir de junho e mesmo períodos com pouca ou nenhuma precipitação para o segundo semestre são, no geral, favoráveis para a cultura. ?Na fase vegetativa e com um padrão climático próximo à média, a ocorrência de doenças foliares ficam dentro da normalidade da cultura, com preocupação maior para o correto manejo e controle da ferrugem da folha? ressalta.

Outra alternativa de manejo e redução dos custos está na possibilidade da escolha de cultivares existentes no mercado com maior resistência às doenças foliares no geral. ?Com relação às doenças de espigas e comparando com a safra passada, são avaliados riscos bem menores para as doenças como a bruzone e a giberela?. Isto, explica Harger, porque os cenários de enfraquecimento do El Niño e neutralidade climática deste outono-inverno são diferentes do ocorrido no ano passado, aonde o efeito do El Niño, especialmente na maior pressão sob ocorrência de doenças, causou elevadas perdas na produção de trigo no Sul do Brasil, em especial do Paraná.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13638&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas voltam a puxar alta de preço no campo paulista </title>
<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 14:48:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Índice do governo sobe menos em março, mas variação é de 4,45%
Reflexos das fortes fortes chuvas dos últimos meses foram novamente decisivos para a valorização de 4,45% do índice quadrissemanal de preços recebidos pela agropecuária paulista (IqPR) em março, segundo levantamento divulgado ontem pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado.

Ainda que seja uma variação positiva mensal menor que a de fevereiro - 10,26%, a maior desde 2007 -, é elevada o suficiente para manter a pressão dos alimentos sobre a inflação, marcante no primeiro trimestre do ano em larga medida graças a adversidades climáticas. Fevereiro à parte, o salto de março foi o maior desde maio de 2008.

O produto cujos preços mais subiram em março foi o tomate para mesa (65,08%), diretamente influenciado pela queda de produtividade das lavouras colhidas nos dois últimos meses causada pela proliferação de doenças em função das chuvas. O feijão, cuja alta chegou a 57,45%, também sofreu com os elevados índices pluviométricos na primeira safra (julho a outubro de 2009), que reduziram a oferta e "geraram pouco incentivo" para o plantio da segunda safra (dezembro a fevereiro. A banana nanica não resistiu às enchentes no Vale do Ribeira e aumentou 57,19%.

Puxada pelos três produtos, a valorização média ponderada do grupo de produtos de origem vegetal, formado por 14 itens, foi de 5,75% em março. Com isso, a variação positiva acumulada do grupo em 12 meses atingiu 38,87% e determinou um aumento do IqPR no mesmo período de 26,81%. O IqPR não subiu mais porque, nos últimos 12 meses, o grupo de produtos de origem animal aparece com queda de 0,15%, apesar de uma alta de 1,57% em março.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13637&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Lucro com a cebola em PE </title>
<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 14:47:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores de Belém do São Francisco, em Pernambuco, que cultivam cebola, estão otimistas com a próxima safra. A queda nas lavouras em outras regiões do país fez a cotação do produto aumentar bastante.

O Rio São Francisco tem quase três mil quilômetros de extensão e é conhecido por seu papel de integração nacional. Ele faz a ligação de diferentes regiões do Brasil. Em alguns trechos, é possível observar as chamadas ilhas fluviais, formadas por sedimentos depositados ao longo do tempo pelas águas do rio.

A maior concentração fica no trecho pernambucano. São ao todo 88 ilhas que pertencem à área administrativa do município de Belém do São Francisco. Nas ilhas a produção de cebola gera emprego e renda para 70% da população. As plantações são irrigadas com a água do Velho Chico através do sistema de inundação da área de plantio.

Por ano, o produtor de cebola faz uma média de três colheitas. Em Belém do São Francisco elas normalmente ocorrem em outubro, janeiro e principalmente em junho.

Quem plantou de outubro para cá está vendendo a saca da cebola por cerca de R$ 20. É o dobro do que se praticava há pouco mais de um ano.

?Teve o prejuízo da chuva. Depois, nós plantamos. Foi quando todo mundo se saiu num preço bom de cerca de R$ 21 a R$ 22 a cebola. Deu para todo mundo ganhar dinheiro?, falou o agricultor Mazinho Almeida.

Para a próxima colheita a expectativa de lucro é ainda maior já que as chuvas estão estragando plantações de cebola no sul do país. Para aproveitar a queda de produção da concorrência, agricultores das ilhas de Belém do São Francisco pretendem aumentar a área plantada.

O agricultor Gilmar Freire, que colheu dez hectares em janeiro, agora espera dobrar o índice em junho. ?Não só eu como os outros agricultores da região também aumentaram a quantidade de cebola plantada no campo?, contou.

O Estado de Pernambuco é responsável por 8% da safra nacional de cebola.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13636&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da safrinha do feijão avança </title>
<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 10:01:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A safrinha de feijão, que tem mais de 10% da área de 31 mil hectares colhida, deve ter produtividade de 1 mil quilos por hectare. O bom desempenho contrasta com os preços baixos. Relatório da Emater aponta valor de R$ 61,77 a saca, alta de 0,64% em relação à semana anterior. A cotação está distante do preço mínimo de R$ 80,00 e dos R$ 76,12 da mesma época no ano passado. Segundo o agrônomo da Emater Dulphe Pinheiro Machado Neto, é aconselhável ao produtor reter o grão pois deve haver valorização.

Fonte: Correio do Povo - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13629&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do caqui em MG </title>
<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 10:00:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do caqui está no auge no sul de Minas Gerais. Apesar da previsão de uma safra menor, este ano, agricultores e trabalhadores estão otimistas.

Na lavoura do agricultor Cláudio Kidezaku Nagano são 4,5 mil pés, que devem render 270 toneladas de caqui da variedade rama forte. Este ano, a safra está um pouco menor. ?Por causa da seca do ano passado e muito chuva no final do ano. Então, abortou um pouco. Está um pouco menos do que no ano retrasado?, falou.

Os produtores dizem ainda que o preço da fruta, em torno de R$ 1,50 o quilo, não tem sido bom diante dos custos de produção com defensivos e fertilizantes. A saída é produzir em conjunto. Só os 15 produtores que participam de uma cooperativa devem colher juntos uma média de 3,5 mil toneladas.

?No caqui hoje se ganha em termos quantitativos. Se não produzir uma quantidade boa, é ruim para os bolsos dos associados?, disse Mário Yamashita, gerente da cooperativa.

Toda a produção sai direto da lavoura e vai direto para um galpão da própria cooperativa. A esteira é o primeiro passo no processo de seleção do caqui.

A fruta é escovada e pesada antes de chegar ao setor de embalagens. A separação é feita apenas por mulheres. ?Eles exigem que não jogue a fruta e que o trabalho seja feito com capricho?, explicou Antônia Silva Carvalho, auxiliar de produção.

No mesmo dia da colheita, o caqui está pronto para seguir viagem. ?A maturação do caqui é muito rápida. Tem que chegar às lojas de venda de frutas na condição certa para que as pessoas consumam na hora certa?, disse Leonardo Damaceno, coordenador de produção.

Durante a safra, pelo menos 250 pessoas são contratadas em Turvolândia, Minas Gerais. ?A gente fica o ano todo quase que parada. Quando tem uma safra assim a gente fica contente porque é um dinheirinho extra que a gente ganha para ajudar em casa?, falou Laíde da Silva Olívio, auxiliar de produção.

A colheita no sul de Minas vai até junho.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13628&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de abacate no norte paulista </title>
<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 09:59:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores do norte do Estado de São Paulo que cultivam abacate se dizem satisfeitos com a colheita. Apesar da chuva em excesso, a produtividade e os preços estão compensando.

A colheita já começou nas três propriedades que produzem abacate do agricultor Antônio Orioli, nos municípios de Altinópolis e Jardinópolis, no norte do Estado de São Paulo, e em Uberlândia, em Minas Gerais.

Os pés carregados animam até os trabalhadores. ?Quando está mais carregado todo mundo quer apanhar porque rende mais o serviço. Da gosto de colher?, falou o trabalhador rural Reginaldo Luiz Ferroni.

Há 20 anos, o seu Antônio produz abacate. Setenta por cento das frutas abastecem o mercado nordestino. O restante fica na capital paulista. A preocupação neste ano era por causa da chuva na época da florada. Mas o resultado surpreendeu.

?Quando é um ano muito chuvoso a gente costuma falar que mela a florada. E acaba não vingando a flor. Esse ano, surpreendeu e acabou vingando muito o abacate?, falou seu Antônio.

O que mais animou os produtores esse ano foi o preço pago pelo produto, vinte por cento mais alto em relação à safra passada. A caixa, com 23 quilos de abacate, que antes custava R$ 8,00, hoje sai por quase R$ 10,00.

Na região de Jardinópolis, sessenta e dois mil pés devem produzir 613 mil caixas de abacate. No Estado de São Paulo são 476 mil pés. A produção esperada é de mais de três milhões de caixas.

Hoje, o seu Antônio produz 50 mil pés espalhados em 400 hectares. O mercado aquecido foi um incentivo para o produtor expandir os negócios. ?Esse ano, plantamos mais 20 mil. A expectativa é planta mais 30 mil e chegar a mais 50 mil pés?, falou.

São Paulo é o maior produtor nacional de abacate.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13627&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Soja sustenta recorde do ciclo nacional </title>
<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:04:26 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Esta é a melhor safra dos dez anos em que estamos no Piauí. O preço não ajuda, é verdade. Mas o clima surpreendeu e a produtividade deve fazer a diferença." O depoimento, do produtor Wilson Marcolin, que cultiva soja e milho no distrito de Nova Santa Rosa, município de Uruçuí, Centro-Norte do país, é um retrato do atual ciclo produtivo brasileiro. De Norte a Sul, de Leste a Oeste, com raras exceções, onde adversidades climáticas, de pragas ou doenças, comprometem um desempenho melhor, o Brasil bate recordes de produtividades e recupera o potencial para 145 milhões de toneladas de produção total. A última grande marca foi na temporada 2007/08, quando o ano-safra rendeu 144,1 milhões de toneladas.

A estimativa é da Expedição Safra RPC, que depois de percorrer 12 estados, responsáveis por quase 90% da oferta de grãos, estima uma produção de verão acima de 100 milhões de toneladas de soja e milho, com 67 milhões e 33 milhões de toneladas, respectivamente. Com mais 19 milhões previstas para a 2ª safra do cereal, em 2009/10 as duas culturas devem atingir a marca histórica de 120 milhões de toneladas. Boa parte desse volume está concentrada no Paraná, que reassume o 1º lugar no ranking de produção, e em Mato Grosso, o segundo produtor nacional. Juntos, os dois estados somam 45% da área cultivada com soja no país e mais de 40% da produção.

Proporcionado pelo clima, em ano de El Niño, o destaque da temporada é o ganho de produtividade. Na média, o rendimento da soja ficou em 2.909 kg/hectare, contra 2.833 kg em 2007/08, até então a melhor marca, segundo a CONAB - em alguns estados ou regiões superou os 3.000 kg/ha. Em casos isolados, com alta tecnologia, a Expedição acompanhou colheitas em propriedades com desempenho superior a 3.500 quilos.

Com o milho não foi diferente. A redução de 13% em área foi compensada pelos 4.110 kg/ha, média muito próxima dos 4.148 kg recordes de 2007/08. O resultado final também tem relação com a tecnologia empregada, com resposta potencializada pelo comportamento do clima.

A considerar o histórico de que soja e milho representam 80% da produção nacional de grãos, nesta safra o Brasil rompe, novamente, a casa das 144 milhões de toneladas. A safra cheia também ajuda amenizar o impacto negativo das cotações, em baixa, e do câmbio, desfavorável. O ano é de rentabilidade em queda e margens reduzidas, cenário que exige maior eficiência em produtividade.

América do Sul

Se depender da América do Sul, os Estados Unidos terão que dividir com Brasil, Argentina e Paraguai a responsabilidade de formar preço, influenciar a Bolsa de Chicago e regular oferta e demanda. Puxada pelos brasileiros, a produção dos três países deve somar nesta temporada mais de 125 milhões de toneladas de soja. São pelo menos 35 milhões de toneladas a mais do que os norte-americanos produziram no último ciclo. Na safra anterior, a estiagem reduziu a produção sul-americana da oleaginosa em quase 30 milhões de toneladas. No roteiro pelos quatro países, a Expedição Safra apurou ainda que to­­dos estão nivelados quando o assunto é tecnologia, com mé­­dias próximas de 3.000 quilos/ha.

Fonte: Página Rural e Clipping - Conab]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13608&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>El Niño deve influenciar clima até meados do ano </title>
<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:03:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O fenômeno El Niño deve influenciar os padrões climáticos em todo o mundo até meados do ano antes de enfraquecer, disse a Organização Meteorológica Mundial nesta terça-feira.

No entanto, a agência das Nações Unidas informou que não pode ser descartada a possibilidade de que o El Niño persista até depois de meados do ano.

O El Niño, provocado pelo aquecimento incomum das águas da região leste do Oceano Pacífico, pode devastar os padrões climáticos na região Ásia-Pacífico, desencadeando secas em algumas áreas e fortes tempestades em outras.

"O resultado mais provável, até meados de 2010, é que o El Niño tenha se deteriorado e condições quase neutras sejam restabelecidas no Pacífico tropical", disse o especialista Rupa Kumar Kolli, da OMM, em nota à imprensa.

De acordo com a agência, o El Niño ganhou força entre novembro e dezembro, em um nível moderado.

Fonte: Reuters e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13607&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Clima é favorável ao desenvolvimento do milho safrinha em MT </title>
<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:01:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com a finalização do plantio de milho safrinha no Mato Grosso, a preocupação é como o tempo deve ficar nos próximos dias e meses, já que 17% das lavouras estão na fase de florescimento e 7% na fase de enchimento de grãos.

Segundo boletim da Somar Meteorologia, até agora, as condições meteorológicas foram favoráveis ao desenvolvimento das plantas, não sendo observada nenhuma anomalia que possa comprometer o bom rendimento das plantações. No entanto, os próximos 15 dias serão de tempo chuvoso, com volumes acumulados que podem ultrapassar os 100 milímetros. Desse modo, os solos terão boa capacidade hídrica para suprir a demanda de água das plantas durante esse período.

Mas o que está chamando a atenção é os baixos índices de chuvas previstos para os meses de abril e maio, quando 100% das lavouras estarão em estágios críticos ao déficit hídrico. E isso poderá comprometer o bom desempenho das lavouras, segundo a Somar, com reduções nos potenciais produtivos das plantas.

Safrinha no Paraná

O plantio da nova safrinha de milho no estado está quase finalizado, restando menos de 4% das áreas para serem semeadas e, até o momento, as condições meteorológicas são favoráveis ao desenvolvimento das plantas.

No entanto, como a atmosfera está ainda sob influência doEl Niño, os próximos 10 dias e todo o mês de abril serão marcados por chuvas acima da média para o período, o que possibilitará a manutenção da umidade do solo e consequentemente o bom desenvolvimento das lavouras, de acordo com a Somar.

Chuvas acima da média e temperaturas ligeiramente quentes para a época poderão trazer maior incidência de doenças, como também impossibilitará um bom desenvolvimento do sistema radicular da planta. Mas isso não deverá trazer complicações aos produtores e, se as previsões climáticas estiverem certas, o estado deverá ter uma boa produção nessa safra.

Safrinha em São Paulo

O estado está com 60% das áreas destinadas ao cultivo do milho safrinha já plantadas. E, desse total, 80% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo. Diferentemente de Mato Grosso e do Paraná, São Paulo terá um clima dentro da média para os próximos 30 dias, com chuvas dentro da média para o período, condição que não preocupa os produtores e traz benefícios à produção de milho safrinha.

Fonte: Revista Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13606&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>FAO usa metodologia polêmica para avaliar impacto da pecuária no clima </title>
<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:14:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) está usando em novo estudo sobre o efeito da pecuária no clima a mesma metodologia que apontou a produção de carnes como responsável por 18% das emissões de gases de efeito estufa no planeta, mais do que o setor de transportes, apurou o Valor . Usando a mesma "metodologia vertical", o estudo tende a inflar de novo o resultado que alimentou campanhas contra o consumo de carnes e causa inquietação nos exportadores.

Num estudo de 2006, autoridades no debate climático, como o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das ONU (IPCC, na sigla em inglês), Rajendra Pachauri, e Lord Nicholas Stern, passaram a citar a cifra de 18% como uma razão para se consumir menos carne e proteger o ambiente.

Mas foram levantadas dúvidas sobre a validade científica do relatório.

Uma análise feita por cientistas nos EUA considerou a conclusão "desequilibrada".

Frank Miloehner, pesquisador da Universidade de Califórnia-Davis, mostrou que aFAOnão calculou emissões oriundas do transporte da mesma forma, usando dados do IPCC que só incluíam a queima de combustível fóssil.

Ele exemplificou que nos EUA e em outros países desenvolvidos, as emissões de transportes representam 26% do total nacional, comparado a apenas 3% para emissões de suínos, por exemplo. "Podemos reduzir sem dúvida as emissões de gases de efeito estufa, mas não é consumindo menos carne ou leite", afirmou em recentes entrevistas.

A FAO aceitou a reclamação e começou um novo estudo sobre o impacto da produção de alimentos na mudança climática, que completará até o fim do ano.

Diz que será mais abrangente.

Permitirá, por exemplo, comparação entre dietas, incluindo as que usam carne e as exclusivamente vegetarianas.

Mas o Valor apurou que a entidade utiliza a mesma "metodologia vertical" do primeiro estudo, que leva em conta tudo que está embutido na produção de carnes, desde a criação do animal até quando o bife chega ao prato do consumidor.

Contabiliza tanto as emissões de metano dos animais quanto o desmatamento, passando pelas emissões de carbono do transporte, da construção dos frigoríficos, pelas emissões na produção da soja que vai alimentar o gado.

Usando essa metodologia, a soma das emissões por causa da produção de carnes, transportes, eletricidade, e outros, passaria dos 500% pela mutiplificação dos mesmos elementos em cada setor, dizem técnicos.

A FAO tentará agora evitar fazer comparação com outros setores.

A mudança do novo estudo, conforme uma fonte, é que se focará no número de emissões por regiões geográficas e subsetores (carne, leite, ovos).

A questão para produtores e exportadores é que, quando o estudo for divulgado, o que atrairá atenção será o número total das emissões geradas pela produção de carne - e número inflado, pelo andar da carruagem. A FAO planeja usar a mesma metodologia para outros produtos agrícolas. Por exemplo, algo específico sobre as emissões de carbono na produção de soja.

A entidade tem sido acusada de ter desviado a atenção da sociedade, com suas conclusões de 2006, sem procurar as causas reais na origem da mudança do clima. A tese de que consumir menos carne ajuda a reduzir o aquecimento está na origem de campanhas como "Segunda-feira sem carne" ou "Menos carne, menos aquecimento", como notam jornais europeus.

Fonte: Calor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13600&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva beneficia soja em floração no RS </title>
<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:13:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas reanimaram lavouras de soja que estavam com desenvolvimento prejudicado por semanas de seca, especialmente em áreas em fase de floração. Com isso, o ritmo de colheita no campo se intensificou. Técnicos da Emater já cogitam que o trabalho seja concluído antes do fim de maio, período previsto para o término. Pesquisa da entidade também aponta manutenção da estimativa de rendimento de 2,4 mil quilos por hectare nos 3,97 milhões de ha.

De acordo com o assistente técnico estadual de soja da Emater, Alencar Paulo Rugeri, o percentual total de área colhida e ocupada por grãos prontos para colher atinge 45%, contra média histórica de 32%. O presidente da Comissão de Grãos da Farsul, Jorge Rodrigues, acredita que a safra está dentro da normalidade e será concluída como tal. A federação projeta produção de 8,5 milhões de toneladas, contra 9,34 milhões de t previstas pela Emater.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13599&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de amendoim em SP </title>
<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:11:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores rurais de São Paulo finalizam a colheita do amendoim. Em Jaboticabal, no norte do Estado, os agricultores estão satisfeitos com a safra. Apesar de a área plantada este ano ser menor, o faturamento deve crescer.

As máquinas estão em plena atividade no campo para finalizar a safra, que vai até a primeira quinzena de abril. O agricultor Luís Otávio Rangel tem 170 hectares de amendoim plantados na fazenda em Jaboticabal, no norte do Estado. Ele espera colher 890 toneladas.

?Esse tempo tem de estar bom. Se chover, tem de esperar uns dois ou três dias de sol para entrar fazendo a colheita?, disse Rangel.

A área destinada ao plantio do amendoim este ano é 20% menor em comparação com a safra anterior. Isso aconteceu por dois motivos. Os preços baixos desestimularam os produtores. Além disso, o excesso de chuva atrasou a colheita da cana, o que acabou reduzindo a oferta de terras destinadas ao plantio do grão.

Segundo estimativas da Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, por causa da redução de área, a safra terá 60 mil toneladas a menos em comparação com a safra passada. Com menor oferta, os produtores esperam preços menores. No ano passado, a saca de 25 quilos foi comercializada por uma média de R$ 14. Para este ano, a expectativa é ficar entre R$ 18 e R$ 20.

?Existe uma estimativa de produção menor em relação ao ano passado. A gente está esperando que melhorem os preços esse ano?, disse o agricultor Fábio Trevisoli.

Mas o aumento do preço do amendoim não é o único motivo de otimismo no campo. A produtividade por hectare também cresceu.

O agricultor Toni Ângelo Chinelatto plantou em 130 hectares, a mesma área usada no ano passado. Ele calcula um aumento de 25% na produtividade este ano e já faz planos. ?Quando sai de uma safra boa, com a deste ano, você já fica animado para fazer investimentos, aumentar a área e comprar mais maquinários. Mas vamos ver no decorrer da safra, a hora que abrir os preços, como vai ser?, disse.

São Paulo produz 64% da safra nacional de amendoim.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13598&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de arroz no RS evolui para 39% </title>
<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 17:53:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) divulgou nesta quinta-feira, (25), os números oficiais da colheita no Rio Grande do Sul. Até o momento o Irga registrou 39% da área colhida, o que representa 420.878 hectares dos 1.085.657 semeados, ultrapassando o ano passado quando nesta época haviam sido colhidos 38% da área semeada. O tempo seco está favorecendo a colheita, no entanto, a produtividade sofreu uma queda em relação à safra do ano passado. Em 2009, a produtividade neste mesmo período era de 7.622 quilos por hectare. Neste ano, caiu para 7.092.

De acordo com o presidente do Irga, Maurício Fischer, existe uma queda na produtividade em relação ao ano passado na média de 530 quilos. ?A tendência é de redução na produtividade?, comentou.

A região da Fronteira Oeste é a mais adiantada, com 55% da área total colhida, ou seja, numa área semeada de 307.430. A Campanha alcançou 33% do total de 166.660 de área semeada. Já a Depressão Central colheu 23% dos 158.649 hectares cultivados. A região da Planície Costeira Externa está com 34% da área semeada, o que representa 44.797 hectares. A Planície Costeira Interna já colheu 36%, o que representa 51.567 hectares. A Zona Sul está com 34% colhido, ou seja, 61.246 hectares. As informações são de assessoria de imprensa.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13590&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores paranaenses estão felizes com a produção de tomate </title>
<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 17:52:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de tomate de Reserva, no Paraná, estão satisfeitos com a safra. A qualidade dos frutos e o preço estão agradando.

Reserva, na região central do Paraná, tem 130 produtores de tomate. Juntos, eles vão colher 18,2 mil toneladas. É o município que mais produz tomate no Estado.

O agricultor Ezequiel Domareski está animado. Dos 100 mil pés que plantou, calcula que tirará 25 mil caixas. É quase a mesma quantia da safra passada.

Mas tem uma diferença. ?Estamos esperando um preço melhor. Em outras regiões não têm tomate e estamos só nós no mercado, na região de Reserva. Então, a expectativa é a de um preço melhor?, disse.

O preço está bom porque a colheita em Santa Catarina, que foi em fevereiro, sofreu com as chuvas. Chegou a faltar produto no mercado. E foi justamente no momento que os produtores de Reserva começaram a colheita. Eles chegaram a receber R$ 55,00 pela caixa. Esse valor foi no início de março. Hoje, está por volta de R$ 30,00.

Pedro e a esposa são percenteiros. É como o pessoal chama pela região quem trabalha nas lavouras como empregado. Eles são responsáveis por cuidar dos pés de tomate e depois pela colheita. Como o nome já diz, recebem 22% do lucro que o patrão terá.

O Paraná produz quase 8% da safra nacional de tomate.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13589&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de soja atinge 98% no MT </title>
<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 17:50:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita da soja atingiu 98% da área plantada no Mato Grosso na semana encerrada em 25 de março, conforme levantamento divulgado hoje pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (IMEA).

Na semana anterior, o percentual era de 93,1%. Em igual período do ano passado, 86% da área estimada já estava colhida. A área plantada no estado nesta temporada ficou em 6,123 milhões de hectares.

Fonte: Revista Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13588&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Pior safra de soja desde 2003 em MT </title>
<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 14:59:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O que se vislumbrou como redenção, céu de brigadeiro da cultura em MT, se revela problema: safra cara e de baixo rendimento

A expectativa por uma safra superlativa à soja mato-grossense está frustrada segundo os sojicultores. O Céu de brigadeiro vislumbrado, ainda no decorrer dos trabalhos de semeadura, não se confirmou. Muito pelo contrário, Mato Grosso está contabilizando uma temporada cara e de baixa produtividade e rentabilidade. A justificativa para o diagnóstico de um ciclo que não terminou ainda leva em consideração fatores que vão do clima, às doenças, passando pelo comportamento do consumo mundial e volatilidade do dólar.

Esta junção de fatores aponta para uma das piores safras da década, a pior desde 2003. Plantio antecipado da safra, péssima qualidade dos adubos, falta de assistência técnica, carência de chuvas e excesso de umidade em determinados períodos do cultivo, forte incidência da ferrugem asiática nas lavouras e maior gastos com fungicidas, aliados à queda da produtividade, baixos preços da soja e defasagem cambial, são as causas desta turbulência que abala o produtor em pleno período de colheita.

?Se vamos ter a maior safra da história, esta será também uma das piores safras para o produtor. Não adianta produzirmos muito, o que importa é a produtividade?, afirma o diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Carlos Fávaro. Segundo ele, a produtividade será uma das piores dos últimos anos, perdas de 15%. ?Tivemos um aumento de 7,3% na área plantada e também vamos crescer em produção. Mas, com a produtividade em queda o prejuízo é certo?.

O cenário, de acordo com Fávaro, é agravado pela baixa cotação da soja. ?Temos os piores preços dos últimos quatro anos?, diz. Fávaro cita outros fatores negativos para os produtores nesta safra, como o plantio antecipado da soja. ?Muitos produtores apostaram no plantio mais cedo, na segunda quinzena de setembro, mas em outubro tivemos veranico e as lavouras sofreram atraso. A janela de plantio adiantada nesta safra, para muitos produtores, não foi boa. A luminosidade não foi a ideal também em alguns períodos do ciclo da lavoura?.

Outro problema que impactou no resultado da safra, na avaliação do diretor da Aprosoja/MT, foi o forte ataque da ferrugem asiática da soja. Devido ao excesso de chuvas, intensa umidade e forte calor, a doença se manifestou mais cedo nas lavouras, obrigando os produtores a fazer mais aplicações de fungicidas. ?A média do ano passado foi de 2,5 aplicações e este ano teremos lavouras com até cinco aplicações. Será um desastre para os agricultores?.

PRODUTIVIDADE ? Para o presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira, a queda da produtividade será a principal perda para o produtor na safra atual. ?[A queda da produtividade] é conseqüência de uma série de fatores, como condições climáticas desfavoráveis, doenças na lavoura, desembolsos extras com aplicação de fungicidas, péssima qualidade dos fertilizantes e falta de assistência técnica ao produtor?, disse. Este ano, segundo ele, a produtividade deverá despencar de 50 sacas para 47 sacas por hectare. ?A situação está muito ruim para os produtores, muitos estão desesperados?, contou.

Os custos de produção também aumentaram nesta safra. ?Nossos cálculos apontam custo médio de 50 sacas de soja por hectare. Se vamos colher 47, teremos prejuízo de três sacas por hectare. O produtor terá de absorver esta perda?.

Outro problema foi a péssima qualidade dos adubos fornecidos pelas indústrias. ?As empresas estão vendendo químicos sem prestar assistência técnica ao produtor e sem dar a receita correta da aplicação, o que não tem dado resultado para o produtor?. Entre as principais reclamações, está relacionada à pulverização. ?Ela não ocorreu de maneira uniforme. Talhões ficavam prontos para colher e outros não. Como entrar com máquinas sob uma condição dessas? E quando de esperava a maturação de uma talhão, o que já estava pronto para colher apodrecia?, relata Silveira.

Segundo Glauber, os preços da soja estão muito baixos. Atualmente, a saca está cotada a preços entre R$ 23 e R$ 26 em algumas regiões, ?os piores das últimas safras?. No ano passado, nesta mesma época do ano, o produto estava sendo vendido por preços entre R$ 37 e R$ 39.

Ainda segundo Silveira, na safra 08/09, a maior parte dos produtores abriu mão de pacotes tecnológicos, ou seja, de investimentos em adubos e químicos em geral. ?Nesta safra houve investimentos em massa do produtor, por isso, já consideramos esta safra uma frustração?.

RECOMENDAÇÕES ? Ele informou que durante o circuito da soja e um seminário a ser realizado pela Aprosoja/MT, a entidade fará recomendações para a próxima safra. ?Vamos debater o que fazer no próximo ano, bem como discutir estratégias de plantio e comercialização. Este ano perdemos muito. Precisamos ter calma e ver o que fazer?, afirmou Silveira.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13583&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Moagem de cana é retomada nas usinas de SP </title>
<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 14:57:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O preço internacional do açúcar reagiu na Bolsa de Nova York. A alta foi de 6,3%. Essa recuperação não foi suficiente para reverter a queda acumulada desde o começo do ano. Nas usinas de São Paulo, a moagem de cana foi retomada, hora de decidir o que fazer com a safra.

As usinas da região centro-sul do país já começaram a moagem da cana. Por causa da forte demanda e conseqüente valorização do açúcar no ano passado, a preferência era por esse produto. Mas os contratos do açúcar negociados na Bolsa de Nova York vem caindo nas últimas semanas. Desde o começo de fevereiro, a queda é 42%.

Apesar da redução registrada nos últimos meses, o preço internacional do açúcar ainda é compensador. Foi o que explicou Bernardo Biagi, diretor de uma usina em Batatais. Apesar da queda no preço, a empresa planeja produzir mais açúcar este ano.

?Os preços estavam excelentes. Hoje, eu diria que estão bons. Muito piores do que estavam, mas muito melhores do que estavam no ano passado e no ano retrasado?, comparou Biagi.

Esse otimismo dos usineiros tem sentido. Mesmo com a redução registrada nos últimos meses, o preço internacional do açúcar ainda está 24% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado.

Para o analista de mercado Marco Antônio Conejero o Brasil deve se manter como principal exportador mundial uma vez que a Índia ainda não está com a produção totalmente recuperada.

?Outro aspecto a se considerar é a entrada de fundo de investimento no mercado de commodities agrícolas, como é o açúcar. Esses fundos causam uma distorção no preço final. Então, tem-se um reflexo de alta de preço por conta da Índia sair do mercado internacional, mas também tem uma forte pressão desses fundos causando especulação de preços. Então, movimentos de alta de preços e movimentos de queda de preços?, explicou Conejero.

Na safra passada, cinquenta e sete por cento da cana foi transformada em álcool e 43% em açúcar.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13582&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Tempo úmido atrasa colheita da soja no nordeste gaúcho </title>
<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 14:57:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores estão à espera de condições para retirar grãos das lavouras

A chuva em excesso dos últimos dias está prejudicado a colheita da soja no noroeste do Estado. Segundo a Emater, apenas 7% da área plantada já foi colhida na região, enquanto a média estadual está em 15%.

Em Cruz Alta, na propriedade de Luciano Ardenghi, agricultor que semanalmente escreve sobre sua plantação no blog Ouro em Grãos, apenas uma pequena parcela da lavoura de 500 hectares pode ser colhida. As máquinas estão paradas, e os trabalhadores, cuidado de outros afazeres.

A chuva e o tempo nublado que se prolonga desde sexta-feira impedem que o grão, já pronto, seja colhido. A situação deixa Ardenghi apreensivo, pois a possibilidade de temporal poderia destruir a lavoura, como aconteceu com alguns agricultores vizinhos por causa do temporal da madrugada de segunda-feira.

No entanto, essa mesma chuva que atrasa a colheita é também sua esperança. As precipitações dos últimos dias favoreceram as lavouras semeadas em dezembro. Ardenghi espera colher, no máximo, 35 sacas por hectare. Segundo Célio Alberto Colle, agrônomo da Emater, a colheita estadual está evoluindo bem. A estimativa é que o rendimento médio seja de 39 sacas.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13581&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Contrastes do clima </title>
<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:35:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Longos períodos de seca e chuvas irregulares estão prejudicando o andamento da safra na Paraíba. Em algumas propriedades as sementes nem chegaram a germinar.

Açudes e pastos secos. Plantações perdidas. Esta é uma realidade cada vez mais presente em todo Estado da Paraíba. As chuvas desde o início do ano estão abaixo da média prevista. Em Sousa a situação não é diferente. As chuvas dos meses de janeiro e fevereiro não foram o bastante para garantir as plantações. Em março ainda não choveu.

O milharal, que ainda chegou a nascer, a falta de chuva não permitiu que a planta se desenvolvesse. O que resta ao agricultor é aproveitar a plantação para alimentar o gado.

?Plantei uma vez e nasceu metade. Depois, voltei a plantar. Agora, é botar o gado para comer a pastagem seca?, disse o agricultor João Estrela.

O agricultor Francisco Estrela investiu todo o dinheiro nos 15 hectares de plantação de milho e feijão. Mas eles se quer foram molhados pela água da chuva. ?Já está com o mês de plantado e não chegou nem a nascer?, contou.

O agricultor Everaldo Lopes Melo teve de vender duas das 11 cabeças de gado que tem para não perder a criação.

No sul do Ceará, a chuva voltou, enchendo de esperança os agricultores. Muitos deles já começaram a replantar as lavouras.

Logo que o solo ficou molhado o agricultor Francisco Vitorino procurou a sede da Ematerce, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará. Ele foi receber sementes do Programa Hora de Plantar.

Os 20 quilos de milho foram replantados no sítio em Juazeiro do Norte, no Cariri cearense. A região é uma das mais castigadas pela estiagem nos últimos dois meses.

De acordo com os técnicos, ainda restam 50 toneladas de milho e feijão a serem distribuídos em 13 municípios do sul do Ceará. São sementes selecionadas, de boa produtividade e de ciclo precoce.

?Nós estamos recomendando aos agricultores que façam novos plantios. Se a chuva for distribuída até maio, os produtores colherão uma boa safra?, avaliou Sérgio Linhares, gerente da Ematerce.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13573&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Com chuvas constantes, houve economia de água e energia </title>
<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:35:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O agricultor Walter William Sleutjes, proprietário da fazenda Buriti Mirim, em Angatuba, plantou 49 hectares e colhia, na semana passada, a média de 6,1 toneladas/hectare.

A área de cultivo tem pivôs de irrigação, mas, como as chuvas foram constantes, ele economizou água e energia. Com isso, teve um custo de R$ 2 mil por hectare. Como estava conseguindo colocar a R$ 39 a saca, esperava uma receita bruta de R$ 3,9 mil por hectare. "Nesse momento, nenhuma outra cultura dá essa renda", disse.

Plantio direto. O arroz foi plantado no início de novembro, após a colheita do feijão, no sistema de plantio direto. As máquinas que faziam a colheita deixavam no solo uma grossa camada de palha. "Vou deixar secar para fazer outro plantio em cima", disse Sleutjes.

Ele lembrou que seu pai tinha sido um grande produtor do cereal nos anos 1980. "As terras da fazenda foram abertas para o cultivo de arroz." O agricultor considera importante melhorar a estrutura de secagem, beneficiamento e comercialização para que a cultura avance no Estado. De acordo com a Secretaria, a Ceagesp vai entrar com a estrutura de silos e secadores para atender à demanda dos arrozeiros.

O agrônomo Rubens Yamanaka, da Cati de Avaré, disse que o arroz é uma opção a mais para a rotação de lavouras nas áreas de produção agrícola. "É a planta ideal para rotação com feijão e soja, mas é possível plantar também após a colheita do trigo." A melhor época para o plantio está entre os meses de setembro e outubro. O cultivar usado no programa é o IAC 202, com grãos longos e resistentes à quebra, próprio para o cultivo em terras altas. "É um cultivar desenvolvido há mais de dez anos, mas que ficou parado por falta de interesse." A cultura, segundo ele, praticamente saiu da agenda do agricultor paulista. De acordo com o programa Lupa (Levantamento de Unidade de Produção Agropecuária) da Secretaria da Agricultura, em 96, um total de 11.138 agricultores paulistas declarou ter plantado arroz. Em 2008, esse número foi de apenas 1.685.

O diretor da Unidade de Arroz da Broto Legal, Lázaro Moretto, disse que a empresa apostou no projeto por causa da logística. Atualmente, grande parte do arroz comercializado com a marca vem do RS.

"Ter o produto na porta é bem mais vantajoso do que buscar a 2 mil quilômetros." A empresa recebe o arroz em casca e cuida do beneficiamento, seleção e embalagem. Ele considera que a qualidade da primeira safra está próxima da desejada. "Estamos fazendo alguns ajustes para o próximo plantio."

Moretto acredita que os produtores que aderiram vão ampliar os cultivos entre 30% e 50%. "É o crescimento possível em função da disponibilidade de semente." O programa levou a Broto Legal a investir em melhorias na unidade de beneficiamento de arroz localizada em Porto Ferreira.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13572&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Irregularidade das chuvas prejudicou café </title>
<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:34:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Safra que começa a ser colhida no mês que vem não terá tanta qualidade, por causa das floradas desuniformes

As chuvas foram irregulares e mal distribuídas, porém em maior volume na maioria dos municípios do que na semana anterior. Muitas regiões conseguiram recuperar a umidade do solo, atingindo armazenamento máximo, como Campinas e São Carlos. Entretanto, em outras regiões o total de água disponível no solo continuou diminuindo, como em São José do Rio Pardo, que está apenas com 17% do total.

Com a entrada do outono, aumenta a amplitude térmica, com as temperaturas mínimas mais baixas à noite. Foi o caso de Piracicaba, Garça e Itapeva, com temperaturas mínimas médias 1 grau mais baixas. A temperatura máxima se manteve elevada, sobretudo em Votuporanga, onde as máximas atingiram 34,9 graus; Presidente Prudente, 34,8 graus; Ribeirão Preto, 33 graus e Jaboticabal, 33,7 graus.

As chuvas irregulares e a elevada temperatura, de 3 a 4 graus acima da média em fevereiro e na primeira quinzena de março prejudicam o milho safrinha, especialmente os agricultores que plantaram no começo de fevereiro, início do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola.

O clima mais seco beneficiou os cafezais, com menos ataque de pragas e doenças. A safra que começará a ser colhida em abril vai ser de qualidade inferior, porque os frutos estão desiguais, por causa das chuvas em excesso no segundo semestre do ano passado. O cafezal necessita de um período de estiagem para começar a florescer. Com o retorno das chuvas na primavera e no ano passado, praticamente não houve estação seca, o que provocou várias floradas nos cafezais.

Feijão. Os produtores de feijão de Taquarituba, Itapeva e Capão Bonito estão terminando o plantio da segunda safra. As chuvas da última semana beneficiaram o desenvolvimento vegetativo da cultura. Os produtores aproveitam para fazer o tratamento fitossanitário e a adubação nitrogenada. O feijão de primeira safra foi prejudicado pelas chuvas em excesso na época da colheita no fim do ano, o que resultou na menor produtividade e produto de baixa qualidade, elevando os preços.

Aumentou o uso da fécula de mandioca nos setores de massa, com maior demanda pelo produto, mas os agricultores tiveram muitos problemas com doenças na raiz, por causa do excesso de umidade no solo na época do plantio. Campos Novos Paulista, Cândido Mota e Palmital terão quebra na produtividade da safra, que começará a ser colhida agora.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13571&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Pragas iniciais no milho exigem atenção e controle </title>
<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:03:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Assim como a soja, o milho sofre ataque de pragas iniciais que podem causar a redução de stand, ou seja, número de plantas por unidade de área.

Produtores de milho safrinha devem ficar atentos às pragas iniciais que atacam a cultura. Assim como a soja, o milho também sofre o ataque de pragas iniciais que podem causar a redução de stand (número de plantas por unidade de área). O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Crébio José Ávila, alerta sobre a seriedade do problema porque o milho, diferentemente da soja, não tem a capacidade de compensação da produtividade por área, em função da perda parcial de stand.

As pragas iniciais do milho mais preocupantes em Mato Grosso do Sul são: coró, percevejo barriga-verde, tripes e lagarta-do-cartucho. O coró é uma praga de solo que consome o sistema radicular do milho, o que prejudica a absorção de água e nutrientes. De acordo com o pesquisador, os danos são mais acentuados e visíveis quando o ataque ocorre na fase inicial de desenvolvimento da cultura e em períodos de estiagem. O controle da praga pode ser feito com a aplicação de inseticidas nas sementes ou em pulverização no sulco de semeadura.

Já o ataque do percevejo barriga-verde se dá com a sucção da planta de milho. Isso torna as plantas deformadas e prejudica o seu desenvolvimento. O controle é realizado através da aplicação de inseticida na semente e pulverização sobre as plantas.

O tripes tem sido constatado, principalmente, em períodos de estiagem em que prevalecem baixa umidade relativa do ar e temperaturas elevadas. 'O inseto raspa as folhas de milho tornando-as esbranquiçadas. O controle pode ser feito com o tratamento de sementes e pulverização de inseticidas sobre as plantas', explica o pesquisador.

A lagarta-do-cartucho corta as folhas novas da planta para se alimentar. O controle é feito através do uso de plantas transgênicas e de inseticidas aplicados nas sementes e na parte aérea da lavoura.

Fonte: Embrapa Agropecuária Oeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13565&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ferrugem na cana </title>
<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:00:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A ferrugem alaranjada da cana, que chegou a São Paulo ano passado, já se espalhou para outras regiões. O CTC, Centro de Tecnologia Canavieira, está monitorando o avanço da doença.

De um lado, um plantio de cana cheio de manchas, com aspecto doente. Está contaminado pelo fungo da ferrugem alaranjada da cana. Há apenas dois metros fica o outro sadio, com folhas verdes e bonitas. Como é possível um canavial não contaminar o outro?

O Campo Experimental do CTC, Centro de Tecnologia Canavieira, fica no município de Piracicaba, em São Paulo. Pesquisadores selecionam variedades resistentes à ferrugem alaranjada da cana, doença provocada pelo fungo puccinia kuehnii. Ele forma pústulas, que são manchas alaranjadas que cobrem a folha e que causam prejuízos ao desenvolvimento da planta.

?A ponta das folhas já mostra necrose. Então, já está morrendo o tecido causado pela ferrugem alaranjada. Isso com o tempo levará à morte a folha toda?, esclareceu Enrico de Beni Arrigoni, coordenador de pesquisa tecnológica do CTC.

Segundo os pesquisadores, a ferrugem alaranjada da cana existe na Ásia e Austrália desde o século 19. Em 2007 foi encontrada em canaviais dos Estados Unidos e se espalhou pelo México e por vários países da América Central. Hoje, está presente em vários municípios do Brasil. A maior parte está no Estado de São Paulo, maior produtor de cana do país.

O coordenador de pesquisa do CTC, Enrico de Bebi Arrigoni, explicou que o Brasil tem cerca de 80 variedades de cana-de-açúcar e que destas apenas quatro pegam facilmente a doença. São as chamadas variedades susceptíveis. ?São a RB 72454, a SP 891115, a SP 842025 e a CV 14 já definidas como variedades suscetíveis?, detalhou.

De acordo com o pesquisador, as quatro variedades ocupam cerca de 12% da área cultivada com cana no Brasil. Para monitorar o avanço da doença, amostras de folhas de cana-de-açúcar estão sendo enviadas para o laboratório do CTC. O objetivo é identificar os locais onde a ferrugem está presente e traçar estratégias para frear o avanço da doença.

O diagnóstico positivo aparece principalmente no interior de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul. No centro é feito o mais completo exame do país para se detectar a doença. Um trabalho realizado em três etapas.

A primeira análise é visual. São avaliados o relevo e a cor das manchas nas folhas. A segunda é no microscópio. Os pesquisadores analisam os esporos, partículas que seriam as estruturas de reprodução do fungo. O último exame, o mais preciso, é o chamado de PCR. Uma parte da amostra é misturada a enzimas para uma reação química. O material vai para a máquina que faz a multiplicação genética do fungo. A próxima etapa é transferir a amostra para um gel onde impulsos elétricos trazem pontos luminosos que ajudam os cientistas a enxergar o fungo. O laboratório tem feito até 50 análises por dia.

?Só com o diagnóstico correto que a gente pode encaminhar resultados para o produtor. Por outro lado, a gente forma um banco de dados sobre a ocorrência. E a partir desse banco de dados a gente pode direcionar recomendações aos produtores?, concluiu Aragoni.

Por enquanto não há nenhum agrotóxico liberado pelo Ministério da Agricultura para o combate da ferrugem da cana.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13564&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>AL à mercê do clima </title>
<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 16:59:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Alagoas esperam ansiosos pela chegada da chuva. A estiagem é mais prolongada no agreste do Estado.

Enquanto toma conta da pequena criação de vacas e de cabras, o seu Luiz de Sena olha para o céu, mas só enxerga o sol. Enquanto o tempo permanecer assim, o agricultor, que mora em Craíbas, no agreste de Alagoas, prefere não pegar na enxada. ?Está muito seco. A terra está muito dura. Não ara a terra. Tem que deixar chover para poder plantar?, falou.

Mas nem tudo é motivo para desânimo. Alguns agricultores acreditam que o forte calor é sinal de que a chuva está à caminho.

Mesmo com a terra ainda seca, o produtor Genildo dos Santos começa a retirar o mato do terreno de dois hectares, onde pretende plantar mandioca assim que chover. ?A mandioca fica de oito a 15 dias para poder nascer. Nesse período, se faltar chuva ela morre?, disse.

Em outra propriedade em Craíbas o trabalho é em família. A dona Maria Edineide Barros conta com a ajuda do marido e do irmão para deixar o solo de três hectares limpo e preparado para o plantio de milho, feijão, fava e batata. ?Faz calor de mais, mas a gente tem esperança de ser chuva?, disse ela.

Há 30 quilômetros de Craíbas, os agricultores estão menos preocupados. No município de Limoeiro de Anadia, a chuva já deu o ar da graça. Embora pouca, foi o bastante para deixar a terra úmida e animar o seu Geraldo, produtor de abacaxi.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13563&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title> </title>
<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:40:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Incertezas podem ampliar queda no plantio de trigo
Preço e dúvidas quanto à reclassificação desestimulam a produção

Preços internacionais achatados e instabilidade na política agrícola devem contribuir para que a área plantada de trigo na atual safra no Paraná encolha ainda mais do que indicam as previsões oficiais, que apontam até agora 11% de queda.

As cotações no mercado interno estão 15% menores do que o preço mínimo pago pelo governo.

Além disso, há dúvidas se serão aprovados pelo Ministério da Agricultura os critérios de reclassificação que podem desenquadrar do padrão mínimo de qualidade uma expressiva parte da produção nacional. Por conta de todos esses fatores, algumas estimativas informais apontam para uma queda entre 15% e 20% no plantio de trigo no Paraná, o maior produtor nacional.

Na última semana de fevereiro, o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Estado, divulgou uma intenção de plantio 11% menor que no ciclo anterior. A área cairia de 1,3 milhão de hectares na safra passada para 1,160 milhão de hectares na temporada 2009/10.

No entanto, o desestímulo para o cultivo está surgindo até em regiões onde não se esperava grandes reduções. Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), diz que, apesar de ainda não haver pesquisas oficiais, há indícios de que a queda na área pode ficar entre 15% e 20% no Estado.

Segundo ele, a região centrosul do Paraná, onde, a princípio, não havia indícios de forte redução no plantio - por não existir a opção de plantar milho safrinha em substituição ao trigo - está se mostrando fortemente desestimulada.

"Mesmo sem ter outra opção, o produtor vai sair do trigo.

Acredito que vão optar por outros cereais de inverno, como aveia, centeio e cevada", diz.

Otmar Hubner, engenheiro agrônomo do Deral, também acredita que a tendência é de redução acima dos 11% previstos em fevereiro . "No entanto, é preciso ponderar que é uma tendência hoje. O forte do plantio se dará entre abril e maio, portanto, se até lá houver alguma alteração nos preços internacionais, tudo pode mudar", diz. Na próxima quinta-feira, o Deral deve divulgar outro levantamento de intenção de plantio de trigo no Estado.

Eugênio Barradi, diretor-executivo da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem), diz que as vendas de sementes de trigo ainda estão lentas.

Ele afirma, porém, que o ritmo é considerado normal para esta época do ano, pois o plantio segue até maio, podendo, em algumas regiões do Paraná, se estender até junho. "Com base nas vendas, ainda não dá para inferir o tamanho da área", diz Barradi.

Até lá, os preços é que vão dar o rumo ao plantio. Até agora, o cenário é desfavorável. A tonelada do cereal do tipo pão em Cascavel (PR) vale R$ 450 atualmente, abaixo do preço mínimo do governo, que é de R$ 530 para esse tipo de trigo, segundo a Ocepar. No mercado internacional, a alta do dólar derrubou os preços na sexta. Na bolsa de Chicago, o contrato de julho caiu 5,25 centavos, para US$ 4,9650 o bushel. Em Kansas, contrato com o mesmo vencimento caiu 2,75 centavos, para US$ 5,03.

O temor dos produtores de trigo, segundo Hubner, é de que até a política de preço mínimo, que é a única que remunera o custo de produção, sofra alterações neste ano. Isso porque está em consulta pública até 1o de abril propostado governo de alterar os parâmetros de classificação do cereal e que podem desenquadrar uma parcela elevada do trigo nacional.

Atualmente, para ser considerado trigo de qualidade mínima para uso humano, o cereal tem que ter 50 jaules de força de glúten. O governo quer elevar esse indicador para 160, e a contraproposta em estudo hoje no Paraná é de usar o parâmetro de 80 jaules.

Fonte: Clipping - CONAB e Valor Econômico]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13556&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Polo de Uva de Santa Teresa colhe bons frutos </title>
<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:39:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O polo de uva de Santa Teresa é um retrato da transformação que uma ação estruturada pode fazer numa região. Estamos testemunhando como a vitivinicultura, vocação local, foi desenvolvida a partir da união da vontade dos produtores, do acesso ao crédito, à capacitação e à assistência técnica.

Hoje, Santa Teresa colhe, literalmente, os frutos do trabalho plantado algum tempo atrás. Não são só as toneladas de uvas que saem do município para todo o país, mas também as oportunidades que a economia local ganhou.

Este é o caminho. A visita aos parreirais traz no bojo o turismo, a produção de vinhos e derivados, e a abertura das cantinas onde os próprios produtores vendem o que produzem. As ações estruturadas para a dinamização da economia local, um trabalho em parceria entre as prefeituras, o Bandes, o Sebrae, o Incaper e a Seag, tornam mais fácil o acesso ao crédito e à assistência técnica, por exemplo.

A economia do município ganhou dinamismo com o crescimento de atividades que formam uma cadeia de produtos e serviços. Neste caso, foram as uvas, mas isso pode acontecer em outros lugares, com outras culturas. Produtores rurais com acesso aos recursos para comprar seus equipamentos e plantar suas lavouras, à assistência técnica, que vai gerar produtos de qualidade.

Queremos a economia do interior do Estado mais forte, sem que as pessoas precisem sair da sua terra para buscar emprego na Região Metropolitana, sem que precisem se preocupar só com a sobrevivência imediata. É preciso romper com esse ciclo e buscar alternativas para diversificar, criar oportunidades de negócio, crescer.

Neste momento entra o trabalho estruturado de apoio, de orientação e de investimento que o trabalho em parceria dessas entidades pode fomentar.

Fonte: Clipping - CONAB e A Gazeta - ES]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13555&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>GO é destaque na produção de cana-de-açúcar </title>
<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:37:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O setor sucroenergético em Goiás avança e conquista novos territórios. Ânimo não falta aos produtores, que já contam com 34 unidades produtoras de açúcar e etanol

A sinergia de fatores favoráveis é incrementada pelo processamento de 30 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, colocando a região entre os maiores produtores. A expectativa alentada é de que, superadas as atuais 36 plantas de etanol em funcionamento, com a implantação de mais cem usinas, Goiás alcance São Paulo, que tem 160 unidades.

A produção aumentou em mais de 20% em relação à safra anterior (2008/09) e a estimativa é que, até 2011, Goiás receba algo em torno de R$ 5 bilhões em investimentos neste setor. Razão para tanto otimismo deve-se ao fato de que, em pouco mais de dez anos, foi triplicado o número de usinas no Estado, resultando em mais de 60 mil pessoas diretamente empregadas. Com isso, é possível afirmar que o setor está consolidado em Goiás e prepara novos saltos.

E a contribuição é dada pela facilidade de acesso ao crédito e a recuperação dos preços do etanol. Novas possibilidades de investimentos e de aumento da produção, resultado do modelo de zoneamento da cana-de-açúcar proposto pelo governo federal, também incrementam a atividade em solo goiano.

Com o zoneamento, a esperança dos produotores e empresários é que seja reduzida a resistência à entrada do etanol brasileiro no mercado externo. Paralelamente, a adoção da medida deve contribuir para assegurar maior produtividade, já que disciplina a produção. Tema em debate por setores da sociedade civil organizada.

Garantir a sustentabilidade e preservação do bioma Cerrado também entre as preocupações de quem se debruça sobre o tema. Hoje, Goiás possui condições favoráveis para atrair investidores. Além da topografia, solo plano e clima favorável, destaca-se o fato de a cana ocupar apenas 1,15% da área plantada do Estado, que se dedica também à produção de soja. "Em resumo, o potencial de crescimento da atividade é uma perspectiva altamente lucrativa", salienta o secretário Leonardo Veloso, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás (Seagro).

Ele argumenta amparado nos números recentes da atividade em Goiás, já que foi registrada a maior variaçao do Brasil na área cultivada de cana-de-açúcar. Com base em números da safra 2009/10, o percentual foi de 29,5%. Hoje, o Estado ocupa a quarta posição no ranking nacional da produção sucroalcooleira, a área colhida e destinada à produção corresponde a 520,3 mil hectares.

Em todo o País, a área é de 7,5 milhões de hectares (estimativa). Os dados integram o terceiro levantamento da safra, sob responsabilidade da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), entre os dias 27 de novembro e 5 de dezembro. Ainda de acordo com o estudo, a produtividade na safra atual deve ser de 85,5 mil quilos por hectare, o que representa aumento de quase 16%.

Estimativa não confirmada dá conta de produção aproximada de 44 mil toneladas (na safra anterior, a produção não ultrapassou 30 mil toneladas). Em todo o País, a perspectiva de produção destinada exclusivamente à indústria sucroalcooleira é de 612,2 milhões de toneladas, número 7% superior à safra do ano passado.

Em relação ao processo de expansão da cana em Goiás, Veloso disse que o Estado está em vantagem devido à forma de implantação da cultura. "Na maioria dos Estados, incentivamos as usinas a comprar a cana do produtor, que gasta dinheiro no comércio local, movimentando a economia da região", diz. Em Goiás, o levantamento da CONAB aponta aumento de 54,8% na produção de cana-de-açúcar, para a safra atual.

O secretário destacou, ainda, que o Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FCO) financia parte da produção aos produtores rurais integrados às usinas. Com isso, a União deve investir em instalação de usinas por meio da recém-criada Petrobras Biocombustíveis, com a projeção de pelo menos cinco novas usinas no curto prazo. A iniciativa visa a produção de 200 milhõese de litros de etanol. "Com isso, Goiás fica fortalecido no cenário produtivo da cana-de-açúcar", destaca.

Fonte: Clipping - CONAB e Portal do Agronegócio]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13554&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Soja terá safra recorde na Bahia em 2010 </title>
<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 10:17:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com expectativa de safra recorde, a região oeste do estado, oficializa o início da colheita da soja. A estimativa é de que sejam colhidas aproximadamente 2,9 milhões de toneladas do grão, o que representa um aumento de 21% em relação à safra anterior.

Para marcar esse momento importante para a economia agrícola baiana, acontece, no próximo sábado (20), a partir das 8h30, a 12ª Passarela da Soja (um Dia de Campo), na Fazenda Maria Gabriela, localidade de Roda Velha, no município de São Desidério.

O evento é organizado pela Fundação Bahia e Embrapa Soja e conta com o apoio do Governo da Bahia, por meio da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri). A expectativa é reunir um público superior a mil participantes, entre produtores, técnicos, empresários, pesquisadores e estudantes.

O secretário da Agricultura, Roberto Muniz, que representará o governador Jaques Wagner no evento, avalia o aumento da produção à associação com a tecnologia. ?Além disso, a Seagri, por meio da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), em parceria com os produtores e as instituições de pesquisas, desenvolve ações para prevenir e conter as pragas que podem afetar a lavoura?.

?A Fundação Bahia é uma entidade difusora de conhecimento, com o qual o produtor pode otimizar seu investimento e trabalho na lavoura", diz o presidente da entidade, Amauri Stracci. O evento ainda conta com o apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), prefeituras de Luís Eduardo Magalhães e São Desidério, Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, do Banco do Nordeste, Banco do Brasil e Kuhlmann Laboratórios.

Novos cultivares - A Passarela da Soja é um dia de campo com cinco estações experimentais, na qual o público vai conhecer os resultados das pesquisas feitas e assistir palestras dos especialistas, com apresentação de novidades em cultivares de soja adaptadas à região. Uma atenção especial será dada à sanidade, abordando, além do mofo branco, ferrugem, nematóides e lagartas.

Este ano, a Fundação Bahia também vai lançar três novos cultivares desenvolvidos em parceria com a Embrapa de Londrina (PR). São as BRS BA 313 (convencional precoce), BRS BA 314 (variedade convencional de ciclo médio) e BRS BA 315 (RR de ciclo médio). A participação e o material didático são gratuitos. As inscrições serão feitas a partir das 7h30, no local do evento.

Praga em estudo - Comum nas lavouras de feijão, mas que vem ocorrendo com freqüência nas plantações de soja, a praga do Mofo Branco terá uma discussão aprofundada, com apresentação dos resultados de pesquisas de controle desta doença. A idéia é mostrar que existem formas de reduzir as perdas, utilizando cada vez menos fungicidas na sojicultura.

A Bahia ocupa a sétima posição no ranking nacional dos maiores estados produtores de soja. Com produção em 2009 de 2,4 milhões de toneladas, representando 4,4% da produção nacional e 59% da produção do Nordeste, a soja baiana tem, na região oeste, o seu maior pólo produtor.

Dentre as pragas fúngicas que podem afetar o cultivo dessa oleaginosa estão a Ferrugem Asiática e o Mofo Branco. O trabalho desenvolvido pela Adab, neste segmento, tornou-se referência nacional para o controle da Ferrugem Asiática da Soja.

?Com a constituição da Parceria Público-Privada (PPP) formada pela integração do setor produtivo e poder público, tem sido possível determinar a presença da ferrugem da soja em tempo hábil e também o manejo em 100% da área infectada, assegurando a manutenção dos tetos de produção e produtividade compatíveis com o nível tecnológico utilizado na região?, declara o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.

Entre as medidas executadas pela Adab neste processo, tem garantido a manutenção do nível elevado de produtividade da soja na região oeste, o treinamento e capacitação de técnicos e produtores, manutenção dos laboratórios de fitopatologia, com análise gratuita de milhares de amostras, manutenção de um banco de dados permanente - Sistema de Alerta Fitossanitário, cadastramento dos produtores e fiscalização do vazio sanitário da soja.

Fonte: Jornal Nova Fronteira e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13536&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Queima da cana suspensa no RJ </title>
<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 10:14:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro proibiu as queimadas nas lavouras de cana-de-açúcar em propriedades do norte e do noroeste do Estado.

A liminar concedida pela desembargadora Salete Maccalóz, do Tribunal Regional Federal, atendeu a um pedido do Ministério Público, que, desde o ano passado, tenta na Justiça conseguir a proibição definitiva das queimadas nas lavouras de cana em Campos.

?Significa que o TRF, ao menos nesse momento, considerou consistentes os argumentos do Ministério Público Federal e a gente confia que os demais desembargadores vão acompanhar o voto?, explicou Eduardo Santos, procurador federal.

Com isso o TRF suspende imediatamente todas as licenças e autorizações que permitiam o uso do fogo na colheita da cana-de-açúcar emitidas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Campos e pelo Inea, Instituto Estadual do Ambiente. Mas como essa não é uma decisão final, as entidades que representam o setor produtivo devem entrar com um novo recurso.

?A gente precisa renovar os nossos canaviais, prepará-los para receber as máquinas. E isso não acontece da noite para o dia. Tem de ter um planejamento, um protocolo com metas para serem alcançadas. E eu tenho certeza que isso vai acontecer. É mais ou menos nessa linha que os outros Estados fizeram e estão fazendo?, falou Eduardo Crespo, presidente da Associação dos Plantadores de Cana.

A colheita da cana é uma prática comum em cerca de cinco mil propriedades da região onde a colheita ainda é manual.

A associação dos plantadores de cana vai recorrer da decisão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13535&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Drama da estiagem no CE </title>
<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 10:13:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do Ceará estão sofrendo com a seca. No norte do Estado, a falta de chuva arrasou as plantações. O gado tem dificuldade para encontrar pasto e água.

Animais estão à procura de pasto, mas terra está rachada e o sol é escaldante. Em Irauçuba, na região norte do Ceará, a 150 quilômetros de Fortaleza, a seca vem castigando o município. Os açudes e pequenos reservatórios estão com pouca água. Até para quem tem cisterna em casa, a situação já é crítica.

Sem pastagem, o gado está magro e ainda é preciso fazer longas caminhadas para dar de beber aos rebanhos. ?Secou tudo?, disse o vaqueiro Diego Rodrigues.

Em janeiro e em fevereiro caíram as primeiras chuvas na região. Animados, muitos agricultores cultivaram a lavoura. Só que a chuva não veio mais há pelo menos 20 dias. Quem plantou já perdeu tudo.

O terreno do agricultor Francisco Bezerra Sales está sem nada. O que plantou, perdeu sem água. ?Nós estamos esperando por mais chuva para plantar de novo, mas cadê? Eu plantei milho, feijão e melancia?, disse.

O agricultor Henrique Teixeira também perdeu a safra, mas não quer desanimar. ?Se chover eu planto de novo. Não vou perder a esperança?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13534&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtividade do País crescerá 65% até 2020 </title>
<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:20:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A produtividade dos principais grãos comercializados no Brasil - soja, milho, trigo, arroz e feijão - devem crescer cerca de 65,5% entre as safras de 2008/2009 até 2019/2020, segundo estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e sua assessoria de gestão estratégica. Com a mesma base de cálculo, a projeção de crescimento de área no período é de 34,5%.

Os dados foram expostos pela Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), nessa quarta-feira (17), durante a apresentação de 16 propostas para o setor agrícola que serão encaminhadas aos quatro principais candidatos à Presidência.

Entre as projeções para os cinco grãos, a soja deve obter o maior aumento de produção até 2020, o equivalente a 43,55%, passando de 57,09 milhões de toneladas para 81,95 milhões. No entanto, em relação às estimativas de exportação no período, o milho é o campeão com alta de 80,30%, registrando 12,6 milhões toneladas em 2019/2020.

O aumento estimado da demanda por alimentos no mundo de 2007 a 2050 também foi apresentado pela Abag. O estudo, feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), prevê um crescimento de 42,85% no consumo de cereais, atingindo 3 bilhões de toneladas em 2050.

A demanda de carnes no período deve passar dos 228 milhões de toneladas para 463 milhões, o que representa alta de 103,07%.

O aumento do consumo de alimentos está acompanhado do crescimento de 94% da população urbana no período.

Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústria e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13527&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Quebra da soja pode gerar prejuízos de 41 milhões em Nova Mutum </title>
<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:17:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com cerca de 300 mil hectares cultivados com soja e considerando uma redução média de 6 sacas/hectare, situação esta que tem se mostrado geral em Nova Mutum, o volume total da quebra na produção do município pode chegar a 1,8 mil sacas na safra 2009/10. ?Se esse montante for multiplicado pelo preço que a soja está sendo negociada hoje, R$41,4 milhões vão deixar de circular no mercado local?, alerta Alcindo Uggeri, presidente do Sindicato Rural local.

Cerca de 90% da soja já foi retirada das lavouras locais e além da redução na produtividade, que varia entre 5 e 7 sacas por hectare, o preço pago pelo mercado está deixando os agricultores temerosos com a possibilidade de uma nova crise, a exemplo do que foi registrado em 2006. ?Esperávamos comercializar a soja a cerca de R$ 33, mas o mercado está pagando R$23. É em média R$12 aquém da nossa expectativa?, disse Luiz Carlos, vice-presidente da instituição.

Uggeri é enfático ao afirmar que ?esse preço não cobre o custo de produção?. Ele diz que não há uma explicação lógica para o que está acontecendo. ?O jeito agora é esperar uma reação do mercado?, falou. Os agricultores estão organizados através da Federação da Agricultura de Mato Grosso ? Famato e da Associação dos Produtores de Soja ? Aprosoja, instituições estas que, segundo Alcindo, também estão preocupadas, pois não trata-se de um cenário só de Nova Mutum.

Alcindo e Luiz Carlos afirmam que os reflexos dessa situação já começam ser sentidos pelos demais segmentos da economia local, a exemplo do comércio, uma vez que a comercialização da soja está parada. ?O que está acontecendo é apenas a entrega da soja de contratos e sem negociação o dinheiro não circula?, disse Alcindo. O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas ? CDL, Renato Camargo, confirma que o comércio está preocupado. ?A redução de dinheiro em circulação deixa todos inseguros?, falou.

Fonte: Só Notícias e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13526&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de soja na BA </title>
<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:15:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do oeste da Bahia se preparam para a colheita da soja. As lavouras tiveram bom desenvolvimento. O que preocupa é o preço do grão.

No campo plantas vigorosas. A soja do oeste baiano tomou parte do lugar do algodão este ano e teve sua área aumentada em 7%, alcançando 1.050 milhão de hectares. A produção também será maior, com um acréscimo de 20% se comparado com a safra do ano passado.

Com a última pulverização de veneno na lavoura o agricultor Adelar Capelesso, do município de Luís Eduardo Magalhães, vai esperar mais duas semanas para começar a colheita. Neste ano, a área de soja é de 1,1 mil hectares. São cem a mais do que em 2009. ?A gente vai atingir um patamar maior de produtividade, mas com o achatamento do preço a nossa margem será muito menor?, disse.

Em toda a região ainda existem áreas de soja bastante verdes, que ainda devem demorar mais 30 dias para serem colhidas. A produtividade média esperada é de 48 sacas por hectare no oeste da Bahia.

O seu Adelar aposta em 55 sacas nas terras onde planta. Na propriedade que ele mantém com o irmão, quarenta por cento da soja já foi vendida. A preocupação agora é com o restante. Já que não há previsão de aumento do preço nos próximos dias.

?Eu acredito que agora, na véspera de colheita, não existe uma perspectiva de se elevar esse preço. Então, a gente não espera uma valorização maior a curto prazo?, falou seu Adelar.

A saca de soja está sendo comercializada na região, em média, por R$ 29,00.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13525&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de milho safrinha está praticamente concluído em MT </title>
<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:18:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio do milho safrinha está praticamente finalizado, com 99% das áreas já semeadas em Mato Grosso, segundo o Boletim Somar de Meteorologia. E com as chuvas que vêm ocorrendo em todas as regiões produtoras, os solos apresentam boa umidade, com valores superiores a 85%, o que mantêm as condições favoráveis ao crescimento e desenvolvimento das plantas que se encontram nas fases de desenvolvimento vegetativo e florescimento.

Como os próximos dias serão de tempo parcialmente aberto, com possibilidades de ocorrências de chuvas, as condições meteorológicas se manterão favoráveis às lavouras. Até o momento, não são observadas anomalias que possam prejudicar o potencial produtivo das plantas.

Safrinha no Paraná

O tempo mais seco registrado nos últimos dias favoreceu o plantio no estado, o que proporcionou um bom avanço, passando de 60% para os atuais 80% da área semeada. As chuvas que ocorreram nas últimas 48 horas elevaram o nível de umidade do solo, proporcionando excelentes condições tanto para a germinação das sementes, quanto para o crescimento e desenvolvimento das plantas, uma vez que 70% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos e 10% já na fase de florescimento.

Até o momento, não é observada nenhuma anomalia climática que possa afetar o potencial produtivo das lavouras. Como nos próximos dias o tempo será de céu aberto, e com pouca possibilidade de ocorrência de chuva, os trabalhos de plantio estarão favorecidos e, mesmo com o sol brilhando mais e elevando os teores de evapotranspiração, as condições continuarão favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.

Fonte: Revista Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13520&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Seca prejudica cultivo de milho e feijão no Ceará </title>
<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:17:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Devido à estiagem, pés de milho ficaram pequenos em lavouras de Mauriti.

A seca está prejudicando as lavouras de milho e feijão no sul do Ceará. Agricultores iniciaram as plantações logo depois das primeiras chuvas do ano. O problema é que, depois disso, a água não apareceu mais. Devido à falta de chuva, os pés de milho ficaram pequenos, bem abaixo do esperado.

No ano passado, em Mauriti (CE), um dos maiores produtores no estado, os agricultores plantaram milho e feijão e só conseguiram salvar 60% das lavouras porque a chuva carregou todo restante. Já neste ano, entre janeiro e março, não choveu praticamente nada. Por isso, muitas lavouras estão perdidas.

Em um sítio da região, o agricultor Expedito Alves plantou no começo de janeiro com o pai. Foram dias debaixo de muito sol forte plantando uma área de quatro hectares. Apesar do trabalho, pode faltar feijão no prato da família.

Fonte: G1 e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13519&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de noz </title>
<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:11:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita da safra da noz macadâmia, em São Paulo. Este ano, os produtores estão otimistas. A procura tem sido grande e o preço aumentou.

Os frutos que começaram a se desenvolver em setembro já forram o chão. É sinal de que a macadâmia já está pronta para a colheita. É uma tarefa para o trabalhador rural Ademir Servati, que chega a colher 240 quilos por dia.

A macadâmia é uma amêndoa que foi trazida da Austrália. A noz começou a ser plantada comercialmente no Brasil nos anos 70. A área plantada chega a quatro mil hectares, onde devem ser produzidos três mil toneladas em casca este ano. Só em solo paulista são 400 mil árvores distribuídas em 1,6 mil hectares. A maior parte está em Dois Córregos, no centro-oeste do Estado, o maior produtor do país.

A colheita, que começou em janeiro e vai até junho, ainda está na metade, mas a safra já é considerada a maior da história, segundo os produtores.

Na propriedade de 300 hectares, sessenta e cinco mil árvores devem produzir 600 toneladas de macadâmia. A quantidade é quase três vezes maior do que há dez anos.

?Isso em virtude de condições como os manejos na parte de adubação, do controle de pragas e o clima, que ajudou bastante?, explicou o agrônomo Leonardo Moriya.

Outro fator que deixa quem se dedica a esse tipo de cultura mais otimista é o preço. ?Atualmente, o preço do mercado é em torno de US$ 1,00 o quilo. Um hectare produz em torno de 4,5 a cinco toneladas por hectare, quer dizer, são de US$ 4,5 mil a US$ 5 mil por hectare. Isso dá em torno de oito a nove mil reais por hectare?, completou Moriya.

O momento também é promissor para a indústria. As esteiras trabalham em ritmo acelerado. ?O mercado teve uma reviravolta. Uma série de problemas na Austrália, principalmente com inundações e ventos que derrubou em 10% a produção. Com essa redução, eles abriram espaço exatamente do tamanho da produção brasileira, que este ano será da ordem de três mil toneladas em casca?, explicou Pedro de Toledo Piza, diretor da empresa.

A macadâmia é plantada em todos os estados da região Sudeste, na Bahia, em Mato Grosso e no Paraná.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13518&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>El Niño: a salvação da lavoura </title>
<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 15:03:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[?Todo ano de El Niño é de recorde de produtividade. Este ano não vai ser diferente?, comemora o produtor Tiago Taques Fonseca, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais paranaenses. Ele cultivou neste ano 2,1 mil hectares de soja e 680 hectares de milho e espera encerrar a temporada com rendimentos médios de 3,6 mil quilos por hectare na oleaginosa e mais de 10 mil quilos por hectare no cereal.

O entusiasmo de Fonseca com a safra 2009/10 é compartilhado por pro­­dutores do Paraná e do Mato Grosso ouvidos pela Expedição Safra RPC. O verão úmido ampliou a produtividade das lavouras e vai per­­mitir que os dois estados, responsáveis por metade da produção brasileira de soja, colham sa­­fras recordes da oleaginosa neste ciclo.

?2009 foi um ano excelente em termos de clima, principalmente para o milho?, completa Antonio Carlos Campos, gerente industrial e comercial da Batavo, com sede em Carambeí (Campos Gerais). O cereal também foi beneficiado por chuvas acima da média e só não vai alcançar volume recorde no Paraná porque perdeu terreno para a soja. Na área de atuação da cooperativa, foram cultivados neste ano 83 mil hectares de soja e 39 mil hectares de milho, que devem render em média 3,2 mil e 9,2 mil quilos por hectare. ?Mas essa é uma estimativa é conservadora?, ressalta Campos.

?O El Niño contribuiu para que as precipitações tivessem uma distribuição mais regular e abundante e favoreceu a ocorrência de temperaturas acima da média, colaborando para o sucesso das nossas produtividades agrícolas?, confirma o me­­teo­­ro­­logista Luiz Renato La­­zinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agri­­­­cultura, Pe­­cuária e Abaste­­cimento (Mapa).

De uma forma geral, as chuvas acima da média impulsionaram o rendimento das lavouras de verão, mas o El Niño também teve alguns impactos negativos sobre a safra, pondera Celso Oliveira, meteorologista do Instituto Somar. O excesso de umidade atrasou o plantio e aumentou a incidência da ferrugem asiática da soja, explica. ?Mas no balanço geral, ajudou?, diz.

Levantamentos feito por meteorologistas mostram que as chuvas acumularam volumes 50% acima do normal no Paraná entre maio de 2009 e fevereiro de 2010. Foram entre 1.750 mm e 2.000 mm em dez meses. Paraná, Santa Catariana e Rio Grande do Sul são os estados brasileiros mais atingidos pelo El Niño. De acordo com meteorologistas, o fenômeno não tem infuência significativa sobre o clima na região Centro-Oeste e pode provocar seca no Norte e Nordeste do país.

Em atuação desde o segundo semestre de 2009, o El Niño começa a perder força, mas ainda continua ativo até a metade de 2010, preveem especialistas. ?O fenômeno continuará até o final da safrinha, o que é uma boa notícia para o milho, pois diminui a possibilidade de estiagem. Só o trigo pode ter algum problema caso as chuvas se estendam até o período de colheita, mas não acredito que isso vá acontecer?, avalia Campos.

?Os prognósticos climáticos apontam para um declínio do El Niño nos próximos meses, com tendência de uma neutralidade climática já na metade do ano?, ameniza Lazinski. Segundo ele, as precipitações devem ficar levemente abaixo da média neste mês, mas voltam ao normal em abril e maio. A partir de junho, as chuvas se tornam irregulares, intercalando períodos de muita umidade com períodos maiores de pouca ou nenhuma precipitação, afirma o meteorologista do Inmet.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13513&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtividade de verão bate recorde no PR </title>
<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 14:57:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtividade de verão bate recorde no Paraná e recoloca o estado no topo do ranking de produção. Rendimento maior compensa, inclusive, forte redução na área de milho

Com produtividades acima de 3 mil quilos/hectare na soja e de 7 mil kg/ha no milho, o Paraná se supera na safra 2009/10. Nunca atingiu esses patamares, que estão 10% e 30% acima da média da última década, respectivamente. O resultado, proporcionado pelo in­vestimento em tecnologia e principalmente pelo comportamento do clima, contribui para o Brasil retomar a produção e perseguir o recorde da temporada 2007/08, quando o país colheu 144,1 milhões de toneladas. Com 50% da área co­lhida, contra 80% em Mato Grosso, o Paraná também recupera a liderança na produção naci­onal de grãos. Por causa da seca ano passado, que castigou a Região Sul, o estado do Centro-Oeste havia assumido o topo do ranking. Nes­te ano, apesar das chuvas que atrapalham a colheita, o Mato Grosso também deve registrar um rendimento acima da média na soja e no milho.

Com 33 milhões de toneladas, em 10,5 milhões de hectares, os dois estados respondem por metade da soja brasileira. No caso do milho, são quase 7,5 milhões de toneladas na safra de verão e 12 milhões de toneladas na 2.ª safra do cereal. Con­­firmadas as previsões, Paraná e Mato Grosso vão somar quase 20 milhões de toneladas, o equivalente a 40 % da produção nacional. A participação dos estados se inverte nas duas safras. Enquanto o Paraná lidera no milho de verão, com uma produção quase insignificante do Mato Grosso, no inverno o estado Centro-Oeste vira a mesa e deve produzir 60% das 12 milhões de toneladas previstas para ambos.

Os números são do levantamento realizado pela Expedição Safra 2009/10, uma iniciativa da Rede Paranaense de Comunicação (RPC), que nos últimos quatro anos desenvolveu o Indicador de Safra RPC. Trata-se de uma ferramenta de projeção e balanço da produção de grãos ? soja e milho ? no Paraná e no Brasil, com base numa sondagem que percorre as principais regiões produtoras de 12 estados. O trabalho de campo da safra atual, que teve início em outubro, com a implantação das lavouras, está sendo concluído nesta semana, no Centro-Norte do país.

O balanço naci­o­nal será divulgado com o fim da sondagem. A antecipação dos números do Paraná e de Ma­to Grosso justifica-se à im­­portância da participação das duas unidades da federação em área e volume. Jun­to com a safra brasileira, no dia 30 de março, a Expedição traz tam­bém a intenção de plantio do milho safrinha e a participação das sementes transgênicas nas lavouras do Brasil.

Com base no histórico de que o volume total das duas principais commodities representa 80% da safra, a Expedição trabalha com a expectativa de que a produção total brasileira se aproxime das 145 milhões de toneladas, um novo recorde. Na semana passada, o 6.º levantamento da Conab projetou 143,95 mi­lhões de toneladas. Em seu 1.º levantamento, em outubro de 2009, a estatal trabalhava com um intervalo entre 139 e 141 milhões de toneladas.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13512&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita de abacaxi no PA </title>
<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 14:52:08 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do abacaxi está movimentando a economia do município de Floresta do Araguaia, no sudeste do Pará. Este ano, a safra será menor. Em compensação os agricultores estão recebendo mais pela fruta.

Ainda é madrugada quando dezenas de trabalhadores se reúnem no centro de Floresta do Araguaia, no sul do Pará. Eles aguardam os caminhões que vão levá-los até as plantações de abacaxi. O café precisa ser reforçado para aguentar horas de trabalho na roça.

O dia clareia e logo o grupo carrega um caminhão com a fruta. A colheita do abacaxi em Floresta do Araguaia começou em janeiro e continua até julho. Durante esse período, cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos são gerados.

O trabalhador rural Luzimar Cardoso já garantiu a vaga dele e não esconde a satisfação. ?É um serviço que você ganha bem e trabalha pouco. Quando de nove horas você já terminou o serviço e ganha a diária de R$ 40. Quando trabalho na entressafra, você trabalha o dia inteiro para ganhar R$ 30?, disse.

O Pará é o maior produtor de abacaxi do Brasil. Apenas em Floresta do Araguaia são 12 mil hectares de fruta plantados. No ano passado, a produção de abacaxi da região foi de 152 milhões de frutos. Este ano, a previsão é que esse número seja um pouco menor. Fique em 130 milhões. Mas os produtores esperam lucrar mais. O preço da unidade do produto está bem melhor em relação a 2009.

O agricultor Gilvan Rodrigues já fez as contas do quanto deve ganhar com a produção deste ano.

Os caminhões que saem das lavouras carregados, seguem de balsa para o Rio Araguaia. O destino é principalmente o sul do Brasil. Mas uma fábrica instalada no município também aproveita a produção local. No lugar chegam todos os dias cem toneladas de abacaxi. Depois de passar por várias etapas, o produto final é o concentrado de abacaxi, usado na fabricação de sucos e outros derivados da fruta. O líquido é armazenado em tambores e exportado.

Para atender aos pedidos também foi preciso reforçar a equipe na fábrica. Vinte novos trabalhadores foram contratados para trabalhar até o final da safra.

A queda na produção se deve à falta de investimento dos agricultores. Os preços estavam muito baixos em safras anteriores. Por isso, eles tiveram pouco dinheiro para aplicar na lavoura. Como o abacaxi tem ciclo de dois anos, a redução está sendo sentida agora, em 2010.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13511&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita da soja chega a 1% da área </title>
<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:34:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A primeira semana de colheita de soja alcançou 1% dos 3,9 milhões de hectares plantados. Em algumas áreas, a produtividade ficou próxima de 3 mil quilos por hectare. Segundo o assistente técnico estadual da Emater Alencar Rugeri, ainda é cedo para dizer se essa será a média. "A perspectiva é boa, mas o clima precisa colaborar." O relatório semanal da Emater aponta que, em 88% das lavouras, falta umidade para o desenvolvimento do grão.

Seguindo a tendência da pesquisa divulgada na semana passada pela CONAB, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) elevou a estimativa de produção de soja no Brasil. Com o acréscimo de 1,52% sobre fevereiro, a safra da oleaginosa alcançaria 67 milhões de toneladas. O diretor da Capital Corretora de Mercadorias, Farias Toigo, explica que isso significa aposta na produção da América do Sul.

O Irga divulgou que a colheita do arroz chegou a 16% da área.

Fonte: Correio do Povo - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13437&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Sul do ES descobre a fruticultura </title>
<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:33:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Vale do Orobó, em Piúna, região que foi a principal bacia leiteira do Sul do Estado, na década de 80, está diversificando sua produção. E a diversificação começou com a fruticultura, mais precisamente com a acerola. Animados pela possibilidade de ampliar as fontes de renda nas propriedades, cerca de 60 produtores estão formando o polo de acerola, que já na primeira colheita produziu 24,5 toneladas.

Para assegurar a venda da produção, que em 2012 deverá atingir 1.350 toneladas, os produtores se organizaram para formalizar a Cooperativa de Valorização, Incentivo e Desenvolvimento Agropecuário Sustentável do Vale do Orobó (Coopervidas). Criada em 2008, a cooperativa, além de viabilizar a assistência técnica aos produtores, por meio de parcerias, garante a venda da produção.

A acerola é toda vendida para a agroindústria local Pulp Fruit, que produz polpa pasteurizada de diversas frutas. E o quanto mais de acerola for produzida, a indústria assegura a compra. É uma ótima notícia para os produtores que não enfrentarão, pelo menos nos próximos anos, o gargalo da falta de mercado.

Atravessador

O presidente da Coopervidas, Ady Brunini, conta que, enquanto os pés de acerola estavam em formação, antes mesmo de começar a produção, a cooperativa já tinha toda a documentação formalizada para viabilizar a venda à agroindústria. "Com organização e articulação, conseguimos eliminar o atravessador", explica.

A organização dos agricultores, que comercializam toda a produção por meio da cooperativa, e a parceria com a agroindústria local são também fatores que agregam renda à cadeia produtiva da fruticultura. "O cooperativismo é um sistema que dá certo em todo o mundo. Aqui estamos formando o polo com responsabilidade e a visão do desenvolvimento sustentável".

O presidente da cooperativa conta que os associados estão plantando acerola de acordo com a disponibilidade de área e de mão de obra. "Há um cooperado que plantou 40 pés, e o dinheiro arrecadado com a venda da fruta ajuda a pagar a faculdade da filha", conta.

Na propriedade de Carlos Anholete, na comunidade Nossa Senhora das Graças, localidade de Itinga, a área plantada, de um hectare, comporta 600 pés de acerola. As plantas, com idade de dois anos, ainda estão em formação. A produção anual de cada planta fica entre 20 e 25 quilos, e a retirada dos frutos é feita de duas a três vezes por semana. Uma pessoa consegue colher uma média de 100 quilos/dia.

No polo de acerola o governo estadual entrou com a doação das mudas, O Incaper contribuiu com a assistência técnica, e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB-ES) deu apoio na formação e na organização da instituição. Os resultados são tão positivos que os cooperados, além de ampliar a área plantada, já planejam diversificar a produção com o plantio de novas culturas. A previsão é de, nos próximos cinco anos, seja possível produzir também manga, goiaba, abacaxi e maracujá.

Indústria busca negócios no exterior

A indústria de polpa de frutas, a Pulp Fruit, sediada na localidade de Laranjeiras, em Piúma, processa toda a produção local de acerola, que ainda é insuficiente para atender à capacidade instalada de 10 toneladas diárias. Hoje, a agroindústria, que tem 15 anos de atuação no mercado, ainda precisa comprar de produtores de outros Estados 60% da acerola que processa, mas a meta é comprar, no Espírito Santo, 100% da matéria-prima.

A indústria tem seu próprio laboratório para análises microbiológicas, assegurando a qualidade da produção. A empresa está se preparando para ingressar no mercado externo, a partir de 2011, inicialmente com polpa de acerola e manga. Os mercados potenciais são os da China, Europa, Portugal, França e Itália.

A Pulp Fruit, segundo seu presidente, Edson Marchiori, é pioneira no Estado na produção de polpa de fruta pasteurizada, 100% natural e congelada. A produção da indústria - as embalagens são sacolas de um quilo - é hoje vendida para cozinhas industriais de restaurantes (80%) e em hospitais (20%).

Hoje, explica Marchiori, a indústria processa, além da acerola, abacaxi, goiaba, caju, maracujá, manga, morango e uva. A acerola e a manga são o carro-chefe, principalmente pelo modelo de cultivo, com pouco uso de insumos químicos.

Fonte: A Gazeta - ES e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13436&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>CE à espera da chuva </title>
<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:32:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A seca está prejudicando as lavouras no sul do Ceará. Muita gente plantou milho e feijão logo depois das primeiras chuvas do ano. O problema é que depois disso a água não apareceu mais.

De longe a lavoura está bem verde, o que não é suficiente para animar os produtores rurais. Os pés de milho fiaram pequenos, bem abaixo do esperado.

No ano passado os agricultores plantaram milho e feijão em Mauriti, um dos maiores produtores do Estado, e só conseguiram salvar 60% das lavouras porque a chuva carregou todo restante. Já este ano, entre janeiro e março, não choveu praticamente nada. Por isso, muitas lavouras estão perdidas.

?Até o final deste mês eu planto. Mas se passar deste mês eu não planto mais não. Não tem como tirar mais?, falou o agricultor João Gonçalves.

Em outro sítio da região, o agricultor Expedito Alves plantou no começo de janeiro com o pai. Foram dias e dias debaixo de muito sol forte plantando uma área de quatro hectares. Fica difícil olhar para a lavoura e saber que pode faltar feijão no prato da família.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13435&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Safra boa em Campo Verde e Primavera do Leste/MT </title>
<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:04:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva prejudicou a colheita na região de Campo Verde e Primavera do Leste. A soja está pronta, mas os agricultores não têm como colocar as máquinas para trabalhar. Devido à alta umidade, há muitos grãos ardidos. Entretanto, a maior parte das áreas perto de Primavera do Leste e Campo Verde está colhida. As lavouras estão boas, a safra está dentro da média porque não há quebra. Dois pontos chamaram a atenção da Equipe 5 em relação às: a homogeneidade da safra e a ação adequada dos produtores contra a ferrugem, que exerce forte pressão nas plantações este ano.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13420&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>À espera da chuva </title>
<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:02:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O atraso do período chuvoso está preocupando os agricultores de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O solo já está preparado. Só falta a chegada da água.

Os tratores trabalham acelerados deixando o terreno pronto para receber as sementes que serão plantadas este ano. O corte de terra é feito pela prefeitura em parceria com a Petrobras, que doa o combustível utilizado no trabalho. Cada agricultor tem direito a uma hora do serviço.

?Eu acho que é uma grande ajuda. Ao invés de eu pagar, quem paga é o governo?, falou o agricultor Epitácio Linhares.

Com a terra sendo preparada para o plantio, a esperança é ter uma boa colheita na safra deste ano. Mas, por enquanto, isso vai depender do tempo. A previsão para o semi-árido nordestino é de chuvas abaixo da média.

Para o agricultor Ismael Lopes, o período chuvoso já deveria ter começado. O solo já está pronto e agora só espera apenas cair os primeiros pingos de água para dar inicio à lavoura de milho.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13419&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do arroz no RS </title>
<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:01:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do arroz está no começo, no Rio Grande do Sul, maior produtor do grão no país. Este ano, o tempo não ajudou e os produtores devem colher uma safra menor.

Rodrigo Ancinelo esperava ter um bom lucro com o arroz, mas o clima não ajudou e ele terá redução de 40% na produtividade. A propriedade foi alagada pelas enchentes que ocorreram entre outubro e novembro. Com isso, dos 170 hectares cultivados, setenta por cento precisaram ser replantados fora do período ideal do plantio.

O IRGA, Instituto Rio Grandense do Arroz, estima que as lavouras plantadas fora do período recomendado devam ter queda de pelo menos 15% na produtividade. No ano passado, a média de produtividade na fronteira oeste foi de 7,8 mil quilos por hectare na fronteira oeste.

?No período indicado, entre o mês de outubro até 15 de novembro, o reservatório da cooperativa tinha apenas 20% da água. Isso fez com que os produtores não plantassem dentro do período ideal. O manancial de água se recuperou, mas, infelizmente, a chuva era um benefício que recuperava a água, mas não permitia que o produtor plantasse. Em função desta situação, o produtor terminou plantando fora do período ideal?, explicou Décio Detoni, agricultor.

Até agora, apenas 3% das lavouras do estado foram colhidas.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13418&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da soja no RS </title>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 09:14:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita da soja no Rio Grande do Sul. As lavouras tiveram um bom desempenho, mas o preço tem preocupado os agricultores.

As máquinas abrem caminho nas lavouras de soja. O ritmo é intenso. Enquanto uma colhe, outra descarrega o grão.

O início da colheita é marcado pela satisfação dos agricultores. O rendimento das lavouras de soja está acima da média e a produção em todo o Estado deve ser a maior dos últimos cinco anos.

Na propriedade no município de Condor, a produtividade alcançada é de 52 sacas por hectare.

"Está de excelente qualidade o grão?, avaliou o agricultor Cézar de Oliveira.

A estimativa da Emater é que a produção gaúcha seja de 8,4 milhões de toneladas. Um número 7% maior que no ano passado. Mas os produtores reclamam do preço, de R$ 35 a saca de 60 quilos. Um valor 30% abaixo do valor pago em março de 2009.

?Nós temos uma esperança que o mercado, a partir de setembro, que fique melhor o preço em virtude da safra americana que começa a se definir melhor", completou Oliveria.

A colheita da safra de soja, nos Estados Unidos, começa normalmente em setembro.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13391&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sul de SC projeta safra 20% maior </title>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 09:11:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O forte calor do verão não afetou a colheita e o custo de produção caiu, mas o valor da saca oferece pouca margem de lucro

As lavouras de arroz irrigado prometem uma safra que deixará os rizicultores satisfeitos. A produção 2009-2010 nas cidades Nova Veneza, Meleiro e Forquilhinha, maiores produtores do Sul do Estado, promete ser até 10% maior. Se considerada toda a região, a safra crescerá 20%.

Existem duas razões principais para a expectativa: temperaturas regulares - os dias com médias próximas a 40°C causaram poucos danos - e as chuvas "na medida", principalmente nos meses de setembro e outubro, época de floração.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri de Araranguá Rene Kleveston, a alta produtividade das lavouras se deve às tecnologias bem aproveitadas, melhor manejo dos insumos, da terra e controle de pragas.

- A média de colheita será de 150 sacas (7,5 toneladas) por hectare este ano - comemora Kleveston.

Ele calcula também um custo de produção menor este ano: em 2008-2009 o saco de adubo custou R$ 80, e em 2009-2010, R$ 45.

A colheita do arroz começou na última semana de fevereiro, com picos máximos projetados para a primeira quinzena deste mês.

Na lavoura do agricultor Antônio Dassoler Pessetti, 53 anos, que fica na localidade de Rio Morto, em Meleiro, a safra não poderia ter sido melhor. Apesar do vento ter dado um susto no rizicultor, quebrando algumas plantas, o clima não prejudicou a colheita. Nos 60 hectares que plantou este ano, ele vai colher 9 mil sacas, volume equivalente ao da safra anterior.

- As plantas estão bonitas, vistosas. O maior problema sempre é o valor da saca, porque temos um custo médio de R$ 23 por hectare e as sacas de 50 quilos ficam por R$ 30. Assim fica difícil lucrar - reclama Pessetti.

A preocupação dos produtos até o final dos trabalhos de colheita é com o granizo e o vento.

No caso de Pessetti, que planta com o irmão numa região rodeada por morros, considerada de risco, se um temporal com granizo os surpreende correm o risco de contabilizar uma perda de 80%.

Preço da saca não deve mudar

Para Kleveston ainda é cedo para apostar em aumento de preço da saca. A previsão é de que nas cooperativas o valor seja de R$ 31 e no mercado, de R$ 30, conforme a pressão da oferta de colheita.

A orientação é de que o rizicultor faça uma média para regular o mercado durante o ano.

Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do país, atrás apenas do Rio Grande do Sul. A estimativa para a safra 2009-2010 é de uma produção de 1,1 milhão de toneladas de arroz no Estado, quase 9% da produção brasileira (12 milhões de toneladas).

Fonte: Diário Catarinense - SC e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13390&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de milho bate recorde em SC </title>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 09:05:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo de desenvolvimento do milho foram fundamentais para o resultado da safra 2009/10 em Santa Catarina. Mesmo com uma redução na área plantada de cerca de 11,6% em relação ao ciclo anterior, a colheita deve atingir 4,4 milhões de toneladas, superando o recorde da safra 2002/03, quando Santa Catarina colheu 4,3 milhões de toneladas. O bom resultado pressiona os preços para baixo: hoje a saca é vendida no Estado entre R$ 14 e R$ 15, apesar do preço mínimo de R$ 17,48.

O destaque para o bom resultado está na produtividade. A COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) estima que fique em 5.835 quilos por hectare. O resultado nunca foi alcançado, de acordo com o relatório do engenheiro agrônomo Júlio Rodigheri, do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) da Epagri de Santa Catarina. A marca mais próxima foi 5.713 quilos por hectare em 2007/08. Segundo relatório de Rodigheri, informações da Epagri, coletadas depois do levantamento da CONAB, apontam que a produtividade das lavouras poderá ser ainda maior do que os 5.835 quilos por hectare.

Para Airton Spies, chefe da Cepa, o fenômeno El Niño possibilitou níveis elevados de chuva, mas não em excesso a ponto de prejudicar as lavouras. Na safra passada, apesar de a área plantada ter sido maior - atingiu 648.509 hectares, contra 590 mil deste ano - , a seca prejudicou o desenvolvimento dos grãos.

Em Campo Erê, na abertura da colheita do milho para a safra 2009/10, o secretário de Agricultura de Santa Catarina, Antonio Ceron, comemorou o resultado do campo. "Esse ano vamos superar a produção do ano passado", comenta Ceron. "Mesmo assim teremos duas principais preocupações: uma é o preço não compatível com o custo que hoje está em R$ 14 a saca, sendo que o ideal estaria entre R$ 17 e 18. A outra, é local para armazenar o grão", diz.

Os preços do milho ao produtor cresceram em 2007, atingiram o seu máximo em julho de 2008 e depois disso só diminuíram. Em julho de 2009, estavam em R$ 17,18 a saca, o que contribuiu para a redução da área da safra que está sendo colhida agora. Desta data até janeiro de 2010 decresceram mais 5% (R$ 16,33 a saca). Nos últimos dias estão a R$ 15,50 a saca em Chapecó, abaixo do preço mínimo de R$ 17,46 por saca.

A colheita do milho em Santa Catarina, até agora, alcançou 30% no extremo oeste, 30% no oeste, 18 % no meio oeste e 3 % no Planalto Norte, fazendo com que a colheita alcance 20% na média do Estado.

As perspectivas também são boas para a colheita de soja no Estado. A safra prevista até o momento será recorde, devido ao aumento de área (14,1%) e da produtividade (12,6%). A produção será de 1,253 milhões de toneladas, o que representa um aumento em relação à safra anterior de 28,5%.

Os preços baixos do milho beneficiam outros agentes da cadeia do agronegócio em Santa Catarina como, por exemplo, os criadores de suínos e aves, que têm no grão 70% do seu custo de produção. Hoje, o Estado não é auto-suficiente na produção de milho e consome 5,5 milhões de toneladas por ano com avicultura e suinocultura.

Para Spies, o produto pode ser usado também na alimentação do gado leiteiro no Estado. O resultado recorde, na opinião do chefe do Cepa/SC, chama a atenção para a necessidade de captação de água para a produção agrícola e para um maior planejamento da produção para a garantia de renda ao produtor. "Não adianta ficar com o armazém cheio e os bolsos vazios", diz.

Contexto

Segundo o último levantamento da CONAB, a produção brasileira de grãos deverá totalizar 143,095 milhões de toneladas nesta safra 2009/10, 5,9% mais que no ciclo 2008/09. A soja segue como o carro-chefe, com previsão de colheita de 66,733 milhões de toneladas, 16,7% mais na mesma comparação. O milho vem em seguida, com projeção de produção nacional de 51,363 milhões de toneladas na temporada atual, volume 0,7% superior ao de 2008/09. Este aumento do milho, entretanto, não virá da chamada primeira safra, plantada no verão. Neste caso, a colheita deverá somar 32,369 milhões de toneladas, uma queda de 3,8%. Para a safrinha, cujo plantio já começou no Paraná, que lidera a produção de inverno, o volume está estimado em 18,995 milhões de toneladas, crescimento de 9,5%. Nos Estados do Sul deverá haver incrementos significativos, mas a safra passada foi afetada pela seca.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13388&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da soja avança pelo RS e deve chegar a 8,4 milhões de toneladas </title>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:24:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O ronco das máquinas na lavoura anuncia o início de mais uma colheita. Após o milho, é a vez da soja.

Em Carazinho, no norte gaúcho, as primeiras áreas começaram a ser colhidas esta semana. A expectativa é de aumento de cerca de 9% na produção, para 8,4 milhões de toneladas, segundo a Emater.

Na propriedade de Francisco Schreiner, 53 anos, são 12 horas diárias de trabalho para concluir a colheita. Nos 71 hectares, o capataz Santo Ramos, 43 anos, completa uma jornada que se iniciou ainda em 2009, no plantio. Debaixo de sol forte, Ramos comemora os primeiros resultados da produção deste ano. A média colhida por hectare chegou a 50 sacas ? superior à média de 45 sacas por hectare produzidas no ano anterior.

? Deverá ser melhor do que no ano passado ? avalia Schreiner, que planeja aumentar a área plantada de soja na próxima safra se obtiver lucro agora.

A colheita começa a ganhar velocidade nas próximas semanas. De acordo com o agrônomo da Emater Cláudio Doro, boa parte dos produtores do norte gaúcho plantaram a soja mais tarde e vão colher com atraso.

Essa mudança no período da colheita preocupa o agrônomo. Para o especialista, a falta de umidade nas lavouras verificada nos últimos dias pode prejudicar a produtividade.

? Nos últimos 10 dias, não tivemos volumes de chuva suficientes na região. Se continuar assim, poderemos ter problemas ? avalia.

Além disso, a soja está valendo menos do que no ano passado. Nessa quinta, dia 4, a saca da oleaginosa estava cotada a um preço médio de R$ 35. Em igual período em 2009, custava R$ 46.


Fonte: Zero Hora e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13377&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas beneficiam lavouras de milho </title>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:24:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Estudo realizado pelos técnicos de geotecnologia da Conab, divulgado nesta sexta-feira, prevê beneficio para algumas culturas agrícolas na região Sul, graças às chuvas com incidência acima da média que vai deste mês até maio. O milho 2ª safra é um dos favorecidos, especialmente no Paraná e no Mato Grosso do Sul. As informações fazem parte do segundo Prognóstico Agroclimático, disponível no site da Conab.

O boletim se baseia em dados meteorológicos oficiais, como do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e tem como objetivo traçar a evolução e os efeitos do clima durante este período sobre as culturas de inverno e outras, como feijão, mamona e cana-de-açúcar.

Segundo o técnico Tarsis Piffer, além do milho 2ª safra (safrinha), cujo plantio e desenvolvimento vem ocorrendo nos estados do Sul, feijão 2ª safra, citrus, cana-de-açúcar e soja serão também favorecidos no período.

O estudo considera também a necessidade dos tratos culturais, a condição atual das lavouras e os riscos diante de pragas e doenças. São atribuídos, em cada caso, graus de impactos climáticos que variam de severidade alta (-3) a muito favorável (+3), por Mesorregião estadual. ?O valor é ponderado, devido à representatividade da região para o estado ou o país, fornecendo um indicativo de como será a produção?, esclarece.

Fonte: CONAB e Agolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13376&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Volta da chuva causa alívio a agricultores do ES </title>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:22:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores do norte do Espírito Santo estão mais aliviados com a volta da chuva. Muitas culturas começam a se recuperar.

O tempo fechado e a chuva fina levam esperança para o agricultor. A lavoura de mamão finalmente floresce. São flores que até poucos dias caíam por causa das altas temperaturas.

?A perda que tivemos no passado, há uma semana atrás, não volta mais. Temos certeza que daqui para frente, com essa chuva, da para dar uma controlada?, falou o agricultor Paulo Bobbio, agricultor.

Em três dias choveu o suficiente para deixar a terra e as plantas com um pouco mais de vigor. Essa chuva já é comemorada pelos produtores rurais. Mas eles querem mais para encher os reservatórios que secaram com a longa estiagem. De acordo com o Centro de Meteorologia do Incaper, o principal a chuva já fez, que foi baixar as temperaturas que na região chegaram aos 42º. Esse período também chega para por fim à seca que castigou o Norte do Estado.

Com a estiagem as lavouras de café queimaram. Os frutos do cacau temporão não resistiram. Com essa chuva algumas culturas já começam a se restabelecer. Outras vão demorar um pouco mais. Não há como recuperar o que foi perdido por causa da seca.

?Na verdade, o que vai acontecer é que o prejuízo, a perda cessa. O café mais tardio, que ainda vai ter a chuva na fase de enchimento do grão, vai se recuperar bem melhor, vai ter uma produtividade mais normalizada?, explicou José Machado, agrônomo do Incaper.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13375&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Santa Catarina terá safra recorde de milho </title>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:36:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Santa Catarina deverá colher 4,443 milhões de toneladas de milho nesta safra de 2009-2010. Se o clima não atrapalhar, será a maior da história, afirma o secretário de Agricultura, Antônio Ceron, que participou, ontem, da abertura oficial da colheita em Campo Erê, no Extremo Oeste do Estado. O recorde anterior foi alcançado na safra 2002-2003, com 4,3 milhões de toneladas. O Estado consome 5,5 milhões de toneladas por ano com a produção de aves e suínos.

A preocupação dos agricultores é com o preço pago hoje, cerca de R$ 14 por saca, que, segundo eles, não cobre os custos. O preço mínimo foi fixado pelo governo federal entre R$ 17 e R$ 18.

Fonte: Diário Catarinense - SC e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13370&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produção record e preços baixos </title>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:35:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com a expectativa de produção recorde, os preços tendem a encolher ainda mais a partir da segunda quinzena neste mês. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), no Brasil, a colheita pode ultrapassar em quase 13% o volume anterior, atingindo recorde de 64,56 milhões de toneladas. Já a produção mundial deve superar 253 milhões de toneladas nesta safra. As projeções recordes valem também para Mato Grosso, o maior produtor nacional do grão.

Na avaliação dos especialistas, os preços em 2010 vão sofrer pressão devido à boa safra nos principais estados produtores brasileiros - Mato Grosso, sozinho, deve colher 18,9 milhões de toneladas - como também pela super-oferta prevista das safras norte-americana e argentina. "Tivemos a confirmação de uma supersafra nos EUA de 91 milhões de toneladas, contra 80,70 milhões da safra anterior, incremento de 13%. Já a produção argentina deverá saltar 65%, passando de 32 milhões de toneladas para 53 milhões de toneladas", disse uma fonte da AgRural.

Com as projeções, espera-se um incremento de 42,52 milhões de toneladas de soja, cuja safra deverá pular de 210 milhões de toneladas para 253 milhões de toneladas, de acordo com previsões do USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Para os analistas, é este aumento que tende a exercer pressão baixista sobre as cotações futuras nos primeiros meses do ano que vem.

"O produtor tem que ter muita cautela neste momento", recomenda Carlos Fávaro. Sem travar preços na época do plantio, o produtor tem de procurar sair da pressão de venda na hora de maior oferta no mercado. "Uma das alternativas é o produtor segurar a produção até os estoques baixarem. Neste momento os preços podem sofrer uma elevação".

SITE - Aliás, esta postura de comercialização pode ser observada numa enquete que está no ar no site da Aprosoja/MT (www.aprosoja.com.br). Para mensurar a opção dos associados, a entidade faz a seguinte pergunta: "Qual a sua estratégia de comercialização para o restante da sua produção de soja?". As 255 respostas se posicionaram da seguinte forma: vender imediatamente (14%), vender até o final da colheita (10%), esperar - soja disponível (53%) e esperar - soja balcão (23%).

Fonte: ZOONEWS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13369&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tomates paulistas perdidos devido as chuvas </title>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:30:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de tomate de São Paulo reclamam dos prejuízos causados pelo excesso de chuva. O único consolo é que com a redução da oferta, o preço subiu.

Com o excesso de chuva na fase de desenvolvimento nas lavouras sobraram poucos frutos sadios. ?Não foi colhida uma fruta de tomate. O que tem não é aproveitável. A gente colhe três frutas e duas estão bichadas?, falou a agricultora Lucimara Paes de Lima.

Quem produz tomate sabe que a chuva é importante no desenvolvimento da plantação. Mas água em excesso causa problemas sérios.

?Em uma única planta teve várias doenças. A mais ocasionada à variação de temperatura é a chamada requeima. São fungos que dão na folha. Em certos instantes, da perda total da lavoura?, explicou o técnico agrícola Anderson Siqueira Gomes.

Ribeirão Branco, no sudoeste de São Paulo, é um dos maiores produtores de tomates do país. Tem mais de 14 milhões de pés plantados. É difícil encontrar pela região um produtor que não tido prejuízo. Em uma das propriedades, são sete hectares com cerca de oito mil pés de diversas variedades de tomate.

O consolo é que a quebra na safra acaba refletindo no preço. O agricultor Ismael da Silva Rosa deve vender a caixa a R$ 35, um preço melhor do que ele esperava. ?Por sorte que o preço está colaborando um pouquinho. Caso contrário, iria ficar dívida?, falou.

São Paulo é o segundo maior produtor de tomate do Brasil. Só perde para Goiás.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13368&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva afeta qualidade da uva de S. Miguel </title>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:27:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Videiras do município conhecido por produzir uvas de mesa sofreram com baixa insolação e excesso de água no solo

Fevereiro apresentou características diferentes dos meses anteriores, com menor volume de chuvas na região central do Estado e municípios registrando valores abaixo da média esperada, como Campinas, Marília, Sorocaba e São José do Rio Preto. Os maiores volumes foram registrados no leste e sul paulista, provocados por passagens de frentes frias. O destaque foi o município de Iguape, com 276,4 milímetros acumulados. As temperaturas máximas ficaram acima da média em praticamente todo o Estado.

A última semana de fevereiro começou com tempo quente e seco, com temperatura máxima em torno de 33 graus. Os maiores índices de temperatura foram registrados em Taubaté, Campinas e Sorocaba (35,1 graus), Votuporanga (35,6 graus), Presidente Prudente (34,8 graus) e Iguape (36,4 graus). No meio da semana áreas de instabilidade associadas à passagem de uma frente fria passaram atuar, provocando pancadas de chuva em praticamente todas as regiões.

De forma geral, o total de água disponível no solo favorece o desenvolvimento das culturas que necessitam de água para produzir massa verde e beneficia as atividades de campo. É período de colheita para as principais culturas de verão, como soja e milho, mas os preços não têm animado os produtores.

As chuvas abundantes mantêm as pastagens em ótimas condições e favorecem a manutenção do boi no pasto, equilibrando oferta e demanda. Essas condições devem se manter até abril/maio, quando as chuvas diminuem com a chegada do outono.

FRUTÍFERAS

Os agricultores aproveitam para fazer a adubação de cobertura e a capina nas áreas de abacaxi em Jardinópolis e do algodão em Ituverava, Leme e Casa Branca. Plantio, adubação e controle sanitário do feijão segunda safra em Itaberá, Capão Bonito e Taquarituba também estão sendo feitos.

Em consequência das chuvas excessivas e falta de insolação de dezembro e janeiro, os produtores de São Miguel Arcanjo estão colhendo uva com baixa qualidade. Prossegue a colheita da banana em Cajati, Miracatu e Registro. O tempo favorece a colheita do amendoim em Jaboticabal, Araraquara e Adamantina.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13360&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sob chuva, usinas iniciam moagem da safra 2010/11 </title>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:26:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Mesmo sob chuva, sete usinas iniciaram a nova safra de cana-de-açúcar, a 2010/11 no Centro Sul. Elas se juntam às cerca de 40 unidades que ainda não encerraram a temporada 2009/10, que normalmente é concluída até dezembro. Ainda precisando fazer caixa, boa parte delas mói cana para aproveitar os bons preços do açúcar e do álcool, que estão, respectivamente, 56% e 40% mais altos que em igual período de 2009.

Ainda que essa moagem não represente oferta significativa de produto - o Centro Sul tem mais de 400 usinas - , a antecipação da safra, que normalmente começa em abril, já traz pressão sobre os preços do açúcar e do álcool. Apesar de ainda elevados, eles recuaram na última semana mais de 6%.

O grupo paulista Cerradinho, que repactuou no ano passado sua dívida de curto prazo para 2011, inaugurou o ciclo 2010/11 retomando a moagem em 2 de fevereiro na unidade de Chapadão do Céu (GO). Apesar de estar com 30 dias de safra nova, a unidade conseguiu, de fato, operar apenas em 5 dias, pois as chuvas não deram trégua. Segundo Luciano Fernandes, diretor-presidente do grupo, a expectativa era moer 150 mil toneladas de cana no mês, mas apenas 50 mil foram processadas.

"Nossa margem só não está negativa porque temos 100% da cana mecanizada, portanto, a equipe é enxuta e já está na usina". No entanto, explica ele, não é possível afirmar que essa antecipação está compensando economicamente, sobretudo porque a unidade goiana só produz álcool.

O grupo também iniciou na 2ª quinzena de fevereiro a moagem da unidade de Catanduva (SP). Mesmo com um rendimento de açúcar na cana de 100 quilos por tonelada (ATR) - quando no pico de safra fica entre 140 e 150 quilos - Fernandes afirma que a moagem em São Paulo está fechando no azul, sobretudo porque está sendo priorizada a produção de açúcar. "Está chovendo menos e o preço da commodity está melhor", diz. Segundo o Cepea/Esalq, a saca do açúcar está na casa dos R$ 72, valor que era de cerca de R$ 46 na mesma época de 2009.

"Quem vende álcool não paga os custos totais, mas possivelmente gera caixa, resolvendo débitos de curto prazo", diz Julio Maria Borges, da JOB Consultoria e Planejamento.

O capital de giro voltou ao setor, mas permanece seletivo. "O dinheiro não está indo para o bolso de todas as usinas. O rigor na análise do crédito está maior, além disso, os prazos encurtaram e os juros ainda não voltaram aos níveis pré-crise", explica Renato Buranello, do escritório Buranello Passos Advogados, especializado em estruturação financeira.

A tendência de antecipação deve se confirmar com outros grupos, como na usina Vertente, de Guaraci (SP), que pretende antecipar em 15 dias a moagem, iniciando entre 15 e 18 de março. "Vamos aproveitar o preço do álcool para ajudar no caixa", diz Hugo Cagno, diretor-executivo da Vertente. "Percebemos que essa tendência já causa efeito psicológico. Há unidades desovando volumes significativos e os preços vêm caindo", diz Evelise Bragato, pesquisadora do Cepea/USP.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13359&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva prejudica escoação da produção em MT </title>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:24:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva piorou a situação das estradas em Mato Grosso. Os atoleiros estão causando atrasos e prejuízos para agricultores e pecuaristas. Saiba como está a situação em Tangará da Serra, no sudoeste do Estado.

A chuva deixou parte da MT-339 intransitável. No trecho do assentamento Antonio Conselheiro chegou a formar fila de caminhões carregados de bois. Um motorista conseguiu passar com muita dificuldade. Já o que seguia atrás não teve a mesma sorte. Outro caminhão caiu no buraco e quebrou. A lama tomou conta da rodovia.

?Está complicado. Tem que dar uma melhorada para que a gente possa trabalhar?, falou o caminhoneiro Adriano Lemes.

São cerca de 200 quilômetros de estrada de terra. O jeito de sair do atoleiro é ter a ajuda do trator. Mesmo assim, há muita dificuldade.

O motorista do trator é seu Adelmo. Ele é agricultor e mora no assentamento. Os pequenos produtores da região não conseguem transportar o que produzem. O caminhão carregado de leite ficou atolado.

?Nós saímos de Tangará às cinco horas da manhã. Um caminhão já quebrou na estrada. Agora, o outro está atolado com o leite do pessoal. Os produtores de leite não sabem que horas vão chegar à cidade?, falou o criador Júlio Marciano.

A secretaria de infraestrutura de Mato Grosso informou que enviará máquinas para socorrer os motoristas. Não há previsão para a recuperação da rodovia.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13358&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com clima favorável, aumenta ritmo de processamentoda mandioca </title>
<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 09:53:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O clima favorável fez com que a oferta de mandioca tivesse forte alta na semana passada frente à anterior, de acordo com pesquisas do Cepea. Neste cenário, a ociosidade média da indústria esteve em 50% da capacidade instalada. Apesar do aumento na disponibilidade da raiz, agentes do mercado apontam que o volume de matéria-prima ainda está abaixo da necessidade da indústria, que tem mostrado interesse pela reposição dos estoques, estimulando novas altas nos preços. Ao mesmo tempo, ainda com expectativa de alta, agricultores continuaram entregando o produto às fecularias. Entre 22 e 26 de fevereiro, o preço médio da mandioca foi de R$ 253,44/tonelada (R$ 0,4408/grama de amido, considerando balança hidrostática de 5 kg). A média de fevereiro/10 é 17,8% superior à de janeiro/10 e 71,4% maior que a de fevereiro/09, em termos reais (considerando o IGP-DI de janeiro/10).

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13349&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Fim do plantio de milho safrinha no oeste do PR </title>
<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 09:37:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores do oeste do Paraná estão terminando o plantio do milho safrinha. A área reservada para a cultura, este ano, deve diminuir. Mesmo assim, a aposta é numa produção maior.

O tempo colaborou e o agricultor Colemar Bonissoni conseguiu plantar o milho em cinco dias. Mas desta vez não mais em 33% hectares. Ele reduziu a área da safrinha para 24 hectares. O produtor quer deixar mais espaço para o pasto.

?Eu vou reduzir por causa do custo do milho, que está bastante caro. E também porque eu estou com uma criação de vaca de leite. Então, para mim é bem melhor o leite do que o milho safrinha?, explicou seu Colemar.

Assim como seu Colemar, muita gente está procurando variar a produção nos próximos meses. Os dados da Secretaria Estadual de Agricultura mostram redução de 9% na área do milho safrinha no Paraná. Em 2009, os agricultores plantaram 1,52 milhão de hectares. Agora, baixou para 1,39 milhão.

A área menor não significa colheita menor. Pelo contrário, este ano a previsão é de que a produção seja bem melhor em relação ao ano passado. Em 2009, o milho safrinha sofreu bastante com problemas climáticos. Houve desde seca até geadas em várias lavouras. Agora, pelo menos o clima é de otimismo.

Esse aumento de produção deve chegar a 35%, o que passará de 4,5 milhões de toneladas para seis milhões.

O Paraná responde por 30% do milho safrinha cultivado no Brasil.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13348&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Temporais e Ventanias no NE do país </title>
<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 09:36:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Temporais e ventania atingiram o Nordeste e destruíram plantações inteiras em Juazeiro, no norte da Bahia.

Com os olhos carregados de lágrimas o agricultor Domilton Pereira expressa a tristeza diante da destruição. Os três hectares de bananeiras que ele cultivava há dois anos foram perdidos. ?Só o que pode ser aproveitado é o terreno?, disse.

Os 22 mil pés de banana foram devastados pelo forte vento e a chuva que atingiram o Vale do Salitre, no norte da Bahia. O laboratório de meteorologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco registrou cem milímetros em um dia. Uma média esperada para todo o mês de fevereiro.

Sem saber das perdas a trabalhadora rural Maria Souza foi pronta para fazer a colheita. Ela se surpreendeu com a situação da lavoura. ?É a natureza de Deus. Vamos lutar para frente, para ver se recupera. Mas está tudo destruído. Para quem ganha o pão disso está muito difícil?, disse.

A poucos quilômetros há mais destruição. O plantio de maracujá foi derrubado pelo vento. Muitos frutos apodreceram e os agricultores trabalham para salvar aquilo que podem na tentativa de reduzir os prejuízos.

Em outra propriedade pés de mamão foram arrancados pela raiz. O agricultor Benevaldo da Silva, produtor há 29 anos, contou que nunca viu um vento tão forte. Os frutos, que já tinham compradores, estão no chão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13346&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>A colheita de soja no Mato Grosso já atingiu metade da área plantada nesta temporada </title>
<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:02:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Cerca de 1 milhão de hectares do grão foram tirados das lavouras do estado apenas na última semana, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que também manteve sua previsão de safra em 18,4 milhões de toneladas. A ser confirmada essa produção, a safra vigente do estado seria recorde e cresceria cerca de 1 milhão de toneladas em relação ao colhido à colheita de 2008 e 2009.

Fonte: Brasil Econôminco e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13343&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tem início o cultivo da cana no norte paulista </title>
<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:00:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de cana-de-açúcar do norte de São Paulo iniciaram o plantio das lavouras. Todo ano, parte do canavial precisa ser reformada para garantir a produtividade.

Na região de Ribeirão Preto o plantio da cana já começou. É a chamada área de reforma. O administrador da fazenda em Jardinópolis Adalberto Carneiro explicou que os canaviais resistem de cinco a sete cortes. Depois, precisam ser substituídos para se manter a produtividade no campo. A propriedade tem 300 hectares e 15% serão renovados.

A previsão para todo Estado de São Paulo é que 500 mil hectares sejam reformados. Mas essa nova plantação só estará produzindo em 2011. Os canaviais para esta safra foram plantados no ano passado e já estão quase prontos para a colheita, que deve começar daqui a um mês. O setor ainda não tem uma previsão de safra para este ano. Mas a expectativa é boa.

?Nós tivemos um ano muito chuvoso em 2009. Os canaviais brotaram bem, desenvolveram-se bem. Então, acreditamos em uma boa produtividade agrícola para o ano de 2010, para essa safra?, falou Gustavo Nogueira, gerente da Associação dos Plantadores de Cana do Oeste de São Paulo.

No ano passado, o excesso de chuva atrapalhou a colheita. Em torno de 10% dos canaviais continuaram de pé. Essa cana começará a ser colhida a partir de abril, o que deve reforçar a safra deste ano. Segundo a Unica, União das Indústrias Canavieiras, uma produção extra de 40 a 50 milhões de toneladas. É a cana bisada.

?Ela passou todo período de novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março se desenvolvendo. Ela vai ter uma produtividade agrícola muito alta. Mas a qualidade, às vezes, fica um pouco a desejar até pelo tamanho. É uma cana que já estava em ponto de maturação, parou de maturar e voltou a se desenvolver. Então, afeta um pouco na qualidade?, esclareceu Nogueira.

São Paulo produz 57% da safra nacional de cana.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13342&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de banana em SC </title>
<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 10:59:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A produção de banana de Santa Catarina superou as expectativas nos últimos meses. Mesmo assim, os agricultores estão muito preocupados. O excesso de oferta derrubou o preço da fruta.

São cerca de cinco mil hectares cobertos pelos pés de banana. Corupá, município com maior área plantada da fruta em Santa Catarina, superou a expectativa da produção nos últimos cinco meses. O crescimento foi de até 20% sobre o mesmo período anterior.

?O último ano foi um ano com características muito favoráveis para a produção, como chuvas bem espaçadas e temperatura adequada. Não tivemos geadas muito severas?, explicou o agrônomo Alexandre Mess.

Mas o que seria sinônimo para comemoração deu sinal de prejuízos. A grande oferta não foi compatível com a procura. Para estimular a compra os produtores precisaram reduzir muito os preços.

A caixa da banana, que, pelos cálculos do produtor, deveria ser comercializada por pelo menos R$ 6,00, que foi a média entre janeiro e outubro do ano passado, é vendida por R$ 3,50.

?A gente paga para colher a banana. Para tentar tirar um pouco do investimento que a gente tem feito?, reclamou o agricultor André Luiz Millnitz.

Santa Catarina é o terceiro produtor de banana do país. Fica atrás da Bahia e de São Paulo.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13341&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Com 50% da soja colhida, MT mantém safra em 18,4 mil t </title>
<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:15:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita de soja em Mato Grosso avançou cerca de 1 milhão de hectares nesta semana, e a área colhida no Estado em 2009/10 já atingiu metade do total semeado, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que também manteve sua previsão de safra em 18,4 milhões de toneladas.

Até a semana passada, o Mato Grosso havia colhido 34,5 por cento da área total, estimada em 6,11 milhões de hectares, ou 2,1 milhões de hectares. Mas até a quinta-feira desta semana a colheita já havia sido feita em 3 milhões de hectares.

A colheita em Mato Grosso, após chuvas que permitiram um plantio antecipado e mais concentrado, está adiantada em relação à temporada anterior, quando nesta época havia sido feita em 35 por cento da área.

O Imea adotou cautela ao manter a estimativa de safra em relação à previsão de janeiro, uma vez que ainda há 50 por cento da área a ser colhida, afirmou a instituição nesta sexta-feira, sem dar detalhes.

A ser confirmada essa produção de 18,4 milhões de toneladas, a safra 09/10 do maior produtor nacional de soja seria recorde e cresceria aproximadamente 1 milhão de toneladas em relação a 08/09, por conta de um aumento na área plantada de cerca de 400 mil hectares.

A produtividade média prevista (3.001 quilos por hectare) é ligeiramente menor em relação ao recorde de 08/09 (3.052 kg), reiterou o Imea em sua estimativa mensal.

A região do Estado com maior área já colhida é a do Médio-Norte, com 63,2 por cento das lavouras já ceifadas, contra 48 por cento colhidos no mesmo período de 2009. Essa área é a principal produtora de Mato Grosso, com mais de um terço da produção estadual.

A região sudeste, segunda em produção no Estado, já colheu 47,9 por cento da área, contra 20,8 por cento nesta época no ano passado.
 
MILHO

Para o milho segunda safra (safrinha), que responde pela maior parte do cereal produzido em Mato Grosso, o Imea elevou a estimativa de plantio em 09/10 para 1,8 milhão de hectares, contra 1,77 milhão de hectares na previsão de janeiro. Em 08/09, a área foi de 1,67 milhão de hectares.

A produção, apesar do crescimento da área, poderia cair ante 08/09, para 8,24 milhões de toneladas.

Em 08/09, com uma produtividade média superior a 5 mil kg por hectare, o Mato Grosso produziu 8,5 milhões de toneladas.

Em 09/10, o Imea estima uma produtividade de 4,5 mil kg por hectare.

O Mato Grosso já plantou 85 por cento de sua safra de milho, 15 pontos percentuais acima do índice da semana passada, que aponta também um adiantamento em relação à temporada anterior nesta época (60 por cento).

O Estado é o segundo produtor de milho do Brasil e responde por boa parte das exportações do país.

SUL

Na quinta-feira, o governo do Paraná elevou as suas estimativas para a produção de soja e milho (safra de verão e safrinha).
O Paraná deve colher um recorde de 13,6 milhões de toneladas de soja, e a colheita no segundo produtor da oleaginosa do Brasil já atingiu 17 por cento da área.

Os paranaenses, maiores produtores de milho do Brasil deverão ter quase 13 milhões de toneladas do grão em 09/10, se as previsões oficiais se confirmarem. .

Já no Rio Grande do Sul, terceiro produtor de soja nacional, mais lavouras começam a ficar prontas para o início da colheita.

"A perspectiva de potencial produtivo da lavoura de soja, nesse momento, é muito boa no RS e, se as condições de clima se mantiverem favoráveis, a tendência é de uma safra cheia", afirmou a Emater em seu boletim semanal.

A Emater, o órgão de assistência técnica do governo gaúcho, estima a produção de soja em 8,4 milhões de toneladas, contra 7,9 milhões de toneladas em 08/09.

Fonte: Reuters e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13329&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca verde no norte de MG </title>
<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:11:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A estiagem tira o sossego de produtores rurais do Espírito Santo, da Bahia e de Minas Gerais, onde normalmente chove nessa época do ano.

A estiagem está tirando o sossego dos produtores rurais de uma região onde normalmente chove nessa época do ano. A área engloba o Espírito Santo, o sul da Bahia e o norte de Minas Gerais. Na região mineira de Montes Claros, o verde até aparece na paisagem, mas a realidade é outra.

Na região de Montes Claros, no norte de Minas, o período de chuva, de acordo com a Emater, normalmente vai de outubro a março. Mas desta vez, além de irregulares, as precipitações foram muito fracas. No período chuvoso não seria possível passar pelo Rio Gameleira por causa da água corrente. Fazer uma travessia seria impossível. Mas como praticamente não choveu na região, ele corre o risco de secar antes da hora.

?Nesse ciclo chuvoso de 2009 para 2010 o volume de chuva foi muito menor do esperado. Em consequência disso, a vazão do rio diminui. Nesse caso, diminuiu drasticamente. A gente prevê que, se não tiver chuva suficiente no mês de março, ele vai cortar e depois seca totalmente?, alertou Arcanjo Marques, técnico agrícola da Emater.

A escassez das águas compromete a regeneração das pastagens antigas e a formação de novas. As demais culturas também são afetadas. A vegetação esconde a seca verde, quando as matas estão viçosas e os rios quase secos.

Em um dos pastos o capim deveria ter 1,2 metro de altura. Mas se desenvolveu abaixo da média. Na propriedade no distrito de Nova Esperança, em Montes Claros, é possível perceber como a seca está prejudicando a produção.

O agricultor Alessandro Lopes está preocupado. ?Não temos quase recurso. O único recurso é a cana. Mas também está pouca e não cresceu quase porque não teve quase chuva?, falou.

De acordo com a Defesa Civil de Minas, sessenta e dois municípios do norte do Estado decretaram situação de emergência por causa da seca. Só que os pedidos ainda não foram homologados pelo governo federal.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13326&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Lavouras perdidas na BA </title>
<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:10:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Entre os produtores rurais da região do Oiteiro a falta de chuvas é o principal assunto das conversas. O sol forte e a estiagem castigaram muito a lavoura. ?A chuva veio no mês de outubro, mas, em compensação, a gente esperava de outubro para cá e ela não caiu. Agora, a lavoura só fez acabar?, falou o agricultor Deusdete Rodrigues.

O agricultor Edmundo Rodrigues plantou o milho e o feijão em outubro do ano passado. A colheita deveria ser feita em fevereiro. O problema é que de lá para cá quase não choveu. Sem água, as plantas não se desenvolveram.

?A gente planta com a esperança de colher alguma coisa para sobreviver e ajudar a família dentro de casa. Mas perdendo tudo a gente tem que ficar preocupado?, disse Rodrigues.

Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Vitória da Conquista, quase 100% das lavouras da região estão perdidas. Por onde se anda é possível ver os prejuízos. A plantação de milho virou palha e o açude só tem água barrenta.

O agricultor José Rodrigues também plantou milho e feijão. Ele e a família esperavam uma colheita farta. ?Esperava plantar e colher bastante. Nos outros anos a gente plantou e colheu. Esse ano, não colhemos nada. Aí fica difícil?, concluiu.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13325&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Produtividade do feijão 1ª safra deve crescer </title>
<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:18:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A produtividade do feijão 1ª safra deve crescer 8,1% no período 2009/2010, ao alcançar 1.033 quilos por hectare. "O resultado está relacionado ao uso de sementes mais produtivas e aporte tecnológico. Além disso, o clima foi favorável nos últimos meses nas principais regiões produtoras", afirma o coordenador-geral de Cereais e Culturas Anuais do Ministério da Agricultura, Sílvio Farnese, ao analisar os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).

Já a produção deve atingir 1,48 milhão de toneladas nesta safra, contra 1,34 milhão de toneladas registradas no ciclo 2008/2009. Quanto à área plantada, o crescimento foi de 2,3%, no mesmo período, para 1,43 milhão de hectares.

Na safra 2009/2010 o governo vem operando por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF) para garantir o preço mínimo aos produtores, tendo em estoque 174 mil toneladas de feijão preto e de cores.

A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) realizou ontem o primeiro leilão virtual de feijão. Foram oferecidas 647 toneladas de feijão carioquinha, das quais 143 toneladas foram arrematadas, movimentando um total de R$ 115,73 mil, com preço médio de R$ 0,81 por quilo.

Fonte: Globo Rural ONLINE, Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13317&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Problemas com a seca no CE </title>
<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:07:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A falta de chuva no mês de fevereiro está preocupando os agricultores do sul do Ceará. Quem aproveitou a umidade de janeiro para plantar, corre o risco de perder boa parte da lavoura.

O seu Antônio preparou a área perto de casa. Ele plantou milho, fava e feijão. As sementes germinaram e as culturas começaram a crescer. Mas faltou chuva e agora estão murchas.

Em áreas do distrito de Ponta da Serra, no município do Crato, a chuva do mês de janeiro só foi suficiente para realizar o plantio de sementes. Nos primeiros 20 dias de fevereiro não choveu. Agora, boa parte da plantação de milho está comprometida por causa da estiagem.

O agricultor Juarez Ferreira vive outro dilema. Ele recebeu cem quilos de milho do governo do Estado. Ainda não plantou as sementes à espera de chuva. ?Difícil demais. Os que plantaram, perderam. E cadê a chuva para plantar? Estão o milho e a semente e eu esperando a chuva. E nada de chuva?, disse.

Quem desafiou o clima conseguiu situar a lavoura plantando todas as sementes que guardou. Com a irregularidade da chuva, o produtor de milho José Corrêa de Menezes plantou duas vezes: em dezembro e em janeiro. Na mesma na área em que no ano passado conseguiu colher 240 sacas do produto, pede aos céus a volta da chuva. ?Eu já estou pedindo a Deus para tirar, pelo menos, a metade da roça. Está mais fácil de perder tudo?, falou.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13316&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Perdas na uva do RS </title>
<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:06:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O clima prejudicou a safra de uva no Rio Grande do Sul. Na serra gaúcha, a quebra deve chegar aos 30%. No sul do Estado, a perda pode ser ainda maior.

A agricultora Diana Ferrugem, que planta uvas há dez anos na campanha gaúcha, olha preocupada para o parreiral. O clima não ajudou e agora ela torce para conseguir salvar parte do vinhedo, que no ano passado produziu cinco toneladas. "A merlot mesmo a gente perdeu praticamente toda, mas a tannat e a cabernet sauvignon ainda estão boas", disse.

O Rio Grande do Sul é o maior produtor de uvas do Brasil. O Estado é divido em duas grandes regiões produtoras: a serra gaúcha, que responde por 76% da safra do Estado, e a campanha, que abriga os 24% restantes. Este ano, o clima prejudicou a safra nas duas regiões. Porém, segundo a Emater, o prejuízo maior está na campanha, que registra perdas de até 70%.

A quebra na produção foi provocada pelo excesso de chuva e a falta de sol nos últimos meses. Essa combinação interfere diretamente na qualidade da fruta porque aumenta a incidência de fungos e diminui a quantidade de açúcar na uva.

"Com certeza, teremos uma safra com uma produção de qualidade inferior e, consequentemente, uma safra onde os vinhos não serão de boa qualidade, como em safras anteriores", explicou Taylor Garcia, engenheiro agrônomo.

Segundo as vinícolas, as exportações não serão prejudicadas porque existe uma quantidade suficiente de vinhos e espumantes nos estoques.

"O produtor foi mais afetado pelo aumento do seu custo de produção, com o excesso de mão de obra, de fungicidas e de óleo diesel, acarretando para o produtor um déficit financeiro já que seu produto este ano terá uma quebra considerável?, avaliou Eracledes dos Santos, pres da Associação dos Fruticultores de Bagé.

Segundo a Emater, a região da serra gaúcha registra perdas de cerca de 30% na produção deste ano. A colheita da uva no Rio Grande do Sul vai até meados de março.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13315&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Guaraná desvalorizado na BA </title>
<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 10:23:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva prejudicou a produção de guaraná da Bahia. O Estado, maior produtor do Brasil, terá uma quebra na safra de quase 12%. Para piorar a situação dos agricultores, o preço da fruta está baixo.

O agricultor Inácio Bispo é o típico produtor de guaraná do litoral sul da Bahia. Pequeno agricultor, ele mesmo faz a colheita com a ajuda de um funcionário. A propriedade fica numa região montanhosa que inclui municípios como Ituberá e Valença.

Pimenta, cacau, mandioca, seringueira são plantados junto com o guaraná nas pequenas propriedades. O produtor diversifica para ter renda o ano inteiro. Mesmo disputando espaço com outras culturas, a produtividade do guaraná na região é satisfatória. A média é de 400 quilos por hectare.

Desta vez, o clima não ajudou. Faltou chuva em dezembro, justamente no período de floração do guaraná. A safra deve ser 30% menor que a do ano passado. A estimativa da Secretaria Estadual de Agricultura é de que a região colha pouco mais de 2,5 mil toneladas da frutinha. Os planos de seu Inácio ficaram pela metade. "Esperava colher de 600 a 700 quilos, mas vou colher cerca de 350 quilos?, disse.

Mesmo com a queda na oferta, os produtores se queixam do valor que recebem pelo guaraná na região. O quilo não passa de seis reais.

"A gente guarda, espera um pouco. Mas quando a precisão força, a gente tem que vender pelo preço que estiver concorrendo no comércio", falou a agricultora Carmelita Rocha.

O guaraná faz parte da lista de produtos com preço mínimo garantido pelo governo. Para esta safra, o quilo do fruto de melhor qualidade está sendo cotado a R$ 8,92. Segundo a Conab, não há leilões previstos por enquanto.

O Estado do Amazonas, segundo maior produtor, não teve problemas com a lavoura e a produção deve mais que dobrar nesta safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13305&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Aposta na cenoura em MG </title>
<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 10:22:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do município de Carandaí, na zona da mata de Minas Gerais, encontraram na cenoura uma forma de diversificar a produção. Como a colheita da raiz é feita durante vários meses, a renda das famílias também ficou melhor distribuída durante o ano.

Clima ameno, altitude elevada de 1,1 mil metros. Carandaí é o maior produtor mineiro de hortaliças em geral, como tomate e repolho. Mas a raiz, rica em vitamina A, é a cultura mais importante. São 13,5 mil toneladas por ano de cenoura, o que coloca o município em segundo lugar no Estado, depois de São Gotardo, no Alto Paranaíba.

A cenoura leva uma vantagem sobre as outras hortaliças. Ela é colhida o ano inteiro, o que garante uma renda regular para o produtor rural. No verão, o ciclo da planta é de 90 dias, do plantio à colheita. No inverno, chega a 120 dias. Mas a produção é maior. A cenoura, assim como as outras hortaliças, gosta de frio.

No sítio Convento ela é o carro-chefe. O agricultor José Pedro Vitoretti colhe 1,32 mil toneladas por ano, que abastecem a Ceasa de Belo Horizonte.

Logo depois da colheita, as cenouras são lavadas e separadas por tamanho. Até as defeituosas têm mercado certo. Vão para na merenda das escolas.

Minas Gerais e Paraná são os dois maiores produtores brasileiros de cenoura, praticamente empatados.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13304&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Agricultores gaúchos começam a colheita do arroz </title>
<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 10:22:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita do arroz no Rio Grande do Sul. O Estado é o principal produtor do grão. Este ano, a previsão é de quebra na safra.

Nas lavouras da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, os produtores já começaram a colheita. O arroz no lugar é plantado mais cedo do que em outras regiões do Estado, em outubro. Por causa do excesso de chuva, a produtividade caiu uma média de 10% e deve ficar em 7,25 mil quilos por hectare.

A previsão da Conab é de que a produção no Sul do país seja 13% menor este ano. Só no Rio Grande do Sul, Estado que produz 63% do arroz de todo o Brasil, a expectativa é colher 1,2 milhão de toneladas a menos.

O administrador da fazenda Luiz Antônio Rodriguês teve de replantar 3,5 mil hectares de arroz no município de Itaqui. Por causa disso, também vai ter que organizar duas colheitas este ano.

?Em função do fenômeno El Niño foi plantada uma área no centro. Depois, com o excesso de chuvas, replantamos a área duas vezes. Ficou uma área para o tarde. Vai ter um intervalo de no mínimo 15 dias. Colhe uma etapa, para e segue em outra?, falou seu Luiz.

A previsão é que a produção de arroz no Rio Grande do Sul chegue a 6,8 milhões de toneladas.

Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, cinco por cento das lavouras da fronteira oeste do Rio Grande do Sul foram colhidas até agora.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13303&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Explosão da doença e das perdas no MT </title>
<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 16:05:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Se antes era uma preocupação, agora é fato consumado. A ferrugem asiática da soja se alastrou e está presente em praticamente 100% das lavouras mato-grossenses na safra 09/10. Os prejuízos só com a aplicação de fungicidas podem chegar a R$ 1,50 bilhão e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja) já fala em perdas de produtividade.

"Ainda não sabemos quantificar, mas é possível que tenhamos perdas devido ao grande número de focos instalados em Mato Grosso", afirma o agrônomo Luiz Nery Ribas, gerente técnico da Aprosoja. Ribas, que é o responsável pelo Projeto Antiferrugem, que monitora e controle as lavouras de soja no Estado, já admite uma "explosão" de casos no Estado. "O clima está quente e chuvoso. As condições favorecem à ocorrência da ferrugem", diz.

Para agravar ainda mais a situação, os produtores estão encontrando dificuldades para controlar a infestação do fungo devido ao excesso de chuvas em várias regiões. O sul do Estado é o que mais sofre. "Este ano, diferentemente dos anteriores, estamos observando não apenas quantidade, mas a severidade dos ataques. Vai ser um dos piores anos da ferrugem para Mato Grosso".

Segundo ele, está havendo uma redução dos intervalos das aplicações de fungicidas devido à intensificação e propagação dos fungos nas lavouras de soja. "Em outras épocas tínhamos um intervalo de 20 dias entre as aplicações. Agora este período encurtou para 11, no máximo 15 dias. Com isso, os produtores terão de aumentar em média uma aplicação nesta safra. Mas existem lavouras que terão de receber até duas aplicações a mais".

Com isso, o desembolso com a aquisição de fungicidas pode chegar a R$ 1,50 bilhão, quase 50% a mais em relação aos R$ 1,01 bilhão gasto na safra anterior.

FOCOS - A Aprosoja/MT já contabiliza 362 focos (casos confirmados) entre 1º de novembro de 2009 e 18 de fevereiro de 2010, ante 185 registrados em igual período do ano passado. A região com o maior número de registros é o sul do Estado, seguido do Norte, Oeste e Leste. E os municípios com a maior incidência são Itiquira, Alto Taquari, Guiratinga, Pedra Preta, Sinop, Sorriso, Campos de Julho, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Tangará da Serra, Lucas do Rio Verde, Diamantino, Barra do Garças e Nova Xavantina.

MOBILIZAÇÃO - O surgimento de focos de ferrugem asiática em diversos municípios tem mobilizado os produtores mato-grossenses no sentido de intensificar os cuidados nas lavouras. O alerta é generalizado, especialmente em função das condições climáticas propícias para o desenvolvimento da doença: chuvas intensas, calor durante o dia e temperaturas mais amenas à noite.

Nery Ribas destaca a necessidade de se fazer o monitoramento e acompanhamento diário das lavouras, bem como a importância de fazer o controle desde cedo, pois na medida em que a doença se espalha, fica complicado controlar.

De acordo com a Aprosoja/MT, os cuidados estão sendo intensificados, pois existe uma pressão de aumento do fungo em decorrência da colheita. Os produtores ainda podem perceber que a produtividade está dentro da média histórica de 50 sacas por hectare, mas abaixo da verificada no ano passado. E, se as chuvas continuarem, a média da safra deste ano poderá ficar abaixo das 50,87 sacas/ha registradas na safra 08/09. A colheita que está sendo feita agora são das variedades de ciclo médio, que sustentam a média da produtividade estadual.

Fonte: Diário de Cuiabá - MT e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13301&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Paraná pode voltar a ser maior produtor nacional de grãos </title>
<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 16:03:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores paranaenses de soja já iniciaram a colheita da safra de verão que promete ser uma das maiores, contribuindo para que o Paraná retome a liderança na produção de grãos, perdida no ano passado para Mato Grosso. A previsão é de que sejam colhidos 29,32 milhões de toneladas, superando em 0,6% a safra de Mato Grosso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).

O volume produzido no Estado representa 20,5% da projeção de produção nacional de grãos - 143 milhões de toneladas.

Apesar da boa produtividade, nem tudo é motivo de comemoração. Os preços, cotados pelo mercado internacional, estão em queda é alvo de preocupação.

Dados apresentados pelo economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Associados, a produtores reunidos no Show Rural, em Cascavel, apontam para uma produção mundial de soja de 253 milhões de toneladas, um aumento de 20% ante 2009.

Principalmente em razão das previsões de recordes dos três principais produtores - Estados Unidos, com 91 milhões de toneladas, Brasil, com 65 milhões (nova projeção da CONAB reajustou para 66,7 milhões), e Argentina, com 53 milhões (no ano passado teve quebra de 31%). Diante de um consumo de 235 milhões de toneladas, resultariam estoques de 60 milhões, visto que outros 43 milhões fazem parte da reserva inicial.

Fonte: Guará Notícias e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13300&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Problemas com estiagem no ES </title>
<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:59:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O calor e a seca estão afetando as lavouras do Espírito Santo. No norte do Estado, o café é uma das culturas mais prejudicadas.

As lavouras castigadas são o resultado de mais de cem dias sem chuva no norte do Espírito Santo. Os pés de café estão amarelados. Os grãos foram queimados pelo sol.

?Só tristeza. Eu vejo meus pés de café morrendo e não sei o que faço. A gente irriga, aduba, passa tudo e não vê a resposta por causa da temperatura, que está quente demais?, falou o agricultor Iremar Armani.

De acordo com a Secretaria Estadual de Agricultura, a cafeicultura, que responde por 40% da renda rural do Espírito Santo foi a mais prejudicada. Em todo o Estado, cerca de 90 mil produtores rurais e pecuaristas foram prejudicados por esta estiagem.

As plantações de maracujá estão verdes porque estão irrigadas, mas quase não produzem. As flores morrem ao começar o ciclo e os frutos caem ainda pequenos.

?A gente trabalha animado com a visão de ganhar um dinheiro. Chega uma época dessa, desanima?, falou o agricultor José Leopoldo Almeida.

A longa estiagem no norte do Espírito Santo também maltrata as plantações de pimenta. Em São Mateus, lavouras inteiras foram perdidas.

A falta de chuva e a temperatura de até 38º também matam os frutos do cacau ainda bem pequenos. As flores dos mamoeiros não resistem ao sol tão intenso.

A falta de chuva prejudica também os agricultores do norte da Bahia. O solo foi preparado, mas ainda não foi possível iniciar o plantio da safra.

A terra foi preparada para o cultivo de feijão e milho. Mas a chuva que o agricultor Emerson José da Silva não chegou. O agricultor não plantou nada. ?Sabemos que as chuvas estão vindo cada vez mais irregulares. Mas a gente continua se preparando com a esperança que dias melhores cheguem para que a gente possa tirar não só o alimento da gente, mas também para suprir nossos animais?, disse.

Ele mora no distrito de Maçaroca, em Juazeiro, no sertão da Bahia, numa área que não tem projetos de irrigação. Muita gente sofre. É o caso da agricultora Maria Ivone da Silva. Em outubro do ano passado, ela plantou feijão, maxixe e milho. Mas a falta de chuva prejudicou as plantações.

?No mês de outubro teve a chuva e foi bastante forte. A gente disse graças a Deus que iríamos plantar. Então plantamos, mas está morrendo tudo. O restinho que sobrou, acabou?, falou dona Maria Ivone.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13299&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Feijão das águas tem excesso de oferta em MG </title>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:58:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do feijão das águas chegou à metade em Minas Gerais. Como a produção está boa e há muita oferta do produto no mercado, o preço caiu e trouxe preocupação para os agricultores.

O clima ajudou e os produtores em Minas Gerais estão colhendo a melhor safra de feijão dos últimos anos.

Em uma propriedade em Lagoa Formosa, no alto Paranaíba, a produtividade média passa de duas toneladas de feijão por hectare. A qualidade também agrada. Mas o que mexe com o bolso do produtor é o valor pago atualmente por cada saca de 60 quilos.

"A qualidade está boa e a produtividade também. O tempo ajudou. Mas o custo do produto é que não está ajudando. Num feijão de boa qualidade eu pego cerca de R$ 50 e o custo dele é esse também. Não tem como manter lucro", avaliou o agricultor Roberto Schincariol.

No mês passado, quando começou a colheita, o preço estava melhor. "Em janeiro estava R$ 65. Colhia cerca de 60 hectares. Hoje, está na faixa de R$ 50 a saca", disse.

Minas Gerais é o segundo maior produtor de feijão do país e deve. Nesta safra a estimativa de produção é de 227 mil toneladas.

Os agricultores comemoram também a boa produtividade que, mesmo com a redução da área plantada, deve crescer 1%, segundo a CONAB. "Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás estão tendo safra nesse momento. Alguns lugares iniciando e outros finalizando. Mas, no geral, todos os Estados têm bastante feijão", explicou o economista Reginaldo de Andrade.

Se por um lado, neste momento, em Minas Gerais, o preço do feijão não agrada os produtores; por outro, existem dois fatores dos quais eles não reclamam: o clima e a produtividade do feijão na safra das águas foram excelentes, o que ajuda a dar uma expectativa de lucro até o fim da colheita.

"A partir de março, quando passa a colher um feijão de qualidade e o governo passa a comprar, realmente, vai ter mais valor e pode aparecer para o produtor", concluiu Martins.

Fonte: Agrolink e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13294&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da soja no MT </title>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:58:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do oeste de Mato Grosso enfrentam problemas para colher a safra de soja. A chuva não dá trégua e dificulta o trabalho no campo.

Enquanto o solo está encharcado, o único trabalho do operador e fazer a manutenção do maquinário. Da área de 1,1 mil hectares, apenas 10% foi colhido. O planejado pelo agricultor João Batista era três vezes mais.

?É muito preocupante essa situação. A expectativa é que essa semana abra o tempo, mas já da para contabilizar algum prejuízo?, avaliou seu João.

Na propriedade no município de Campo Novo do Parecis, a cerca de 430 quilômetros de Cuiabá, as máquinas voltaram ao campo depois de quase dez dias de chuvas intensas. Só nos primeiros 20 dias do mês já choveu quase 500 milímetros.

Isso é mais do que o dobro do volume registrado em todo o mês de fevereiro do ano passado. São seis mil hectares de cultivo. A previsão era chegar nesta época com 60% da área colhida, mas até agora as máquinas não rodaram nem 40%. Atraso que gera custo.

?O normal é colher soja com 18% de umidade. Como existe um certo desespero por parte dos produtores por causa da chuva, estamos colhendo com cerca de 27% a 28% de umidade. Isso quando entra no armazém tem um desconto tremendo por conta dessa umidade?, explicou Alex Utida, agricultor.

Seis colheitadeiras trabalham sem parar para aproveitar a estiagem. A produtividade média da lavoura do agricultor Marlon Weigert foi de mais de 56 sacas por hectare na safra passada. Nesta não deve chegar a 53. Mas esta não é a única preocupação. O produtor teme o atraso no plantio do milho safrinha.

?A gente vai ter que contar com a sorte do clima. Vai ter que chover, mas num período mais prolongado para poder ter um sucesso na segunda safra, que é a safra de milho?, falou seu Marlon.

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, até agora, cerca de 34% da safra de soja do estado foi colhida.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13293&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Início do plantio no RN </title>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:57:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Mossoró, no oeste do Rio Grande do Norte, já começaram a plantar. As chuvas estão mais regulares e a esperança é de uma boa safra.

Tambores cheios de milho, sacos de sorgo e feijão. Os grãos estão armazenados no depósito da comunidade rural de São João da Várzea, em Mossoró. O Banco de Sementes, como é chamada a iniciativa, começou em 2004. Só no município atende a 1,3 mil agricultores. O sistema funciona na base do empréstimo. Quem pega, precisa devolver o dobro.

Segundo a Emater, esse ano foram destinados oito mil quilos de sementes só para a região de Mossoró. Com a semente garantida, a expectativa agora é com a chuva que já começou a cair em algumas regiões do Rio Grande do Norte. Diante do quadro otimista, muitos agricultores já começaram a preparar o campo. No roçado, o solo fofo indica que o trator cortou a terra para receber o plantio.

Na comunidade de Passagem do Rio, o agricultor Antônio Medeiros foi o primeiro a cuidar da terra. Sem perder tempo, ele usou o banco de sementes e já plantou três hectares de milho. O agricultor está confiante que a chuva vai cair na medida certa. Até mesmo para compensar os estragos de 2009.

Só na região de Mossoró há 15 bancos de semente.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13292&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da soja chega a 25% em MT e produtividade média é 50 sacas/hc </title>
<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:20:49 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Cerca de 25% da safra de soja de Mato Grosso foi colhida até agora. O levantamento foi feito pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária - IMEA-. O índice confirma a expectativa que a colheita deste ano seria a mais rápida da história, já que suplanta o ano anterior em 7,7 pp. Enquanto a colheita avança, os reportes de produtividade vão ficando mais evidentes e, a despeito das primeiras expectativas que davam conta de uma possível produtividade recorde, o que se observa são produtividades dentro da média histórica de 50 sacas por hectare.

Cotação da soja, dia 18/02, em Mato Grosso:

Alto Araguaia - compra R$ 29,60 - R$ venda 30,50
Campo Verde - R$ 27,70 - R$ 29,00
Canarana - R$26,00 - R$ 27,00
Lucas do Rio Verde - R$ 26,00 - R$ 27,70
Primavera do Leste - R$28,00 - R$ 29,20
Rondonópolis - R$ 28,70 - R$ 30,20
Sapezal - R$ 27,40 - R$ 28,10
Sorriso - R$ 25,80 - R$ 27,60

Fonte: Só Notícias e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13284&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Lavouras capixabas de café sofrem com estiagem </title>
<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:18:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A estiagem prolongada no estado do Espírito Santo está preocupando cafeicultores locais. Segundo colaboradores do Cepea, não ocorre uma boa chuva por lá há cerca de dois meses, e os cafezais começam a ser prejudicados. Tirando as lavouras irrigadas, nas demais, já se começa a falar em possibilidade de redução da produtividade. Neste cenário, o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima foi de R$ 169,40/saca de 60 kg na quinta, 18, valorização de 1,4 % em relação ao anterior. O tipo 7/8 bica corrida foi cotado a R$ 164,70/saca de 60 kg, subindo 0,8% no mesmo período ? ambos a retirar no Espírito Santo.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13283&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Problemas com chuva no MT </title>
<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:17:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Em Mato Grosso, o Rio Paraguai está quase sete metros acima do nível normal. No município de Barra do Bugres, no sudoeste do Estado, várias comunidades rurais foram atingidas pela enchente. 

Nas comunidades ribeirinhas a água está alta. O pomar de pokan ficou quase todo encoberto. Das 35 galinhas, apenas 11 conseguiram se salvar. Na chácara mora o seu José Aparecido de Souza. Os animais que ele cria estão ilhados. 

Na chácara do agricultor Leodacir Dalpasquale os cães subiram no telhado para se salvar. Ele conseguiu tirar a tempo os outros animais. ?Quando começou a subir a água a gente levou para um amigo nosso para poder ficar em cima. Caso contrário, a gente teria perdido. Eles não agüentariam?, contou. 

Das 14 comunidades que existem na região, cinco estão ilhadas devido à queda de pontes. Cerca de 120 famílias que moram do outro lado de uma das cinco pontes levadas com a força da água estão isoladas. A ponte era o único acesso ao centro da cidade de Barra do Bugres. Agora, os moradores tentam atravessar de barco. 

O criador Ilton Ferreira não consegue levar o gado que comprou até a propriedade. ?Eu estou com 300 vacas para atravessar e não tem condição. É prejuízo. Eu estou com mais de mil hectares de pasto e o gado está passando fome?, falou. 

A chuva forte também provocou estragos em Minas Gerais. No município de Patos de Minas, na região do Alto Paranaíba, um vendaval destruiu lavouras de milho. 

A chuva e o vento forte assustaram o produtor rural Alan de Jesus. O milho, pronto para a silagem, tombou. ?Foi a primeira vez que eu vi na região essa chuva forte?, contou. 

Em outra propriedade, também em Patos de Minas, a metade dos 50 hectares de milho que deveriam ser colhidos na próxima semana foi destruída. Provocou um estrago na plantação e no bolso do produtor Dalmo de Lima. Pelo tamanho das espigas ele já tem uma ideia do tamanho do prejuízo. 

O estrago não foi somente no milho que estava quase pronto para ser colhido. O vendaval que durou cerca de cinco minutos também destruiu quase a metade dos 70 hectares da lavoura de milho plantados há 50 dias. 

Ao olhar para a lavoura vem a impressão de que um trator passou pelo local. Apesar do tempo fechado e a promessa de mais chuva, em uma das áreas o seu Dalmo acredita que o prejuízo seja menor. ?Não pode ventar mais. O milho que está caído, eu tenho a esperança que levante um pouco?, falou.
 
Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13282&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva favorece doenças fúngicas no RS </title>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 10:45:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas, que retornaram ao Rio Grande do Sul com intensidade no final de semana, compõem o ambiente propício ao desenvolvimento de doenças fúngicas como a ferrugem asiática da soja. Até agora, o Consórcio Anti-ferrugem contabilizou 371 ocorrências nesta safra, número que já supera o ciclo 2008/2009, quando foram registrados 246 casos no RS. A elevação é resultado de uma estação quente e chuvosa, com períodos maiores de umidade, explica a pesquisadora da Embrapa Trigo, Leila Costamilan. "A ferrugem se espalha com o vento e não existe cultivo resistente à doença que, com seis horas a 12 horas de molhado, se instala." No entanto, pondera que a rede de informantes aumentou, o que tem efeito sobre os números.

A precipitação também colocou em alerta lavouras de soja semeadas em áreas de várzea, que podem registrar queda de até 20% no rendimento. "Por enquanto, essa precipitação só nos deu susto. Mas é preciso que pare de chover, ou a soja vai afogar", observa o presidente do Sindicato Rural de Pedro Osório e Cerrito, Rodrigo Costa de Souza Costa.

Desde o final de semana, chove sem uniformidade no Estado. O assistente técnico da Regional de Bagé da Emater Erich Oscar Groeger relata que a precipitação chegou a 160 milímetros somente na terça-feira em uma localidade de Livramento. No entanto, a média do município na data foi em torno de 35mm. Ele destaca que os solos da região estão com boa umidade e as áreas baixas já sofrem alagamentos. Um dos produtores que enfrenta problemas é Luis Alberto Schiefelbein, da Granja Valente, em Bagé, que trabalha com perspectiva de quebra de 10% na lavoura de arroz.

Na Fronteira-Oeste, cerca de 3% da área de 307,4 mil hectares de arroz já foi colhida. Os trabalhos, porém, tiveram de ser interrompidos por causa da chuva, conforme o agrônomo Gustavo Hernandes, do Irga. Em função do atraso na semeadura de 30% da área, das enchentes e da perda definitiva de 15 mil ha, a produtividade, antes esperada em 8 mil quilos/ha, deverá ficar em 7,3 mil quilos/ha.

Em contrapartida, a umidade favoreceu as pastagens que, de tão altas, chegam a ser roçadas e já colocam o gado em uma condição exuberante na Região Sul. Em Pelotas, as fortes chuvas foram concentradas em curtos espaços de tempo. Na região Noroeste, a chuva foi irregular, mas, ainda assim, levou alento às lavouras de soja e ao gado leiteiro, que se ressentiam principalmente com o calor abundante. "O impacto da precipitação foi positivo e imediato sobre a soja e o milho", observou o secretário-executivo do Sindicato Rural de Santa Rosa, Gilmar Luis Grechi.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13271&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva atrasa colheita em Dourados </title>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 10:42:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores começam a se preocupar com excesso de aguaceira, que vem atrasando a colheita da soja

As chuvas acima da média, nos últimos dias, vem atrasando a colheita da soja em Dourados. A preocupação maior é daqueles produtores que fizeram dessecação da lavoura para plantar o milho safrinha. O presidente do Grupo Plantio na Palha, Ângelo Ximenes, explica que existe a preocupação de perdas nas lavouras, caso as chuvas continuem intensas nos próximos dias.

A maioria dos produtores da região já começou a colher a soja e agora a expectativa é que a chuva dê uma trégua para que o trabalho continue no campo. O período de colheita segue até o final deste mês e meado de março.

O excesso de umidade do solo, que impede as atividades agrícolas, dificulta a circulação das máquinas, sob pena de compactação do solo, e os tratamentos fitossanitários também não podem ser efetuados. A colheita fica prejudicada e a qualidade do produto é menor.

FERRUGEM

Além do excesso de chuva que atrasa a colheita, outra preocupação dos produtores é com o avanço da ferrugem asiática. A umidade da planta facilita o aparecimento dos focos. Em Dourados, segundo dados do Consórcio Antiferrugem, são 45 focos encontrados nas lavouras do município até agora.

De acordo com o pre-sidente da Associação dos Engenheiros Agronômos da Grande Dourados (Aea-gran), o engenheiro agrô-nomo Bruno Tomazini, a ferrugem asiática está pre-sente em quase todas as áreas de soja por causa do excesso de chuva.

A ferrugem é uma doen-ça causada por um fungo que pode provocar grande dano às lavouras da soja, no entanto, de acordo com Bruno, se o produtor fizer o monitoramento constante e pulverização do fungicida corretamente, evita perdas.

Em Dourados, segundo os institutos de meteorologia, o sol aparece entre muitas nuvens e pode chover a qualquer hora do dia, durante toda esta semana. As temperaturas vão ficar entre 21 ºC a 32 ºC.

PRODUÇÃO

A produção nacional de grãos, da safra 2009/10, foi projetada pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) no último dia 9 deste mês, em 143,09 milhões de toneladas.

O resultado, de acordo com o quinto levantamento, é o segundo melhor da história e 5,9% superior as 135,13 milhões de toneladas da última temporada, ou 1,2% a mais que o do mês passado (141,35 milhões de toneladas). O recorde da produção é do ciclo 2007/08, que foi de 144,1 milhões de toneladas.

O bom desempenho se deve à estabilidade de chuvas nos principais estados produtores, diferentemente do período anterior, que foi marcado pela estiagem nos estados da região Sul e Mato Grosso do Sul, provocando redução significativa na colheita, especialmente de soja e milho.

A oleaginosa, juntamente com o milho primeira safra, é a cultura mais beneficiada pelo clima e deve alcançar 66,73 milhões de toneladas. Esta estimativa confere um novo recorde nacional de produção.

A pesquisa de campo foi realizada pelos técnicos da CONAB entre os dias 18 e 22 de janeiro, de acordo com informações prestadas por produtores, representantes de cooperativas e sindicatos rurais, órgãos públicos e privados.

Fonte: O Progresso - MS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13270&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de milho e feijão na PB </title>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 10:41:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do sertão da Paraíba estão de olho no céu, à espera de chuva. Eles já começaram a preparar a terra para semear a safra do milho e do feijão.

O trabalho dos agricultores com a chegada da chuva é a cena mais comum dos últimos dias na zona rural do município de Souza, no alto sertão da Paraíba, que fica a 435 quilômetros da capital João Pessoa.

Com a terra molhada, os agricultores familiares já começaram o plantio de milho e de feijão. Desde o mês passado por causa da irregularidade das chuvas os agricultores estavam em dúvida quanto a safra deste ano, mas a partir de agora até o mês de maio, a expectativa é que esta realidade mude.

Segundo a meteorologista da agência executiva de gestão das águas da Paraíba, a Aesa, a mudança deve ser para melhor. ?A partir do mês de fevereiro, a tendência é que estas chuvas se tornem mais freqüentes e mais homogêneas, porém atenção, por conta do fenômeno El Ninho, que dentro destas estações chuvosos é possível ter períodos de estiagem, de veranico dentro do próprio período chuvoso?, informa Carmen Becker, meteorologista.

A crença na regularidade das chuvas fez com que dona Francisca, o filho e a nora plantassem o milho na propriedade de quatro hectares, segundo ela, não é a primeira vez que faz o trabalho este ano, mas se precisar faz tudo outra vez. ?Planto agora, se não der vamos plantar de novo?, diz.

A família de seu Francisco já deu inicio a plantação do feijão, da produção dos dois hectares, ele pretende garantir o sustento por alguns meses. Para seu Francisco e tantos outros agricultores do sertão da Paraíba que já começaram a plantar, agora a esperança vem do céu, nas nuvens carregadas a espera por chuvas regulares e nada de prejuízo.

?Eu estava meio triste, mas quando foi por volta da meia noite que a chuva começou a cair, daí eu já me animei?, diz Francisco Assis, agricultor.

A secretaria de Agropecuária e Pesca da Paraíba vai distribuir, a partir de março, um milhão e quatrocentas mil toneladas de sementes para os agricultores dos 95 municípios do sertão do estado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13269&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Preços dos hortifruti dobram por causa das chuvas </title>
<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:29:59 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas registrado nas últimas semanas tem contribuído para o aumento de preços dos hortifruti nas feiras de Londrina. Alguns produtos custam agora quase o dobro dos preços verificados no começo do ano. Entre as verduras, as que estão mais caras são a acelga (R$ 5 a unidade) e a couve-flor (R$ 6 a unidade). Mas apesar do tempo instável, a maioria das bancas consegue manter a boa qualidade das mercadorias.

A corretora de imóveis Priscila Scandelae vai à feira toda semana e faz questão de observar a qualidade dos produtos. Ela diz que não fica muito atenta a preços, mas constatou que o brócolis e a couve-flor, que estavam na faixa de R$ 2,50 a R$ 3, agora custam mais de R$ 5,00 a unidade. Os aumentos elevaram a despesa semanal de Priscila de R$ 50 para R$ 70. Ela diz que, pelo menos por enquanto, não tem dificuldade em encontrar o que procura.

A dona de casa Genilda Tavares já tem uma visão bem diferente. Segundo ela, as verduras e legumes estão com a qualidade comprometida em várias bancas e algumas mantêm o preço antigo dos produtos, mas em quantidade bem menor, como no tamanho dos pés de alface, por exemplo. ""Os preços aumentaram bastante, mas a gente não tem outra alternativa porque precisa comer frutas e verduras"", reclama.

O feirante Celso Pedro Ferreira explica que vários produtos subiram em média 100% porque o excesso de chuva está causando problemas de produção. ""A gente faz um esforço danado para manter a qualidade, mas não tem outro jeito e as mercadorias ficam com esses preços"". Ele espera que a situação melhore assim que o tempo se estabilizar. A maior preocupação na banca de Lúcia Aparecida Lopes é fazer os consumidores se conscientizarem de que os feirantes não são responsáveis pelo aumento de preços e que apenas repasassam os reajutes para as mercadorias.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13238&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima melhora e safra de grãos já chega a 143 milhões de t </title>
<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:28:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A produção nacional de grãos, da safra 2009/10, foi projetada pela CONAB nesta terça-feira (9), em 143,09 milhões de toneladas. O resultado, de acordo com o quinto levantamento, é o segundo melhor da história e 5,9% superior as 135,13 milhões t da última temporada, ou 1,2% a mais que o do mês passado (141,35 milhões t). O recorde da produção é do ciclo 2007/08, que foi de 144,1 milhões t.

O bom desempenho se deve à estabilidade de chuvas nos principais estados produtores, diferentemente do período anterior, que foi marcado pela estiagem nos estados da região Sul e Mato Grosso do Sul, provocando redução significativa na colheita, especialmente de soja e milho.

A oleaginosa, juntamente com o milho primeira safra, é a cultura mais beneficiada pelo clima e deve alcançar 66,73 milhões t, 16,7% ou 9,57 milhões t a mais que a temporada 2008/09, de 57,17 milhões t. Esta estimativa confere um novo recorde nacional de produção.

Outras culturas, como feijão primeira safra e algodão, também elevaram a produção. O primeiro registrou crescimento de 10,6% ou colheita de 142,1 mil t, graças à recuperação da produtividade. Já o algodão cresceu 2,1%, o equivalente a 40 mil t.

Por outro lado, e em razão do excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, o arroz apresenta queda de 1,10 milhão t, ou -8,7%. O milho também diminuiu 1,29 milhão t, ou -3,8%, em razão da redução de área.

Área - A área total plantada está calculada em 47,65 milhões de hectares, inferior 22,8 mil hectares da anterior. Com exceção da soja e do feijão primeira safra, as demais culturas pesquisadas tiveram redução de área, entre elas o algodão (-25,6 mil ha), o arroz (- 113,9 mil ha), o milho primeira safra (-1,11 milhão ha) e o segundo safra (-164,2 mil ha).

A pesquisa de campo foi realizada pelos técnicos da CONAB entre os dias 18 e 22 de janeiro, de acordo com informações prestadas por produtores, representantes de cooperativas e sindicatos rurais, órgãos públicos e privados.

Fonte: RINET e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13237&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca em RR compromete lavouras </title>
<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:25:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A estiagem está comprometendo as lavouras e os reservatórios de água de Roraima. Muitos agricultores já perderam tudo. A falta de chuva aumenta também o risco de queimadas.

Catorze dos 15 municípios de Roraima decretaram situação de emergência por causa da seca. A capital Boa Vista é o único município que ainda não decretou situação de emergência.

Por causa do tempo seco a Defesa Civil está preocupada, principalmente com as queimadas. Em sobrevoo pela região norte do Estado, identificou diversos focos.

A Defesa Civil continuará o monitoramento dos focos de queimada e reforçará as ações de ajuda às famílias vítimas da forte estiagem, principalmente na região sul do Estado.

?Nós teremos que continuar o trabalho de construção dos bebedouros dos animais porque a chuva que caiu não gerou volume suficiente para os rios?, explicou Kléber Gomes, coordenador da Defesa Civil de Roraima.

A seca afeta as áreas produtivas e causa prejuízos aos agricultores. O Rio Branco, principal do Estado, está quatro metros abaixo do nível considerado normal.

A prefeitura de Boa Vista já pediu orientação da Defesa Civil para elaborar o decreto de situação de emergência. O maior problema na capital de Roraima são os focos de queimada na zona rural.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13236&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de cana começa no Paraná e deve crescer 20% </title>
<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:17:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A safra de cana-de-açúcar 2010/2011 já começou no Paraná, com o início do processamento na destilaria Nova Produtiva, na cidade de Astorga. O Estado, que divide com Minas Gerais o posto de segundo maior processador do País, deve moer até 55 milhões de toneladas cana-de-açúcar nesta safra. O volume é 20% maior que o previsto para safra 2009/2010, a qual deve ficar entre 45 milhões e 46 milhões de t.

Os dados da safra passada ainda não foram fechados porque a colheita e o processamento ainda são feitos em oito das 30 usinas paranaenses, que optaram por manter as atividades na entressafra, período de manutenção das unidades. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Açúcar e Álcool do Paraná (Alcopar), Anísio Tormena, outras 13 usinas devem iniciar a safra 2010/2011 de cana-de-açúcar no começo de março em busca de ampliar a oferta de açúcar e álcool em um cenário de preços remuneradores.

""Queremos também ampliar a oferta, principalmente de etanol, já que os preços atuais estão além da realidade e o produto está escasso em virtude da queda na produção prevista para a safra passada"", disse Tormena. Para ele, as chuvas que prejudicaram a colheita e a produção de açúcar e álcool, a partir do segundo semestre de 2009, devem ajudar a próxima safra. ""A expectativa é muito boa, pois as lavouras apresentaram um bom desenvolvimento"", explicou o presidente da Alcopar.

Nem mesmo a ameaça da ferrugem alaranjada da cana-de-açúcar, doença que já tem focos registrados no Paraná, parece tirar o otimismo dos produtores. Cerca de 23% da área de cana do Estado é cultivada com a variedade RB 454, altamente suscetível à doença, causada por um fungo e relatada em dezembro no Brasil. Apesar de considerar ""séria"" a ferrugem alaranjada, Tormena acredita a doença deverá ser controlada com a troca da variedade por outra resistente e ainda com o apoio dos centros de pesquisa na cultura.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13226&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Prejuízo pode chegar a R$ 10 mi na PB </title>
<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:16:07 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A praga da mosca-negra-dos-citros, que se instalou nas lavouras de frutas cítricas de 15 municípios, somando 600 hectares, pode trazer um prejuízo de até R$ 10 milhões a Paraíba. A informação foi passada durante reunião emergencial, realizada ontem pela manhã, na Unidade Técnica Regional do Ministério da Agricultura, em Campina Grande. A orientação do órgão é para que a Secretaria de Agricultura do Estado peça às cidades atingidas que decretem estado de emergência. Só assim as localidades estarão aptas a receber o inseticida para o controle emergencial. A preocupação maior agora é que o inseto consiga se alastrar por até 300 culturas, como as de abacate, carambola, graviola, manga, caju e rosa.

A mosca-negra-dos-citros foi encontrada inicialmente nas plantações de laranja, tangerina e limão do município de Alagoa Nova, se espalhando rapidamente pelo Brejo e Agreste e já encontrada no Litoral do Estado. O superintendente federal de Agricultura na Paraíba, Hermes Barbosa, afirmou que o prejuízo causado até agora pela praga pode chegar a R$ 6 milhões no estado

Somente no município de Matinhas, considerado o maior produtor de tangerina do Nordeste e o quarto do Brasil, o prejuízo deve ser de R$ 3 milhões. Os produtores acreditam que essas cifras podem chegar a R$ 10 milhões em todo o estado, se for levada em conta toda a cadeia produtiva, que vai desde a plantação à exportação dos produtos.

De acordo com Hermes Barbosa, a maior preocupação agora é com a proliferação do inseto, que na fase adulta consegue se deslocar até 187 metros por dia. "A Secretaria de Agricultura do Estado deve pedir que as cidades decretem estado de emergência, já que a praga também afeta agricultores de baixa renda. Só assim elas estarão aptas a receber o inseticida para o controle emergencial", afirmou.

Segundo o superintendente federal, os esforços agora seriam para controlar, porque combater a praga não será possível, pelo menos por enquanto, segundo informou.

A preocupação maior é que a praga pode ser alastrar em até 300 culturas diferentes. Entre elas está a de abacate, carambola, graviola, manga, caju e rosa.

O que é a mosca negra?

A mosca-negra-dos-citros (Aleurocanthus Woglumi Ashby), é um inseto picador-sugador de seiva elaborada. Por ingerir mais do que necessita excreta continuadamente uma secreção açucarada, que favorece a proliferação de dois fungos, sendo o principal deles a fumagina. Isso forma uma camada escura que reveste folhas, frutos e ramos. Em altas infestações, a planta se torna totalmente enegrecida. A fumagina reduz a fotossíntese, respiração da planta e diminui o nível de nitrogênio das folhas.

A fumagina em muita concentração interfere na formação de frutos, prejudicando a produção e diminuindo o valor comercial do produto. A detecção da mosca é realizada através da inspeção das plantas, examinando-se sempre a região inferior das folhas.

Fonte: Diário de Borborema - PB e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13225&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva na uva do RS </title>
<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:14:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A safra de uva está em andamento e a colheita mostra que o excesso de chuva afetou a produção no Sul. A brota da videira foi boa no inverno, mas a chuva durante o ciclo vegetativo da planta -de setembro a janeiro- prejudicou a floração de algumas variedades.

A avaliação é de Mauro Zanus, chefe de P&D da Embrapa Uva e Vinho. Segundo ele, a uva está mais ácida e com menor teor de açúcar. Passa a ser mais importante o trabalho do enólogo, que terá de decidir por um vinho mais jovem e de menor tempo de guarda.

Franco Perini, diretor da Casa Perini, diz que a safra de uva deverá ter quebra em torno de 20%. A Perini processará 12 milhões de quilos, mesmo volume de 2009. Ele destaca, no entanto, que não há perda de qualidade. Já a Salton deverá processar 18 milhões nesta safra, 20% mais do que em 2009.

Oscar Ló, presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi, destaca que as altas temperaturas dos últimos dias mudaram o ânimo nas vinícolas gaúchas. Os lotes que estão chegando podem render bons espumantes e vinhos finos.

O PIB do agronegócio caiu 5,7% de janeiro a novembro do ano passado. Os dados são do Cepea, que aponta recuo de 6,1% na agropecuária e de 4,5% na pecuária. O setor de insumos caiu 9,8% no período.

Fonte: Folha de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13224&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produção de manga no CE </title>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:42:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de manga do Ceará estão otimistas com a safra. O clima está ajudando e a colheita vai bem.

Há muito a colher, ao contrário do ano passado quando a safra de manga foi prejudicada por alagamentos e enchentes. Desta vez, o tempo está proporcionando uma colheita farta.

Com 200 hectares, a lavoura fica no município cearense de Jaguaruana, no Vale do Jaguaribe. No lugar, a expectativa é colher até maio 3,3 mil toneladas. Quase mil toneladas a mais do que na safra passada.

?Até essa data choveu pouco. Esperamos que se estenda por mais dois ou três meses para que possamos ter a nossa safra excelente?, disse Joseilton Pereira, gerente da fazenda.

O destino da manga cearense é a Europa. Os maiores compradores são a Holanda e a Inglaterra.

A produção voltada para a exportação exige alguns cuidados. A manga não pode ser colhida madura porque vai enfrentar mais de dez dias de viagem até a Europa. A caixa plástica não pode estar muito cheia para que não esmague as frutas do fundo. E até mangas bonitas são descartadas. Manchas indicam distúrbio de nutrientes.

Este refugo acaba representando até 20% da produção. As mangas de exportação respeitam um padrão de cor, que deve ser bem vermelha e de boa aparência. Por isso, até a haste do pedúnculo tem lugar certo para ser cortado. No setor de embalagem, a cor da polpa e o teor de açúcar são avaliados. A fruta recebe um banho de cera e fungicida que da brilho e protege.

A produção do Ceará ainda é pequena, de cerca de 45 mil toneladas, e voltada para a exportação.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13214&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca causa prejuízo no ES e em MG </title>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:41:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do Espírito Santo estão enfrentando um longo período de estiagem. O gado e as lavouras sofrem com o calor e a falta de água.

Cacho de banana murcho. A seca fez o produtor perder metade do que plantou. ?Até os próximos três meses estará tudo comprometido?, falou o agricultor.

A estiagem já dura três meses no sul do Espírito Santo. Se falta água, o jeito é irrigar. Mas nem assim a lavoura de café vai resistir. ?Se não chover, corre o risco de as plantas morrerem?, disse o agricultor Reinaldo Cardoso.

A água da lagoa ocupava o espaço que está completamente seco. Na terra nem parece que tinha água. Era onde o gado matava a sede.

Em Itapemerim, máquinas abrem poços cada vez mais profundos. O capim acabou e o leite diminuiu. A produção de cana em algumas propriedades já caiu 50%. Em Rio Novo do Sul, toda a produção de café está comprometida.

Em Marataízes, até o abacaxi, fruta de clima quente, não tem resistido à seca. Em Presidente Kennedy, maior produtor de leite do sul do Estado, houve queda de 30%. Em janeiro, foram 300 mil litros a menos. Os pecuaristas foram obrigados a antecipar a silagem.

?A vaca para produzir tem de ter capim, água, mineral e comida no coxo. Se não tiver água para produzir, não da para produzir?, falou o agricultor Donaldo Brás.

Um levantamento do Incaper, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, mostra que a situação é crítica. ?Todas as informações climáticas apontam a falta de chuva em longo e até longo prazo?, alertou Ronaldo Stephanato.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13213&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>MT estima perda de 1 milhão/t </title>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:40:56 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A queda na produção de soja da safra 2009/2010, em Mato Grosso, pode passar de 1 milhão de toneladas, o equivalente à perda de 3 a 5 sacas por hectare cultivado. A informação é do presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Glauber Silveira, com base no 5º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), divulgado nessa terça-feira (9) pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A pesquisa prevê a produção de 18,961 milhões de toneladas de soja nesta temporada. O volume representa um incremento de 5,6% ante a produção da safra 08/09, que atingiu 17,962 milhões de toneladas. Apesar do incremento, Silveira acredita que o excesso de chuva aliado à proliferação de doenças e pragas, como nematóide e ferrugem asiática, acarretem na queda de produção do grão.

Segundo ele, já é possível constatar que em algumas regiões do Estado a produtividade da soja precoce tem ficado em 30 sacas por hectare, abaixo da média de 50 a 52 sacas/ha. "O estresse hídrico no período de florescimento da planta acabou prejudicando o desempenho dessa variedade e em algumas áreas teve que ser feito o replantio, por conta da seca no início do plantio, entre o final de setembro e o início de outubro". Ele também ressalta que, diante desse cenário, a produtividade deve apresentar variação negativa na comparação com a safra anterior, além do que foi proposto no levantamento da CONAB, em que a queda prevista está em 0,1%, de 3,082 mil quilos por hectares para 3,078 mil kg/ha.

Sobre o tamanho da área cultivada no Estado, que aumentou 5,7%, de 5,828 mil hectares para 6,160 mil (ha), o presidente da Aprosoja explica que ele é decorrente a redução do plantio de outras culturas, principalmente do algodão. Silveira pontua ainda a preocupação com os resultados finais das variedades de ciclos médio e tardio porque a incidência da ferrugem está forte este ano. O último relatório do Projeto Antiferrugem da Aprosoja/MT, mostra que os focos registrados somam 315 entre 1º de novembro de 2009 e 09 de fevereiro de 2010 contra 106 verificados no mesmo período da safra 2008/2009.

Milho - Assim como o desempenho incerto da cultura de soja, a produção de milho em Mato Grosso também passa por dificuldades. De acordo com a pesquisa da CONAB, a cultura terá redução de 7,5% na produção, passando de 8,081 milhões de toneladas para 7,471 milhões (t); queda de 6,3% na produtividade, de 4,926 mil quilos por hectares para 4,617 mil kg/ha, e ainda redução na área plantada, ficando com 1,618 mil hectares, sendo 1,4% menor que a safra passada, de 1,640 mil (ha).

Fonte: A GAzata - MT e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13212&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtividade de soja é menor que as expectativas em MT </title>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:04:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Após um plantio antecipado devido a uma maior incidência de chuvas no MT, que também tiveram início antes do previsto, a colheita da soja na região Sul de Mato Grosso, que começou no final do mês de dezembro, atinge o ápice neste mês. A produtividade do grão, no entanto, está 10% a 15% menor com relação à safra do ano passado.

A afirmação é do agricultor e vice-presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Ricardo Tomczyk. Segundo ele, a avaliações dos especialistas e produtores diante da condição visual das lavouras, ou seja, a avaliação pré-colheita, foi muito maior do que realmente está acontecendo até o momento.

De acordo com Tomczyk, apenas a projeção de aumento de área, que foi de 5% em relação à safra passada, é que se confirmou. Ele explicou também que os motivos para a diminuição ainda não estão muito claros para os produtores, no entanto, eles acreditam que a ferrugem asiática, sem dúvida, é um deles.

?O ideal é sempre agir preventivamente, mas com as condições climáticas que tivemos foi mais difícil evitar a praga. Nunca é 100%. No ano passado a ferrugem teve uma incidência menor devido a seca que tivemos na entressafra de 2008/2009?, explicou o agricultor.

Colheita

Em pouco mais de um mês, foram colhidos aproximadamente 15% do total da soja plantada na região Sul, que chega a cerca de 1 milhão de hectares do grão no Mato Grosso.

Em todo o Estado, a estimativa era de que a colheita chegasse a 18 milhões de hectares, o que provavelmente não será confirmado devido a redução da produtividade percebida já no início dos trabalhos.

Rondonópolis é o terceiro município da região em representatividade do grão e produz, em média, 75 mil hectares de soja. Já os municípios de Itiquira e Primavera do Leste chegam a plantar, em média, 240 mil hectares.

Fonte: Olhar Direto e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13208&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Perdas no feijão no PR </title>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:01:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de feijão de Candói, no Paraná, não sabem o que fazer. A chuva destruiu parte da safra e o que foi colhido perdeu qualidade e está sem mercado.

Foi tanta chuva e calor que os grãos chegaram a germinar na vagem. Nem o remédio para controlar o mato funcionou. ?Quando chegou o tempo de colher, só deu chuva?, disse a agricultora Alice Padilha.

Alice esperava colher 300 sacas de feijão, mas a lavoura rendeu menos da metade e ainda com grãos miúdos e com muitas falhas. ?Fui lá vender e o moço me disse para deixar na roça, para não bater porque não presta?, falou.

Em um paiol estão mais de cem sacas de feijão colhidas pela produtora Bernarda e seu esposo. Mais da metade da produção ficou na lavoura. Eles desistiram de colher por causa da ma qualidade dos grãos. O que está estocado eles não conseguem vender.

Sem contar os custos com a mão de obra, são seis mil reais de prejuízo e a dúvida sobre o que fazer com o feijão. ?Estamos cozinhando até para a criação. Não tem comercio. Ninguém quer. Não tem preço?, justificou.

Na região de Guarapuava, no Paraná, os agricultores estão recebendo R$ 55 pela saca de feijão preto. O preço mínimo estipulado pelo governo é de R$ 80.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13207&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas favorecem pastagens no RS </title>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:00:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas do início do ano favoreceram a recuperação das pastagens no sul do Rio Grande do Sul. O gado aproveita a fartura no campo.

Há quatro anos os campos da campanha gaúcha, região sul do Estado, não ficavam tão verdes. Este verão é marcado por muitas horas de luz, de dias quentes e de muita chuva. É exatamente essa combinação climática que acabou favorecendo a produção de pastagens naturais e cultivadas para a alimentação dos animais. O reflexo da alta qualidade das forrageiras é visível no gado e pode influenciar até na fertilidade das fêmeas.

?As matrizes estão bem mais nutridas e bem nutridas. As vacas estão entrando em cio e, com certeza, nós vamos ter uma boa produção de terneiros para 2010?, explicou o veterinário Mário Costa.

Essa perspectiva anima o seu Ediberto Kittel, produtor no município de Bagé. Em anos anteriores, ele teve dificuldades para alimentar o gado. ?Em relação aos anos anteriores vamos ter uma boa produção este ano?, falou.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13206&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Com safra antecipada, Brasil colhe em 2 meses 35% de sua soja </title>
<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:27:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Levantamento da Agência Rural aponta que, após um plantio antecipado e bastante concentrado de soja em 2009/10, o Brasil colherá em janeiro e fevereiro aproximadamente 35 por cento de sua produção, estimada pela consultoria em um recorde de 65,2 milhões de toneladas.

Isso significa que, no primeiro bimestre, o Brasil colherá 22,7 milhões de toneladas da oleaginosa, contra apenas 13,3 milhões de toneladas da colheita feita nos dois primeiros meses da safra passada, volume equivalente a 23 por cento da produção brasileira naquela safra.

Com as chuvas antecipadas no fim do ano passado, mais produtores puderam plantar antes suas lavouras em 09/10. Além disso, o uso de variedades com ciclo mais curto tem aumentado, permitindo que mais sojicultores colham antes, segundo a consultoria.

"Ano a ano, o período médio de uma lavoura vem diminuindo, a gente vem encurtando o ciclo da soja pelo trabalho genético", declarou Eduardo Godoi, analista da Agência Rural.

Em março, o analista estima que o volume colhido será ainda maior, com a expectativa de colheita de 30,7 milhões de toneladas em um único mês, quando os trabalhos atingem o ápice nos Estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia.

A colheita começou com força no Brasil este ano em Mato Grosso, o maior produtor nacional, que foi origem da maior parte dos quase 4 milhões de toneladas colhidas em janeiro.

Somando janeiro, fevereiro e março, a Agência Rural estima que o Brasil terá colhido 53,4 milhões de toneladas, um volume próximo da produção da Argentina, o terceiro produtor mundial, atrás de Brasil e EUA.

CONSEQUÊNCIAS

Uma oferta tão grande de soja em poucos meses tem gerado uma pressão adicional nos preços, que tradicionalmente caem com a colheita, e também terá implicações no escoamento e na logística da safra.

"Essa enxurrada de soja logo no primeiro bimestre tende a acelerar as exportações da oleaginosa nos portos brasileiros. Os embarques, que costumam pegar fogo a partir de abril, devem ter volumes expressivos em fevereiro e março, inclusive com possibilidade de recordes", destacou a consultoria.

O Brasil é o segundo exportador mundial de soja, cujo complexo, incluindo farelo e óleo, lidera a pauta de exportações do agronegócio do país.

"A colheita que era feita de abril e maio vai migrar para março", acrescentou Godoi.

Assim, o volume colhido em abril e maio vai cair drasticamente em relação aos últimos anos, para 11,7 milhões de toneladas, segundo estimativa da Agência Rural.

Em meio a uma safra que se desenvolve bem até o momento, o que indica um recorde de produção, a consultoria também espera um escoamento mais rápido nesta temporada, o que pode gerar problemas logísticos e alta do custo do frete, em um país com armazenagem ainda deficitária.

Segundo avaliação do analista, a "safra cheia" no Sul do Brasil deverá encarecer o transporte da soja do Cerrado, "ao impedir que caminhoneiros sulistas subam para socorrer as transportadoras do Centro-Oeste".

"Já se fala em aumento de 20 por cento nos preços do frete...", segundo o consultor.

Fonte: Reuters e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13187&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Altas temperaturas começam a refletir na produção agrícola gaúcha </title>
<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:11:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O calor excessivo dos últimos dias no Rio Grande do Sul já começa a refletir na agricultura. As altas temperaturas prejudicam criações como a de aves e de suínos. O calor afeta a alimentação e a refrigeração dos animais, e podem ocorrer atrasos na entrega às indústrias.

Algumas regiões do Estado apresentam ressecamento das pastagens, o que pode reduzir a alimentação do rebanho. A colheita dos grãos também está sendo atingida. A diretora técnica da Emater, Águeda Mezomo, afirma que ainda não existe um levantamento de perdas, mas salienta que elas podem ocorrer. Ela explica que culturas como o feijão e o milho são as mais prejudicadas.

? O grande calor vem prejudicando os grãos que estão sendo colhidos. Acontece uma quebra no momento da trilha, e isso prejudica a qualidade do grão - avalia Águeda.

A diretora afirma que o calor deve retardar o crescimento de hortigranjeiros e olerículas, como alface, brócolis, couve, couve-flor, cenoura e beterraba. Por outro lado, algumas culturas se beneficiam com as temperaturas elevadas. É o caso da uva e da maçã. A redução da umidade também faz com que aumente o teor de açúcar da fruta.

Fonte: Canal Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13186&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Bananais alagados em SP </title>
<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:10:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O agricultor Jefferson Magário olhou desolado para o que ainda conseguia avistar da plantação da família. ?Tem que passar a máquina, arar e plantar novamente para que daqui a um ano a gente tenha uma condição de produzir nessa área?, falou.

Eldorado, Sete Barras e Registro foram os municípios que mais sofreram com as inundações. A área atingida pelas cheias do Rio Ribeira chega a cinco mil hectares.

A Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira fez um levantamento preliminar dos prejuízos. ?De 150 mil toneladas de banana, em termos de dinheiro, estamos falando hoje em torno de R$ 45 milhões. Isso só a fruta, sem contar o que estragou e terá de ser replantado?, avaliou Marc Pierre Medaets, Presidente da Associação dos Bananicultores do Vale.

O problema maior com a enchente deste ano foi o tempo em que a água ficou parada nas propriedades. Depois que a chuva passa e vem o sol toda a água acaba matando a raiz das bananeiras.

?O sol forte estimula a respiração e o crescimento da planta. Consequentemente, ela não consegue retirar todo o oxigênio. Automaticamente, ela sofre uma asfixia e acaba ficando nessa condição. Por consequência, a colheita não será realizada porque toda a produção está condenada. Ela não vai completar seu ciclo?, explicou Roberto Koburi, agrônomo.

O Vale do Ribeira é a principal região produtora de banana do Estado. São Paulo é o segundo maior produtor do país. Só perde para a Bahia.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13185&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Clima em fevereiro vai definir a safra no Norte do PR </title>
<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:07:38 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Faltando poucas semanas para o início da colheita de verão, produtores do Norte do Paraná estão satisfeitos com as condições das lavouras, mas afirmam que ainda é cedo para cantar vitória. As chuvas associadas ao EL Niño favoreceram o desenvolvimento das plantas, mas também dificultaram o enraizamento da soja. ?Você andaria uma quadra para se alimentar se tivesse comida na geladeira em casa? Pois a planta também não. Como tinha muita água disponível, a soja ficou com raízes superficiais. Se tiver veranico, a produtividade será prejudicada?, diz Moacir Rossato, produtor de grãos em Sertanópolis.

A preocupação de Rossato é compartilhada por produtores de Cândido Mota, no Oeste de São Paulo. Na região de atuação da Coopermota, que cobre 100 mil hectares em oito municípios paulistas, a expectativa é de 3 mil quilos por hectares na soja, rendimento 36% acima do obtido na safra anterior, quando o clima seco derrubou a produção na região. A estimativa poderia ser maior, mas a ferrugem pode comprometer o resultado da safra. Segundo técnicos da cooperativa, esta é a infestação mais severa desde 2002, quando a doença chegou às lavouras brasileiras.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13180&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Sol queima lavouras de soja </title>
<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:06:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Sem chuva desde 19 de janeiro, grande parte da lavoura de soja de Marcos Paschetto, em Quevedos, sofre pela falta d''água. O agricultor semeou 210 ha, 80% com variedades superprecoces. Com a cultura em floração e enchimento de grão, já há sinais de estresse.

A situação se repete em outras propriedades da região Central, agravada pelo volume de precipitação no plantio. Com água em abundância, as plantas desenvolveram raízes superficiais. "Elas se acostumaram com chuva e não conseguem buscar nutrientes em maior profundidade", diz Paschetto.

O agricultor observa as folhas murcharem e as flores caírem. Com temperatura de até 38°C, a expectativa de colher em média 50 sacas por hectare está comprometida. "Se não chover nos próximos cinco dias, vai ser feia a coisa."

A esperança de Paschetto se espelha no discurso do técnico agrícola Antônio Renato Santos, da Cooperativa Agrícola Tupanciretã. Se chover até a próxima semana, a situação melhora significativamente. Dos 35 mil ha de soja nos oito municípios da área de abrangência da cooperativa, 10% foram semeados com variedades de ciclo curto. "Essas lavouras estão a mercê do perigo."

Nos 130 mil hectares destinados à cultura na área de abrangência da Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos (Cotrijuc), o problema é maior. Ali, 80% das lavouras saíram da fase de desenvolvimento vegetativo e precisam da chuva que não vem há duas semanas. "O panorama é disforme. Algumas áreas tinham mais umidade e estão em boas condições. Outras, parecem estar há um mês sem água", conta o técnico agrícola Tiarli de Siqueira. Para ele, a tendência é de plantas com menor carga e grãos de peso abaixo do ideal. Siqueira não acredita que a quebra na produtividade em uma região possa ser compensada em outras. "Seria preciso colher 60 sacas/ha, o que é improvável."

O produtor Dario Luiz Castelli, que plantou 300 hectares em Júlio de Castilhos e Tupanciretã, já conta com prejuízo. A expectativa era colher 53 sacas/ha mas pode ficar abaixo de 40 sacas. "Tenho 60% da minha soja em floração e enchimento de grão. São plantas frágeis."

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13179&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do figo no RS </title>
<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:04:56 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[É época da colheita de figo no Rio Grande do Sul. Na região noroeste do Estado, a chuva em excesso atrapalhou a safra.

A colheita do figo está começando no município de Santa Bárbara do Sul, na região noroeste do Rio Grande do Sul. O Estado é o maior produtor nacional, com quase a metade da safra brasileira.

No ano passado, nesta mesma época, a colheita estava bem adiantada. Nesta safra, o clima prejudicou o desenvolvimento do figo e muitos ainda nem estão maduras o suficientes para serem tiradas do pé.

O agricultor Edgar Giacomolli não está muito animado. Nos 60 pés há galhos com poucos e pequenos frutos. É o resultado da elevada umidade e da ausência de sol na primeira quinzena de janeiro, época em que a fruta amadurece. ?No ano passado, já tinha colhido 50% e uma fruta de qualidade. Agora esse ano, é uma fruta de baixa qualidade?, disse.

Com menos frutos de boa qualidade no mercado o preço do figo subiu e está sendo vendido por três reais o quilo contra R$ 2,50 do ano passado.

O seu Edgar bem que gostaria de aproveitar esse preço, mas ele acha que os frutos que estão saindo da lavoura devem ser avaliados em patamares mais baixos. ?Tem bastante fruta estragada por causa da chuvarada?, disse.

A colheita do figo no Rio Grande do Sul vai até abril.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13178&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>RS deve ter supersafra de soja e milho </title>
<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:53:40 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Acostumados às perdas provocadas pelas secas frequentes no verão, os produtores do Rio Grande do Sul preparam-se para colher uma supersafra de milho e soja nesta temporada 2009/10. Com chuva abundante desde novembro, apesar de excessos pontuais, somente uma "catástrofe" climática e enchentes generalizadas nos próximos meses poderiam derrubar a produtividade das lavouras, avaliam especialistas do setor.

"Se chover acima da média em fevereiro o risco é a produção aumentar ainda mais", comenta agrônomo da Emater-RS, Alencar Rugeri. Segundo ele, com a chuva de janeiro a produtividade da soja, que começa a ser colhida em meados de março, tende a ser bem maior do que os 2.128 quilos por hectare previstos no último levantamento feito pela instituição, em dezembro. Com isso, a produção ficaria acima das 8,5 milhões de toneladas estimadas no fim do ano passado.

No milho a colheita iniciou em janeiro e o quadro é parecido. A última previsão da Emater-RS aponta para uma safra de 5,1 milhões de toneladas, mas o agrônomo Dulphi Pinheiro Neto acredita que o rendimento médio superará com folga os quase 4 mil quilos por hectare projetados em dezembro. "Há muito tempo não se via uma quantidade de chuva tão boa", disse. Até agora o melhor desempenho do segmento no Estado havia sido registrado em 2002/03, com 3.833 kg/ha, lembra.

O lado ruim da história é que os preços estão menores do que no ano passado e devem piorar um pouco antes de começarem a melhorar. No caso da soja, o último levantamento da Emater-RS, de 28 de janeiro, apurou preço médio de R$ 39,29 a saca no Estado, 17% a menos do que no mesmo período de 2009. Pelo milho, os produtores gaúchos estavam recebendo R$ 16,41, com queda de 20% na mesma base de comparação.

Já nesta semana as cooperativas Cotrimaio, de Três de Maio, e Cotrijal, de Não-Me-Toque, estão pagando, respectivamente, R$ 36,30 e R$ 37,00 pela soja e sinalizam para novas quedas. Conforme o vice-presidente da Cotrimaio, Antônio Wünsch, a cotação pode cair a R$ 35 com a entrada da nova safra. Infrid Schmidt, da área comercial da Cotrijal, também vê espaço para uma redução até R$ 34 ou R$ 35, levando em conta os preços praticados na Bolsa de Chicago e a variação cambial.

Segundo Rugeri, da Emater-RS, a supersafra americana de soja, a maior produção brasileira neste ano - 14%, para 65,2 milhões de toneladas, conforme a CONAB - e o real valorizado pressionam os preços e não há sinal de alternação no cenário no curto prazo. "Vai depender do mercado internacional", diz Schmidt, da Cotrijal. Para Wünsch, da Cotrimaio, os preços podem se recuperar mais adiante se os fundos de pensão americanos decidirem aproveitar a baixa para ir às compras em Chicago e se a China aumentar as importações.

O milho também deve ser pressionado pela boa safra americana e pela valorização do real, mas a CONAB prevê uma pequena redução, de 1%, na produção brasileira neste ano, para 50,5 milhões de toneladas. Além disso, conforme Wünsch, mesmo com a colheita maior, o Rio Grande do Sul terá que buscar produtos em outras regiões do país para abastecer a indústria de aves e suínos no fim do ano. "Todo ano falta milho no Estado", lembra.

Segundo ele, a colheita na região da Cotrimaio já encerrou e a cooperativa fechou as compras pagando R$ 16 a saca. Na Cotrijal, a cotação estava ontem em R$ 14,50, mas Schmidt admite que ela pode recuar até R$ 14 nos próximos 30 dias. "O preço ainda vai cair um pouco, mas não me arrisco a apostar em um piso", afirma Pinheiro Neto, da Emater-RS.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13169&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Agricultores cearenses esperam chuvas para iniciar plantio de milho e feijão </title>
<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:52:34 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do Ceará começaram a receber as sementes para o plantio da safra. A ordem é esperar uma boa chuva para iniciar os trabalhos no campo.

A fila para receber os grãos começou cedo na sede da Ematerce, em Itapipoca, na região norte do Ceará.

Cada agricultor cadastrado no Programa Hora de Plantar, do governo do Estado, tem direito a dez quilos de feijão e outros dez de milho.

Pelo menos cinco mil agricultores de 17 municípios da região meio-norte devem receber as sementes até o final da semana. São 95 toneladas de grãos.

?Nós estamos orientando ao produtor, entregando a cada produtor uma orientação para que quando chover e estiver bem molhado, ele já está com a semente em casa e comece a plantar?, falou Antônio José Praciano, gerente regional da Ematerce.

A agricultora Alzira Viana deixou a terra pronta, só à espera das sementes para garantir a safra deste ano. ?A gente quer plantar cedo para colher cedo?, disse.

A empolgação do sertanejo é porque o período de chuvas no Nordeste já está começando.

Nos distritos em que a chuva já chegou, o passo seguinte dos agricultores é começar a plantar. Se chover na medida certa, a expectativa de colheita é daqui a três meses.

Com os grãos selecionados na terra, é só torcer para que a água que vem do céu garantir fartura na mesa do sertanejo.

Apenas parte das sementes é doada pelo governo. No final da safra, os agricultores têm que pagam 50% do valor do milho, do arroz e do feijão que receberam. Sementes de outras culturas, como mamona, algodão, gergelim e girassol, são distribuídas gratuitamente.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13168&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva enfraquece caqui em SP </title>
<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:51:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva está prejudicando a safra de caqui, de Mogi das Cruzes, São Paulo. Os pés ficaram enfraquecidos pela alta umidade do solo e não conseguiram manter os frutos até o ponto de colheita.

No sítio em Mogi das Cruzes os prejuízos por causa da chuva são evidentes. No chão estão muitos frutos que não resistiram ao excesso de água. ?Encharca muito a raiz, que não alimenta o fruto. Então, ele vai abortando?, explicou o agricultor Paulo Martins Faria.

A pior situação é dos pés que ficam na área de várzea. A água se acumula junto ao tronco. No ano passado, dois mil pés de caquis da variedade rama forte produziram oito mil caixas de 25 quilos. Nesta safra, o número não deve passar dos cinco mil. A média histórica é de 245 milímetros para o primeiro mês do ano, mas em janeiro de 2010 foram 512 milímetros.

Em uma das propriedades da região foi possível ver o efeito do excesso de chuva. Na parte mais alta do sítio os frutos estão verdes, como deveriam estar nesta época do ano. Já na parte baixa, os pés estão enfraquecidos e os frutos amarelos.

Em 2009, os 900 pés renderam 13 mil caixas de seis quilos da fruta. Neste ano, a agricultor Mamoru Suzuki já calcula uma queda de pelo menos 30%. Para evitar mais perdas, o fruticultor antecipa a colheita em um mês. Ele quer garantir a venda das frutas que já têm alguma coloração.

A região de Mogi das Cruzes colhe uma média de 55 mil toneladas de caqui por ano. Por causa da chuva, a associação dos fruticultores estima que esta safra seja 20% menor.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13167&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Conilon em baixa devido a falta de chuva </title>
<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:26:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A falta de chuva e o baixo preço do café conilon estão causando desânimo nos produtores do Espírito Santo. Para cortar gastos, eles diminuíram o investimento na lavoura.

Com pouca comercialização, os fertilizantes continuam no estoque. Em Marilândia, na região noroeste do Estado, o preço do adubo está até 30% menor em relação ao ano passado. Mas a falta de chuva prejudica as vendas.

?Minha média mensal no período de chuva é em torno de 400 a 500 toneladas por mês. Hoje, estou com apenas 250 toneladas?, contou Adriano Cellin, técnico agrícola.

No ano passado, muitos produtores não adubaram os cafezais por causa do alto custo dos insumos. Neste ano, o problema se repete. Sem chuva há quase um mês e com o preço do café em baixa, pelo menos 40% das lavouras da região não receberão a última carga de adubo, que deveria ser aplicada no mês de março.

A falta de água e de nutrientes resulta em grãos menores e mal formados. A chuva até ameaça cair, mas logo o sol forte aparece. Os produtores de Marilândia calculam que as perdas na safra deste ano cheguem a 15%.

Para cortar gastos o agricultor Romeu Ferreira teve de diminuir o número de adubações na lavoura. A medida foi tomada devido ao preço do grão. ?Não vai ser feita a última adubação. O custo fica muito alto?, disse.

FOnte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13161&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Feijão das águas tem perdas com excesso de chuva </title>
<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:25:40 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas que atingem as regiões Sul e Sudeste do Brasil desde o fim do ano passado já começaram a gerar perdas para os produtores de feijão, especialmente na colheita da primeira safra - plantada em outubro e colhida a partir de dezembro. Juntas, as duas regiões representam 60% da produção nacional, que na safra 2009/10 será de 3,64 milhões de toneladas, segundo a COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB).

No Paraná - responsável por 20% da produção nacional -, a quebra na produção da primeira safra é estimada em 11% em relação ao previsto no início do plantio. A expectativa do Departamento de Economia Rural (Deral) do Estado é de que sejam colhidas 476,62 mil toneladas, em uma área de 321,13 mil hectares, dos quais 65% já foram colhidos. "A chuva atrapalhou muito a colheita, mas isso não foi suficiente para provocar uma reação dos preços", afirma Carlos Alberto Salvador, engenheiro agrônomo do Deral.

Mesmo com toda a chuva e as perdas já registradas, a produção da primeira safra de feijão no Paraná será, pelo menos, 13% superior à do mesmo período do ciclo 2008/09. Em seu relatório de janeiro, a CONAB estimou um crescimento de 39,4% na oferta de feijão no Estado na chamada "safra das águas".

É por conta desse aumento de oferta que os preços ainda não reagiram, apesar das recentes perdas. Dados do Deral indicam que a saca de feijão preto no Paraná é negociada hoje em dia a R$ 57,30, valor 20% inferior à média registrada no ano passado. "Em 2009 tivemos uma seca que puxou os preços do feijão, mas agora, estamos vendo uma queda, mesmo diante das perdas recentes. O preço baixo vai desestimular o plantio da segunda safra", afirma Salvador.

A CONAB ainda não atualizou sua estimativa para a "safra da seca" - plantada em fevereiro e colhida em abril -, mas o Deral prevê o cultivo de 206,98 mil hectares. O órgão estima que 25% dessa área já foi plantada e se o número se concretizar representará uma queda de 22% em comparação ao mesmo período de 2008/09. Com isso, a oferta prevista é de 347,72 mil toneladas, 4% menos que no ciclo anterior.

A situação do Paraná é muito semelhante à de São Paulo. O Estado é o quarto maior produtor do Brasil e, devido aos baixos preços pagos pelo feijão, a área plantada na segunda safra da cultura pode recuar mais que 50%. Na região de Itapeva, responsável por 60% da oferta do Estado, a expectativa é de uma área plantada de apenas 12 mil hectares no segundo ciclo.

"O produtor colheu a primeira safra debaixo de chuva, secou o feijão no armazém e armazenou, esperando preços melhores. Como esses preços caíram ainda mais não existe estímulo para o plantio da segunda safra", afirma Vandir Daniel da Silva, assessor de planejamento da Secretaria de Agricultura em Itapeva.

Na prática, os prejuízos causados pela chuva no feijão de primeira safra, tanto em São Paulo quanto no Paraná, deverão ter efeitos sobre os preços apenas a partir de abril. A expectativa é que o mercado passe a reagir quando for confirmada uma oferta menor na segunda safra, que começa a ser colhida a partir do segundo trimestre do ano.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13160&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva estende safra da cana para fevereiro no PR </title>
<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:24:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O Paraná começou 2010 com 15 das 30 unidades de processsamento de cana-de-açúcar em operação. Neste mês, o trabalho continua em 11 usinas. A moagem da safra 2009/10 deveria ter sido concluída no final do ano passado, mas foi estendida por causa do excesso de chuva. "Boa parte das usinas virou o ano tentando moer", relata o superintendente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná (Alcopar), José Adriano da Silva Dias. A ênfase, diz, está no verbo tentado. "Porque com tanta chuva o índice de aproveitamento foi pequeno."

Ele explica que as usinas costumam funcionar durante nove dos 12 meses do ano (74% de aproveitamento). Em uma safra normal, a moagem da cana se estende por 270 dias: começa em março e vai até novembro. Neste ciclo, contudo, 30 dias foram perdidos e o índice de aproveiamento caiu para 66%. O excesso de chuva impediu a entrada do maquinário no campo e paralisou a colheita da cana no estado em diversas ocasiões no ano passado. Quando os trabalhos na lavoura param as atividades também tem que ser interrompidas, pois a cana colhida precisa ir direto para indústria para evitar perdas no rendimento industrial.

Dias conta que, para tirar o atraso, alguma usinas cogitam a possibilidade de emendar a moagem da safra 2009/10 com a da safra 2010/11, que começa em março na região Centro-Sul do Brasil. "É uma forma de deixar menos cana em pé. Mas há alguns incovenientes", pondera. A primeira desvantagem seria a queda do rendimento do produto. A produtividade industrial, que em lavouras maduras alcança 85 litros de etanol por toneladas de cana moída, cai a 50 ou 60 litros. "Além disso, se cortar a cana agora a usina só poderá realizar uma nova colheita na mesma área depois de um ano ou um ano e meio", observa.

Segundo o superintendente da Alcopar, a sobreposição de safras pode acabar saindo caro para a usina. Ele explica que quando a empresa vira o ano moendo, não para para fazer a manutenção industrial preventiva e corretiva, que geralmente ocorre na entressafra da cultura, entre dezembro e fevereiro. Com isso, aumenta a possibilidade de imprevistos durante a safra. "Se quebra alguma peça no período de moagem, tem que parar todo o processo de produção para arrumar."

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13159&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Excesso de chuva em Atibaia (SP) </title>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:25:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Na região de Atibaia, em São Paulo, o excesso de chuva encheu as barragens dos reservatórios. Para evitar o rompimento, as comportas tiveram que ser abertas inundando várias propriedades.

Água saindo pelo ladrão. O resultado é uma violenta vazão das represas próximas a Atibaia. Com a elevação do nível do rio pastos foram inundados e plantações prejudicadas.

O cultivo de chuchu foi atingido. Até o motor de irrigação ficou submerso. A água também encobriu 40% da produção de flores.

O agricultor Célio Akai teve mais sorte. As flores do sítio ficam numa parte alta, um pouco distante do rio. Mas com as constantes chuvas, a condição das estradas rurais preocupa. Houve várias quedas de barreiras e há trechos com buracos tão grandes que dificultam a passagem dos caminhões que transportam a produção.

Em uma das propriedades mais atingidas pela cheia do Rio Atibaia, sete hectares de produção de pêssego e ameixa ficaram debaixo da água. O agricultor Antonio Donizete de Oliveira avalia que o impacto será a longo prazo. Como as plantas devem morrer, ele poderá perder as próximas colheitas. Serão 210 mil quilos de frutas a menos por ano.

?Eu vivo e sobrevivo dessa plantação. Eu gero emprego. Eu mantenho muitas famílias em cima disso. E é o sangue e o suor meu que estão sendo perdidos?, disse. Seu Antonio.

A prefeitura de Atibaia ainda está fazendo um levantamento das perdas na zona rural. Na área urbana, novecentas famílias foram atingidas pela enchente.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13146&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produção de uva em PE </title>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:23:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O clima favorece o desenvolvimento das lavouras de uva do Vale do São Francisco, em Pernambuco. Os agricultores estão otimistas e aproveitam o tempo mais firme para cuidar dos parreirais.

Uma a uma, as uvas são retiradas. O início do ano é época de raleio nos parreirais, quando as bagas são removidas dos cachos para evitar a superlotação e permitir o desenvolvimento da fruta.

?Como veio bastante cacho, a gente aproveitou e deixou. Nesta semana, a gente também está fazendo o raleio. A colheita é prevista para o final de março?, disse o agricultor Teófilo Corcino.

O seu Teófilo produz 19 hectares de uva. Na época da colheita, são necessários mais de 60 trabalhadores para dar conta do serviço. A boa notícia é que 35 deles garantiram o emprego também na entressafra por causa do raleio.

?É um período que oferece emprego às pessoas e também é uma época em que a gente se esforça para ganhar um lucro a mais?, falou a trabalhadora rural Luciene Santos.

O Vale do São Francisco é responsável por quase a totalidade das exportações de uva do Brasil. Para se ter uma ideia, mesmo com as perdas causadas pelo excesso de chuva; no ano passado, mais de 60 mil toneladas da fruta foram para fora do país.

Dos quase 50 hectares de outra plantação, as uvas ainda não brotaram. No lugar, janeiro é mês de poda. A área é preparada para mais um ciclo. Este ano, o tempo está ajudando no desenvolvimento das parreiras.

No ano passado, as exportações brasileiras de uvas frescas tiveram uma redução de 36% no faturamento se comparado a 2008.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13145&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com excesso de chuva, Valor Bruto da Produção Agrícola cai em 2009 </title>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:22:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Algodão herbáceo, mandioca, café, feijão e milho tiveram, em 2009, resultados inferiores ao VBP de 2008

O excesso de chuvas ajudou a derrubar em 24,3% o valor bruto da produção agrícola (VBP) no Ceará em 2009. De acordo com os dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os resultados alcançados pelas principais lavouras cearenses somou R$ 1,185 bilhão no ano passado, contra R$ 1,567 bilhão em 2008.

Culturas como algodão herbáceo (em caroço), café (em coco), feijão (em grão), mandioca e milho apresentaram resultados inferiores ao VBP de 2008, influenciando na renda gerada aos produtores na safra de 2009. Em contrapartida, aumentou o valor auferido nos cultivos de arroz (em casca), banana, cana-de-açúcar e tomate.

O milho foi o carro-chefe do VBP cearense, com R$ 237 milhões. Entretanto, este valor é 42% inferior aos R$ 409 milhões de 2008.

Em seguida, aparece a banana, com R$ 290,5 milhões e incremento de 7,4%. Já o feijão aparece em terceiro, com R$ 225,2 milhões, mas retração de 51% no VBP.

Os dados do Mapa mostram, ainda, que o Ceará manteve a terceira posição em rendimento da safra de grãos no ano passado, ficando atrás apenas dos Estados da Bahia (R$ 9,6 bilhões) e de Pernambuco (R$ 2,2 bilhões). No País, o Estado ocupa a 14ª posição.

No País

A avaliação de VBP para 2009, com a consolidação dos dados de fechamento do ano, mostra valor bruto de R$ 153,0 bilhões para o Brasil, 4,5 % inferior ao obtido em 2008. A queda de valor, já descontada a inflação, se deve à redução de 8,3 % da safra 2009 e aos preços agrícolas mais baixos para diversos produtos.

A análise foi feita com base nas últimas informações divulgadas pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre safra de grãos.

Produtos que têm peso elevado na formação do VBP - como algodão, arroz, café, feijão, cana-de-açúcar, milho e trigo - registraram, em 2009, valores reais abaixo de seus preços históricos. Alguns como o milho, feijão e algodão mostraram redução de preço em quase 30%, no ano passado.

Deste modo, os preços agrícolas, juntamente com problemas climáticos, como secas, excesso de chuvas e geadas foram determinantes no menor valor da produção brasileira de lavouras no ano passado. A região Sudeste liderou 2009 em termos de VBP, seguida pelo Sul e Centro-Oeste. Entre os estados, São Paulo, Mato Grosso e Paraná lideram o valor obtido pelo conjunto do País.

A região Norte, apesar de apresentar o menor valor da produção, foi a única que indicou crescimento em 2009. De acordo com o mapa, ainda não há valores regionais disponíveis para 2010. Portanto, as estimativas apresentadas no mês passado mantêm-se praticamente inalteradas.

FDonte: Diário do Nordeste - CE e Clipping - CONAB ]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13144&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Perspectiva de quebra na safra devido aos efeitos do clim </title>
<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:27:49 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Além das tradicionais perdas causadas por granizo, o excesso de chuva no final de 2009 e início do ano castiga a produção

Os fortes temporais que atingiram as regiões fumicultoras semeiam a apreensão nas lavouras gaúchas de tabaco. Assolados pelas intempéries entre o final de 2009 e o início deste ano, produtores temem a queda de receita em razão da quebra na produção, que pode chegar a 25%.

Embora ainda não conheçam todos os danos causados pelo mau tempo, entidades calculam que os prejuízos podem ser elevados. Estimativa preliminar da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) aponta para uma perda de 50 mil toneladas, o equivalente a R$ 341,2 milhões somente no Rio Grande do Sul, Estado produtor mais prejudicado pela chuva.

- Essa perda foi calculada antes do dilúvio da Região Central. O total vai ser ainda maior. Inicialmente, tínhamos previsto uma safra de 362,3 mil toneladas no Estado, mas com a chuva, devemos ficar com 310 mil toneladas - alerta Benício Werner, presidente da Afubra.

Na mesma linha, o último levantamento da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), realizado no final de dezembro, mostrava queda de 19% na produção no Estado. Prevendo inicialmente uma safra de 385 mil toneladas, a perspectiva agora é colher 311 mil toneladas, segundo Amauri Miotto, tesoureiro geral da entidade. Com um custo de produção de R$ 5,80 o quilo do fumo, as perdas chegariam a R$ 429,2 milhões.

- Para se ter uma ideia, em média, cada produtor gaúcho vai deixar de ganhar R$ 4.485,21 nesta safra - pondera Miotto.

Cifras que podem ser ainda mais relevantes, conforme indica Mauro Flores, presidente da Comissão do Tabaco da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul). De acordo com projeção da entidade, até o momento os prejuízos somariam mais de R$ 1 bilhão nos três Estados do Sul. Somente em terras gaúchas, seriam cerca de R$ 800 milhões.

Uma iniciativa do setor fumageiro para se resguardar das intempéries mostra a preocupação com o seguro para o setor rural. Implantado pelos próprios produtores de tabaco, em 1956, o sistema mutualista da Afubra começou no Rio Grande do Sul com 106 inscritos. Com o aumento da atividade, o sistema foi ganhando ainda mais adeptos. Somente na safra 2009/2010 são 152.425 inscrições.

Para amenizar as perdas deste ano agrícola, algumas empresas deverão garantir de 30% a 40% da receita que os produtores teriam se a produção a ser colhida fosse completa, além de renegociar as dívidas da compra de insumos.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13125&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva faz crescer aplicação de defensivo e eleva custo da safra </title>
<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:25:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas e o consequente aumento da incidência de doenças e pragas que proliferam com a umidade já têm acarretado em incremento nos custos de produção na safra 2009/2010. Além do crescimento no volume de defensivos aplicados nas lavouras, os produtores perdem a rentabilidade ao entregar para as tradings grãos com qualidade abaixo da esperada.

O caso mais grave é o da soja. Só no mês de janeiro, o Consórcio Anri-Ferrugem, programa desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), já identificou 907 ocorrências da doença. No mesmo período do ano passado, a incidência de ferrugem asiática contabilizava 600 casos.

No Mato Grosso, principal estado produtor da oleaginosa no País, agricultores estão colhendo o grão molhado para evitar que apodreçam no campo. Com cerca de 30% da soja colhida, o Município de Primavera do Leste registrou uma redução das chuvas, mas agora sofre com um cenário ainda pior, onde o mormaço e a umidade criam condições perfeitas para a proliferação da doença.

Segundo Pedro Singer, gerente de Desenvolvimento Fungicidas da Bayer CropScience, que acompanha o desenvolvimento da safra na região, mesmo a soja que já foi retirada do campo pode ter perdido a qualidade. "A soja quando fica muito molhada vai perdendo conteúdo dentro do grão, fica leve, deixa de ser grão e vira impureza. Na hora do recebimento pelas tradings, isso é descontado", destaca.

Ainda de acordo com Singer, as lavouras que estão chegando em ponto de colheita já estão indo para a quarta ou quinta aplicação de fungicida para ferrugem, sendo que na temporada passada a média foi de duas aplicações e meia. "Quando se chega no pico da colheita, a soja que está no campo recebe muita ferrugem. O Mato Grosso está entrando nessa fase mais sensível e a soja que for retirada por último pode registrar casos de até sete aplicações", explica o gerente da Bayer. "Além disso, tem a mancha-alvo e a antracnose [doenças da soja], somando com a ferrugem, para tirar toda a produtividade do produtor", complementa.

As dificuldades para colher um grão de qualidade não devem dar trégua para o produtor ao longo da safra. A previsão é de chuvas acima da média para fevereiro e março. Assim, em propriedades cujo intervalo de aplicação de fungicidas era de 30 dias, produtores já se preparam para reduzir o prazo para apenas 10 dias. "O preço da soja já está caindo bastante lá fora e isso com certeza terá reflexo no custo de produção", afirma Rafael Ribeiro de Lima Filho, da Scot Consultoria. O preço da saca da soja já acumula queda acima de R$ 7 desde o início do ano, em algumas cidades do Mato Grosso. É o caso de Primavera do Leste (-R$ 7,20) e Rondonópolis (-R$ 7,70).

Com maior ou menor impacto, as condições climáticas são comuns para todas as culturas. O milho de verão também tem apresentado maior disseminação de doenças comparando às duas últimas safras e já há relatos de incidência de rhizoctonia, praga do algodão. Nesta safra também foi notificada a primeira incidência de ferrugem alaranjada da cana-de-açúcar. As empresas de defensivos devem iniciar uma corrida para desenvolver uma solução para o problema, que até o momento não tem controle químico, apenas variedades resistentes.

No caso das commodities, os produtores deverão arcar sozinhos com as perdas, mas no segmento de hortaliças os prejuízos já estão sendo repassados aos consumidores. As chuvas também contribuíram para a proliferação de pragas nas verduras e na diminuição da produção. O resultado é um aumento no uso de agrotóxico e sucessivos reajustes de preços.

José Annes, gerente técnico da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), confirma que a tendência para essa safra é a de que o agricultor intensifique o uso de defensivos. "O produtor tem de buscar mais informações sobre o momento correto de aplicar para não perder dinheiro e comprometer os investimentos dele", diz. A previsão da entidade para este ano é de aumento entre 5% a 10% nas vendas de defensivos agrícolas, impulsionadas pela soja, que é a cultura que mais utiliza esse tipo de produto extensivamente, seguido pela cana.

O excesso de chuvas e o consequente aumento da incidência de doenças e pragas que proliferam com a umidade já têm acarretado em incremento nos custos de produção na safra 2009/2010. Além do crescimento no volume de defensivos aplicados nas lavouras, os produtores perdem a rentabilidade ao entregar para as tradings grãos com qualidade abaixo da esperada. O caso mais grave é o da soja. Só no mês de janeiro, 907 ocorrências da doença foram identificadas. No mesmo período do ano passado, a incidência era de 600 casos. No Mato Grosso, principal estado produtor da oleaginosa no País, agricultores estão colhendo o grão molhado para evitar que apodreçam no campo.

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13124&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva bem vinda no CE </title>
<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:23:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva das últimas semanas é motivo de alegria para os agricultores do Ceará que dependem da irrigação. Com os reservatórios cheios, não faltará água para as lavouras.

Em pleno sertão cearense, vinte e três metros cúbicos de água são despejados por segundo no açude Castanhão, que ele está com 80% da capacidade total.

?Isso nos dá reserva para no mínimo uns três anos de seca. Então, podemos irrigar a vontade desde que seja bem manejada essa água?, disse Esaú Ribeiro, agrônomo.

Reservatórios cheios garantem melhorias na produção de frutas da região. É de onde vem a água necessária para irrigar os 447 hectares do perímetro irrigado Curupati. A irrigação é feita por gotejamento e microaspersão.

Há cinco anos, o seu Francisco da Silva ganhou dois lotes no terreno e decidiu plantar goiaba e mamão. Ele está tão satisfeito com o resultado que agora também testa o cultivo do maracujá.

A produção do perímetro por ano é de 50 toneladas de goiaba e cem toneladas de mamão por hectare. As frutas são comercializadas no mercado local.

Um dos projetos para esse ano é a inauguração da unidade de processamento. As frutas produzidas no perímetro serão embaladas e refrigeradas, visando a ampliação do mercado para as exportações e garantia de emprego para as famílias dos produtores.

Na "agrovila", cerca de 80 famílias de agricultores vivem à espera da segunda etapa do perímetro para iniciar a plantação.

"Quase toda noite eu sonho com meu lote irrigado?, contou o agricultor Vicente Barbosa.

Quando o sonho de seu Vicente virar realidade, o bom e velho Castanhão estará pronto para emprestar um pouco de suas águas para a terra gerar seus frutos.

O Ceará tem 132 açudes, sendo o Castanhão o maior deles. Desse total, apenas 20 têm projetos de irrigação.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13123&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva beneficia safra de grãos em SC </title>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 14:44:10 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A Empresa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgou nesta quarta-feira que a safra de grãos 2009/2010 pode ser a melhor dos últimos anos.

A melhora na produção se deve à influência do fenômeno climático El Niño (aquecimento da água do mar no Pacífico), que altera o regime de chuvas no Sul do país. Diferente dos anos anteriores, a chuva nesta época do ano ocorre de maneira mais constante e distribuída.

Para o chefe do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa), Airton Spies, os produtores de soja e milho são os mais beneficiados pela regularidade das chuvas no Estado.

? Apesar de chover em excesso, não é o bastante para prejudicar as lavouras nas regiões catarinenses. Isso é um indicativo de que a produtividade nesta safra deve ser melhor ? analisa Spies.

Nos últimos sete anos o setor teve perdas expressivas em cinco safras devido às estiagens. A chuva também beneficia as pastagens e, com isso, também deve haver incremento na produção de leite.

? Nos últimos anos a produção de leite cresce a uma média acima dos 15%, superando os dois bilhões de litros. Com as pastagens crescendo bem, há boa perspectiva para a produção deste ano ? explica.

Por outro lado, o excesso de chuva preocupa os produtores de arroz. No Rio Grande do Sul, onde o fenômeno age com maior intensidade, chegando a provocar alagamentos, a produção já está comprometida.

? Esperamos menos chuvas a partir de março, para garantir a possibilidade de uma boa colheita ? alerta Spies, ressaltando que a continuidade dos grandes volumes de chuva também pode prejudicar as lavouras no Estado.

Se a chuva diminuir na época da colheira e a produção catarinense crescer o esperado, os produtores catarinenses podem ser beneficiados pela quebra na safra do estado gaúcho.

? O que garante a lucratividade não é a produção e sim bom desempenho no mercado. Há o risco de ter queda no preço de venda por causa da superprodução, mas também deve haver o aumento da demanda, que vai permitir o retorno econômico esperado ? finaliza.

Fonte: Canal Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13118&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva atrapalha produção, mas cebola cotinua desvalorizada </title>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 14:40:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de cebola de Santa Catarina estão insatisfeitos. A chuva atrapalhou a safra. E mesmo com uma oferta menor, o preço não reagiu.

As mudas foram plantadas entre julho e agosto. A expectativa era de uma safra excelente. Mas o excesso de chuva no período de desenvolvimento dos bulbos afetou a produtividade de cebola na região de Ituporanga, a maior produtora do Estado.

A qualidade da cebola se manteve, mas a quebra na produção foi maior do que a média do Estado. Chegou a 20%. O volume colhido diminuiu de cerca de cem mil para 80 mil toneladas.

Quem cultiva cebola nas partes mais baixas de Ituporanga precisa ter uma rápida comercialização do produto. Isso porque a cebola de ciclo rápido não pode ficar por muito tempo estocada. Já o produtor que cultiva a cultura nas partes mais altas têm uma comercialização escalonada, um pouco maior.

?Pelas características que temos da altitude com temperatura mais amena, a cebola permite uma armazenagem um pouco maior e também a comercialização bem escalonada da nossa produção de cebola da nossa região?, explicou o comerciante Valmir Borsato.

Com isso é possível guardar por até seis meses para colocar o produto na gôndola do supermercado. A saca de 20 quilos da cebola classe 2 é comercializada na região de Ituporanga a R$ 7,00, um valor 30% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

O produtor Mário Mess decidiu manter a cebola estocada, aguardando a melhora do preço. ?Temos muita mercadoria na região. Estamos aguardando o mercado dar uma esvaziada. Há muita oferta boa aguardando uma melhora de preço?, justificou.

Santa Catarina responde por 33% da safra nacional de cebola.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13117&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva prejudica colheita de soja na região do Médio Norte de MT </title>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 14:39:10 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas dos últimos dias interromperam o avanço da colheita de soja no Médio Norte de Mato Grosso. A Equipe 1 do Rally da Safra, com participação da Agência Estado, enfrentou diversos pontos de atoleiro na rodovia que liga Campo Novo dos Parecis a Nova Mutum. Muitas lavouras estão em ponto de colheita, mas o excesso de umidade dificulta a entrada das máquinas.

Nas conversas com agricultores, os técnicos da Agroconsult, empresa organizadora do Rally, constataram um aumento na incidência da lagarta medideira. A praga ataca plantas jovens, sugando a seiva e reduzindo a produtividade das lavouras. Os produtores também estão preocupados com a incidência da ferrugem, que em muitos casos exigirá até 4 aplicações de fungicidas, elevando os custos de produção.

O agrônomo Fabio Meneghin, da Agroconsult, disse que as primeiras avaliações indicam produtividade de 50 sacas de 60 kg de soja por hectares nas áreas visitadas. Por enquanto, o desempenho é considerado dentro das expectativas, pois ainda não foi constatada quebra de produtividade em virtude da infestação pela ferrugem.

Os técnicos do Rally percorreram ontem os municípios Deciolândia, Nova Maringá, São José do Rio Claro, Diamantino, Santa Rita do Trivelato e Nova Mutum. Hoje eles se deslocam para Lucas do Rio Verde e Sorriso.

O Rally da Safra 2010 começou na segunda-feira a partir de Cuiabá. Nesta etapa do Rally, os técnicos vão avaliar as lavouras de soja precoce, que hoje, em Mato Grosso, representam 40% da área plantada. Segundo a organização do Rally, oito equipes, no total, percorrerão cerca de 50 mil quilômetros de lavouras. A partir de Cuiabá, a Equipe 1 percorrerá as regiões norte e oeste de Mato Grosso.

Sem ferrugem - Primavera do Leste, que já foi conhecida como "capital da ferrugem", deixou de lado essa denominação e deu lugar, nesta safra, a lavouras muito boas e limpas, conforme avaliação da Equipe 2 do Rally da Safra 2010, coordenada por Douglas Nakazone. "Não observamos pragas ou ferrugem. Conversamos com produtores que fizeram duas aplicações de fungicidas apenas de forma preventiva", relata.

Nos dois primeiros dias de viagem, a Equipe 2 também se dividiu para ampliar a amostragem. Foram colhidas 51 amostras nesse período, batendo a meta estipulada pela Kleffmann ? instituto de pesquisas agro que definiu o número de amostras a serem feitas nas regiões visitadas, dando maior rigor aos resultados.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13116&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva regular beneficia áreas de soja e cana na maioria das regiões paulistas </title>
<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 11:57:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Sojicultores estão com a safra adiantada, mas excesso de umidade favorece proliferação da ferrugem asiática
 
Voltou a chover forte na maioria das regiões paulistas. Os maiores volumes acumulados ocorreram no leste e sudoeste do Estado. Em Piracicaba, Sorocaba, Campinas e Presidente Prudente o total acumulado no período superou 100 milímetros e as chuvas fortes, com grandes volumes concentrados em curtos intervalos de tempo, acabaram provocando a compactação e erosão do solo. Produtores que usam a técnica do plantio direto são menos afetados.

O solo está encharcado em praticamente todos os municípios. Mesmo em regiões que registraram menores volumes de chuvas, como Ilha Solteira, Jaboticabal e Taubaté, a quantidade de água disponível está acima de 75%. Estradas rurais foram danificadas na região de Piracicaba, Itu e Salto. Na região de Mogi das Cruzes, Suzano e demais municípios que compõem o Cinturão Verde paulista as hortaliças foram afetadas pela chuva e alagamentos. O consumidor já se prepara para a alta dos preços nos supermercados.

As chuvas regulares durante todo o ciclo da soja favoreceram o desenvolvimento da cultura e os sojicultores de Araçatuba e Ribeirão Preto esperam ter boa produtividade. Como a estação das chuvas se estabeleceu mais cedo, os sojicultores estão com a safra bem mais adiantada do que no mesmo período do ano passado. Por outro lado, o tempo úmido e o solo encharcado favoreceram a proliferação da ferrugem - foram três focos encontrados em Sandovalina e um em Ituverava.

As chuvas frequentes e o calor beneficiam a cultura da cana-de-açúcar. Entretanto, a ferrugem laranja, doença que surgiu inicialmente na região central do Estado, se espalhou para as principais áreas produtoras e haverá a necessidade de fazer a substituição nos canaviais por variedades de cana resistentes.

Com o excesso de água no solo, os agricultores têm dificuldade de transitar com máquinas na lavoura e tiveram de interromper o preparo do solo para as culturas de segunda safra, como o milho safrinha e o sorgo.

Prossegue a colheita da uva e do figo em Valinhos e Jundiaí; da lichia em Tupã; da manga em Monte Alto, Cândido Rodrigues e Taquaritinga; e da banana em Miracatu, Jacupiranga e Cajati.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13110&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Excesso de sol prejudica lavouras do norte do ES </title>
<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 11:51:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores do norte do Espírito Santo estão preocupados com o excesso de sol na região. As lavouras de café e de maracujá já sofrem os efeitos da alta temperatura.

Os grãos e até folhas dos pés de café estão secos. Foram queimados pelo sol que castiga o município de Jaguaré, no norte do Espírito Santo. Há quase três meses não chove no município. Nem a irrigação conseguiu evitar o problema. Os pés carregaram, mas os grãos não resistem ao sol.

?Nossa perda atual é de 10% a 15%. Caso prevaleça a seca por mais 15 dias, nossa previsão é que essa perda chegue a 30%?, avaliou o agricultor Mariclei Marsetti.

Outra cultura castigada pela seca no município é a do maracujá. A segunda colheita da safra era para começar em fevereiro. O sol na região é tão intenso que se sente a pele arder e é até difícil manter os olhos abertos.

A temperatura é tão alta que nem as flores da plantação resistem ao sol tão intenso. Elas começam a nascer, mas não completam o ciclo. Secam e caem. As plantas só estão verdes porque o solo é irrigado.

?Mesmo com a irrigação a gente não está conseguindo fazer com que a roça entra no seu período de floração. O botão floral vem, mas murcha e cai antes de completar o ciclo por causa do sol?, explicou Fábio Fiorot, presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais.

O Sindicato dos Produtores de Jaguaré calcula que 40% da safra de maracujá já esteja comprometida.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13108&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita da uva no RS </title>
<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 11:50:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[É tempo de colheita nos parreirais do Rio Grande do Sul. A estimativa é de que o Estado tenha uma safra de 600 milhões de quilos de uva.

Tradicionalmente, a fronteira com o Uruguai é a primeira região a colher a uva no Rio Grande do Sul, mas esse ano, por causa do excesso de chuva, trabalho nos parreirais atrasou 15 dias.

As chuvas também atrapalharam a formação e o crescimento dos grãos. Por causa disso, os produtores tiveram de investir em fungicidas para amenizar as perdas.

?Aplicou-se em torno de 50% mais do que o costumeiro. Todo o cuidado da equipe teve de ser mais preciso do que nunca para que tivéssemos a qualidade da uva até este momento de maturação, que a gente inicia a colheita?, explicou o agrônomo Afrânio Moraes.

O clima causou mais prejuízos às uvas usadas na fabricação de vinho. Segundo o Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, a quebra pode chegar aos 30%. Nos 20 hectares cultivados pela produtora Rosana Wagner, as frutas que resistiram mantêm a qualidade necessária para a produção de vinhos.

?O mês de novembro foi bastante chuvoso. Tivemos alguns problemas de polinização. Então, os cachos não ficaram tão cheios. Mas, em compensação, agora que está se iniciando o período de maturação dessas uvas, elas podem se desenvolver melhor porque têm mais espaço nas bagas que restaram?, contou Rosana.

De acordo com o Ibravin, o produtor está recebendo entre R$ 0,46 e R$ 0,48 pelo quilo da uva.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13107&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>MT registra aumento significativo de focos da ferrugem asiática </title>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:22:10 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Proliferação do fungo nas lavouras mato-grossenses é favorecida por condições climáticas como o calor e a umidade

A quantidade de focos da ferrugem asiática (provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi) nas lavouras de soja de Mato Grosso cresceu em 550% na safra 2009/2010 em relação à anterior. Dados divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Projeto Antiferrugem, da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja/MT), apontam que o número de registros no Estado chegou a 195, de um total de 2,692 mil amostras analisadas (entre 1º de novembro e 24 de janeiro). No mesmo período do ciclo 08/09, foram 30 focos em 1,925 mil amostras.

De acordo com gerente técnico da Aprosoja, Luiz Nery Ribas, a região sul mato-grossense é a mais afetada, totalizando 125 focos. Em Itiquira, por exemplo, o município com mais ocorrências, foram 34 casos. Nas lavouras de Alta Taquari e Guiratinga a doença também foi registrada, com 20 e 19, respectivamente. Sinop, Sorriso e Pedra Preta registraram 12 focos, cada um.

Conforme Ribas, neste ano, a incidência da ferrugem está sendo maior porque o excesso de chuvas propicia a umidade, clima favorável à proliferação do fungo. "Mesmo assim o produtor tem feito sua parte, monitorando o desempenho de sua safra desde o plantio até a colheita". Segundo ele, nas safras 04/05 e 05/06 as perdas chegaram a 10 sacas/ha, além dos custos adicionais na aplicação de defensivos.

O coordenador de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT), Carlos Roberto Gomes Ferraz, avalia que a situação poderia ser mais grave se Mato Grosso não tivesse adotado o sistema de vazio sanitário, período de ausência de plantas vivas no campo. "É uma estratégia no manejo da ferrugem, que foi implantada em 2006". Mato Grosso foi o primeiro Estado a adotar esse sistema no país. O vazio sanitário ocorre entre os dia 15 de junho à 15 de setembro, antecedendo o plantio da safra de soja. A falta de manutenção das lavouras pode acarretar em multas aos produtores, que podem chegar a R$ 11,700 mil.

Fonte: Gazeta Digital e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13102&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Safra de milho no RS </title>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:21:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de milho do Rio Grande do Sul iniciaram a colheita da safra. Eles apostam na produtividade das lavouras para garantir o lucro.

Os primeiros grãos colhidos na propriedade Terra Boa Agrícola, em Cruz Alta, região noroeste do Estado, são de encher os olhos. O desenvolvimento surpreendeu e a espiga bem formada apresenta excelente qualidade.

Esta safra indica o melhor rendimento médio do Estado dos últimos tempos. Segundo a Emater, a expectativa é que a produtividade fique acima dos quatro mil quilos por hectare. Houve um aumento de mais de 25% em relação a safra passada.

?No ano passado, ele vinha com chuva normal até o pendoamento. Quando começou a pendoar, o milho não recebeu mais água. Esse ano, vem desde o estabelecimento da cultura até o pendoamento. Agora, continua chovendo bem. Então, o milho esse ano está dando uma produtividade três vezes maior do que o ano passado, nessa mesma época. No ano passado, nós estávamos dando em torno de 40 sacas e aqui está 120 agora?, explicou o agrônomo Felipe Rubert Nogueira.

Os números são motivo de comemoração. Agora, o produtor espera ganhar com o aumento na quantidade, já que o preço é considerado baixo. Hoje a saca de 60 quilos está valendo R$ 16,00. No ano passado, valia R$ 21,00.

?No ano passado o preço era um pouco melhor, só que não tinha produtividade. Deu prejuízo. Esse ano, mesmo com o custo baixo, ainda vai dar um pouco de lucro, mas não o esperado?, completou o agrônomo.

De acordo com o último levantamento da Conab, a produção de milho no Rio Grande do Sul deve chegar a 4,7 milhões de toneladas, com um aumento de 12% em relação à safra de verão do ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13101&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita da soja no PR </title>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:20:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita da soja no oeste do Paraná. As lavouras renderam bem e a preocupação dos agricultores, agora, é com o preço do grão.

Começou a etapa mais esperada pelos agricultores. É na colheita que eles têm ideia do quanto a lavoura rendeu. Desta vez, a soja está dando orgulho ao produtor. É uma safra bem diferente da passada. ?Está melhor do que no ano passado. No ano passado, foi um fracasso. Nesse ano, recuperou?, disse o agricultor Francisco Salvatti.

O seu Francisco plantou 200 hectares, a mesma área do ano passado. Ele aproveitou para investir na lavoura. Comprou mais fertilizante do que o de costume e o resultado veio. A produtividade aumentou. São 60 sacas por hectares. E teria sido ainda melhor se a chuva não viesse tão forte em janeiro.

O que se vê no campo é motivo de satisfação. Mas para a colheita ser boa falta preço. É isso que está acabando com a comemoração dos produtores. De um mês para cá a saca baixou de R$ 45,00 para R$ 35,00 em média no oeste do Estado.

O agricultor Valter Dalgallo disse que nesse preço não compensa fechar negócio. ?Não adianta colher bastante saca e não ter preço. O saco precisaria estar custando ao menos R$ 40,00 ou R$ 42,00 para estar num pique bom?, disse.

Segundo a Secretaria de Agricultura do Paraná, este ano o estado deve colher 13,3 milhões de toneladas de soja. Houve um aumento de 43% em relação à safra passada.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13100&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuva dificulta escoamento de safra em GO </title>
<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:04:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do sudoeste de Goiás estão enfrentando dificuldade para escoar a safra de grãos. Na região, boa parte das estradas é de terra e, com o excesso de chuva, o trânsito de caminhões fica complicado.

Na GO-333, que liga o município de Rio Verde à Paraúna, no sudoeste goiano, são 93 quilômetros usados por caminhoneiros e produtores rurais para escoar a lavoura. Os primeiros 14 quilômetros da rodovia estão asfaltados, mas a única sinalização que há são placas que indicam obras no trecho ainda não pavimentado e a presença de homens trabalhando.

Mas trabalhando mesmo, só foi encontrado o caminhoneiro Alcione Ribeiro, que parou para consertar o caminhão quebrado. "Estoura o pneu, quebra o diferencial e outras coisas. Eu estou há mais de 12 horas interditado e querendo passar, sem janta, sem nada, sem assistência nenhuma", reclamou.

Próximo dali formou-se uma fila de caminhões que não conseguiram seguir viagem.

O caminhoneiro Erodilson Vitor Ribeiro iria buscar uma carga de soja, mas a viagem teve que ser interrompida. "A estrada está muito lisa porque eles tiraram o cascalho que tinha para asfaltar. Só que piorou porque eles deixaram sem cascalho. Ficou só na terra vermelha. O caminhão não tem aderência e não para na pista. Então, tem que parar, esperar a hora que secar e depois tentar sair", falou.

Para tentar evitar os transtornos, alguns motoristas usam desvios que muitas vezes são feitos pelos próprios agricultores. Mas a situação da maior parte deles está ainda pior.

"Está em péssimo estado e resolve temporariamente. No momento de um trânsito muito grande com as cargas pesadas fica horrível?, explicou o agrônomo Rodrigo Leão.

O seu Lázaro José de Almeida Planta Soja. Ele reclama que o frete tem ficado mais caro por causa da situação das estradas. "Quando o caminhoneiro fala que é na GO- 333, ele fala que o preço do frete é diferenciado. O custo do frete chega até a R$ 0,70 para mais. Se a estrada tivesse boa, nós estaríamos pagando R$ 0,70 a menos no frete", avaliou.

Mas não são apenas os produtores de grãos que sofrem com as condições da estrada. Na fazenda, por exemplo, que fica às margens da rodovia, são criados cerca de oito mil suínos. Segundo o proprietário, os animais já ficaram sem ração porque os caminhões da indústria não conseguiram chegar ao lugar.

Na tentativa de buscar melhorias para a estrada, os produtores da região que cerca a GO-333 fundaram uma associação no ano de 2002. Até agora já são mais de 240 associados. E diante de tantas reivindicações, o que se vê como resposta são as máquinas paradas.

Segundo A agência de Transporte e Obras Públicas de Goiás, ainda esta semana três frentes de trabalho vão atuar na rodovia GO-333: uma na região de Rio Verde, outra no meio do trecho e uma terceira no município de Paraúna.

A chuva também causa problemas nas estradas do sul de Mato Grosso no Sul. No município de Jateí, várias propriedades estão isoladas.

Quarenta por cento das estradas que dão acesso à cidade foram danificadas. A força da água levou trechos da pista rompendo as tubulações. Mas mesmo com a precariedade das estradas, produtores rurais e caminhoneiros ainda se arriscam.

?Cada vez que chove tem que se arriscar de tudo quanto é jeito. Tem levar a ração para os animais?, explicou Alcino Ferreira, caminhoneiro.

Até agora, doze fazendas estão ilhadas e o tráfego pela rodovia estadual 478 está impedido. Com a infraestrutura comprometida, agricultores não estão conseguindo escoar a produção.

?Os pequenos produtores, que tiram o leite para entregar, não tem como os caminhões passarem para recolher a produção?, falou Valmir de Matos, Secretário Municipal de Infraestrutura.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13094&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Hortaliças encharcadas em SP </title>
<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:03:56 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No cinturão verde da cidade de São Paulo, a chuva forte dos últimos dias voltou a comprometer a produção de hortaliças. Os agricultores terão de esperar o tempo melhorar para retomar o trabalho nos canteiros.

A água do rio que transbordou ainda está acumulada em vários pontos. A chuva das últimas semanas causou muitos prejuízos para o produtor de Suzano. Em 15 dias os pés de alface estariam prontos para a colheita.

O sindicato rural do município estima que as perdas chegaram a 40% de tudo que é cultivado. O problema não é só a dificuldade no desenvolvimento das hortaliças. O insumo usado durante o plantio também se perdeu.

O agricultor Natalino Araki gastou cerca de três mil reais em adubo, cal e calcário para preparar a terra. Isso sem contar os 48 mil pés que deixaram de ser vendidos em um mês. Dois funcionários foram dispensados. Para recuperar todo o prejuízo seriam necessários seis meses de trabalho em condições climáticas favoráveis.

?Não esperava que fosse tão grave assim. Geralmente, todo o ano da uma chuva e umedece, mas de 70% a 80% a gente colhe?, falou seu Natalino.

A situação é parecida em todos os municípios do cinturão verde. No sítio do agricultor Anderson dos Santos, em Mogi das Cruzes, parte da área está totalmente alagada. No lugar, não é possível ver nem as mudas de alface que estavam plantadas. A água destruiu canteiros de onde deveriam estar saindo cerca de cem dúzias de alface, salsa e coentro por dia. ?Foi um prejuízo de cerca de R$ 12 mil?, calculou.

O agricultor Ricardo Tamamoto também soma prejuízos. A colheita no começo do ano é 30% menor do que em 2009. Mesmo assim, ele considera que as perdas poderiam ser maiores. Ele explicou que o plástico que cobre 20% dos canteiros do sítio de quatro hectares ajudou bem nessa época de tanta chuva.

Fonte: Globo Raoral]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13093&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva bem vinda em PE </title>
<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:03:17 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas de janeiro estão animando os agricultores de Caruaru, no agreste de Pernambuco. Muitos anteciparam o plantio, mesmo diante dos alertas para o risco de uma nova estiagem.

As nuvens carregadas e o tempo fechado encheram de esperança os agricultores de Serrote dos Bois, na zona rural de Caruaru. O agricultor Jucivânio dos Santos subiu no trator e foi arar o terreno. Ele quis aproveitar a chuva que tem sido constante nos últimos dias.

A última vez que seu Jucivânio plantou o milho no mês de janeiro foi em 2004. Somente agora, seis anos depois, ele repete o plantio durante esse mês. É que as chuvas estão surpreendendo.

De acordo com o IPA, Instituto Agronômico de Pernambuco, em dez dias deste mês choveu 98 milímetros. São quase 40 milímetros a mais do que a chuva de todo o mês de janeiro de 2009. A quantidade em 2010 surpreendeu. E o IPA alerta para o risco de adiantar o plantio, que normalmente começa em março.

?Durante o mês de fevereiro passa um período de verão. Aí o milho pode precisar de água e não ter. Então, consequentemente a produtividade vai diminuir muito. Mesmo que não seja uma perda total, deverá haver uma perda parcial?, explicou Fábio César, agrônomo do IPA.

O agricultor João Francisco do Nascimento correu o risco. Ao menor sinal de chuva cavou a terra e recebeu ajuda da mulher e das netas para o plantio, mesmo com a possibilidade de a chuva parar. ?Agora, está sendo uma chuva seguida. Aí pode até lucrar?, justificou.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13092&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>O efeito das chuvas pelo país </title>
<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 10:49:50 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Chuva no Nordeste
As chuvas estão afetando a colheita da safra de cana-de-açúcar do Nordeste, que começou em setembro e deve se estender até março. "As chuvas estão atrasando principalmente o trabalho de campo nos Estados de Pernambuco e Paraíba"", informa Renato Cunha, presidente do Sindicato das Indústrias de Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar). Segundo ele, além de atrasar a colheita, a rentabilidade industrial está comprometida, o que deve se traduzir em menor quantidade de açúcar e etanol por cana processada, reduzindo ainda mais a oferta do produto.

Prejuízos no RS
O setor agropecuário gaúcho entregou esta semana ao governo federal um relatório preliminar que aponta perdas superiores a R$ 717 milhões provocados pelas chuvas em novembro e janeiro. Segundo a Emater/RS, os prejuízos mais graves são verificados nas culturas do fumo, arroz e trigo.

Perdas em SP
O Ministério da Agricultura informou que as fortes chuvas em São Paulo na noite de quarta-feira e madrugada da quinta paralisaram por horas as operações nas instalações da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) na capital e deixaram prejuízos. Mais uma vez as perdas ficaram concentradas na área de melancias, com a perda de 560 toneladas (R$ 450 mil). Com a paralisação, deixaram de ser comercializadas 10 mil toneladas de produtos (R$ 15 milhões).

Fonte: O Estado de São Paulo, Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13081&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Goiás tem o maior número de focos da ferrugem asiática do País </title>
<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 10:47:23 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Lavouras de soja em todo o País são alvo da ferrugem asiática e a situação em Goiás já preocupa produtores rurais e órgãos agropecuários. O Estado tem o maior número de focos da praga entre as regiões produtoras, com 363 ocorrências em 15 municípios registradas pelo Consórcio Antiferrugem - uma rede de instituições públicas e privadas no combate à doença, ligada à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ainda não se fala em perda de safra, mas o custo da produção deve ficar de três a quatro vezes maior, diante da necessidade de mais aplicações de fungicidas.

O Sudoeste goiano tem sido o mais prejudicado, com maior número de focos. Mas representantes da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) já se arriscam a dizer que todas as lavouras de soja em Goiás estão infectadas pela ferrugem.

"Se há alguma que ainda não está, com certeza vai ser atingida pela praga até o final da safra, em março", afirma o presidente da Comissão de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Faeg, Alécio Maróstica.

O excesso e a regularidade das chuvas no ano passado, apesar de serem favoráveis ao cultivo da soja, têm responsabilidade pela proliferação do fungo causador da ferrugem asiática.

O clima também dificultou a prática do vazio sanitário, que é o período de entressafra em que não se pode cultivar qualquer quantidade de soja e quando é preciso controlar a chamada tiguera (planta que aparece após a colheita).

Apesar da situação, as projeções para a safra de soja 2009/2010 apontam para uma produção recorde, estimada em 7,33 milhões de toneladas - 7,3% a mais do que no ano anterior. O levantamento foi de divulgado há menos de duas semanas pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB).

Mas se, por um lado, não há previsão de comprometimento da quantidade produzida, a margem de lucro sobre os grãos deve ficar reduzida na próxima colheita. Como os gastos não são repassados ao preço final da soja, a assessora da Seagro estima que o ganho nesta safra não deva passar de R$ 2 por cada saca.

Esta é uma contabilidade que o produtor rural de Cristalina Antônio Lourenço Mariano, ainda não fez. Dos 700 alqueires de lavouras de soja que cultiva, uma área de 80 alqueires foi comprometida pela praga e a perda em grãos já chega a 40% do que seria produzido no local.

Antônio diz que, na região atingida pela ferrugem, serão feitas seis aplicações de fungicida, duas a mais do que costuma administrar. "A essa altura do campeonato, não podemos mais olhar o preço da produção. O custo com fungicida esse ano vai, no mínimo, dobrar, em comparação ao do ano passado." O investimento em combate com fungicida é a única alternativa que resta ao produtor goiano para controlar a ferrugem asiática.

Fonte: Agrolink e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13080&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Arroz perdido no RS </title>
<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 10:44:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva comprometeu 15% da safra de arroz no Rio Grande do Sul. As enchentes atingiram as principais regiões produtoras.

No meio da lavoura novamente alagada o agricultor Paulo Prochnow confere o arroz plantado em Agudo, na região central do Estado. Ele calcula que dos 60 hectares cultivados, vinte e quatro estão perdidos. Só as partes mais altas resistiram às enchentes.

?O arroz suporta uma lamina de água de dez a 15 centímetros, que é o sistema de irrigação normal da planta. Mas no estágio em que estava a lavoura no sistema reprodutivo, produzindo cachos para produzir sementes, ele não agüenta muitos dias debaixo da água. A planta simplesmente apodreceu?, explicou seu Paullo.

A cheia do rio Jacuí transformou a paisagem do lugar. Crateras foram formadas pela força da água. Em Agudo, a Emater calcula perdas de 50% nas lavouras de arroz. Os prejuízos na agricultura devem chegar a R$ 40 milhões.

?Essa região, no mínimo, esteve seis vezes debaixo da água. Estava entrando dentro de uma normalidade perante o ano que estávamos passando. Mas agora atingiu 60% da lavoura que foi plantada na época em um estágio muito sensível da lavoura, que é próximo ao estágio reprodutivo das plantas?, esclareceu o agrônomo do Irga Guilherme Thom.

Em todo o Rio Grande do Sul, as perdas chegam a um milhão de toneladas, o que representa 15% da produção do Estado. Mil e oitocentos produtores foram atingidos pelas cheias nos últimos três meses. A maioria na região central, onde 65 mil hectares ficaram inundados.

Na quinta-feira, os arrozeiros se reuniram com representantes do governo federal para pedir ajuda, já que a maioria dos agricultores perdeu a única fonte de renda e só vai voltar a ter produto para negociar em 2012.

?Tem que vir um crédito novo ou talvez um rebate das dívidas. Só prorrogar não adianta se eles não têm renda. Precisa injetar algum tipo de recurso para que eles possam reconstruir e sobreviver. Este recurso tem de vir rapidamente e de uma forma que não seja aos juros de mercado?, alertou Maurício Fischer, presidente do Irga.

Segundo a Emater do Rio Grande do Sul, apesar da chuva ter prejudicado muito o Estado nos últimos meses, no geral, a safra de grãos deve ser boa.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13079&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Estiagem diminui pastagem e causa a seca de córregos na BA </title>
<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 12:53:08 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A estiagem, no extremo sul da Bahia, preocupa. Há pouco pasto para o gado e os córregos estão secando.

O criador Roberto Vagner Santos participa do Balde Cheio, um programa de incentivo à produção de leite. Mas agora na fazenda os vasilhames estão vazios. O volume de chuva registrado nessa época do ano diminuiu muito em relação ao ano passado. Com a estiagem o pasto está seco.

Antes o seu Roberto tinha 20 vacas em lactação, que produziam cerca de 200 litros de leite por dia. Hoje, ele conta com apenas cinco animais e a produção diária caiu para 40 litros. Na tentativa de conter a onda de prejuízos, o produtor foi em busca de uma linha de crédito.

?Eu tive de recorrer a um banco para fazer um empréstimo a longo prazo para poder suprir a necessidade da propriedade?, falou seu Roberto.

?Como o gado se alimenta exclusivamente de pastagem, não deixa de vir prejuízos tanto na produção leiteira quanto na produção de corte. O gado deixa de se alimentar bem, o que reflete diretamente na produção de leite?, explicou Geovane Oliozi, presidente do sindicato rural.

Há cerca de 40 dias não chove forte na região. Por causa disso, a maioria das represas e nascentes está quase seca. Em uma delas o nível da água chegava a dois metros.

Uma roda era responsável por jogar a água para toda a fazenda. Mas desde antes do verão ela está parada. Há outro córrego que também está sofrendo com a estiagem. Quando o nível da água está normal, as pedras não aparecem.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13066&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas prejudicam qualidade do café e derrubam preço em SP </title>
<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 12:50:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Grão prejudicado pela umidade é comercializado a R$ 170,00 a saca, o que equivale a uma queda de R$ 90,00

Apesar das projeções de crescimento de cerca de 20% no volume de café para a safra 2010, os produtores do Estado de São Paulo estão preocupados com a queda da qualidade do produto e, consequentemente, do valor da saca, devido ao excesso de chuva.

O presidente do Sindicato Rural de Bauru, Maurício Lima Verde, também representante do Estado de São Paulo no Conselho Deliberativo de Política Cafeeira, explica que este a colheita 2008/09 foi extremamente atípico em razão do clima. "Nós, praticamente, não tivemos seca, choveu durante toda a colheita, o que prejudicou demais a qualidade do café". A chuva em excesso, segundo Lima Verde, aumentou o número de floradas da planta, o que garante aumento no volume do produto. Por outro lado, o crescimento desregulado dos frutos faz com que o produtor encontre grãos de tamanhos variados no mesmo ramo, dificultando a colheita.

O presidente do Sindicato Rural de Garça, Alberto Baracat, reforça a tese da queda da qualidade do produto. "Esse excesso de chuva interferiu na fisiologia das plantas. Então, a planta não teve o estresse que tem que ter para dar as floradas", diz. "Para se ter uma idéia, têm flores até hoje, isso é completamente anormal", completa.

De acordo com a primeira estimativa da produção de café (arábica e conilon) da safra 2010, divulgada pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), o Brasil poderá colher entre 45,90 a 48,66 milhões de sacas de 60 quilos. Ou seja, terá um crescimento entre 16,3% e 23,3% em relação à safra anterior, quando foram produzidas 39,47 milhões de sacas.

A região Mogiana, que abrange os municípios de Franca, Altinópolis e Batatais, é a maior produtora de café do Estado de São Paulo, responsável por cerca de 50% da safra. Já a região da Alta Paulista, que compreende municípios como Garça, Gália Marília e Lucélia, é responsável por 15% a 20% da produção do café no Estado.

Para a safra atual a previsão é de que o Estado de São Paulo produza 4 milhões de sacas de café. A estimativa foi repassada por Lima Verde, que também é o representante brasileiro dos produtores na Organização Internacional do Café em Londres. Segundo ele, na safra anterior foram colhidos mais de 3,2 milhões de sacas.

Cotação

Para se ter uma ideia do prejuízo que produtores devem sofrer, atualmente, a saca de 60 quilos do café tipo 6 é comercializada por cerca de R$ 280,00. Já o café que sofreu com as chuvas em excesso e teve sua qualidade prejudicada está sendo comercializado por R$ 170,00 a saca. "Nós já sentimos isso desde outubro do ano passado¨, diz Lima Verde, que lembra ainda da dificuldade dos produtores em colocar o produto no mercado por causa do volume grande de café existente.

Em Garça, volume de sacas colhidas será menor

Ao contrário das previsões de alta no volume de café produzido no Estado, o presidente do Sindicato Rural de Garça, Alberto Baracat, estima que na região haverá quebra na safra de até 20%. "Esta safra que estamos colhendo é bem menor do que a outra safra que nós fizemos e que foi grande", confirma.

Segundo ele, as previsões para o próximo ciclo também não são nada animadoras. A estimativa para a safra 2010/11 é de 350 a 400 mil sacas. Mas devido às chuvas em excesso, agora esperamos colher cerca de 300 mil sacas. "Nós não vamos ter mais do que 300 mil sacas. Significa 20% a menos do que a previsão inicial", lamenta o sindicalista.

Fonte: Campo NEWS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13065&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuvaatrapalha colheita de feijão no PR </title>
<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 12:49:17 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva tem atrapalhado a colheita de feijão, no Paraná. Na região de Ponta Grossa, os agricultores estão preocupados. A qualidade do grão não está boa e o preço caiu bastante.

O trabalho na lavoura é para desencalhar a colheitadeira. De novo, a chuva atrapalhou o serviço. "Só chove e daí enterramos a colheitadeira. Mas logo, a gente tira e colhe de novo", falou Elias Dzulinski, operador de máquina.

Os agricultores esperam pelo sol para poder tirar o feijão do campo. Mas com tanto calor, chove quase todos os dias. E o excesso de umidade atrasa a colheita e, o que é pior, prejudica a qualidade do grão.

No feijão carioquinha é possível ver a diferença. Quanto mais escuro, menos qualidade. Só metade da safra plantada no Paraná foi colhida e a Secretaria de Agricultura do Estado avaliou como ruim 10% dos grãos. Outro complicador está no preço.

Com o aumento na oferta do produtor, o valor da saca despencou. Segundo a CONAB, a produção de feijão primeira safra deverá ser 8% maior do que a anterior. Só no Paraná o crescimento deverá chegar a 40%. O reflexo disso está sendo sentido no bolso do agricultor.

O agricultor André Kalugin está vendendo o grão por R$ 56,00. O preço mínimo estipulado pelo governo é de R$ 79,80 para o Sul do país. O excesso de chuvas e o preço baixo deixaram o produtor desanimado. Uma parte da plantação de seu André ainda está verde e vai ser colhida daqui a 20 dias. É pouco, mas já é um sinal de que nem tudo está perdido.

Na primeira safra, o Paraná responde por 24% da produção nacional de feijão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13064&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produtores animados com safra de cana </title>
<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 11:50:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Clima favorável e cotações em alta aumentam expectativas para a próxima colheita

Depois das chuvas frequentes e em grande volume na primeira semana do ano, a situação segue em ritmo de normalidade para a estação, com chuvas mal distribuídas na maioria das regiões. Os maiores volumes foram registrados em Presidente Prudente, Votuporanga e Itapeva, que registraram níveis de 89, 100 e 68 milímetros, respectivamente. Com isso, a umidade do solo manteve-se próxima de sua capacidade máxima, à exceção de Jaú, Piracicaba e Iguape. As temperaturas máximas estiveram em torno dos 30 graus.

Muitas regiões do Estado que tiveram estradas rurais destruídas, como no Vale do Paraíba, aproveitaram para seguir com os trabalhos de recuperação de pontes e aterramentos. Os agricultores estão preocupados com o escoamento da produção da soja, que deve começar a ser colhida em fevereiro em Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Assis e Araçatuba.

O clima está favorecendo as culturas em fase de desenvolvimento vegetativo, como a cana-de-açúcar. Com a cotação em alta, os produtores estão otimistas e se preparando para a safra 2010, que deverá estar em ritmo acelerado em meados do ano.

O clima também favorece o desenvolvimento das pastagens em Barretos, Presidente Prudente e Jaboticabal, tornando a engorda do gado mais barata aos pecuaristas, embora, em razão da queda no consumo, o preço da arroba não esteja muito animador.

Em Votuporanga, Jales e São José do Rio Preto os agricultores aproveitam os intervalos de tempo bom para o plantio do milho safrinha e do sorgo. O período recomendado pelo zoneamento agrícola termina no fim do mês para esses municípios. Mas, em regiões mais úmidas o plantio deve se estender até o primeiro decêndio de março.

Já os cafeicultores não estão animados com a próxima safra, que deve começar a ser colhida em maio. O excesso de umidade aumentou a incidência de doenças, prejudicando a qualidade do produto.

O excesso de chuva também vem prejudicando a produção de quiabo, em Piacatu, um dos maiores produtores. Em Tupã os agricultores aproveitam os períodos de sol para a colheita do amendoim.

Por: Ana Maria H. de Ávila

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13055&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Safra  lichiade é colhida com atraso </title>
<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 11:48:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Apesar de terem perdido período de festas de fim de ano, produtores comemoram boa qualidade dos frutos

As chuvas constantes causaram atraso no amadurecimento da lichia, fruta de origem chinesa que vem ganhando espaço nos pomares paulistas. O pico da safra, que deveria ter ocorrido no fim de dezembro, acontece só agora na região de Sorocaba, e vai se estender até o fim de janeiro. Os produtores que perderam a chance de conseguir bons preços no fim do ano comemoram pelo menos a alta produção. "As árvores estão carregadas com frutos de ótima qualidade", diz o produtor Álvaro Fávero, que tem 700 lichieiras em Salto de Pirapora.

O administrador Clodoaldo de Souza dirige o grupo de colhedores no pomar, ao mesmo tempo em que negocia a entrega da fruta pelo celular. "Tenho condições de preparar 300 caixas até a tarde", diz a um comprador. Os cachos maduros são apanhados um por um nas árvores com até cinco metros de altura e levados em caixas plásticas para um galpão. Ali, os funcionários selecionam e embalam a fruta em caixas de papelão.

Na fazenda, a fruta estava sendo vendida a R$ 2 o quilo. "Perdemos o Natal, quando chegou a R$ 3,50, mas pelo menos os compradores vão ficar satisfeitos com a qualidade", diz Souza. Ele conta que os dias chuvosos e nublados reduziram os períodos de sol necessários para a maturação. "Não usamos nenhum processo para acelerar a colheita."

A safra atrasou também em outros pomares da região. O produtor Eduardo Nogueira, de Pilar do Sul, começou a colher na véspera do Ano Novo e, semana passada, ainda tinha pés carregados. Normalmente ele usa apenas a mão de obra familiar na colheita do pomar com 200 plantas, mas este ano teve de contratar ajudantes. "A fruta amadureceu quase toda de uma vez", justifica. A lichia tem produção cíclica - produz bem num ano e quase nada no outro -, mas Nogueira garante que a renda ajuda a manter a propriedade.

Produtores de outras regiões, como Taubaté e Presidente Prudente, chegaram a registrar perdas de produção por granizo e chuvas com ventos fortes.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13054&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Prejuízo com as chuvas em MS </title>
<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 11:36:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores rurais de Novo Horizonte do Sul, em Mato Grosso do Sul, estão calculando os prejuízos causados pelas fortes chuvas dos últimos dias. Muitas propriedades permanecem isoladas.

A propriedade de seu Manuel e dona Irene, no município de Novo Horizonte do Sul, na região sul do Estado, ficou dividida. Parte do rebanho de 20 cabeças acabou do outro lado do barranco.

Com a enxurrada e o solo arenoso, uma verdadeira cratera se abriu no meio do sítio. A cerca ficou pendurada.

?Por enquanto, a gente levou esse choque e não sabe o que fazer. Então, a gente está procurando medir para ver se consegue a solução para esse problema?, explicou Daniel Alves, secretário municipal de Agricultura.

Das 750 propriedades que formam a área rural do município, oitenta por cento continuam isoladas. A chuva derrubou dez pontes. Para chegar às propriedades e ajudar os moradores, os agentes da Defesa Civil fazem a travessia como podem.

?Para chegar os meninos estão indo de moto, a pé, a cavalo e até de carroça. O que está dando para ir hoje é a carrocinha?, contou Margarida Mateus da Silva, agente da Defesa Civil.

A situação mais grave é a da propriedade onde a voçoroca foi tão intensa que os seis mil pés de eucalipto acabaram dentro da cratera. A terra está rachando. A área foi condenada e a família de seu João terá de ir para outro lugar.

Os municípios de Miranda, Aquidauana e Bela Vista também tiveram prejuízo com a chuva dos últimos dias.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13053&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva prejudica produção de fumo no RS </title>
<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:56:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No Rio Grande do Sul, o excesso de chuva prejudicou parte das lavouras de fumo. Os agricultores torcem pela volta do sol para que as perdas não aumentem.

Fábio Brixius tem uma pequena propriedade em Santa Cruz do Sul. O agricultor lamenta as perdas. Ele teve 17 mil pés de tabaco completamente destruídos pelas chuvas. ?Fumo quer temperatura e chuva normal ou um pouco menos do que o normal?, falou.

Em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, está a segunda maior produção de tabaco no país. Mas o grande volume de chuva registrado no início do ano comprometeu parte da produção. Dados da Defesa Civil do município indicam um prejuízo de R$ 50 milhões de reais. Sete toneladas de tabaco foram perdidas.

De acordo com a Afubra, Associação dos Fumicultores do Sul do Brasil, a produtividade nos três Estados do Sul do país deverá ficar 10% menor. Segundo Hheitor Petry, vice-presidente da entidade, setenta mil toneladas de tabaco vão deixar de abastecer o mercado brasileiro e mundial.

"Dentro de uma normalidade, o que se estimava é que nesta safra se produzisse mais de 740 mil toneladas de tabaco. No entanto, com o clima adverso, nós estimamos que o volume chegue a 680 mil toneladas, o que é uma quebra significativa", avaliou Petry.

Elton e a mulher, Lovane, plantaram dez mil pés a mais que a última safra. Agora, eles contam as perdas. Dos 48 mil pés plantados no interior de Santa Cruz, o casal vai aproveitar apenas 38 mil.

Para amenizar os estragos, os produtores aguardam a proposta de preço pelas indústrias de tabaco. Nos primeiros encontros, não houve acordo. Os fumicultores reivindicam um reajuste de 19,5% sobre a tabela da última safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13048&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva impulsiona setor agrícola paulista </title>
<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:56:01 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva ajuda no desenvolvimento das lavouras em São Paulo. No campo, a expectativa é de uma boa produção.

O agricultor Marcos Antunes está otimista com a lavoura de soja que vem se desenvolvendo bem. ?Esse ano, está bem mesmo. Eu estou contente. Eu acho que a maioria dos produtores está contente. Não está faltando chuva. Eu acho que tem uma perspectiva boa de colheita este ano?, disse.

A mesma situação vive o produtor João Carlos Severino da Silva. Nesta safra, ele plantou 50 hectares de milho e espera colher 150 sacas de cada hectare. ?Você percebe que este ano em que as chuvas têm vindo na hora o milho está dando até a pontinha. Devido ao tempo, que está bom, a expectativa é ter uma boa produção. No ano passado, as coisas foram meio difíceis. Tivemos seca e muitas perdas?, falou.

As chuvas regulares e o clima quente têm animado os produtores do centro-oeste paulista. As lavouras de milho e de soja estão bonitas. A tendência é que está safra seja a mais produtiva dos últimos quatro anos na região.

?Toda a cadeia está numa expectativa bastante grande. Tem produtores com débitos vencidos em banco e em revendas particulares. A gente imagina que caso se confirme essa tendência e seja uma boa safra, os produtores poderão sanar suas dívidas e toda a cadeia sai lucrando?, falou Sérgio Tambara, agrônomo da Cati.

Esse otimismo tem sentido. A Conab divulgou um boletim que avalia o impacto da chuva nas principais culturas. As precipitações acima da média histórica na região Sul, em São Paulo, em Mato Grosso do Sul, no sul de Goiás e no centro-sul de Minas Gerais devem garantir uma boa safra de grãos.

Ainda segundo o relatório da Conab, a chuva só deve ficar abaixo da média numa faixa que engloba o extremo Norte do país e a faixa norte do Nordeste.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13047&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva beneficia produção de banana no MA </title>
<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:55:02 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O início do período chuvoso anima produtores de banana no Vale do Rio Mearim, no Maranhão. A expectativa é de uma boa safra.

A estação das chuvas encheu de ânimo os produtores de banana no Vale do Mearim, no centro-oeste do Maranhão.

O produtor Fernandes Silva é dono de uma plantação com dois hectares no município de Pedreiras, a 300 quilômetros de São Luís. Ele comemora o fim de uma estiagem de cinco meses na região.

?Quando está sem chover, a banana não produz bem. Ela produz bem com a chuva. De agora por diante é que a nossa produção vai ser boa?, disse seu Fernandes.

O tamanho do plantio de banana no Maranhão se manteve em relação ao ano passado. Ocupa 11 mil hectares. Mas os preços do produto reagiram bem no fim da entessafra. A banana maçã, um dos tipos mais comuns no Estado, está sendo vendida a R$ 100,00 o milheiro. São R$ 20,00 a mais que no ano passado.

É um alento para pequenos produtores como seu Raimundo Soares. Ele produz bananas para complementar a renda como aposentado. ?O dinheiro da banana da para a despesa do mês todinho?, contou.

Com chuva e sol na medida certa o clima deixou o produtor de banana animado este ano no Vale do Mearim. O rendimento nas plantações deve passar de dez mil quilos por hectare.

O seu Davi Almeida já está selecionando os primeiros cachos para a colheita no mês que vem. Ele espera colher vinte e duas toneladas de bananas nesta safra. ?Tem cacho que chega a dar até 120 bananas. É um bom rendimento e tem muita banana?, falou.

A produção de banana no maranhão deve chegar a 116 mil toneladas.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13046&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cultivo de milho no RS </title>
<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:00:04 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A produção de milho no Rio Grande do Sul deve superar a safra passada em mais de um milhão de toneladas, mesmo com uma área menor de cultivo. É que a produtividade vai ser maior por causa da chuva em abundância, o que garantiu um bom desenvolvimento dos grãos.

Temendo a estiagem, que no ano passado castigou as lavouras de milho, muitos produtores reduziram a área para a cultura. Em todo o Rio Grande do Sul houve uma queda de 8%.

O agricultor Edésio Quaini, de Cruz Alta, na região noroeste do Estado resolveu arriscar. Ele plantou 90 hectares e agora comemora. O agricultor espera colher 150 sacas por hectare. São 40% a mais do que no ano passado. Nesta safra o custo de produção da lavoura também foi menor.

O intenso volume de chuva registrado na fase de desenvolvimento do milho foi fundamental para garantir uma boa produtividade. Com umidade suficiente para a planta, o sistema de irrigação dessa lavoura não chegou a ser utilizado. Houve uma economia de R$ 20 mil em água e energia elétrica.

?O período crítico da cultura do milho é quando ele começa o período reprodutivo. Nesse período, o milho, em geral, precisa de sete ou oito milímetros de água por dia. Isso exatamente ocorreu no período em que tivemos as maiores quantidades de chuvas em nosso Estado, em nossa região?, explicou José Ruedel, agrônomo.

O seu Edésio só tem reclamações do preço do produto. A saca de 60 quilos está avaliada em R$ 16,00. São R$ 6,00 a menos do que na safra passada.

No Rio Grande do Sul foram plantados 1,3 milhão de hectares de milho. A colheita, na maioria das propriedades, começa nesta semana.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13041&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção do café em SP </title>
<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:59:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, estima que São Paulo pode ter este ano uma safra de café quase 20% maior que a do ano passado.

Mas, no campo, os agricultores já sentem que a chuva fora de época pode prejudicar a produtividade dos cafezais e a qualidade da bebida.

Quem vê os pés de café carregados nem imagina a preocupação do agricultor Sandro Moraes. Nos 120 hectares de plantação em Caconde ele esperava colher seis mil sacas de 60 quilos. Mas o clima atrapalhou. A safra deste ano não deve passar das quatro mil sacas.

?Houve muita incidência de chuva na época de florada e não poderia ter. Além disso, ocorreu a entrada de doenças e bactérias por causa da umidade?, falou seu Sandro.

Um dos problemas causados pela chuva constante e fora de época foi o crescimento desregulado dos frutos. No mesmo ramo, é possível encontrar grãos de tamanhos variados e ainda uma nova florada que começa a crescer.

O agrônomo Marcelo Henrique da Silva explicou que no final de maio, época de colheita, grande parte do café ainda estará verde. ?Quando a gente for fazer a colheita deste café, no mesmo ramo produtivo nós temos os três estágios de maturação. Esses últimos que estão mais atrasados estarão verdes e a gente vai colher junto. Então, terá uma porcentagem alta de verde que atrapalha a bebida e pode afetar a qualidade e a renda desse café para o produtor?, disse.

O agricultor Sebastião Junqueira conta nos galhos o tamanho do prejuízo. Faltam os frutos que deveriam encher os 35 hectares de cafezal em São Sebastião da Grama. No lugar dos grãos ainda estão as flores. É motivo de preocupação para o produtor. ?Vai ficar muito difícil pra gente conseguir colher essa safra?, concluiu.

São Paulo é o terceiro maior produtor de café do país e deve colher cerca de quatro milhões de sacas, de acordo com a Conab. Minas Gerais é o primeiro e o Espírito Santo, o segundo.

FGonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13040&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Começa a colheita de feijão em MG </title>
<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:58:23 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Minas Gerais começam a colher a safra de feijão. A chuva chegou mais cedo e permitiu que em muitas lavouras o plantio fosse antecipado. Quem saiu na frente já está com a produção praticamente vendida.

A colheita dos 80 hectares de feijão no sítio do agricultor José Xavier de Paula, o seu Zé Tereza, de Lagoa Formosa, no Alto Paranaíba, está quase no fim. Nesta safra, ele e o filho alugaram uma colheitadeira. O custo por cada hectare colhido é de R$ 280,00, mas ainda assim o seu Zé Tereza diz que teve vantagem. O resultado da colheita, de cerca 45 sacas por hectare, da esperança de bom lucro.

Em Minas Gerais, a colheita do feijão da primeira safra, o feijão das águas, tradicionalmente começa no final de janeiro. Mas para a safra 2009/2010 o clima colaborou. As chuvas chegaram mais cedo e foram regulares. Quem aproveitou para plantar no início de outubro, já está colhendo.

?Isso vai favorecer que o produtor possa fazer mais uma safra com o milho safrinha ou feijão da seca?, disse Jaci Santana, agrônomo da Emater.

É bom para o agricultor Roberto Rodrigues, de Patos de Minas. Em 15 hectares, o feijão rendeu 45 sacas por hectare e foi além da expectativa. ?A qualidade boa e o feijãozinho bom até?, avaliou.

Por conta da ajuda ele já vendeu toda a produção por R$ 64,00 a saca de 60 quilos. Como o custo foi de uma média de R$ 45,00, deu para garantir, além do sorriso, um bom lucro. ?Nessa época, quase ninguém tem aqui na região. A chuva vem cedo. A gente aproveitou e plantou. Estamos colhendo e já vendi também?, falou Rodrigues.

Minas Gerais responde por 15% da produção nacional de feijão, na primeira safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13039&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Perdas na lavoura valoriza arroz </title>
<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 10:23:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Enquanto alguns arrozeiros gaúchos colherão prejuízo em razão da chuva, outros projetam uma boa produção

Com quebra certa na produção da safra deste ano, arrozeiros gaúchos esperam com expectativa os resultados desta colheita. Enquanto produtores da Depressão Central amargam perdas sofridas com o excesso de chuva, em outras regiões do Estado há otimismo com a provável valorização do produto.

Dois agricultores retratam bem a situação da produção arrozeira gaúcha neste ano. O produtor de arroz Geovani Sari, 40 anos, que plantou 450 hectares em sua propriedade em Cachoeira do Sul, na Região Central do Estado, que já havia replantado sua lavoura em dezembro por causa do excesso de chuva e viu boa parte dela sumir debaixo da água no início do mês. Olhando com tristeza para a área plantada, Sari espera perda de pelo menos 50% neste ano.

- Mesmo que se colha alguma coisa do que sobrou, terei prejuízo. Só me resta esperar pela colheita para ver o que vai dar - diz Sari, que viu a lavoura ser engolida pela água em menos de um dia.

Enquanto isso, na Fronteira, o arrozeiro Elíbio Bessow, 59 anos, admira sua lavoura de 420 hectares plantadas em Santana do Livramento. A chuva não foi problema para o agricultor. Pelo contrário, garantiu que o nível de suas barragens que irrigam as lavouras fossem suficiente para uma boa produção. A poucas semanas do início da colheita, ele espera agora que o tempo mais seco ajude a aumentar a produtividade.

- Notamos alguns problemas de praga por causa da umidade em algumas plantas no mês passado. Espero que não seja registrada chuva em excesso daqui pra frente. Mesmo assim, estou otimista com os resultados deste ano - afirma Bessow.

No ano anterior, Bessow já havia se saído melhor que o colega Sari. Conseguiu uma produtividade de 170 sacas por hectare e vendeu a saca por um preço médio de R$ 32. Já Sari, comercializou sua produção por um valor médio de R$ 28 a saca e obteve produtividade de 130 sacas por hectare. Com cenários diferentes, os agricultores esperam agora que o preço seja melhor do que no ano passado.

A maior parte das entidades do setor ainda não sabe dizer quanto de quebra as cheias na Região Central provocarão. Concentrando cerca de 17% da área de arroz do Estado, a região teve produtores com perdas de até 70% em suas lavouras.

Para o presidente da Federação das Associações dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Renato Rocha, a quebra na produção será significativa. A entidade estima perdas de pelo menos 15% no total da produção gaúcha por causa dos problemas climáticos.

- Hoje, temos mecanismos (como previsão climática) que nos ajudam a nos organizar melhor na hora do plantio. Mas não há como escapar do clima. O certo disso tudo é que o arroz terá uma valorização, e alguns se beneficiarão com isso.

Outras importantes regiões produtoras, como a Fronteira Oeste, Campanha e Sul do Estado não tiveram problemas relevantes até o final da primeira quinzena deste mês.

Fonte: Zero Hora - RS - e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13024&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de feijão está comprometida no RS </title>
<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 10:21:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores que começaram a colher feijão no noroeste do RS contabilizam perdas de até 50% por cento da produção. Além da baixa produtividade, o excesso de chuva também fez cair a qualidade do grão, problema que deve refletir no preço final para o consumidor.

Os primeiros grãos que saem da lavoura comprovam os estragos da chuva. O agricultor Edésio Quaini, de Cruz Alta, esperava colher 40 sacas por hectare. Mas a produção não passou da metade.

- Se eu tivesse abandonado, teria ganhado dinheiro. Dessa vez, pagamos para trabalhar - conta o produtor.

O excesso de chuva também elevou o custo de produção da lavoura. O clima úmido favoreceu o aparecimento de pragas e os gastos com defensivos agrícolas foram 30% maiores em relação à safra passada.

- Nosso típico prato de arroz com feijão deverá sair mais caro, já que o arroz vem enfrentando grandes dificuldades devido às enchentes. É possível que nos próximos 30 dias o consumidor já comece a notar a diferença no arroz e no feijão - diz o economista Argemiro Brum.

Segundo a Emater, dos 84 mil hectares de feijão produzidos no Estado, 28% da área pode ser colhida. Na safra passada, o agricultor que vendeu a mesma variedade do feijão campeiro a R$ 80 a saca de 60 quilos, agora vai receber R$ 40.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13023&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ferrugem asiática avança sobre lavouras comerciais </title>
<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 10:20:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Até o momento, o Consórcio Antiferrugem contabilizou 676 focos de ferrugem asiática da soja em lavouras comerciais, sendo 242 registros nos primeiros dez dias deste ano. O número total de relatos mantém-se acima do registrado nas safras anteriores para o mesmo período. 

Na cana-de-açúcar, o grupo técnico da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo que cuida da ferrugem alaranjada se reuniu para avaliar e apresentar as ações realizadas na coleta de dados e análise de resultados. As inspeções permitem inferir que, no universo de variedades cultivadas em São Paulo, pequeno percentual tem apresentado susceptibilidade à nova doença.

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13022&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva castiga Cinturão Verde de SP </title>
<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:14:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Horticultores lamentam prejuízos e baixa qualidade dos produtos colhidos nesta época do ano

As chuvas intensas e constantes que castigam o Cinturão Verde de São Paulo têm causado grandes perdas para os produtores de hortaliças. Entidades estimam que a quebra na safra gire em torno dos 40%. Entretanto, há produtores que registram prejuízos bem maiores.

Na região de Mogi das Cruzes, que concentra aproximadamente 35% de toda a produção paulista de folhagens, a chuva inundou diversas propriedades próximas das várzeas dos rios, comprometendo praticamente toda a horta desses produtores, segundo relata o engenheiro agrônomo da regional da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) em Mogi das Cruzes, Felipe Almeida. "Grande parte dos produtores ocupa essas áreas devido à umidade favorável ao cultivo de verduras. Porém, com o excesso de chuva essas áres estão literalmente debaixo d"água", diz.

Além das perdas decorrentes das enchentes, a qualidade dos produtos que sobraram, geralmente porque foram cultivados em áreas mais altas, é baixa. Isso porque o excesso de água acaba levando toda a adubação do solo, o que compromete o crescimento das plantas. "Temos que adubar mais vezes e, ainda assim, não podemos esperar muito para colher", conta o proprietário da Jacareí Agricultura, um dos maiores produtores de hortaliças do Estado de São Paulo, Ricardo Lopes. Ele diz que em razão do tamanho reduzido da folhosa está tendo que colocar dois pés de alface em cada embalagem.

Ao todo, o empresário calcula perdas de 40%. "Na unidade que temos em Igaratá, 40 hectares de plantação de alface, couve e brócolis foram totalmente aniquilados pelas águas."

A preocupação principal do empresário, no entanto, não é com as perdas deste ciclo, mas sim com o comprometimento do próximo. Preocupação essa que é compartilhada pela Cooperativa Agropecuária Ibiúna-São Paulo (Caisp), que reúne cerca de 50 produtores de folhosas e entrega por dia 42 toneladas de verduras por dia. "Com a chuva constante perde-se adubo, o custo da produção sobre muito e a qualidade dos produtos cai", diz o gerente técnico da cooperativa, o agrônomo Claudio Markunas.

"Agora temos o que colher, pelo menos. O problema é que o próximo ciclo já deveria estar plantado. Independentemente do tempo bom que possa fazer, em 40 dias haverá desabastecimento", alerta Márcio Ideriha, cooperado da Caisp. Ele diz que em sua plantação de coentro as perdas bateram 60%.

O reflexo dessas quedas de produção já pode ser sentido pelos revendedores e também pelo consumidor final, que já encontra verduras bem mais caras nas feiras. Somente a Caisp reajustou seus preços em 20% antes do Natal e projeta aumento de mais 20% para as próximas semanas.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13011&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Aumento de focos de ferrugem asiática no PR preocupa </title>
<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:10:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O aumento dos focos de ferrugem asiática no Paraná é expressivo e preocupa os agricultores. Eles têm mantido vigilância constante nas lavouras para evitar as perdas com a doença.

A doença, velha conhecida dos produtores, é provocada por um fungo que ataca as folhas, diminui a quantidade de vagens e o peso dos grãos da soja. Altas temperaturas e umidade em excesso favorecem o surgimento da doença. O Paraná tem vivido dias quentes e com chuvas, o que aumenta a preocupação.

?Nós temos visto que as ocorrências começaram mais cedo este ano e também tem evoluído bastante rápido?, explicou Rafael Soares, agrônomo da Embrapa.

Na safra passada, o Estado registrou 1.582 focos. O fungo foi menos agressivo e as perdas não foram tão grandes. Mas não se pode baixar a guarda.

Em Cascavel, no oeste do Estado, a ferrugem já foi encontrada em sete propriedades desde novembro. São quase duas vezes mais do que na safra passada. Por conta disso, os agricultores têm sempre um olhando mirando a lavoura. É o receio que aumenta com a tendência de mais chuvas para as próximas semanas.

Os agrônomos dizem que quando a ferrugem toma conta da lavoura a queda na produção pode chegar a 80%. Por isso, muitos agricultores estão reforçando os cuidados com a prevenção. No norte do Estado, a estratégia tem dado certo.

Nos 300 hectares do agricultor Sérgio Amano, felizmente, não há nem sinal da doença. Ele faz acompanhamento de três em três dias. Não tira o olho da roça. Em vez de duas, serão feitas três aplicações de fungicida para manter a ferrugem longe da lavoura, pelo bem da produção.

Segundo o consórcio anti-ferrugem, coordenado pela Embrapa, até esta mesma época do ano passado, o Paraná havia registrado apenas 21 casos da doença. Quinze por cento do que foi registrado até o momento nesta safra. 

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13010&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Fim da colheita de girassol no RS </title>
<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:09:34 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do girassol está chegando ao fim, no Rio Grande do Sul. Nesta safra o rendimento foi bom e o preço também está agradando os produtores.

O seu Gilberto Scapin comemora a boa safra de girassol. O produtor de Cruz Alta, no noroeste gaúcho, plantou em agosto 45 hectares. O clima ajudou e a produtividade ficou em 26 sacas por hectare.

?Está dentro de uma expectativa de bom rendimento e tem uma boa lucratividade em comparação até com outras culturas de inverno e primavera?, explicou seu Gilberto.

O girassol que sai da lavoura vai direto para a indústria de óleo e biodiesel. A cultura vem se mostrando cada vez mais rentável. Hoje, são pagos cerca de R$ 43,00 pela saca do grão.

A região noroeste é a principal produtora do grão no Estado e como toda produção tem venda garantida o produtor já faz planos para a próxima safra.

Segundo a Emater, a área cultivada com o grão nesta safra no Rio Grande do Sul foi de 23,6 mil hectares.

O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor nacional de girassol. O primeiro é Mato Grosso.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13009&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva encarece alimentos no Sul e Sudeste </title>
<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:19:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As intensas chuvas deste verão nas regiões Sul e Sudeste do país provocaram aumentos de até 100% no atacado nos preços de alimentos como batata, alface e cenoura. A alta resulta da queda na oferta, causada pelo excesso de umidade, que estragou parte da produção, segundo as Ceasas (Centrais de Abastecimento) de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

Em Minas, a saca de 50 kg de batata chegou a custar R$ 110 na última semana do ano, enquanto o preço normal nesta época fica em torno de R$ 50, segundo o chefe do Departamento Técnico da CeasaMinas, Wilson Guide.

As chuvas que atingiram o sul do Estado e a região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba dificultam a colheita e o escoamento da produção, já que muitas estradas ficaram em situação precária.

Produtores de melancia, cenoura, beterraba, alface e chicória enfrentam situação parecida.

Em São Paulo, as chuvas estragaram principalmente plantações da região metropolitana, no chamado Cinturão Verde, grande produtor de hortaliças.

Segundo a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), houve aumento nos preços da alface, couve e rúcula. Em dezembro, o setor de verduras registrou alta de 56,1% nos preços do atacado, e a expectativa é que a curva continue ascendente devido à previsão de mais chuva para as próximas semanas.

De novembro para cá, a Ceasa-PR registrou alta de até 100% no preço de alimentos como cenoura, beterraba e batata por causa do excesso de chuva.

Segundo a Secretaria de Agricultura do Estado, a previsão é de mais perdas nas lavouras de batata, que deve ser colhida neste mês, e de cebola, já em plena colheita. Ambas as culturas sofrem com a proliferação de fungos e bactérias quando persiste o mau tempo, segundo o técnico Marcelo Moreira.

Outra preocupação no Estado é com a "migração" da produção local para São Paulo, onde as perdas foram mais significativas. "O produtor vende para lá porque é mais vantajoso, pagam mais", diz Moreira. A redução na oferta pode pressionar ainda mais os preços para o consumidor no Paraná.

No Rio Grande do Sul, a Ceasa aponta alta de 66% na couve-flor e de mais de 25% no brócolis, repolho, chuchu, batata-doce e cenoura, considerando os preços da primeira semana do ano.

O excesso de umidade, combinado com temperaturas altas, aumentou a incidência de "doenças fúngicas" nesses produtos, segundo o responsável pelas análises da Ceasa-RS, Claiton Colvelo.

No Paraná, as chuvas causaram transtornos também aos produtores de frutas de caroço, como pêssego e nectarina -o Estado é o terceiro maior produtor do país.

A Faep (federação da agricultura) estima redução de até 50% na produção de uva e perdas de até 30% nas frutas de caroço, produzidas na região norte do Paraná.

Fonte: Folha de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13004&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Começa a colheita do amendoim no inteiror paulista </title>
<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:18:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita do amendoim em Tupã, uma das principais regiões produtoras de São Paulo. Para essa safra, os agricultores esperam uma reação no preço.

O agricultor Adevar Coluci observava preocupado a plantação de amendoim. Parte da lavoura dele está debaixo da água por causa das chuvas constantes que atingem Tupã, na região centro-oeste de São Paulo desde dezembro. ?O prejuízo é de 15% a 20%. Não tem o que fazer porque vem de cima?, lamentou.

Por isso, quando São Pedro da uma trégua, as colheitadeiras já começam a operar para tentar diminuir as perdas na lavoura. Além do clima, quem produz também está atendo ao mercado. Na última safra, a saca de 25 quilos de amendoim chegou a ser vendida a R$ 12,00. Para esta safra, a previsão é de que o preço da saca do produto fique em R$ 20,00.

?Temos tido prejuízo com a comercialização. Na safra passada tivemos R$ 4,00 por saca de prejuízo. Nessa safra, buscamos a recuperação desse prejuízo. É importante que todo o setor tenha um desenvolvimento, que a indústria ganhe dinheiro, que o produtor ganhe dinheiro para que essa atividade continue sendo boa para a nossa região e para o nosso produtor rural?, falou Edson Schiavon, secretário de Agricultura de Tupã.

São Paulo é o principal estado produtor de amendoim do país.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13003&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Esperança de lucro no MA </title>
<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:17:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de soja do sul do Maranhão esperam lucrar mais com a safra deste ano. A queda no preço dos insumos e a chuva estão ajudando e as perspectivas são boas.

Os agricultores maranhenses semearam 413 mil hectares de soja. São 10% a mais que no ano passado. A safra também deve ser maior. Deve ficar acima de 1,2 milhão de toneladas, segundo estimativas da Conab, Companhia Nacional de Abastecimento.

O agricultor maranhense gastou bem menos para fazer o plantio este ano e a chuva na hora certa trouxe ânimo novo para o cerrado. O agricultor José Rauber confere o volume de chuva na plantação. Foram 38 milímetros numa só manhã. ?Estava meio úmido embaixo da soja ainda. Aí, com essa chuva é bom demais?, disse.

O paranaense Fábio Garcia plantou pela primeira vez no Maranhão. Ele semeou 650 hectares no município de Balsas, na região Sul do Estado. Está animado com o clima no cerrado nordestino. ?Aqui da bem menos veranico. Chove com mais freqüência?, contou.

Quem também está satisfeito é o produtor Marcos Schuch, que plantou 950 hectares. São 50 a mais do que no ano passado. Ele aumentou o tamanho da lavoura com as economias que fez na compra dos insumos. ?Em geral os químicos estão mais baixo que o ano passado, o preço. A gente gasta um pouco menos agora e vamos esperar que sobre?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=13002&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Setor agrícola gaúcho tem prejuízo devido às chuvas </title>
<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:44:22 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Chuvas que deixaram plantações alagadas, mataram animais e inutilizaram máquinas agrícolas voltaram ao Estado ontem

Entidades ligadas ao setor agrícola do Estado começam a semana articuladas em diversas frentes para levar a Brasília argumentos capazes de sensibilizar a União. Amanhã, representantes das federações da Agricultura (Farsul), dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), prefeituras, sindicatos rurais e parlamentares participam de audiências nos ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura, das Cidades, das Relações Institucionais e da Integração Nacional.

Além da busca de solução para as dívidas dos produtores que sofreram perdas na lavoura e na pecuária, a comitiva espera que o governo federal aja na reconstrução de estradas e pontes danificadas ou destruídas para garantir o trânsito e o escoamento da produção.

Na quarta-feira, a diretoria da Farsul debate os problemas causados em todos os segmentos da atividade. Além do arroz, que deverá registrar quebra superior a 10% da produção, culturas como soja e feijão preto foram fortemente atingidas pelas chuvas. Na quinta-feira, sindicatos rurais de 80 municípios que têm o arroz como base econômica participam de encontro na sede da federação. "Queremos obter os números mais precisos possíveis junto ao Irga para que possamos falar a mesma linguagem. A tendência é formular documento único, com a anuência da Federarroz e do Irga", afirma o presidente da Comissão do Arroz da Farsul, Francisco Schardong.

A Federação das Associações de Municípios do Estado (Famurs) promoverá reuniões regionais para repassar os resultados das audiências em Brasília e encaminhar a Assembleia de Verão, nos dias 21 e 22 de janeiro, em Tramandaí. Um dos principais temas deverá ser a proposta da criação de um Plano Estadual de Defesa Civil, com um fundo emergencial. O presidente da entidade, Marcus Vinícius Vieira de Almeida, sugere que 1% do ICMS recolhido ao Estado e 0,5% do que arrecadam os municípios seja destinado ao fundo. "Isso representaria uma reserva de R$ 40 milhões anuais, que ajudaria com mais rapidez a quem perdeu tanto e não terá como recuperar", diz Almeida, também prefeito de Sentinela do Sul.

Fonte: Correio do Povo - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12996&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Brasil vai ampliar produção de canola em 40% na próxima safra </title>
<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:42:15 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Oleaginosa é a terceira mais produzida no mundo

A canola, terceira oleaginosa mais produzida no mundo, vem ganhando espaço no mercado brasileiro. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a estimativa de produção na safra 2009/2010 é de 42 mil toneladas, 40% a mais que no ciclo anterior. Em 2008, a produção ficou em 30 mil toneladas e, em 2007, alcançou de 20 mil toneladas. Commodity oleaginosa mundial, a canola responde por 16% da produção de óleos vegetais, atrás da soja (33%) e do dendê (34%).

- O aumento da produção de canola é reflexo da consolidação da indústria do biodiesel no Brasil - afirmou o coordenador de Agroenergia do Ministério da Agricultura, Denílson Ferreira.

Para ele, a indústria brasileira de biocombustíveis pode contribuir para a ampliação da oferta diversificada de óleos, como soja, girassol, palma, dendê e a canola.

O cultivo da canola ocupa área de 30 mil hectares nos três Estados maiores produtores do grão no país: Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul. Isso resultará em 1,3 mil kg por hectare e, considerando que o grão possui cerca de 40% de óleo, serão produzidos 500 litros por hectare.

- É um volume significativo, visto que pode ser alternado com culturas, como soja, milho e trigo - ressaltou Ferreira.

Pesquisas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) apontam que o óleo de canola pode ajudar a prevenir doenças do coração. Rico em Ômega 3, um ácido graxo que ajuda a reduzir o mau colesterol e aumentar o bom colesterol, o óleo de canola também auxilia a controlar a pressão arterial, segundo os pesquisadores da UERJ.

Fonte: Canal Rural e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12995&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Quiabo prejudicado por excesso de umidade em SP </title>
<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:40:27 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva está prejudicando a produção de quiabo, em São Paulo. As perdas são grandes nas lavouras de Piacatu, um dos municípios que mais plantam a hortaliça.

A terra úmida é consequência das chuvas constantes e acima da média. Segundo a CATI, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, nos últimos 40 dias choveu quase 400 litros por metro quadrado em Piacatú, região noroeste de São Paulo. Isso é o dobro do que era esperado para o período. É tanta água que a planta não consegue dar frutos.

?Hoje, os produtores falam em torno de 20% em prejuízo?, contou Dailton Bigote, técnico agrícola da CATI.

Piacatu é uma das maiores regiões produtoras de quiabo no Estado de São Paulo. Por ano, são produzidas mais de 90 mil caixas de 18 quilos. Só que agora, com a chuva, os agricultores já começam a contar os prejuízos.

?Não da para colher na hora certa. Tem que colher molhado e ele fica um produto sem qualidade. Ele escurece?, explicou o agricultor José Vendrame.

Na propriedade de 24 hectares de seu José, a previsão de colher 700 caixas por hectare caiu pela metade.

Por causa da chuva, uma praga se proliferou mais rapidamente pelas plantações de quiabo: o nematóide. O parasita mata a planta e prejudica ainda mais a produção.

São Paulo é o segundo produtor nacional de quiabo, só fica atrás de Minas Gerais.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12994&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra Sul-Mato-Grossense terá alta de 1,4 milhão de toneladas </title>
<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:36:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Nesta safra 2009/2010 Mato Grosso do Sul deve colher 1,4 milhão de toneladas de grãos a mais que na passada, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira.

A produção total de grãos selecionados neste ano deve atingir 8,4 milhões de toneladas, 19,7% a mais que no ano que passou.

Os destaques são mais uma vez para a soja e milho. Embora na safra de verão a produção esperada de milho seja 23% menor, atingindo 383,5 mil toneladas, na safrinha é esperada produtividade 52% maior que elevará a produção anual do grão em 36,2%, totalizando 3,1 milhões entre as duas safras.

No caso da soja, a previsão é de aumento de 13,8% na produção, saindo de 4,1 milhões de toneladas na safra passada a 4,7 milhões nesta. O aumento na produtividade é de 12,9% e da área de 0,8%.
Também é prevista produção maior de trigo, em 7,6%, de 42,9% no feijão e queda de 14,5% na produção de arroz.

FOnte: Agora MS e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12979&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Aumento das chuvas é alerta para aparecimento de ferrugem da soja </title>
<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:35:14 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O fim do ano de 2009 foi marcado pelo alto volume de chuvas em todo o Brasil, que devem continuar neste mês de janeiro. Este cenário pode facilitar o aparecimento dos focos de ferrugem asiática da soja nas lavouras. Em Mato Grosso do Sul, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) é responsável por fiscalizar durante o vazio sanitário ? que acontece de julho a setembro ? e também orienta sobre cuidados com a produção.

Segundo Glaucy Ortiz, da Unidade de Defesa Sanitária Vegetal da Iagro, a observação é fundamental para evitar que o foco apareça, ou ao menos, controlar caso já tenha se estabelecido na lavoura. ?O produtor precisa vistoriar com mais frequência no período de chuvas, pois o fungo se desenvolve nestas condições. Se o sojicultor não analisa em profundidade, ao perceber o foco, pode ter prejuízos maiores?.

A técnica da Iagro informa que ao detectar os sintomas da ferrugem asiática, caracterizada pelas manchas amareladas nas folhagens do pé de soja, o produtor deve notificar a agência de defesa sanitária e colher amostras suspeitas para análise em laboratório. A indicação do serviço de inspeção deve ser feita pelo técnico responsável pelo monitoramento da lavoura.

?É importante que o produtor rural adentre sua plantação, e verifique exemplares das plantas em determinadas regiões. A prática de percorrer com veículo a plantação não permite verificar se já há foco na lavoura?, afirma Glaucy.

A prática do vazio sanitário é aplicada em Mato Grosso do Sul desde 2007. Ao determinar que o plantio da soja fica proibido de julho a setembro, o número de focos diminui consideravelmente, evitando perdas na produção e garantindo a qualidade do produto sul-mato-grossense.

Mais informações sobre como proceder ao localizar foco de ferrugem asiática nos escritórios da Iagro no interior do Estado ou pelo telefone 0800 647 2788.

Fonte: Agora MS e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12978&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva na hora certa em PE </title>
<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:31:49 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As primeiras chuvas do ano são motivo de festa no sertão de Pernambuco. Os agricultores já estão plantando e não falta simpatia para garantir o solo molhado.

Uma superstição secular que ainda pode ser vista no Nordeste. É um ensino que a agricultora Maria José de Jesus recebeu de seu avô. Todos os anos, de acordo com ela, ele costumava colocar sal em um prato. Pelo ritual, tinha de deixá-lo ao relento de um dia para o outro. Ao voltar, se as pedras de sal estivessem úmidas, era sinal de bom inverno. É no que ela acredita para este ano.

?Eu estou achando e todo mundo está achando que o inverno será bom, que 2010 será bom, se Deus quiser?, falou a dona Maria.

A confiança da agricultora é a mesma do agricultor Vicente Paulo Oliveira, que não perdeu tempo e já começou a arar o terreno de um hectare para plantar milho e feijão. Junto com o trabalho, o otimismo. ?Tem muita água. A terra está molhada?, falou.

Outros agricultores se anteciparam ainda mais. Em uma propriedade da região, o agricultor Flávio José do Nascimento já começou a plantar milho na área de mais de dois hectares.

O laboratório de meteorologia de Pernambuco estima que 30% do volume de chuvas registradas no primeiro trimestre serão acima da média. Se o clima continuar colaborando daqui a 90 dias ele terá milho pronto para ser colhido.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12977&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Uma safra de maçã boa, mas enxuta </title>
<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 08:14:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã prevê quebra de 10% na produção da atual safra

Na propriedade de Arlindo Antônio Piccoli, na localidade de Travessão Tompson Flores, em Caxias do Sul, a safra de maçã é comemorada, depois de quatro anos seguidos de problemas com o clima e doença no pomar.

O exemplo do fruticultor orgulhoso da produção, entretanto, pode ser apontado como exceção. Alguns produtores de Caxias do Sul e Monte Alegre dos Campos tiveram problemas com granizo, o que provocou prejuízo em parte da produção.

A estimativa é que esta safra, que começa a ser colhida na metade do mês, seja cerca de 10% menor do que a anterior - perto de 394 mil toneladas, explica o presidente da Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Blaise Castelet. A perda ainda não preocupa Piccoli e nem Valdecir Nascimento, responsável pelo pomar.

- Este ano, a maçã está ótima. Veio um agrônomo aqui e nos deu parabéns - conta o produtor.

Piccoli, que cultiva quatro hectares com a variedade gala e mais três hectares entre as variedades gala e eva, deverá colher em torno de 25 mil a 30 mil quilos de maçã por hectare.

- Vendo boa parte na Ceasa - diz.

O município de Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, é responsável por mais de metade da produção gaúcha. Na safra 2008/2009, foram colhidas no Estado 438 mil toneladas da fruta. Do total, 236 mil toneladas foram em Vacaria. Segundo Castelet, na região praticamente metade da safra é fuji, e a outra, gala.

A safra da maçã é responsável por um grande número de vagas de empregos temporários.

- Será uma boa safra. O que pode significar de 12 mil a 15 mil trabalhadores, entre os que já são funcionários e os temporários - calcula o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Vacaria, Sérgio Poletto.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12964&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva e calor beneficiam áreas de milho </title>
<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 08:13:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O ano começou sob chuva forte e muito calor em todo o Estado, mantendo o padrão observado durante boa parte de 2009, que terminou como um dos mais chuvosos da história, com chuvas bem distribuídas e abundantes desde junho.

Na semana a precipitação acumulada passou de 100 milímetros em Barretos, Campinas, Jaboticabal, Presidente Prudente e São José do Rio Pardo, volume correspondente a quase metade do total esperado para janeiro.

A umidade do solo está em nível de saturação em todas as localidades - apenas Itapeva tem armazenamento abaixo do limite máximo -, indicando condições adequadas para o desenvolvimento das lavouras de milho de Presidente Prudente e Itapeva e de soja de Ituverava e Jaboticabal.

As mesmas condições que favorecem o desenvolvimento das lavouras também contribuem para a propagação de doenças fúngicas. Durante a semana, um novo foco de ferrugem asiática da soja foi diagnosticado em Guaíra.

A alta umidade do solo, associada às chuvas intensas, também favorece a erosão nas áreas em declive e sem sistematização adequada.

O tempo úmido e quente continua favorecendo o crescimento dos canaviais de Jaú, Ourinhos, Araçatuba e Ribeirão Preto, indicando que a produtividade pode superar a expectativa especialmente nas áreas reformadas que terão o primeiro corte em 2010.

As pastagens também vêm crescendo vigorosamente, tornando a engorda do gado mais barata. A expectativa agora é a de que a cotação da arroba continue subindo.

Os seringais de São José do Rio Preto e Votuporanga têm sido favorecidos pela alta umidade do solo e pelo calor, elevando a produção de látex nesta safra.

A chuva em excesso no segundo semestre quebrou a produção de manga do noroeste paulista e atrasou o início da safra do figo na região de Campinas.

O tempo chuvoso também prejudicou a colheita do abacate em Jardinópolis; da uva em Jundiaí, Porto Feliz e Vinhedo; da banana em Juquiá e Pariquera-Açu; da lichia em Tupã e Bastos; do pêssego em Avaré; e a extração do látex nos seringais de Votuporanga e São José do Rio Preto.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12963&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Clima ameaça "safra cheia" do café </title>
<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 08:12:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas no segundo semestre de 2009 comprometeu a formação dos brotos florais resultando floradas irregulares e baixo "pegamento" dos frutos

São Paulo - O clima é uma preocupação para o setor cafeeiro em 2010. O excesso de chuvas no segundo semestre de 2009 comprometeu a formação dos brotos florais nos cafezais e o resultado foram floradas irregulares com baixo "pegamento" dos frutos. ""A safra deste ano é cheia, mas pode não ser tão exuberante como se imaginava inicialmente"", diz o especialista Celso Luis Vegro, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Pior: o excesso de umidade induz a produção de folhas no pé de café, que fica vistoso, mas encarece a colheita por causa da maior dificuldade de se apanhar os grãos. O produtor também vai gastar mais com podas e desbrota do cafezal, observa Vegro. Além disso, cresce o risco de incidência de pragas e doenças, já que o excesso de umidade, as altas temperaturas do verão e a grande quantidade de folhas tenras são "um prato cheio" para a ferrugem, principalmente. ""A safra 2010/11 deverá ser trabalhosa, custosa e a qualidade talvez seja até inferior à deste ano, que já não foi boa por causa das chuvas durante a época de colheita"", avalia o pesquisador.

O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, endossa que a cafeicultura deve ter dificuldades em 2010. De acordo com ele, o produtor está descapitalizado, sem condições de tratar a lavoura. ""O excesso de chuva provocou floradas irregulares, o que deve reduzir a próxima safra, apesar de cheia.""

O cenário da safra de café no Paraná é parecido. Segundo Paulo Sérgio Franzini, secretário executivo da Câmara Setorial do Café do Paraná, ligada à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), o problema foi o volume e a frequência da chuva no início da floração, a partir de setembro do ano passado. ""O período que normalmente é seco e frio - o que favorece a boa formação dos brotos - foi de muita chuva"", conta. ""É um fato que não me lembro de ter acontecido em outros anos"", diz o secretário.

O resultado disso, acrescenta Franzini, é que hoje em uma única planta pode ser encontrado grãos já formados e grandes, médios, pequenos e ainda flores. ""Não está uniforme"" lamenta, frisando que isso dificultará a colheita. Por conta dessa situação, pontua ele, o produtor terá que optar por colher parceladamente - em duas ou três vezes -, mas ver o custo de mão de obra onerado, ou retirar os grãos de uma única vez e perder em qualidade.

Franzini informa que nesta safra a previsão é que sejam colhidas de 2 milhões a 2,2 milhões de sacas de café, segundo levantamento feito pelo Departamento de Economia Rural, órgão ligado à Seab, no ínicio do mês de dezembro de 2009. O volume, por sua vez, é maior que o colhido no último ciclo: 1,5 milhão de sacas.

Fonte: Folha de Londrina, Agência Estado e Agritempo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12962&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Clima sustenta retomada da safra de grãos </title>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:31:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Boas lavouras de soja e milho indicam produção cheia no Paraná. Recuperação anima agricultores, mas real forte diante do dólar compromete margem de lucro

Termômetro do agronegócio no Paraná, as cooperativas confirmam as projeções de crescimento em 2010. "O cenário é melhor do que o de 2009. Os mercados ainda não retomaram a normalidade, mas caminham para isso. A expectativa é de uma colheita maior, inclusive próxima à safra recorde, registrada anteriormente", avalia Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

"Pelos indicativos daquilo que aconteceu em 2009 e pelas perspectivas econômicas no mundo e no Brasil, tudo nos leva a crer que teremos um bom desempenho em 2010", prevê o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski. No estado, o sistema cooperativista espera para este ano um aumento de 10% na receita, para R$ 27,5 bilhões. O resultado superaria o de 2008, recorde até então, quando as cooperativas paranaenses faturaram R$ 25,8 bilhões. "Acreditamos que a safra de verão proporcionará melhores resultados aos agricultores paranaenses. As perspectivas em relação à retomada da economia no mundo também são boas e podem beneficiar o setor", justifica Koslovski.

Em 2009, ano de crise, a receita do setor teve ligeira queda de 3%, para R$ 25 bilhões. O resultado do ano passado foi sustentado pelas exportações, que mesmo pressionadas pelo câmbio renderam ao sistema 4% mais, num total de R$ 1,5 bilhão.

"Desde novembro o clima está como a lavoura gosta. Estamos caminhando para uma safra recorde de soja." Margorete Demarchi, agrônoma do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab)

"Em termos de mercado, 2010 será parecido com 2009. Mas a produção será maior. (...) Mesmo que o preço não seja tão bom, em anos de boa safra com este o produtor ganha na escala, em produtividade." Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar)

"O produtor comprou insumos com o dólar a R$ 2,10 e a safra será vendida com câmbio de R$ 1,70. É um diferencial que reduz a margem de lucro do produtor." Gilda M. Bozza, economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep)

13,1 milhões de toneladas é o potencial de produção de soja do Paraná no ciclo 2009/10. Se confirmada, será a maior safra do grão do estado, com crescimento de 30% ante a temporada anterior.

6,95 milhões de toneladas é quanto pode render a safra de milho de verão do estado neste ano. Em uma área 24% menor, Paraná pode ter produção 7% maior em 2009/10.

R$ 27,5 bilhões é quanto as cooperativas paranaenses esperam faturar em 2010, um crescimento de 10% ante 2009.

Com a safra de grãos implementada e mais de 90% das lavouras em boas condições, os produtores paranaenses começam 2010 mais aliviados. Se o clima continuar ajudando, podem colher neste ano a maior safra de soja da história. A produção de milho não bate recorde, mas também tem um gosto especial, de retomada. O potencial é para 20 milhões de toneladas de grãos de verão, 13,1 milhões de soja e 6,95 milhões de toneladas de milho, conforme avaliação da Expedição Safra RPC. No ciclo passado, prejudicada pelo clima seco, a produção das duas culturas no verão não chegou a 15 milhões de toneladas.

Desde novembro o clima está como a lavoura gosta. Estamos caminhando para uma safra recorde de soja", diz Margorete Demarchi, agrônoma do Departamento de Economia Rural (Deral) da Seab.

"Em termos de mercado, 2010 será um ano parecido com 2009. Mas a produção será maior. As perspectivas para a safra de verão são otimistas. O clima está muito bom. Se continuar assim, ao final da temporada 2009/10, o Paraná pode alcançar 32 milhões de toneladas, contra 26 milhões no ano anterior", estima Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Além de soja e milho de verão, a projeção de Turra considera as demais 19 culturas analisadas pela Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab) e prevê queda no plantio de trigo e aumento da área de milho safrinha.

"Com produção crescente, o vilão da rentabilidade agrícola em 2010 será o câmbio. "O produtor comprou insumos com o dólar a R$ 2,10 e a safra será vendida com câmbio de R$ 1,70. É um diferencial que reduz a margem de lucro do produtor", compara Gilda M. Bozza, economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). Na época do plantio, o bushel (27,6 quilos) da soja oscilava entre US$ 11 e US$ 12 na Bolsa de Chicago (CBOT), o equivalente a mais de R$ 53 a saca de 60 quilos, considerando o câmbio da época e sem descontar prêmio de exportação ou outros deságios. Hoje, na mesma conta (câmbio e CBOT atuais, sem descontos), a saca vale menos de R$ 39.

"Mesmo que o preço não seja tão bom, em anos de boa safra como este o produtor ganha na escala, em produtividade", observa Turra. "O preço da soja está mais baixo que na safra passada, mas ainda remunerador. Já o milho não está tão bom, e o governo vai precisar garantir o preço mínimo. O trigo, com área menor, boa produtividade e preço mínimo, deve ter rentabilidade positiva neste ano", afirma.

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12959&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita de hortaliças antecipada em SP </title>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:29:05 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de hortaliça da região de Mogi das Cruzes, no cinturão verde da cidade de São Paulo, estão antecipando a colheita. Com o excesso de chuva muita gente perdeu a produção e a procura aumentou.

No sítio em Mogi das Cruzes, no cinturão verde de São Paulo, a colheita é antecipada em uma semana. O agricultor Benedito Gishifu conta que não é possível esperar o ponto certo de colheita por causa dos pedidos dos clientes. ?Eles vão procurar em outra área. Não está no ponto ideal, mas, para garantir para os clientes, estou cortando mais cedo?, disse.

A região de Mogi das Cruzes é responsável por 30% da produção de hortaliças do Estado. Só das variedades de alface quase 50% saem da cidade. Os produtores da cultura também tiveram que antecipar a colheita. Os pés são retirados da lavoura 15 dias antes do ideal. A diferença é percebida no tamanho.

O agricultor Maurício Kimoto explicou que a vantagem é evitar as perdas. ?Quanto mais tempo as plantas ficarem nos canteiros, vão ficando mais frágeis ao ataque de pragas e de insetos e também do tempo. Existe também o risco da chuva de granizo. Cada vez que o céu escurece, a gente fica preocupado. Então, quanto mais cedo colher evita-se os riscos de perda?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12958&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva possibilita preparo do solo na PB </title>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:28:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Na Paraíba, o ano de 2010 começou com chuva, motivo de comemoração para os agricultores. Eles já iniciaram o preparo da terra para o plantio da safra.

No sertão já é possível ouvir o barulho que a enxada faz ao deixar a terra pronta para o plantio. O mês de janeiro é de expectativa para os sertanejos à espera das primeiras chuvas do ano.

O ano de 2010 começou bem pela região. De acordo com a Secretaria de Agricultura municipal, nas primeiras horas do ano já choveu cerca de 40 milímetros. É uma esperança ao homem do campo, que já começou a preparar a terra.

O agricultor José Adilson mora na comunidade Trincheiras, a sete quilômetros de Patos. De olho nas primeiras chuvas, ele pretende plantar milho e feijão em dois hectares da propriedade.

Na comunidade moram cerca de 120 famílias, que começaram o ano otimistas. Sem esquecer um velho hábito de observar as nuvens e fazer as previsões baseadas em experiências dos mais antigos, o agricultor Antônio Robério está confiante numa boa colheita. ?Choveu no final de 2009 e no começo do ano. A gente está notando que vai ser bem", concluiu.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12957&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de soja é antecipada no sul de MT </title>
<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:34:50 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Esse ano o plantio de soja no sul de Mato Grosso foi antecipado para o mês de setembro. Agora, a colheita deve ter início nas próximas semanas. Os produtores estão otimistas, mas ao mesmo tempo esperam que o tempo possa colaborar.

Na oficina, as colheitadeiras recebem os últimos reparos antes de entrar na lavoura. "A gente está correndo contra o tempo para tentar deixar o maquinário em dia, em condições de colheita até o início de janeiro, para que não atrase a colheita", explica Dirceu Berres, gerente de manutenção.

A área de soja na fazenda, no município de Pedra Preta, passou de oito mil para dez mil hectares.

A primeira área a ser colhida será a de soja precoce, que foi plantada em setembro. A produtividade por hectare deve superar as expectativas. "A soja precoce tem previsão de colheita na virada do ano e temos uma previsão de colheita de 58 sacas por hectare", revela Claudinei José Costa, agrônomo.

Até agora o ciclo da soja tem agradado os produtores, mas eles esperam que o clima também possa favorecer a colheita que será antecipada. "A gente espera que no início desta colheita não tenhamos tanta chuva como no início de dezembro, onde tivemos vários dias consecutivos com chuva, o que atrapalharia muito a colheita e o plantio da segunda safra", afirma Fábio Schimdt, agrônomo.

Segundo o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária, na região sudeste do estado a área total de soja chega a quase um milhão quatrocentos e cinquenta mil hectares. A produção deve atingir cerca de quatro milhões, duzentas e cinquenta mil toneladas.

Em todo o estado de Mato Grosso, a previsão é colher mais de dezoito milhões e seiscentas mil sacas de soja, segundo a CONAB, a COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. No norte do estado, onde o plantio normalmente é mais antecipado, a colheita já está começando.

Fonte: ZOONEWS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12917&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores de algodão aderem ao plantio adensado e reduzem custos </title>
<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:32:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Os produtores de algodão mato-grossense alugaram 12 máquinas do Paraguai e Argentina para realizar o plantio adensado, responsável por reduzir pela metade o espaçamento convencional e consequentemente o custo de produção.

A nova tecnologia permitirá aos cotonicultores da região ampliar a área com essa tecnologia dos 7 mil hectares do ciclo anterior para 52 mil hectares no atual, além de evitar que a produção caia pela terceira safra consecutiva.

A colheita para o plantio adensado traz exigências diferentes da demandada pelo plantio convencional, mesmo assim deve retornar os investimentos à atividade, sobretudo na adaptação de maquinário de colheita e de beneficiamento.

Os produtores de Mato Grosso acabaram comprando dez das 12 máquinas alugadas. Mas diante das limitações de volume e de preço dessa importação, produtores e indústria se reuniram e conseguiram bom resultado com o ajuste das máquinas nacionais.

Adaptação - Agora, a meta é vencer o tempo e adaptar a frota interna para trabalhar em uma área oito vezes maior que a passada. "Estamos comprando plataformas para serem adaptadas às máquinas convencionais. Só Mato Grosso vai demandar de 80 a 100 plataformas", diz Gilson Pinesso, presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa).

Apesar de estarem retornando, os investimentos ainda estão bem abaixo dos realizados no auge da cultura algodoeira em Mato Grosso, que já plantou sozinho 542 mil hectares - na época, a metade da produção nacional - e que neste ciclo deve cultivar 360 mil hectares.

Custo - Cada plataforma custa entre R$ 80 mil e R$ 100 mil, preço mais atrativo do que as máquinas usadas argentinas e paraguaias, que foram adquiridas por US$ 80 mil. Ainda muito viável perto da aquisição de uma colheitadeira nova, que vale em torno de US$ 250 mil, segundo Pinesso. "Ajuda-nos o fato de a indústria que está produzindo essas plataformas oferecer condições melhores de pagamento. Com uma ou duas safras amortizamos o investimento", afirma.

Marco - Mais do que conter retração, o cultivo do adensado nesta safra vem sendo considerado um marco da retomada da cultura algodoeira no Centro-Oeste que, nas últimas duas safras caiu 27% com custos altos e preços e dólar em baixa. Mato Grosso, por exemplo, que já chegou a ter 520 produtores de algodão, está atualmente com menos da metade, 238, segundo informações da Ampa. "Essa nova tecnologia, de custo menor, promete trazer de volta a rentabilidade da cultura. A safra total de algodão de Mato Grosso, que será de 400 mil hectares pode, em três anos passar de 600 mil a 700 mil hectares, sendo pelo menos metade, de adensado", aposta Pinesso.

Pós soja - Com entrelinha de 45 centímetros entre um pé e o outro - o espaçamento do convencional é de 90 centímetros -, o adensado é plantado após a colheita da soja e, com menor risco, até 15 de fevereiro. Tem um ciclo de 150 dias, ante o do convencional que é de 200 a 210 dias, e por isso, demanda menos defensivo, o que faz o número de aplicações cair de 30 para algo entre 12 e 13, detalha Adão Hoffman, diretor-executivo da Associação Sul-matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampasul). "O custo do hectare do adensado é de US$ 1 mil a US$ 1,2 mil, valor que para o convencional fica entre US$ 2,2 mil e US$ 2,3 mil".

Área - Na região norte de Mato Grosso do Sul, que é responsável por 95% do plantio no Estado, a área de algodão adensado vai sair de 300 hectares para 5 mil. "A safra grande vai cair de 36 mil hectares para 31 mil hectares, mas essa queda será suprida pelo adensado", diz Hoffman. Em Goiás, os 1,4 mil hectare do ciclo passado também se expandirão para 6,97 mil hectares com a nova tecnologia. Se não fosse o impulso do adensado e seu custo menor, a área total de Goiás iria recuar de 57 mil hectares de 2008/09 para 47 mil hectares.

Fonte: Olhar Direto e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12916&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva prejudica safra paulista de manga </title>
<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:29:47 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva prejudicou a safra da manga, em São Paulo. O Estado, segundo produtor nacional da fruta, deve registrar perdas de até 50%. Para piorar a situação dos agricultores, o preço não reagiu mesmo com a pouca oferta.

Colheita mais trabalhosa do que na safra passada. Há menos frutas no pé. ?A diferença é muita. Esse ano deu muito pouca produção. Eu estou achando que vai até faltar serviço pra nós?, disse Angélico Francisco da Silva, trabalhador rural.

A região de Taquaritinga, responsável por 45% da produção de manga do Estado de São Paulo, teve quebra de 50% da safra. A previsão é colher o máximo de 1,5 milhão de caixas. O motivo foi a chuva na hora errada, bem na época da floração. A produtividade diminuiu. Um pé, que deveria render até 200 quilos de frutos, não chega a cem quilos, mesmo com a prevenção dos agricultores.

Para proteger os pomares da alta umidade os produtores gastaram mais com agrotóxicos este ano. Em uma das propriedades, por exemplo, foram feitas 17 aplicações quando dez seriam suficientes se não tivesse chovido tanto. Nem assim o resultado saiu como o esperado.

O agricultor Rogério Bombarda, que tem mil pés produzindo em Taquaritinga, está preocupado. Apesar da queda na produção, os preços oferecidos pela fruta continuam baixos. ?O preço que se esperava pela pouca produção não reagiu?, avaliou.

De acordo com o Sindicato Rural de Taquaritinga, a renda obtida este ano com a colheita da manga, na região, caiu pela metade.

Fonte: Globo Rural]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva e calor favorecem lavouras de cana </title>
<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 09:32:22 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A última semana da primavera começou com chuva, mas teve tempo estável e temperatura em elevação entre sábado e domingo. A máxima passou de 31 graus em praticamente todo o Estado, superando os 34 graus em Votuporanga, Ilha Solteira e Presidente Prudente. A mínima oscilou entre 19 e 21 graus.

A chuva acumulada no período, contudo, passou de 70 milímetros em Campinas, Jaú, São José do Rio Pardo e Sorocaba - volume que correspondente a cerca de um terço do total esperado para dezembro. Durante a primavera, a precipitação acumulada ficou acima do volume histórico em praticamente todos os locais.

Apenas em Jaboticabal, Presidente Prudente e Ribeirão Preto houve pequena deficiência hídrica, no entanto sem nenhum comprometimento das lavouras de milho, soja, mandioca e cana.

Nas demais localidades a umidade do solo seguiu próxima do limite máximo de retenção, assegurando o suprimento hídrico às lavouras e pastagens sem estresse por, pelo menos, mais dez dias.

A associação da chuva abundante com o forte calor favoreceu o desenvolvimento das gramíneas nas pastagens do oeste do Estado, mas a pequena elevação na cotação da arroba do boi por causa das festas do fim de ano ainda não foi suficiente para animar os pecuaristas.

Nos canaviais já colhidos o crescimento da cana é vigoroso por causa das condições de tempo favoráveis, mas nas áreas que ainda não foram colhidas a expectativa é de prejuízos.

As chuvas contínuas impediram que parte das áreas fosse colhida dentro do período ideal, o que deve obrigar que mais de 50 usinas do Centro-Sul do Brasil continuem o processamento ao longo do verão.

Apesar de garantir recursos durante a entressafra, a colheita da cana durante o verão pode afetar a rebrota e reduzir a produtividade das safras seguintes.

Nas lavouras de mandioca a chuva também comprometeu a colheita, mas com pequeno efeito sobre as cotações de fécula e raiz. O retorno do sol no fim de semana voltou a favorecer a colheita, o que deve normalizar a oferta.

A chuva causou pequenos atrasos, mas não comprometeu a colheita da uva em Indaiatuba, Itupeva e Jundiaí e do figo em Valinhos e Campinas.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tempestade de granizo causa estragos em SP </title>
<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 09:30:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Uma tempestade de granizo deixou uma imagem de destruição no nordeste de São Paulo. O prejuízo foi grande para alguns agricultores.

Quase 20 horas depois da tempestade ainda havia muito granizo acumulado nas margens da rodovia Cândido Portinari. A tempestade durou 40 minutos.

De manhã, o cenário era de destruição. Animais mortos, casas destelhadas, árvores arrancadas e canaviais inteiros derrubados pelo vento.

Os produtores rurais foram os mais prejudicados com a tempestade de granizo. Em uma propriedade, toda a produção de buchas foi perdida. Foram cerca de dois mil pés destruídos em alguns minutos. ?Parecia que estava acabando tudo, um terremoto, a coisa foi horrível mesmo. Quando estava a uns quatro, cinco quilômetros, dava para ouvir com nitidez o som?, conta Maurício Pereira, agricultor.

?Era chuva, gelo e batendo em cima da casa. Eu falei ?meu deus do céu, não tem nem uma mesa aqui para a gente se esconder embaixo??, revela Denir Teixeira Dias, agricultor.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12898&idQuadros=]]></link>
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<title>Plantio de arroz terminado no RS </title>
<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 09:28:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio do arroz está terminando no Rio Grande do Sul. O excesso de chuva atrapalhou muito e a área cultivada deve ser menor que a prevista.

O estado pretendia cultivar um milhão e setenta mil hectares de arroz, mas as chuvas de novembro provocaram enchentes e alagaram 110 mil hectares de lavouras. Quando as águas baixaram, no início de novembro, começou uma corrida contra o tempo, já que o período indicado para o plantio era até 15 de novembro.

A estimativa do Instituto Rio-Grandense do Arroz é de que 10% das lavouras do estado não poderão mais ser cultivadas este ano. Alguns produtores chegaram a investir no uso de aviões para acelerar o replantio nas áreas que foram atingidas pela enchente. Como nem todos têm este recurso, muitos não conseguiram replantar o que perderam.

Em uma propriedade, 900 hectares foram perdidos. Em 10% da área, o produtor desistiu de plantar. ?O problema é que o tempo não nos deixou terminar de plantar. Esta completamente fora de época e quem semear daqui para frente é pura loteria?, acredita Alfredo Martini, agricultor.

O risco, ao plantar fora da data recomendada, é perder 5% de produtividade a cada 15 dias de atraso, segundo o Instituto Rio-Grandense do Arroz.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12897&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Confirmado 1º caso de ferrugem na soja em Sinop </title>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:45:52 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Sinop diagnosticou o primeiro caso de ferrugem asiática em plantação de soja na semana passada. De acordo com o projeto Antiferrugem da Aprosoja (Associação do Produtores de Soja do Estado do Mato Grosso), 64 amostras foram analisadas e apenas uma mostrou-se contaminada. A plantação fica na região do bairro Alto da Glória. Em 2008 foram 6 confirmações de ferrugem.

As amostras estão sendo analisadas desde o dia 13 de novembro e no Estado já foram constatados 51 casos da doença em 18 municípios. O engenheiro agrônomo Sérgio Plens, disse que o índice de casos positivos está alto devido a quantidade de umidade em que as lavouras se encontram o que é propício para a reprodução do fungo. O prejuízo para quem não tratar no início pode chegar a perca de 80% da plantação.

Fonte: Só Notícias e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12895&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtividade do milho é grande destaque do ano em MT </title>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:36:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Escassez de crédito prejudicou cotonicultura mato-grossense em 2009

Apesar de enfrentar dificuldades ao longo do ano, o setor produtivo de Mato Grosso encerra 2009 com balanço positivo. Relatório divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) traz uma retrospectiva dos principais produtos produzidos no Estado (soja, milho, algodão e bovinocultura), e adianta as próximas ações para cada setor em 2010, dando continuidade à temporada 09/10. No geral, a avaliação do instituto para este ano é boa, mas com a ressalva de que vários problemas foram superados para se chegar a um balanço satisfatório. No caso do milho, segundo o boletim do Imea, este foi um ano (excelente) para o Estado, no que se refere a produtividade. A safra foi inédita não só pelo incremento na área plantada, mas também na quantidade produzida por hectare. Dados do Imea apontam para uma média de 84 sacas por hectare, podendo variar de acordo com a tecnologia utilizada, sobretudo no que diz respeito a insumos.

"2009 foi um ano fantástico para os produtores de milho. Isso porque a produtividade atingiu números muito bons. Em compensação, quem plantou milho não foi contemplado na hora de vender, já que com excesso de produção, os preços caíram e a intervenção do governo federal foi necessária", afirma o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Glauber Silveira da Silva.

Números do Imea revelam que a produção do grão chegou a 8,5 milhões de toneladas, mas a demanda estadual não correspondeu como se esperava, apesar de haver um consumo considerável para a criação de aves e suínos no Estado. O instituto informa que do volume total produzido, apenas 25% foi consumido internamente. "Por isso solicitamos tantos leilões de subvenção ao governo, para ajudar no escoamento do milho", acrescenta Silva. Para se ter uma ideia das dificuldades enfrentadas pelos produtores estaduais, houve ocasiões em que cerca de 1,5 milhão de toneladas foram armazenadas a céu aberto, sendo que uma parte teve de ser descartada por ter sido molhada pela chuva.

Mesmo com todos os leilões realizados, sendo que alguns deles foram exclusivos para Mato Grosso, o Imea aponta que ainda estão estocados nos armazéns do Estado, cerca de 2,7 milhões de toneladas de milho, e outros 1,3 milhão a serem negociados a um mês do plantio. "Por conta disso muitos produtores ainda estão se decidindo sobre o plantio, adquirindo os insumos", afirma o presidente da Aprosoja ao contar que ainda não há uma estimativa de qual será a área produzida com milho na safra 09/10, cujo levantamento será feito aos poucos pela entidade.

Sojicultura - Com relação à soja, o boletim do Imea mostra que 2009 também foi um ano difícil e explica que isso ocorreu porque em meados de 2008, quando o sojicultor tomou a decisão sobre o plantio, o mundo passava pela crise financeira internacional, com restrição ao crédito e sem muitas perspectivas de preços. Como se não bastasse o custos com fertilizantes aumentaram, preocupando ainda mais o setor produtivo. Mas em 2009, o cenário melhorou e aponta para perspectivas ainda melhores para o ano que vem. O plantio foi concluído no Estado, em dezembro, antes do previsto, e contou com uma redução no preço dos fertilizantes.

"Esperávamos pelo caos, especialmente no país, com alguns reflexos em Mato Grosso, mas isso não aconteceu. Tivemos um ano em que o clima ajudou bastante e o produtor está conseguindo ter rentabilidade, com pouca ocorrência de ferrugem asiática. O maior problema que destacaria em 2009, foi a falta de crédito", diz o presidente da Aprosoja Glauber Silveira da Silva. A boa produtividade da safra de soja, consolidou o Estado, mais uma vez, como o maior produtor de soja do país, com cerca de 18 milhões de toneladas.

Ainda conforme o relatório divulgado pelo Imea, as vendas externas de soja evoluíram significativamente ao longo do ano. Os números revelam embarques de 10,460 milhões de toneladas de janeiro a novembro, volume 21% maior que o ano anterior. A quantidade é ainda 5% superior ao volume recorde exportado pelo Estado, que foi no ano de 2006. O faturamento com as exportações deste ano somaram US$ 4,130 bilhões, e teve a China como principal comprador do grão.

Com um ano marcado por obstáculos e superações para ambos os produtos, o presidente da Aprosoja destaca que entra ano, sai ano, a o principal gargalo da agricultura mato-grossense é a logística. Ela firma que as rodovias, por onde é escoada a maior parte da produção estadual, está em más condições e o frete é bem mais elevado que se comparado a outros modais, como ferrovia e hidrovia. "Precisamos melhorar a infraestrutura logística e esperamos avanços em 2010". Dados do Imea apontam que em janeiro de 2009, o valor do frete por tonelada custou R$ 203 (de Sorriso ao porto de Santos), e que encerra o ano estimado em R$ 176/tonelada.

Colheita de Soja - Com o plantio de soja feito antecipadamente e concluído no início de dezembro, algumas propriedades rurais já iniciaram a colheita em Mato Grosso. O presidente da Aprosoja, Glauber Silveira da Silva, diz que nas cidades de Nova Mutum e Sapezal, por exemplo, a oleaginosa já está dessecando e as máquinas aos poucos estão entrando nas lavouras para colher o grão.

A delegada da associação em Nova Mutum, Leane Altmann, afirma que uma propriedade já colheu 200 hectares e outra somou a colheita de mais 50 hectares. Ela não sabe informar a quantidade colhida. Na cidade, foram plantados cerca de 300 mil hectares. "Nos próximos dias o ritmo tende a acelerar e a colheita da soja precoce começar para valer". Em Sapezal, o secretário do Sindicato Rural, Diego Stasih, adianta que a colheita está programada para começar no dia 24, na véspera de Natal. Na cidade, conforme o secreta"rio foram plantados 160 mil hectares com soja precoce, cuja colheita será concluída até 15 de fevereiro.

A estimativa é que desta área colhida com a variedade precoce, cerca de 120 mil ha serão destinados ao plantio de milho safrinha e o restante ao algodão.

Cotonicultura - Para os produtores de algodão, o ano de 2009 foi marcado pela crise de crédito. Como consequência, a área plantada reduziu cerca de 30% na safra 2008/2009, na comparação com a anterior, e também para a safra 09/10. Para minimizar os impactos da crise, os cotonicultores buscaram assistência técnica e se apoiaram nas pesquisas e na transferência de tecnologias. O opção pelo algodão adensado, que visa o plantio de variedade de ciclo precoce (menos de 150 dias) vem diminuindo os custos e melhorando a rentabilidade da cultura. Para a safra 2009/2010, esse tipo de plantio deve ser adotado, com maior adesão.

Fonte: Gazeta Digital e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12893&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>PR vai deixar 20% da cana para moer na próxima safra </title>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:34:17 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Perto de 20% da cana produzida no Paraná neste ano vai ficar em pé até a próxima safra, segundo avaliação da Associação dos Produtores de Bioenergia, a Alcopar. São entre 10 e 11 milhões de toneladas ? suficientes para 120 mil toneladas de açúcar ou 75 milhões de litros de álcool. A colheita deve cair de 53 milhões (previsão) para 42 milhões.

A expansão contínua das lavouras faz com que essa diferença seja recorde. O Paraná ampliou o cultivo em 12% na última safra, para 590 mil hectares. ?É muita cana, mas com tanta chuva, não tem outro jeito?, diz o presidente da Al­­copar, Anísio Tormena.

Em todo o país, há 50 mi­­lhões de toneladas de cana estocados no campo. É como se toda a produção do Paraná fosse simplesmente armazenada. O rendimento do próximo corte, daqui quatro meses, aumentará, mas não deve se equiparar a dois cortes normais, lamentam os investidores.

As usinas param de cortar cana quando a chuva aumenta porque a umidade reduz o rendimento industrial. Com 1 tonelada de cana, em vez de 95 litros de álcool, extrai-se menos de 75 litros. Considerando o mesmo volume de matéria-prima, a produção de açúcar cai de 140 para 120 quilos. Além disso, se cortarem a cana a partir de janeiro, os produtores só poderão fazer nova colheita na mesma área após um ano, ou seja, em 2011.

A queda do rendimento industrial e a alta demanda por açúcar no mercado internacional fez os preços subirem no Brasil. O alimento é destino de 43% da cana no país e de 46% no estado, conforme dados do governo federal. As entidades que representam as usinas dizem que esse índice chega a 52% no Paraná. Para todos os efeitos, são pelo menos 3% a mais de cana destinada ao açúcar do que na última safra.

Com isso, os preços do álcool perderam competitividade em relação à gasolina. Só vale a pena abastecer o carro com o combustível renovável em oito estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernam­buco, São Paulo e Tocantins. Como tem rendimento menor, o álcool só é mais vantajoso se custar até 70% do preço da gasolina. No Paraná, o índice chegou a 66% na última semana, conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Os preços do combustível são estáveis, sustenta Tormena. Ele diz que, se depender da oferta doméstica, o consumidor pode esperar redução no preço a partir de maio do ano que vem, após o início da próxima safra de cana.

As usinas vão continuar moendo cana enquanto o clima permitir, afirma Antonio de Padua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Perto de 10% das 430 usinas do país devem atravessar a entressafra trabalhando. Um terço pretende voltar a colher cana com um mês de antecedência, em abril de 2010.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12892&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima favorece safra de grãos nos Campos Gerais/PR </title>
<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 15:17:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Diferentemente do que aconteceu no ano passado, o clima tem favorecido a produção de soja e milho na região dos Campos Gerais. A expectativa é que sejam produzidos 3,06 milhões de toneladas de grãos, conforme o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Segundo o engenheiro agrônomo do Deral, José Roberto Tosato, as condições climáticas são favoráveis para a soja, que necessita de chuvas e períodos longos de sol. O engenheiro garante que o estádio de germinação foi excelente e o desenvolvimento vegetativo está acima das expectativas. A estimativa é que o rendimento médio da soja seja de aproximadamente 3,25 mil quilos por hectare, cuja produção deve chegar a 1,65 milhão de toneladas. A colheita inicia na segunda quinzena de fevereiro para as variedades mais precoces, com grande concentração em março e abril.

Com relação à produção do milho, o Deral aponta que o clima ajudou na germinação do grão, que não apresenta falhas no desenvolvimento vegetativo. Conforme Tosato, a coloração verde-escura significa que a planta está bem nutrida, com excelente desenvolvimento vegetativo. No momento, a maioria das lavouras está na fase de floração e frutificação e o volume de chuvas tem mantido a umidade do solo. "Na safra passada a cultura foi bastante atingida pela estiagem nos meses de novembro e dezembro, o que afetou os estádios de floração e frutificação que são os mais sensíveis à falta de chuva", conclui. As estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral) apontam que a área cultivada deve chegar a 146 mil hectares neste ciclo.

No cenário estadual a situação não é diferente. O retorno da normalidade do clima está beneficiando o desenvolvimento da safra de grãos 2009/10 em todo o Estado. Apesar das chuvas acima da média, o fato é que elas estão favorecendo a floração das culturas plantadas. Neste mês de dezembro, a Companhia Nacional do Abastecimento ( CONAB) prevê uma safra de 29 milhões de toneladas de grãos no Estado, um volume 15,8% maior em relação à safra anterior (2008/09).

Já a produção de feijão deve ser menor do que o previsto anteriormente em função do excesso de chuva e a falta de sol, sendo que em torno de 60% da área cultivada não atingiram o porte ideal. Conforme Tosato, isso deve reduzir a produtividade, que deve chegar a 1,6 mil quilos por hectare e a produção a 110 mil toneladas. A área cultivada deve ser de 55 mil hectares.

Fonte: JM News - Jornal da Manhã e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12884&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio do algodão em MT está atrasado </title>
<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 15:15:03 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No campo as máquinas estão paradas. O solo está encharcado. A medição realizada pelos produtores nas fazendas da região apontou que só nos 15 primeiros dias de dezembro já choveu 356 milímetros. É uma quantidade 20% maior que a média registrada para o mês todo.

Apesar do atraso no plantio em algumas regiões de Mato Grosso, os produtores estão otimistas.

A CONAB prevê que a área cultivada com algodão no Estado reduza 7%. No entanto, a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão acredita em crescimento, com uma área plantada de até 400 mil hectares da cultura nesta safra.

"O ano de 2009 não deixa boas recordações para produtores de algodão, câmbio com problemas, mas a perspectiva futura para 2010-2011 são alentadoras", afirma o agrônomo, Breno Hinnah.

A Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão estima que área plantada no Estado pode aumentar até 7% nesta safra.

Fonte: 24HORAS NEWS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12883&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva prejudica safra de uva no RS </title>
<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 15:12:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de frutas do Rio Grande do Sul estão preocupados com os prejuízos causados pelas chuvas. Nos municípios do oeste do estado, o pêssego e a uva foram as culturas mais atingidas.

Sidnei Benvegnu, produtor de uvas em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, nunca teve tanto prejuízo. Ele perdeu todo o parreiral que cultivava em 27 hectares. Depois do excesso de chuvas em novembro e dezembro, veio o calor. As parreiras não resistiram aos ataques de fungos, que levaram embora cachos e folhas.

Segundo a Emater, a perda nas produções de uva em todo o estado chega a 40%.

?Em 40 dias, aqui na propriedade, choveu 850 milímetros. Então o clima é bem propício para a proliferação de fungos, não tem como controlar?, lamenta Sidnei Benvegnu, agricultor.

Assim como os parreirais, os palmares de pessegueiros também sofreram com o excesso de umidade.

Em uma propriedade de quatro hectares, o pêssego de mesa estava pronto para a colheita, mas doenças como a podridão parda derrubaram os frutos e a quebra foi de 80%.

De acordo com a Emater, ainda é cedo para estimar as perdas na safra de pêssego em todo o estado. Por causa da falta de sol e do excesso de chuvas, a fruta não está tão doce, o que traz prejuízos para o agricultor.

?Foi muita chuva, muito vento, houve pequena queda de granizo também, que foi de onde veio surgir este apodrecimento. O que está no chão, foi o clima que fez isso daí?, conta Régis Braz, agricultor.

?A gente está preocupado com o pessoal que está perdendo a produção e com a uva, que está praticamente perdida toda a safra. Então qual é a nossa preocupação? Com o próximo ano, com a próxima safra. Tentar recuperar os parreirais e buscar alternativas, com os próprios agricultores, para conseguirem ter a garantia da próxima safra, porque essa, com certeza, está com mais da metade comprometida na região?, diz Alcedir dos Santos, técnico agrícola ? Emater.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12882&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Triticultor plantou prejuízo em 2009 </title>
<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:51:47 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Dois mil e nove já é considerado um dos piores anos da história para a triticultura paranaense. Fatores climáticos, política cambial e estoques em alta causaram um estrago que ainda não foi totalmente dimensionado. Da estimativa inicial de 3,37 milhões de toneladas, apenas 2,50 milhões foram colhidas.

"Os problemas começaram entre abril e maio, com uma grande estiagem na época do plantio, obrigando o produtor a retardar a semeadura. Em seguida, em junho, iniciou um período de chuvas, que durou até outubro, favorecendo o aparecimento de doenças e impossibilitando os tratos culturais", relata Pedro Loyola, economista da FAEP.

A previsão inicial de uma colheita de 3.370 milhões de toneladas foi derrubada pelos problemas climáticos e das doenças, como a giberela e a brusone, que reduziram a produção para 2.500 milhões de toneladas, além disso, com um trigo de baixa qualidade.

"Do total colhido, 1 milhão de toneladas não tinha valor comercial e foi destinada para as fábricas de rações, causando outro problema, que foi criar uma 'competitividade' com o milho, derrubando o preço do grão em R$ 1,00 a R$ 2,00 a saca", observa o economista.

Todo esse triguilho (grãos de trigo pouco desenvolvidos, de baixa qualidade), foi comercializado entre R$ 10,00 e R$ 11,00. Caso o trigo fosse de boa qualidade, a saca alcançaria valores entre R$ 29,00 e R$ 30,00.

"Dizemos que esta foi uma safra 'um terço'. Um terço da produção virou triguilho, outro um terço foi de um trigo de qualidade inferior e a outra terça parte, apresentou um trigo de boa qualidade, mas não superior", comenta Loyola.

Neste ano, os triticultores estão sanando parte dos prejuízos, com algumas ações governamentais, como o seguro rural, o Proagro (Programa de Garantia da Atividade Rural) e os leilões de PEP (Prêmio de Escoamento da Produção), organizados da CONAB (COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO).

"O seguro rural e o Proagro cobriram boa parte dos custos de produção, mas ainda não cobrem a perda de qualidade. Isto precisa ser amadurecido no sistema de seguro rural", analisa o representante da FAEP.

Com a mobilização das entidades que representam os produtores de trigo, o governo realizou neste ano oito leilões de PEP e já estão programados para 2010 outros quatro remates. "Até o oitavo leilão, já havia sido comercializado 39% da produção paranaense, ou seja, 984,8 mil toneladas, amenizando em parte os problemas do setor".

Política cambial

Não foi só o clima que causou estragos na triticultura nacional. A política cambial, com a desvalorização do dólar frente ao real, trouxe enormes prejuízos para o agronegócio brasileiro.

"O câmbio acabou com a competitividade do trigo nacional. Hoje é mais interessante para os moinhos importarem trigo argentino, norte-americano ou até canadense, do que comprar o produto nacional. É uma catástrofe total", reclama Loyola.

Não é somente o preço mais atraente no mercado externo que tira o sono do produtor brasileiro. "Os estoques estão altos. Tem muito trigo nos armazéns no Brasil, tanto em cooperativas como na CONAB, e nestes casos vale uma premissa da economia, a 'lei da oferta e da procura', ou seja, os moinhos compram de quem oferta por um preço menor, produtos de melhor qualidade", conclui.

Fonte: ACIM e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12870&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Previsão de boa safra de feijão no PR </title>
<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:45:08 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A safra de feijão deve ser boa no Paraná. O Estado deve colher quase 50% mais que no ano passado. Os produtores estão satisfeitos com as lavouras, mas preocupados com o preço.

Só de olhar para os sete hectares plantados com feijão o agricultor Luís Carlos Licheski já sabe que a safra será boa. ?Está bonito, está desenvolvendo bem e o clima está bom. Então, eu acho que daqui para frente é só esperar a produção?, disse.

No Paraná, maior produtor de feijão do país, a área de cultivo está 11% menor. Muita gente desistiu de plantar depois da quebra da última safra, quando a produtividade ficou bem abaixo da média. Apesar de menos feijão no campo, o clima favorável, desta vez, contribui para o aumento da produção que, segundo a Conab, deve ser de 43,2%. Assim a safra 2009/2010 deve fechar com mais de 530 mil toneladas.

Em muitas lavouras a colheita ainda não começou. Em uma delas os pés ainda estão floridos. E as vagens ainda precisam amadurecer. Mas a expectativa dos agricultores em relação às vendas não é das melhores.

O agricultor José Bertolino disse que para colher uma saca gasta de R$ 45 a R$ 50 com sementes, insumos e mão de obra. Para ele, fechar negócio com o preço praticado hoje no mercado é prejuízo na certa. ?É um custo muito baixo. Não cobre o custo de produção para o agricultor?, disse.

Na primeira safra, o Paraná responde por 24% da produção nacional de feijão.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12869&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Redução das chuvas no RS favorece setor de hortigranjeiros </title>
<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:42:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com a diminuição das chuvas no RS, os produtos de hortigranjeiros voltaram a ter produção e oferta em maiores volumes nos mercados, em razão das melhores condições de desenvolvimento das plantas. Mesmo assim, ainda não está totalmente regularizada a oferta nos pontos de venda. Até o momento, já foram colhidos 92% da área plantada com batata-doce, em Barra do Ribeiro, que corresponde a 300 ha, com produtividade média de 14 t/ha.

O tomate vem se recuperando em ritmo acelerado na Serra, e o transplante avança, atingindo os 90 % da área a cultivar. O controle de ervas espontâneas e adubação de cobertura vêm sendo praticadas. O preço médio é de R$ 1,80/kg. As informações são de assessoria de imprensa.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12868&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cana terá recorde de 612,21 milhões de t </title>
<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 10:40:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A indústria sucroalcooleira moerá até o final do ano 612,21 milhões de toneladas de cana, batendo o recorde nacional. A lavoura ainda está em fase de colheita, mas, segundo a COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), que divulgou ontem o terceiro levantamento da safra de cana. As chuvas entre julho e novembro, principalmente na Região Centro-Sul, fizeram com que o resultado fosse inferior ao previsto na pesquisa de setembro, de 629,02 milhões de toneladas.

De acordo com a CONAB, boa parte da produção ficará no campo para ser colhida na próxima safra. O teor de sacarose também foi afetado pelo excesso de umidade ocorrido no período mais intenso da moagem. Apesar das condições climáticas, o volume de cana a ser moído é 7% maior do que o da safra 2008/2009 (571,43 milhões de toneladas). A produtividade média também aumentou, em 0,4%, passando para 81.293 quilos por hectare.

Da cana moída, 54% se destinam à produção de 25,8 bilhões de litros de álcool: 18,2 bilhões de litros do tipo hidratado e 7,6 bilhões de litros do anidro. O restante vai para a produção de 34,6 milhões de toneladas de açúcar.

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que não há o risco de usinas de álcool passarem a produzir açúcar, influenciadas pelo mercado mundial. O açúcar atingiu o maior preço dos últimos 28 anos nas bolsas internacionais de commodities, enquanto as exportações de etanol tiveram uma redução drástica nesta safra. "As usinas estão muito conscientes dos mecanismos de controle do mercado e sabem que têm consumidores que preferem o álcool à gasolina, na medida em que o preço compense", afirmou Stephanes.

De acordo com a CONAB, o ciclo 2009/2010 também foi marcado pela redução da safra dos principais países produtores de açúcar, como a Índia, que passou de grande exportador a importador, dando de negócios para o Brasil. As exportações, que foram de 20 milhões de toneladas na última safra, fecharão este ano em mais de 23 milhões de toneladas, embarcadas principalmente para a Índia e a Rússia. A produção brasileira total encerrará o ano em 34,6 milhões de toneladas de açúcar, sendo 11 milhões de toneladas consumidas internamente.

Já a exportação de etanol teve queda de 1,5 bilhão de litros, mais de 30% em relação aos 4,9 bilhões de litros vendidos ao exterior na safra passada. Segundo a CONAB, o mercado interno sinaliza positivamente em relação ao aumento do consumo de etanol, em função da ampliação da frota de veículos flex.

Fonte: DCI ONLINE - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12864&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sergipe é o 2º maior produtor de grãos do NE </title>
<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 10:39:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Safra de milho chega a 700 mil toneladas no estadoASN A agricultura sergipana passa por um período de ascensão quantitativa e qualitativa na produção de grãos, em especial as culturas de milho e feijão. Estimulados por diversas ações do Governo de Sergipe, os pequenos produtores tiveram uma colheita de mão cheia que colocou o estado como segundo maior produtor de milho do Nordeste, com produção menor apenas que a da Bahia.

De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) em 2006, Sergipe produzia cerca de 200 mil toneladas de milho por ano. Este ano a perspectiva é de que este número ultrapasse as 700 mil toneladas. Já a estimativa da produção de grãos (milho e feijão) indica que Sergipe passará das 284,9 mil toneladas computadas em 2006 para 728,3 mil toneladas em 2009.

"Superamos estados de dimensões territoriais muito superiores ao nosso, como é o caso do Ceará. Esses números são reflexo da disseminação de tecnologia no campo, através da assistência técnica que prestamos. Hoje, estamos sedimentando uma atividade e reduzindo a aquisição desse insumo básico fora de Sergipe e já beneficiamos cerca de 70 mil famílias", afirma o secretário de Estado da Agricultura, Paulo Viana.

Agricultura familiar

O crescimento significativo da produção de grãos é consequência da política de priorização da agricultura familiar estabelecida pelo Governo de Sergipe, que consiste em capacitações e assistência técnica ao pequeno agricultor, no zoneamento agrícola, integração ao mercado, processo de distribuição e compra de sementes, de produção de bancos de sementes e medidas emergenciais como o aluguel de tratores.

"Recebi as sementes de milho e ajudei a ampliar a minha plantação de milho, que tem oito tarefas. Essa ajuda é muito importante para os agricultores que têm pequenas propriedades", destaca Plácido Minervino Santos, agricultor de Carira.

Quando existe uma super safra, como está acontecendo em Sergipe este ano, a grande oferta do mercado tende a reduzir os valores de compra, provocando inquietação e presença de especuladores que desestabilizam o mercado pela remuneração abaixo dos custos de produção. Por essa razão, o Governo do Estado solicitou a interferência da CONAB que, através dos valores de referência, comprando os grãos para consumo e para o estoque regulador.

A CONAB comprou, somente em Sergipe este ano, 2,7 mil toneladas e já distribuiu 20 mil toneladas às pessoas que se encontram em situação de insegurança alimentar e nutricional. "Garantimos a aquisição da produção diretamente do agricultor familiar. A constante intervenção da CONAB garante essa parceria governos Federal e do Estado em prol do produtor, estabilizando o mercado e promovendo desenvolvimento ao injetar de forma ágil recursos nos municípios", ressalta a superintendente regional da CONAB, Rose Pondé.

Sobre os números advindos da aquisição do feijão, Rose afirmou que essa parceria tem permitido a injeção de dinheiro no mercado do interior, a exemplo de Poço Verde, onde somente com o feijão os agricultores comercializaram com a CONAB aproximadamente R$ 3 milhões.

O agricultor do município de Poço Verde, Josenaldo Andrade Santos, de 34 anos, revela que a ajuda do Governo impulsionou uma das melhores safras de milho que ele já viu. "Foi uma safra muito boa. Fechei 500 sacas de feijão e vendi 100 a R$ 87 para a CONAB, se fosse vender em outro lugar, comprariam por R$ 57", revela.

Banco de sementes

O Programa de Bancos de Sementes, executado pela Seagri através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), tem como prioridade a produção de sementes selecionadas nas comunidades, oferecendo aos agricultores familiares acesso à sementes de boa qualidade em época oportuna e apropriada para o plantio.

Há três anos, Sergipe era dependente majoritariamente de sementes oriundas de outros estados como milho, feijão e sorgo. Atualmente, o estado produz 67% do milho nos bancos de sementes para distribuição aos agricultores familiares, beneficiando cerca de 70 mil famílias com sementes básicas. Com isso, o Governo, ao invés de comprar sementes em outros estados, compra diretamente ao agricultor assistido pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e pela Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e de Irrigação de Sergipe (Cohidro), vinculadas à Seagri.

Segundo o presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza, nos últimos três anos foram instalados 230 bancos de sementes, o que resultou numa produção de 166 toneladas de milho e feijão, beneficiando 2,7 mil famílias.

"Temos trabalhado para a sustentabilidade do agricultor familiar de duas formas: a primeira é adquirindo sementes certificadas da Embrapa para distribuição com as comunidades; a segunda é investindo na formação de bancos comunitários de sementes que surgem como uma oportunidade de garantir a auto-suficiência", salientou Jefferson Feitoza.

Merenda escolar

Sergipe é o primeiro estado do Brasil a destinar os produtos oriundos da agricultura familiar à merenda escolar. Verduras, frutas e frangos são comercializados através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da CONAB. Além disso, através da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem promovido conexões entre os agricultores sergipanos para fornecerem seus produtos a grupos de supermercados, garantindo assim uma radical mudança na qualidade de vida do homem do campo e sua família.

Fonte: Em Sergipe - SE e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12863&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de soja em MG </title>
<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 10:36:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de soja de Minas Gerais estão finalizando o plantio da safra. O tempo tem ajudado e a expectativa é de uma boa produtividade.

Nos 800 hectares reservados para a soja na propriedade em Presidente Olegário, no noroeste de Minas Gerais, mais da metade já foi semeada. As nuvens escuras, que levam a chuva constante, fazem o trabalho ir mais devagar. Mas isso não é motivo de preocupação.

?Com a boa umidade esperamos obter uma boa produtividade no final do plantio, da colheita?, disse Sandro Pereira Silva, gerente de fazenda.

O plantio da soja em Minas Gerais já está quase no fim. O período de chuva, que chegou mais cedo, ajudou a antecipar o plantio e também contribuiu para a germinação e o desenvolvimento das plantas.

A soja que o agricultor Cláudio Consonni plantou há quase 30 dias mostra vigor. Resta semear apenas 500 dos dois mil hectares. Para a safra 2009/2010 ele investiu em novas plantadeiras e está otimista com a ajuda do clima.

?Nós começamos o plantio tardio. A chuva demorou a chegar. Apesar de ter sido pouca, a chuva este ano começou um pouco antes. E deu para a gente começar o plantio antes e um plantio mais calmo e mais tranquilo. Quem estava devidamente equipado e com a equipe treinada, está conseguindo concretizar o plantio em tempo hábil, dentro da janela propícia para a soja?, explicou Consonni.

De acordo com o último levantamento de safra da Conab, Minas deve produzir 2,6 milhões de toneladas de soja. A preocupação dos agricultores é com a instabilidade dos preços. ?Ainda não tem nada que garanta que teremos uma lucratividade. Então, estamos apostando naquilo que a gente sabe fazer, que é plantar bem, para conseguir produtividade?, compeltou Consonni.

Pelo último levantamento da Conab, a produção de soja em Minas Gerais deve aumentar 7% em relação à safra passada.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12862&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do feijão-preto provoca frustração </title>
<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:31:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Quebra na produção e baixo preço trazem apreensão

Os produtores de feijão-preto da região Centro-Serra iniciaram a colheita este mês com dupla frustração. A exemplo de outras partes do Estado, o excesso de chuva nos últimos meses e outros problemas climáticos provocaram a quebra de 40% na produção. E para piorar a situação, o preço de mercado do produto está em R$ 60,00 pelo saco de 60 quilos, R$ 20,00 abaixo do valor mínimo fixado pelo governo federal.

A área de plantio atingiu 3,5 mil hectares nos nove municípios da região. Apenas em Arroio do Tigre, segundo maior produtor do grão no Estado, houve o cultivo de 1,8 mil hectares. "Hoje o saco de feijão vale menos que uma arroba (15 quilos) de fumo da classe baixa", afirma o consultor técnico em agricultura e pecuária, José Francisco Telöken. Explica que os agricultores se mostram apreensivos, pois o preço não reage.

A principal causa para a baixa valorização do feijão é a grande oferta do produto em função do elevado preço na safra passada. Conforme Telöken, isso estimulou o plantio tardio, no início do ano, principalmente nas grandes lavouras, e ainda hoje há oferta dessa colheita. Explica que as previsões dos cerealistas da região não são favoráveis aos agricultores, pois a tendência é haver a manutenção do preço no atual patamar, por causa da grande oferta existente.

O consultor técnico lembra que nos anos anteriores, neste período, os preços sempre reagiam e os produtores que faziam a colheita mais cedo obtinham bons preços pelo produto. "Mas agora o mesmo não está acontecendo e há muito tempo não se via isso no mercado", afirma Telöken. Ele recomenda aos produtores fazer a colheita e o armazenamento em local adequado nos galpões, ou o depósito nas cooperativas ou cerealistas, para esperar melhores condições de preço no mercado.

O consultor técnico diz que o governo federal deveria, neste período, estar mobilizado via COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) para fazer as compras a fim de regularizar o preço de mercado. "Afinal, quem regula o preço é o governo federal. Como ele diz que é preciso plantar alimentos se o valor de mercado está bem abaixo do mínimo?", questiona Telöken.

Safra

A segunda safra de feijão-preto, também conhecida como safrinha, teve produtividade recorde em Arroio do Tigre no primeiro semestre deste ano. A média de rendimento girou em torno de 30 sacos por hectare, o que representa 1,8 mil quilos por hectare. A área de plantio no município também foi recorde. Os dados oficiais levantados pelas entidades do setor, em reunião com a equipe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontaram 2 mil hectares de cultivo, enquanto no ano passado foi de 800.

A aposta no cultivo ocorreu impulsionada pelo preço de venda durante a colheita da safra normal. Mas enquanto o valor pago ao agricultor entre dezembro e janeiro chegou a R$ 150,00 pelo saco de 60 quilos, a cotação para a comercialização em abril baixou para a faixa de R$ 65,00 a R$ 70,00. A safra normal anterior, colhida no final de dezembro de 2008, também apresentou quebra de 40% em função da falta de umidade. A área com feijão, nos nove municípios da microrregião Centro-Serra, chegou a 4 mil hectares. Destes, 2,2 mil hectares foram cultivados em Arroio do Tigre. 

Fonte: Gazeta do Sul - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12854&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva continua provocando prejuízos </title>
<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:27:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Colheita de hortaliças no Cinturão Verde, além das frutas próprias para o Natal, como a lichia, ficou complicada.

Choveu muito em todo o Estado ao longo da semana, com volume acumulado próximo do esperado para todo o mês de dezembro em Franca, Jaboticabal, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São Carlos. Em boa parte das localidades, a chuva registrada apenas na terça-feira foi equivalente a metade do volume esperado ao longo do mês, causando excesso hídrico expressivo e erosão das áreas sem plantio direto e sem sistematização.

O tempo chuvoso foi por causa da zona de convergência intertropical que atua sobre o Sudeste, causando alagamentos nas áreas de várzea em boa parte do Estado, com comprometimento das lavouras inundadas. A chuva causou grande prejuízo nas áreas de produção de legumes e hortaliças no Cinturão Verde. Além da chuva direta sobre as plantas, com queda da qualidade dos produtos, o tempo nublado torna as folhas mais sensíveis, aumentando o risco de novos danos assim que calor voltar.

Além do grande volume, a chuva estendeu-se por praticamente todo o período, o que favoreceu a propagação de doenças e pragas nas lavouras de café, milho e feijão em todo o Estado. Nas lavouras de soja, a atenção dos produtores está voltada para evitar a entrada da ferrugem asiática em São Paulo, pois o número de focos da doença vem crescendo rapidamente em Goiás, Minas e Paraná. Até agora, apenas um foco da doença foi identificado nas lavouras paulistas.

O tempo úmido continuou prejudicando a colheita da cana-de-açúcar em praticamente todo o Estado de São Paulo, reduzindo a eficiência nos trabalhos de corte e colheita por causa da chuva e do solo encharcado. Por isso, a eficiência das usinas caiu ao longo do mês de novembro em comparação com o ano anterior, com cerca de dez dias sem atividade nos canaviais. Como dezembro vem seguindo no mesmo ritmo, está mantida a expectativa de que um grande volume de cana não possa ser colhida nesta safra.

A chuva também reduziu a produtividade dos pomares de lichia em Itapetininga, Tupã e Bastos. Agora, o tempo úmido atrasa a maturação da fruta. A chuva continua dificultando a colheita da goiaba em Taquaritinga, Valinhos e Campinas; do abacate em Jardinópolis; da uva em Indaiatuba, Porto Feliz e Vinhedo; de manga em Monte Alto; da framboesa em São Bento do Sapucaí e do pêssego em Avaré.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12852&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva causa problemas no plantio do algodão em MT </title>
<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:22:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio de algodão está atrasado em Mato Grosso. No sul do Estado, a chuva não deixa as máquinas iniciarem o trabalho.

No campo as máquinas estão paradas. O solo está enxarcado. Na fazenda no município de Pedra Preta; dos cinco mil hectares, apenas mil foram plantados.

?Uma meta prevista na primeira quinzena, de 50% do plantio, estamos atualmente com 5% plantados. E nos últimos oitos dias as atividades do campo foram paralisadas por excesso de chuva?, disse o agrônomo Breno Hinnah.

A medição realizada pelos produtores nas fazendas da região apontou que só nos 15 primeiros dias de dezembro já choveu 356 milímetros. É uma quantidade 20% maior que a média registrada para o mês todo.

O excesso de chuva tem prejudicado também os trabalhadores contratados para executar o plantio. Muitos estão sendo dispensados.

?Agora é esperar ter sol para a gente retornar o plantio de novo?, falou Genivaldo de Souza, operador de máquina.

O técnico agrícola Alessandro Dalazen disse que precisa estiar para que as atividades sejam retomadas.

Apesar do atraso no plantio em algumas regiões de Mato Grosso, os produtores estão otimistas. A Conab prevê que a área cultivada com algodão no Estado reduza 7%. No entanto, a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão acredita em crescimento, com uma área plantada de até 400 mil hectares da cultura nesta safra.

E a chuva está causando outros problemas em Mato Grosso. No norte do Estado, estradas estão intransitáveis, o que pode atrapalhar o escoamento da safra de soja.

A estrada mais parece uma lagoa. Pelo pneu do trator é possível ver o nível da água. Essa é a situação da MT-222, conhecida como a estrada rosa. É umas das que liga os município de Vera e Sinop, no norte de Mato Grosso, à BR-163.

A preocupação dos produtores rurais está bem ao lado da estrada rosa, que está toda alagada. Muitos deles começarão a colheita no início de janeiro.

Em outros pontos da estrada os buracos também são motivo de preocupação. Os veículos precisam fazer manobras, sinônimo de prejuízos para os motoristas.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12851&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tem início o plantio de algodão em MT </title>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:27:48 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Pelo boletim do Imea, as primeiras áreas da safra 09/10 de algodão já estão sendo estabelecidas em Mato Grosso, maior produtor nacional da fibra. Diante do fim do vazio sanitário, os cotonicultores das principais regiões produtoras já deram a largada na busca por mais uma safra. O número ainda é pouco representativo, perante a área total do Estado, isto porque, além do maior percentual da área ser de 2ª safra, ou seja, implantada após a colheita da soja, o excesso de chuva tem atrasado o plantio. Todavia, para as próximas semanas a expectativa é que haja um aumento dos trabalhos no campo, por sinal, se as condições climáticas e as cotações da pluma continuarem propícias, poderemos inclusive ter uma manutenção da área plantada, superando a última estimativa do próprio Imea. (MP)

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12841&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Plantio da soja chega ao fim em MT </title>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:26:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com praticamente 100% da área estimada à sojicultura semeada, em Mato Grosso, as atenções se voltam para os possíveis efeitos das chuvas em abundância sobre as lavouras, pois o atual estágio de desenvolvimento se revela mais suscetível às doenças e pragas.

Como aponta o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado ontem, ainda não é possível avaliar os impactos da intensidade das precipitações. Existem até o momento apenas relatos de produtores que tiveram problemas pontuais para realizar as aplicações de fungicidas nas plantas. Em Sapezal (460 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), por exemplo, até o dia 13, choveu 80% do volume esperado para todo mês de dezembro, conforme a Somar Meteorologia.

O boletim mostra que o Centro-Sul do Estado registra focos da ferrugem asiática, principalmente na região de Deciolândia. Já No oeste e sudeste, com altos índices pluviométricos, há atenção maior do produtor em evitar a explosão da doença e já no nordeste, última região a concluir a semeadura, as plantas ainda não atingiram estágio onde há maior suscetibilidade.

Como o Diário noticiou na semana passada, o clima quente e úmido desta época do ano, fez os focos da doença ferrugem asiática surgirem cerca de 30 dias antes do esperado. Em pouco menos de 15 dias, os casos da doença em lavouras comerciais triplicaram, passando de quatro para 14.

O plantio atingiu no dia 10 de dezembro, 99,90% da área estimada em 5,94 milhões hectares. Em igual período do ano passado a semeadura cobria 99,80%, em uma superfície 4,3% menor do que a projetada para a safra 09/10 pelo Imea.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12840&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima favorece milho no PR </title>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:21:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O tempo está ajudando e as lavouras de milho do Paraná se desenvolvem bem. A esperança agora é que o preço do grão também se recupere.

Nesta safra o clima está ajudando e as lavouras de milho do Paraná estão do jeito que o produtor gosta. ?Para perder aqui só se for o perigo do vendaval?, disse o agricultor Ângelo Celestino.

De acordo com a Conab, o Estado deve produzir cerca de 6,4 milhões de toneladas de milho na próxima safra, com uma queda de 2,5% em relação à produção da safra de verão anterior. A redução do milho se repete em todo país e é resultado dos preços baixos.

O seu Ângelo, de Ivatuva, no norte do Paraná, plantou 35 hectares. ?O produtor não quer plantar porque não é vantagem. O preço está muito baixo. Então, ninguém quer plantar milho de verão?, explicou.

O milho começa a ser colhido na região a partir de fevereiro. Para compensar os preços baixos os agricultores esperam conseguir uma boa produção. O seu Ângelo, por exemplo, pretende colher mais de 130 sacas de milho por hectare. O que está dando ânimo para o setor são as exportações.

De janeiro a novembro, o país exportou 6,54 milhões de toneladas de milho, superando o volume de todo o ano passado, que foi de 6,4 milhões de toneladas.

O superintendente comercial da Cocamar de Maringá, José Cícero Aderaldo, explicou que o aumento nas exportações está na medida tomada pelo governo federal que resolveu estimular as vendas para outros países.

?Nós tivemos uma safra de inverno bastante expressiva. Com isso, o mercado interno ficou completamente abastecido e gerou u excedente para a exportação. Como o preço no mercado internacional não era suficiente para remunerar o produtor dentro de um valor compatível aos seus custos de produção, o governo fez o estimulo para poder proporcionar essa exportação, que era necessária para poder enxugar o excedente que tem no mercado interno ainda?, esclareceu Aderaldo.

A saca de milho está sendo vendida, no Paraná, por R$ 15.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12838&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ritmo da colheita de mandioca diminui com as chuvas </title>
<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 16:04:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A oferta de mandioca para a indústria de fécula caiu na semana passada na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse cenário esteve atrelado às chuvas em algumas praças, bem como à menor oferta de mão-de-obra para a colheita e à proximidade das festas de final de ano (muitos agentes entram em recesso). Na semana passada, o volume de matéria-prima processado foi 12% menor que o do período anterior. No mesmo período, o valor da tonelada da mandioca para fecularias foi de R$ 193,76 (0,336/grama de amido), com baixa de 0,8% frente ao da semana anterior. Essa queda no valor médio é resultado, principalmente, dos recuos dos preços nas regiões de Mato Grosso do Sul, onde a oferta esteve maior que a demanda.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12835&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cultivo de soja pelo país </title>
<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 16:02:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O agricultor Sérgio Bronzatti corre para concluir o plantio da soja nos 280 hectares que ainda faltam na propriedade em Cruz Alta, noroeste do Estado. O período recomendado para semear algumas variedades escolhidas pelo agricultor está terminando. "Vai noite a dentro. Começa cedo e para tarde", disse.

Até agora, em todo o Estado, menos da metade da área prevista está semeada com soja, um atraso de aproximadamente 30% para a época, segundo a Emater.

Devido as enxurradas, o agricultor de Cruz Alta também vai precisar replantar parte da lavoura. Surgiram fungos nas sementes e muitas plantas morreram.

"Além de aumentar o custo em cerca de 20% a 30%, tem o tempo perdido. Em vez de estar plantando na área que falta, está replantando a área que foi plantada", completou Bronzatti.

No Paraná, segundo maior produtor de soja do País, as lavouras estão mais adiantadas. A produção do Estado deverá crescer 38% em relação à safra passada. Muitos agricultores preferiram a soja a outros grãos, como o milho.

A colheita da soja começa no final de fevereiro e segue até abril. Por enquanto, os pés estão com mais ou menos 20 centímetros. O mais importante nessa fase de germinação são as boas condições de umidade e temperatura. O ideal, segundo os agrônomos, é que chove bastante chuva, mas que também tenha bons períodos de sol, exatamente como tem sido o ultimo mês na região.

O agricultor Elio Degraf torce para o tempo continuar ajudando.

Mato Grosso é o maior produtor do Brasil. No Estado, muitas lavouras estão perto do ponto de colheita.

Na fazenda do agricultor Gerson Altoé, em Sinop, no norte de Mato Grosso, são 750 hectares cultivados. Ele contou que com investimento feito e o clima favorável espera uma boa safra. "A lavoura está vindo numa condição muito boa. O clima está favorecendo e a gente está na espera de uma boa colheita", disse.

A colheita da safra de soja em Mato Grosso deve começar nos primeiros dias de janeiro. E existe uma preocupação. Pode faltar espaço para armazenar o produto. Muitos armazéns da região ainda têm milho para ser comercializado.

"A gente fica preocupado porque depende muito desse mercado de soja. Hoje, as lavouras do Brasil e da Argentina estão em evolução. Se houver problema nessas regiões, a soja pode ter um preço bom e pode não haver problema de estocagem. Mas pode ser que tenha a safra boa e tenha de se estocar soja. Então, a gente tem medo que, se tiver que deixar soja estocada em número muito alto na nossa região, que venha faltar até armazém para isso", falou Galvan.

Segundo estudo recente da CONAB, a soja deve ser o produto com maior rentabilidade nesta safra.

Fonte: Avicultura Industrial e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12834&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de lichia prejudicada pelas chuvas </title>
<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 16:00:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva prejudicou a safra da lichia em São Paulo. A produção da fruta será menor.

Os galhos não estão cheios. A lichia ainda está pequena e verde. É um cenário bem diferente daquele que o agricultor Roberto Ueno esperava.

A lichia é uma fruta asiática. Leva em torno de seis meses para se desenvolver completamente. Em dezembro, seria o início da colheita em Itapetininga. Mas não é o que está acontecendo.

?Atrasou a maturação. Então, não poderemos entregar em dezembro. Vai atrasar um mês de colheita?, falou seu Roberto.

Além disso, a produção será menor. O seu Roberto tem 400 pés de lichia e pretendia colher em torno de seis caixas da fruta em cada um deles. Mas só vai conseguir a metade.

?Durante o desenvolvimento da florada, devido à chuva intensa, pegou uma doença chamada de antracnose. Então, devido a isso houve um abortamento de todas as flores. Em conseqüência, nós teremos uma perda em torno de 50%?, explicou Sandro Gonçalves de Lima, técnico agrícola.

Na propriedade do agricultor Paulo Iteo os estragos também foram grandes. Ele vai colher bem menos do que esperava. ?Esse ano eu estava esperando cerca de sete a oito mil quilos. Eu acho que não chego a colher nem quatro mil quilos?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12833&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produção recorde de alho em MG </title>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 09:46:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Minas Gerais bateu o recorde na produção de alho. O Estado colheu mais de 22 mil toneladas. Na região do Alto Paranaíba, os agricultores comemoram o bom ano.

A colheita do alho terminou em outubro, mas o ritmo ainda não mudou. ?Continua acelerado. Durante esse mês ainda será acelerado?, falou Zaqueu Rondon de Oliveira, classificador.

O trabalho nos galpões só termina em janeiro. Esse é o reflexo de um dos melhores anos para a atividade em Minas. De acordo com o IBGE, o Estado foi o que mais produziu alho este ano, respondendo por 25% da safra nacional. A produção cresceu 1% mesmo com a diminuição da área plantada em relação a 2008.

O motivo pode ser explicado no Alto Paranaíba. Na região estão concentrados os municípios que lideram a produção no Estado. Isso se explica pela produtividade. Enquanto a média nacional é de oito toneladas por hectare. Na região, varia de 15 a 20 toneladas por hectare. A situação é sinônimo de investimento em tecnologia.

?Nós fazemos a adubação bastante alta. Usamos muita técnica e as questões de solo e clima têm nos ajudado muito?, explicou o agricultor Jorge Fukuda.

O seu Jorge entende bem do assunto. Ele é agricultor em Rio Paranaíba, município que alcançou uma safra de dez mil toneladas em 2009. Para quem conhece o potencial da região, o ano de 2010 será de investimentos.

?Esse ano todo mundo da região teve sucesso. Teve um preço muito bom em relação a outros anos. O pessoal está animado. Mas temos vontade de ampliar o setor de alho?, disse Renato Mendes, representante da Associação Nacional do Alho.

O quilo do alho está sendo comercializado, em média, por R$ 4,40.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12811&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima melhora e a colheita gaúcha pode até aumentar </title>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 09:44:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Problema na fase inicial do plantio de soja no Rio Grande do Sul nesta safra 2009/10, as chuvas deram uma trégua nos últimos dias e permitiram a aceleração da semeadura no Estado. Parte das lavouras plantadas na largada dos trabalhos foi prejudicada, como informou o Valor, mas o clima melhorou e ainda pode se "redimir".

No dia 30 de novembro, Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, estimava que 30% da área plantada de soja prevista para a temporada de verão havia sido semeada, e que cerca de um terço dela teria de ser replantada. No dia 4 de dezembro, a Emater/RS, ligada à Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, informou que o plantio alcançava 43% da área projetada.

"Os produtores estão trabalhando 24 horas por dia nos últimos dias e agora dois terços da área prevista já foi semeada", afirmou Sartori. "Com clima ideal até a colheita, a produção estadual pode chegar a 10 milhões de toneladas. Mas, há um mês, eu acreditava que poderia alcançar 11 milhões". No levantamento que divulgou na terça-feira, a Conab estimou a safra gaúcha de soja em 8,422 milhões de toneladas, 6,4% superior ao volume de 2008/09.

Esse volume faz do Rio Grande do Sul o terceiro maior produtor de soja do país, depois de Mato Grosso e do Paraná.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12810&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva reduz a oferta de hortifrútis e eleva preços </title>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 09:43:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva já provoca efeitos na economia de Sorocaba. A oferta de verduras e legumes na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), responsável pelo abastecimento do mercado regional, reduziu 15%. De uma média de 148 toneladas, o volume caiu para 125 toneladas diárias. Já os preços dos produtos mais sensíveis ao clima estão pelo menos 10% mais caros.

O gerente de operações da Ceagesp, Marco Antonio Juscelino de Oliveira, diz que nesta quarta-feira, em menos de duas horas, a maior parte das mercadorias trazidas pelos produtores já havia se esgotado. Além da redução da produção, provocada pelo excesso de chuva, os agricultores não conseguem fazer a colheita nas lavouras devido ao barro.

É o caso da batata e do milho que estão passando do tempo de colheita nas plantações. As verduras, mais sensíveis ao clima, também estão com a qualidade prejudicada. ?O problema vai se agravar se tivermos mais chuvas.?

Falta mercadoria no comércio
A proprietária da Quitanda Nakazoni, Daniela Nakazoni, conta que alguns produtos já estão tendo dificuldade de reposição. Como é o caso da alface, rúcula e brócolis. ?As mercadorias que chegam estão com qualidade bem inferior e preço mais alto.? No caso do brócolis, ela diz que o custo chegou a subir até 40%. Em relação às verduras, o aumento médio é de 10%.

Terezinha Garriko, proprietária da banca Raio de Sol, no Mercado Municipal, diz que também não conseguiu fazer a reposição de algumas mercadorias, como abobrinha, pepino e couve-flor. ?Já avisaram que se não parar de chover, a tendência é faltar ainda mais.?

A dificuldade de compra também tem se refletido no custo dos produtos. ?Amanhã [quinta-feira] os preços já serão outros.?

Fonte: Rede Bom Dia e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12809&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Usinas de alcool têm prejuízo de R$ 2,5 bilhões </title>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 09:47:29 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A retração na produtividade industrial no setor sucroalcooleiro deve gerar perda de aproximadamente R$ 2,5 bilhões na safra 2009/2010. A estimativa da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) deve-se, principalmente, à diminuição significativa na qualidade da matéria-prima. O nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) da cana-de-açúcar caiu 8% nesta temporada, para 130,8 quilos por tonelada do produto, ante 140,9 quilos no ciclo 2008/2009. Com isso, apesar do incremento de 3,3% na produtividade agrícola a safra pode ser considerada 4,2% menor em função na queda na produção de açúcares por hectare.

Apesar da qualidade comprometida, o preço do ATR aumentou na safra vigente e chega em novembro a R$ 0,33 por tonelada, 12% acima do ciclo anterior. No entanto, o baixo índice de sacarose descompensou a valorização e gerou uma perda de 8% no faturamento global do setor cuja receita cresceu 20,8%, para R$ 37 bilhões, mas o faturamento foi de apenas 12,3%, deixando de ganhar R$ 3 bilhões.

Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica, ressalta que o maior volume de chuvas resultou em um ano de baixa produtividade e alto custo. Segundo ele, de junho a novembro foram perdidos 18,3 dias de moagem comparado a igual período da safra passada. "De 40 milhões a 50 milhões de toneladas deixaram de ser esmagadas neste ano", afirmou. "Os números devem ser agravados em dezembro", completou Padua.

Além de reduzir a qualidade e o faturamento das usinas, o regime de chuvas irá obrigar muitas empresas a anteciparem o início da safra 2010/2011 e retardar o término da safra atual. De acordo com a Unica, entre janeiro e fevereiro do próximo ano, de 45 e 55 usinas estarão processando a cana, o que representa quase 20% do número total. Até a primeira quinzena de abril, esse número deve chegar a 140 usinas. Este ano, no mesmo período, esse número não passava chegava a 80 usinas.

A ininterrupção da moagem, que é motivo de preocupação para as empresas do setor, deve aliviar o mercado quanto ao abastecimento de etanol. Com a antecipação da safra, o aperto da oferta do produto deve ocorrer apenas nos dois primeiros meses do ano. Padua também destaca que não deve haver preocupação quanto a escassez de álcool anidro para mistura na gasolina.

"A produção de anidro caiu, mas as exportações também recuaram 63%, o que equivale a 1,1 bilhão de litros", disse, garantindo a manutenção da mistura.

No total, as exportações de etanol do Brasil caíram 34,1%, para 2,8 bilhões de litros. A principal queda ocorreu nos embarques para os Estados Unidos que tiveram retração de 88%.

As exportações de açúcar, por sua vez, evoluíram em 25,4%, para 22,1 milhões de toneladas, alavancada pelo crescimento nas exportações para a Índia. No volume acumulado de abril a outubro, o País adquiriu pouco mais de 2,9 milhões de toneladas de açúcar brasileiro, uma quantidade 8752% superior às importações feitas no mesmo período do ano passado.

As exportações de açúcar do centro-sul devem crescer 4,5 milhões de toneladas, entretanto, a produção irá avançar apenas 2,3 milhões. "Nos 11 primeiros meses do ano, as exportações de açúcar já superam as 2 milhões de toneladas o volume exportado em todo o ano de 2008", disse Padua. "Grande parte do volume exportado se origina dos estoques dos dois últimos anos", destacou o diretor da Unica.

As cotações da commodity continuam subindo e em novembro os preços FOB do açúcar cresceram 40%, contudo, a desvalorização cambial atenuou os ganhos que, em reais, subiram apenas 5,8%.

Além das preocupações envolvendo a safra 2010/2011 de açúcar a álcool, a Unica também quer avançar nas discussões acerca do segmento de bioeletricidade.

Segundo Marcos Jank, presidente da entidade, apenas 205 das usinas exportam energia, o que ele considera um índice muito baixo. "A eletricidade é uma lacuna e o problema deve ser resolvido no primeiro semestre de 2010", afirmou.

Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústria e Agolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12801&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva dificulta colheita e tratos na lavoura </title>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 09:43:36 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Excesso de umidade atrasa safra de uva e impede tratamento fitossanitário nas áreas de soja, café e laranja

O tempo foi marcado por céu nublado, queda na temperatura e chuva constante na maior parte do Estado, causados por uma frente fria que passou lentamente sobre o Sudeste. A temperatura máxima não passou de 30 graus na maioria das localidades. A mínima caiu abaixo de 15 graus em Garça, Itapeva e Jaú.

O volume de chuva acumulado no período passou de 100 milímetros em Ilha Solteira, Piracicaba e São Carlos, valor que representa mais de 50% do total esperado para dezembro. Nas demais localidades também choveu muito, elevando as reservas hídricas no solo. Apenas Iguape, Jaboticabal e Taubaté não atingiram este limite.

O tempo chuvoso voltou a dificultar a colheita da mandioca, mais ainda sem efeito sobre o mercado da raiz e da fécula. As próximas semanas, contudo, devem mostrar os reflexos do atraso na colheita.

Nas parreiras de uva de Porto Feliz, Vinhedo e Indaiatuba a chuva também atrasou a colheita, impedindo que os produtores aproveitem os bons preços do produto neste início de safra - quase o dobro da cotação do ano passado.

O mercado do boi gordo também dá sinais de influência do clima, com cotações abaixo do esperado para esta época do ano. A chuva bem distribuída desde o início do inverno favoreceu o crescimento das pastagens e a engorda dos animais, o que manteve a oferta de animais na entressafra. Assim, a demanda foi atendida, impedindo a elevação nas cotações.

A chuva já compromete as lavouras de feijão que estão entrando em fase de maturação em Itapeva, Itaí e Itaberá, baixando a produtividade e a qualidade do produto. O tempo chuvoso também dificulta os tratamentos fitossanitários nas lavouras de soja em Guaíra e Promissão; nos cafezais de Garça, Franca e São José do Rio Pardo; e nos pomares de laranja de Itápolis, Matão e São Carlos.

Nos seringais de Votuporanga, Jales e São José do Rio Preto, ao contrário, a produtividade é maior e a chuva no inverno permitiu antecipar o período produtivo das seringueiras. Considerando que o preço do coágulo está maior que o dobro da cotação no ano passado, esta deve ser uma ótima safra para o produtor de borracha.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12800&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Exceto no RS, clima ainda beneficia a safra de grãos </title>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 09:41:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O terceiro levantamento da CONAB sobre a produção de grãos no país nesta safra 2009/10, cujo plantio começou em meados de setembro, confirmou que, das grandes culturas semeadas no verão, apenas a soja apresenta incremento da área plantada na comparação com o ciclo 2009/10.

De acordo com os dados divulgados ontem, a expansão do carro-chefe do agronegócio nacional será de 6%, e boa parte dela se dará mesmo sobre áreas ocupadas pelo milho na temporada passada. Com a migração, a área de milho deverá recuar 9,8% no verão. Ainda sem considerar a prevista expansão do plantio de inverno de milho, na soma das duas safras (verão e inverno) a queda da área total do grão seria de 6,4%.

Se as estimativas se confirmarem apesar dos efeitos climáticos provocados pelo El Niño - por enquanto as chuvas têm até favorecido as plantações de milho -, a produção de soja deverá aumentar 12,9%, para mais de 64 milhões de toneladas, e a de milho, no total, deverá cair 1,7%, para cerca de 50 milhões. Nesse caso, a CONAB já prevê um avanço de quase 5% da produção de milho safrinha.

Para as demais culturas destacadas no levantamento da CONAB, há quedas de área plantada e de produção estimadas para algodão, amendoim, arroz, girassol, centeio e triticale. Feijão, sorgo e cevada terão áreas menores, mas produção maior. Mamona e aveia têm previsões de área e produção maiores. O trigo cai no levantamento, mas este ainda leva em conta o cenário do inverno passado .

Em geral, a CONAB informou que as condições climáticas para a safra de verão 2009/10 estão favoráveis. Destaque negativo para o Rio Grande do Sul, onde as chuvas atrasaram a colheita de trigo e o plantio de culturas de verão. Segundo Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, um terço da área de soja já semeada terá de ser replantada por causa das chuvas. O Estado é o terceiro maior produtor de grãos do país, atrás de Mato Grosso e Paraná.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12799&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Mau tempo traz prejuízo a agricultores da região Sul </title>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:37:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No RS, chuva já gerou perda de R$ 2,5 bi nas lavouras e na pecuária leiteira, diz federação.

Cultura mais prejudicada foi a do arroz, que pode ter a produção reduzida em 1/3; safra de trigo em SC deve cair 30% em relação à de 2008.

As fortes chuvas e vendavais que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos 30 dias causaram prejuízos de aproximadamente R$ 2,5 bilhões em lavouras de grãos e na pecuária leiteira de todas as regiões gaúchas, conforme a Farsul (Federação de Agricultura do Estado).

Em uma estimativa que considera lavouras destruídas e terras alagadas nas quais atualmente é impossível plantar, o presidente da entidade, Carlos Sperotto, aponta um deficit de 4,1 milhões de toneladas de grãos na comparação entre a safra passada e a atual.

A cultura mais prejudicada pelo mau tempo foi a do arroz, que pode ter a produção reduzida em um terço -cerca de 3 milhões de toneladas. Já os produtores de soja, que plantaram apenas 38% da área destinada à cultura, torcem para que o tempo melhore neste mês e permita o fim da semeadura.

Nas demais culturas, como trigo e hortifrútis, que estão em fase de colheita, as lavouras foram parcialmente destruídas e as perdas ainda estão sendo contabilizadas. Na pecuária leiteira, o principal problema foi a destruição da malha viária no interior do Estado, que causa dificuldades para o escoamento da produção, segundo a Farsul.

"Vendo as capas de jornais, parece notícia repetida. Mas é um evento novo a cada dia, numa região ou outra, granizo, temporal, inundação. E não temos perspectiva de melhora em dezembro", diz Sperotto.

Em Santa Catarina, o mau tempo afetou principalmente os produtores de trigo, que tiveram perdas de cerca de R$ 62 milhões com o excesso de chuva, que destruiu plantas e diminuiu a qualidade das 150 mil toneladas que o Estado colheu.

A quebra de 60 mil toneladas representa uma safra 30% inferior à do ano passado e soma-se aos demais problemas do grão, que enfrenta dificuldades de mercado na região, segundo o vice-presidente da Federação da Agricultura catarinense, Enori Barbieri.

Diferentemente dos Estados vizinhos, o Paraná apenas registrou atrasos no plantio de lavouras e não teve perdas fortes no setor agropecuário com as chuvas dos últimos meses, segundo dados da Faep (Federação da Agricultura do Paraná).

Após amargar prejuízos de R$ 4,3 bilhões na safra passada em razão de secas, geadas e excesso de chuva, o setor deve se recuperar no ciclo 2009/2010.

É esperada a colheita de 20,5 milhões de toneladas de grãos (soja, milho e feijão), com um crescimento de 25% em relação ao ano passado. Esses números, do Deral (Departamento de Economia Rural), levam em consideração somente a safra de verão (plantio entre setembro/outubro e colheita até maio do próximo ano).

O Paraná deve saltar de 9,4 milhões de toneladas de soja, na safra passada, para 13,4 milhões neste ano. Mesmo o milho, que perdeu 27% de sua área em relação à safra anterior, deverá colher o mesmo neste ano, em torno de 6,5 milhões de toneladas.

Fonte: Folha de São Paulo - SP e Clipping  -CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12797&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>El Niño exige maior combate à ferrugem </title>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:35:08 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com menos de 5% da área de soja por semear, os produtores intensificam o monitoramento da ferrugem asiática, que chegou mais cedo neste ano e deve se expandir rapidamente nas lavouras paranaenses. Conforme balanço do Sistema de Alerta do Consórcio Antiferrugem da Embrapa Soja, o estado já contabiliza nove focos da doença nesta safra, três deles em lavouras comerciais. Nesta mesma época de 2008, havia apenas três casos, nenhum em área comercial.

Coordenadora do Consórcio, a pesquisadora Cláudia Godoy explica que as chuvas associadas ao fenômeno El Nino criam condições ideais para a disseminação da doença e, por isso, os ataques do fungo Phakopsora pachyrhizi devem ser mais severos no ciclo 2009/10. Consequentemente, o número de aplicações de fungicidas para combate à ferrugem tende a aumentar. Nas últimas temporadas, o controle químico da ferrugem exigiu dos produtores paranaenses em média duas aplicações por safra, conforme dados da Embrapa Soja.

Apesar de representar custo, o controle deve ser feito cuidadosamente porque diminui a possibilidade de perdas na colheita, recomenda Ivan Schuster, pesquisador da área de biotecnologia da Coodetec em Cascavel. "Já tem soja florescendo no Oeste do estado e, a partir dessa fase, aumenta a probabilidade de ocorrência da ferrugem. O produtor deve ficar atento, fazer o controle químico no momento correto para evitar prejuízos", concorda Cláudia.

O El Niño favorece a ferrugem, mas traz muito mais benefícios do que problemas, considera Paulo Etchichury, meteorologista do Instituto Somar. "Contra a falta de chuva não há remédio. Então, que venha a ferrugem, porque a doença o produtor pode controlar."

Quando a ferrugem apareceu no Brasil, na safra 2001/02, seu potencial de risco era desconhecido. "Apesar do número de focos ser crescente a cada safra. Agora os casos aparecem, mas não evoluem", afirma Schuster.

No Oeste do Paraná, que planta soja mais cedo e já registrou casos de ferrugem neste ano, o controle da doença exige cuidados imediatos, segundo os especialistas. As lavouras plantadas no início de outubro estão em frutificação, fase em que as plantas ficam mais suscetíveis ao ataque do fungo. Ano passado, duas aplicações de fungicidas bastaram.

"A severidade da doença depende do clima. Lavouras de ciclo mais longo podem precisar de até quatro aplicações de fungicida neste ano", estima Marcelo Martins Pereira, coordenador do departamento técnico da Agrícola Campele, revenda de insumos de Guarapuava, nos Campos Gerais. Na safra anterior, foi necessária uma aplicação a menos.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12796&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima frio favorece framboesa na Serra da Mantiqueira </title>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:33:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Um produtor de São Paulo está aproveitando o clima frio da serra da Mantiqueira para cultivar a framboesa. Dentre as variedades escolhidas, uma chama a atenção pela cor.

A 1,6 mil metros de altitude a propriedade na serra da Mantiqueira produz frutos raros no país. O clima frio e ameno no município de São Bento do Sapucaí, no interior de São Paulo, permitiu o cultivo da framboesa, típica do Hemisfério Norte.

?Esse foi um ano importante para a fruticultura, especialmente para a framboesa. Nós conseguimos aumentar muito a demanda até porque ela não é uma fruta muito conhecida e está se tornando cada vez mais conhecida?, explicou o agricultor Rodrigo Ismael.

Na época de colheita, de dezembro a junho, são 15 mil quilos de framboesa, inclusive de uma variedade valiosa justamente por ter uma característica bem diferente. Elas chamam a atenção pela cor e pelo sabor, menos ácido e levemente mais doce.

Já para os produtores a framboesa dourada faz jus ao nome no mercado. Enquanto que a muda da vermelha é vendida a R$ 2,00, a muda desta outra framboesa sai por R$ 25,00. A variedade surgiu como uma mutação natural. A alteração genética que foi cultivada há 30 anos e que, como outras framboesas, pode ter um alto rendimento em pouco espaço. Na propriedade, mil metros quadrados renderam cerca de R$ 40 mil.

Além do frio rigoroso, outro segredo para o sucesso da colheita é investir em delicadeza. O trabalho na propriedade é exclusivo de mulheres.

O quilo da framboesa dourada está sendo vendido para o consumidor por R$ 200. Já a vermelha sai por um pouco menos, a R$ 150.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12795&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>MT deve colher recorde de soja em 09/10 </title>
<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:31:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com boas condições climáticas e um aumento de área plantada, o Mato Grosso colherá um recorde de 18,2 milhões de toneladas de soja na temporada 2009/10, informou nesta segunda-feira o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O maior Estado produtor de soja do Brasil, cuja semeadura da safra 09/10 está sendo encerrada nas áreas que plantam mais tarde, colheu 17,4 milhões de toneladas da oleaginosa na temporada passada, de acordo com o Imea, órgão ligado à Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso.

O último levantamento de plantio do Imea, realizado em novembro, mostrou um aumento na intenção de semeadura para 6,07 milhões de hectares, ante 5,94 milhões de hectares em outubro. Na comparação com a temporada 08/09 (5,7 milhões ha), a área plantada crescerá 6,5 por cento, de acordo com o instituto.

"O último levantamento feito pelo Imea sobre a área reforçou o aumento da superfície plantada, superando 6 milhões de hectares cultivados, configurando-se, assim, a terceira maior área plantada da história do Estado", afirmou o Imea em relatório.

A área plantada nesta temporada é a maior desde os 6,19 milhões de hectares semeados em 05/06, segundo o Imea.

O Imea não detalhou no boletim o motivo do aumento da área de soja nas últimas safras, mas analistas têm dito que nesta temporada o crescimento no plantio ocorre porque a oleaginosa está avançando em terras antes dedicadas ao algodão e também em campos de pastagens degradadas.

Considerando uma produtividade de cerca de 3 mil quilos por hectare, superior à de 05/06, o Estado pode ter uma colheita recorde de soja em 09/10, se o tempo continuar favorecendo as lavouras.

Apenas na região nordeste do Estado algumas áreas ainda não foram semeadas. Mas, mesmo lá, 90,4 por cento do total estimado já foi plantado.

"As chuvas de maneira geral continuam dentro da normalidade, apenas com casos pontuais de má distribuição e escassez. A dedicação está voltada para os tratos culturais nesta fase. Os cuidados com ferrugem asiática estão se intensificando no Estado", afirmou o relatório.
As primeiras lavouras semeadas, em setembro, já podem começar a ser colhidas entre o final do ano e o início de janeiro.

Fonte: Reuters e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12780&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca preocupa no RN </title>
<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:28:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No Rio Grande do Norte, a preocupação é com a seca. Em muitas propriedades já não há água nem pastagem e os agricultores se viram como podem.

De balde em balde o agricultor Manoel Marconino Neto enche o reservatório de 250 litros, que vai garantir a água de casa por pelo menos um dia.

O agricultor Francisco Sobrinho também se esforça com os baldes. Ele é um dos muitos agricultores de Mossoró que precisam utilizar a água salobra do poço que fica no assentamento Barreira Vermelha.

O sacrifício dos agricultores é um reflexo da seca, que voltou a castigar com força a região. Em muitas propriedades não chove há mais de quatro meses. Sem água, o pasto está diminuindo e os animais disputam o alimento no mato seco.

Há cerca de oito meses, a equipe de reportagem esteve em uma das propriedades da região mostrando os prejuízos com o excesso de chuva. Na época, o mato era verde, alto e a terra estava tão encharcada que ficava difícil até de caminhar com os pés afundando. Foi um período difícil, que a maioria dos agricultores fez questão de esquecer. Agora, diante do cenário de seca, a torcida é que a estação chuvosa volte logo, mas não com tanta intensidade.

É esse o desejo do agricultor Pedro Clemente da Silva, do assentamento Cabelo de Negro. Ele foi prejudicado com o excesso de água do início do ano. Na plantação de milho ele mostra o resultado das espigas. "Num deu um saco de milho", disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12779&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva favorece praga na soja do RS </title>
<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:27:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores gaúchos estão preocupados com o aparecimento de pragas nas lavouras de soja. Com o excesso de chuva, o problema apareceu mais cedo.

De longe, os danos na plantação de soja na propriedade em Cruz Alta, no noroeste do Rio Grande do Sul, não aparecem com facilidade, mas é só chegar mais perto que o estrago fica visível.

Nesta safra, o que chama a atenção dos agricultores do noroeste gaúcho é o aparecimento precoce de pragas nas lavouras de soja. O monitoramento diário pode prevenir os ataques.

A lagarta, que se alimenta das folhas da soja, é uma antiga inimiga dos agricultores. No ano passado, os problemas com a praga só apareceram no fim do mês de janeiro. Este ano, ela chegou mais cedo.

O agricultor Gilberto Scapin está preocupado. As chuvas têm dificultado o trabalho no campo. Ele não consegue entrar na lavoura para fazer o tratamento preventivo.

?O surto dela está iniciando no início do crescimento vegetativo da soja, que não é normal, não é comum. Normalmente, ela atinge já a soja num desenvolvimento maior?, explicou Scapin.

A lagarta se reproduz rapidamente. Se não controlada em tempo, pode até diminuir a produtividade, comprometendo o rendimento das lavouras.

Nas áreas recém plantadas, Gilberto Scapin faz a vistoria e encontra mais uma surpresa desagradável: os tamanduás da soja. A presença do pequeno inseto preto em alguns pés pode ser uma ameaça ainda maior se comparada com a ação da lagarta.

?O tamanduá é uma praga que ultimamente não temos tido problema com ele, mas temos que observar porque é uma praga, que se a incidência é grande, causa também danos econômicos?, esclareceu Scapin.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12778&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas elevam preços dos alimentos </title>
<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:41:05 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A feira do consumidor uberabense está mais cara quando comparada às compras feitas nos últimos 30 dias. O motivo, segundo o secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Humberto Guimarães, seria o excesso de chuvas no último mês que acaba refletindo no bolso da população.

?No período que chove muito, há redução de algumas culturas, principalmente aquelas que são praticadas em céu aberto, sem cultivo protegido por uma estufa, por exemplo. Assim, as perdas no campo, acabam tendo que ser repassadas ao consumidor?, explica.

Segundo dados da Ceasa, o aumento médio das 14 principais variedades comercializadas foi de 23%, sendo puxado principalmente pela alface, com acréscimo de 25%. ?As folhosas são as principais prejudicadas pelo excesso de água, pois para que possam produzir em tempo rentável devem ser praticadas em estufas?, salienta José Humberto.

No total, das 14 espécies observadas, apenas a abobrinha, o pepino e o pimentão mantiveram seus preços estáveis. A batata inglesa e o quiabo tiveram queda, enquanto a abóbora, alface, o cará, a cebola, cenoura, o chuchu, a couve-flor, o jiló, repolho e tomate tiveram aumento.

As compras de supermercado também tiveram alta. Este mês o consumidor deve pagar mais caro pelo óleo de cozinha e o açúcar. Este último tem apresentado inúmeras altas desde setembro. O produto apresentou acréscimo de 5% no fechamento de novembro, enquanto o açúcar subiu 10%. Esse percentual fica ainda mais expressivo quando se observa o valor praticado em setembro e o de hoje. O produto subiu mais de 50%.

Fonte: JM Online - Jornal da Manhã e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12766&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva prejudica safra de feijão no sudoeste de SP </title>
<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:39:07 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Itaí, no sudoeste de São Paulo, estão preocupados com a safra de feijão. O excesso de chuva está prejudicando as lavouras.

A área plantada, de dez hectares, continua a mesma dos últimos anos. Mas o agricultor Antônio Tristão, do município de Itaí, está preocupado com o que vai conseguir colher daqui a um mês. Quando iniciou o plantio, ele previa colher 30 toneladas de feijão. Agora, por causa do excesso de chuvas, acredita que não vai tirar da lavoura mais do que 18 toneladas. ?O tempo não está bom para colher. Está chovendo bastante?, disse.

Com a chuva acima da média, parte do feijão não é aproveitada e o resto perde a qualidade. O excesso de água favorece o surgimento de doenças, como aconteceu em várias lavouras do município de Itaí, na região sudoeste paulista.

De acordo com a Cati, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, a produção este ano deve ter queda de 50% em relação à safra anterior. Os grãos estão menores e manjados.

?Nessas chuvas consecutivas fica complicado de o produtor fazer o controle da doença, fazer a aplicação do fungicida?, explicou Maurício Medeiros, agrônomo da Cati.

O agricultor Abel Simões Jr. plantou 250 hectares de feijão. Ele acredita que, no máximo, vai colher 550 toneladas do grão. Na safra anterior, a área plantada era cerca de 15% menor. E a produção chegou a 840 toneladas. Para a próxima safra ele pretende fazer um novo planejamento.

?Depois de uma quebra como essa, que vai descapitalizar bastante a empresa, nós vamos ter que reduzir um pouco a área de plantio para o ano que vem", falou Simões Jr.

Outra preocupação dos agricultores é com o preço. A saca do feijão, em Itaí, está sendo comercializada por R$ 50, o que, segundo eles, não cobre o custo de produção.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12765&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva bem vinda no sertão de PE </title>
<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:37:57 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Enquanto nas regiões Sul e Sudeste o excesso de água é motivo de desânimo, no Nordeste a chegada das primeiras chuvas enche de esperança os agricultores. No sertão de Pernambuco, muita gente já foi para o campo semear as lavouras.

Bastou chover no Nordeste para que os tratores começassem a arar a terra. Qualquer pedacinho de chão é aproveitado para plantar feijão no sertão de Pernambuco.

No município de Araripina são 14 mil hectares só com o feijão. O agricultor Aloísio Cavalcanti tem 78 anos e vive da cultura do grão. Ele aproveitou a terra molhada para iniciar o plantio. ?Estou plantando porque não somos nós que damos a chuva. É Deus. Nós não sabemos de nada?, disse.

Na primeira semana de dezembro choveu 41 milímetros na região. É quase a metade do esperado para o mês todo. A chuva levou alegria, mas ainda não garante a colheita. Para tirar o feijão os produtores precisam de pelo menos outras duas chuvas como a dos últimos dias.

A agricultora Agostinha de Macedo já está com a plantação crescida. Ela se adiantou e aproveitou a chuva do início de novembro para plantar. Mas a chuva de agora é importante para garantir a safra. Daqui a 40 dias ela pretende colher 90 sacas do grão na propriedade de seis hectares.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12764&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Mapa aprova zoneamento para milho na PB, PE, RN e PR </title>
<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:48:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O zoneamento agrícola de risco climático para a cultura de milho ano-safra 2009/10, nos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraná, foram publicados no Diário Oficial da União (DOU), desta quinta-feira (03-12). Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

O objetivo do zoneamento agrícola é identificar as áreas aptas e os períodos de plantio com menor risco climático para o cultivo do milho nos estados citados.

Conforme dados do levantamento da CONAB de novembro de 2009, o Estado da Paraíba cultivou, na safra 2008/2009, uma área de 194 mil hectares de milho (Zea mays L.) com uma produção de 166,3 mil de toneladas. Já em Pernambuco foi cultivada uma área de 309,7 mil hectares com uma produção de 212,1mil de toneladas. O Estado do Rio Grande do Norte cultivou uma área de 71,2 mil hectares com uma produção de 43 mil de toneladas.

No Paraná, onde o zoneamento trata do plantio em consórcio com a braquiária (brachiaria ruziziensis), predominantemente na safrinha (2ª safra), a integração propicia formação de palhada, essencial para o sistema de plantio direto podendo a braquiária ser utilizada como pasto no período de entressafras.

Na integração de duas gramíneas, como é o caso do milho e braquiária, há uma competição por luz e água entre as culturas, o que pode afetar a produtividade do milho. A braquiária, por apresentar sistema radicular profundo e agressivo contribui para a reciclagem de nutrientes. Nesse consórcio, quando bem conduzido, a perda de produtividade do milho normalmente é inferior a 10% em relação ao cultivo solteiro.

Para que ocorra um mínimo de competição entre as culturas é fundamental proporcionar condições para que o milho se desenvolva e ocupe o terreno antes de a braquiária se estabelecer plenamente.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12760&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra do RS pode colher 4 mi de toneladas a menos por causa da chuva </title>
<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:47:22 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas no plantio da safra de verão pode reduzir em até 4 milhões de toneladas o potencial de produção do Rio Grande do Sul na safra 2009/2010, estimou hoje o presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Carlos Sperotto. Ele prevê perdas nas lavouras de arroz, milho e feijão.

Na safra 2008/2009, o Estado colheu 22,5 milhões de toneladas, considerando as principais culturas de verão e o trigo. A CONAB prevê produção entre 22,6 e 23 milhões de toneladas no ciclo 2009/2010 no Estado. Se a previsão da Farsul se confirmar, a colheita cairia para 18 milhões de toneladas.

O problema principal está na lavoura de arroz, cuja expectativa de colheita é de até 7,4 milhões de toneladas, segundo a CONAB. O Instituto Riograndense do Arroz (Irga) e a Federação dos Arrozeiros (Federarroz) divulgaram levantamento hoje indicando que 23% da área estimada para o grão estão alagados, o equivalente a 240 mil hectares.

As entidades calculam que 70 mil hectares serão replantados, com custo de R$ 56 milhões. Nesta parcela, a produtividade média deve cair para 1.500 quilos por hectare, gerando 105 mil toneladas a menos na produção. A redução na área destinada à lavoura de arroz, que terá 60 mil hectares a menos em relação à previsão inicial, representa perda de 420 mil toneladas.

Considerando queda de rendimento com o plantio atrasado, demora no manejo e recuperação de áreas alagadas, a colheita deve perder 980 mil toneladas, segundo a estimativa do Irga e Federarroz.

O presidente da Comissão de Grãos da Farsul, Jorge Rodrigues, lembrou que o Ministério da Agricultura aprovou a prorrogação, até 20 de dezembro, do zoneamento para plantio de arroz, por causa do excesso de chuvas em novembro. Desta forma, o produtor pode contratar financiamento público para formar a lavoura dentro do período autorizado.

A expectativa é se os agricultores terão condições de plantar nos próximos dias e, mesmo se conseguirem, o período ideal de cultivo já terminou. Sperotto projetou que o arroz perderá 3 milhões de toneladas, e milho e feijão, 1 milhão de toneladas, na comparação com a colheita passada.

A safrinha de milho, que habitualmente ocupa uma pequena área no Estado, ficará comprometida pelo atraso na implantação da safra principal. O plantio atingia 74% da área estimada até a semana passada. A melhor época de cultivo ocorre em setembro. A colheita de trigo havia chegado a 69% da área, quando nesta época do ano passado estava em 92%. O nordeste gaúcho, que habitualmente produz trigo de qualidade, está na parcela que ainda não foi colhida por causa do clima, observou Rodrigues.

Ao fazer um balanço do ano no setor agrícola, Sperotto voltou a cobrar apoio do governo na comercialização de trigo que permanece em estoque da safra passada. A entidade calcula que aproximadamente 150 mil toneladas ainda estão estocadas e não há compradores. "A engrenagem tem que andar", disse Sperotto, sobre a necessidade de abrir espaço nos armazéns para a chegada da nova safra. Como o preço de venda também é ruim, o dirigente disse que haverá "um grande desestímulo" ao trigo no Estado. Além dos problemas de plantio de verão, a pecuária também enfrenta dificuldades por causa do clima e do alagamento de áreas de pastagem.

Fonte: Último Segundo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12759&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Mudanças climáticas fazem o sertão ferver </title>
<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:46:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[No interior de Pernambuco a elevação da temperatura chegaria a 4 graus Celsius

No momento em que governos de todo o mundo se preparam para discutir em Copenhague formas de limitar o aquecimento do planeta em 2 graus Celsius, o Laboratório Meteorológico de Pernambuco (Lamepe) divulgou ontem uma informação preocupante: já chega a quatro graus a elevação de temperatura no sertão do estado, enquanto na Zona da Mata ela atinge três graus. A constatação - ainda não publicada - é uma das primeiras conclusões do Muclipe (Mudanças Climáticas e seus Impactos em Pernambuco), um projeto patrocinado pelo governo federal e que conta com a participação de instituições de todo o país.

Região sofre com desmatamento sem precedentes Segundo a Coordenadora do Lamepe, Francinete Francis Lacerda, doze pontos do estado estão sendo monitorados e o levantamento já foi concluído em duas áreas. O problema mais grave, no entanto, é em Araripina, a 692 quilômetros de Recife, onde o acompanhamento de uma série histórica de 60 anos indicou o aumento de 4 graus Celsius, o que surpreendeu os pesquisadores.

- Normalmente o aumento observado em outras partes do mundo fica em 1,5 grau em média. Já fui muito sabatinada por especialistas, alguns dos quais vieram ao Lamepe checar as informações. Mas revisamos tudo e os números são esses mesmos, infelizmente.

Para a pesquisadora, além do aquecimento global, Araripina pode ser vítima também do desmatamento sem precedentes provocado pelo consumo de lenha para alimentar fornos da indústria gesseira do sertão do Araripe, uma das zonas mais secas do estado. Cinco de seus municípios concentram cerca de 400 empresas do setor, que consomem por ano mais de 1,5 milhão de metros cúbicos de lenha, provenientes de matas nativas da caatinga.

Conhecido pela riqueza em fósseis, o sertão do Araripe responde por 95% da produção brasileira de gipsita e nele ficam 40% das minas do mundo. De acordo com o Ibama, até o ano passado, todas as empresas da região atuavam com algum tipo de irregularidade ambiental. No ano passado, à exceção de uma, todas as calcinadoras foram embargadas por problemas que iam da falta de licenciamento ambiental ao uso de madeira ilegalmente extraída como fonte energética.

Segundo o coordenador de auditorias do Ibama no Araripe, Josenildo José dos Santos, depois da intervenção o consumo de lenha da caatinga foi reduzido e agora as empresas usam lenha de árvores exóticas (como a algaroba) ou proveniente das podas dos pólos de fruticultura do sertão do São Francisco ou dos cajueiros do Ceará. Ele disse que anteriormente 90% usavam madeira ilegal, mas que as auditorias realizadas esse ano em 18, indicaram os abusos em apenas duas.

O sertão fica no semiaacute;rido, região marcada por secas constantes e de grande pressão durante as estiagens.

Mas o aquecimento também foi observado na Zona da Mata, mais precisamente em Vitória de Santo Antão, a 51 quilômetros da capital pernambucana. Na Zona da Mata se concentra a agroindústria açucareira do estado.

Números surpreenderam os pesquisadores De acordo com o Lamepe, a série histórica pesquisada na área canavieira foi de 50 anos e o aumento de temperatura no período também não é pequeno: 3 graus Celsius. A Zona da Mata é úmida, possui estações chuvosas regulares.

Francis lembrou que a metodologia adotada segue os padrões internacionais e contou que os números de Vitória surpreenderam os pesquisadores do Lamepe tanto quanto os registrados no Araripe.

- Quando fizemos a triagem pensamos em algum erro. Mas revisamos tudo e não houve mudança nas informações indicadas pela série histórica. Estamos diante de uma realidade dramática, porque os efeitos do aquecimento global estão sendo ampliados nesses locais devido à ação descontrolada do homem

Chuvas diminuem na região

O aumento de temperatura na Zona da Mata e no sertão do Araripe não é o único problema provocado pelo aquecimento global em Pernambuco.

Uma pesquisa efetuada no sertão do Pajeú, divulgada no Décimo Oitavo Congresso Brasileiro de Recursos Hídricos, indicou uma redução na densidade pluviométrica da região, com oscilações que variam entre cinco e nove milímetros anuais.

Em Afogados de Ingazeira, a 386 quilômetros do Recife, a diminuição das chuvas foi de cinco milímetros, mas em Carnaíba, a 417 quilômetros, a diferença chega a nove milímetros. O acompanhamento foi realizado entre os anos de 1965 e 2004. No estudo foram realizadas coletas em oito pontos do Pajeú, região com 16 mil 830 quilômetros quadrados e que corresponde a 17,2 por cento da área do estado (L.L.)

Fonte: O Globo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12758&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Umidade está boa para feijão e milho </title>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 10:36:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Perspectiva para ambas as culturas é de boa produtividade. Por pelo menos 10 dias índice de água no solo será bom

- O período foi marcado por chuvas intensas e distribuídas na maior parte do Estado, consequência da passagem de uma frente fria de forte intensidade chuvosa pelo Sudeste.

Apesar da nebulosidade, a temperatura máxima passou de 33 graus em Barretos, Ilha Solteira, Jaú, Jaboticabal, Piracicaba, Presidente Prudente e Votuporanga, enquanto a mínima ficou acima de 20 graus em todas as localidades.

A umidade do solo subiu em todo o Estado, alcançando o nível máximo de retenção em todas as localidades, com exceção de Ilha Solteira e Taubaté.

O excedente hídrico indica risco de erosão nas áreas sem plantio direto, curvas de nível e terraços. Este risco é ampliado nas áreas recém-semeadas.

Nas lavouras de milho, soja e feijão que já se estabeleceram, contudo, a elevação da umidade favorece o desenvolvimento das culturas e mantém a perspectiva de boa produtividade, assegurando o suprimento hídrico por 10 dias.

As pastagens também têm condições favoráveis, com produção abundante de matéria seca para o gado. Mas o mercado continua sendo a principal dificuldade para o pecuarista.

A chuva intensa e contínua voltou a prejudicar a colheita da batata em Vargem Grande do Sul, Divinolândia e Casa Branca, reduzindo a oferta do produto no mercado. Comparado com o fim de outubro, os preços subiram mais de 30%.

A chuva prejudicou a colheita da cana-de-açúcar, prevista para terminar em 15 de dezembro na maioria do Estado. Em parte das unidades a colheita deve se estender ao longo do verão, sem paralisação para o crescimento dos canaviais.

A continuidade da safra da cana na entressafra deve-se principalmente à necessidade de caixa e à elevada disponibilidade de matéria-prima nos fornecedores, por causa do atraso na colheita nesta safra.

CUSTOS

No verão o tráfego de máquinas no solo úmido e a colheita sob chuva elevam o custo da operação e comprometem o rendimento dos canaviais nas próximas safras, com redução da vida útil da lavoura.

O tempo úmido atrasou a colheita da uva niagara em Porto Feliz, onde os produtores tentam aproveitar os bons preços da fruta no início da safra.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
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<title>Plantio direto reduz o efeito estufa </title>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 10:35:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Técnica de revolvimento mínimo do solo pode ser um trunfo em futurasConferências sobre as Mudanças Climáticas

- Introduzida no País em 1972 para auxiliar os produtores rurais no combate à erosão, a técnica do plantio direto na palha consolidou-se entre os agricultores brasileiros e, hoje, a pesquisa comprova que os benefícios do não revolvimento do solo, da rotação de culturas e da manutenção constante da palhada como cobertura de solo - os três princípios básicos da técnica - já superam a conservação do solo. Quase 40 anos depois da introdução da tecnologia no Brasil, o papel do plantio direto mudou. Se no início da década de 70 discutiam-se seus benefícios na conservação do solo, agora, às vésperas da 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-15), este mês, em Copenhague, na Dinamarca, discute-se o papel do plantio direto no cenário de mudanças climáticas globais como importante mecanismo para sequestrar carbono no solo.

"Em média, no País, o sequestro de carbono no solo por meio do plantio direto é de 0,5 tonelada/hectare/ano", diz o professor Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, do Departamento de Ciência do Solo da Esalq/USP, um dos autores do trabalho Agricultura tropical e aquecimento global: impactos e opções de mitigação. Considerando que, no Brasil, a área com plantio direto é de 26 milhões de hectares, conforme a Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha, seriam 13 milhões de toneladas de carbono estocadas no solo/ano via plantio direto.

O pesquisador Odo Primavesi, da Embrapa Pecuária Sudeste e um dos relatores do relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, da ONU, diz que, junto com a integração lavoura-pecuária, a integração lavoura-pecuária-floresta, os sistemas agroflorestais e silvipastoris e os reflorestamentos, o plantio direto tem essencial contribuição no sequestro de carbono.

CARBONO ACUMULADO

"Quando se revolve o solo no plantio convencional há a decomposição da matéria orgânica. Se essa matéria orgânica não for reposta, há redução de seu teor no solo", diz Primavesi. "Ao reduzir o teor de matéria orgânica de 3% para 1,5%, na conversão de pastagem para lavoura convencional, 80 toneladas por hectare de CO2 são emitidas." O plantio direto, ao contrário, que tem como prioridade manter matéria orgânica no solo, acumula carbono.

O potencial do plantio direto no sequestro de carbono pode e deve ser usado em debates internacionais, como a COP-15, defende Cerri, da Esalq. "Acredito que EUA e Argentina, que têm, respectivamente, a primeira e a terceira maior área com plantio direto - o Brasil está em segundo lugar - seriam grandes parceiros e apoiadores da ideia." O pesquisador Eduardo Assad, da Embrapa Informática Agropecuária e integrante do comitê gestor da Plataforma de Mudanças Climáticas da Embrapa, também incentiva o plantio direto como fixador de carbono no solo. "Se a técnica se expandir em mais 10 milhões de hectares, a meta será atingida. Considerando o avanço da tecnologia nos últimos 15 anos, é possível."

ALTERNATIVA

Para o professor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena/USP), Carlos Clemente Cerri, que liderou a revisão Emissões de gases do efeito estufa do Brasil: importância da agricultura e pastagem, o plantio direto é alternativa para ajudar o País a atingir as metas de redução de emissões. "São metas claras e possíveis." Segundo a Embrapa, para o setor agropecuário foi estabelecida uma redução de emissão de gases do efeito estufa de 4,9% a 6,1%, até 2020 e o governo já anunciou que o plantio direto será apresentando na conferência, ao lado de ações de recuperação de pastos, integração lavoura-pecuária e fixação de nitrogênio.

O professor do Cena cita outro número a favor do plantio direto. "Em comparação ao plantio convencional, o plantio direto absorve, por hectare/ano, 1,9 tonelada de CO2 equivalente a mais. A denominação "CO2 equivalente" aplica-se quando os três gases do efeito estufa - CO2, metano e óxido nitroso - são convertidos em uma única unidade. "O plantio direto emite gases-estufa, mas absorve mais carbono."

Cerri, da Esalq, concluiu, com base em estudos, que o potencial de estocagem de carbono no solo varia conforme solo e clima. "Há duas regiões contrastantes, a Sul e a Centro-Oeste. No Sul, onde a temperatura é mais baixa, a decomposição da matéria orgânica é mais lenta e, consequentemente, a "saída" de CO2 do solo. No Centro-Oeste, mais quente e chuvoso, a decomposição é mais rápida, mas a "saída" de CO2 também é mais rápida. No Centro-Oeste a dinâmica de entrada e saída de carbono é acelerada, o que reduz o potencial de sequestro."

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<item>
<title>Temporal provoca estrafos no Sul do país </title>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 10:33:59 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Cento e quatro municípios do Rio Grande do Sul já decretaram situação de emergência por causa dos temporais das últimas semanas. Este ano, a força da chuva está assustando quem vive no campo.

Em Tenente Portela, no noroeste gaúcho, a localidade de São Pedro foi a mais prejudicada. A dona Mariza Fries deve gastar R$ 50 mil para reconstruir o galpão de fumo que caiu por causa do vendaval. "Este galpão foi todo e a parte do outro que tem que reformar todo ele?, falou.

Houve prejuízos também nas lavouras. O vento não poupou parte da plantação de milho e deixou um rastro de destruição. Em uma das propriedades da região os pés ficaram totalmente caídos e abriu uma clareira. Mas a 20 metros do lugar, alguns pés estão intactos nem as casas foram danificadas.

Algumas localidades de Tenente Portela e Vista Gaúcha continuam sem energia elétrica, causando mais prejuízos. Sem ter como ligar o resfriador, desde segunda-feira o agricultor Saulo Caetano de Souza perde 600 litros de leite por dia. ?Chegou a acidez e não tem o que fazer?, lamentou.

Estragos também na criação de suínos. O prejuízo de seu Cláudio Esparrenberger só não foi maior por que na hora do temporal não havia animais dentro do chiqueirão.

O mês de novembro foi de muitos prejuízos para os agricultores gaúchos por causa do excesso de chuva e dos vendavais.

?Isso foi resultado da situação do fenômeno climático El Niño, que é o aquecimento das águas do oceano pacífico. Deixa mais disponível na atmosfera uma quantidade maior de umidade. Isso alimenta mais as nuvens, as frentes frias e tem esse efeito de aumentar a chuva no Rio Grande do Sul?, explicou Estael Sias, meteorologista.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12748&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuvas ajudam safra do milho </title>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:48:00 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O período de chuvas começou cedo este ano em várias regiões do país. Em Minas Gerais e Rio Grande do Sul, elas têm sido boas para as lavouras de milho.

No noroeste do Rio Grande do Sul, as plantações de milho estão vistosas. 65% das lavouras do Estado estão na fase de desenvolvimento vegetativo.

Em Cruz Alta, noroeste gaúcho, os agricultores estão satisfeitos. "Hoje o quadro é muito favorável. Nós estamos com temperaturas mais baixas, 16 graus á 18 graus à noite em média. Durante o dia, de 24 a 25 graus. Então esse quadro está excelente para a cultura do milho nessas localidades", afirma a agrônoma, Larissa Doerr.

Embora a área plantada com milho na safra verão tenha reduzido em média 7%, segundo a Conab, a estimativa de produção no Rio Grande do Sul deverá ficar em cinco milhões de toneladas, 17% a mais se comparado com o ano anterior.

O agricultor Maurício de Bortoli plantou 480 hectares. Ele está contente com a produtividade. Deve colher 200 sacas por hectare. A única preocupação é com o preço. Hoje, a saca de 60 quilos está custando em torno de R$ 17. No ano passado, saia por R$ 21.

"Aí é a grande questão se o mercado interno aquecer pela redução da área plantada no Rio Grande de Sul que a gente sabe que reduziu bastante. A gente tem uma expectativa de conseguir comercializar a um preço mais coerente que o do ano passado e conseguir lucratividade melhor".

Minas Gerais As plantas do milho semeado há pouco mais de 20 dias, mostram vigor. Para a safra 2009/2010 o agricultor Cláudio Nasser, de Patos de Minas, manteve a mesma área do ano passado, de 1,1 mil hectares. O clima ajudou a terminar o plantio no tempo certo. Ele está otimista.

"Nós estamos com as lavouras num estágio de 25 dias, com bom desenvolvimento. Acreditamos que vamos ter uma boa produção", avaliou Nasser. Este ano, a diferença é que as chuvas chegaram bem mais cedo. Isso contribuiu para o melhor desenvolvimento da planta.

"Está chovendo em torno de 180 a 200 milímetros ao mês. É fundamental essa distribuição uniforme de chuvas, traduzindo numa lavoura num estado vegetativo muito bom", explicou Osvaldo Ferreira, agrônomo da Emater.

Um exemplo dos benefícios da regularidade da chuva em Minas Gerais este ano pode ser visto na lavoura do seu João Martins Corete, em Patos de Minas. O milho plantado há quase 70 dias já mostra as espigas. Geralmente, ele utiliza a irrigação. Mas este ano o equipamento ficou parado, gerando economia de água e energia elétrica.

"Com 70 dias parado com a irrigação eu deixei de gastar R$ 19 mil reais. Isso representa hoje, com o milho a R$ 17 a saca, 1.100 sacas de milho. Esse vai pro meu bolso", disse o agricultor João Martins Corete.

De acordo com a Conab, a produção de milho em todo o Brasil, na safra de verão, deverá ser de 34 milhões de toneladas, 1% mais do que na safra anterior.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12746&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Forte chuva no RS prejudica plantio de Arroz </title>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:47:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As fortes chuvas que caíram no Rio Grande do Sul nos últimos dias deixaram produtores bastante preocupados. De acordo com análises do Cepea, aqueles que já realizaram o plantio da safra 2009/10 tiveram o grão comprometido pelas precipitações. Já produtores que ainda não cultivaram o arroz, devem registrar atraso nas atividades de campo em relação aos anos anteriores. Agentes comentam que, em algumas regiões, orizicultores podem até mesmo ser impossibilitados do plantio por conta das chuvas. Quanto aos preços, depois de cair por sete semanas consecutivas, o Indicador do Arroz CEPEA-Bolsa Brasileira de Mercadorias/BVM&F (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros) teve pequena alta de 0,83% entre 23 e 30 de novembro, fechando a 26,50/saca de 50 kg na segunda-feira, 30. A comercialização, de modo geral, manteve-se em ritmo bastante lento, com pequeno interesse de compra da indústria e praticamente sem oferta por parte do orizicultor.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12745&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio em Mato Grosso atinge 96,9% dos 5,9 milhões de hectares </title>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 14:42:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da soja em Mato Grosso está na reta final, com 5,761 milhões de hectares semeados, que correspondem a 96,9% da área de 5,942 milhões de hectares projetada para a safra 2009/2010. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Mato Grossense de Economia Agrícola (Imea). A instituição elevou sua estimativa de área plantada em 3.600 hectares (0,06%) em relação aos dados divulgados na semana passada.

Os números do Imea estão próximos aos projetados pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), que estima a área de soja em Mato Grosso entre 5,916 milhões e 6,003 milhões de hectares, com média de 5,959 milhões de hectares.

Nas regiões norte e noroeste, o plantio terminou e está praticamente concluído no médio norte, a maior produtora de Mato Grosso. No médio norte foram semeados até esta semana 2,409 milhões de hectares, que correspondem a 99,95% da área projetada pelo Imea, que é de 2,410 milhões de hectares. Na segunda maior região produtora, o sudeste, o plantio atingiu 99,1% da para estimada em 1,419 milhão de hectares.

Fonte: O Divisor e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12744&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva e calor propiciam aparecimento dos primeiros focos de ferrugem no PR </title>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:02:50 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Onze casos de ferrugem asiática da soja já foram registrados em lavouras comerciais do país nesta safra. No Paraná, três propriedades estão com a doença. Essa é uma preocupação a mais para os agricultores.

A mancha marrom foi o sinal para redobrar os cuidados. A ferrugem apareceu em dez hectares da lavoura que está na fase de floração e onde o risco de doenças é maior. Foi preciso aplicar fungicidas para controlar o fungo.

?Geralmente, após uma média de seis dias que se aplica o fungicida já tem o controle da ferrugem. Já é possível se verificar se ela morreu ou não?, explicou o agrônomo Odair Frigoto.

Chuva e calor em excesso foi a combinação que fez a doença aparecer antes do esperado na região oeste do Paraná. A partir de agora, a recomendação é que o produtor fique em alerta, faça o acompanhamento das áreas e só aplique veneno depois de uma vistoria de um engenheiro agrônomo.

?Ele não deve seguir o movimento do vizinho, se está aplicando ou não. Ele deve partir para sua lavoura e fazer o monitoramento, ou seja, o acompanhamento da lavoura juntamente com um técnico. Se constatar sintomas ou esporos da ferrugem realizar o controle químico. Caso contrário, é uma aplicação preventiva e que ele não tem certeza se fungo está na lavoura?, esclareceu Jorge Gheller, agrônomo da Emater.

Além do Paraná, a ferrugem asiática apareceu em lavouras de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.

O agricultor Neldo Fuchs plantou soja em Cascavel, no oeste do Paraná. Ele conta com a boa produtividade para garantir o lucro da lavoura. Por isso, o aparecimento da ferrugem na região deixou o produtor apreensivo. ?A gente fica bem mais atento?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12714&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Mapa aprova zoneamento agrícola para dendê no MA e PI </title>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:01:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Os estudos de zoneamento de risco climático para a cultura de dendê safra 2009/2010 foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (25). A Portaria Nº 318 aprova o zoneamento para a cultura do dendê no Maranhão e a Portaria Nº 319, no Piauí.

O dendezeiro é uma palmeira, de origem africana, cultivada no Brasil desde o século 17. A planta chega a render oito toneladas de óleo por hectare ao ano. O produto é utilizado nas indústrias de alimentos, cosméticos, limpeza e como biocombustível. A capacidade de fixação de carbono da atmosfera torna o dendê uma alternativa para cultivo em áreas desmatadas.

Zoneamento - O objetivo do zoneamento agrícola é minimizar os riscos de ocorrência de adversidades climáticas coincidentes com as fases mais sensíveis das culturas. Para cada município é indicada a melhor época de plantio, resultado de análise de séries climáticas históricas de, no mínimo 15 anos, correlacionadas ao ciclo das cultivares e ao tipo de solo, conforme sua retenção de água.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12713&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com chuva adequada, milho se desenvolve bem em MG </title>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:38:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As lavouras de milho da região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais, estão se desenvolvendo bem. A chuva em quantidade garante o crescimento das plantas.

As plantas do milho semeado há pouco mais de 20 dias, mostram vigor.
Para a safra 2009/2010 o agricultor Cláudio Nasser, de Patos de Minas, manteve a mesma área do ano passado, de 1,1 mil hectares. O clima ajudou a terminar o plantio no tempo certo. Ele está otimista.

?Nós estamos com as lavouras num estágio de 25 dias, com bom desenvolvimento. Acreditamos que vamos ter uma boa produção?, avaliou Nasser.

Este ano, a diferença é que as chuvas chegaram bem mais cedo. Isso contribuiu para o melhor desenvolvimento da planta.

?Está chovendo em torno de 180 a 200 milímetros ao mês. É fundamental essa distribuição uniforme de chuvas, traduzindo numa lavoura num estado vegetativo muito bom?, explicou Osvaldo Ferreira, agrônomo da Emater.

Um exemplo dos benefícios da regularidade da chuva em Minas Gerais este ano pode ser visto na lavoura do seu João Martins Corete, em Patos de Minas. O milho plantado há quase 70 dias já mostra as espigas. Geralmente, ele utiliza a irrigação. Mas este ano o equipamento ficou parado, gerando economia de água e energia elétrica.

?Com 70 dias parado com a irrigação eu deixei de gastar R$ 19 mil reais. Isso representa hoje, com o milho a R$ 17 a saca, mil e cem sacas de milho. Esse vai pro meu bolso?, disse o agricultor João Martins Corete.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12712&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de cana já se aproxima do fim </title>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:46:50 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Volume processado até dia 16 de novembro aumentou 7,46% em relação à temporada passada

A colheita de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil, maior região produtora do mundo, deverá terminar no mês que vem, depois que as piores chuvas de 45 anos mantiveram os trabalhadores fora das plantações, segundo Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro, sediada em São Paulo.

A produção de cana-de-açúcar deverá ser de cerca de 530 milhões de toneladas, com 56 milhões de toneladas deixadas nos campos para serem colhidas no ano que vem, disse ontem Nastari em entrevista em uma conferência da Organização Internacional do Açúcar (OIA). A colheita do ano passado se prolongou pelos primeiros meses deste ano, e a maioria dos produtores "lamenta isso" porque eles perderam dinheiro, disse Nastari.

"O número mágico é 22 de dezembro" para o fim da colheita, disse ele. Em setembro os contratos futuros do açúcar subiram ao patamar mais alto de 28 anos na bolsa de Nova York em setembro passado, devido à especulação de que a oferta seria contida pelo mau clima no Brasil e na Índia.

A oferta mundial de açúcar não deverá atender à demanda pelo terceiro ano-safra a ser iniciado em outubro de 2010. O déficit de 2010/11 deverá ser de 500.000 toneladas, contra o de 8,2 milhões de toneladas de 2009/10, segundo Nastari. "O açúcar é limitado pela capacidade de produção", afirmou ele.

A produção de cana do Centro-Sul aumentará cerca de 10%, para entre 565 milhões e 590 milhões de toneladas no ciclo 2010/11, enquanto a produção de açúcar deverá aumentar cerca de 9%, para 31,6 milhões de toneladas, de acordo com ele.

De acordo com levantamento divulgado ontem pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), foram processadas 471,547 milhões de toneladas de cana da safra 2009/10 do Centro-Sul até o dia 16 de novembro. O volume é 7,46% maior que o processado até o mesmo dia da temporada passada (2008/09).

As estatísticas confirmam o teor mais "açucareiro" da safra, já que, no mix, 55,52% do volume foi utilizado para a produção de açúcar e 43,29% para a produção de etanol. No total, a produção de açúcar da região atingiu 26,181 milhões de toneladas até 16 de novembro, 9,82% acima do mesmo período da temporada anterior.

A produção de etanol hidratado, utilizado diretamente nos tanques e com demanda em alta por conta das vendas de carros flexfuel, aumentou 5,93% na mesma comparação, para 15,015 bilhões de litros até 16 de novembro. Já a produção de etanol anidro, misturado à gasolina, recuou 27,22%, para 5,397 bilhões de litros. O movimento se explica exatamente pelo fato de a demanda de hidratado nas bombas estar elevada.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12706&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sojicultor deve monitorar área contra ferrugem </title>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:45:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Nesta safra já foram identificados 23 focos da doença em sete Estados; em São Paulo, há registro de um foco

- Mais uma semana de muito calor e chuva localizada no Estado, condições típicas da primavera. A temperatura máxima passou de 34 graus em Barretos, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Ilha Solteira e Votuporanga, enquanto a mínima oscilou entre 17 e 20 graus.

A umidade do solo continua adequada (76%); a condição é crítica apenas em Ilha Solteira, Jaboticabal e Taubaté, onde a reserva hídrica já caiu abaixo de 40%. A queda acelerada da umidade deve-se às altas taxas de evapotranspiração, acima de 4,5 milímetros na maior parte do Estado.

O calor causa estresse térmico nas espécies mais sensíveis, como hortaliças e legumes. Para essas culturas, a produção fica mais difícil até o fim do verão por causa do tempo quente e da chuva constante - o que eleva a incidência de pragas e doenças -, resultando na elevação nos preços e queda na qualidade de alguns produtos.

SAFRA DE VERÃO

O tempo favorece a germinação e o estabelecimento das lavouras de milho, soja, amendoim e feijão, além de permitir um avanço mais rápido da semeadura da safra de verão. Este ano, além da antecipação do período chuvoso, a semeadura da safra de verão anda rapidamente por causa da liberação de crédito.

Nas áreas de soja os produtores devem monitorar as lavouras para impedir a propagação da ferrugem asiática. Nesta safra já foram identificados 23 focos da doença, em sete Estados. Em São Paulo, foi detectado um foco, em Ituverava, norte do Estado.

Nos cafezais o tempo favorece o desenvolvimento vegetativo das plantas e a manutenção de floradas sucessivas. Os cafeeiros de Franca, Garça, São José do Rio Pardo e Espírito Santo do Pinhal tiveram quatro floradas desde o fim de agosto. Esse quadro, associado à redução no tratamento fitossanitário e nas adubações dos cafeeiros, pode comprometer a próxima safra, baixando a produtividade e reduzindo a qualidade do produto colhido.

A chuva atrasou, mas não comprometeu a extração do látex nos seringais do noroeste paulista e a colheita da batata em Vargem Grande do Sul, Divinolândia e Casa Branca e das variedades tardias de laranja em Bebedouro, Matão e Itápolis.

Fonte: O Estado de São PAulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12705&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Com o calor lagarta causa prejuízo em cafezais do sul mineiro </title>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:43:03 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O atraso no controle da lagarta do café está causando prejuízo nas lavouras do sul de Minas Gerais. Em Guapé, a infestação aumenta rapidamente.

Na área de 70 hectares poucos pés de café não foram atacados. Mais de 300 mil, um terço da propriedade, estão praticamente sem folhas. ?No início começou pouco, mas logo a infestação foi muito grande e muito rápida. Por isso, o controle atrasou um pouco. Eu não esperava ser dessa maneira?, lamentou José Antônio de Faria, administrador da fazenda.

Agora, está sendo difícil controlar. E será mais complicado ainda recuperar. A parte atacada só deve produzir daqui a dois anos.

O ciclo das lagartas começa com as mariposas fêmeas. Depois do acasalamento, que acontece geralmente à noite, elas colocam de 150 a 200 ovos nas superfícies das folhas. Em até seis dias as lagartas nascem e já começam a atacar.

A larva muda de cor com o desenvolvimento. Na fase adulta cada lagarta chega a devorar cinco folhas em algumas horas. ?Na fase de lagarta, ela fica 37 dias comendo?, falou o engenheiro agrônomo Armando Martielli.

O agrônomo explicou ainda que a lagarta dos cafezais normalmente aparece por causa do desequilíbrio biológico. Ele contou que ela pode atacar em qualquer época do ano, principalmente agora, no calor. Por isso, os cafeicultores precisam ficar atentos a qualquer sinal de infestação dessa praga.

Nesse estágio de infestação da lavoura o controle natural é difícil de acontecer. Normalmente, nesses casos, os agricultores têm de lançar mão de controle químico. A recomendação é consultar um engenheiro agrônomo para indicar qual o melhor procedimento.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12704&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de Tomate e a collheita da cana e da batata no PR </title>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:36:13 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produção cresce na safrinha e no "safrão"
O Paraná produziu 103.600 toneladas de tomate em uma área de 1.606 hectares na safra "de risco" (safrinha). Os números mostram um acréscimo de 3% no tamanho da área e de 4% na produção, em comparação com a safra 07/08, segundo o Departamento de Eco­­nomia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agri­­cul­tura e Abastecimento. O plantio da safra maior ou" safrão" está pra­­ticamente concluído. A expectativa é que sejam colhidas mais 219 mil toneladas de frutos, o que corresponde a um aumento de 11% em relação à safra anterior. Já a área deverá ser de 3,38 mil hectares, o que indica um acréscimo de 6%. A colheita já teve início nas lavouras paranaenses e deve avan­­çar com o decorrer do mês.

Colheita de cana interrompida

O atraso na colheita da cana-de-açúcar pode transformar milhares de hectares de lavoura em estoque para o ano que vem. O problema é que, em cada hectare, há cerca de R$ 6 mil investidos. Os produtores vão tentar driblar as chuvas previstas para as próximas semanas. Para reduzir perdas, podem manter a colheita em janeiro, apesar de terem planejado finalizar os trabalhos em 15 de dezembro. Os veranicos, temidos pelos produtores de grãos, vão representar alívio para quem cultiva cana. Com os preços do álcool e do açúcar elevados, a ordem é colher o máximo possível dentro do prazo. Os donos de carros flex agradecem. A recuperação do atraso na colheita pode representar 2 bilhões de litros de etanol a mais no mercado.

Colheita de batata das águas será um terço maior

A produção de batata na safra das águas será 33% maior no Paraná, conforme avaliação dos técnicos do governo do estado. A colheita está no início e a expectativa é de bom rendimento. A área de 16,8 mil hectares é 10% maior e a produção pode chegar a 423 mil toneladas, com o clima favorável. O aumento de área é atribuído ao bom momento que a cultura atravessou no ano de 2009. O preço médio nominal mensal recebido pelos agricultores paranaenses, no ano, é de R$ 45,05 a saca de 50 quilos. Esse valor é cerca de 57% superior aos custos de produção da cultura. Em outubro, os preços aumentar porque estava terminando a safra em importantes regiões produtoras do país, como Vargem Grande do Sul (SP) e Cristalina (GO). As chuvas de agosto e setembro também contribuíram para o aumento nas cotações. O preço médio da saca de 50 quilos na Central de Abastecimento (Ceasa) de Curitiba no mês de outubro foi de R$ 54 - 3% mais que em relação ao mês anterior.

Fonte: Gazeta do Povo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12700&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Excesso de chuva ameaça safra da Serra gaúcha </title>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:31:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuvosa primavera tem tirado o sono dos produtores rurais da Serra. E motivo não falta: os índices de chuva de novembro, que em Caxias do Sul já ultrapassaram em 161% a média do mês, tem devastado algumas culturas, empobrecido o solo e levado por água abaixo os tratamentos e herbicidas aplicados na produção. Agricultores estão preocupados com a possibilidade de perdas no campo e torcem para que o tempo melhore. Contudo, os especialistas antecipam: vem mais chuva por aí.

O mau tempo das últimas semanas já deixou marcas na produção agrícola. Com as ocorrências da semana passada, o interior da região de Vacaria foi bastante atingido, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Assalariados Rurais de Vacaria e Muitos Capões, Sérgio Poletto. Ele explica que ainda não há levantamento das perdas nos lugares atingidos pela chuva e pelo granizo. Porém, o que mais preocupa os agricultores é a previsão do tempo para os próximos dias.

A região de Vacaria, produtora principalmente de soja, trigo, milho e maçã, comercializou em 2008, pela Cooperativa Tritícola Mista Vacariense (Cooperval), 1,8 milhão de sacos de grãos. O presidente da cooperativa, Ângelo Pegoraro, esclarece que a chuva acomete cada cultura de diferente maneira. Segundo ele, o milho, que está praticamente todo plantado, se beneficia com as chuvas. Porém, a soja do cedo, que é plantada em seguida, está com o plantio atrasado, e o trigo, apesar de pronto, não pode ser colhido e isso pode prejudicar a comercialização.

? Em algumas regiões teve granizo na lavoura de trigo e se perdeu muito, mas a chuva ainda não causa grandes problemas porque grande parte do trigo ainda não está pronta. Ajuda se a chuva der uma trégua para acabar o plantio da soja e colher com qualidade o trigo ? pondera.

Outra cultura que, apesar das intempéries, deve sofrer pouco é o pêssego chimarrita, que está em fase de colheita. O Rio Grande do Sul responde por 51% da safra nacional de pêssego. A previsão é de que sejam colhidas 60 mil toneladas da fruta até janeiro em todo o Estado.

Segundo Enio Angelo Todeschini, engenheiro agrônomo e assistente regional em fruticultura da Associação Rio-Grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) de Caxias, os produtores de uva, que tiveram um excelente inverno para a fruta, estão preocupados com a indefinição do tempo, já que as chuvas frequentes são catalisadoras de doenças.

? Estamos todo dia no campo com os produtores, eles estão muito apreensivos. Se o tempo firmar agora, ainda dá tempo de salvar boa parte da safra e evitar mais prejuízos.

A produção de mel também será prejudicada. O excesso de chuva dificulta o trabalho das abelhas.

Fonte: O Pioneiro e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12699&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de abacaxi em MG </title>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:29:14 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita do abacaxi em Minas Gerais. A safra deste ano será menor, o que está ajudando a sustentar o preço.

Caminhões e carrinhos de mão nas lavouras. É hora de retirar o jornal que protege a fruta do sol. Em Monte Alegre de Minas, a colheita do abacaxi está a pleno vapor. O município é o maior produtor de abacaxi de Minas Gerais. Este ano, a safra será menor. É um reflexo da queda de quase 50% na área plantada. Desanimados com o preço da fruta, muitos agricultores resolveram plantar menos abacaxi.

?Para ser sincero, eu acho que tem quase 15 anos, desde a mudança do plano real, que o abacaxi mantém quase o mesmo preço, com pequenos picos. Hora fica um pouco mais alto e hora fica um pouco mais baixo, mas tem mantido em torno de R$ 0,40 a R$ 0,50 o quilo. Isso tem desestimulado muita gente. Quem não tem a produtividade muito alta não fica competitivo no mercado?, explicou o agricultor Luís Carlos Faria.

Apesar do preço baixo, o seu Luís vê boas perspectivas para o abacaxi. ?A perspectiva para o mês de dezembro, para o final do ano, é boa. A gente espera que quando for chegando às proximidades das festas de final de ano o preço reaja novamente e a fruta volte a ter um preço bom no mercado?, justificou.

Na região do triângulo mineiro praticamente metade da produção é destinada à indústria. Os abacaxis maiores e mais vistosos vão para o mercado de varejo.

Na fazendo do agricultor Francisco Moura tem trabalho com abacaxi o ano todo. Enquanto na lavoura é feita a colheita, o trabalho é para cuidar do fruto que será colhido em março de 2010.

Minas Gerais é o segundo maior produtor de abacaxi do país, só perde para a Paraíba.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12698&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Replantio de arroz limitado pelo calendário </title>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:37:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Apesar das chuvas que alagam lavouras de arroz no estado, o replantio deve ser mínimo e situar-se dentro da média histórica de 1% sobre a área total no Rio Grande do Sul, estimada em 1,1 milhão de hectares na safra 2009/2010. A adoção desta prática geralmente é parcial e provocada por problemas climáticos. Excesso de água e enxurradas têm poder para apodrecer sementes e plantas ou arrancar tudo do solo.

Especialistas são unânimes ao aconselhar o retrabalho somente em casos extremos, de comprometimento drástico do potencial de produtividade a ponto de afetar a rentabilidade. A incidência de plantas por metro quadrado é o principal indicativo a ser considerado. Acima de 80 plantas nascidas, o replantio não é recomendado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Além desta análise, o produtor deve considerar principalmente o prazo disponível para o novo plantio, que tem de ocorrer no período recomendado, até 20 de novembro. "O que mais interfere na produtividade é a época de semeadura. A menor população de plantas pode ser compensada com adubação hidrogenada", aconselha o diretor técnico do Irga, Valmir Menezes. Outro fator que deve ser levado em conta é que nem sempre área alagada significa perda. Segundo Menezes, plantas submersas por até cinco dias podem se recuperar, dependendo de fatores como temperatura e ciclo.

Além de ser arriscado plantar fora de época e das possibilidades de minimizar prejuízos, há custos excedentes para reimplantação, enfatiza o presidente da Federarroz, Renato Rocha. As despesas extras incluem mão de obra, insumos e diesel, além do envolvimento do produtor, o que consequentemente afeta a atenção dispensada ao restante da área que não sofreu danos.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12686&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Lavouras de melancias são afetadas por temporais no RS </title>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:34:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Os temporais que atingem o Sul do país causaram muitos prejuízos. Em Pedro Osório, no Rio Grande do Sul, lavouras de melancia foram afetadas.

A chuva, que elevou o nível do rio Piratini em pelo menos 12 metros, inundou casas e provocou danos no interior do município. O produtor Paulo Zanetti observou os estragos nos 80 hectares da plantação de melancia. ?Com o excesso de água os pés morrem. A melancia é muito sensível à água. Fez um estrago bem grande?, disse.

De acordo com o produtor, o prejuízo vai ser de R$ 12 mil. São perdas que devem se repetir em outras propriedades.

?O produtor terá de fazer o replantio, com novos gastos de sementes, máquinas e empregados?, falou Ronaldo Maciel, técnico agrícola.

A chuva foi tão forte que arrancou parte das plantas e provocou erosão na lavoura. Quando isso acontece, o adubo, que já estava aplicado, também acaba sendo perdido.

A erosão é a valeta que a chuva abre na plantação. A água escorre levando junto o que estava plantado. Em um município como Pedro Osório, onde a agricultura é a principal fonte de renda de mais da metade da população, as perdas no campo devem ter impacto na economia.

?Nós estamos muito preocupados porque não é só esse evento. Esse é o quarto evento que acontece esse ano e está altamente prejudicado?, disse Otávio Torres, secretario de Agricultura de Pedro Osório.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12685&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva causa prejuízo no PR </title>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:31:46 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva do final de semana provocou estragos no Paraná. O município de Manoel Ribas foi um dos mais atingidos.

A dona de casa Maria Cleri acordou com um estrondo na parede. O barranco atrás da casa dela desmoronou. Para evitar novos deslizamentos foi preciso proteger a encosta com uma lona.

Na rua de terra, a força da chuva abriu uma cratera enorme. Na área rural da cidade os estragos foram ainda maiores. De acordo com a defesa civil, pelo menos 11 pontes foram arrastadas pela enxurrada. As estradas ficaram em péssimas condições.

Nas plantações, houve mais prejuízos. No sítio da família Rinchen a lavoura foi parcialmente destruída. ?Essa lavoura perdeu 30% do que iria produzir?, avaliou.

A criação também foi afetada. A estribaria ficou cheia de barro. Um boi, que foi arrastado pela chuva, acabou morrendo. ?Ele tentou passar o rio. De certo, na hora da chuva, ele tinha rodado o bueiro. Então, ele morreu na água?, contou o agricultor Antônio Rinchen.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12684&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Manejo adequado do solo reduz perdas pelo clima </title>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:19:23 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A seca foi uma das maiores vilãs da soja na safra passada (2008/2009), mas pelas atuais previsões climáticas as chuvas abundantes e acima da média é que devem dificultar a implantação e desenvolvimento inicial das lavouras pelo excesso de umidade. A afirmação é dos pesquisadores da Embrapa Soja, Julio Franchini e Henrique Debiase.

Esse cenário mostra que tem ocorrido eventos climáticos extremos, tanto por excesso como por deficiência de chuvas. De acordo com os estudos conduzidos pela Embrapa Soja e seus parceiros, os prejuízos causados pelo clima poderiam ser reduzidos, se algumas práticas de manejo do solo e da cultura, fossem continuamente adotadas. ?Isto quer dizer melhoria da qualidade do solo para permitir o aumento do volume de água armazenada; melhoria de uso da água pela soja, por intermédio do acesso das raízes a reservatórios de água mais profundos - em caso de deficiência - e melhor capacidade de infiltração e drenagem da água, em caso de excesso de chuvas?, explica o pesquisador da Embrapa Soja, Júlio Franchini.

Para ele, o sistema de plantio direto é capaz de atender a esses requisitos, desde que haja manutenção do solo coberto, revolvimento mínimo e prática de rotação de culturas. ?Os principais benefícios do plantio direto são a manutenção da cobertura do solo, a preservação ou aumento do teor de matéria orgânica e a melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo?.

De acordo com ele, alguns fatores associados ao manejo do solo e da cultura como a falta de escalonamento de semeadura e o uso generalizado de cultivares precoces também podem afetar a produtividade. ?Na safra passada, o uso de cultivares precoces fez com que as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos coincidissem com o período de ausência de chuvas. Nessa safra, o mesmo procedimento pode causar problemas no estabelecimento da cultura pelo excesso de chuvas?.

Compactação do solo ? Segundo Franchini, o manejo inadequado do solo tem levado à redução no teor de matéria orgânica, resultando na formação de camadas compactadas de solo no plantio direto. ?Essas camadas restringem o desenvolvimento radicular da soja à superfície do solo, em termos práticos, significa que o tamanho do reservatório de água disponível às plantas de soja, por um lado, e a capacidade de infiltração de água, por outro, são substancialmente reduzidos?, explica.

Para o pesquisador, sob condições de excesso de chuvas a compactação reduz a capacidade de infiltração de água no solo e aumenta o volume de água perdido por escoamento superficial. Associado ao processo de compactação do solo, a ausência de rotação de culturas tem proporcionado o aumento na incidência de doenças radiculares (macrophomina e fitóftora). ?Isto também contribui para redução da capacidade da planta tolerar os períodos de estresse hídrico devido à restrição do reservatório de água disponível?, diz. Sob condições de excesso de água, a falta de aeração do solo também favorece a ocorrência de doenças.

Franchini enfatiza ser importante considerar ainda que sistemas de produção de soja caracterizados por uma baixa cobertura do solo, como no caso da sucessão soja/milho safrinha, favorecem a infestação por plantas daninhas, como a buva. ?Portanto, é preciso que o milho safrinha divida espaço na propriedade, por intermédio do sistema de rotação de culturas, de modo a conferir sustentabilidade à produção de soja?.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja, Henrique Debiasi, a substituição do milho safrinha por plantas de cobertura do solo, em até 50% da área da propriedade, consegue aumentar a produtividade da soja e viabilizar o custo da rotação de culturas. ?Estudos mostram que com um aumento de 5 sacas de soja por hectare, devido à melhoria das condições do solo pela rotação de culturas, torna-se viável economicamente a redução da área de milho safrinha?, calcula.

Fonte: Embrapa Soja e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12660&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva regular beneficia as lavouras de soja </title>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:18:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A semana foi marcada por sol, muito calor e chuvas no fim de semana em Barretos, Garça, Itapeva, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos e Sorocaba.

Nestes locais, não houve deficiência hídrica e a umidade do solo está próxima da saturação, assegurando o desenvolvimento das lavouras de milho, feijão e amendoim já semeadas, mas dificultando a semeadura de novas áreas.

Nas lavouras de soja no centro do Estado a semeadura está adiantada por causa da boa regularidade da chuva, com germinação e desenvolvimento inicial indicando boa produtividade neste ano.

Além do monitoramento fitossanitário das lavouras, a preocupação dos sojicultores também está na tendência de queda da taxa de câmbio, que pode comprometer a atividade apesar da perspectiva de alta produtividade.

O excesso de umidade em Garça, Franca e São José do Rio Pardo também pode comprometer a qualidade do café na próxima safra, por causa da sucessão de floradas e dos diferentes estágios de desenvolvimento dos frutos. Outra preocupação dos cafeicultores é a incidência da broca do cafeeiro.

Nas demais localidades do Estado, a umidade caiu porque a chuva foi insuficiente para compensar as altas taxas de evapotranspiração - acima de 4 milímetros por dia -, consequência do forte calor e do maior comprimento do dia. Apesar dessa queda na reserva hídrica dos solos, o nível de água ainda é adequado, suprindo a demanda dos canaviais em fase de brotação e crescimento, com exceção e Ilha Solteira, Jaboticabal, Piracicaba e Taubaté, onde a reserva hídrica no solo já caiu abaixo de 50% da capacidade.

Os pastos também têm condições favoráveis de desenvolvimento em praticamente todo o Estado, favorecidos pela chuva bem distribuída, sol e calor desde o início da primavera. Para os pecuaristas, contudo, a maior dificuldade está na queda de preço e redução na demanda por animais.

O regime de chuva desta primavera também tem favorecido os seringais do noroeste do Estado, elevando a produtividade neste início de safra. O tempo também permitiu o início da colheita uva niagara em Vinhedo, Campinas, Louveira e Jundiaí.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12659&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de arroz atrasado no RS </title>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:16:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva está atrasando o plantio do arroz no Rio Grande do Sul. Com o solo encharcado, as máquinas não podem entrar no campo.

As sementes e o adubo já foram comprados e estão guardados no galpão. O maquinário agrícola está pronto para o uso, mas parado. Os irmãos Simon estão preocupados porque eles precisam iniciar o plantio do arroz o mais rápido possível, mas não podem. Pelo menos 80% da área destinada ao grão está totalmente alagada por causa do excesso de chuva que castiga a região central do Rio Grande do Sul.

O período ideal para o plantio terminou no dia 15 de novembro no Rio Grande do Sul, maior produtor de arroz do país. Do total da área cultivada no Estado, apenas 65% foram plantados agora, segundo o Irga, Instituto Rio Grandense do Arroz.

?Quanto mais tarde, mais caro fica a lavoura e menos produtiva?, disse Glênio Picada, agrônomo do Irga. 

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12658&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuvas derrubaram a produtividade do trigo no PR e no RS </title>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 08:43:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Chuvas derrubaram a produtividade nos dois estados, mas os gaúchos foram menos prejudicados e tiveram uma janela de sol no pico da colheita

O Rio Grande do Sul colhe uma das melhores safras de trigo da história. Não tanto quanto no Paraná, produção e produtividade também caem no estado, mas com um diferencial competitivo de qualidade. De maneira surpreendente, as posições se invertem e os gaúchos colhem um cereal com melhor classificação que o produto paranaense. Normalmente, o referencial de trigo classes pão e melhorador sempre foi do Paraná, enquanto do Rio Grande do Sul vinha o trigo brando, discriminado na panificação e destinado à indústria de massas. No ciclo atual, porém, o melhor trigo sai das lavouras do Extremo Sul.

Um dos referenciais de qualidade está no pH (peso por hectolitro) do grão. No ano passado, a produção do Paraná atingiu média de pH 80. Agora, por conta das chuvas que reduziram o volume e a qualidade da produção, o pH deve ficar abaixo de 78, índice mínimo para enquadramento no tipo 1. Já no Rio Grande do Sul, boa parte do trigo chega aos armazéns com índice acima de 78. A constatação é de uma das equipes da Expedição Safra RPC, que foi conferir as tendências para o ciclo de verão e en­­controu uma realidade distinta do Paraná nas lavouras de trigo.

Governo apoia venda de 76% da safra brasileira

Quebra de 27% em volume e de ao menos 30% em qualidade. Em 1,3 milhão de hectares, o Paraná tinha potencial para colher 3,5 milhões de toneladas de trigo em 2009. Mas o excesso de chuva derrubou a produção a 2,6 milhões e teria comprometido a qualidade de um terço desse volume, segundo fontes de setor. Na reta final da colheita, mais de 2 milhões de toneladas de trigo já saíram dos campos paranaenses, mas nem 300 mil foram vendidos, conforme a Seab, a secretaria de Agricultura do estado.

Para dar liquidez ao mercado, o governo interveio. Anunciou que irá subvencionar o escoamento 3,8 milhões de toneladas de trigo (76%da safra brasileira) - 1,9 milhões no Paraná (74% do total estadual). A subvenção será oferecida através de 12 leilões semanais de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP). O primeiro ocorreu no último dia 29 e o próximo está marcado para esta quinta-feira.

Até agora, em três operações, o governo ofertou prêmio para o escoamento de 812 mil toneladas e negociou 73% desse total (591,1 mil t). Maior produtor, Paraná ficou com 59% do volume ofertado (480 mil t) e 63% do total negociado (370,7 mil t). O estado é responsável por mais da metade da safra nacional, volume suficiente para atender cerca de 25% do consumo brasileiro. Segundo no ranking de produção, com 34% da safra e 16% da oferta, o Rio Grande do Sul teve 28% do volume colocado em leilão e 30% dos negócios. (LG)

O produtor Jorge Stefanelo, que plantou 130 hectares em Cruz Alta, Noroeste gaúcho, conta que a geada forte em julho e os 400 milímetros de chuva em apenas uma semana de agosto, no período de floração, derrubam o potencial produtivo da sua lavoura para 2,1 mil quilos/hectare. Por outro lado, destaca, nunca colheu com tanta qualidade. Ao final da colheita, na semana passada, ele calculava um pH acima de 80. Na área de abrangência da Cotrirosa, cooperativa com sede em Santa Rosa e atuação em 12 municípios, não foi diferente. Os associados colhem uma média próxima de 1,8 mil quilos/ha, mas com pH acima de 78.

Jairton Dezordi, responsável pelo departamento técnico da cooperativa, diz que a explicação para a qualidade do produto está na colheita. Ele conta que 80% do trigo dos cooperados foram colhidos em uma janela de duas semanas sem chuva, na segunda quinzena de outubro. "Sempre chove muito em outubro. Desta vez foi em setembro. No período em que o material está em ponto de colheita, choveu 100 mm e não 300 mm, como em outros anos. Isso foi determinante." A área de trigo da Cotrirosa é de 57,4 mil hectares, 2% menor que na safra anterior. O Rio Grande do Sul plantou 882 mil hectares, 10% a menos que na última temporada. A produção deve ser 14% menor, para 1,76 milhão de toneladas, segundo a CONAB.

No Paraná, segundo Otmar Hübner, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura (Seab), o desenvolvimento das lavouras foi comprometido justamente por conta do excesso de chuvas na época da colheita, entre setembro e outubro.

Verão

As primeiras projeções da Ex­­pe­dição para a safra de verão do Rio Grande do Sul indicam um au­­mento de até 5% na área de soja e redução de, no mínimo, 10% no milho. Na mesma linha de crescimento e queda, os porcentuais re­­presentam praticamente a metade das variações verificadas nas estimativas para o Paraná.

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12650&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva reduz produção de mel no PR </title>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 08:41:31 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva reduziu a produção de mel nos apiários do oeste do Paraná. A quebra tem sido significativa e muitos criadores não conseguiram tirar quase nada das colmeias.

É bom estar protegido com roupa especial para lidar com as abelhas. Quem mexe com apicultura não pode facilitar. Além da roupa, é preciso contar com o fumegador. A fumaça desorienta as abelhas.

A ideia é simular uma situação de risco. Por instinto, as abelhas enchem o estomago de mel. Assim, fica mais difícil defender a colmeia e dobrar o abdômen para a ferroada. A área fica livre para a colheita.

Mas todo o trabalho não tem compensado este ano. A produção de mel foi prejudicada por causa do excesso de chuva. ?O baixo nível de floração, uma flor carregada com água por causa do excesso de chuva e as abelhas não puderam ir a campo trabalhar. Então, elas ficaram dentro dos ninhos consumindo o pouco de mel que existia de reserva?, explicou o agrônomo Egídio Gotardo.

O criador Valdecir Guiotto não parou o trabalho nas colmeias, mas em cada vistoria há desapontamento. Com as 70 colmeias que ele tem hoje na propriedade a capacidade de produção por safra chega a três mil quilos de mel. Mas a chuvarada estragou tudo. Os equipamentos estão parados. A centrifuga nem foi usada esse ano. ?Eu não tirei nada. O mel que eu tenho é o que sobrou da safra passada?, disse.

O Paraná é o segundo maior produtor de mel do país, só perde para o Rio Grande do Sul.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12649&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Temporais causam perdas nas lavouras do RS </title>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 08:40:21 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A segunda-feira foi de muito trabalho para os agricultores do Rio Grande do Sul. Muita gente passou o dia avaliando os prejuízos causados pelos temporais do fim-de-semana.

Em General Câmara, na região metropolitana de Porto Alegre, a força da tempestade arrancou arvores pela raiz. Na fazenda, os galpões dos animais e de armazenagem perderam a cobertura. As paredes e parte do forro desabaram na casa principal. Funcionários tentavam recuperar o que restou.

Perto dali, há mais resquícios do vendaval. A pesada máquina agrícola tombou. A casa ficou destruída. Por causa do temporal do final de semana, a prefeitura de Vale Verde, na região central do Estado, decretou situação de emergência.

O vendaval também provocou estragos nas lavouras de fumo. Em algumas propriedades o vento foi tão forte que chegou a arrancar pés inteiros do solo.

Cerca de cem lavouras de fumo foram atingidas no município. O agricultor Amaro Rocha perdeu 30% dos 25 mil pés de fumo que estavam prontos para a colheita. Parte do telhado da casa dele foi parar no meio da lavoura.

A Defesa Civil passou a segunda-feira fazendo o levantamento dos estragos.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12648&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva prejudica plantações de mamão do Espírito Santo </title>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:24:45 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva está prejudicando as plantações de mamão do norte do Espírito Santo. Parte da lavoura foi perdida.

A imagem é desoladora para José Francisco Garcia, produtor rural em Jaguaré, no norte do Espírito Santo. Os 36 hectares de mamão formosa e papaya foram perdidos por causa do excesso de chuva. Sessenta e oito mil plantas estão apodrecendo. ?Vai ter que ser toda cortada. Nada salva?, avaliou.

O solo, mesmo inclinado, encharcou. Quarenta por cento dos oito hectares de papaya também se perderam. A colheita começaria em três meses.

No ano passado foi a estiagem, problema que afetou pouco menos o mamão. Este ano, a chuva em excesso da temporada já causou prejuízos estimados em dez milhões de reais no norte do Estado.

A estimativa das perdas foi feita pela a Associação Brasileira dos Exportadores de Mamão Papaya.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12641&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima favorece safra de pêssego no RS </title>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:16:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de pêssego do Rio Grande do Sul estão otimistas com o início da colheita. O clima garantiu uma boa safra.

Nos pomares os pêssegos de mesa estão maduros, prontos para serem vendidos. A expectativa da safra é boa. Devem ser colhidas 60 mil toneladas até janeiro em todo o Rio Grande do Sul.

Na pequena propriedade a quantidade de pêssego nas árvores dobrou em relação ao ano passado. O inverno com pouca chuva e geada, mas com muitos dias de frio, favoreceu a produção. O resultado dessa combinação climática foram frutas mais consistentes e saborosas.

Era exatamente o que o agricultor Júlio Pereira queira. Ele caminha orgulhoso pelos cinco hectares onde cultiva pêssegos de polpa branca e amarela. Segundo o produtor, a qualidade da fruta esse ano deve aumentar as vendas.

Segundo a Emater, devem ser colhidas só em Porto Alegra cerca de 1,2 mil toneladas da fruta. A safra deve superar a do ano passado em 50%. ?Plantou-se muito pêssego de polpa branca, com mais quantidade de água e com alto teor de açúcar, muito procurados por essa razão?, disse Luís Paulo Ramos, chefe da Emater de Porto Alegre.

O Rio Grande do Sul responde por 51% da safra nacional de pêssego.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12638&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva causa problemas em cafezais de MG </title>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:15:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva em quantidade está atrapalhando o desenvolvimento das lavouras de café do sul de Minas Gerais. Muitos pés já estão na terceira florada e o crescimento desigual dos frutos pode prejudicar a safra.

Os frutos já apareceram na fazenda em Alfenas. Mas na maioria dos pés as flores ainda vão abrir. As floradas, que geralmente ocorrem entre agosto e outubro, este ano se estenderam e podem chegar até dezembro.

O fenômeno, que não acontecia há muitos anos, é causado pelo excesso de chuva. ?São Pedro realmente não tem ajudado muito a cafeicultura. Na colheita passada atrapalhou a qualidade pelo excesso de chuva. Esse excesso de chuva também vai prejudicar a colheita futura?, disse ao agricultor Oscar Duarte.

Os agrônomos acreditam que desde a década de 80 a situação não é tão atípica como agora. Normalmente, ocorre de uma a duas floradas. Mas na propriedade aconteceram três e a quarta deve florir nos próximos dias.

?A florada ocorreu primeiramente em setembro, dando o fruto. Depois, tivemos outra florada em outubro, com os pequenos frutinhos. Temos aqui florada em andamento e temos as gemas florais, que serão abertas em novembro. Isso dificulta em quantidade e em qualidade a colheita?, explicou o agrônomo Sálvio Gonçalves.

A florada desigual também favorece o ataque da broca e dificulta o monitoramento e o controle da praga, uma das mais comuns dos cafeeiros. O besourinho fica dentro do fruto.

Nesta época do ano a broca adulta fêmea procura os frutos verdes para colocar os ovos. O inseto só deposita de fato os ovos nos meses de janeiro e fevereiro. É por isso que o tratamento deve começar agora. É o que está sendo feito na fazenda em Machado. Os mais de um milhão de pés de café já começaram a ser monitorados.

?A expectativa de safra é boa e a expectativa de qualidade também é boa, desde que a gente faça todos os cuidados, como levantamento, monitoramento e o cuidado com a broca?, disse Djalma José do Espírito, administrador da fazenda.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12637&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Bactéria ataca Mandioca no PR </title>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 09:37:33 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Uma bactéria está atacando as lavouras de mandioca no noroeste do Paraná. As plantas doentes morrem rapidamente e aos produtores não resta muito a fazer senão contar os prejuízos.

Os produtores de Nova Londrina, no noroeste do Paraná, plantam mandioca há dez anos, mas nunca viram a lavoura desse jeito. As folhas estão amareladas e muitos pés morrem por causa de uma bactéria.

A previsão era colher 56 toneladas de mandioca por hectare. Mas a produção não chegará a 35 toneladas. ?Não tem o que fazer. É assumir o prejuízo sem alternativa. É esperar a próxima safra?, falou a agricultora Noêmia Martin.

A bactéria se espalhou pelas plantações de mandioca no noroeste do Paraná. Depois das fortes chuvas dos últimos dias, ela prejudica o desenvolvimento da raiz. Enfraquecida, a planta acaba morrendo.

?Quando a bacteriose ou antracnose pega só nas folhas e não pega no caule tem o prejuízo, mas não é tão grande. Ela pegou na haste principal e desceu causando até a morte da planta. Não tem mais recuperação?, explicou o técnico agrícola Vanderson Meneguetti.

Em outra propriedade, no município de Terra Rica, a chuva deixou a terra encharcada. O vento, que veio junto com o temporal, cortou as folhas das plantas. Essa foi a porta de entrada para a bactéria.

?A gente espera que o tempo comece a colaborar, diminua o vento constante dos últimos dias e assim possa ter menos danos para a lavoura de mandioca?, disse o agrônomo Maurício Yamakawa.

O agricultor Jorge Schouroff olha a plantação desanimado. Ele perdeu mais de 40 hectares de mandioca. Ele investiu R$ 60 mil e não vai colher nada. ?Não compensa por mais dinheiro bom em cima de uma coisa que vai ser duvidosa?, avaliou.

De acordo com o agrônomo Chukichi Kurozawa, consultor do Globo Rural, nas áreas onde a doença foi constatada o recomendado é fazer rotação de cultura e só depois plantar manivas sadias de cultivares resistentes.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12620&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>MT registra a maior no desmatamento queda em 21 anos </title>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 09:36:23 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Dado anual do Inpe revela menos 68% de devastação da Amazônia em terras mato-grossenses entre os dois últimos danos e lhe confere melhor resultado

Mato Grosso apresentou a maior queda no desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos 21 anos no levantamento anual referente a 2008-2009 do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE). Os dados divulgados ontem confirmaram uma tendência de redução já esperada, de 68% em relação ao período anterior.

A apresentação do melhor desempenho entre os nove integrantes da Amazônia Legal ameniza a incômoda imagem do Estado de inimigo do bioma - acentuada por intensas pressões e embates políticos em 2008 - e pode reforçar a recente trégua na turbulenta relação entre o governador Blairo Maggi e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

A área mato-grossense devastada com corte raso foi de 1.047 quilômetros quadrados (km2) entre o período de agosto de 2008 e julho de 2009, de acordo com a análise das imagens de satélite do Prodes. O número equivale a uma queda de 68%, se comparado ao mesmo período no levantamento 2007-2008, quando a floresta sofreu a derrubada de 3.258 km2 e despertou atenções federais.

No passado, o Estado chegou a apresentar índices assustadores, vistos como uma verdadeira ameaça à existência da Amazônia. O levantamento do Prodes divulgado em 2004 revelou um pico de 11.814 quilômetros quadrados da vegetação amazônica destruídos, dentro dos limites estaduais na Amazônia Legal. Já os dados de 2005 indicaram 7.145 quilômetros quadrados devastados.

O êxito de Mato Grosso no combate ao desmate florestal faz parte de um esforço nacional. Em todos os estados da Amazônia Legal o desmate registrado foi de sete mil quilômetros quadrados, também o menor das últimas duas décadas. A margem de erro é de 10%. Entre agosto de 2007 e julho de 2008 o país perdeu 12 mil km2 da vegetação.

?Se a gente comparar 1.047 km2 com a média de desmatamento do período de 1996 a 2005, que foi de 7.657 km2 por ano, chegaremos a uma queda de 87% na devastação. Um valor muito expressivo?, avalia o ambientalista da ONG Instituto Centro de Vida (ICV), Laurent Micol.

Além das pressões ambientais internacionais, do mercado global e do governo federal, Micol atribui à expectativa de compensação financeira com a manutenção da floresta, cuja principal aposta é o mercado de créditos de carbono, o fato da mudança de comportamento de ruralistas em relação à cultura de destruição da floresta.

?As pessoas têm uma perspectiva de ganhar dinheiro com isso em um futuro próximo. Isso faz com que elas deixem de colocar altos investimentos na derrubada florestal para a prática agrícola, o que custa caro, e procurem aumentar a produtividade nas áreas já abertas. O que é uma forma de manter sua floresta e entrar em um mercado altamente lucrativo e promissor?, frisa.

Na análise de Micol é pequeno o risco de retrocesso nos próximos anos, a tendência de queda no desmate deve se concretizar, alimentando até a expectativa de atingir um marco zero. Contudo, ele reforça que, apesar de acompanhar o corte raso total, a degradação ambiental com a realização de manejos mal elaborados é gravíssima e não vem sendo acompanhada.

Micol alerta que enquanto a floresta vem atingindo grandes avanços, o Cerrado continua desassistido. ?Se o Estado estiver desmatando menos a floresta e mais o Cerrado, isso será grave. Porém, o Cerrado não é monitorado?.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12619&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Pêssego valorizado devido chuvas </title>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 09:34:56 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva atrapalhou e os produtores de pêssego da região de Paranapanema, em São Paulo, estão colhendo menos frutos, este ano. Para compensar a quebra, o preço reagiu.

A colheita de pêssego em Paranapanema, no sudoeste paulista, nesta época do ano é uma atividade que da trabalho no campo e movimenta a economia . Dono da maior área plantada, com cerca de 250 hectares, o município deve colher nesta safra em torno de cinco milhões de quilos.

A colheita na região começa mais cedo para evitar a concorrência de outras regiões do país. Vai de agosto a dezembro. Para isso, os produtores cultivam 12 diferentes variedades. A douradão está sendo colhida agora. Ela da frutos graúdos, com a casca bem avermelhada. Por dentro, é um pêssego bem amarelo.

A safra só não será maior porque este ano a chuva prejudicou a lavoura na fase de desenvolvimento dos frutos. Foi o que explicou o agrônomo Fernando Mascaro, da cooperativa de produtores. ?A gente teve um período de muita chuva na florada e também tivemos um período de desenvolvimento da fruta nos meses de julho, agosto e setembro também com muitas chuvas. Isso atrapalhou o crescimento da fruta?, disse.

O produtor Renato Leme calcula que terá uma quebra de 30% na safra em relação ao ano passado. Esta redução está sendo compensada, em parte, por um preço melhor. ?Normalmente, acaba compensando porque reduz um pouco os custos de colheita. Tem menos custo para colher e isso compensa. Mas isso não quer dizer que a gente está trabalhando com mais folga pela reação do preço. Na conta final, estamos iguais ao ano passado?, disse.

Os produtores estão vendendo o pêssego de melhor qualidade por R$ 2,50 o quilo, dez por cento mais que o preço registrado na safra passada.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12618&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Aprovado zoneamento agrícola para uva, feijão e coco em quatro estados </title>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:33:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Mais três estudos de zoneamento agrícola de risco climático estão disponíveis para produtores de feijão (2ª safra), uva e coco nos estados do Paraná, Bahia, Pernambuco e Pará. As normas publicadas nesta quina-feira (12) no Diário Oficial da União indicam o melhor período para o plantio e os municípios mais aptos para o cultivo dos produtos.

A Portaria Nº 278 aponta o estudo para a cultura do feijão, safra 2009/2010, no Paraná. De acordo com o zoneamento agrícola, o feijoeiro comum é cultivado por pequenos e grandes produtores, em todas as regiões brasileiras. Temperaturas muito altas ou muito baixas prejudicam a floração e provocam queda na produtividade. Na safra 2008/2009, o Paraná produziu 341,5 mil toneladas de feijão (2ª safra), conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Os produtores de uva da Bahia e de Pernambuco, safra 2009, encontram as normas do zoneamento agrícola de risco climático nas portarias Nº 279 e Nº 280. O plantio de videiras nos dois estados está voltado principalmente para o mercado de uvas de mesa e se concentra em regiões semiáridas. A produção de Pernambuco também se destina à fabricação de vinho.

As melhores condições para o plantio do coco, safra 2009, no estado do Pará estão expressas na Portaria Nº 281. O coqueiro se desenvolve melhor com chuvas de 1.500 mm ao ano e em temperaturas de 27º C. O Pará é o segundo maior produtor de coco do País, com colheita de mais de 250 mil toneladas de frutos por ano.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12614&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio de soja difícultado no PR </title>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:28:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A instabilidade no clima tem deixado muito agricultor confuso no Paraná. As plantadeiras mal são colocadas no campo e a chuva volta a cair, impossibilitando o trabalho.

Ano passado, nessa mesma época, toda a soja da região oeste já estava plantada. Hoje, parte dos produtores ainda espera um período de estiagem para terminar de semear as lavouras.

Com apenas metade da área semeada, não falta serviço na fazenda do agricultor Antônio Ceci. Serão 340 hectares plantados com soja. O clima não colabora.

Os funcionários chegaram a plantar durante a manhã, mas à tarde a chuva surpreendeu de novo. O resultado é a plantadeira parada no campo e o trabalho adiado mais uma vez. O jeito é cobrir a plantadeira com lona, guardar o trator na garagem e esperar o tempo passar.

Em pleno início de safra, o seu Ceci já teve prejuízo. Ele precisou replantar pelo menos 15 hectares, onde as sementes foram embora com o aguaceiro. ?É prejuízo, perda de tempo, perda de dinheiro?, disse.

Quando a chuva dá trégua os produtores aproveitam. Os funcionários se revezam para não parar as máquinas nem no horário do almoço. Na região de Cascavel falta semear 5% das lavouras. No ano passado estava tudo pronto em outubro. O atraso na soja provoca um efeito cascata nas próximas lavouras.

?O atraso do plantio de soja vai ter consequência quando aquela intenção de plantio de milho safrinha naqueles produtores que geralmente não plantam milho normal e sim vão optar pelo milho safrinha?, explicou José Pértile, técnico agrícola da Secretaria de Agricultura do Paraná.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12611&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Boa umidade favorece áreas de milho e soja </title>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:04:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com exceção de Garça, Taubaté, Ilha Solteira e Jaboticabal, índice de água no solo ainda é alto na média geral do Estado de SP

- Novembro começou com tempo firme em todo o Estado, com céu limpo, sol forte e temperatura máxima na casa dos 35 graus. No fim de semana, uma nova frente fria chegou ao Sudeste, trazendo chuva para São Paulo.

Apenas em Garça, Ilha Solteira, Jaboticabal e Taubaté, a deficiência hídrica foi elevada, resultado do baixo volume de chuva, associado a taxas de evapotranspiração acima de 4 milímetros por dia. Mas na média geral a umidade do solo manteve-se inalterada, com reservas de água no solo em torno de 75% da capacidade máxima de armazenamento.

Esta condição é excelente para o desenvolvimento inicial das lavouras de milho, feijão e soja semeadas recentemente. O nível de umidade também favorece o tráfego de máquinas, com risco mínimo de compactação do solo. O zoneamento agrícola recomenda a semeadura para a maior parte do Estado até dezembro, mas para obtenção de boa produtividade com mínimo risco de perda na safrinha é indicado antecipar a semeadura de culturas anuais.

Os níveis de umidade também favorecem o desenvolvimento de pastagens e canaviais já colhidos. Nos canaviais que ainda aguardam a colheita, a situação ainda não foi normalizada, apesar do tempo firme e quente.

Para o setor de mandioca e fécula, a situação é semelhante, com melhoria nas condições para a colheita, mas ainda insuficiente para reverter o atraso na safra e os efeitos no mercado do produto. Com a redução na oferta por causa da chuva, o preço da mandioca subiu quase 24% em outubro.

FLORADA

Nos cafezais de Franca, Espírito Santo do Pinhal e São José do Rio Pardo, a chuva do fim de semana eliminou o risco de abortamento de flores por causa da seca, tranquilizando os produtores. Como a florada já teve início em praticamente todo o Estado, é importante que a chuva mantenha a regularidade para assegurar o pegamento das flores.

A colheita prosseguiu em melhores condições nos bananais de Registro e Juquiá; nos pomares de pêssego em Jundiaí e Valinhos e de laranja de Matão, Botucatu e Itápolis; nas parreiras de Jales e Fernandópolis; e nos seringais de São José do Rio Preto e Votuporanga.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12600&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Moagem da cana é 7% maior na safra atual </title>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:02:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas ainda dificultam a colheita de cana-de-açúcar. No entanto, no acumulado da safra, o volume de moagem alcançou 442,6 milhões de toneladas, aumento de 7,23%.

Na segunda quinzena de outubro, a moagem de cana caiu 14,07% em relação à quinzena anterior (35,13 milhões). Nota-se que na segunda quinzena do mês houve um dia disponível a mais para moagem. Os Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio de Janeiro foram os mais afetados, com redução de 32,89%, 36,25% e 38,73%, respectivamente. São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso foram menos afetados, com uma queda de 10,99%, 7,57%, 15,10% e 13,23%.

Na segunda quinzena de outubro, a quantidade de açúcares totais recuperáveis (ATR) por tonelada de cana foi de 128,6 quilos - 20 quilos inferior ao obtido na mesma quinzena da safra anterior. No acumulado, a quantidade de 132,61 quilos é 9 quilos inferior ao da safra passada.

Este cenário fez com que o volume adicional de moagem neste período, de 30 milhões de toneladas, não permitisse maior produção de etanol e açúcar. A produção total supera em apenas 0,37% a acumulada na safra anterior.

Com a redução na moagem e a menor obtenção de produtos por tonelada processada, a produção de açúcar foi reduzida em 22,68%, com 1,67 milhão de tonelada, contra 2,16 milhões na quinzena anterior. Já a produção de etanol total foi 18,41% inferior à quinzena anterior, sendo 1,24 bilhão de litros nessa quinzena, contra 1,52 bilhão na quinzena anterior.

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12599&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita do trigo atrasada no RS </title>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:58:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O agricultor Édio Quain teve de retirar as máquinas da lavoura. Em três dias, choveu mais de 160 milímetros em Cruz Alta. A chuva no trigo maduro provoca perda na qualidade do produto.

Na lavoura em que o produtor estava colhendo o cereal tipo 1, com a umidade, o trigo pode passar para tipo 2 ou até tipo 3. Com a mudança de classificação, o preço do produto também fica reduzido em até 20%. O preço do trigo varia de acordo com a qualidade. A melhor é a do tipo 1 e a pior, a do tipo 3.

?O preço mínimo dele é R$ 31,80 se a gente conseguir vender nos leilões do governo, que é o preço máximo que se esperava pegar do trigo. Se não tivermos essa qualidade, vamos ter esse precinho que tem no mercado, que varia entre R$ 22,00 e R$ 23,00?, explicou seu Édio.

Segundo a Emater, menos de 40% da área de trigo do Rio Grande do Sul foi colhida até agora. Do mesmo período do ano passado, metade da safra já tinha saído do campo.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12598&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>PR normaliza o plantio da soja e avança com o milho </title>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:25:41 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Para compensar o atraso no plantio causado pelo excesso de chuvas no mês passado, os produtores paranaenses correm contra o tempo. Eles aproveitam o sol forte e o calor intenso que predominam desde a última semana de outubro para avançar com as plantadeiras. A prioridade foi a soja, pelo maior risco climático. Em uma semana de clima seco, o Paraná tirou o atraso no plantio da oleaginosa e diminui a diferença no milho. O estado começou o mês de novembro com metade das lavouras de soja implementadas e quase 90% do cereal no campo, conforme levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricul-tura e do Abastecimento (Seab). Em sete dias, o plantio avançou, respectivamente, 25 e 11 pontos porcentuais.

Num giro pelas lavouras paranaenses, o que se vê agora é um cenário bem diferente do de um mês atrás. Há quatro semanas, quando uma equipe de técnicos e jornalistas da Expedição Safra da RPC passou pela colônia Witmarsum, em Palmeira, nos Campos Gerais, o produtor Artur Sawatzky exibia máquinas paradas no galpão. Sob muita chuva, não conseguia avançar com o plantio do milho e sequer tinha começado a semear a soja. Quando as precipitações deram uma trégua, não perdeu tempo. Em pouco mais de uma semana de sol, conseguiu concluir o plantio do cereal e colocar praticamente em dia a semeadura da oleaginosa.

Com 12% dos 130 hectares que vai destinar à soja cultivados, ele conta que os trabalhos de campo tiveram de ser novamente suspensos na semana passada. "O normal nesta época do ano seria ter soja já nascida, mas a área que plantei ainda não nasceu. Agora estou esperando uma chuvinha para retomar o plantio. Se o clima for bom, o atraso não deve interferir no rendimento", prevê Sawatzky.

Semeado com 20 dias de atraso, o trigo que vai dar lugar à soja só deve começar a ser colhido em meados de novembro na propriedade do produtor Klaus Ferder, em Guarapuava, também nos Campos Gerais. O atraso na safra de verão, contudo, não desperta grande preocupação. Com chuvas regulares e abertura de sol de agora em diante, os trabalhos de campo tendem a deslanchar e a tarefa ainda pode ser concluída dentro do período recomendado.

Segundo órgãos oficiais de meteorologia (Inmet e Inpe), as chuvas devem continuar acima da média no estado entre novembro de 2009 e janeiro de 2010. A umidade deve vir acompanhada de altas tremperaturas, combinação favorável ao desenvolvimento das culturas de verão. Institutos privados confirmam o prognóstico. Os mapas do Somar Meteorologia, por exemplo, indicam acumulados superiores a 50 mm para boa parte do Paraná nesta semana, resultado de uma frente fria que chegou ao Sul do país na semana passada e agora se desloca para o Centro-Oeste brasileiro.

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12589&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva reduz safra de cafés especiais do Brasil em 2009/10 </title>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:23:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Clima adverso na colheita poderá comprometer até 10% do volume da produção de alta qualidade

O avanço dos cafés especiais no Brasil será limitado nesta safra 2009/10 pelas chuvas fora de época que atingiram os cafezais das principais regiões produtoras do país. Os grãos de alta qualidade continuam em plena expansão, com forte demanda no mercado interno e também externo, mas a oferta nesta safra poderá se reduzir em 10% por conta dos problemas climáticos.

Importantes regiões produtoras do país, como sul de Minas, Alta Mogiana paulista e norte do Paraná foram afetadas pelo clima chuvoso durante a colheita do grão, o que afeta a qualidade do produto final, de acordo com fontes consultadas pelo Valor.

A produção de cafés especiais está estimada em 5 milhões de sacas, ou 5% da oferta total, dependendo da bianulidade da safra do grão. Enquanto o consumo de café convencional no país cresce a uma taxa de 5% ao ano - até setembro o aumento foi de 8% (ver matéria ao lado). Já a demanda pelos grãos de alta qualidade, que crescia a uma taxa de 20% ao ano, deverá se consolidar entre 10% e 12%.

Segundo Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), as chuvas atrapalharam uma boa parte da safra de café e comprometeram a produção do grão especial.

"As chuvas não reduzem a produtividade, mas comprometeram os volumes de grãos especiais, que na região de Alta Mogiana deverão cair em 30%", afirmou Gabriel Oliveira, fundador e tesoureiro da Associação dos Produtores de Cafés Especiais da Alta Mogiana, com sede em Franca SP, e atuação em 15 municípios.

A produção deste ano para a região da Alta Mogiana é aproximadamente 1 milhão de sacas, numa região com 50 mil hectares com café plantados. Oliveira ressalta que a região está entre as melhores na produção de grãos especiais, com sacas de café negociadas a R$ 1.010.

A Ipanema Coffees, uma das mais tradicionais produtoras de cafés especiais do país, também sentiu os efeitos do clima na qualidade dos grãos. "Esta foi uma das piores safras dos últimos anos [em termos de qualidade]", afirmou Washington Rodrigues, presidente da companhia.

Para expandir a produção no país, sem comprometer a qualidade, a Ipanema está se associando a fazendas produtoras de café interessadas em seguir o padrão de qualidade da companhia. Já são cinco fazendas comprometidas, três delas na região mineira de Poços de Caldas.

De acordo Rodrigues, nesta safra 2009/10 a Ipanema terá uma produção própria de 110 mil sacas de 60 quilos e outras 30 mil sacas nas fazendas parceiras. "A intenção é aumentar as parcerias e os volumes dos grãos de qualidade", afirmou ele.

Os grãos de qualidade têm, em média, um valor 30% maior em relação aos grãos convencionais, atualmente entre R$ 270 e R$ 275 a saca, segundo o Escritório Carvalhaes, de Santos (SP).

Os preços internacionais do grão convencional devem se manter firmes em 2009/10, à medida que o consumo está firme e as estimativas apontam queda na produção global, disse o diretor-executivo da Organização Internacional de Café (OIC) nesta segunda-feira, à Reuters. "Há um risco de que as recentes chuvas possam ter afetado a qualidade da safra assim como a florada na safra 2010/11."

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12588&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Distribuição de chuvas mantém ritmo de plantio de soja em MT </title>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:22:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da soja safra 09/10, em Mato Grosso, mantém o ritmo "de passos largos", e atinge 68% da área estimada à cultura na atual temporada. A análise divulgada, ontem, faz parte do boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária (Famato).

Até a última quinta-feira, dia 5, 68% de uma área de 5,94 milhões de hectares estava semeado, volume 3,9% superior em relação ao avanço dos trabalhos no campo em igual período do ano passado. Vale ressaltar, conforme estimativa do Imea - revisada para cima em outubro -, que a atual projeção à soja é 4,3% acima do que foi efetivamente cultivado no ciclo 08/09.

Conforme o Imea o regime de chuvas no Estado inteiro tem sido satisfatório, pois está bem distribuído nas regiões. A região médio norte foi a que teve maior destaque de plantio com 77,8%, destacando Lucas do Rio Verde (360 quilômetros de Cuiabá) quase encerrando o plantio - chegou aos 93% - e os demais municípios tiveram uma média entre 70% a 93%. A região concentra 2,41 milhões hectares, ou 40,9% da sojicultura estadual.

Tanto o Imea quanto o levantamento da Companhia Navional de Abastecimento(CONAB) aponta para uma produção recorde para o Estado. Se os números se confirmarem Mato Grosso colherá sua maior safra de soja, estimada em mais de 18 milhões de toneladas, pela CONAB (numa analisa otimista) e ou cerca de 17, 84 milhões de t pelo Imea. De qualquer forma, as projeções apontam volumes acima da média mato-grossense. Com base nos números do Imea, o médio norte mato-grossense representará 40,8% da produção, ao fornecer 7,27 milhões de t do volume total estimado de quase 18 milhões de t.

COMERCIALIZAÇÃO ? Com relação ao volume comercializado antecipadamente, o último levantamento do Imea aponta evolução de 7,1% em outubro, 2,5% superior ao mesmo período do ano passado. Mas o informe chama à atenção para o peso da valorização cambial. "Isto não indica que a comercialização não esteja adequada em relação aos volumes. O problema identificado este ano é com relação ao dólar. No plantio da safra 08/09 a média de câmbio era de R$ 2,17, enquanto no último mês de outubro um dólar valia apenas R$ 1,74. No resumo da obra, mesmo com um pouco mais de soja vendida que no ano passado, os valores em reais são inferiores".

Fonte: Diário de Cuiabá - MT e Clipping - CONAB
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12587&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita de banana deixa satisfeitos produtores pernambucanos </title>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:41:58 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de banana de Petrolina, em Pernambuco, estão satisfeitos com a colheita. Para ajudar ainda mais, o preço da fruta reagiu.

O lote do agricultor Carlos Nunes tem 4,5 hectares de banana. Ele consegue colher uma média mensal de 40 mil unidades da fruta. O produtor tem um motivo a mais para estar satisfeito. O preço da banana está se recuperando depois de meses em baixa.

?Já está começando a reagir, a procura está aumentando e eu acho que os produtores podem contar com um bom preço nos meses de novembro e dezembro?, falou seu Carlos.

Em Petrolina, a cultura ocupa uma área de 2,1 mil hectares e os produtores chegam a colher 33 mil toneladas de banana por ano.

O cento da banana pacovan está sendo comercializado a R$ 11,00. A expectativa dos comerciantes é que o preço melhore ainda mais.

Pernambuco produz cerca de 420 mil toneladas de banana por ano.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12576&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio de arroz supera marca de 2008 no RS e região NO do estado finaliza a colheita de trigo </title>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:41:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A combinação de umidade e temperatura elevada garantiu avanço no plantio de arroz, que já supera a marca do ano passado no mesmo período. O Irga indica que 62% das lavouras foram plantadas, área de 687,3 mil hectares frente aos 621,3 mil ha de 2008. A intenção é cultivar 1,094 milhão ha. "Os produtores anteciparam a preparação do solo", diz o presidente do Irga, Mauricio Fischer. Já a Emater aponta plantio de 50% da área.

Trigo

A região Noroeste deve finalizar até o dia 15 a colheita do trigo da safra 2009. Apesar do elevado índice de precipitações de setembro, agricultores comemoram a qualidade do grão, mas reclamam do preço. Aproximadamente 95% da área já foi colhida. O agricultor Rudi Weiss, da Vila Sete de Setembro Norte, terminou na semana passada a colheita de 120 hectares, que renderam 40 sacas cada. "Apesar das chuvas, o grão está muito bom. O grande problema é o preço", destaca Weiss, que teve quebra de 25% na produção. Ele gastou R$ 857,00 por hectare, entre despesas com o arrendamento, plantio, adubo e maquinário. Hoje, na região, a saca vale R$ 23,00, o que representa R$ 920,00/ha. "Restam apenas R$ 63,00", reclama.

Segundo a Emater, em 45 municípios da região de Santa Rosa, foram cultivados 184 mil hectares de trigo, com uma quebra de 4,4% devido a chuvas expressivas. A produtividade média é de 32 sacas/ha.

Fonte: Correio do Povo - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12575&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Cultivo de soja em MT </title>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:35:41 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da soja está na fase final, em Mato Grosso. As lavouras se desenvolvem bem na região de Sorriso.

Em São Paulo, os produtores de soja também estão otimistas com a safra. O que ainda preocupa é o câmbio, que pode comprometer a comercialização do grão.

Na fazenda do seu Laércio Lens as plantadeiras já deram lugar para as maquinas que aplicam os defensivos. Ele terminou o plantio e contou que vai caprichar nos 1.040 hectares cultivados para que a lavoura de bons resultados. ?A primeira área plantada já está começando a florar?, disse.

Em Sorriso, o plantio chega a 95% dos 600 mil hectares que devem ser cultivados nesta safra. No município, que é o maior produtor de soja do país, as expectativas são boas, pelo menos no campo.

No ano passado, nessa mesma época, ainda faltava semear 20% da área no município. Segundo o IMEA, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, em todo o Estado o plantio atinge 60% da área. O clima, que possibilitou antecipar o trabalho, continua favorável.

Com o custo menor para plantar este ano, a Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, prevê aumento na produtividade.

Em todo o país, a produtividade das lavouras de soja deve aumentar 6,5%, de acordo com os dados da Conab.

Em São Paulo, os produtores de soja também estão otimistas com a safra. O que ainda preocupa é o câmbio, que pode comprometer a comercialização do grão.

O agricultor Ivan Lemos não perdeu tempo. Ele decidiu adiantar o plantio de soja na fazenda em Ribeirão do Sul. Tudo para aproveitar a previsão favorável da safra de verão.

?Está indicando uma boa previsão de chuva. Vai ter uma estiagem, mas nada que possa prejudicar. Então, a gente está apostando muito nesta previsão?, falou seu Ivan.

O plantio de soja no centro-oeste paulista, que normalmente é feito na segunda quinzena de novembro, foi antecipado para o final de outubro nesta safra. O clima favorável e a perspectiva de chuvas regulares até o período da colheita em fevereiro têm feito os agricultores acreditarem em um aumento de produção em relação à safra do ano passado.

O agricultor Roberto de Alencar também está otimista com a safra de verão. A preocupação dele agora é com o preço da saca, cotado a R$ 40,00, e com o câmbio, que está em baixa. É algo ruim para quem depende quase que exclusivamente da exportação.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12574&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra goiana de grãos deve cair 3,2% </title>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:09:32 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A safra goiana de grãos em 2010 poderá ser 3,2% menor que a obtida este ano, caindo de 13,32 milhões de toneladas para 12,88 milhões de toneladas. A estimativa consta do 1º Prognóstico da Produção Agrícola Nacional para 2010, que abrange os principais produtos agrícolas do País, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O primeiro prognóstico de área e produção para a safra de 2010 prevê uma redução da produção de culturas como milho, algodão e feijão, que deram lugar à expansão das lavouras de soja, que devem ter uma maior liquidez.

Os volumes levantados foram somados às projeções obtidas a partir das informações dos anos anteriores para os Estados, que por força do calendário agrícola ainda não dispõem das primeiras estimativas. As informações da pesquisa representam 68,7% da produção nacional prevista e 31,3% de projeções.

O prognóstico, que engloba as cinco principais culturas de verão plantadas no início das chuvas, prevê uma redução de 20,4% na produção goiana de milho 1ª safra (veja quadro) e um crescimento de 7,4% na safra de soja. O gerente de Pesquisas Agrícolas do IBGE, Mauro Andreazzi, lembra que a área plantada de soja deve crescer 6% em Goiás, enquanto a de milho deve sofrer uma redução de 14,5%. Segundo ele, a soja ocupou áreas antes destinadas ao plantio de milho, que registra um alto custo de produção e um baixo preço de venda.

Enquanto a saca de soja vale cerca de R$ 36,00, a de milho sai por R$ 14,00 no mercado. "Além de um preço melhor, a soja também tem um mercado mais garantido", justifica o gerente do IBGE. Ele explica que essa migração do milho para a soja influenciou diretamente a redução da safra total de grãos do Estado, pois enquanto o rendimento do milho fica entre 500 e 600 quilos por hectare, o rendimento da soja é de 3 mil quilos por hectare. Vale lembrar que esses valores ainda podem ser alterados por fatores climáticos.

O algodão é o produto com maior expectativa de recuo da produção em 2010 - menos 21,8%. Mauro Andreazzi lembra que o produto, que é muito voltado à exportação, ainda sofre com os efeitos da crise financeira global: redução da demanda mundial e da oferta de crédito. "É uma cultura que só é plantada com contrato de venda e garantia de preço de compra, pois exige altos investimentos em insumos", explica.

Segundo o IBGE, a safra de feijão também deve sofrer uma queda de 14% por conta da redução do preço da saca, que caiu de R$ 160,00 em 2008 para R$ 70 este ano, abaixo do preço mínimo.

Fonte: O Popular - GO e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12561&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Estimativa da safra cearense de grãos diminui 41,24% </title>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:08:30 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias do Ceará tinha previsão inicial de que a safra cearense de grãos chegasse a 1.367.089 de toneladas em 2009. Em relação ao ano passado, a redução é 28,90%

A estimativa da safra de grãos do Ceará caiu 0,10% em relação a setembro, passando a 803.300 toneladas. Comparando com a previsão inicial (1.367.089 t), já apresenta uma redução de 41,24% e, em relação à produção obtida no ano passado (1.129.858 t), a queda é de 28,90%. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado de 16 de setembro a 15 de outubro de 2009 pelo Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias do Ceará (GCEA).

O relatório de ocorrências destaca que nesse período diversos produtos já encerraram suas safras enquanto outros estão com colheita em andamento. Os produtos irrigados e a castanha de caju são os destaques. Este ano, a safra de caju em todo o Estado do Ceará está atrasada em relação ao que, tradicionalmente, ocorre. A explicação é o prolongamento da estação chuvosa neste ano. A estimativa é de se obter 149.107 t de castanha. O incremento em relação à safra de 2008 é de 23,18%.

No Brasil

Os problemas climáticos e as incertezas no cenário econômico vão levar a safra 2009 a uma produção total bem abaixo das primeiras estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto divulgou uma projeção de colheita de 134,1 milhões de toneladas este ano, volume 8,1% menor do que a safra recorde do ano passado (146 milhões de toneladas). No primeiro prognóstico, divulgado em outubro do ano passado, a expectativa era de uma safra total de 140,8 milhões de toneladas.

"Houve problemas climáticos, com estiagem na safra de verão e excesso de chuvas na safra de inverno. Além disso, houve queda na produtividade, já que os produtores investiram menos em insumos, por causa de incertezas em relação aos preços que os produtos alcançariam em meio à crise internacional``, explicou o gerente de agricultura do instituto, Mauro Andreazzi.

Ele observou, entretanto, que mesmo abaixo das projeções iniciais, a safra 2009 será a segunda maior da história do País, só perdendo para o recorde de 2008, quando chegou a 146 milhões de toneladas. Segundo o gerente, a safra está praticamente colhida, faltando apenas as culturas de inverno, como o trigo, cuja colheita também está abaixo do esperado.

De acordo com o levantamento divulgado pelo IBGE, relativo a setembro, o trigo terá safra de 5,2 milhões de toneladas em 2009, previsão 7% menor do que a registrada no levantamento de agosto.

Segundo Andreazzi, os problemas climáticos no Paraná afetaram o rendimento médio dessa cultura, que terá este ano uma produção 10,8% menor do que no ano passado, totalizando menos da metade do consumo interno de trigo, que chega a 11 milhões de toneladas a cada ano.

Por outro lado, o aumento de 6,3% na projeção para o milho segunda safra de agosto para setembro foi o principal motivo apontado para a alta de 0,5% na projeção da safra total do País de um mês para o outro. (das agências)

- A safra agrícola brasileira deverá somar 139,3 milhões de toneladas em 2010, segundo a primeira estimativa de produção para o ano que vem divulgada pelo IBGE e relativa ao mês de outubro. Se confirmada, a safra será 3,8% maior do que a deste ano, que deverá totalizar 134,1 milhões de toneladas, mas ainda ficará 4,6% menor do que o recorde de 2008 (quando chegou a 146 milhões de toneladas).

- A soja, principal produto agrícola do País, deverá registrar aumento de 12% na produção em 2010, atingindo a maior colheita da história, de 63,7 milhões de toneladas. O gerente de agricultura do instituto, Mauro Andreazzi explicou que 31% da estimativa da safra para o ano que vem se baseiam em projeções de colheita a partir de dados de rendimento médio das culturas nos últimos cinco anos, ou seja, é possível que ainda ocorram muitas variações nas expectativas até o final do ano que vem.

- No caso do milho, a projeção é de uma queda de 2,2% na primeira safra do produto, que está com preços deprimidos, levando os produtores a migrarem para a soja. No que diz respeito ao algodão herbáceo, a queda prevista de 8,1% na safra ``é consequência do desestímulo dos produtores em cultivarem o produto em face ao alto custo de produção e da baixa cotação do produto tanto no mercado interno como externo``, segundo Andreazzi.

Fonte: O Povo - CE  e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12560&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas devem beneficiar lavouras no país </title>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:06:38 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O prognóstico climático conjunto do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), para os meses de novembro, dezembro e janeiro, prevê chuvas acima do normal, situação que deverá beneficiar as lavouras, fato que não ocorreu na safra anterior, quando a estiagem prolongada chegou a causar perdas substanciais às culturas de milho e soja em algumas regiões do país.

Para a safra que está sendo plantada, as chuvas ocorridas nos meses de setembro e outubro foram favoráveis aos trabalhos de plantio e beneficiam o desenvolvimento e o crescimento das plantas.

Segundo os técnicos da Conab, os principais fatores que induziram o produtor a ampliar a área de cultivo da soja foram menor custo por hectare, comparativamente ao do milho, principal concorrente, baixos preços do milho, a maior liquidez e a expectativa de rentabilidade positiva, apesar de menor do que na safra anterior.

No caso de Mato Grosso, outro fator que contribuiu para a expansão da área de soja foi o desestímulo ao plantio de algodão. Muitos produtores reservaram parte de sua área de algodão para o cultivo da soja.

Confirmado os atuais níveis de produção brasileira, as exportações estão estimadas em 24,9 milhões de toneladas e o esmagamento em 32,3 milhões de toneladas. Este último representa um aumento de 11% em relação ao ano anterior e deve ser creditado ao aquecimento da demanda em razão da ampliação de B4 para B5 - do Programa Nacional de Biodiesel, a partir de janeiro/2010, do qual a soja representa aproximadamente 80% da matriz energética.

Diante das expectativas de boas safras nos principais países produtores (Estados Unidos, Brasil e Argentina), elevando a oferta mundial para aproximadamente 246,1 milhões de toneladas, 17% acima da temporada anterior, os preços na Bolsa de Chicago, no que pese as oscilações pontuais de cada pregão, vêem sinalizando recuo comparativamente à temporada 08/09, quando situaram-se em patamares extraordinariamente elevados, em função da redução de 9,5% da oferta mundial causando, em consequência, uma redução de 17% nos níveis dos estoques de passagem.

Todavia, as expectativas de aumento do consumo mundial (de 5,3%) na próxima safra, juntamente com a recomposição dos níveis dos estoques mundiais, devem mitigar os efeitos negativos dos preços.

Neste sentido, as cotações internacionais do grão para os contratos de março/2010 devem situar-se em torno de US$ 9,70/bushel (base Chicago), portanto, dentro da média histórica dos últimos 10 anos (US$ 7,11).

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12559&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Devido a chuvas precoces, expectativa é de boa safra no oeste da BA </title>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:05:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva chegou mais cedo, este ano, ao oeste da Bahia. Muitos produtores já estão com as lavouras plantadas e a expectativa é de uma boa safra.

Na propriedade administrada por Gilberto Becker, no município de Luís Eduardo Magalhães, serão plantados 11 mil hectares de soja, mil a mais do que a safra passada. ?Diminuindo o custo dos insumos, o investimento, inclusive em adubação, foi maior dando assim uma possibilidade de a gente aumentar a produtividade por hectare?, explicou.

Favorecida pelo calor e a umidade, a soja plantada há pouco tempo já começa a brotar. Este ano, estimativas da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia, apontam um crescimento da área plantada em torno de 6%, o que vai representar mais de um milhão de hectares.

Com o clima favorável, a média de produtividade também é otimista, de 46 sacas por hectare, diferente da safra 2008/2009, que ficou em 42 sacas e foi considerada baixa. Com previsões positivas, agora a torcida dos produtores é para a subida do dólar.

?Agora, a gente está na mão do cambio. E com essa baixa do dólar pode vir a cair o nosso preço. Mas a gente torce para que reaja o dólar e a gente tenha uma possibilidade de lucro para equilibrar as contas em virtude dos últimos anos, que a comercialização não foi muito boa?, completou Becker.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12543&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva compromete rendimento de lavouras de fumo no RS </title>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:45:34 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores do Rio Grande do Sul iniciaram a colheita do fumo. O excesso de chuva comprometeu a safra e o rendimento das lavouras deve ficar abaixo do previsto.

A diferença do tamanho das plantas na lavoura de fumo é o resultado do impacto dos fenômenos climáticos dos últimos meses. O excesso de chuva e o frio rigoroso prejudicaram a plantação. Só em setembro choveu 291 milímetros. Foram 115,6 milímetros a mais do que a média.

A agricultora Silma Hoff plantou 40 mil pés de fumo em agosto e começou a colheita na semana passada. Cada pé produziu cerca de quatro folhas a menos.

Neste ano a safra deve chegar a 750 mil toneladas de fumo, oito mil a menos do que a última colheita. Mas, com a previsão de chuva acima da média para os próximos meses, a lavoura pode ser ainda mais prejudicada.

A distribuição das chuvas está associada ao fenômeno El Niño, que vai continuar atuando no verão. Como o adubo é levado pela água, os produtores devem aumentar a aplicação.

?Automaticamente, se cria a expectativa de que o produtor tenha uma remuneração de acordo a compensar esta elevação de custos que ele está tendo em sua lavoura dado o clima?, explicou Heitor Petry, vice-presidente da Associação de Produtores de Fumo do Brasil.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12542&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva atrasa plantio, mas Conab não prevê perdas </title>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:44:55 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Embora as chuvas em outubro tenham atrasado o início do plantio da soja, principal cultura de verão, em vários municípios de Mato Grosso do Sul, o segundo prognóstico da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgado nesta quinta-feira mantém a previsão de salto de até 15% na produção do Estado.

O levantamento continua apontando crescimento de 1% a 2% na área plantada, podendo ocupar de 1,733 milhão de hectares a 1,75 milhão, quando na safra passada ocupou 1,715 milhão de hectares. Além disso, a produtividade passa de 2.436 quilos por hectare a 2.750, 12,9% de aumento. Segundo a CONAB, a produção pode atingir de 4.765.800 toneladas a 4.812.800 toneladas, dependendo da área plantada.

O segundo levantamento prevê, assim como o primeiro, que a colheita de grãos selecionados em Mato Grosso do Sul pode atingir 8,5 milhões de toneladas, aumento de 21% em relação à safra passada.

Quanto ao milho 1ª safra, está mantido o prognóstico de redução da área plantada. Na safra passada foram 84,7 mil hectares e desta vez deve ficar entre 68,6 mil e 72,8 mil hectares, ou seja, a queda pode chegar aos 19%. Por outro lado, a produtividade tende a aumentar em 1,5%, de 5 .925 quilos por hectare a 6.012. Com estes números, a previsão é que sejam colhidos de 412,4 mil toneladas do grão a 437,7 mil toneladas, frente à produção de 501,8 mil toneladas neste ano.

No caso do algodão, a previsão é de queda de 146,7 mil toneladas colhidas para até 115,2 mil.

Só alteraram, para mais a previsão de produção de arroz e feijão. Em relação à safra deste ano, a previsão anterior apontava redução de até 21,1% na produção de arroz, que foi reajustada para no máximo 16%. Já quanto ao feijão, o prognóstico que era elevar o volume colhido em até 32% foi revisto para 42%.

Fonte: Campo Grande News e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12541&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de soja em MT pode ser a maior da história </title>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:35:36 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Com apostas na alta produtividade ? cerca de 3.002 quilos por hectare ? e no aumento de área plantada, estado poderá colher 17,8 milhões de toneladas de soja, a maior da história.

O plantio da soja em Mato Grosso atingiu no final de outubro, 51,1% da área projetada pelo Instituto Mato Grossense de Economia (Imea) para a safra 2009/2010.

Em um novo levantamento, portanto, o Imea indicou que a área projetada para a oleaginosa na atual safra deverá ficar em 5,9 milhões de hectares, contra 5,702 milhões de hectares da temporada passada.

As máquinas não páram. Só na última semana do mês passado foram semeados 838.808 hectares em todo o estado.

Com a perspectiva de aumento da área plantada, a produção poderá chegar a 17,8 milhões de toneladas, a maior da história, com superávit de 200 milhões de toneladas em comparação com a colheita anterior, que atingiu 17,4 milhões.

Fonte: Expresso MT e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12536&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Frangos morrem de calor no PR </title>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:33:16 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Cinquenta mil frangos morreram em granjas de Ouro Verde do Oeste, no Paraná. A falta de energia deixou os aviários sem ventilação.

Está sobrando espaço no aviário. Mais toda metade dos frangos foram retirados antes da hora, porque morreram de calor. O motivo foi uma queda de energia que durou quatro horas. Com uma temperatura de 34°C, as aves ficaram sem os ventiladores e sem os nebulizadores.

Em uma propriedade houve mortes em quatro aviários e os frangos já estavam prontos para o abate, com 45 dias. As aves seriam carregadas para o frigorífico ainda esta semana.

Seis propriedades foram atingidas em Ouro Verde do Oeste, norte do Paraná. Cerca de 50 mil frangos morreram e tiveram que ser descartados.

A prefeitura abriu valas, ao lado das granjas, e os funcionários dos sítios passaram o dia enterrando as aves. ?Com pouco tempo de calor ele morre. Agora é só recolher estes animais, colocar na vala e fazer o enterro deles?, explica Irineu Groeler, secretário municipal de Agricultura.

Os criadores que tiveram prejuízo devem procurar a Companhia Paranaense de Energia Elétrica para discutir o valor da indenização.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12534&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Milho perde espaço para a soja no RS </title>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:32:42 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da safra de verão segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul. Este ano, os agricultores estão preferindo plantar mais soja que milho.

Os irmãos Kraemer plantaram dez hectares com milho em Almirante Tamandaré do Sul, no norte gaúcho. A área é 30% menor do que a cultivada no ano passado. O motivo da redução está no preço da saca, considerado baixo pelo produtor.

Apesar do descontentamento, Daniel Kraemer diz que não dá para ficar sem milho. ?Na última safra a gente plantou milho com o custo muito alto e ainda tem a produção, uma parte para vender e o preço está R$ 16,50. O mínimo que seria para o produtor tirar uma boa rentabilidade seria de R$ 20 para cima, mas como a gente investe em tecnologia e o potencial da lavoura é bom, então a gente tem que olhar também para o lado da rotação de culturas, depois o desenvolvimento da soja é bem melhor?, explica o agricultor.

O baixo preço do milho fez com que muitos agricultores substituíssem o cultivo pela soja. Isso explica o aumento da área plantada em todo o estado. No Rio Grande do Sul, a área ocupada com milho verão deve ter uma redução média de 6%, já a soja deverá crescer 3%, segundo a Conab.

A lavoura de seu Sírio passou de 40 para 50 hectares de soja. Ele espera que o preço da soja compense o investimento. ?A gente espera colher um pouco mais de soja e o preço do milho é um pouco inferior ao ano passado. Por isso a gente aumentou um pouquinho a área de soja?, confirma Sírio Aluísio Fritzen, agricultor.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12533&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ferrugem asiática e mofo branco preocupam produtores goianos </title>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:54:09 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura vai discutir com os produtores goianos a melhor maneira de conter a infestação das pragas nas lavouras. A ferrugem asiática e o mofo branco prejudicam a lavoura, principalmente neste período chuvoso. A reunião é às 14 horas desta quinta-feira, dia 5, na sede da Faeg, e também vai discutir a reativação do Programa Estadual de Controle de Pragas da Soja, conhecido como Goiás Soja Protegida.

O encontro visa prever possíveis prejuízos causados pela infestação das doenças nas lavouras. Participam a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás - Faeg e demais entidades parceiras, todas implicadas na ação do Governo estadual.

Também foram convidados técnicos da Seagro ligados à atividade agrícola, a fim de tratar a prevenção, controle e monitoramento dessas pragas. Ofício assinado pelo secretário de Agricultura, Leonardo Veloso, e pelo presidente da Faeg, José Mário Schreiner, foi encaminhado aos presidentes dos Sindicatos, Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás, Embrapa e outras entidades envolvidas na produção de soja em Goiás.

Fonte: Goiás Agora  e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12528&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio das águas </title>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:51:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começa o plantio de milho da safra; estimativa é colher 5,8 milhões/t em 2009/2010

O Brasil tem dois períodos de safra e um período de safrinha, que é feito na época da seca

A safra de milho 2009/2010 já começa a ser plantado no país, e a estimativa é que produção de grãos ultrapasse 50 milhões de toneladas, em uma área plantada maior que 13 mil hectares, sendo que para a primeira safra, a área cultivada fique em torno de 8 mil hectares. Esses são os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).

De acordo com o levantamento, o sistema de plantio direto é o mais utilizado no cultivo do milho. Na Região Sudeste do Brasil, Minas se destaca com área plantada de mais de 1.160 hectares, com a expectativa de colher mais de 5,8 milhões toneladas da safra de 2009/2010.

Por esse motivo, aproveitando o período de chuva, os agricultores do Estado já estão iniciando o plantio. Conforme o coordenador nacional da Produção de Milho da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), José Mauro Valente Paes, o normal é a utilização do milho híbrido, que possui o cruzamento de duas ou mais espécies.

"Nas condições brasileiras, é normal ter milho o ano todo. Temos dois períodos de safra e um período de safrinha, que é feito na época da seca, mas a produção é menor. Já a produção de milho orgânico é baixa e feita em solo sem produto químico e inseticida. Um tipo de milho que não fez sucesso foi o branco. Apesar de ter maior teor de proteína, o armazenamento é muito difícil, porque é uma espécie que dá mais praga", explica.

Minas só perde para o Paraná, com produção aproximada de 12,5 milhões de toneladas ao ano, e Mato Grosso, com cerca de 7 milhões. O gerente de Desenvolvimento e Suporte Estratégico do CONAB em Minas, Túlio Marcos de Vasconcelos, diz que o ideal é que o agricultor faça rotatividade de cultura para manter a produtividade do solo.

"Para a terceira safra, o melhor é fazer o plantio em áreas onde foram feitas colheitas de outras sementes, porque cada uma tem sua particularidade. O feijão, por exemplo, fixa o nitrogênio no solo, e o milho, tira. Então, fazer essa variação ajuda o solo", ensina Vasconcelos.

A produção do país tem variado ao longo dos anos em decorrência das mudanças climáticas, segundo o engenheiro agrônomo, José Carlos Cruz. O plantio de sementes de milho transgênico disponível no mercado - que possui uma proteína que mata a lagarta do cartucho - saltou de 19, em 2008, para 90, neste ano. Neste período, as sementes tradicionais se mantiveram estáveis em 25.

A previsão é de que a área plantada com os transgênicos não passe de 30% da produção. Ele explica que a diferença de preço das sementes é que pesam na hora da escolha. O valor da semente do milho híbrido varia de R$ 40 a R$ 240 por hectare, enquanto a semente do transgênico fica R$ 80 a R$ 100 mais cara do que a convencional.

Consumo para produção de ração

José Mauro Paes informa que a maior venda do grão seco é feita para a cadeia de produção de aves e suínos, como complemento da ração - cerca de 60% a 70% da produção. Parte da comercialização do milho no Estado é feita na Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas).

Conforme o levantamento, em setembro, foram vendidas mais de 2,3 milhões quilos do milho para ração (R$ 0,36 o quilo), enquanto o comércio do milho verde, para consumo humano, feito no mercado livre do produtor, vendeu no mês passado mais de 7 mil quilos, com o preço de R$ 0,55 o quilo. O valor da saca com 50 quilos de semente seca tem uma média de R$ 20 na Ceasa. A saca do milho verde (25 quilos) teve a variação entre R$ 12 e R$ 15.

Milho verde e suas delícias o ano todo

Com irrigação e sem frio excessivo, é possível se plantar o grão durante todo o ano, conforme o agrônomo. Diferentemente da semente destinada para ração, o milho verde é plantado em covas distantes para que as espigas atinjam maior tamanho e os grãos fiquem mais graúdos.

Quando se planta o minimilho, a distância entre os pés é a menor possível porque o que se quer obter é a maior quantidade possível de espigas com tamanho mais reduzido possível.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, José Carlos Cruz, em Minas Gerais pode-se colher milho o ano todo. Mas as variedades de milho verde vendidas em sacolões e supermercados devem atender a algumas especificidades. "Diferente do milho para ração, as variedades mais indicadas para se comer verde e para a produção de guloseimas, como curau e pamonha, são as mais macias e mais doces", explica.

A quantidade de espécies de milho é enorme. Para se ter uma ideia, apenas o Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa possui mais de 3 mil variedades. Elas são usadas para o caso de alguma espécie se vir ameaçada de extinção. "A Embrapa já doou sementes de espécies de milho que indígenas brasileiros haviam perdido."

O produtor Adilson dos Reis de Assis, de Jequitibá, Região Central do Estado, dedica-se à plantação de milho verde.

A produção é de cerca de 200 sacos de 10 a 15 quilos, de três em três meses. Os compradores são os clientes da CeasaMinas, de sacolões e supermercados. A saída e o preço costumam variar e é por isso que o produtor também cultiva plantações de quiabo.

Nesta época do ano, Assis vende o saco de milho verde pelo preço de R$ 10. "Agora o preço está bom, mas quando é época da colheita profissional, em fevereiro, ele costuma cair bastante", informa.

Para evitar o problema é que o pesquisador da Embrapa recomenda que a plantação de milho verde seja feita mediante a compra já contratada. O produtor Antônio Gomes Costa, de Pedro Leopoldo, Grande Beagá, não corre esse risco: "Minha plantação é para consumo próprio, para o gado. O que vendo no CeasaMinas são aquelas espigas mais bonitas". Só usa o milho híbrido, comum.

Segundo ele, que tem produção de verduras, a roça de milho é bem pequena. Segue mesmo é com a produção convencional. "É que são apenas dois hectares", justifica

Fonte: Hoje em Dia - MG e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12527&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tem início safra da cevada no RS </title>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:49:52 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores gaúchos começaram a colheita da cevada. A maior parte da produção vai para as fábricas de cerveja.

Segundo a Emater, o tempo prejudicou as lavouras em várias regiões do Estado. Chuvas na maturação e geadas fora de época afetaram a produção.

Este ano, a estimativa de produção no Rio Grande do Sul é de aproximadamente 67.727 toneladas, com uma redução de 20% em relação à safra passada.

O agricultor Erceu Schaedler acompanha o trabalho da colheitadeira nos 308 hectares ocupados com o cereal. Apesar dos problemas com o clima, ele espera que a maior parte da lavoura esteja com boa qualidade. A indústria paga de R$ 13 a R$ 26 por saca, dependendo da qualidade da cevada. Por causa da venda garantida, o agricultor tem preferido a cevada ao trigo.

A cevada de melhor qualidade é usada na fabricação de cerveja. A cevada não-classificada serve para a alimentação animal.

O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de cevada do país, só perde para o Paraná.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12526&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de tomate atrasada em PE </title>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:48:12 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A safra do tomate está atrasada no agreste de Pernambuco. Por causa das chuvas, em agosto, os agricultores não conseguiram plantar as lavouras. Sem produto no mercado, o preço subiu.

Em quase um mês a caixa do produto pulou de R$ 12 para R$ 25. O aumento surpreendeu os clientes. Para explicar a alta no preço do tomate a equipe de reportagem foi a Camocim de São Félix, a 113 quilômetros do Recife. O excesso de chuvas no meio do ano atrapalhou a colheita.

O período de plantio começa em agosto, mas a chuva atrapalhou a preparação da terra. O agricultor Jurandir Bezerra cultiva tomate há 19 anos na fazenda de cinco hectares. Ele explicou que foi obrigado a adiar o plantio para setembro.

Agora, os agricultores correm contra o tempo para não ficar no prejuízo. ?Tem que apressar porque está atrasado e vamos tratar e limpar?, falou o agricultor Marcelino Tavares.

O reflexo do atraso está mais visível em outra propriedade. De um lado está o tomate plantado no período normal e do outro o fruto depois da chuva. ?Os tratores não tinham condições de entrar. Entraram em poucas áreas e em um período curto?, disse o agricultor Mauro Cabral.

O secretario da Agricultura de Camocim de São Félix, Pedro Bezerra, não esconde a preocupação. ?Quem plantar mais tarde pode coincidir com a safra de Irecê, na Bahia. Então, duas safras de duas regiões que plantam tomate ao mesmo tempo pode gerar preço muito baixo para o agricultor?, explciou.

A colheita do tomate no agreste de Pernambuco deve começar só no início de dezembro.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12505&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima que atrasa o plantio no PR acelera o cultivo no MT </title>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:47:27 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Concorrente direto do Paraná na produção nacional de grãos, o Mato Grosso avança a passos largos no plantio da safra de verão. O ritmo é tão intenso que em alguns municípios o índice de implantação das lavouras está acima dos números verificados no ano passado. Nas áreas produtoras do Sudeste do estado, que compreendem as regiões Primavera do Leste, Rondonópolis e Campo Verde, as plantadeiras já passaram por mais de 50% da área prevista para a soja. Os produtores da cooperativa Cooaprima, por exemplo, o trabalho já foi concluído em mais de 80% dos 66 mil hectares.

A pressa no plantio da soja tem uma explicação. Para semear a segunda safra de milho na segunda quinzena de fevereiro - a melhor época de cultivo - a lavoura de verão tem de estar implementada, no máximo, até a primeira semana de novembro, embora a aposta na safrinha ainda seja um ponto de interrogação. Dificuldades de preço e comercialização podem reduzir a área destinada ao cereal, beneficiando a retomada do algodão safrinha, no caso, o adensado. No último ciclo, o milho de segunda safra do Mato Grosso rendeu mais de 7 milhões de toneladas.

O produtor Jaime Coradin, de Primavera do Leste, conclui nesta semana o plantio em seus 1,7 mil hectares de soja. Em fevereiro, ele pretende plantar 1,3 mil hectares de milho. Só não vai ocupar toda a área porque parte dela, que está recebendo o primeiro cultivo de soja, ainda não está preparada para receber o milho. Apesar de todos os problemas de escoamento da safra mato-grossense, ele conta que vai continuar apostando no cereal.

Fábio Piculi, gerente comercial da Cooaprima, explica que o milho continua sendo a melhor opção. Sobre as dificuldades na comercialização, Piculi diz que os leilões feitos pelo governo federal equacionaram a situação, pelo menos para a cooperativa, da qual Coradin é um dos associados.

Clóvis Albuquerque, o agrônomo consultor do Sindicato dos Produtores Rurais de Primavera do Leste, destaca que neste ano, pelo menos por enquanto, o Mato Grosso tem um dos melhores climas para a implantação da safra de verão. Ele ainda não sabe se o El Niño vai ou não colaborar com o desenvolvimento das lavouras, mas garante que as condições atuais beneficiam os produtores do Centro-Oeste.

Em Mato Grosso, as primeiras projeções indicam um aumento de 3 a 5% na área de soja, que pode atingir 6 milhões de hectares. A Expedição Safra da RPC começou ontem o levantamento de intenção de plantio no estado. Um dado mais preciso virá ao final na sondagem, na primeira semana de novembro. As equipes de técnicos e jornalistas da Expedição que estão a campo percorrerem as regiões Centro-Oeste e Centro-Norte do país. Hoje, grupos de técnicos e jornalistas chegam a Cuiabá, no Mato Grosso do Sul, e Uruçuí, no Piauí. Nesta semana, os grupos já passaram pelo Mato Grosso do Sul, Tocantins e Maranhão.

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12504&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>PR tem prejuízos com chuva </title>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:45:51 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do oeste do Paraná passaram a quarta-feira avaliando os estragos de mais um temporal na região. O município de Cascavel foi um dos mais atingidos.

O granizo arrasou a lavoura de milho. Os pés foram perfurados pelas pedras de gelo. Também não sobrou nada nos canteiros de alface de uma propriedade da região. As hortaliças serão descartadas.

?Não sobrou nada. O prejuízo foi enorme. É começar tudo de novo?, lamentou a agricultora Dair Cavichoni.

Mesmo debaixo do sol o gelo custou a derreter. Pior que o granizo foi o vento forte, capaz de enfeitar as árvores que enfeitavam a praça da igreja e de deixar os moradores em pânico.

No distrito de Rio do Sal, em Cascavel, o temporal destelhou barracões, derrubou a torre de 30 metros de altura da Polícia Militar e causou muitos prejuízos.

Já no distrito de São João D?Oeste os ventiladores do aviário foram arrancados durante o vendaval e jogados para fora. O dono do sítio, o criador Ademir Salvati, nunca viu nada igual. ?O temporal estourou tudo. Agora, vamos ver seguro e essas coisas?, disse.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12503&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de arroz chega a 39,54% no RS </title>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:50:54 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indica que o plantio de arroz está evoluindo no Estado. Na última semana, a semeadura chegou a 356.038 de hectares, que totaliza 32,2% do total no Estado. O índice quase atinge a média de 2008 ? 39,54% no mesmo período. O tempo seco e com sol favoreceu os agricultores.

Na semana passada, a área plantada chegou a 154.654 hectares ? 13,99%. A intenção de plantio nesta temporada é de aproximadamente 1,088 milhão de hectares e segue até a metade de dezembro.

Segundo o levantamento do Irga, a Fronteira Oeste ultrapassou a metade das áreas destinadas à semeadura, chegando a 53,36% do total na região. Na Campanha, última que começou o plantio, a área está semeada. Em duas semanas apenas de trabalho, descontando os dias de chuva, a região semeou 34,43% da área total de 158.050. O Estado é o maior produtor nacional de arroz e sua safra representa 62% do total produzido no Brasil.

Fonte: Jornal Agora - Rio Grande e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12495&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de pequi em GO </title>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:44:03 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita do pequi no cerrado de Goiás. Este ano, a safra deve ser menor, uma preocupação para os pequenos agricultores que vivem da renda do fruto.

Em Crixás, a 320 quilômetros de Goiânia, uma das regiões que mais produzem o fruto no Estado, os pés de pequi se espalham pelo campo. Muitas famílias vivem do que tiram da colheita.

O agricultor Mozair Neves e sua mulher já estão na roça colhendo fruto. O que cai no chão é o que está maduro, bom para o consumo. Ele disse que esta safra não foi muito boa. A produção caiu em torno de 50% em relação ao ano passado.

Outras famílias aproveitam a época da colheita para ganhar um dinheiro extra. Nas estradas é comum ver a comercialização do fruto. A vendedora Flávia Cardoso a lata de 18 litros. ?Um dia vende, outro dia não vende. E não está bom de pequi esse ano. No ano passado, esteve melhor?, comparou.

O pequi é muito apreciado na culinária goiana.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12494&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de chuva prejudica produção de uva na BA </title>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:43:11 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva fora de época está prejudicando a produção de uva na região de Juazeiro, na Bahia. O excesso de água comprometeu a qualidade da fruta.

Uvas rachadas, deformadas e cachos comprometidos. Depois das chuvas os funcionários da fazenda em Juazeiro intensificaram o trabalho de limpeza das plantações e apressaram a colheita. Mas com o clima inesperado do mês de outubro, evitar a perda da safra está difícil.

A produção é prejudicada com a chuva porque a uva é sensível à água. A planta absorve o líquido de forma muito rápida. Quanto mais água, mais prejuízos. A uva fica sem sabor e se torna ácida ou aguada, ou seja, perde qualidade.

?A uva está com 70 milímetros de chuva do final de semana. Ela continua com uma absorção muito grande de água e, por conseqüência, a gente está tendo uma grande quantidade de bagas estourando?, explicou o agrônomo Warner Silva.

Mais de cem toneladas de uva, cerca de 40% da produção, foram para o lixo. ?É triste ver o trabalho de um ano todo ir embora por dois ou três dias?, lamentou Silva.

Em outra fazenda, os funcionários conseguiram amenizar os prejuízos. As primeiras chuvas do mês serviram de alerta. A perda foi de apenas 2% da produção. Como precaução, a colheita foi antecipada. Nas plantações ficaram as uvas mais resistentes.

?Agora a gente só tem uva com semente no campo?, falou o agrônomo Anderson Sobreira.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12493&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima beneficia arroz e prejudica safra de soja </title>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:18:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) divulgou novos números da semeadura de arroz no Estado. O plantio vem evoluindo nas últimas semanas e o tempo seco e com sol favoreceu os agricultores, que aproveitaram para aumentar a área semeada.

Na última semana, foram registrados 345.189 hectares de área total, representando 31,22% de área semeada no Rio Grande do Sul, e quase alcançando a média de 2008, quando no mesmo período atingiu 39,54%. Na semana anterior, a área plantada foi de 154.654 hectares ou 13,99%. A intenção de plantio nesta temporada é de aproximadamente 1,088 milhão hectares e acontece até a metade de dezembro.

No caso da soja, as chuvas de outubro estão atrasando o plantio do grão no Estado do Paraná. Embora admitam que a oleaginosa em fase inicial de semeadura não corre risco de perda de produtividade, cooperativas do norte e do oeste do estado, ouvidas pela Agência Safras, alertam que as chuvas podem ter influência sobre o milho safrinha, plantado imediatamente após a colheita da soja.

Área maior de soja

O Brasil, segundo maior produtor mundial de soja, vai aumentar sua área plantada com a oleaginosa em relação à previsão anterior. Os sojicultores vão semear 22,8 milhões de hectares com soja este ano, em relação à estimativa de julho de 22,6 milhões de hectares, disse ontem Flávio França Jr., analista da empresa de pesquisa Safras & Mercados. Os produtores plantaram 21,7 milhões de hectares no ano passado.

"Os produtores decidiram trocar o milho pela soja já na boca do plantio. A recente alta dos preços da soja no Sul do Brasil fez com que mais agricultores migrassem para a oleaginosa."

A produção de soja do ano que vem vai subir para 64,8 milhões de toneladas, volume maior que os 64,2 milhões de toneladas previstos em julho. A safra também superará as 57,3 milhões de toneladas deste ano. Os contratos futuros negociados em Chicago dispararam 12% desde outubro.

A semeadura estava 20% concluída a 25 de outubro, comparativamente ao índice de 16% captado um ano atrás e à média de 11% registrada nos últimos cinco.

Fonte: DCI - SP, Jornal do Comércio - RJ e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12486&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Estiagem no Maranhão </title>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:14:28 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A estiagem está castigando o leste do Maranhão. Os animais enfrentam o campo seco e a população luta para conseguir um pouco de água para as tarefas diárias.

O sertanejo enfrenta um sol escaldante para vencer as distâncias do sertão e revira açudes barrentos em busca de água. Há mais de quatro meses não chove regularmente no município de Vargem Grande, no leste do Maranhão.

Na penúria da seca, a infância termina cedo. Josi tem oito anos. Ele anda cerca de um quilômetro e se curva no açude. O pai está cuidando da roça. A mãe fugiu da dureza do clima na região. Agora, é dele a tarefa de abastecer a casa, sozinho, todos os dias.

A situação é mais grave no semiárido maranhense, no baixo Parnaíba, na divisa com o Piauí. Cerca de um milhão de maranhenses vivem nesta região, castigada pela estiagem.

Não chove há tanto tempo no leste do Maranhão que a vegetação está completamente seca e já não há mais alimento para os animais.

O seu José Almeida tem que se embrenhar na mata em busca das folhas da macaúba. A palmeira nativa resiste bem á seca e agora serve de alimento para a criação. Sem pastagem, os animais cambaleiam famintos.

Depois que foi procurada pela reportagem, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, solicitou aos secretários de cidades e de agricultura um relatório sobre a situação nos municípios do leste do Estado. A partir desse levantamento, o governo deve adotar medidas para ajudar as famílias da região.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12485&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>RS inicia plantio de soja com atraso </title>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:13:47 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Os produtores gaúchos começaram a semear a soja da safra 2009/2010 na última semana, o que configura atraso em relação à média para o período. Com as chuvas intensas que impediram a entrada das máquinas para dessecação de áreas cobertas, especialmente com aveia, durante este mês, o plantio não chega a 1% dos 3,95 milhões de hectares estimados pela Emater. De acordo com o técnico da área de planejamento da Emater RenaCorá de Lima, o cultivo já deveria ter chegado a 7% nesta época do ano. Contudo, o atraso está longe de representar problema para a safra, já que a lavoura, caracterizada pelo emprego de alta tecnologia, possui capacidade de rápida recuperação da defasagem.

A primeira estimativa da empresa de assistência técnica e extensão rural aponta produção de 8,39 milhões de toneladas, crescimento de 6,10% em relação à colheita anterior no Estado. Além do incremento de 3,23% na área, a projeção considera produtividade de 2.128 toneladas por hectare, o que representa aumento de 2,74%. Para Lima, apenas no próximo levantamento, em dezembro, haverá informações mais concretas a respeito da decisão do produtor. "A primeira estimativa é sempre conservadora, baseada na média dos últimos dez anos. Por isso, há tendência de crescimento maior", explica.

A arrancada no campo está cercada de cautela em relação ao preço. Se, por um lado, as previsões climáticas são favoráveis, por outro, a flutuação do dólar, balizador do mercado, preocupa. "Corremos o risco de termos preços mais baixos do que o esperado", diz o presidente da Comissão de Grãos da Farsul, Jorge Rodrigues. Ele acrescenta que o planejamento da safra foi baseado na perspectiva de obtenção de R$ 40,00 pela saca e que um cenário diferente disso irá impactar negativamente a receita do produtor.

Na semana passada, a cotação da oleaginosa oscilou entre R$ 39,00 e R$ 40,00 no Interior do Rio Grande do Sul. A inquietação sobe a partir de março, com o início da venda da safra da soja.

Fonte: Correio do Povo - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12484&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores iniciam plantio de soja no RS </title>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:12:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Em áreas das regiões das Missões, Fronteira Noroeste, Alto Jacuí e Noroeste Colonial, já teve início a semeadura da próxima safra de soja no Estado. Segundo o Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, os números indicam que, aproximadamente, 1% da área inicialmente estimada de 3,95 milhões de hectares para o RS foi implantada. Neste momento, os trabalhos dos sojicultores são, na sua grande maioria, de envio aos bancos dos projetos de financiamento para custeio da lavoura e de aprontamento das áreas a serem cultivadas com esta leguminosa.

De modo geral, as lavouras de milho vêm se beneficiando das condições climáticas dos últimos dias. Com aproximadamente metade da área total destinada à cultura na fase de germinação e desenvolvimento vegetativo. A boa umidade no solo e a presença de sol fazem com que as plantas se desenvolvam de forma satisfatória no Estado. A aplicação de adubação de cobertura também colabora para o bom stand das lavouras. ?No momento, o plantio atinge os 55% da área, indicando atraso em relação à média histórica e a safra anterior?, explicou a diretora técnica da Emater/RS, Águeda Marcéi Mezomo.

Novamente a semana foi de muito trabalho para os agricultores que voltaram a acelerar o plantio de feijão, diminuindo o atraso inicial da cultura, que agora está em 6% da média histórica. Nessa semana, a área efetivamente cultivada com algum replantio chegou a 57% da estimativa inicial para o RS. A fase de floração teve seu início nas áreas que semearam o feijão no cedo, mas ainda com pequeno percentual.

As precipitações acumuladas, apesar de manterem o nível das barragens e açudes, têm dificultado os trabalhos de plantio das lavouras de arroz, deixando a cultura com atraso em relação à safra passada. Nessa semana o percentual de lavouras já semeadas alcançou aproximadamente 20% do total a ser cultivado, estimado, atualmente em 1,1 milhão de hectares.

Os hortigranjeiros apresentam recuperação na produção, principalmente de folhosas e bulbos, normalizando a oferta e baixando os preços nos mercados e feiras. Na fruticultura, alguns danos causados pela estiagem são irreversíveis. A ocorrência de geadas prejudicou as florações das rosáceas.

Na região Serrana, inicia a colheita da safra de pêssegos nos locais de clima mais quente com variedades super precoces. As plantas se mantêm com boa sanidade, mas com alguma incidência de ?crespeira verdadeira?. As frutas estão com boa qualidade e aspecto, sem ataque de moscas das frutas.

O menor volume de chuva e a ocorrência de dias ensolarados estão favorecendo a recuperação do campo nativo e melhor desenvolvimento das pastagens cultivadas, o que está permitindo a retomada do plantio das culturas de verão.

O gado, que foi mantido em pastagens durante o inverno, continua tendo um melhor desempenho na recuperação, propiciando maior oferta de animais em condições para o abate. Este movimento mantém os preços em baixa, tanto dos animais gordos, como também daqueles destinados a recria e a terminação. No leite, com a elevação da temperatura é esperada maior produção, em decorrência da oferta de alimento para o rebanho.

Ovinocultores da Campanha dão início ao período a temporada de esquila. A previsão é que a atividade estenda-se até dezembro. As atuais condições climáticas estão propiciando um bom estado corporal do rebanho.

Fonte: Emater/RS e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12456&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva volta a prejudicar safra e a qualidade da cana colhida </title>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 10:42:02 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O novo relatório com dados parciais da safra de cana divulgado ontem pela Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) mostra que as chuvas voltaram a prejudicar o volume de moagem e também a qualidade do produto, na primeira quinzena de outubro. Embora o volume moído de cana tenha ficado 8,86% acima do registrado no mesmo período de 2008 na região Centro-Sul, a produção final de açúcar e álcool cresceu apenas 2,47% por causa da menor concentração de sacarose.

O usineiro Maurilio Biagi Filho disse que ainda é difícil prever até quando ocorrerá o processamento da cana nas usinas."Como tivemos muita chuva num período atípico, pode ser que num mês que seria para chover, chova menos. Vai depender agora do final de outubro e começo de novembro e dezembro", afirmou.

Para o usineiro, porém, vai sobrar muita cana no campo. "Todo mundo vai moer até onde puder, mas o volume de cana que vai ficar é muito grande."

De acordo com o diretor regional da Unica, Sérgio Prado, em anos considerados normais a safra terminaria em novembro na maior parte das usinas, mas por causa dos dias parados, as usinas devem avançar ao menos mais um mês.

Prado disse que a Unica mantém a redução na estimativa final de processamento de cana nesta safra -de 550 milhões para 530 milhões de toneladas.

Biagi Filho disse que, se por um lado o fator climático atrapalhou, a alta de preços melhorou as condições do setor.

Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o litro do álcool anidro (misturado à gasolina) vendido nas usinas aumentou 59,7% de maio a outubro, de R$ 0,6756 a R$ 1,0793. O hidratado subiu ainda mais no período: 61,4%.

"Há muito tempo que eu digo que o setor precisa parar de medir as nossas performances por produção, e sim por rentabilidade", afirmou o usineiro.

Para o pesquisador do IEA (Instituto de Economia Agrícola) Sérgio Alves Torquato, os preços atuais realmente ajudaram na recuperação dos fabricantes. "Apesar das chuvas, a safra tem sido bem melhor em termos econômicos para as usinas", disse o pesquisador.

Fonte: Folha de São Paulo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12453&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio atrasado de soja e milho </title>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 10:34:24 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[De acordo com o Deral, treze por cento da soja e 69% do milho estão plantados. Não fossem as chuvas, o índice seria maior. Além de causar problemas para a safra de verão, o mau tempo está prejudicando a colheita do trigo.

Nas propriedades o que se vê são máquinas paradas. No galpão da cooperativa em Tibagi há pouco trigo estocado.

?A colheita está sendo prejudicada. O produto não consegue ir com as máquinas ao campo. A cooperativa está pronta para receber a produção. Estamos com o espaço vazio por causa das chuvas deste mês?, explicou Fábio Valério, gerente da cooperativa.

Na fazenda que seu Carlos Ambrósio administra dez por cento do trigo plantado não se desenvolveu bem. ?Agora, estamos perdendo a hora da colheita, o ponto ideal da colheita. Com isso, vai perdendo em peso?, falou.

Na propriedade de seu Luiz Mendes, num único dia de tempo firme só foram colhidos seis dos 90 hectares plantados. O que ainda está no campo desanima o produto. A cor escura dos cachos é sinal de que boa parte da lavoura está comprometida.

Mas a chuva não causou só atraso na colheita. Com o excesso de água, vários fungos apareceram nas lavouras e a qualidade do trigo ficou prejudicada.

?Cada dia de chuva o prejuízo aumenta. Nós perdemos tanto no aspecto quantitativo quanto no aspecto qualitativo, chegando até a acontecer de não colher nem trigo. O produto perde a qualidade total e vai para triguilho, ou seja, vai para ração. Não se serve mais para a panificação?, explicou o agrônomo Mauro Logullo.

No Paraná, o trigo de melhor qualidade está sendo vendido por R$ 25 a saca. Já o triguilho sai por R$ 13.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12452&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Área de plantio de arroz cai 50% no Ceará </title>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:33:53 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores concluíram o plantio de arroz irrigado nas várzeas do Açude Orós, do Rio Jaguaribe e da Lagoa do Barro Alto. A área plantada neste ano sofreu uma queda de 50%, em relação a 2008, segundo estimativa dos produtores rurais. Três fatores contribuíram para a redução do plantio: baixo preço de comercialização, elevado custo de produção e inundação das áreas tradicionais de cultivo em decorrência das cheias dos açudes e lagoas.

A estimativa de queda pela metade da área cultivada em relação ao ano passado é confirmada pelo escritório regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Ceará (Ematerce), nesta cidade. As várzeas de Iguatu e de Quixelô, na região Centro-Sul, são as maiores produtoras de arroz irrigado do Ceará. Daí a importância econômica para esses dois municípios. A redução afeta a economia regional, gerando diminuição de receita no campo.

No ano passado, houve o inverso. A área cultivada foi ampliada em 60% em relação a 2007, chegando a 2 mil hectares. Tradicionalmente, o cultivo de arroz irrigado começa em julho e prossegue até fins de setembro, mas, neste ano, o período chuvoso foi prolongado e o plantio se estendeu um pouco mais. A produtividade média é de 6 mil quilos por hectare. A produção para a safra deste ano deverá ser de apenas 60 mil toneladas, isto é, metade da colheita de 2008.

O cultivo é feito nas lagoas de Barro Alto, Iguatu; nas várzeas do Rio Jaguaribe, nas regiões de Cardoso, Quixoá, Santa Rosa e nas tradicionais vazantes do Açude Orós. Em face da cheia dos reservatórios, muitas terras férteis ficaram inundadas. A colheita, na maioria das áreas, começa em dezembro e deverá ser concluída até a primeira quinzena de janeiro próximo.

Nesta mesma época no ano passado, o preço da saca de 60kg do arroz em casca, novo, era comercializado por R$ 40,00, mas hoje está por apenas R$ 30,00. Uma queda de 25% que deixou os produtores tristes e revoltados. "Do jeito que está não compensa mais produzir arroz", disse o agricultor, Marconi Chagas Silva, que plantou na localidade de Várzea Grande, no distrito de José de Alencar, três hectares. "No ano passado, plantei um pouco mais do que o dobro", lembra.

Além da queda do preço de comercialização da saca do arroz, o custo de energia elétrica, segundo os produtores, inviabilizam a produção. "Está muito elevado e não há incentivo", disse Silva. "Se o quadro atual persistir, no próximo ano haverá mais redução da área de cultivo", prevê. "Por aqui todos estão desestimulados".

O agrônomo da Ematerce, Jaime Uchoa, que há mais de duas décadas acompanha a produção de arroz nas várzeas de Iguatu, confirma a queda da área de cultivo em pelo menos 50%. "O Orós está cheio, as áreas produtivas estão encobertas e o preço atual não favorece a produção", frisou. "Não entendemos o porquê da queda de preço, pois estamos na entressafra". Ele acredita que os empresários das indústrias de beneficiamento de arroz mantêm um preço definido em decorrência de acordo prévio. "O preço caiu para os produtores, mas não para os consumidores, nos mercantis e mercearias", observou. "Parece que há um cartel do setor". Essa mesma desconfiança têm os agricultores.

Um total de 1.000 hectares é a área estimada de produção de arroz irrigado nas várzeas do Açude Orós, município de Iguatu, um dos maiores produtores do Estado

Fonte: Diário do Nordeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12446&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva prejudica qualidade do trigo no RS </title>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:31:36 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores gaúchos estão preocupados com a qualidade das lavouras de trigo. O excesso de chuva está favorecendo o aparecimento de doenças.

Evandro Bronzatti olha com desânimo a lavoura de trigo prestes a ser colhida, em Cruz Alta, região noroeste do Rio Grande do Sul. ?Vamos ter uma quebra em torno de 15%. Apesar de todos os tratamentos serem feitos, as chuvas prejudicaram bastante?, disse.

No noroeste gaúcho, as chuvas que ocorreram durante praticamente todo o período crítico de floração e enchimento de grãos favoreceram o aparecimento de giberela. O fungo ataca os cereais e é uma das principais preocupações no campo.

A doença provoca a despigmentação de espiguetas e grãos, quando formados, ficam murchos, com baixo peso e de péssima qualidade. A ocorrência de giberela, segundo especialistas, depende de dias consecutivos de chuvas e temperaturas típicas de primavera, em elevação, são uma porta de entrada para a doença.

O seu Décio Teixeira conhece bem o problema. No ano passado perdeu 20% da lavoura com a doença. Este ano, o agricultor plantou o trigo mais tarde e fez o tratamento preventivo com fungicida na lavoura para escapar da giberela.

?Esse é o terceiro tratamento que nós estamos fazendo. Esse ano, os fungicidas estão com preço bem menor. Então, viabiliza ainda a aplicação de três tratamentos. Já tivemos dois tratamentos e esse é o terceiro. Espero não ter problema?, falou seu Décio.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12445&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva ainda atrapalha colheita de cana mas moagem cresce no Centro-Sul </title>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:27:20 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Mais uma vez, chuvas durante a primeira quinzena de outubro impactaram o volume potencial de moagem de cana-de-açúcar na Região Centro-Sul do país. Apesar disso, o volume obtido entre 1º e 15 de outubro foi o terceiro maior total quinzenal da safra 2009/10, atingindo 35,2 milhões de toneladas, total 18,1% acima da moagem na quinzena anterior (segunda quinzena de setembro) e 22,63% superior ao volume esmagado na mesma quinzena da safra passada.

O total da primeira quinzena de outubro foi inferior apenas aos totais verificados na segunda quinzena de julho e na primeira quinzena de agosto deste ano. As condições climáticas ao longo da quinzena foram mais favoráveis à colheita no estado de São Paulo, enquanto nos demais estados do Centro-Sul as condições foram semelhantes às da segunda quinzena de setembro, sendo o estado do Paraná o mais prejudicado.

No acumulado da safra, até 15 de outubro foram processadas 412,75 milhões de toneladas, volume 8,86% superior ao processado no mesmo período da safra anterior. A quantidade de produto obtido por tonelada de cana (ATR) foi de 138,37 quilos de açucares totais recuperados, 9,72% inferior ao obtido na mesma quinzena da safra passada. No acumulado da safra, a quantidade de produtos obtidos é de 132,81 quilos por tonelada, 5,87% inferior ao acumulado na safra anterior.

Portanto, apesar da quantidade de cana processada ter ficado 8,86% acima do registrado um ano atrás, a produção final de açúcar e etanol cresceu apenas 2,47%, devido à menor concentração do teor de açúcar na cana. A concentração mais baixa é conseqüência do desenvolvimento vegetativo da planta, causado pelas chuvas acima da expectativa ocorridas desde o mês de julho de 2009.

Das 23 unidades com a primeira moagem prevista para a safra 2009/2010, 18 já se encontram em operações.

Produção de açúcar e etanol

Quanto à produção de açúcar, o volume acumulado desde o início da atual safra é de 22,98 milhões de toneladas, 11,07 % superior aos 20,69 milhões produzidos no mesmo período da safra passada. Já a produção de etanol acumulada é de 17,95 bilhões de litros, 3,06 % inferior aos 18,52 bilhões produzidos na safra anterior. Do total de cana processada, 43,99% foram destinados à produção de açúcar e 56,01% ao etanol.

Comparando-se a produção da primeira quinzena de outubro com a anterior (segunda quinzena de setembro), verifica-se que a produção de etanol anidro foi o que mais cresceu: enquanto a moagem de cana cresce 18,1%, a de açúcar aumentou 21,96% e a de etanol anidro foi 23,64% superior, demonstrando claramente a priorização pelos produtores da produção de etanol anidro.

As saídas físicas de etanol ocorridas na primeira quinzena de outubro permanecem nos mesmos níveis das quinzenas anteriores. A redução nas saídas de etanol hidratado deve ocorrer a partir da segunda quinzena de outubro, em função dos preços relativos entre o etanol e a gasolina. Em cerca de 35% do mercado nacional, já se verifica uma relação de preços do etanol superior a 65% do preço da gasolina na bomba. As informações são da assessoria de imprensa da Unica.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12444&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Reserva de água no solo ainda é elevada em SP </title>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:22:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Umidade acima de 80% na maior parte das regiões do Estado deve favorecer lavouras já semeadas

Continua chovendo em todo o Estado de São Paulo, consequência de nova frente fria que passou pelo Sudeste, trazendo, além de chuva, vento forte e granizo em pontos isolados. A temperatura permaneceu abaixo de 30 graus na maior parte do Estado, por causa da nebulosidade, com mínimas de 11 graus em Piracicaba, Garça e Iguape.

A umidade do solo continua elevada, com deficiência hídrica apenas em Barretos, Jaboticabal e São Carlos, onde a umidade está em torno de 55% da capacidade máxima de armazenamento. Nas demais localidades, a reserva de água no solo está acima de 80%, assegurando condições excelentes ao desenvolvimento de lavouras já semeadas na safra de verão.

Segundo o zoneamento agrícola, milho, soja, amendoim e feijão já podem ser semeados com baixo risco de perda no Estado. Este ano, a chuva regular sugere que a semeadura seja antecipada para minimizar riscos climáticos nas fases mais sensíveis dessas culturas. As condições permitem inferir, ainda, que a safrinha de milho e sorgo será favorecida.

O preparo do solo está favorecido, com boas condições para as operações de aração e gradagem. Nas áreas de plantio direto na palha, que dispensam essas operações, as plantas contam com maior reserva hídrica, reduzindo riscos de perda e melhorando a qualidade do solo.

O tempo chuvoso ainda favorece as pastagens, com a redução dos custos de produção. Nos canaviais, a safra se aproxima do fim, ainda com dificuldade no corte e transporte da cana às usinas. A chuva regular, contudo, é benéfica para as áreas já colhidas ou reformadas, indicando boa produtividade para a próxima safra.

A chuva continuou afetando a colheita da uva itália em Jales; da banana em Registro, Juquiá e Iguape; do pêssego em Jundiaí e Valinhos; das variedades tardias de laranja em Matão, Botucatu e Itápolis; do limão taiti em Taquaritinga; da melancia em Marília.

Em Paranapanema, a safra da ameixa segue com otimismo, apesar da redução da produtividade por causa do excesso de chuvas durante a florada, em julho. A redução no número de flores nos pomares melhorou a qualidade dos frutos, compensando a menor produtividade.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12434&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Prejuízos da chuva em MG </title>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:20:18 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva forte que atingiu o sul de Minas Gerais no início da semana provocou prejuízos. O município de Natércia foi um dos mais atingidos.

Na cooperativa agropecuária, as perdas com ração, milho e remédios chegam a cem mil reais segundo a direção. Os materiais estavam estocados no galpão preparado no ano passado para enfrentar inundações.

?Fizemos um levantamento da base do galpão tomando por referência a maior enchente que já teve. E essa superou em um metro?, disse Paulo Donizetti, diretor da cooperativa.

No posto de refrigeração de leite da cooperativa, os prejuízos com os equipamentos atingidos são de R$ 25 mil. Todas as máquinas do laboratório de análise de leite ficaram embaixo da água.

O escritório da Emater também não escapou. Cerca de 160 quilos de sementes de arroz, que seriam doados para famílias carentes, estragaram. Computadores, documentos, livros e móveis também foram atingidos. A água chegou a 1,5 metro de altura.

O temporal durou duas horas na tarde de segunda-feira. Fez o rio São Bernardo, que corta a cidade, transbordar. Pastos da margem da rodovia MG-458 ficaram encobertos.

Quando a enchente começou a secretária do Sindicato dos Produtores Rurais de Natércia, Marilúcia dos Reis, estava no escritório. Para tentar salvar móveis e documentos ela levou o que pode para o galpão nos fundos do prédio. Mas poucos minutos depois a água invadiu todo o sindicato e grande parte do que estava no lugar também se perdeu.

Na cidade, com um pouco mais de 4,5 mil habitantes, oitenta casa foram atingidas.

A chuva se concentrou na área que vai do Paraná ao sul de Mato Grosso, abrangendo quase todo o Sudeste. Além de Minas Gerais, a chuva e o vento causaram problemas no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Em Aperibé, norte do Rio de Janeiro, a força do vento arrancou árvores. Mais de cem casas foram atingidas. Assistentes sociais da prefeitura percorrem a zona rural para fazer levantamento das perdas.

Em Itarana, centro-sul do Espírito Santo, a ventania também destelhou várias propriedades. Um secador de café chegou a tombar. Árvores caídas interditaram estradas na zona rural.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12433&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra da canola no RS </title>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:19:39 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Começa a colheita da canola no Rio Grande do Sul. A safra do grão deve crescer quase 50% em relação ao ano passado.

O agricultor Carlos Gilberto Derlam tem pressa para colher os 304 hectares de canola cultivados em Emílio Barros, noroeste gaúcho. ?Teve que ganhar tempo. Eu não deixei área só para a soja. Eu planto as culturas de inverno pensando no soja. A canola se consegue plantar cedo para colher mais cedo?, explicou.

Há 13  anos o agricultor investe na rotação de culturas. Para ele, a canola foi a alternativa mais rentável e econômica. No Rio Grande do Sul, maior produtor brasileiro de canola, a expectativa este ano é colher 32 mil toneladas da oleaginosa. São as indústrias de óleo e as usinas de biodiesel que têm fomentado grande parte desta produção.

O Rio Grande do Sul concentra 74% da produção de canola do Brasil. O seu Carlos está colhendo 15 sacas por hectare. Ele vendeu a produção antecipadamente para a indústria e está satisfeito.

Para facilitar a colheita ele fez o chamado enleiramento. Ele serve para proteger a cultura dos ventos. A plantação fica deitada no solo depois de cortada, até secar naturalmente, para ser colhida posteriormente. A produtividade na lavoura deve ser maior.

A saca da canola está sendo vendida na região, em média, por R$ 42,50, mesmo valor do ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12432&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de soja atrasado no PR </title>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:44:43 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O Paraná deveria ter de 20% a 25% da área de soja semeada neste período do ano. Está com apenas 5%, devido ao excesso de chuvas. Como ainda há previsão de continuidade das chuvas nas duas próximas semanas, o plantio deve ser retardado em até quatro semanas.

Esse cenário pode não ser bom, segundo o analista José Pitoli, principalmente porque se ocorrer um veranico pelo meio do caminho a produtividade fica comprometida. "Mas o produtor tem de seguir adiante e plantar", diz ele.

Aproximadamente 70% das sementes de soja que serão utilizadas pelos cooperados da Cocamar na safra 2009/10, cuja semeadura já começou, serão de variedades de ciclo precoce e semiprecoce. Os 30% restantes são de cultivares de ciclo superprecoce, médio e tardio, sendo tardio a menor preferência. O uso de materiais precoces possibilita colheita mais cedo, antecipando a segunda safra do milho e evitando riscos com o clima frio.

Fonte: Folha de São Paulo - SP, Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12424&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuva atrasa o plantio e pode mudar a decisão do produtor </title>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:40:06 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Umidade excessiva atrasa a nova safra no Paraná e dá ao produtor mais tempo para definir o que plantar

As chuvas da última semana adiaram o plantio, mas por outro lado deram mais tempo para o produtor definir a porção de terra que vai dedicar ao milho e à soja. Da região de Ponta Grossa à de Londrina e Maringá, percorrida na última semana pela Expedição Safra, as plantadeiras estão cerca de duas semanas atrasadas. E, nos planos do produtor, o milho perde espaço cada vez maior para a soja.

A Coopagrícola, de Ponta Gros­sa (Campos Gerais), reduziu sua área de milho em 61,6%, para 3,5 mil hectares, e ampliou a da soja em 17,1%, para 35 mil hectares. Tradicionalmente, a oleaginosa tem mais espaço, mas neste ano os preços e os estoques extras ampliaram a diferença, relata o presidente da cooperativa, Gabriel Nadal.

O trigo de má qualidade agravou o preço interno do milho, a­cha­­tado pelas cotações de Chi­cago, relata. "Boa parte do trigo que está sendo colhido será classificada como triguilho e terá de ser consumido como ração, reduzindo a demanda pelo milho", explica. O coordenador comercial da empresa, Silvério Laskos, relata que o câmbio desfavorável reduziu a exportação de milho e cereal extra que ficou no mercado interno não encontra compradores.

Com a área reduzida a pouco mais de um terço da cultivada no ano passado, o milho terá produção 50% menor na região da Coo­pagrícola, cerca de 35 mil toneladas. A produtividade deve saltar de 6,6 para 9,9 mil quilos por hectare se o clima se normalizar, afirma o coordenador técnico, Jefer­son Maluta. Ele prevê rendimento 6% maior na soja (3,2 mil kg por ha), que teve redução por causa da seca na safra passada.

Nos Campos Gerais, quem conseguiu plantar reclama que as chuvas prejudicam o início do cultivo de milho. "Tive de replantar e reforçar o adubo três vezes", afirma Fabiano Bitencourt, de Ponta Grossa. Com isso, os custos estão aumentando. A área do cereal em sua propriedade foi reduzida em 50%, para 36 hectares, enquanto a da soja teve aumento de 18%, chegando a 193 hectares.

Na região da cooperativa Witmarsum, de Palmeira, há produtores iniciando a safra e ajustando planos. "Deveria ter encerrado o plantio de milho, mas nem comecei", afirma Artur Sawatzky, agropecuarista que dedica 180 hectares à produção de grãos e 90 à de leite. O plantio da soja, que deveria estar começando nesta semana, só deve ter início depois da semeadura do cereal.

A preocupação é com o rendimento. "Para cobrir custos, o mi­­lho teria de render 8,3 mil quilos/]ha, mas nossa média é de 7,7 mil", afirma o gerente agrícola da Wit­marsum, Gernold Schartner.

Mesmo para quem só planta soja a situação do mercado é preocupante. Além das cotações baixas, faltam garantias ao produtor, reclama Alberto Serafim, de Sertanópolis (Norte). Ele cultiva 110 hectares de soja todo ano e pretende iniciar o plantio logo que a terra ficar menos encharcada. "Só os gastos iniciais, com insumos e sementes, consomem até 1,5 mil quilos de soja por hectare, considerando os preços de hoje. Mesmo assim, quem tenta vender não encontra comprador", relata.

Com clima favorável no restante do ciclo, o Paraná pode colher até 25,5 milhões de hectares de soja e milho na temporada 2009/10, resondendo por até 22% da safra nacional desses dois grãos, estimada pela CONAB em 115,5 milhões de toneladas.

Fonte: Gazeta do Povo - PR e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12423&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de soja em GO </title>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:38:44 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva chegou mais cedo este ano em Goiás. Muitos agricultores estão com as máquinas no campo.

O maquinário recebeu os últimos ajustes e a terra as primeiras sementes de soja. No município de Goiatuba, o agricultor Carlos Roberto de Castro aproveitou a umidade do solo e já semeou 20 hectares do 1,5 mil que resolveu plantar este ano e espera mais chuva daqui para frente.

Os insumos ficaram mais baratos e o custo da safra será menor, o que está deixando o agricultor animado.

O gerente da fazenda Mac Alberto Vilela foi mais rápido e começou a plantar no mês passado. Ele vai plantar cinco mil hectares. São 600 a mais em relação ao ano passado. Seis máquinas trabalham 15 horas por dia para dar conta de tudo.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12422&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Lucros com a amora em MG </title>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:21:26 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do sul de Minas Gerais encontraram no cultivo da amora uma alternativa para compensar o baixo preço do café. Quem investiu na fruta, agora colhe bons lucros.

Luiz trabalhou com café durante 15 anos. Descontente com a atividade, resolveu mudar de ramo. Eu arranquei 15 mil pés de café. O cafezal deu lugar às amoreiras. Em seis anos, Luiz passou de 200 para 20 mil pés.

São cinco hectares que, este ano, devem produzir uma média de 20 toneladas da fruta. As amoras, que ainda estão vermelhas, vão para o Ceasa de São Paulo. Já as mais maduras abastecem a indústria de geleias.

Como a propriedade é pequena, a mão de obra é familiar. Foi preciso aprender a desviar dos espinhos. ?Nós trabalhamos sem luva porque é no tato que se sente o ponto de maturação da amora. Às vezes, ao olhar ela está roxa, está boa?, explicou a agricultora Rosana Tavares do Lago.

Em uma fazenda da região, o feijão é uma das principais culturas. Mas a amora é a aposta do agricultor Paulo César Bernardes para melhorar a renda.

Segundo Cleverson Menegucci, extensionista da Emater, a amora é uma boa alternativa de renda já que a produtividade é alta. ?Nós temos uma produtividade média de dez a 18 toneladas por hectare. O preço do quilo é bom?, disse.

A colheita da amora começou em setembro e vai até janeiro.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12418&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colheita do trigo </title>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:20:35 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores gaúchos começaram a colher a safra de trigo. A produtividade das lavouras deve ser satisfatória, mas a baixa de qualidade do grão e a falta de compradores preocupam.

Os produtores de trigo do noroeste gaúcho intensificaram a colheita da safra. A região é a primeira a implantar as lavouras.

A produtividade das lavouras colhidas está dentro da expectativa. O que preocupa os triticultores é a qualidade do produto que pode estar comprometida pelo nível de chuvas que neste ano foi acima do normal.

?Depende um pouco da variedade que o agricultor escolheu no momento do plantio e também o excesso de chuvas na fase final de maturação da cultura. Foi isso que afetou um pouco a qualidade do trigo para panificação", explicou o técnico agrícola.

Esta é a preocupação do agricultor Cesar Kroth. "Depende da qualidade para eu poder tirar os custos da lavoura. O investimento foi bastante grande?, falou.

O Brasil deverá produzir na safra 2009/2010 cerca de 5,3 milhões de toneladas do grão, com redução de 12% em relação ao produzido na safra anterior.

Além dos problemas climáticos, os agricultores estão preocupados com a comercialização do trigo. Muitos deles ainda têm produto da safra passada estocado. Na cooperativa de Santa Rosa, o cereal não encontra comprador há semanas.

"Nós colhemos mais de dois milhões de toneladas quando se consome certe de 700 a 800 mil toneladas. Então, nós temos um excedente muito grande para ser mandado para fora do Estado. Como o trigo é comprado pelo moinho que consome durante 12 meses do ano, ele é um produto que não tem uma liquidez muito alta?, esclareceu Sergio Oliveira, gerente comercial da cooperativa.

A saca do trigo está sendo negociada, no Rio Grande do Sul, por R$ 22,40. No mesmo período do ano passado, saia por R$ 27,00.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12417&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio de soja no Mato Grosso chega a 22,5% da área estimada </title>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:19:37 -0200</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio de soja chegou a 22,5% da área estimada no Mato Grosso até o dia 15 de outubro, conforme boletim divulgado pelo Imea - Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola. Na semana anterior, em 14% do espaço havia plantio. Em igual período de 2008, o percentual era de 15,3 pontos.

O bom avanço na semeadura é creditado ao volume regular de chuvas que vem atingindo as regiões produtoras. O Imea destaca a evolução registrada nos municípios de Lucas do Rio Verde e Sorriso, com plantio de 50% e 35%, respectivamente.

Fonte: Revista Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12416&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de cana-de-açúcar aumenta 17,4% em 2008 e bate recorde </title>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:13:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A produção brasileira de cana-de-açúcar atingiu mais um recorde em 2008, totalizando 645,3 milhões de toneladas. O resultado mostra um aumento de 17,4% em comparação ao ano anterior. Houve ainda expansão de 16,5% na área colhida, com um acréscimo de mais de 1 milhão de hectares.

O desempenho, constatado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta sexta-feira (16) a Pesquisa Agrícola Municipal ? Cereais, Leguminosas e Oleaginosas de 2008, está relacionado ao aumento na demanda por etanol, principalmente no mercado interno, impulsionada pelo crescimento nas vendas de carros movidos a biocombustíveis.

O documento destaca que ?apesar do crescimento das exportações do etanol, o mercado externo ainda é bastante restrito, em decorrência das barreiras protecionistas impostas por alguns países, como os Estados Unidos, principal destino do álcool brasileiro?.

Por outro lado, o valor da produção teve um acréscimo de apenas 2%, com redução no preço da tonelada paga aos produtores, motivada pela elevada quantidade de açúcar produzida na Índia e pela redução no preço do barril do petróleo, que chegou a ser comercializado a US$ 147 e fechou o ano em torno de US$ 40, como reflexo da crise financeira internacional.

O estudo revela, ainda, que São Paulo continua sendo o maior produtor de cana-de-açúcar, respondendo por 59,8% da produção brasileira e apresentando um crescimento de 17,3% em relação a 2007. Também foi verificado aumento da produção no Paraná (11,7%) e em Minas Gerais (23,7%).

O maior impacto, no entanto, do avanço dos canaviais foi observado na Região Centro-Oeste, onde há uma maior disponibilidade de terras, o que torna os preços mais acessíveis. Goiás, maior produtor da região, apresentou crescimento de 47,9%.

Entre os municípios, Morro Agudo, no norte de São Paulo, também manteve a liderança, com 10,3 milhões de toneladas (1,6% da produção nacional).

O levantamento revela, ainda, que houve incremento de 9,2% na produção de arroz e de 9% na de feijão, como reflexo de ganhos de produtividade das lavouras, com aporte de insumos e tecnologia.

Fonte: Agência Brasil e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12401&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva chega mais cedo este ano em algumas regiões do Nordeste </title>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:10:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Este ano, começou a chover mais cedo em algumas regiões do Nordeste. As chuvas se espalharam por boa parte da região nesta primeira quinzena de outubro. Os maiores volumes foram registrados no sul da Bahia e do Maranhão e em parte do Piauí. A chuva atingiu também o sertão de Sergipe, de Alagoas e de Pernambuco. Essa umidade fora de época foi provocada pela chegada de um frente fria, que veio com força do Sul, associada a áreas de instabilidade vindas do Norte do país.

A chegada da chuva, em algumas regiões do Nordeste, vai ajudar o produtor a antecipar o plantio. As chuvas chegaram com quase um mês de antecedência.

?Nós temos que seguir aqueles dos velhos e quase centenários conselhos do Padre Cícero de que choveu, plantou; sujou, limpou. Essa é a máxima do agricultor de todo o Nordeste do Brasil. Com o início da chuva nós podemos plantar milho, feijão, mandioca e palma forrageira. São quatro culturas que o sertanejo costuma plantar no início das chuvas. Esse plantio fora de época sempre tem seus riscos para a agricultura de sequeiro. Mas nós temos um pacote tecnológico de convivência com o semi-árido para minimizar os riscos que acontecem na agricultura de sequeiro no Nordeste. Os riscos são de estiagem, de veranico, que sempre acontecem não só no Nordeste, mas em outras partes do Brasil?, explicou José Maria Pimenta, presidente da Ematerce.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12400&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tempestades causam prejuízos nas lavouras do PR e RS </title>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:03:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A quinta-feira foi de trabalho para os agricultores do oeste do Paraná. As tempestades dos últimos dias causaram prejuízo na região. A situação mais grave foi registrada no município de Três Barras.

Vizinhança unida para reconstruir a área rural de Três Barras. Estufas e aviários foram abaixo. Aproximadamente 300 propriedades foram atingidas. Os moradores contaram que na hora da tempestade chovia dentro da casa quase tão forte quanto fora. O forro não suportou. Pedaços de telha foram parar na cozinha, onde a família tentava se proteger.

A agricultora Mauricia do Amaral ficou a filha debaixo da mesa esperando o temporal acalmar.

Lavouras de fumo e milho foram arrasadas. A cobertura da granja caiu sobre os animais. Há um dia eles não comem. Sem energia elétrica não há como puxar água do poço artesiano para limpar o local e colocar ração.

A casa em que o agricultor cresceu ficou alagada. O que a família levou anos para construir ficou destruída em poucos minutos.

No norte do Rio Grande do Sul, uma chuva de granizo também causou problemas. Lavouras de trigo e aveia foram danificadas.

No galpão da propriedade, seu Agnelo Simon relembra os dez minutos de granizo que deixaram marcas no telhado. Mas é no campo que está o motivo da preocupação. A lavoura de trigo foi destruída pelo temporal.

?Essa lavoura praticamente não tem nada o que fazer. A única coisa é aguardar o perito para fazer a perícia e, provavelmente, dessecar a lavoura. e plantar soja daqui a uns 15 dias?, falou seu Agnelo.

Segundo o técnico agrícola Amarildo Provenci, a perda foi total em pelo menos três mil hectares de lavouras. A plantação de aveia também não poderá ser colhida. ?Pelo estágio que ela se encontra, de formação de grão, a planta vai morrer e não vai mais produzir grãos?, explicou.

Além das lavouras de trigo e aveia, as culturas de verão foram atingidas. O milho que tinha cerca de 20 centímetros terá de ser replantado.

Houve estragos também em algumas casas. Na semana passada, o município já havia decretado situação de emergência em função de um outro temporal.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12398&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Preços baixos e clima refletem na safra de trigo </title>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:59:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Além do fator climático que deve comprometer a produção e a qualidade do trigo gaúcho, o mercado para o cereal não é nada animador. O recuo da produção na Argentina e no Paraguai - o que poderia levar a uma maior valorização do trigo nacional - soma-se à elevada oferta mundial, fator que aliado à baixa do dólar tende a fomentar a importação de trigo dos Estados Unidos. ?Para não perder competitividade, o produtor gaúcho poderá equiparar o preço interno ao do cereal vindo de fora, o que significa rebaixamento?, explica o consultor da área de trigo da Safras e Mercados, Elcio Bento.

Para o especialista, em função dos problemas climáticos e da redução do investimento em tecnologia feito nas lavouras, a indústria não deverá oferecer preços mais altos dos que os verificados atualmente, em torno de R$ 21,00 a saca de 60 quilos. Frente a esse cenário, a expectativa dos produtores é de que o governo federal ofereça, em breve, mecanismos de comercialização, cujo preço mínimo chega a R$ 441,00 a tonelada, contra os R$ 390,00 a tonelada pagos pela indústria.

O presidente do Sindicato da Indústria do Trigo no Estado (Sinditrigo), Gerson Pretto, ressalta que a prioridade da indústria é sempre comprar trigo produzido no Rio Grande do Sul, importando apenas o necessário para melhorar a qualidade do produto interno. No entanto, o dirigente lembra que, se os produtores decidirem vender para o governo, a saída será a importação. ?Não temos como equiparar com os preços oferecidos pelo governo?, afirma. O dirigente destaca que o fator determinante para a compra do produto pelos moinhos será a qualidade, o que ainda não pode ser feito já que o período é de início de colheita. ?Se o trigo gaúcho se mantiver bom, não há por que trazer de fora.? Na opinião do dirigente, caso seja necessária a importação de um volume maior do que os 30% que a indústria costumeiramente compra todos os anos, para suprir a demanda interna, o Uruguai tem plenas condições de atender ao mercado interno.

Para o consultor da Safras e Mercado, o Rio Grande do Sul, se comparado com a situação do Paraná, ainda conta com a expectativa de ter resultados um pouco melhores, já que a colheita ainda não começou. ?Se o clima ajudar, ainda é possível colher bem?, disse.

No entanto, não é esse o sentimento verificado entre os produtores. O presidente da Comissão de Trigo da Farsul, Hamilton Jardim, ressalta que nesse ano a história se repete e mais uma vez os triticultores gaúchos terão frustradas as expectativas de produção: a princípio o indicativo era de colher 1,7 milhão de toneladas, volume que hoje não deve ultrapassar 1,4 milhão, conforme previsões da Farsul. A persistência da chuva que durante o final de setembro e início de outubro tem se mantido constante nas principais regiões produtoras do cereal é apontada como principal causa de quebra da produção, aliada à redução de 10% de área plantada e à possível incidência de doenças fúngicas nas lavouras.

Fonte: Jornal do Comércio e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12392&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com clima propício, maçã é produzida em Taiaçupeba/SP </title>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:56:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Estão previstas para chegarem à mesa do consumidor mogiano em novembro de 2010 as primeiras maçãs produzidas no Município, em duas propriedades de Taiaçupeba, pela empresa Grüenberg Frütchte, nome alemão que em português teria uma tradução parecida com "Frutos Monte Verde". O sócio-proprietário Luiz Eduardo de Carvalho, que preferiu não publicar o valor do investimento, há 10 anos trabalha no desenvolvimento biotecnológico das mudas, que ainda não foram comercializadas.

O investidor já fechou contrato com uma rede de supermercados da Cidade e manterá com ela, em caráter provisório, um fornecimento exclusivo.

Uma das propriedades, de 1,5 alqueire, fica no Bairro dos Pintos e conta hoje com 500 mudas da fruta. A outra, perto do Parque das Neblinas, tem 2,5 alqueires e a mesma quantidade de pés de maçãs. O objetivo de Carvalho é alcançar, em 2011, 13 mil mudas de maçãs, do tipo "Gala" nas duas propriedades, sendo que no ano que vem a intenção é atingir os 6 mil pés, também nos dois sítios.

"Nossa logística é bem melhor do que a dos produtores do Sul [em São Paulo a produção da fruta é insipiente] porque estamos mais perto dos consumidores do Sudeste, Nordeste e Norte, embora nosso foco principal de clientes esteja mesmo no próprio Alto Tietê e no Vale do Paraíba. Nossos preços serão, em média, 35% mais baratos do que os dos produtores do Sul, sendo que a nossa maçã terá qualidade igual ou superior".

Para chegar à qualidade mencionada foi preciso intensa pesquisa, que contou com o auxílio de duas empresas estrangeiras. Enquanto a alemã Althas Deuscht, com filial em Santa Catarina, fez o desenvolvimento biotecnológico das mudas, a israelense Israel Tech foi contratada para analisar o solo e o clima, além de implantar o processo específico de irrigação.

"As empresas fizeram um laudo, chegando à conclusão do que seria possível produzir em Taiaçupeba. Descobrimos que o clima no Distrito é propício, além da maçã, para a produção de pêras, marmelos, damascos e pêssegos", conta Carvalho.

No entanto, a Israel Tech recomendou o desenvolvimento biotecnológico das mudas. "Para que elas fossem capazes de resistir a alguns vírus e ao clima atípico de Taiaçupeba, com dias muito quentes e noites frias. Aqui, a temperatura, em um único dia, sofre variação de nove graus, o que é muita diferença".

Foi então que o produtor contratou a Althas Deuscht. "Chegamos então a nossa maçã atual. Ela é inteira vermelha, não fica creme nas extremidades, e tem tamanho bem maior, além de ser mais resistente. É como se fosse um bebê de proveta", conta o produtor, que mostrou as primeiras maçãs em entrevista concedida na semana passada a O Diário, quando foi possível verificar o crescimento das primeiras frutas da produção.

Ainda segundo ele, em Jundiaí existe produção de maçãs do tipo "Eva". "Produtores do Paraná também tentaram comercializá-la, mas, a fruta foi rejeitada pelos consumidores. Ela não é muito saborosa. É bem azeda".

Cada um dos pés é capaz de oferecer entre 20 a 22 quilos de maçã por safra, que normalmente tem colheita nos meses de novembro, dezembro e janeiro. "Mas tivemos uma adaptação tão boa que, sem querer, nossa safra adiantou em dois meses. Já temos os primeiros frutos", comenta. As primeiras maçãs, antes de irem ao mercado, ainda passarão por novas avaliações da empresa alemã. O produtor deverá gerar nove empregos diretos, sem contar os chamados "safristas", trabalhadores temporários que ajudam na colheita.

Fonte: O Diário de Mogi e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12391&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Plantio de soja atinge 14% da área estimada em MT </title>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:50:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Se o mercado ainda não sinaliza bons momentos aos sojicultores mato-grossenses, a natureza está fazendo a sua parte, com uma das primaveras mais chuvosas dos últimos anos no Estado. As precipitações têm favorecido o cultivo da nova safra brasileira de soja que teve início em setembro, em Mato Grosso. Da área estimada de 5,867 milhões de hectares, 14%, ou pouco mais de 821 mil estão semeados de norte a sul do Estado.

Os números são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) ? órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato) ? e referem-se aos trabalhos no campo até o último dia 8. O volume de área já coberta por variedades de soja precoce evoluiu no último final de semana, devido ao registro de novas precipitações. Na comparação do Imea, no ano passado neste mesmo período, o plantio atingia 8,7% de uma área de pouco mais de 5,70 milhões de hectares. De uma safra para outra a evolução de área é de 2,9% e a produção atual está projetada em cerca de 17,61 milhões de toneladas, volume 1,2% acima do registrado na temporada anterior.

Ainda segundo números do Boletim Semanal do Imea, os municípios que se destacam nessa essa evolução são: Lucas do Rio Verde e Sapezal, os quais possuem 30% e 25% das áreas semeadas ao médio norte e noroeste estadual, respectivamente.

"Essa condição foi propiciada pelo regime de chuvas que vem se intensificando na média adequada, permitindo assim que o plantio evolua, sem excessos que determinem a paralisação dos trabalhos. Praticamente todo o Estado já está plantando, com exceção da região nordeste que, por possuir um regime de chuvas mais tardio, se diferencia das demais regiões".

O médio norte é a região com maior volume de hectares semeados. Da projeção 2,38 milhões ha reservados à soja, 19% estavam cultivados até o último dia 8. A região detém a maior participação na sojicultura estadual ao ser responsável por mais de 40% do total da área dedicada à cultura em Mato Grosso.

A região oeste com projeção de atingir 930,2 mil ha tem 18% do total semeados, a região noroeste com 215 mil ha tem 11,7% da área semeada, o centro-sul mato-grossense atinge 11,9% da área plantada, sudeste 9% e o norte 9,2%, de estimativas de 400 mil, 1,42 milhão e 31 mil hectares, respectivamente. A região nordeste, com 490,4 mil ha reservados à soja ainda não iniciou a safra 09/10.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12390&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Alta do açúcar e chuvas fazem álcool aumentar 6,7% nos postos do Rio </title>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 14:30:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A alta do preço do açúcar no mercado internacional e as fortes chuvas que caíram recentemente em São Paulo - principal produtor de cana-de-açúcar do país - fizeram o preço do álcool subir, em média, 6,7% nos postos do Estado do Rio na última semana, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Apesar de acima da média nacional - o aumento de preços no Brasil foi de 5% no período -, o reajuste ainda não tirou a competitividade do combustível em relação à gasolina, segundo especialistas.

Entre os dias 4 e 10 de outubro, o preço médio do litro do álcool ficou em R$ 1,719 no Rio. Na semana anterior - entre 27 de setembro e 3 de outubro -, o preço médio estava em R$ 1,610. No mesmo período, a gasolina subiu 2,1%, de R$ 2,501 o litro, para R$ 2,554. A alta ocorre porque a gasolina vendida na bomba tem adição de 25% de álcool.

Os números têm como referência coleta feita pela ANP em 428 postos do estado.

- Com o aumento das chuvas em São Paulo na semana passada, o ritmo da colheita de cana caiu e, consequentemente, a produção de álcool anidro nas usinas também teve uma queda.

Isso pressionou os preços - explicou o economista Eduardo Ebaczynski, da consultoria Platina Investimentos, que acredita que o preço se estabilize com o fim da chuvas.

Por essa razão, o estado de São Paulo apresentou a maior alta de preços entre os grandes mercados consumidores: 7,3% na última semana e 13,8% nos últimos 30 dias. Em Minas Gerais, os reajustes foram de 5% e 7,9%, respectivamente.

No Rio, o álcool acumula alta de 6,5% em quatro semanas.

Além das chuvas, diz Ebaczynski, a maior demanda por açúcar no mercado internacional, resultante da quebra de safra na Índia, elevou o preço do produto no exterior.

Em agosto, a saca de 50kg de açúcar cristal estava cotada a US$ 18,12, 60% a mais que em agosto de 2008. Para lucrar mais, usineiros estão destinando uma maior parcela da cana à produção açucareira, em detrimento do álcool. O Brasil é o maior produtor mundial de açúcar.

Apesar da alta do álcool, ainda vale a pena encher o tanque com o combustível, se a alternativa for a gasolina. No Estado do Rio, o preço médio desta estava em R$ 2,554 na semana encerrada em 4 de outubro. O preço do álcool (R$ 1,719) equivalia a 67% do combustível concorrente. Para que seja mais competitivo, essa relação tem de ser de no mínimo 70%.

- Isso ocorre poque o conteúdo calorífico do álcool é 70% do da gasolina - disse o economista Luciano Losekann, da UFF.

Fonte: O Globo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12379&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima favorece semeadura da safra de verão </title>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 14:28:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Mais uma semana de tempo chuvoso no Estado de São Paulo, consequência da passagem de uma frente fria, que trouxe chuva fraca para as regiões sul e central e temporais com ventos intensos.

As maiores precipitações foram observadas em Ribeirão Preto, Ilha Solteira e Iguape, com manutenção da umidade do solo em nível máximo. Nas demais localidades, a chuva leve foi suficiente para manter a umidade em níveis elevados, assegurando condições para a germinação das lavouras de verão no Estado.

O zoneamento agrícola já recomenda semeadura para soja, milho, amendoim, arroz e feijão primeira safra na maioria das regiões. A expectativa é que as lavouras se estabeleçam com alto vigor e em populações adequadas, por causa da boa disponibilidade de água no solo e da chuva regular. O vigoroso estabelecimento confere às plantas melhores condições para suportar doenças e pragas.

A semeadura precoce também minimiza possíveis perdas de produtividade, caso ocorram veranicos entre janeiro e fevereiro, uma vez que as lavouras já teriam entrado em fases fenológicas, menos sensíveis ao stress hídrico.

A chuva continuou prejudicando a colheita de culturas perenes. Das últimas 18 semanas, em apenas três não foram constatadas chuvas generalizadas, explicando a alta nos preços do etanol, em decorrência da dificuldade no corte e transporte da cana-de-açúcar.

O tempo úmido prejudicou a colheita da mandioca em Presidente Prudente e Engenheiro Coelho; do morango em Atibaia, Monte Alegre do Sul e Jarinu; do tomate em Mogi-Mirim, Sumaré e Ribeirão Branco; e o fim da safra de café em Franca, Garça, São José do Rio Pardo; e da cevada, aveia e trigo em Itapetininga, Itapeva e Taquarivaí.

PECUÁRIA

Associada à elevada umidade do solo, o aumento na duração do dia e na temperatura do ar aceleram o crescimento das pastagens, contribuindo para a manutenção das cotações do boi gordo, apesar de parte dos frigoríficos ficar fora das compras durante a semana.

Na pecuária leiteira, o tempo ajuda a reduzir custos de produção, mas a elevação na oferta de leite já se refletiu em leve queda nas cotações em setembro.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12378&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva atrapalha produção de uva em PE </title>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 14:27:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Na propriedade de 12 hectares, em Petrolina, no sertão de Pernambuco, o peso da água nas videiras e o vento derrubaram um hectare e meio do parreiral. Cerca de 50 toneladas de uva, que seriam colhidas em dez dias, não servem mais para a exportação.

Em outra fazenda, o excesso de água rachou os frutos. A perda pode chegar a 50% da produção. ?Estava com uma expectativa boa da safra. Esse ano a gente tinha menos oferta no mercado. Então, a tendência seria um preço competitivo. Mas a chuva veio e atrapalhou tudo?, falou o agricultor Paulo Ramos.

De acordo com a estação meteorológica da Universidade Federal do Vale do São Francisco, a precipitação nos últimos cinco dias foi de 50 milímetros na zona rural de Petrolina. Cinco vezes mais do esperado para todo o mês de outubro.

A expectativa do presidente da Câmara de Fruticultura de Petrolina Vilmar Capellaro era exportar 65 mil toneladas de uva este ano. Com a chuva, ele temo os prejuízos. ?As plantas estão absorvendo essa água. A partir de agora podemos dimensionar o prejuízo. A rachadura vem após a chuva?, explicou.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12377&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva antecipa chegada da ferrugem asiática no Paraná </title>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:46:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas acima da média que castigam o Paraná desde setembro não prejudicam somente a safra de trigo. A primavera mais úmida que o normal antecipou também a chegada ao estado do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática da soja, . Nesta safra 2009/10, o primeiro foco foi identificado no final de setembro em plantas de soja guaxa (voluntária) na Rodovia do Café, entre Londrina e Cambé, na região Norte. Até então, a ocorrência mais precoce da doença no Paraná havia sido registrada na safra 2005/06, em meados de novembro, também em plantas voluntárias.

Na temporada passada, os primeiros registros de ferrugem em soja guaxa no Paraná ocorreram no início de dezembro. Em lavouras comerciais, a disseminação do fungo só ganhou ritmo no estado em janeiro. ?No ano passado, com o tempo mais seco, a doença demorou mais para aparecer. Neste ano, a chuva veio antes e a ferrugem também?, explica Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja, de Londrina, entidade que coordena o sistema de monitoramento da doença do Consórcio Antiferrugem.

Até o fim da semana passada, ainda não havia registro de ferrugem em lavouras comerciais parananeses. O foco de Londrina era a única ocorrência identificada pelo Consórcio. Ainda assim, a chegada antecipada da doença causa preocupação. ?A constatação precoce da ferrugem é bastante preocupante, porque o fungo está no ar à espera do desenvolvimento dos primeiros plantios de soja. A doença está em fase inicial, mas apesar das infecções serem relativamente recentes há abundante esporulação?, relata o pesquisador José Tadashi Yorinori, da Embrapa Soja.

?Os produtores paranaenses devem ficar alertas, principalmente os do Oeste do estado, onde o plantio está mais adiantado?, recomenda Cláudia. Se­­gundo ela, até a semana passada, as plantadeiras já haviam passado por 15% da área prevista para a soja na região. Quando considerado todo o estado, esse índice era de apenas 2%, conforme o Departamento de Economia Ru­­ral (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abaste­­ci­­mento (Seab).

A identificação do primeiro foco da ferrugem asiática da soja no Paraná neste ano aconteceu menos de 15 dias após o encerramento do Vazio Sanitário. A medida que proíbe por 90 dias a permanência de plantas de soja, comercial ou voluntária, no campo é adotada justamente para inibir o ataque antecipado da doença às lavouras.

A detecção precoce da doença no estado neste ano não indica, contudo, que o produtor deixou de fazer a sua parte, garante Maria Celeste Marcondes, da Seab. Ela relata que não foram encontradas lavouras comerciais durante o trabalho de fiscalização do vazio sanitário e que maior parte dos casos de autuação ocorreu em áreas de soja guaxa, germinada voluntariamente no pós-colheita.

Além do Paraná, outro três estados já registram ocorrências da doença nesta safra 2009/10. O primeiro caso foi identificado ainda em agosto em lavouras irrigadas no Tocantins. Em setembro, o fungo foi detectado também nos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul. No total, o Consórcio identificou até agora 11 focos no país, oito em Tocantins e um em Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná, nenhum deles em lavouras comerciais.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12368&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Começa a colheita da ameixa </title>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:45:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começa a colheita da ameixa, em São Paulo. Os produtores da região de Paranapanema estão otimistas com a safra.

Em uma fazenda, os pés de ameixa já estão carregados. A expectativa é colher, este ano, 30 toneladas da fruta.

?Digamos que a gente teve um pouco de sorte este ano. Mesmo estando um pouco chuvoso o tempo, nós tivemos sorte que a florada da ameixa saiu em um período de seca. Então, a frutificação que nós estamos tendo este ano é muito boa?, conta o técnico agrícola Emerson Brezer.

Por causa do excesso de chuvas em julho, época da florada, muitos agricultores tiveram perdas de 15 a 20% na safra, segundo a cooperativa. Por outro lado, com menos frutos nas árvores, a ameixa, este ano, está mais graúda, o que favorece os produtores.

Renato Lema, produtor há 20 anos, está otimista com a safra e espera vender o quilo a mais de R$ 2.

?Eu acredito que a gente vai ter condições de ofertar um bom produto, sim. Vai ter um bom tamanho, embora tenha uma produção menor, mas a tendência é que a planta com menos frutas na árvore consiga ter frutos maiores. Então, eu acredito que isso pode compensar a dificuldade que houve com as chuvas?, diz.

No centro de classificação, a ameixa é separada por tamanho e qualidade, antes de ser transportada para regiões metropolitanas. A maior parte da produção é da variedade Gulfblaze, que melhor se adapta ao clima do sudoeste paulista.

?Ela tem uma película, uma epiderme muito vermelha, muito atrativa. A coloração é mais atrativa para o consumidor e o sabor dela é levemente ácido", explica o agrônomo Fernando Mácaro.

A safra de ameixa, em São Paulo, vai até a metade de novembro.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12367&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Plantio de arroz começa atrasado no RS </title>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:44:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou o plantio do arroz no Rio Grande do Sul. A chuva atrasou o trabalho no campo e o desafio dos produtores agora é semear dentro do período recomendado.

No município gaúcho de Camaquã, autoridades ligadas ao setor arrozeiro participaram da abertura oficial do plantio. O Rio Grande do Sul é responsável por 62% do arroz produzido no país.

Foi dada a largada para o plantio, mas em função das constantes chuvas no Rio Grande do Sul, muitas lavouras ainda estão em fase de preparação do solo. Esse atraso pode comprometer a produtividade, já que a semeadura corre o risco de não acontecer no período ideal: até 15 de novembro, data recomendada pelo Instituto Riograndense do Arroz (Irga).
 
Maurício Fischer, presidente do Irga, explica a importância de se fazer o plantio dentro deste prazo. ?Para que nós possamos ter a época reprodutiva com bastante insolação e bastante luminosidade, que são os meses de dezembro e janeiro. Então, o produtor tem que plantar com antecedência para que a fase reprodutiva se dê nesta época. Não quer dizer que se ele plantar mais tarde não vai produzir arroz. Vai produzir, mas com menos produtividade?, diz.

Pouco mais da metade da área prevista está pronta para receber as sementes: aproximadamente 65% de um total de um milhão de hectares. Uma corrida contra o tempo, na expectativa de alcançar os números da última safra, a maior da história do Rio Grande do Sul, onde foram produzidas aproximadamente 8 milhões de toneladas do grão.

?A gente vai tentar recuperar isso e fazer esse plantio ainda dentro do mês de outubro, que a gente sabe que é o melhor período de plantio. A gente precisa de produtividade para conseguir superar os problemas que a lavoura arrozeira sempre traz, de preço, de comercialização, então é muito importante para nós mantermos a produtividade. Torcendo para que São Pedro nos ajude nisso?, diz o produtor Volzear Longaray.

Em Santa Catarina, estado que responde por quase 10% da safra nacional, as chuvas também atrasaram o plantio.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12366&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Boa safra </title>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:15:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Após colherem a segunda maior safra de grãos da história, os agricultores brasileiros começam o novo plantio com expectativa de ampliar a produção em até 6,5 milhões de toneladas. É o que indica o primeiro levantamento do ciclo agrícola 2009/2010, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e divulgado pelo ministro da Agricultura Reinhold Stephanes. Com isso, o Brasil deve colher no próximo ano entre 139 milhões e 141 milhões de toneladas, ou 2,9% a 4,8% a mais que as 135,16 milhões toneladas da safra passada.

"Nossa expectativa é que não tenhamos tantos problemas climáticos como no ano passado. Isso ajuda o Brasil a se aproximar do recorde de 144,1 milhões de toneladas", diz o presidente da CONAB, WAGNER ROSSI. Segundo ele, se confirmadas as estimativas, o destaque desse período será a soja, que poderá bater mais um recorde.

Fonte: Monitor Mercantil - RJ e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12336&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção agrícola nacional deve alcançar R$ 153 bilhões </title>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:13:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com o leve ajuste do IBGE para a produção brasileira de grãos na já encerrada safra 2008/09, o Ministério da Agricultura efetuou uma quase imperceptível redução em sua estimativa para o valor bruto da produção (VBP) das 20 principais culturas agrícolas do país ("da porteira para dentro") neste ano.

No total, calculou José Garcia Gasques, coordenador de planejamento do ministério, o VBP somará R$ 153,379 bilhões, apenas R$ 1 milhão a menos que o previsto anteriormente e 4,4% abaixo do resultado do ano passado.

Como era de se esperar, a soja lidera o ranking do valor bruto da produção em 2009, seguida por cana-de-açúcar, milho, arroz, laranja, banana, feijão e mandioca.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12335&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas ainda prejudicam moagem da safra de cana </title>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:07:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas continuam atrapalhando o desempenho da moagem de cana da safra 2009/10 no Centro-Sul do país. O processamento da matéria-prima na segunda quinzena de setembro atingiu 29,9 milhões de toneladas, recuo de 11% sobre igual período do ciclo passado, segundo levantamento da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica).

No acumulado da safra, o volume esmagado totalizou 377,5 milhões de toneladas, 7,7% maior em relação ao mesmo período do ciclo anterior. Por conta das chuvas, a Unica revisou para baixo a moagem de cana, de 550 milhões para 529,5 milhões de toneladas.

Até o dia 1º de outubro, a produção de açúcar totalizou 20,7 milhões de toneladas, um aumento de 8,9% sobre o mesmo período da safra passada. A produção de etanol atingiu 16,43 bilhões de litros, queda de 3,1% sobre o ciclo anterior. As exportações do combustível entre abril e setembro atingiram 2,1 bilhões de litros, recuo de 12,5% sobre igual período do ano passado.

Segundo a Unica, os preços do álcool combustível estão em recuperação nessas últimas semanas, como reflexo da maior demanda pelo produto no mercado interno e menor disponibilidade do combustível por conta do clima. Em setembro, dos 30 dias disponíveis para moagem apenas 20 foram aproveitados pelas usinas.

O consumo de álcool hidratado no Centro-Sul está fortemente aquecido, em torno de 1,5 bilhão de litros mensais. A expectativa é de que recue nos próximos meses por conta do aumento dos preços durante a entressafra.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12334&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra gaúcha deve crescer impulsionada pelo clima </title>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:00:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Apesar de terem prejudicado as culturas de inverno, as condições climáticas devem contribuir para que a safra de grãos de verão em 2009/2010 supere a anterior em até 613 mil toneladas no Estado. O primeiro levantamento feito pela Conab projeta colheita entre 22,8 milhões e 23,2 milhões de toneladas, crescimento entre 0,9% e 2,7% em relação às 22,59 milhões t colhidas no período 2008/2009.

A elevação da produção se deve à previsão de recuperação da produtividade na medida em que a área plantada deve ficar entre 7,46 milhões de hectares e 7,59 milhões de hectares, variação de -1,7% a 0,1% em comparação ao ciclo passado, quando a seca causou perdas nas culturas de verão. A fotografia do momento aponta para a segunda maior safra estadual, atrás apenas de 2006/2007. Mas o gerente de logística da Conab, Ernesto Irgang, alerta: tudo depende do clima sobre arroz e soja. Irgang considera improvável o RS colher 11 milhões de toneladas de soja como estimam consultores. Para chegar a este volume seria necessário cultivar 600 mil hectares mais que o previsto e obter rendimento superior ao recorde de 2.680 quilos/hectares na safra 2006/2007. A estimativa da Conab é que a área com soja cresça até 4%, podendo chegar a 3,97 milhões de hectares. Já a produtividade, deve subir 1,4%, alcançando 2.100 kg/ha e gerando uma colheita de até 8,35 milhões de toneladas.

A pesquisa da Conab no país estima produção entre 139 milhões e 141,6 milhões de t, avanço de até 4,8%. O IBGE também divulgou pesquisa nessa quarta-feira (7), com projeção de safra nacional de 134,1 milhões de toneladas para este ano.

Fonte: Correio do Povo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12326&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas prejudicam produção de açúcar e etanol em setembro </title>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 15:58:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[

Intensas chuvas no mês de setembro, período tradicionalmente mais produtivo para a moagem de cana-de-açúcar, prejudicaram a produção de açúcar e etanol, de acordo com informações apuradas pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).

A moagem na segunda quinzena de setembro foi de 29,89 milhões de toneladas, basicamente o mesmo volume esmagado na primeira quinzena, porém inferior em 11,06% ao volume esmagado na mesma quinzena da safra anterior, que foi de 33,61 milhões de toneladas. No acumulado até o final de setembro, o volume de cana processada foi de 377,5 milhões de toneladas, 7,7% superior aos 350,4 milhões na safra 2008/09.

Dos 30 dias disponíveis para moagem em setembro apenas 20 foram aproveitados. Quando observada a média histórica de 27 dias, conclui-se que somente nesse mês deixaram de serem processadas mais de 19 milhões de toneladas de cana.

Estes números resultam de condições climáticas desfavoráveis à colheita da cana-de-açúcar na região Centro-Sul do país. Enquanto a precipitação pluviométrica mensal do mês de setembro nos últimos 40 anos foi de 65 mm, em setembro de 2009 o volume foi superior a 180 mm, quase três vezes a média histórica. Uma situação, aliás, que vem ocorrendo desde o mês de julho.

Quanto à transformação da matéria-prima em produtos, que corresponde à obtenção de Açúcares Totais Recuperados por tonelada de cana processada (ATR), em setembro de 2009 foram obtidos 138,8 quilos, cifra 19 quilos abaixo da média das últimas quatro safras (157,8 quilos por tonelada).

No período de abril a setembro de 2008 foram obtidos 140,1 quilos de ATR, enquanto nesse ano, também no mesmo período, o resultado é de apenas 132,2 quilos. Quando comparada apenas a segunda quinzena de setembro, o resultado é de 138,0 quilos nessa safra, contra 159,0 na mesma quinzena da safra anterior.

Produção de açúcar e etanol

No caso da produção de açúcar o volume acumulado é de 20,77 milhões de toneladas, 8,96 % superior aos 19,06 milhões produzidos no mesmo período da safra passada. Já a produção de etanol acumulada é de 16,43 bilhões de litros, 3,08 % inferior aos 16,95 bilhões produzidos na safra anterior. Do total de cana processada, 43,7% foram destinados à produção de açúcar e 56,3% ao etanol.

Nota-se que enquanto a produção está fortemente afetada pelas condições climáticas, reduzindo a disponibilidade de produtos ofertada no mercado, a demanda continua crescente. As vendas de etanol (anidro e hidratado) para o mercado interno no mês de setembro atingiram 2,05 bilhões de litros, 14,9% superior ao mês de setembro de 2008.

Considerando-se apenas o crescimento das vendas de etanol hidratado - produto utilizado nos veículos flex - o aumento em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 21,2%. No acumulado da safra (abril/setembro), o volume destinado ao mercado interno foi de 11,9 bilhões de litros, contra os 10,2 bilhões de litros destinados no mesmo período do ano anterior.

Em relação ao mercado externo, o volume destinado no período de abril a setembro de 2009 foi de 2,1 bilhões de litros, 12,52% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado (2,41 bilhões de litros). A maior redução nas exportações é do etanol anidro, de 58,03%, embora tenha ocorrido incremento nas exportações do etanol hidratado de 42,46%.

Após mais de dois anos com preços não remuneradores para o produtor, a recuperação nos preços do etanol observada nessa última semana resulta de dois principais fatores: maior demanda em razão do crescimento da frota flex e da competitividade do etanol frente à gasolina; a redução da produção observadas as limitações de moagem ocorridas desde o mês de julho de 2009.

A produção ocorrida no mês de setembro já havia sido incorporada na revisão da safra, portanto sem motivos para alterar os números revistos para a safra 2009/2010 que foram divulgados no mês de setembro. Continuamos com a previsão da produção de 29,3 milhões de toneladas de açúcar e de 23,7 bilhões de litros de etanol. As informações são da assessoria de imprensa Unica.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12325&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Soja é a aposta da safra de verão no PR </title>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 15:56:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No Paraná, os agricultores estão apostando na soja para a safra de verão. O milho deve perder espaço.

Pai e filho acertam a plantadeira que vai semear os 120 hectares da fazenda: tudo com soja. No ano passado, o agricultor Gervásio Dahmer chegou a plantar milho em 40 hectares. Este ano, fez diferente.

?Só soja este ano. Nunca tinha apostado num produto só, sempre plantei 30% da área de milho?, diz Gervásio.

O avanço da soja está se dando em áreas de milho. Só no Paraná, a queda estimada pode chegar a 9% no milho da primeira safra. Pela estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área plantada com soja no Paraná deve crescer cerca de 6% na safra 2009/2010.

O agricultor Eudes Capelleto plantou 25 hectares com milho, ¼ da área cultivada com o grão na safra passada. Ele preferiu investir pesado na soja.

?Não existe garantia de preço do milho. O preço mínimo que o governo coloca no mercado não é praticado. Basicamente, o milho tem um preço interno e a gente tem problema com isso. Como a soja é um commodity de preço externo, a tendência é que qualquer contratempo nos Estados Unidos ou na Argentina tenha um reflexo no nosso preço. Há uma garantia maior de preço no caso da soja?, diz. 

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12324&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca castiga moradores do Piauí </title>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:37:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No Piauí, cerca de 600 mil pessoas sofrem com a seca. A distribuição de água ainda não começou.

No município de Simões, região do semi-árido, as cisternas públicas praticamente secaram. Comunidades inteiras estão sem água

?Se os governantes não ajudarem, aqui vai morrer gente de sede. Não tem água não?, diz o agricultor Raimundo Souza.

O exército já está cadastrando as famílias atingidas pela seca, mas a distribuição de água ainda não começou. Com isso, o sertanejo é obrigado a comprar. O preço do caminhão, com 7 mil litros, subiu de R$ 60 para R$ 90.

?Tem que comprar, tem que tirar da boca para comprar água?, reclama a agricultora Maria das Graças Carvalho.

No município de Marcolândia, a venda de água é feita de casa em casa. A carroça com 400 litros custa R$ 10.

?Além de mim, tem mais 30 ou 40 carroceiros. Tem carroceiro que tem duas ou três carroças e não tem condições de entregar água para todo mundo?, conta o carroceiro Gildevan de Jesus.

Porém, nem todos os agricultores têm condição de comprar água. Com isso, muitas famílias acabam recorrendo a açudes onde a água é de péssima qualidade.
 
O agricultor José Pedro caminha dois quilômetros de casa até o açude. A água é barrenta, mas é a única disponível na região.

?É um sofrimento pesado mesmo o problema da água. Tem muitos anos que eu moro aqui, mas não me lembro se já vi um ano como este. É uma situação lamentável?, diz.

O secretário da Defesa Civil do Piauí, Fernando Monteiro, informou que o dinheiro para a contratação dos carros-pipas está à disposição do exército.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12308&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas antecipam plantio de soja </title>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:36:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva chegou mais cedo, este ano, ao sul de Mato Grosso. A boa umidade do solo está facilitando o plantio antecipado da safra.

Em uma fazenda em Pedra Preta, região sul de Mato Grosso, os 3800 hectares foram destinados à soja. Além de antecipar o plantio da safra, a chuva vai possibilitar que os agricultores aproveitem melhor a área. Após a colheita, eles poderão utilizar o mesmo espaço para plantar algodão e milho.

?Eu estou aqui nessa região há mais de oito anos e a gente nunca conseguiu fazer esse plantio de 100% da fazenda com duas safras. Vai ser a primeira vez que a gente vai conseguir fazer duas safras de plantio na fazenda toda?, diz o agrônomo Fábio Schmidt.

Em outra fazenda, dos 27 mil hectares, 23 mil serão de soja. O plantio foi antecipado: teve início ainda na segunda quinzena de setembro e 25% da área já foi plantada.

?Na safra passada, a gente estava com 5% de cultivares super precoces e o restante era de materiais de ciclo médio e tardio. Para esta safra atual, nós aumentamos esse percentual de soja super precoce de 5% para 25% e o restante é de soja de ciclo médio e tardio?, conta o agrônomo Maurício Antônio Vivan.

Maurício espera que a redução do custo dos fertilizantes e o bom preço da soja tragam lucro na lavoura.

?A gente acredita que até o início da colheita dessa soja precoce, no início do próximo ano, os preços se mantenham. Essa é a nossa expectativa?, diz.

Em Mato Grosso, a saca de soja está valendo, em média, R$ 37,40.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12307&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva causa mais prejuízos no Sul </title>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:36:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Trinta e dois municípios gaúchos estão em situação de emergência por causa das tempestades das últimas semanas. A chuva de granizo, que caiu segunda-feira, provocou mais estragos.

A agricultora Maria Beatriz da Silva lamenta os estragos feitos pelo temporal de granizo.

?Se foi toda a casa. Eu gritei e já começou a molhar, a gente se apavorou. Quando chegou para a gente, a gente sentiu que a coisa é difícil?, diz.

Uma família conta que viveu momentos de pânico.

?A gente se escondeu debaixo dos banheiros, porque cada estouro era uma pancada. Quebrou tudo, começou a chover dentro de casa?, diz o agricultor Tedi Marcos Marchiore.

A chuva de granizo foi tão forte, que na casa da aposentada Áurea da Silva, as pedras quebraram o telhado e atravessaram o forro da casa.

?Agora as coisas estão todas molhadas, não sei se vou perder a maioria, porque agora só chove, não tem como enxugar, não tem sol?, diz.

Cerca de cem propriedades de Ibirapuitã, no norte do estado tiveram prejuízos. As lavouras de trigo foram as mais atingidas. Em uma lavoura, as perdas chegam a 80%.

?O granizo acabou batendo no caule e fez com que ele se quebrasse.  Então, a planta não recebe mais seiva na espiga e, automaticamente, ela acaba secando e não vai produzir grãos?,  diz Edson Lopes, técnico agrícola da Emater.

Em Farroupilha, na serra, quatro dos cinco hectares de parreirais do agricultor Valdir Casa foram destruídos pelo granizo. A planta, que estava na fase de formação do cacho, teve os galhos quebrados pelas pedras de gelo.

?Cheguei aqui e comecei a chorar. A única coisa que eu faço é isso aí. A minha família é grande, tenho netos estudando. Como é que eu vou passar o ano que vem? Ninguém tem culpa, mas nós vamos sofrer?, lamenta.

As pedras também danificaram plantações de maçã. A fruta, em formação, só poderá ser aproveitada para suco.

?Mesmo assim, ela tem que segurar o seu ciclo para amadurar, para ter o grau necessário para ser comercializada para suco?, diz o agricultor Volmir Tavares.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12306&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>MT atesta perspectiva de colheita maior de soja </title>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:25:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea) corroborou a perspectiva de aumento da produção de soja no Estado ao estimar em 17,6 milhões de toneladas a colheita na safra 2009/10. O volume, se efetivado, será 1,2% maior que o da temporada 2008/09, quando, segundo a entidade, Mato Grosso produziu 17,4 milhões de toneladas.

A área de cultivo deverá ser pouco superior a 5,86 de hectares, o que representará, se o plantio se concretizar, um aumento de 2,9% em comparação com os 5,70 milhões de hectares da temporada anterior. A nova projeção de área é 18 mil hectares maior que a apresentada há um mês. A previsão de produção, por sua vez, foi a primeira divulgada pela entidade para o ciclo 2009/10.

Como as chuvas chegaram antes do usual às lavouras de Mato Grosso - em vez de serem registradas com mais ênfase a partir do terço final do mês de setembro, as primeiras precipitações ocorreram entre o fim de agosto e o início de setembro -, o plantio de soja está em ritmo mais acelerado do que o registrado na temporada 2008/09. Até a primeira semana de outubro, o plantio já havia ocorrido em 4,7% da área que, segundo as estimativas, será ocupada pela oleaginosa. Na mesma época da safra anterior, a semeadura havia sido feita em apenas 2% da área total.

A perspectiva de produtividade, de acordo com a "probabilidade estatística" apontada pelo instituto, é de 50 sacas por hectare, na média. O número é 1,6% menor que a produtividade média de 50,9 sacas por hectare da safra 2008/09.

Por conta de uma esperada colheita recorde de soja nos Estados Unidos, o plantio da safra brasileira ocorre sob a perspectiva de queda acelerada dos preços no momentos em que a colheita começar no Brasil. Esse fator ajuda também a explicar por que o plantio está mais acelerado em Mato Grosso, Estado que é o principal produtor nacional de grãos e também o que inicia a semeadura. E a cotação da oleaginosa no mercado internacional segue trilha cadente mesmo com fatores que poderiam levá-la para cima.

Os institutos de meteorologia preveem frio e chuva para áreas importantes de cultivo de soja nos EUA, o que tende a atrasar a colheita. Ainda assim, os contratos do grão para janeiro recuaram ontem 1,25 centavo de dólar, para US$ 8,9075 por bushel - o mesmo fator fez o preço do milho atingir seu maior patamar em oito semanas. A queda foi até modesta: ao longo do dia, a cotação chegou a descer a seu menor nível em seis meses.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12300&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Após estiagem, chuvas é que castigam produtores rurais </title>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:22:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Após o longo período de estiagem enfrentando no início do ano, agora são as chuvas que causam prejuízos nas lavouras. O período que começou exatamente no dia 7 de setembro, onde também foram registrados fortes ventos em várias regiões do Sul do Brasil, está trazendo a tona a fragilidade do meio rural e sua subordinação aos fenômenos naturais.

Após um mês de chuvas intensas, a produção mais afetada foi a de trigo, que estava em fase de maturação. As fortes chuvas fragilizam a planta, propiciando a facilidade no aparecimento de doenças e os ventos fizeram que houvesse o efeito chamado de acamamento, quando as plantas ?deitam?. ?As doenças diminuem a qualidade do produto, e o acamamento faz com que haja perca na hora da colheita?, afirma Ricardo Kaspreski, do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

Neste último mês, choveu 240mm, um volume bem acima dos 170mm que vinham sendo registrados mensalmente. Além do grande volume, a freqüência com que a água caia também agravou a produção. Os últimos dias, contemplados pelo sol, estão sendo aproveitados pelos agricultores mais próximos da fronteira com Argentina, onde o plantio também acontece antes. Nos próximos dias a colheita deve ser realizada com mais freqüência na região Sudoeste, sentido Leste.

As percas do trigo, que é a principal cultura de inverno ainda não foram contabilizadas pelo Deral, mas a previsão inicial de colher 209 mil toneladas, plantadas em 106 mil hectares da microrregião de Francisco Beltrão, está sendo reduzida a cada lavoura colhida. ?Em virtude dos acontecimentos naturais, a safra irá diminuir muito, e o que for colhido será de qualidade ruim?, acredita Ricardo.

Chuvas no trigo em época de colheita inviabilizam sua destinação para moagem em função da baixa qualidade obtida. O governo do Estado prevê uma safra de 2,7 milhões de toneladas em todo Paraná, ante um potencial produtivo de 3,5 milhões de toneladas.

Antes das chuvas afetarem as lavouras de trigo, o Paraná poderia colher uma safra recorde e tudo indicava que o Brasil passaria com tranqüilidade por mais um ano de baixa oferta no principal fornecedor, que é a Argentina.

O problema no Estado é tão grande que o setor produtivo reivindica a criação de um padrão alternativo de trigo, para que a comercialização de grão de baixa qualidade possa ser apoiada pela Companhia Nacional de Abastecimento.

As previsões de exportação do grão também foram frustradas. A baixa produtividade obrigará o Brasil a comprar o produto dos países vizinhos, como Argentina e Paraguai, também atingidos parcialmente pelas chuvas.

Fonte: Aqui Sudoeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12299&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva pode atrapalhar colheita de trigo no RS </title>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:21:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita de trigo no Rio Grande do Sul começa na segunda quinzena de outubro, com expectativa de El Niño trazendo chuva na fase decisiva para a qualidade dos grãos. Neste ano, foram semeados 865 mil hectares no estado. A primeira área a ser colhida será a região das Missões, que concentra 60% do trigo gaúcho.

A região das Missões e o noroeste do estado apresentam um histórico de dificuldades para escoamento da safra, principalmente em função de intempéries climáticas. ?De cada 10 anos de cultivo, 7 safras apresentam problemas com clima. Buscamos reunir as cooperativas da região, instituições bancárias e sindicatos para discutir alternativas que viabilizem o trigo?, explica o gerente técnico da Coopermil, Sérgio Schneider.

Em 2008, o principal problema do trigo na região foi o excesso de chuvas, que ocasionou a germinação do trigo na lavoura, classificação comercial que deixou mais de 50% da produção fora dos padrões exigidos pela indústria. Na safra que se aproxima, o risco é de novamente a ocorrência de excessos de chuvas na colheita, resultando no popular ?trigo chuvado?, que perde a qualidade e vira ração. ?No ano passado, os testes apontaram baixo número de queda, também conhecido como 'falling number', antes mesmo do trigo mostrar sinais de germinação na espiga?, lembra o gerente comercial da Coopermil, Sérgio Oliveira, reclamando que as cooperativas da região ainda guardam cerca de 500 mil sacas de trigo da safra 2008, sem comercialização.

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Trigo, Eliana Guarienti, a definição da classe comercial de uma cultivar serve apenas para parâmetro da indústria, enquanto o que determina o resultado na lavoura é o ambiente. Dessa forma, uma cultivar que resulta em trigo pão na região do Planalto, pode resultar em trigo brando nas Missões. A recomendação da pesquisa é acompanhar os dias de campo que apresentam as cultivares na região ou mesmo testar uma amostra no local antes de instalar a lavoura. ?O trigo é muito dependente do clima. Muita radiação solar afeta a força de glúten, enquanto que o excesso de chuva prejudica o PH. Então, por melhor que seja o clima, ele vai alterar alguma característica da cultivar?, explica.

A pesquisadora sugere buscar alternativas para amenizar a liquidez, como separar trigo germinado do grão sadio no momento da colheita; estruturar um melhor aproveitamento da área, associando outros cultivos, ou criação animal (trigo de duplo propósito); industrialização local para inserção na merenda escolar e consumo de baixa renda. ?Investir na produção de alimentos de baixo custo, como massas e pães de cor mais escura, que podem ser elaborados com um trigo de menor qualidade, tem grande aceitação nos pequenos mercados?, avalia. ?Está na hora de vender o milho e ficar com o trigo para a ração. É preciso quebrar paradigmas para sobreviver no mercado?, completa Eliana.

Fonte: Revista Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12298&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Safra de soja chegará a 63 milhões de toneladas </title>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:58:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Na primeira estimativa para a temporada 2010/11 (fevereiro/janeiro, ano comercial adotado), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) informou que a nova safra de soja deverá alcançar 63,4 milhões de toneladas. Se as condições climáticas forem favoráveis ? como vêm sendo até o momento ?, o Brasil poderá ter um crescimento de 10,6% na safra, quando comparada com a colheita deste ano. Na atual temporada, o Brasil colheu 57,3 milhões de toneladas, segundo a associação.

A semeadura da nova safra começou em meados de setembro, em Mato Grosso, o maior produtor nacional. Neste mês, os trabalhos estão começando também no Paraná ? o segundo no ranking. A previsão da Abiove de aumento de safra está em linha com a feita por algumas consultorias agrícolas, que apontam a soja ganhando área de milho e algodão na safra de verão da nova temporada. O Ministério da Agricultura deve divulgar a primeira previsão para o setor na quarta-feira.

A estimativa de uma safra maior ocorre em meio a uma entressafra das mais apertadas dos últimos anos no país, o segundo produtor mundial. O Brasil registrou exportações recordes este ano, com uma demanda aquecida da China e após a Argentina ter sofrido uma forte quebra de safra. Diante disso, a Abiove elevou a previsão de exportações na atual temporada (2009/10) para 27,4 milhões de toneladas (ante 27,1 milhões de toneladas na projeção de setembro), contra 24,5 milhões de toneladas no ano anterior. As exportações para 2010/11 estão estimadas em 25,8 milhões de toneladas.

Ao mesmo tempo em que elevou a estimativa de exportação para 09/10, a Abiove reduziu os números de processamento no período, para 29,8 milhões de toneladas, ante 30,2 milhões na previsão de setembro ? contra 31,9 milhões no ano anterior. Para 10/11, a Abiove prevê processamento de 32,2 milhões de toneladas de soja.

Os preços agrícolas no atacado no estado de São Paulo encerraram o mês com alta de 0,22%, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA). A tendência foi mantida durante todo o mês, porém foi enfraquecendo ? o índice abriu o mês com variação positiva de 1,98%, avançou, em seguida, 1,17% na segunda quadrissemana e, na terceira, apresentou alta de 0,49%. O avanço foi garantido pela alta de 1,81% dos produtos de origem vegetal, enquanto que os de animal tiveram variação negativa de 3,72%.

No período entre setembro de 2008 e setembro de 2009, os preços agrícolas registraram alta de 4,22%, sendo que o índice de produtos vegetais subiu 12,49% e o de animais recuou 14,67%. Os itens que tiveram as maiores altas em setembro, na comparação com agosto, foram: laranja (20,43%), carne suína (6,89%) e laranja para indústria (2,07%).

Fonte: Correio Braziliense e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12281&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>RS prepara-se para o início da colheita do trigo </title>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:55:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita de trigo no Rio Grande do Sul começa na segunda quinzena do mês de outubro, com expectativa de El Ninõ trazendo chuva na fase decisiva para a qualidade dos grãos. Neste ano, foram semeados 865 mil hectares no Estado. A primeira área a ser colhida está na Região das Missões, que concentra 60% do trigo gaúcho, onde um grupo de cooperativas busca na união a melhor forma de resolver o problema.

Na última terça-feira, dia 29 de setembro, foi realizado em Santa Rosa, RS, o quarto encontro para avaliação do trigo nas Missões e no Noroeste do RS. A região apresenta um histórico de dificuldades para escoamento da safra, principalmente em função de intempéries climáticas. ?De cada 10 anos de cultivo, 7 safras apresentam problemas com clima. Buscamos reunir as cooperativas da região, instituições bancárias e sindicatos para discutir alternativas que viabilizem o trigo?, explica o gerente técnico da Coopermil, Sérgio Schneider. No ano de 2008, o principal problema do trigo na região foi o excesso de chuvas, que ocasionou a germinação do trigo na lavoura, classificação comercial que deixou mais de 50% da produção fora dos padrões exigidos pela indústria. Na safra que se aproxima, o risco é de novamente a ocorrência de excessos de chuvas na colheita, resultando no popular ?trigo chuvado?, que perde a qualidade e vira ração. ?No ano passado, os testes apontaram baixo número de queda, também conhecido como Falling Number, antes mesmo do trigo mostrar sinais de germinação na espiga?, lembra o gerente comercial da Coopermil, Sérgio Oliveira, reclamando que as cooperativas da região ainda guardam cerca de 500 mil sacas de trigo da safra 2008, sem comercialização.

O grupo, que contou com a participação de técnicos e áreas comerciais das cooperativas Cotrimaio, Cotrisa, Cooperoque, Cotap, Cotrirosa, e Coopermil, cerealistas, agências bancárias, sindicatos rurais e assistência técnica, realiza reuniões periódicas para desenvolver estratégias a longo prazo, capazes de sustentar a produção de trigo nas regiões em questão. O primeiro encontro tratou do nivelamento de informações e conhecimentos sobre a questão, o segundo encontro tratou de levantar as dificuldades na produção; o terceiro discutiu opções de cultivares mais adaptadas à região; e o quarto avaliou quesitos de qualidade no trigo. Em cada encontro, participam profissionais da pesquisa para esclarecer dúvidas e embasar a discussão dos temas. ?Se a liquidez já é difícil no resto do Estado, o escoamento da safra das regiões é ainda mais complicado, mesmo chegando primeiro ao mercado gaúcho. Precisamos avaliar como melhorar a situação, seja buscando qualidade ou mesmo reduzindo a área para evitar produção excedente?, afirma Sérgio Oliveira.


Qualidade

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Trigo, Eliana Guarienti, a definição da classe comercial de uma cultivar serve apenas para parâmetro da indústria, enquanto o que determina o resultado na lavoura é o ambiente. Dessa forma, uma cultivar que resulta em trigo pão na Região do Planalto, pode resultar em trigo brando nas Missões. A recomendação da pesquisa é acompanhar os dias de campo que apresentam as cultivares na região ou mesmo testar uma amostra no local antes de instalar a lavoura. ?O trigo é muito dependente do clima. Muita radiação solar afeta a força de glúten, enquanto que o excesso de chuva prejudica o PH. Então, por melhor que seja o clima, ele vai alterar alguma característica da cultivar?, explica Guarienti.

A pesquisadora sugere buscar alternativas para amenizar a liquidez, como separar trigo germinado do grão sadio no momento da colheita; estruturar um melhor aproveitamento da área, associando outros cultivos, ou criação animal (trigo de duplo propósito); industrialização local para inserção na merenda escolar e consumo de baixa renda. ?Investir na produção de alimentos de baixo custo, como massas e pães de cor mais escura, que podem ser elaborados com um trigo de menor qualidade, tem grande aceitação nos pequenos mercados?, avalia Eliana, finalizando: ?está na hora de vender o milho e ficar com o trigo para a ração. É preciso quebrar paradigmas para sobreviver no mercado?.

Fugindo do problema

Para o pesquisador Eduardo Caierão, o produtor deveria escolher cultivares mais resistentes à germinação na espiga e a doenças relacionadas ao clima, além de escalonar o plantio. Mas a recomendação só é válida na implantação da lavoura, agora que a colheira se aproxima, resta apenas buscar estratégias para minimizar o problema. ?A antecipação da colheita, levando em consideração os aspectos fisiológicos da planta, é uma das estratégias. Por vezes, vale a pena colher o trigo com maior umidade ao invés da lavoura ficar sujeita a mais chuvas na maturação. Entretanto, é preciso considerar as questões práticas da colheita, como a debulha mecânica, e os custos da secagem dos grãos. O produtor deve avaliar em faixas de lavoura se o trigo já pode realmente ser colhido e considerar a relação custo/benefício da antecipação?, alerta Eduardo Caierão.

Nas demais regiões do RS, onde o trigo ainda entra no espigamento, como no Planalto (60% em espigamento), os produtores estão aproveitando as rápidas aparições do sol para aplicar fungicida, tentando escapar da giberela. Nas áreas onde o trigo ainda está desenvolvimento vegetativo ? afilhamento e elongação ? como no Planalto Médio, ainda é possível repor o nitrogênio que a chuva levou: ?Várias lavouras estão apresentando deficiência de N, sendo necessário reposição ainda no desenvolvimento vegetativo?, orienta o técnico da Emater/RS, Ataídes Jacobsen. Segundo ele, este é o momento de monitorar a lavoura para evitar danos maiores que a chuva, ressaltando que ainda vale a pena investir na cultura: ?O preço da saca de trigo fechou em R$ 21,50 na última semana, com a desvalorização do dólar em 23%, o que favorece as importações. Como o preço do trigo no mercado internacional tem caído em função da oferta no hemisfério norte, acredito que o preço mínimo de garantia da safra 2009 ? cotado trigo brando tipo 1 a R$ 26,46 e trigo pão tipo 1 a R$ 31,80 ? ainda será o melhor preço do mercado?, afirma Jacobsen, lembrando que o governo deverá acionar logo no começo da safra seus instrumentos de apoio à comercialização para distribuir o trigo no território nacional.

Fonte: Agrolink
]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12280&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Começa a colheita do alho em GO </title>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:53:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Cristalina, no centro-leste de Goiás, colhem a safra do alho. O excesso de chuva prejudicou a produtividade. No município, são 1200 hectares que produzem 18 mil toneladas de alho por safra. Na região, a produtividade das lavouras costuma ser de 16 toneladas de alho por hectare, mas, este ano, já foi registrada a queda.

?Este ano, nós tivemos muitos problemas com doenças na cultura do alho, reduzindo bastante a produtividade do estado de Minas, Goiás e do Centro-Oeste em geral. Isso se deve ao ataque de fungos e bactérias, devido ao avanço das chuvas?, diz o agrônomo Rafael Corsino.

Quando o alho vai ser usado como semente, passa por um processo chamado ?cura?. O produto fica em galpões por 60 dias, até ficar seco. Depois, vai para armazéns esperar a hora de ser plantado, só no ano que vem.

Esse processo de secagem em galpões não acontece quando o alho vai ser comercializado. Nesse caso, o produto fica no campo, em fileiras cobertas por lonas, os chamados ?camalhões?. Depois de aproximadamente 60 dias, o alho passa por um processo de limpeza e classificação.

A caixa de dez quilos de alho está sendo vendida, em Goiás, por R$ 40.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12279&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de feijão e trigo sofre com a chuva no Paraná </title>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 16:38:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas dos últimos dias causaram prejuízo de R$ 3,245 milhões da agricultura em Pitanga/PR, principalmente ao trigo, e perdas de até 80% da produção de feijão preto em Prudentópolis. O trigo será prejudicado no período de germinação, maturação e colheita. Já o feijão preto, no período de plantio.

Conforme o secretário de Agricultura e Interior de Pitanga, Valter Poleto Junior, a cultura do trigo no município atinge 8 mil hectares. A produtividade na colheita anterior foi de até 3 toneladas por hectares; já a deste ano não passará de 2,15 t. "A umidade excessiva fez com que o trigo não se desenvolvesse e a qualidade fosse inferior a do colhido na safra anterior".

O prejuízo também atingiu a produção de milho e feijão no município. Cerca de 40% da área total das duas culturas foi atingida pelas chuvas no período de plantio. Segundo o secretário, ainda não há como prever o prejuízo. Estima-se R$ 225 mil no milho e R$ 140 mil no feijão. "Esses números não são finais, uma vez que as plantas ainda podem se recuperar. Ou mais chuvas podem estragar a produtividade".

Fonte: Diário de Guarapuava e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12258&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de soja tem alta de 88,8% </title>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 16:36:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A cultura da soja foi a que mais se expandiu no país na última década. Com um aumento de 88,8% na produção, foram produzidos, em 2006, 40,7 milhões de toneladas, em 15,6 milhões de hectares. A área colhida também teve aumento de 69,3%. Ao todo, a produção de soja gerou R$ 17,1 bilhões para a economia brasileira. O grão foi cultivado em quase 216 mil propriedades, localizadas principalmente no Centro-Oeste. Esse cenário confirma o avanço da fronteira agrícola sobre a região, impulsionado pelo deslocamento de produtores rurais vindos, na maioria, do Sul, em busca de terras com preços mais acessíveis. Com isso, Mato Grosso se tornou o maior produtor nacional de soja (10,7 milhões de toneladas), o que representou 26,2% da produção nacional no ano de 2006.

Os dados foram apresentados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte do Censo Agropecuário 2006. O estudo traça uma radiografia do setor, analisando características dos 5,2 milhões de propriedades rurais do país e ainda dados dos produtores.

Os resultados do levantamento permitem uma comparação com o último censo do tipo, referente aos anos de 1995 e 1996. Entre as informações estão dados sobre a estrutura fundiária, a produção, as técnicas utilizadas, o pessoal ocupado e as finanças desses estabelecimentos.

O levantamento também revela que a produção da soja transgênica vem ganhando espaço no Brasil como forma de reduzir os custos. Em 2006, quase metade (46,4%) das propriedades agropecuárias cultivou esse produto, que ocupou uma área de 4 milhões de hectares. O uso de semente certificada (por 44,6% dos estabelecimentos), de agrotóxicos (por 95,1%) e de adubação química (por 90,1%) e a adoção de colheita mecanizada (por 96,8%) também foram destacados pelos técnicos do IBGE.

Outras culturas ressaltadas no documento são a do arroz, cuja produtividade teve crescimento de 44,6%, compensando a redução da área colhida, que foi de 18,8%, e a do feijão, com expansão de 50,9%, cuja área teve crescimento de apenas 6,3%.

Gado - Em relação à pecuária, o censo divulgado ontem pelo IBGE destaca que ela foi a principal atividade econômica das propriedades rurais no país, representando 44% do total e ocupando 62% da área de todas as unidades agropecuárias.

Fonte: Gazeta Digital e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12257&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Trigo no estoque </title>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 16:35:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O mercado do trigo está parado. Em plena colheita, o produto está sem preço por causa da falta de qualidade do grão. O clima interferiu no desenvolvimento das lavouras.

Quando a chuva dá um tempo, o agricultor Jurandir Tomazi corre para adiantar a colheita e diminuir os prejuízos. No inverno, teve geada, depois veio muita chuva. O agricultor calcula uma quebra de 30% da produção dos cem hectares de trigo.

O grão que sobrou ficou úmido, não está com qualidade, problema que não foi compensado na hora da venda. Por isso, Seu Jurandir não está negociando nada, quer esperar preços melhores.

?Não tem como vender, porque se vender não paga nem a metade do custo, nem o custo total. Vou aguardar mais um pouco, mas daqui a pouco tem que vender para pagar as contas. Enquanto puder, vamos segurando?, diz.

O trigo, em geral, não está com qualidade, mas quando os produtores começaram a safra havia a expectativa de que pelo menos o preço cobrisse os possíveis prejuízos. Antes do plantio, o Governo Federal anunciou um preço mínimo para o trigo: R$ 31,80 a saca. Hoje, os agricultores não conseguem mais do que R$ 24, R$ 25.

Os moinhos não pagam mais porque, por enquanto, está sobrando trigo. Eles ainda têm em estoque grãos da safra do ano passado e estão conseguindo comprar o produto também de outros países, como Paraguai e Estados Unidos. Por isso, o trigo brasileiro sem qualidade não interessa agora.

?Ele não serve mais para o nosso processo de panificação ou para a industrialização. Então, esse trigo não tem uso para nós. Hoje, a gente procura um trigo que não esteja germinando, o que está sendo difícil em função do excesso de chuvas. O problema não é o preço, é questão da qualidade do grão?, diz Vilson Noetzold, gestor de negócios de um moinho.

O reflexo está nos armazéns. Segundo a Secretaria de Agricultura do Paraná, apenas 5% da safra foi comercializada até agora. Nesta mesma época, no ano passado, 15% já tinham sido vendidos.

O Paraná é o principal produtor de trigo do país, com 56% da safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12256&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra da cana segundo a CONAB </title>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:19:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Conab divulgou os novos números da safra brasileira de cana-de-açúcar. O anúncio foi feito durante a Fenasucro, Feira Internacional da Indústria do Açúcar e do Álcool, em Sertãozinho, São Paulo.

É no campo, durante a colheita, que os técnicos da Conab levantam os números sobre a safra de cana. Quem abastece este senso são 389 usinas espalhadas pelas regiões produtoras. O Centro-Sul, que garante quase 90% da produção nacional, deve ter uma safra recorde em 2009 de 629 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 10% sobre a colheita do ano passado.

O anúncio destes números, no entanto, foi contestado por empresários e agricultores que estavam no encontro. A causa disso é que a Unica, União das Indústrias Canavieiras, acabou de divulgar um levantamento com uma queda de 10% na produção de cana no Centro-Sul este ano. 

O técnico da Conab, Angelo Bressan, contra-argumentou. ?É uma questão quase que de interpretação. Os números da Unica e os da Conab sobre o tamanho da safra de cana são parecidos. A dúvida é que se espera um clima muito chuvoso no segundo semestre. Clima chuvoso atrapalha a moagem da cana. A cana existe. O problema é saber se vamos ter a condição de moer?, disse. 

A previsão de um segundo semestre mais chuvoso agrava uma situação que o setor começou a enfrentar nos últimos dois meses. O clima seco não predominou. Choveu demais no período e a colheita ficou difícil. O resultado é que mais de 40 milhões de toneladas de cana não devem ser colhidas nesta safra na região Centro-Sul. ?Agora vamos ter uma sobra de cana no campo na faixa estimada em 40 milhões de toneladas, e que provavelmente vai ficar para o ano seguinte?, comentou Antônio Eduardo Tonielo, presidente da Cooperativa dos Produtores de Cana. 

Mesmo com os bons preços do açúcar no mercado internacional, a maior parte da safra de cana brasileira, de 55%, será destinada à produção de álcool. Os outros 45% vão virar açúcar.
 
Fonte: Glob Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12070&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Granizo atinge lavouras de tabaco no RS </title>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:17:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A ocorrência de granizo na noite de terça-feira e madrugada de ontem atingiu lavouras de tabaco nos municípios de Candelária, Restinga Seca, Agudo e Santa Maria. O coordenador de mutualidade da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Paulo Vicente Ogliari, informou que ontem houve o registro de aproximadamente 50 lavouras com prejuízos. Mas observou que a tendência é haver aumento na quantidade de áreas, pois os agricultores adiam a comunicação em função das chuvas que caíram ontem. 

As chuvas acompanhadas de vento, no início da noite de terça-feira, deixaram parte de dois municípios da região às escuras. Segundo a CEEE, quase 10 mil usuários ficaram sem luz em Encruzilhada do Sul e Pantano Grande. A cidade mais atingida foi Encruzilhada do Sul, onde 8.500 clientes permaneceram sem abastecimento de energia elétrica entre as 18h15 e 4h30 da madrugada de ontem. A queda ocorreu em função de danos na linha de transmissão entre Camaquã e Encruzilhada do Sul. 

Fonte: Gazeta do Sul e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12069&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do abacaxi na PB </title>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:15:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores do município de Itapororoca, na Paraíba, estão colhendo a safra do abacaxi. O Estado é o principal produtor da fruta, mas em alguns municípios a cultura vem perdendo espaço para as lavouras de cana-de-açúcar.

Há 20 anos, Nelson planta abacaxi no município de Itapororoca, na região da zona da mata da Paraíba. Ele está satisfeito com a safra deste ano. De oito hectares, devem sair 240 mil frutos. ?Comprador não falta, todo mercado está sempre aqui, principalmente neste período. Existe o mercado nordestino que antes consumia só as frutas do Sul do país, mas agora consome bastante frutas das pequenas feiras do interior. Então, a procura é maior do que a oferta?, explicou o agricultor Nelson da Silva. 

Até o ano passado, o maior produtor de abacaxi no Estado era o município de Santa Rita, mas as lavouras de cana-de-açúcar ocuparam o espaço e diminuíram a área plantada com a fruta. Foi assim que Itapororoca assumiu a liderança e esse ano espera colher 90 milhões de abacaxis em três mil hectares. 

Dados da Emater mostram que cada hectare plantado com abacaxi na Paraíba gera dois empregos diretos e mais três indiretos. Em Itapororoca, a fruta é responsável por 40% do PIB do município, mas para organizar a produção foi preciso fazer mudanças. 

?Hoje o produtor associado está mais capacitado tecnologicamente com palestras, cursos e treinamentos, e está mais otimista com o plantio do fruto?, comentou Dilmar Morais, presidente da Associação dos Produtores de Abacaxi de Itapororoca. 

A Paraíba responde por 18% da produção nacional de abacaxi.
 
Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12068&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Desmatamento na Amazônia cai 46% </title>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 07:38:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O desmatamento acumulado de agosto de 2008 a julho de 2009 na Amazônia foi 46% menor do que no período anterior, de acordo com o Inpe. As estatísticas sugerem queda no ritmo de derrubada. Mas, na soma de junho c julho, houve alta de 18,5% ante os mesmos meses de 2008 - o que pode sinalizar inversão da curva de redução. O Pará respondeu por 47% do desmatamento.

Dados do Inpe apontam queda da derrubada da floresta em 12 meses; junho e julho, porém, sinalizam inversão

O desmatamento acumulado dos últimos 12 meses na Amazônia foi 46% menor do que no ano anterior, segundo números divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do período de agosto de 2008 a julho de 2009, que corresponde ao chamado ano fiscal de monitoramento da região. As estatísticas apontam para uma forte tendência de queda no ritmo de derrubada da floresta. Mas com uma ressalva: na soma de junho e julho, houve aumento de 18,5% em relação aos mesmos dois meses de 2008 - o que pode sinalizar uma inversão da curva.

A maior parte do desmatamento foi detectada no Pará (47% do total), que só ficou visível nas imagens de satélite a partir de junho, por causa da forte cobertura de nuvens. A área de florestas derrubadas ou degradadas no Estado aumentou 22,5% nos 12 meses, enquanto no Mato Grosso houve queda de 68,5% (mais informações nesta página).

Em números quantitativos, a área total desmatada no bioma no período 2008-2009 foi de 4.375 km², comparada a 8.147 km² no período anterior.

Os dados são do sistema Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que utiliza imagens de baixa resolução e só "enxerga" áreas maiores do que 25 hectares. Por isso as indicações de tendência (em porcentagem) são mais importantes do que a quantificação das áreas desmatadas (em quilômetros quadrados). O cálculo oficial de área é feito por um outro sistema, chamado Prodes, que utiliza imagens de melhor resolução - e cujos dados só ficam prontos no fim do ano.

Segundo o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, é impossível fazer uma previsão sobre o Prodes com base no Deter. "Já tentamos fazer essa relação em outros anos e descobrimos que é muito mais difícil do que parece", disse ele ao Estado.

Há muitos desmatamentos que não aparecem no Deter por serem menores do que 25 hectares. Além disso, o Prodes contabiliza apenas áreas de corte raso (onde a floresta foi totalmente derrubada), enquanto o Deter mistura esse tipo com a degradação florestal. "O que podemos dizer é que a tendência é de queda. Mas a intensidade dessa redução é difícil de prever", avalia Câmara.

Ele atribui a diminuição a uma combinação de fatores, incluindo ações de governo, crise econômica mundial e ações proativas por parte de empresas do setor agropecuário.

Para cumprir a meta do Plano Nacional de Mudanças Climáticas - de diminuir em 40% a média anual de desmate no período 2006-2009, em relação à média dos dez anos anteriores -, o desmatamento medido pelo Prodes neste ano não poderá ser maior do que 8.250 km², o que significa uma redução de 35,7% em relação a 2008.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clippng - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12062&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Umidade faz cana perder a qualidade </title>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 07:35:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Excesso de água no solo faz com que o colmo não concentre tanta [br]sacarose, o que reduz seu rendimento industrial

- A semana começou com céu nublado e chuva fraca na maior parte do Estado, com temperatura entre 14 e 22 graus. Na quarta-feira, a frente fria deu lugar a uma massa de ar seco, mantendo os dias ensolarados, com baixa umidade e calor de até 30 graus no fim de semana. Agosto terminou com volume de chuva bem acima do normalmente esperado para o mês e temperatura levemente inferior à média histórica, o que explica o elevado conteúdo de água no solo em todo o Estado, oscilando em torno de 80% da capacidade máxima de retenção.

Em condições normais, é comum observar valores médios de umidade do solo abaixo de 40% neste período do ano, destacando as condições atípicas do inverno no Estado. O excesso de chuva tem favorecido os pecuaristas, reduzindo a necessidade de alimentação suplementar ao gado. A melhor condição do pasto também permite ao pecuarista segurar os animais no pasto, aguardando por melhores preços.

COLHEITA

Para as culturas em colheita, o excesso de chuva ao longo do inverno tem trazido prejuízo aos produtores, tanto pelos atrasos nos trabalhos de campo, aumento nos custos e perda na qualidade dos produtos.

Desde junho, este quadro é observado no setor sucroalcooleiro de praticamente todo o Estado, onde as paralisações por causa da chuva e a queda na concentração de sacarose no colmo da cana por causa do excesso de água e do tempo nublado têm resultado em prejuízos expressivos nesta safra.

A cafeicultura também experimenta dificuldades semelhantes, com atraso no andamento da safra e perda na qualidade do café, resultando em queda de preços associada ao aumento nos custos. Os produtores de mandioca também passam pela mesma dificuldade por causa do tempo chuvoso, com redução na oferta do produto e efeitos no setor de farinha e fécula.

Desde quarta-feira, contudo, o tempo firme favoreceu a retomada de colheita, transporte e secagem. O tempo seco também favoreceu a colheita da cebola e da alcachofra em Piedade; do morango em Atibaia, Monte Alegre do Sul e Jarinu; da cevada, aveia e trigo em Itapetininga, Itapeva e Taquarivaí e do tomate em Cafelândia, Sumaré e Ribeirão Branco.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12061&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtividade do milho segunda safra será 19% maior em MT </title>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 07:32:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O milho segunda safra, em Mato Grosso, reservou mais uma surpresa na reta final de mais um ciclo, a média de produtividade está 19,9% maior do que os volumes projetados em julho. Com rendimento por saca de 84,6 sacas por hectare (ha), a safrinha soma 5.074 quilos/ha contra 4.232 quilos estimados em julho. Em relação à variação anual o aumento de produtividade é de 9,3%, já que na temporada passada (07/08), foram extraídos em média 4.642 quilos/ha.

Considerando a produtividade, a estimativa de produção é 8,5 milhões de toneladas, volume 19,2% superior aos números de julho e 9,7% acima da safrinha 07/08.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), "as boas condições climáticas e o caráter empresarial aplicado à cultura adquiriu no Estado fizeram com que mais um recorde de produtividade e produção fosse consagrado pelo maior produtor de grãos nacional. Volume maiores do que o esperado". Conforme boletim semanal divulgado ontem, na última semana de agosto, a colheita do milho atingiu 97,5% dos 1,67 milhões de hectares cultivados.

No Estado, a região que detém a maior produtividade é a oeste, onde o rendimento médio por hectare é de 4.960 quilos. Já em volume de produção, o médio-norte estadual está ofertando pouco mais de 4,23 milhões de toneladas, ou, 47,8% do volume total estimado para a atual temporada mato-grossense.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12060&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de arroz deve cair 5,27% </title>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 11:10:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Apesar da ampliação de 0,29% na área de cultivo de arroz, a produção deverá ser 5,27% menor na safra 2009/2010. O déficit hídrico nas barragens das regiões produtoras e a possibilidade de precipitação em excesso no período da semeadura são apontados como principal causa para a queda de rendimento, a despeito da alta tecnificação, explica o agrônomo José Enoir Daniel, assistente técnico estadual de arroz irrigado da Emater. Se confirmada essa previsão, a cultura deverá ocupar 1,108 milhão de hectares no Rio Grande do Sul, alcançando uma produção de 7,448 milhões de toneladas, projetou ontem a Emater. 

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12056&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Felizes com a fava </title>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 11:09:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores da região do Cariri, no sul do Ceará, estão colhendo a safra da fava. Este ano, o clima ajudou e mesmo quem plantou uma pequena área está tendo bons resultados. 

O agricultor Antônio Vicente, de Várzea Alegre, a 436 quilômetros de Fortaleza, nem precisam plantar tanta fava para garantir o complemento alimentar, o arroz, o milho e o feijão. ?É uma boa produção para o ano. Se tivesse plantado mais, seria mais ainda?, falou. 

A fava é de fácil cultivo e se adapta bem ao clima semi-árido. De acordo com os técnicos, deve ser plantada consorciada com o milho. ?Da um casamento perfeito. O milho produz a espiga no pé e a fava consegue produzir as vagens na copa do milho. A fava é uma planta muito importante para nós do semi-arido nordestino?, explicou o José Pinheiro de Almeida, agrônomo da Ematerce. 

No ano passado, na roça a saca de 60 quilos chegou a ser comercializada por R$ 120. Agora, quem precisa vender só consegue metade deste preço. Depois da antiga forma de debulha, a armazenagem dos grãos é feita em sacos e garrafas plásticas. 

O melhor acontece na cozinha. É difícil não encontrar uma dona de casa preparando o prato da época: o arroz misturado com fava, conhecido no interior como baião de dois de fava. ?É fácil de preparar. É só colocar a fava no fogo. Quando a fava estiver cozinhada você faz o arroz. O tempero é à vontade?, explica a agricultora Josefa Domingos. 

A fava também é bastante utilizada na alimentação dos animais.
 
Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12055&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de canola </title>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 11:08:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de canola do Rio Grande do Sul estão contentes com o desenvolvimento das lavouras. A área ocupada com a cultura aumentou. 

O clima tem ajudado no desenvolvimento da lavoura. O Gilberto Scapin está cultivando grão pela primeira vez. Ele plantou 80 hectares e espera obter uma boa renda. 

?É uma cultura a mais que vem somar para, quem sabe junto com o trigo, o produtor obter uma renda maior?, disse o seu Gilberto. 

O Rio Grande do Sul é o principal produtor brasileiro de canola. A cultura começou a se expandir no em solo gaúcho nos últimos quatro anos, segundo a Emater, com um aumento de aproximadamente 50% na área cultivada nesse período, graças a demanda que não para de crescer. 

A canola é usada na fabricação de óleo comestível e na produção de biocombustível. 

O seu Gilberto pretende colher 30 sacas por hectare. O valor do produto é equiparado atualmente ao da soja. Outro trunfo do grão é a vantagem que a canola oferece para as lavouras que serão plantadas em seguida. O cultivo deixa o solo mais fértil e garante maior produtividade. 

O produtor gaúcho está vendendo a saca de sessenta quilos de canola, em média, por R$ 42. 
 
Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12054&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Emissão de gás carbônico aumenta mais de 100% em 13 anos </title>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 12:54:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O forte aumento da quantidade de gás carbônico (CO2) gerado pelas termoelétricas, de 1994 para 2007, foi um dos dados de destaque dentro do quadro das emissões por combustíveis fósseis e processos industriais apresentado hoje (27) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Essa modalidade de geração de energia, que emitiu 10,8 milhões de toneladas de CO2 há 15 anos, foi responsável por jogar cerca de 24 milhões de toneladas do gás na atmosfera em 2007. O aumento foi de 122%.

- Nossa matriz continua sendo muito limpa, porque ainda é muito baseada na hidroeletricidade, mas há um aumento significativo das termoelétricas. Então, nós temos que agilizar as hidroelétricas, incentivar a eólica [energia dos ventos] e a solar e impedir que continue o aumento das termoelétricas, que significará sujar a nossa matriz e torná-la mais cara também - disse Minc.

O estudo das emissões de CO2 , elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), compara os dados relativos à emissão do gás na indústria e no setor de energia.

Minc ressaltou a diferença da relação entre o aumento da geração de energia elétrica no país de 1994 a 2007 e o aumento das emissões de CO2. Enquanto, no primeiro a relação foi de 71%,

no segundo chegou a 122%. O resultado final foi que a produção de energia elétrica se tornou 30% mais poluente em gás carbônico.

Levando em conta todos os segmentos responsáveis pelas emissões de CO2 , tendo como fonte os combustíveis fósseis e os processos industriais, o aumento foi de 49% e, segundo a estimativa, passou de 225,2 milhões de toneladas para 334,6 milhões de toneladas emitidas.

Outro setor que mereceu destaque foi o de transportes, que, no período analisado, passou de 94,3 milhões de toneladas de CO2 emitidas para 146,8 milhões de toneladas, um aumento de 56%. O meio rodoviário, que, em 1994, representava 88% do total de emissões, em 2007 elevou sua participação para 90%. Já o hidroviário teve queda de 4% para 3%.

- Enquanto outros países estão se encaminhando cada vez mais para outras formas, no Brasil o

"rodoviarismo" não só não diminuiu como aumentou. Isso aponta para a importância de se investir no transporte público, das ferrovias, das hidrovias e mais biodiesel no diesel, mais flex, mais etanol, mais eficiência - avaliou o ministro.

O levantamento, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, tem o objetivo de fornecer estimativas atualizadas das emissões de gases de efeito estufa do Brasil como subsídio para o planejamento de políticas públicas. Além de energia e indústria, também serão feitas estimativas de setores como agropecuária e florestas.

Fonte: Agência Brasil - DF e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12048&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
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<title>Safra de trigo no PR </title>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 10:23:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A área de trigo do Paraná aumentou cerca de 9% este ano. Mas a colheita, que começou essa semana, revela que o Estado terá uma safra menor por causa do excesso de chuva.

Não está sendo fácil encher o caminhão. O seu José Luiz Kolarovic plantou 80 hectares de trigo no município de Rolândia, no norte do Paraná. Ele esperava colher 60 sacas por hectare, mas vai tirar do campo menos de 30. A qualidade dos grãos também caiu muito.

Será assim para muitos agricultores. Em mais da metade da área cultivada com trigo no Paraná, eles vão amargar prejuízos de até 80% na produção. Tudo por que choveu bem mais do que a lavoura precisava.

O excesso de umidade favoreceu o ataque da brusone e da gyberella, doenças provocadas por fungos.

Além da queda na produção, os agricultores estão preocupados com o preço baixo. Essa semana, a saca do trigo de melhor qualidade foi vendida no Paraná por R$ 25, um valor abaixo do mínimo do governo que é de R$ 31,80.

Em Rolândia, o seu Oridis Festti não se conforma com a situação. ?A melhor coisa, às vezes, é dormir. Vai fazer o quê? Vai à toa para ficar sofrendo à toa?, falou.

Em Cascavel, o analista de mercado Tony Silva disse que há três motivos para o preço baixo do trigo. ?A oferta é maior do que a demanda. Isso pressiona os preços. Em segundo plano, acompanhamos um câmbio mais forte, ou seja, o real mais forte perante o dólar, o que barateia as compras nos moinhos de trigo internacional, ou seja, é mais uma pressão. Em terceiro lugar, a pior das pressões é a falta de recursos federais para comprar a produção no momento em que ela está sendo colhida, ou seja, o produtor mais uma vez se encontra na chuva?, explicou.

O trigo novo está chegando e as cooperativas do Paraná ainda mantêm 10% da safra do ano passado parada nos armazéns.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12043&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Os efeitos da chuva pelo país </title>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 10:19:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Nas últimas semanas, a chuva influenciou o andamento das atividades agropecuárias em diversas regiões do país. Veja um balanço da situação.

Entre os dias 21 de junho e 21 de agosto, já choveu mais do que o normal para o período em várias regiões do país. No norte do Paraná, choveu cem por cento acima do normal.

No município de Ribeirão Preto, norte de São Paulo, historicamente o volume de precipitação entre os meses de junho e agosto é de cerca de 50 milímetros. Mas esse ano já choveu o dobro.

A cana está esperando para ser colhida, mas a umidade impede a queima e as máquinas não conseguem entrar nos canaviais.

O café dos produtores do sul de Minas Gerais também está prejudicado. Em algumas áreas choveu cem por cento a mais do que o normal.

Em Varginha, a colheita está parada. Mas o grande problema é o café que está secando no terreiro. Mesmo quem cobre o grão com lona não consegue fugir de prejuízos.

Em Sinop, no norte de Mato Grosso, normalmente o tempo é seco nesta época do ano. A chuva dos últimos dias pegou os agricultores de surpresa. E é uma correria para cobrir a montanha de milho com lonas. As máquinas aceleram o trabalho de remoção do produto no tempo.

O que ninguém esperava aconteceu. Em 2007 e 2008 as primeiras chuvas na região norte de Mato Grosso foram registradas só a partir de 20 de setembro. Com quase um mês de antecedência, este ano o clima pegou todo mundo de surpresa. Gerou transtorno e prejuízos.

O produto molhado vai para o secador. Mesmo assim, boa parte do que fica no chão acaba se perdendo.

?A nossa empresa possui várias unidades em quase todo o Mato Grosso. Então, isso faz com que a gente consiga dar um destino, mas não é o que acontece com a maioria. Com certeza, vai causar problema?, avaliou Dalton Cagnini, gerente do armazém.

No Amazonas, houve uma cheia histórica no primeiro semestre do ano. A vazão dos rios está demorando e quem sofre é o gado. Milhares de cabeças já morreram de fome. Como os rios continuam cheios, bois e búfalos ainda não podem deixar as áreas altas, onde acabou a pastagem. Esse é o caso da fazenda em Itacoatiara. Com a falta de comida, o gado busca alternativas na mata e acaba se alimentando de ervas venenosas.

No norte do Ceará, os agricultores estão acostumados a enfrentar a seca nesse período. Mas desta vez vivem uma situação diferente.

Em Groaíras, há uma cena rara nesta época: agricultores colhem a segunda safra deste ano. Os grãos vão garantir o alimento de muitas famílias até o próximo período de chuvas, no ano que vem.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, a chuva nos próximos três meses deverá ser normal no Norte e no Nordeste. Nas outras regiões do país, deve chover acima da média.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12042&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>A agricultura familiar no combate as mudanças climáticas </title>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:11:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As previsões dos técnicos são pessimistas, algumas até catastróficas: o aquecimento global vai, sim, afetar a produção de alimentos. A intensidade é uma questão de tempo e de localização geográfica. Mas a parte boa desses prognósticos é que ainda há saídas, como diminuir a emissão dos gases de efeito estufa; desenvolver plantas geneticamente mais resistentes e investir recursos e tecnologia na agricultura familiar, responsável hoje por 85% de tudo o que os brasileiros comem.

O fortalecimento da produção familiar no campo foi uma aposta da cadeia Wal-Mart já em 2003. Fazia sentido. Além de garantir a sobrevivência do produtor rural, numa ponta, assegurava o abastecimento das lojas, na outra. As 14 famílias cadastradas então no Clube dos Produtores foram se multiplicando e, seis anos depois, são 4.427. Aquela aposta evoluiu e faz parte hoje do esforço da rede no enfrentamento das mudanças climáticas.

"Estamos à procura de agricultores atentos à qualidade de suas plantações", anuncia Sérgio Nóia, vice-presidente de produtos perecíveis do Wal-Mart. Em contrapartida, as famílias inscritas no Clube dos Produtores recebem aconselhamento técnico, contam com assessoria para planejamento de produção, logística e acesso aos grandes mercados. Todos lucram. "Os agricultores sabem que terão a venda assegurada e as lojas têm o abastecimento garantido", explica Nóia. "E tudo sem a figura do atravessador".

Essas 4.427 famílias de produtores estão espalhadas por 244 cidades de oito Estados e são responsáveis pelo abastecimento de 422 itens de hortifrútis, 73 de açougue e 61 de padaria.

O apoio à agricultura familiar é eficiente no enfrentamento das mudanças do clima, concorda Eduardo Assad, pesquisador da Embrapa. "Nessa prática artesanal as raízes são mais profundas, o que faz a lavoura consumir menos água; assim as espécies sofrem menos com a seca e têm maior rendimento", explica. "Além disso, a escala de trabalho na agricultura doméstica é bem menor, e pode fazer toda diferença nas intervenções e correções".

A produção familiar é campo fértil também para o uso de sistemas agroflorestais em que o pasto, as culturas e a floresta convivem no mesmo hectare de terra. "Agricultura e custo ambiental têm tudo a ver", diz Assad.

Depois de amargar décadas de exclusão da modernização dos métodos agrícolas, os pequenos agricultores estão hoje no foco da atenção dos governos e da iniciativa privada. "É mais barato investir na agricultura familiar e incentivar a permanência do produtor na terra do que arcar com o ônus da saída dele do campo", diz Adoniram Peraci, secretário nacional da agricultura familiar do Ministério da Agricultura. Nos anos 1960 a população rural brasileira chegava a 80%. Sem condições de sobrevivência, grandes levas migraram para cidades grandes e o contingente rural baixou para 17% no início do século. Ainda assim, Peraci aposta na revitalização da agricultura familiar.

"O consumo força a mudança de comportamento do comércio e da produção no mundo rural", diz. A pressão por uma alimentação mais saudável, a preferência por produtos orgânicos e a exigência da compra da merenda escolar no próprio município são demandas reais. Dos R$ 2,2 bilhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, 30% são destinados à compra de alimentos para a merenda escolar. São cerca de R$ 700 milhões injetados na agricultura doméstica em 2009. "É um mercado que ganha musculatura e oferece oportunidade a todos os produtores", diz Peraci.

Os produtores domésticos, que Peraci chama de estabelecimentos familiares, são cerca de 4 milhões no Brasil. São agricultores dispensados de licitação nos negócios com as prefeituras. Mas têm um limite: não podem ultrapassar R$ 9 mil por ano na comercialização com o poder público. A produção excedente é escoada pelas cooperativas, mas também pode ser vendida diretamente aos mercados. "A tendência é redescobrir o mundo rural, reencontrar a natureza, valorizar os pequenos municípios", diz Peraci.

Apostar nas pequenas comunidades e priorizar a agricultura são as ações básicas do projeto-piloto que o governo do Piauí desenvolve em parceria com a CareBrasil. O ponto de partida é o investimento na segurança hídrica e na segurança ambiental como forma de garantir a segurança alimentar, segundo o diretor da Care, Markus Brose.

A capacitação começou pela Defesa Civil. "É preciso construir galpões para estocar alimentos", diz. "É assim que o Piauí vai enfrentar catástrofes como as enchentes deste ano." O programa tem muitos desdobramentos: formação do agricultor como profissional da terra, empreendedorismo juvenil no meio rural e recuperação dos mangues e matas ciliares.

"O Piauí desenvolve um grande programa de ligação entre mudanças climáticas e segurança alimentar", diz Brose. A escola de agricultores forma 70 alunos por ano ao custo de R$ 200 mil e, segundo Brose, deve ser autossustentável dentro de 5 a 7 anos. O projeto introduziu também os biodigestores no meio rural. É assim que os dejetos se transformam em gás para a cozinha e geram energia elétrica. "É uma das experiências mais importantes do semiárido e pode ser replicada em muitos Estados do Nordeste", garante Brose.

Na Fundação Banco do Brasil, a experiência do PAIS (Programa de Produção Agro-Ecológica Integrada e Sustentável) teve início em 2005 com parceria do Sebrae e do Ministério de Integração Nacional. São 4 mil as famílias apoiadas pelo programa, a um custo de R$ 900 mil/ano. "O objetivo é dar suporte ao pequeno agricultor para que garanta a sobrevivência de forma sustentável", explica Jorge Streit, diretor de desenvolvimento social da Fundação. "Quando consegue a segurança alimentar da própria família, o agricultor vende a produção excedente."

A agricultura familiar tem tudo para prosperar. "Não agride o solo, dispensa produtos químicos, valoriza a compostagem, a permacultura, o reuso da água; de quebra, garante a geração de renda", diz Streit. É a atitude mais racional em tempos de crise hídrica, energética e alimentar, concorda Crispim Moreira, secretário nacional da segurança alimentar e nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Para garantir a produção, distribuição e acesso de toda a população ao alimento, Crispim aponta algumas saídas - entre elas reforçar o sistema agroindustrial. Os 4 milhões de pequenos proprietários rurais e suas famílias somam um contingente de 20 milhões de pessoas que garantem a alimentação de quase 150 milhões de brasileiros, ele calcula. Por isso, Crispim acredita que a atividade familiar rural pode representar um grande salto de desenvolvimento. "Os negócios feitos na própria região engrossam a demanda, movimentam a economia local e disparam o desenvolvimento social", diz. Mais: oferecem a esses milhões de famílias a oportunidade de fornecer diretamente ao Programa Nacional de Merenda Escolar.

Para enfrentar cenários que apontam para aumentos de temperatura de até 5° C e níveis de chuva entre 5% e 15% mais elevados, os estudos não têm fim. Ainda é muito difícil prever como se comportará cada região assolada pelas mudanças climáticas - mesmo para técnicos que fazem prognósticos planetários, como o professor Walter Belik, vinculado ao Instituto de Economia da Unicamp. Há pontos do planeta, como América Latina, África e Ásia, em que o avanço da desertificação é inexorável, segundo ele. Em contrapartida, diz, o norte do Canadá e a Sibéria, regiões conhecidas por estar sempre debaixo da neve, poderão entrar no mapa das áreas agricultáveis, justamente por causa das alterações do clima.

As políticas protecionistas e as barreiras comerciais também tendem a mudar com a crise de alimentos. Belik prevê que muitos governos que sempre apostaram nos subsídios para garantir a alimentação básica vão mudar de posição. "A segurança alimentar baseada na autossuficiência vai ficar cada vez mais difícil porque os países estão cada vez mais interdependentes." Uma das adaptações mais importantes, segundo Eduardo Assad, da Embrapa, é a mudança da matriz energética. "O Brasil produz o etanol da cana, oito vezes mais eficiente que o petróleo." O produto reduz em média 89% de gases de efeito estufa contra 46% do etanol da beterraba e 31% do etanol do milho. Desde 2003, cerca de 45 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas, conforme a União da Indústria de Cana-de-Açúcar.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12026&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Benefícios da chuva no CE </title>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 09:56:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Este ano choveu mais que o normal em várias regiões do Ceará. A terra úmida incentivou muitos agricultores a plantar uma segunda safra. O resultado superou as expectativas.

Milho, feijão, melancia e jerimum. É período de seca, mas tem fartura no sertão. ?A gente tinha perdido tudo. A gente não esperar o que deu no segundo plantio que a gente fez, mas estamos satisfeitos com a colheita?, disse o agricultor Luís Carlos de Lira.

Os agricultores plantaram em junho e já estão colhendo. É bastante raro no sertão ver feijão e milho verde no mês de setembro.

Por isso, o agricultor Genival Feitosa está satisfeito. Ele faz parte do grupo de mais de cem agricultores que perdeu a safra com as chuvas de 40% acima da média no começo do ano. Mas ele não desistiu e plantou os cinco hectares de novo. E se tem alimento, tem agricultor feliz em homenagem à nova safra do sertão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12024&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Menos trigo na lavoura no PR </title>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 09:55:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Não está sendo fácil encher o caminhão. O seu José Luiz Kolarovic plantou 80 hectares de trigo. Ele esperava colher 60 sacas por hectare, mas vai tirar do campo menos de 30. A qualidade dos grãos também caiu muito.

Será assim para muitos agricultores. Em mais da metade da área cultivada com trigo no Paraná, eles vão amargar até 80% na produção. Tudo por que choveu bem mais do que a lavoura precisava.

Foi um inverno muito diferente. De junho até agora choveu no norte do Paraná o dobro da média histórica. É muita água num período fundamental para o desenvolvimento. Por causa da umidade, as lavouras sofreram com a brusone, doença provocada por um fungo que ataca as espigas e tira a qualidade dos grãos.

O seu Orides Festti plantou 160 hectares. O resultado foi a frustração. Ele ainda reclama dos preços que estão baixos.

A saca do trigo de melhor qualidade está sendo vendida, no Paraná, por R$ 25, um valor abaixo do preço mínimo estabelecido pelo governo, de R$ 31,80.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12023&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Safrinha será menor em MT </title>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 10:18:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Encurralados pelos problemas de logística, falta de armazéns para estocar a safra e baixos preços no mercado interno, os produtores de Mato Grosso deverão reduzir em pelo menos 30% a área plantada do milho na safrinha de 2010. Eles alegam que os preços atuais não estão cobrindo os custos de produção. Esta semana o milho registrou sua pior cotação do ano, despencando para R$ 7 a saca de 60 quilos na região norte, onde o custo para se produzir uma saca chega até a R$ 13, dependendo a região.

Os produtores mato-grossenses apontam a superoferta como uma das explicações para a queda dos preços, mas não vêem a migração para a cultura da soja. "Além da ótima safra (6,5 milhões de toneladas), o consumo de Mato Grosso é muito pequeno, apenas dois milhões de toneladas. O excedente deve ser escoado e, para isso, os produtores precisam dos leilões da CONAB para não perder o milho por falta de armazenamento", afirma o presidente do Sindicato Rural de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá), Antônio Galvan. Ele diz que ainda é cedo para falar em queda, mas a tendência é de "grande redução de área" em função dos problemas atuais. "Teremos um recuo de no mínimo 30% na área", prevê.

O presidente do Sindicato Rural de Tapurah (433 quilômetros ao norte de Cuiabá), Marusan Ferreira Barbosa, também acha que o momento é de dificuldade, exigindo muita cautela por parte do produtor. "Os produtores, de fato, estão desanimados. As perspectivas para o milho não são nada favoráveis para 2010, pois os preços não estão remunerando e os produtores temem por mais prejuízos". Segundo Barbosa, pelos custos atuais de produção o agricultor teria de vender a saca de milho por R$ 10,50 para não ter prejuízos. Por conta deste cenário, ele acredita que haverá redução de área em torno de 30%. "Mas tudo está atrelado à situação de mercado e clima. A redução poderá ser até maior".

O agrônomo Agmar Lima, consultor na região norte do Estado, diz ter informações de produtores que já tomaram a decisão de não plantar milho. "Mas, ainda é cedo para fazer esta projeção, pois 2010 ainda está longe e a situação poderá mudar daqui até lá. A verdade é que o produtor precisa plantar o milho para fazer a rotação na lavoura, aproveitando a adubação da soja". Por enquanto, segundo Lima, as previsões para o milho ainda são uma incógnita.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Ottoni Prado, também aponta os baixos preços do milho, a falta de armazéns e o alto custo do frete como principais causas da redução da área no próximo ano.

Se em médio prazo a situação é incerta, a curto é pior ainda. Segundo o analista André Pessôa, da Agroconsult, os produtores de Mato Grosso deveriam ter um subsídio para sustentar os gastos com o frete. Mesmo com a ida de várias indústrias de carnes para a região, há uma sobra grande de milho que precisa sair rápido da região. "As previsões para o milho em 2010 não são boas e dependerão do comportamento do mercado", disse.

SOJA - Mesmo assim, os produtores não falam na possibilidade de o milho perder lugar para a soja no próximo ano. "Na verdade, em nosso Estado, o ciclo do milho é um pouco diferente, pois o grosso do plantio ocorre após a colheita da soja, em fevereiro ou março", explica o agrônomo Agmar Lima. "Acredito que o ciclo de plantio será mantido. O que poderá acontecer é o produtor plantar menos na época da safrinha".

Fonte: Diário de Cuiabá - MT e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12019&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Falta de água no norte da BA </title>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 10:17:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Moradores de comunidades rurais do Vale do Salitre, no norte da Bahia, estão sofrendo com a falta de água. O abastecimento, que era feito com carros-pipa, foi suspenso por falta de recursos.

A dona Eva Ribeiro Ferreira está sem água em casa há quase 30 dias. As cisternas do povoado de Bebedouro Grande estão vazias. O abastecimento é feito pelos carros-pipa do Exército, mas, segundo a dona de casa, o Batalhão de Petrolina, responsável pela distribuição de água, suspendeu o serviço há mais de um mês.

?O Exército não está mais colocando água. A gente está pegando água na caixa de um e de outro. No rio também não tem água. Então, está muito difícil para nós?, disse a dona Eva.

Assim como dona Eva, centenas de famílias do Vale do Salitre estão sem água para beber e cozinhar.

A esperança dos moradores para conseguir água sempre esteve no Rio Salitre, afluente do São Francisco que está praticante seco. O pouco de água que ainda resta não serve para o consumo humano, mas apenas para alimentar os animais e lavar a roupa.

A agricultora Irani Ribeiro está com medo de perder todo o maracujá que plantou há dois anos. ?Sem molhar não vai carregar. A situação é triste. Só Deus para ter misericórdia de nós?, lamentou.

?O motivo é simplesmente porque não foi repassada a verba necessária para implementar a operação pipa. Cabe ao Ministério da Integração fazer esse repasse?, explicou o tenente coronel Helvétius Marques, comandante do 72º Batalhão do Exército.

De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Nacional de Defesa Civil, os recursos já foram liberados e o abastecimento das famílias deve ser retomado em setembro.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12018&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores fazem mutirão e aceleram colheita do trigo no PR </title>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 10:16:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores paranaenses voltaram à lavoura para dar sequência à colheita de trigo, prejudicada com as chuvas das últimas semanas. Em algumas propriedades, devido ao excesso de umidade, o cereal começou a brotar e perder qualidade, fator que também deve afetar a produtividade.

O agricultor Francisco Alfredo Wurth Scheiner fez um acordo com vizinhos para aproveitar o sol e concluir a colheita na sua propriedade, em Campo Mourão (Centro-Oeste). ?Eles emprestaram suas colheitadeiras e, assim que a lavoura deles estiver pronta, sou eu que vou ajudá-los com meu maquinário?, conta Scheiner, que antecipou para o início de abril o plantio de 48,8 hectares de trigo para cultivar milho de verão em setembro. Ele colheu uma média de 1.800 quilos/hectare.

Já o produtor Cláudio Versari ainda deve demorar cerca de um mês para colher os 193,6 hectares de trigo na sua propriedade. ?Como a lavoura dele já está pronta e parou de chover, o negócio é ajudar a tirar o trigo rapidamente antes da próxima chuva. Assim ninguém perde?, lembra Versari, que emprestou o maquinário a Scheiner. ?Quando a minha safra estiver pronta para colher, ele também vai ajudar?, diz.

O Paraná cultivou neste ano 1,26 milhão de hectares de trigo, para um potencial produtivo de 3,37 milhões de toneladas.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12017&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Moagem de cana bate recorde no Centro-Sul </title>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:27:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A moagem de cana durante a primeira quinzena de agosto no Centro-Sul do país atingiu 40,085 milhões de toneladas, um crescimento de 34,4% sobre igual período do ano passado. O volume processado foi recorde, segundo a União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica).

No acumulado da safra até o dia 15, o processamento da matéria-prima pelas usinas ficou em 286,638 milhões de toneladas, com aumento de 17,3% sobre igual período do ciclo passado.

Mas mesmo com volume recorde alcançado na quinzena passada, a Unica acredita que a marca não deverá se repetir tão cedo, uma vez que as chuvas voltaram a prejudicar o andamento da colheita de cana na região. A expectativa é de que haja uma redução na moagem em 10 milhões de toneladas de cana na segunda quinzena deste mês.

Do total da cana processada nesta safra, as usinas produziram 15,339 milhões de toneladas de açúcar, um aumento de 23,4% sobre o mesmo período do ano passado. A produção de álcool no período ficou em 12,324 bilhões de litros, crescimento de 8,4%.

Das 23 novas unidades que devem iniciar as operações nesta safra, 12 deverão iniciar suas atividades até o fim de agosto.

Por conta do clima chuvoso, a Unica deverá rever suas estimativas de moagem para 2009/10. A expectativa é de que a produção de açúcar recue em 1 milhão de toneladas e a de álcool em 700 milhões de litros por causa da queda de quatro quilos de ATR (Total de Açúcar Recuperável) por tonelada de cana colhida no período.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12010&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas causam perdas no milho estocado em MT </title>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:25:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva está causando prejuízo para quem estocou milho a céu aberto, em Mato Grosso. Sem proteção, parte do produto já começou a estragar. 

Correria para cobrir a montanha de milho com lonas. As máquinas aceleram o trabalho de remoção do produto no tempo. O que ninguém esperava aconteceu. 

Em 2007 e 2008 as primeiras chuvas na região norte de Mato Grosso foram registradas só a partir de 20 de setembro. Com quase um mês de antecedência, este ano o clima pegou todo mundo de surpresa. Gerou transtorno e prejuízos. 

O produto molhado vai para o secador. Mesmo assim, boa parte do que fica no chão acaba se perdendo. O gerente da empresa em Sinop, norte do Estado, contou que já começou mandar milho para outros armazéns. Alguns ficam a 500 quilômetros de distância. 

?A gente acabou tendo que tomar uma medida de emergência, removendo rapidamente o milho do tempo. Nossa empresa possui várias unidades em quase todo o Mato Grosso. Então, isso faz com que a gente consiga dar um destino, mas não é o que acontece com a maioria. Com certeza, vai causar problema?, avaliou Dalton Cagnini, gerente do armazém. 

Segundo o Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, quinhentas mil toneladas de milho colhidas nesta safra ainda estão fora dos armazéns.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12009&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de café  no sul de mineiro </title>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:22:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva e a umidade dificultam a colheita de café no sul de Minas. Os grãos que ficaram no pé ou que estão no terreiro para secar começam a perder qualidade. 

Máquinas paradas e ruas de café vazias. Não parece que é época da colheita. Só em Varginha já choveu 38 milímetros este mês. São 20 milímetros a mais do que a média histórica para agosto. 

O agricultor David Henrique já colheu 80% da safra, que será de duas mil sacas. O resto vai ter que esperar. ?Faz uma semana que está parado desde que começaram as primeiras chuvas. Já era para ter colhido cerca de 10% dos 20% que tenho para colher ?, disse. 

Sem a colheita, os frutos caem do pé. Eles acabam fermentando. A mão de obra fica ainda mais difícil por causa do chão molhado e das folhas que se misturam aos grãos. O mato também cresce rápido entre as plantas. 

Além do atraso na colheita, a chuva atrapalha também a secagem dos grãos no terreiro, o que deixa a qualidade do produto comprometida. 

?O grão fica manchado e piora a bebida. É fungo que vai dar problema de bebida depois?, explicou Leonardo Bíscaro, agrônomo da Fundação Procafé. 

Mesmo quem tenta cobrir o café com lona não consegue evitar as perdas. ?Ela protege da água que vem da chuva. Mesmo assim, ainda acaba tendo a água por baixo. Ela acaba transpirando e umedecendo a parte de cima também?, disse o agricultor Guido Reguim. 

Guido deve colher 500 sacas de café este ano. Ele torce para que a estiagem não demore.
 
Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12008&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Canola emplaca no inverno </title>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 10:11:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pela primeira vez no time oficial das culturas de inverno, a canola ganhou área dobrada no Paraná. As apostas tinham crescido 23% ano passado e deram um novo salto ? de 107%, para 8,1 mil hectares ?, agora que a oleaginosa conta com zoneamento agroclimático, ou seja, pode ser cultivada com crédito oficial e direito a seguro.

Nos últimos dois anos, a expansão foi maior na região que vai de Guarapuava a Pato Branco. Um grupo organizado de produtores do Centro-Sudoeste cultiva 2,2 mil hectares, o dobro da área total de 2006 no estado. A opção ganha espaço mesmo em regiões antes consideradas de risco pela ocorrência de geadas em maio e junho, época do plantio.

"Estamos aprendendo a lidar com a canola", afirma Geovani Teixeira, produtor e empresário de Candói (Centro) que atua na recepção dos grãos. Ele calcula que, com uma semente mais adaptada e correção das práticas de manejo, é possível saltar de 1,6 para 2,5 mil quilos por hectare sem muito esforço. Sebastião Hollandini, que negocia contratos com produtores dessa mesma região, conta que a adesão tem se multiplicado todo ano.

A canola se expande principalmente nas regiões que não plantam milho safrinha. É concorrente do trigo, que tem área 140 vezes maior. Amplia suas fronteiras nos Campos Gerais, onde as geadas do início do inverno vêm sendo dribladas. "Neste ano vamos perder um pouco. A planta é sensível nos 15 primeiros dias. Mas em 2010 o plantio deve ser antecipado para abril e a produtividade pode chegar a 2 mil quilos/ha", afirma Sérgio Eurich, agrônomo da Cooperativa Witmarsum. Ele coordena 11 produtores que cultivam 429 hectares com canola e colhem cerca de 1,6t/ha.

A cooperativa está inclusive montando uma usina para produção de óleo a frio para consumo humano. O produto deve dividir espaço nas prateleiras dos supermercados com os queijos finos de Witmarsum. "A capacidade será de 400 litros por dia. Teremos canola excedente, mas não falta interesse do mercado", diz o agrônomo Gernold Schartner.

O produtor Ferdnand Kliewer conta que a cultura supreende no manejo. Segundo ele, é necessário pouco insumo e a terra rende mais para o milho no ano seguinte. Os 13 hectares que dedica à canola foram fortemente atingidos pela geada. Ele chegou a apelar ao Proagro. Depois de vistoria e tudo, a plantação se recuperou e ainda deve "render bem".

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12003&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Prejuízo com a chuva no interior paulista </title>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 10:09:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O mês de agosto tem sido bem mais chuvoso que a média histórica no noroeste de São Paulo, o que pegou muitos produtores de tomate de surpresa.

Na região de Cafelândia já choveu este mês 205 milímetros. Quase cinco vezes mais do que em todo o mês de agosto do ano passado. A cada dia que a colheita atrasa aumenta o prejuízo. Com o excesso de água os tomates apodrecem.

O agricultor Valentim Santo Pedro plantou 120 hectares. Trinta ainda não foram colhidos. Ele calcula que a produtividade média terá uma queda de 20%. De cem toneladas por hectare cairá para 80. "Pelo que me lembro nunca teve chuva desse jeito nesse mês", disse.

A colheitadeira não está sendo usada nos dias de chuva. Os funcionários fazem a colheita manual. Mas se uma colheitadeira carrega 30 caminhões por dia, o grupo de 15 pessoas consegue carregar no máximo um e meio.

No município de Potirendaba, o agricultor Aparecido Antonio da Silva nem se quer começou a colher e são 48 hectares com tomate. "O excesso de água no tomate vai provocar fungo, partimento e já está direto no contato com o solo. E aqui é tomate rasteiro. Então, na hora que sair o sol ele vai apodrecer. Tem que tirar na hora certa", explicou.

Ele tinha programado 20 dias para concluir a colheita. Agora, espera reduzir o prazo em cinco dias para evitar um prejuízo maior. "Estamos rezando para parar de chover para ver se conseguimos cobrir o custo. Eu estou achando que cada dia que passa está ficando mais difícil", avaliou seu Aparecido.

A chuva em São Paulo está afetando também o corte da cana. Muitas usinas já diminuíram o ritmo por falta de matéria prima.

Caminhões parados, funcionários sem ter o que fazer e moendas desligadas. E não é por falta de produto. A cana espera para ser colhida, mas o excesso de chuva impede a queima e as máquinas não conseguem entrar nos canaviais.

Em agosto, já choveu uma média de cinco vezes mais do que o normal, que é de 25 milímetros. No pátio estão 150 toneladas de cana, menos de 10% do que a usina mói por dia. A cana só chegou ao lugar depois que caminhões venceram os atoleiros nos canaviais.

A usina de Sertãozinho tem capacidade para moer até 3,5 mil toneladas por dia. Desde quarta-feira, a produção já caiu 70%. "Esse período em que ficamos parados a gente não consegue recuperar. Então, a gente deve prolongar alguns dias a safra no final do ano", falou Nadir Nascimento, gerente industrial da usina.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12002&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Excesso de umidade prejudica lavoura de trigo no PR </title>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 10:05:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva está prejudicando a safra de trigo no Paraná. A umidade favoreceu o aparecimento de doenças e em algumas lavouras, a quebra deve ser significativa.

O que era para ficar dourado escureceu de vez. É cinza do prejuízo provocado pelo aguaceiro que caiu nas principais regiões produtoras do Estado. A chuvarada favoreceu o aparecimento de doenças causadas por fungos que gostam de umidade e temperaturas amenas. Duas delas, bruzone e gibaela, devastaram lavouras no norte do Estado.

"A bruzone é um fungo que chocha completamente o grão. Se pegar em um ponto de floração plena, é capaz de nem produzir nada", explicou Manoel Bassoi, agrônomo da Embrapa.

Segundo o levantamento da Embrapa, as doenças atingiram 780 mil hectares de trigo no Paraná, sessenta por cento da área plantada no Estado, maior produtor nacional.

"Se assoprar ele some. Não tem peso", completou Bassoi.

Esse foi o efeito da bruzone na fazenda do agricultor José Geraldo Casaroto. Ele plantou 480 hectares na região de Londrina. Metade da área com recursos próprios. Fez três aplicações de defensivos, mas não conseguiu salvar a lavoura.

"A estimativa dessa área é colher 60 sacas por hectare. Talvez iremos colher 15 sacas por hectare, do tipo baixo padrão", disse Casaroto.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=12001&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de manga baiana </title>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:32:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita da safra da manga no vale do São Francisco, na Bahia. Este ano, a produção deve ser menor por causa do excesso de chuva no primeiro semestre.

A lavoura de manga ocupa cerca de 300 hectares da fazenda no município de Casa Nova, na área do Vale do São Francisco, no norte da Bahia. O agricultor Dante Galvani aumentou a área plantada em 25% em relação ao ano passado. Ele esperava que a produção fosse de dez mil toneladas da fruta, mas não chegará a este número. O clima frio atrasou a colheita em um mês e provocou o aparecimento de doenças nas lavouras.

"No ano passado, as chuvas foram até março. Este ano, elas se prolongaram até maio, o que causa maior umidade na plantação e aumenta a concentração de fungos", disse seu Dante.

Por conta do atraso e das perdas com doença a produção de manga no Vale do São Francisco deve ficar em torno de 500 mil toneladas, com uma redução de 30% em relação à safra anterior.

A Bahia é o Estado que mais produz manga no Brasil, com quase 50% da produção nacional. No ano passado, foram exportadas quase 78 mil toneladas da fruta para os Estados Unidos, Canadá e mais 25 países da Europa. Essa quantidade deve ser mantida na safra deste ano. Já o preço da manga deve ficar um dólar a menos do que em 2008.

Mesmo assim, a Associação dos Exportadores do Vale do São Francisco acredita que será uma safra positiva já que no ano passado as vendas estiveram quase paradas por causa da crise. Este ano, ganharão pouco menos pela caixa, mas estão com perspectivas de vender bem.

"O preço vai se situar em torno de seis a sete dólares. Esse preço, de fato, é inferior ao preço de abertura do ano passado. Mesmo abrindo a um preço inferior ao ano passado, poderemos ter um preço médio ao final desta safra muito melhor do que o ano passado. E isso é o que é importante", avaliou Caio Coelho, representante da associação.

No fim do ano passado, dez mil trabalhadores perderam o emprego no Vale do São Francisco por causa da crise financeira mundial, que afetou as exportações de frutas brasileiras. Com o início da safra de manga, pelo menos a metade desses trabalhadores está sendo recontratada.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11996&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva diminui oferta de mandioca e processamento cai 74% </title>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:31:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Indústrias de derivados de mandioca (farinha e fécula) voltaram a ter dificuldades com abastecimento de matéria-prima na semana passada devido ao expressivo volume de chuvas no período, conforme pesquisas do Cepea. A oferta, que já vinha sendo baixa nas semanas anteriores, diminuiu ainda mais nos últimos dias em praticamente todas as praças pesquisadas pelo Cepea. Entre 17 e 21 de agosto, o volume de processamento reduziu 74% em relação à semana anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, algumas unidades chegaram a interromper as atividades por conta da falta de matéria-prima. Dessa forma, a mandioca teve média de R$ 138,36/t, elevação de 1,2% na semana passada, frente à anterior.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11995&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de centeio no PR </title>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:30:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do noroeste do Paraná que apostaram no centeio para substituir o trigo na safra de inverno estão satisfeitos. Como o risco de perda é menor, a área plantada cresce a cada ano.

O agricultor Marcelo Bozelo sempre apostou no trigo como cultura de inverno. Mas depois de tantas perdas por causa da geada, ele andava meio desanimado. ?Quando o ano não via muito no início do inverno, no final de agosto até setembro acaba vindo geada. Não tem lavoura de trigo que resista ao frio?, disse.

Há três anos Marcelo resolveu investir no plantio do centeio. Tudo começou com uma pequena área, mas as vantagens se mostraram mais interessantes. Hoje, o trigo perdeu espaço na propriedade de 400 hectares. Já a produção de centeio não para de crescer.

O agricultor ficou tão satisfeito com o desempenho na última safra que resolveu ampliar a área de plantio. Agora, são 290 hectares de centeio sendo cultivados na propriedade. Teve mais gente pensando assim. De 2008 para 2009 a produção de centeio no Paraná aumentou em torno de 40%, saltando de 930 hectares em 2008 para 1,55 mil.

As regiões de Campo Mourão e Pato Branco são as campeãs de produtividade no Estado. A planta é geralmente utilizada para a fabricação de ração animal. Mas na propriedade do seu Marcel ninguém pensa em vender um só grão. Toda a lavoura se transformara em cobertura para o solo. Essa é uma tentativa de melhorar a produtividade das culturas de verão, como a soja.

Com o uso da palhada de centeio, o agricultor Marcelo Bozelo tem conseguido aumentar a produtividade das lavouras seguintes em até 10%.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11994&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva afeta produtividade da cana no Centro-Sul </title>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 10:22:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas que atingiram os canaviais da região Centro-Sul do país entre julho e parte de agosto poderão reduzir a produção de açúcar em 1 milhão de toneladas e a de álcool em 700 milhões de litros na safra 2009/10. Segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor-técnico da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), as perdas de ATR (Total de Açúcar Recuperável) por tonelada de cana podem chegar a 4 quilos neste ciclo.

Os cálculos são feitos com base numa produção total de 550 milhões de toneladas de cana prevista para a safra 2009/10. "A qualidade da cana para corte em setembro já está afetada", afirmou Padua.

A primeira estimativa da Unica para a safra 2009/10 apontava uma produção de açúcar de 31,2 milhões de toneladas no Centro-Sul, um crescimento de 16,6% sobre o ciclo anterior. Para o álcool, a estimativa inicial ficou em 26,3 bilhões de litros, alta de 4,7% sobre o ciclo passado. Na safra 2009/10, o ATR médio por tonelada de cana está estimado em 141,2 quilos.

Na regiões oeste e noroeste paulista, o clima chuvoso também afetou a produtividade da matéria-prima, afirmou José Carlos Toledo, presidente da Udop (União dos Produtores de Bioenergia). Na segunda quinzena de julho, o ATR por tonelada de cana está dez quilos abaixo do mesmo período do ano passado, de acordo com Toledo.

Nos últimos dois anos, parte das usinas do setor chegou a estender a moagem para esmagar um maior volume de cana. Se o clima chuvoso perdurar nos próximos meses, a expectativa é de que nesta safra a moagem termine mais cedo, disse Toledo. (MS)

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11974&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>El Niño atuará no Pacífico até 2010, diz Organização Mundial de Meteorologia </title>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 10:17:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Organização Mundial de Meteorologia (OMM), informou que o fenômeno climático El Niño se estabeleceu sobre o oceano Pacífico e poderá causar alterações na quantidade de chuva em partes das Américas, Ásia e África.

Segundo a OMM, o El Ninõ deste ano é moderado em comparação com o de 1997, quando a temperatura do mar subiu dois gaus, mas o fenômeno continuará em atividade até os primeiros meses de 2010.

O diretor-geral do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) do Brasil, Antônio Divino Moura, disse à Rádio ONU, de Brasília, que o El Niño é um dos componentes que influenciam as formações climáticas.

"Não se pode falar simplesmente sobre o El Niño e seus impactos. Por que se olharmos no passado, e temos estudos feitos desde 1961, veremos que em certos anos do El Niño você tem chuvas abundantes em um local, ou até precipitações normais. Ao contrário também, você pode ter um ano neutro e ter ventos climáticos severos. Então o El Niño é um dos componentes que atuam na formação do clima de uma certa região", declarou.

A OMM alerta que partes do sul e leste da Ásia poderão ser afetadas pelo El Niño devido a diminuição dos ventos monção vindos do mar.

Segundo a OMM, a África também deverá ter um aumento de secas durante a duração do fenômeno.

Fonte: Rádio ONU e Agrolink.]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11973&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Estudo revela maiores problemas ambientais que afetaram MT </title>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 10:16:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Um estudo divulgado pela Confederação Brasileira dos Municípios com base em dados da pesquisa de Informações Básicas Municipais ? Perfil dos Municípios Brasileiros/MUNIC 2008 revelou quais foram os principais problemas ambientais que mais atingiram as cidades brasileiras nos anos de 2006 e 2007. O topo do ranking é ocupado pelas queimadas, verificadas em 54% dos municípios pesquisados. O desmatamento figurou na segunda posição ao ser notado em 53% do território. Já o assoreamento de corpos d? água afetou 40,8%.

A relação apresenta também itens como a poluição e a escassez de água, quarto e quinto lugares com 41,7% e 40,8% respectivamente. Figuram na lista ainda contaminação do solo, poluição do ar, redução da quantidade/diversidade ou perda da qualidade de pescado, degradação de áreas legalmente protegidas, alterações de paisagens entre outros.

Em Mato Grosso, 76,60% dos gestores colocaram as queimadas como primeira colocada na lista das maiores preocupações. Do ranking nacional, este foi o sétimo maior percentual demonstrando a incidência de casos desta natureza entre os municípios. No Espírito Santo 82,1% das prefeituras relataram ter havido problemas com queimadas. Sergipe (76%) e o Mato Grosso do Sul (75,6%) apareceram em segundo e terceiro, consecutivamente.

Ao contrário da estatística nacional Mato Grosso não colocou o desmatamento como segundo maior problema ambiental. Mas sim o assoreamento (que ocorre quando há obstrução de um rio, canal ou açude pelo acúmulo de substâncias minerais ou orgânicas ? areia ou argila ? ou intervenções humanas, como a ocupação inadequada do solo, desmatamento, queimadas, e demais fatores). De acordo com a confederação, Mato Grosso foi o sétimo Estado que mais registrou assoreamento (63,1%). O Espírito Santo lidera as ocorrências no Brasil, com 82,1%.

No tocante a poluição do ar, 36,88% das cidades afirmaram ter enfrentado o problema em Mato Grosso. Gestores acusaram ainda problemas relacionados a redução da quantidade de diversidade ou perda da qualidade de pescado (31,91%), degradação de areas protegidas (34,04%), e atividade pecuária prejudicada por problemas ambientais (17,73%).


Fonte: Só Notícias e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11972&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva interrompe moagem da cana </title>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:40:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os preços do açúcar no Brasil seguem em forte alta nos últimos dias devido à firmeza das cotações no mercado internacional, as quais atingiram novos recordes. Segundo pesquisas do Cepea, as chuvas recentes também ocasionaram interrupção da moagem. Neste cenário, entre 12 e 19 de agosto, o Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) subiu 4,48%, fechando a R$ 45,65/saca de 50 kg nessa quarta-feira, 19. Mesmo com esse reajuste, aumentou a vantagem da exportação sobre a venda no mercado paulista.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11965&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores mineiros de alho comemoram alta do preço </title>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:38:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Minas Gerais é um dos maiores produtores de alho do país. Este ano, a área plantada no Estado vai chegar a cerca de 2,3 mil hectares. A previsão é colher 13.570 toneladas, com 480 saindo da região de São Gotardo, no alto Paranaíba.

O trabalhador rural José Reinaldo Silva saiu do Maranhão para aproveitar a época de emprego farto na região. ?Eu venho para cá todo ano e trabalho, mas lá eu invisto na minha casa, mando para minha família?, disse.

A colheita do alho só termina em setembro e os produtores que investiram devem ganhar um pouco mais este ano. Esse é um reflexo da queda nas importações do produto.

Para os produtores, o ganho a mais é sinônimo de alívio. ?Esse ano foi um ano complicado, com muita chuva no inicio. A gente teve que fazer um manejo um pouco mais pesado em relação ao controle de doenças. Só que a gente vai conseguir uma produção equiparada à do ano passado?, falou o agricultor José Mesquita Lond.

Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho, o volume de alho importado no primeiro semestre de 2009 chegou a quase 7,5 milhões caixas, quinze por cento a menos que em 2008.

O quilo do alho está sendo negociado, em Minas Gerais, por R$ 6,30. No mesmo período do ano passado, era vendido por R$ 4.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11964&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do algodão está chegando ao fim em Mato Grosso </title>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:37:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do algodão está chegando ao fim em Mato Grosso. Este ano, nem a redução da safra fez os preços reagirem.

As máquinas aproveitam os dias de sol para finalizar a colheita da safra na propriedade rural em Primavera do Leste, no sul de Mato Grosso. O clima quente permite aproveitar melhor o dia.

Com mais de 80% da safra colhida, a preocupação dos produtores de Mato Grosso é com o preço do algodão. A arroba é comercializada no mesmo valor do ano passado. O que segundo os agricultores não cobre o custo da produção.

?Hoje o custo de produção está em torno de US$ 2,3 mil, que da cerca de R$ 4,2 mil. A nossa receita, sendo eficiente na produção e colhendo 280 arrobas, que se tem uma produção em pluma por hectare de 110 arrobas por R$ 37 ou R$ 37 que está hoje, não da quatro mil reais. Então, se nós gastamos R$ 4,2 mil e nós temos uma receita de quatro mil, nós estamos tendo um prejuízo de cerca de R$ 200 a R$ 300?, disse o agricultor Canílio Froelich.

Por conta dos prejuízos muitos produtores deixaram de investir no algodão. Só neste ano a área plantada foi reduzida em 30%. Na cooperativa, formada por 34 produtores rurais, atualmente apenas 18 produtores mantêm plantações de algodão nas fazendas.

?O que efetivamente tem feito com que o produtor ainda continue são os investimentos que ele fez na atividade e que precisam ser pagos. Soja não paga conta de algodão. Então, existe toda uma estrutura que foi montada que exige nessa cultura que haja continuidade da atividade?, disse Hélvio Fiedler, diretor da cooperativa.

Segundo a Conab, a redução na área de algodão, em todo o país, foi de 21%.

Fonte: 0Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11963&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Aprovado zoneamento para cultivo do café no Espírito Santo </title>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:27:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta terça-feira (18), o zoneamento agrícola de risco climático para a cultura de café safra 2009 no estado do Espírito Santo, conforme Portaria Nº 191, de 17 de agosto de 2009. 

O zoneamento consiste na identificação de áreas aptas para o plantio, de forma a maximizar os resultados e minimizar as perdas. Esta Portaria tem vigência específica para a safra definida no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação. 

De acordo com dados da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB), o Espírito Santo é o segundo maior produtor nacional de café, com destaque das espécies arábica e conilon, sendo este último o primeiro colocado na produção nacional. 

Fonte: Agrolink e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11959&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio adensado anima produtores de algodão </title>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:26:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Primeira safra está em início de colheita. Ciclo é mais curto e custo de produção é menor. Além disso, a fibra tem qualidade.

- A colheita está no início, mas os produtores de Mato Grosso animam-se com a primeira experiência com o plantio adensado de algodão. Com ciclo de produção mais curto e custo menor, os agricultores esperam recuperar, em até dois anos, a área perdida na safra passada. Dados da CONAB mostram que a área plantada com algodão em MT, maior produtor nacional, encolheu 28,5% para 387.400 hectares em 2008/2009.


Pelo adensamento, já utilizado na Argentina e nos EUA, o produtor reduz o espaço entre as fileiras de plantas e diminui gastos com adubação, aplicação de defensivos, combustível e mão de obra, ao usar sementes de ciclo mais curto. Nesta primeira experiência, foram plantados 5 mil hectares em cinco regiões do Estado, com produtividade de 260 arrobas/hectare, mesmo patamar que o algodão convencional.


O vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Sérgio De Marco, relata que um dos gargalos do sistema é o gasto maior com sementes, cuja participação nos custos passou de 3% para quase 10%. Ainda assim, ele constatou queda de cerca de US$ 500 nos gastos para cultivar 1 hectare, que recuou para US$ 1.500.


Outro temor dos representantes da cadeia era quanto à qualidade do algodão. Como o Brasil ainda não conta com máquinas adaptadas para este sistema, a pluma poderia trazer resíduos. De Marco diz que a fibra é boa. "Porém, tivemos que investir na importação de máquinas, para colher sem afetar a qualidade da pluma."

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11958&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Prazo de plantio em Mato Grosso é alterado </title>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:24:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) alterou o prazo para plantio das lavouras de soja em Mato Grosso. De acordo com as novas regras para o zoneamento agrícola, agora a semeadura das lavouras terá de ser feita no período de 21 de outubro a 31 de janeiro.

A nova orientação revoga a portaria 136, veiculada em 22 de julho, e atrasa em pelo menos 30 dias o período de plantio da safra 2009/2010 no Estado, já que o ciclo de semeadura na região tradicionalmente começa a partir de 16 de setembro, após o término do "vazio sanitário" no dia 15.

O zoneamento é definido pelo Mapa e deve ser seguido para quem tem interesse no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e no seguro agrícola, que estão vinculados ao zoneamento, portanto ao novo período de semeadura.

De acordo com o Mapa, o zoneamento agrícola identifica para cada região a melhor época de plantio das culturas, por meio de análise de séries climáticas históricas do ciclo das cultivares e tipo de solo. O objetivo, segundo os técnicos, é minimizar os riscos de ocorrência de adversidades climáticas coincidentes com as fases mais sensíveis das culturas.

O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Cláudio Lazzarotto, acredita que fatores climáticos devem ter influenciado a mudança na recomendação do período de semeadura. "Nos últimos anos, principalmente de 2003 para cá, as chuvas foram irregulares e as perdas das lavouras muito grandes, estas influenciadas inclusive pela excessiva antecipação da semeadura por parte dos agricultores", analisa.

Segundo especialistas, caso o início do plantio fique restrito a partir da última quinzena de outubro, a produção ficaria seriamente comprometida, já que algumas variedades de soja apresentam melhor produtividade se plantadas no começo do mês. "Quando o produtor compra a semente, já estabelece uma programação de plantio em função inclusive do cultivo da safrinha de milho ou mesmo o plantio do algodão", afirma o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Ricardo Arioli.

Para definição do zoneamento, o governo federal leva em conta critérios como temperatura e umidade, mas, segundo especialistas, outros fatores também devem ser considerados, como a variedade da semente e o chamado "período juvenil", que é o tempo de desenvolvimento vegetativo de cada planta. O produtor não é obrigado a cumprir o zoneamento, mas, caso não obedeça às regras, poderá não ter direito a financiamentos da safra - crédito oficial - ou seguro agrícola.

"Hoje, é difícil o produtor que tem condições de plantar e produzir somente com recursos próprios", explicou o produtor e agrônomo Nivaldo Batista.

A questão do zoneamento agrícola é importante, conforme as instituições, pois os bancos o levam em consideração para o pagamento do seguro. Se o produtor planta o grão e têm perdas, só recebe o prêmio se faz o cultivo dentro do prazo estipulado, explicam os técnicos.

O zoneamento é feito de acordo com a altitude, temperatura e solo de cada região, estabelecendo para cada uma delas o período adequado para o melhor rendimento da planta e para orientar o sistema financeiro - bancos e seguradoras - na liberação dos créditos e cobertura dos riscos.

Fonte: Diário de Cuiabá e Clipping - Conab]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11957&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Adubo de qualidade exige cuidado ambiental </title>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 10:55:57 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os investimentos necessários à produção de lodo como fertilizante são altos, uma vez que a atividade vai da recepção ao tratamento da água e do esgoto. Atualmente, envolvem R$ 2 milhões do Programa de Ace­leração do Crescimento (PAC) mais R$ 8,3 milhões que de­­vem ser aplicados na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém, em Curitiba. A Sanepar divulga investimento geral de R$ 840 milhões na ampliação da coleta e tratamento de esgoto em todo o estado.

Na prática, a qualidade do lodo retrata o cuidado com os mananciais de água e a coleta e tratamento de esgoto, afirma a diretora de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Maria Arlete Rosa. A empresa informa que monitora com testes de laboratório tudo que entra na rede de saneamento.

O perigo para a produção de fertilizante é que haja metais pesados e outras substâncias transferíveis por plantas ao consumidor. Além dos testes na água e no esgoto, é necessário avaliar o produto final. O lodo passa por um processo de limpeza à base de cal, que eleva a temperatura do material e altera sua acidez, e depois segue para testes.

?Se houver metal pesado, o esgoto não serve para produção de fertilizante. Todo o ma­­terial descartado segue então para os aterros?, conta o gestor da Unidade de Geren­ciamento de Lodo CIC-Xisto, Marino Ku­­me­gawa. No caso de os testes apontarem índice elevado de vermes nos lotes de lodo, o material precisa passar por novo tratamento, relata. Até hoje, em Curitiba e Foz, ne­­nhum lote foi descartado, conforme a Sanepar.

O programa do lodo ganhou importância dentro da Sanepar pela pressão ambiental, relata a diretora Maria Arlete Rosa. Em 2003, a empresa tinha R$ 180 milhões em passivos ambientais, lembra. O aproveitamento de material que seria depositado em aterro traz economia e atende melhor ao ?novo perfil? da companhia, considera. Ela conta que as medidas tomadas nos últimos cinco anos serão apresentadas ao Ministério Público para uma reavaliação da empresa. Ainda é possível aproveitar melhor o esgoto, pontua. Uma alternativa é a produção de combustível. Hoje o gás metano gerado nas estações de tratamento é queimado.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11944&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Uso da compostagem em SE substitui adubações químicas e queima de restos orgânicos </title>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 10:45:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pequenos agricultores de Sergipe estão aprendendo a técnica da compostagem, que transforma lixo orgânico em adubo. O método ajuda a melhorar a produtividade das lavouras e a preservar o meio-ambiente.

Nos três hectares de terra do agricultor Lourenço Francisco de Souza as hortaliças são cultivadas de forma orgânica há quase um ano, desde que participou de um curso sobre o tema.

O seu Lourenço não é o único na comunidade. Há dois meses, os produtores de uma associação do município de Pirambu, que fica no leste do Estado mudaram a forma de plantar. Eles iniciaram uma horta comunitária com um plantio agroecológico.

Empolgados, os produtores buscam novas técnicas. As orientações vêm de uma equipe de engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas. Olhos e ouvidos ficam atentos e as descobertas não param.

"Na minha propriedade tem vários pés de mangueira, cajueiros e muita folha. A mulher sempre queima. Agora, não vou queimar mais. Eu já sei que deve ser reaproveitado?, falou o agricultor Edvaldo Alves da Cruz.

O técnico ensina como fazer a transformação, com restos de frutas e galhos de poda.

"A compostagem é o processo que aproveita toda a matéria orgânica que existe na propriedade, desde resto de culturas, folhas e estercos até lixos domésticos que sejam orgânicos para a gente usar na agricultura", explicou o agrônomo Carlos Gomes.

Os agricultores substituirão os adubos químicos pela compostagem. Assim reduzem custos e contribuem com o meio-ambiente.

Sonora manoel dos santos - presidente da associação comunitária "Eu estou muito feliz com essa nossa atitude, com a garra que o pessoal tem até agora e espero que cresça muito mais com isso?, falou Manoel dos Santos, presidente da Associação dos Agricultores.

O curso de compostagem é oferecido de graça pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe. Basta que a associação de produtores entre em contato com a entidade e se organize.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11943&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita de milho safrinha supera os 90% da área no MT </title>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 10:41:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Maior produtor de milho safrinha, o Mato Grosso já colheu mais de 90% da área plantada em 2008/09. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea), na sexta-feira os produtores haviam colhido 91,5% das lavouras, ante 96% em igual período do ano passado.

Já a consultoria Céleres estima colheita de 90% da área de milho no Estado.

Os trabalhos já foram concluídos no Distrito Federal e chegam a 90% da área do cereal em Goiás e a 46% em Mato Grosso do Sul. Já o Paraná tem, segundo a Céleres, 60% da área de safrinha colhida. Considerada a safrinha de todo o Centro-Sul, a colheita atinge 66,7% da área plantada, de acordo com a consultoria.

Fonte: Último Segundo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11941&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Livramento/RS registra déficit hídrico </title>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 10:32:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O volume de chuvas neste inverno em Santana do Livramento é insuficiente para recuperar o nível dos reservatórios. O presidente da Associação e Sindicato Rural, César Maciel, disse que a última chuva foi de 14 milímetros. Em relação à média histórica, Livramento apresenta déficit hídrico superior a 500 milímetros. O dirigente comentou que as barragens para a irrigação das lavouras de arroz estão com o mesmo nível de março do ano passado. 

Na pecuária de corte, a situação também é preocupante. Após a ocorrência de geada em julho, o rebanho perdeu peso com a escassez de pasto. O leiloeiro Luygi Rodrigues informou que os negócios de gado estão parados. No entanto, ele está otimista com a perspectiva de crescimento da oferta e da procura a partir da segunda quinzena de agosto. 

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11929&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Soja rouba área do milho para safra 2009/2010 </title>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 10:29:30 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Depois de perder mais de R$ 11 bilhões de receita neste ano, a agricultura de grãos deve voltar a crescer de forma significativa só em 2011. A safra 2010 de soja, milho, algodão, arroz e feijão, que começa a ser semeada no Centro-Sul a partir deste mês, promete praticamente repetir o desempenho da safra deste ano, tanto em receita como em volume de produção. 

É consenso entre especialistas e produtores que não haverá avanços importantes na área plantada total, apenas mudanças no mix de produção, com aumento da lavoura de soja em detrimento da de milho. A razão para esse rearranjo é o preço desfavorável hoje do milho e ainda atraente da soja. Essa freada da arrumação no agronegócio de grãos reflete, segundo especialistas, o próprio ajuste da atividade por causa do menor ritmo da economia mundial, com a recessão nos Estados Unidos e na Europa e crescimento em mercados emergentes, como China e Índia. 

A safra de grãos 2009/2010 projetada pela RC Consultores é de 136,5 milhões de toneladas e a receita, de R$ 86,3 bilhões, com aumento em torno de 1% ante a última colheita. ?Falar hoje em expansão da área plantada é temerário?, afirma o sócio da consultoria e responsável pelas projeções, Fabio Silveira. 

Com a perspectiva para 2010 de queda de 9% dos preços em dólar da soja e 12% no milho e sem correções significativas na taxa de câmbio, ele não acredita que a receita terá forte expansão. O economista acrescenta também que houve retração no capital dos agricultores na última safra, o que reduz o fôlego para expansões na área. 

?O cenário é positivo, mas não é empolgante a ponto de levar a abertura de novas áreas de produção?, afirma Ricardo Tomczyk, diretor da Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso, o maior Estado produtor do grão. A venda de adubos, por exemplo, que é um termômetro da safra, aponta para a estabilização da produção. 

Segundo o diretor da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda), Eduardo Daher, a expectativa é repetir neste ano as quantidades de fertilizantes entregues em 2008, que somaram 22,4 milhões de toneladas. Os números do setor mostram uma retração nas entregas de 22,4% entre janeiro e julho deste ano em relação a igual período de 2008. Daher explica que, neste a ano, voltou-se ao comportamento normal de compras, onde a maior parte ocorre no segundo semestre. Isso porque os preços dos adubos recuaram quase 30% em dólar. 

Apesar da perspectiva de estabilidade sinalizada pelos fabricantes de adubos e pelos produtores, o sócio da Agroconsult André Pessôa, considera a possibilidade de aumento nos volumes na safra 2009/2010. ?Mas a renda é ainda preocupante, sobretudo no Centro-Oeste?, frisa. Ele argumenta que, a cada safra, há mais agricultores na região plantando soja, sem equacionar totalmente as dívidas pendentes. ?Esse é um sinal ruim?, diz. 

Além disso, lembra Pessôa, corre-se o risco de que a China, a maior compradora da soja brasileira, reduza o ritmo de aquisições no ano que vem, quando se deparar com a maior oferta do grão em razão das boas safras dos EUA, da Argentina e do Brasil, os maiores exportadores. Um levantamento nacional feito pela Agroconsult com produtores, cooperativas e revendas de insumos indica que área plantada com soja terá expansão de 4% na safra 2009/2010, enquanto o milho deve apresentar retração de 8%. 

O avanço da soja no lugar do milho é confirmado pelos produtores de sementes. ?Já faltam no mercado as variedades melhores de soja. Essas sementes terminaram no mês passado?, afirma o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem), Ywao Miyamoto. 

Pelas vendas de sementes, a área plantada com soja deverá crescer entre 5% e 7% na próxima safra, diz o presidente da Abrasem, que reúne mais de 600 produtores de sementes, de cooperativas a grandes empresas multinacionais. Segundo ele, houve uma antecipação na compra do produto neste ano. Até agora, conta, metade da oferta de sementes para próxima safra de grãos foi vendida. No mesmo período de 2008, tinham sido comercializados 35% dos volumes. 

Além da retração na área ocupada pelo milho, há perspectivas de queda na área plantada com arroz, segundo o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto. O Rio Grande do Sul, que responde por cerca de 60% da produção de arroz do País deve reduzir em 30% a área plantada. Os preços em queda do grão e a falta de mananciais para irrigar a lavoura são apontados como fatores que vão afetar a produção. ?Vai faltar arroz em 2010. 

Fonte: Agência Brasil e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11928&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Sorgo sacarino pruz bem mesmo com seca </title>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 10:24:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Em um ano de estiagem longa no Rio Grande do Sul, a cultura do sorgo sacarino acabou surpreendendo. Mesmo com os índices de chuva abaixo do normal, as lavouras na região central do Estado se mantiveram verdes e produtivas. 

Em um cenário de seca há uma lavoura verdinha. A fertilidade desperta interesse e impressiona quem passa por ela. 

?O pessoal passava e perguntava o que tinha feito que essa cultura estava tão verde, enquanto os outros campos vinham sofrendo com a seca?, contou o agricultor Gehard Fernando Sudbrack. 

A lavoura, que longe até pode ser confundida com milho ou cana-de-açúcar, é de sorgo sacarino, rico em açúcar. A cultura, que atinge 3,5 metros de altura, resiste muito mais à estiagem do que outras culturas, como a cana. 

Enquanto a cana necessita de algo entre 800 e 900 milímetros de chuva para se desenvolver, o sorgo sacarino precisa de menos de 250 milímetros. Essa capacidade rendeu à cultura até o apelido de planta camelo no exterior. 

O sorgo sacarino foi trazido dos Estados Unidos para o Brasil na década de 80. Em algumas regiões foi usado como matéria prima para a fabricação de álcool. Agora, quase 20 anos depois, o sorgo volta a ser uma alternativa de investimento para o produtor. 

De olho no mercado de biocombustíveis o produtor Eduardo Mallmann resolveu investir no sorgo sacarino. ?A questão do álcool combustível hoje é uma realidade mundial. Criou-se o conceito da energia renovável e o etanol brasileiro se tornou extremamente competitivo. Nesse cenário, o sorgo sacarino vem preencher o primeiro semestre da sacarose no Rio Grande do Sul e em todo o Brasil?, disse. 

Eduardo e Fernando plantaram 200 hectares em São Vicente do Sul. Eduardo, que também é engenheiro, desenvolveu uma mini-usina de álcool em que toda a planta é aproveitada. Primeiro, o sorgo é moído. O bagaço vira silagem e serve de alimentação para os animais. O caldo para tanques onde começa o processo de fabricação do combustível. Um hectare de sorgo rende uma média de três mil litros de álcool. O custo de produção fica entre R$ 0,35 e R$ 0,50 por litro. 

?O pequeno e o médio agricultor poderão entrar no mundo dos biocombustíveis de uma forma extremamente formal e equilibrada?, concluiu Eduardo. 

Segundo os produtores, o sorgo sacarino também é bastante resistente às doenças provocadas por fungos e bactérias.
 
 Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11927&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ataque de amarelão nos pomares de laranja paulista </title>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 10:32:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os pomares de laranja do centro do Estado de São Paulo foram os mais atingidos pelo amarelão no primeiro semestre deste ano. Os produtores reclamam de prejuízo com a erradicação dos pomares.

Pés que seriam colhido em dois meses vão abaixo. A guerra contra o amarelão, chamado de greening em inglês, não pode esperar. Só em uma das propriedades da região devem ser erradicadas quatro mil plantas este ano. São 25% a mais em relação a 2008.

Desde quando a doença apareceu pela região foram derrubados 15 mil pés. A produção diminuiu e os gastos aumentaram. ?Entre inspeção, combustível para os veículos, defensivos e pulverizações quinzenas foi algo em torno de 40%?, calculou o agricultor Luís Eduardo Paulino.

Só no primeiro semestre deste ano foram erradicados no Estado de São Paulo dois milhões de pés. São 150% a mais do que nos seis primeiros meses de 2008. De cada três plantas arrancadas, uma foi na região de Araraquara, onde está a maior concentração da doença. Essa é uma conta que fica para o produtor. Não há seguro agrícola que amenize esse tipo de prejuízo.

O citricultor é responsável pela inspeção e pela erradicação. Ele precisa apresentar um relatório informando o estágio da doença na propriedade. O Fundecitrus está no campo auxiliando a fiscalização. O gerente técnico diz que as plantas precisam ser arrancadas logo quando aparecerem os primeiros sintomas.

?É uma doença causada por uma bactéria que causa o entupimento nos vasos da planta. Então, há um reflexo na folhas. As folhas começam a perder a coloração. Vão ficando com um tom amarelado. Os frutos também ficam deformados, miúdos de caem?, explicou Cícero Massari, gerente técnico do Fundecitrus.

O governo paulista estuda a criação de um seguro para proteger os citricultores dos prejuízos causados pelo amarelão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11914&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Soja avança sobre o milho e reinará na safra 2009/10 </title>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 10:31:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A soja será a rainha absoluta da safra de verão 2009/10. Levantamento feito pelo Valor com base nas vendas de fertilizantes, defensivos e sementes mostra que a oleaginosa vai avançar sobre a área de milho e de algodão, uma vez que seus preços estão mais atraentes no mercado internacional. A expectativa é de colheita recorde. O estímulo também ocorre por conta do espaço deixado pela quebra da safra de grãos da Argentina.

O avanço da soja sobre o milho se dará em grande parte no Sul do país e também no Centro-Oeste, segundo analistas ouvidos pelo Valor. "Vou migrar boa parte da minha área de milho para soja", diz o agricultor paranaense Milton Munhoz, de Campo Mourão. Na safra 2008/09, Munhoz destinou 92 hectares para milho. Neste ciclo, o milho deverá ocupar apenas 25 hectares. Para a soja, Munhoz vai utilizar área de 423 hectares; na safra passada, foram 356 hectares. "Perdi dinheiro com o milho."

O plantio de grãos começa em setembro no Sul do país. Para a soja, a expectativa é de que a colheita até supere 64 milhões de toneladas, de acordo com Paulo Molinari, analista da Safras&Mercado. A consultoria AgraFNP, por sua vez, estima uma produção de 61,9 milhões de toneladas, com uma área de 22,1 milhões de hectares. A colheita na safra 2008/09 ficou em 57,1 milhões de toneladas.

"O milho tem se sustentado no mercado somente com suporte do governo, com os leilões", disse Pedro Colussi, analista de grãos da AgraFNP. "Os estoques de milho até o final do ano ficarão em 11 milhões de toneladas, cerca de 25% da produção total na última safra [de 44 milhões de toneladas]", afirmou.

Até o momento, a previsão mais comedida para a soja foi feita pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na última quarta-feira, o USDA reiterou sua projeção de produção de 60 milhões de toneladas no Brasil. Embora reduzido em relação a outros prognósticos, esse volume igualaria o recorde da produção de soja no país, ocorrido na temporada 2007/08.

A produção de milho está estimada em 51,1 milhões de toneladas (incluindo a safrinha). A expectativa é de que as lavouras da safra de verão ocupem 8,61 milhões hectares em 2009/10, uma queda de 6,7% em comparação com a temporada 2008/09, segundo a AgraFNP. Dos 620 mil hectares que deixarão de ser plantados, 410 mil serão reduzidos no Sul do país. No caso do milho, a recuperação da produtividade deverá mais do que compensar a queda na área.

Os custos de produção de soja por saca no Paraná estão em R$ 22 e, em Mato Grosso, R$ 23. "A saca está sendo vendida a R$ 34, o que dá uma boa rentabilidade se comparada com a do milho", disse Colussi. Os custos da saca de milho estão em R$ 13, para vendas a R$ 17.

Com custos altos, o algodão, que teve recuo de área de 21% em 2008/09, voltará ceder espaço novamente para soja em 2009/10. A expectativa é de que a área registre queda de 5%, ocupando cerca de 805 mil hectares, segundo a Safras.

"A procura por sementes certificadas aumentou muito em relação aos últimos anos. Isso significa que os produtores estão dispostos em investir em tecnologia nas lavouras", afirmou Ywao Miyamoto, presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem). Cerca de 50% das sementes para o plantio de grãos da próxima safra já foram vendidas - no mesmo período do ano passado, esse número era de 30%. "Cerca de 60% do total foi para a soja", afirmou.

As vendas de fertilizantes não deverão ter grandes alterações no acumulado do ano civil. A expectativa do setor é de que as vendas fiquem entre 22 milhões e 23 milhões de toneladas. Mas, segundo Eduardo Daher, presidente da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), a soja será a bola da vez este ano. As vendas de fertilizantes fosfatados e potássicos estão mais acentuadas, o que significa que boa parte destes produtos está direcionada para a oleaginosa. Em julho, as vendas de adubos totalizaram 2,463 milhões de toneladas, alta de 0,5% em relação a julho de 2008.

O mercado de defensivos projeta redução de faturamento neste ano em virtude da queda dos preços, mas as vendas não devem recuar. É esperado um consumo idêntico ao de 2008, com possibilidade de uma pequena alta. No ano passado, as vendas atingiram o volume recorde de 673,9 mil toneladas, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag).

A soja, que já encabeça as vendas de agrotóxicos, deve ampliar sua relevância. "Milho e algodão vão perder área, mas a soja vai compensar a diminuição nessas outras culturas", diz Ivan Sampaio, gerente de informações do Sindag. Em 2008, a soja foi responsável por 45% das vendas de defensivos no país. "Esse número pode ser ainda maior neste ano", afirma Sampaio.

No auge da crise financeira, temia-se fortemente pelos desdobramentos que as intempéries econômicas teriam sobre o plantio da safra 2009/10 de grãos. Até este momento, contudo, estão atestadas vendas mais aceleradas de sementes e há possibilidade até de aumento no consumo de defensivos e fertilizantes.

Esse cenário desenrola-se sob perspectivas de clima menos traumático para as lavouras. Um El Niño (fenômeno de aquecimento das águas do Pacífico equatorial) ameno deve, nos próximos três meses, trazer chuvas dentro da média para o Sul do país. É possível que as chuvas fiquem um pouco acima da média em algumas regiões, mas não com severidade, já que se trata de um El Niño ameno, segundo Mozar de Araújo Salvador, meteorologista da coordenação geral de desenvolvimento e pesquisa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Mato Grosso do Sul e o Sul do país foram castigados por uma forte seca no fim de 2008, que ocasionou perdas expressivas nas lavouras.

Fonte: Valor Econômico e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11913&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Apesar da chuva, São Borja/RS sofre com a estiagem </title>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 10:26:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva da última semana, que atingiu média de 150 milímetros, ainda é insuficiente para reverter o quadro da longa estiagem em São Borja. O coordenador da Defesa Civil e secretário do Meio Ambiente do município, José Ênio de Jesus, diz que é preciso mais uma ou duas precipitações do mesmo porte para a reversão do quadro, que prejudica lavouras e pastagens.

Segundo ele, desde novembro, o município sofre com a estiagem. Entre janeiro e julho deste ano, o déficit hídrico soma 350 milímetros. O único mês com chuvas acima da média foi o de maio.
O presidente da Associação dos Arrozeiros de São Borja, Sérgio Rangel, alega que, se a lavoura precisasse ser semeada neste momento, o município teria capacidade de irrigação bem abaixo do normal. A expectativa, porém, é que, a exemplo do ano passado, os mananciais possam ser recuperados entre setembro e outubro. O líder dos arrozeiros aposta que o município possa repetir a área plantada de 2008, de 50 mil hectares em sistema irrigado.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11912&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Dourados/MS perde 75% da safra de milho, mas área de trigo aumenta </title>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:46:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Das 396 mil toneladas de milho safrinha previstas inicialmente para serem colhidas no Município de Dourados a produção da cultura deve encerrar o período com 99 mil toneladas, uma diferença de 75%. Essa talvez seja a maior perda do milho em toda a história da cultura em Dourados.

Esses números foram concluídos durante reunião nessa quarta-feira (12) pela manhã da Comissão Regional de Estatística Agropecuária (Corea), colegiado de técnicos vinculado ao IBGE.

Por outro lado, a área inicialmente prevista de trigo aumentou de 5 mil hectares para 6 mil e com o clima favorável a cultura vem se desenvolvendo bem e deve fechar a safra com produtividade média de 1.920 kg/ha e produção de 11.520 toneladas.

Essas são as duas principais culturas do período em valor econômico.

De acordo com a chefe da agência local do IBGE, Geize do Amaral Carvalho, como já havia sido concluído em reunião anterior, o milho foi bastante afetado pela longa estiagem e mais recentemente as lavouras também foram prejudicadas pelas geadas.

A produtividade inicial era de 3.960 kg/ha e agora os técnicos a mantiveram em 1.269 kg/ha.

A colheita do milho já chega a 55% da área plantada. As lavouras de trigo estão em início de maturação.

Fonte: FatimaNews e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11909&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com chuva no Brasil e seca na Índia, açúcar não para de subir </title>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:39:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os preços futuros do açúcar voltaram a fechar com forte alta ontem, mantendo o maior patamar dos últimos 28 anos, impulsionados por compras de fundos no mercado, afirmou Michael McDougall, diretor da Newedge, corretora com sede em Nova York. Os contratos para janeiro encerraram o dia a 23,47 centavos de dólar por libra-peso, na bolsa de Nova York, com aumento de 105 pontos.

Os fundamentos para a commodity não mudaram, segundo McDougall. As poucas chuvas na Índia continuam dando suporte às cotações do produto, uma vez que a produção de cana poderá recuar na próxima safra, que terá início em outubro. No Brasil, o clima chuvoso durante o inverno prejudicou o ritmo de moagem de cana no Centro-Sul do país nesta safra 2009/10.

Na segunda quinzena de julho, a moagem de cana ficou em 35,9 milhões de toneladas no Centro-Sul do país, recuo de 6% sobre o mesmo período do ciclo 2008/09. No acumulado da safra, a moagem totalizou 246,66 milhões de toneladas, com aumento de 14,96% sobre igual período do ano anterior, segundo levantamento realizado pela Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar). O total esmagado nesta safra corresponde a 45% da moagem de cana prevista pela Unica.

Do total processado no acumulado da safra, 42,69% foram direcionados para a produção de açúcar (12,79 milhões de toneladas). As exportações de açúcar em julho ficaram em 2,36 milhões de toneladas, 16,6% superior a julho de 2008.

A produção acumulada de etanol na safra ficou em 10,56 bilhões de litros. Em julho, as usinas comercializaram 2,07 bilhões de litros de álcool, dos quais 1,55 bilhão foi do tipo hidratado. Os embarques ficaram em 403 milhões de litros, recuo de 38,7% sobre julho de 2008.

Das 23 novas unidades previstas para essa safra, 10 já iniciaram os trabalhos. As demais continuam com previsão de inicio de moagem ainda nessa safra.

Fonte: Valor Econômico e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11908&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Produtores de arroz do RS comemoram chuvas </title>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:39:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva dos últimos dias anima os produtores de arroz do Rio Grande do Sul. O nível dos reservatórios aumentou e a água para a próxima safra está praticamente garantida.

O agricultor Domingos Balconi olhou satisfeito para o pluviômetro. O medidor só comprovou o que o experiente agricultor já sabia ao observar os reservatórios. A chuva de 150 milímetros durante o final de semana em Santa Maria recuperou os açudes.

?Com 150 milímetros já temos os açudes praticamente cheios. Então, não tem mais que se preocupar com a estiagem?, disse o agricultor.

Segundo o IRGA, Instituto Rio Grandense do Arroz, a chuva do final de semana fez com que os reservatórios atingissem uma média de 70% da capacidade no município. O plantio nos 9,5 mil hectares deve começar no próximo mês.

Em Santa Maria, metade da área de arroz é irrigada por arroios e rios. Para os agricultores que não contam com reservatórios, a chuva também foi importante. Mas o IRGA destaca uma orientação para eles não sofrerem com a falta de água.

?É importante ele faz um plantio intercalado e plantar em várias épocas para poder ter essa água sempre a disposição. Com o plantio concentrado da mesma época, todo mundo precisa da água na mesma época e acaba faltando?, disse Glênio Picada, agrônomo do IRGA.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11907&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita de cana é novamente prejudicada pelo tempo chuvoso </title>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:46:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A exemplo do que ocorreu no mês de junho, chuvas no decorrer de julho reduziram não só o aproveitamento do tempo disponível para moagem de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, como também o acúmulo do teor de açúcar na cana colhida. Os números efetivos de moagem até o final do mês de julho indicam uma moagem acumulada, desde o início da safra 2009/10, de 246,66 milhões de toneladas, 14,96% superior ao acumulado no mesmo período na safra anterior. Mas a moagem na segunda quinzena de julho foi 5,98% inferior ao total da mesma quinzena na safra passada, atingindo 35,9 milhões de toneladas. Essa redução na moagem da quinzena foi conseqüência da redução no aproveitamento de tempo em julho em função das chuvas. O aproveitamento em julho de 2009 foi de 81,03%, muito abaixo da média histórica ocorrida nesse mesmo mes em anos anteriores, e do aproveitamento registrado em julho de 2008, de 91,93%, ou 2,5 dias perdidos em 2008 e contra aproximadamente 6 dias em julho de 2009.

Os estados mais afetados pelas chuvas em julho foram Mato Grosso do Sul e Paraná, bem como a região de Assis, Jaú e Piracicaba do estado de São Paulo. Já nos estados de Goiás e Minas Gerais, as condições climáticas foram favoráveis à colheita. Nos demais estados, e outras regiões canavieiras de São Paulo, o aproveitamento do tempo ficou dentro da média histórica.

O maior impacto na produção foi causado pela redução na quantidade de produtos obtidos por tonelada de cana esmagada. Enquanto na segunda quinzena de julho de 2008 foram obtidos 147,54 quilos de açúcares totais recuperados (ATR), na segunda quinzena de julho deste ano a quantidade obtida foi de 137,61 kg, ou seja, 9,93 kg inferior ao da mesma quinzena da safra anterior. As chuvas favoreceram o desenvolvimento vegetativo da planta (toneladas de cana por hectare) em junho e julho, tanto nas áreas já colhidas quanto nas áreas a serem colhidas no ultimo terço da safra, porém afetaram a concentração do teor de sacarose na cana. Assim, apesar de condições favoráveis à colheita observadas na primeira quinzena de agosto, a quantidade de produto por tonelada de cana esmagada continuará baixa em conseqüência das condições climáticas de julho.

Do início da safra até o final de julho, o volume total esmagado corresponde a praticamente 45% da moagem de cana prevista pela UNICA, porém já com uma redução acumulada de produtos da ordem de 841 mil toneladas de açucares totais. Até 1o de agosto, a quantidade de produtos obtidos por tonelada de cana esmagada nesta safra está 3,41 quilos inferior ao acumulado na safra anterior. Mesmo que a partir da segunda quinzena de agosto as condições permaneçam favoráveis à concentração do teor de açúcar, a produção de açúcar e de etanol está comprometida, já com uma redução de 340 mil toneladas de açúcar e 280 milhões de litros de etanol. Há ainda a incerteza quanto às condições climáticas até o final da safra, que impactarão ainda mais o resultado final da safra caso as tendências verificadas até agora se mantenham, comprometendo portanto ainda mais o resultado da safra em termos de quantidade de produtos.

Do total de cana processada desde o início da safra, 42,69% foi direcionada à produção de açúcar, resultando volume acumulado de 12,79 milhões de toneladas, 19,25% superior ao acumulado no mesmo período da safra anterior. Somente na segunda quinzena de julho, o volume de açúcar produzido foi de 2,13 milhões de toneladas, 6,46% inferior ao produzido na mesma quinzena há um ano. As unidades mistas, que produzem açúcar e etanol, devem responder por 82% da cana processada na Região Centro-Sul. Na média, essas unidades têm direcionado 50% da matéria-prima para a produção de açúcar e 50% para o etanol. Já as unidades dedicadas à produção exclusiva de etanol, denominadas destilarias autônomas, respondem até o final de julho por 26% do etanol produzido.

A produção acumulada de etanol na atual safra é de 10,56 bilhões de litros, 7,55% superior ao acumulado no mesmo período da safra anterior, com uma produção na segunda quinzena de julho de 1,58 bilhões de litros, 16,44% inferior ao da mesma quinzena da safra. Essa produção inferior resulta da combinação na redução da moagem e na quantidade de produtos obtidos por tonelada de cana. A expectativa, é que ao final da safra, a proporção de cana destinada à produção de açúcar se mantenha no nível projetado no início do ano, em 42,5%.
Das 23 novas unidades com início de atividades (primeira moagem) previsto para a safra 2009/2010 na Região Centro-Sul, 10 unidades já apresentam volume de moagem de cana. As demais continuam com previsão de inicio de moagem ainda nessa safra.

MERCADO
O volume de etanol anidro e hidratado entregue pelas unidades produtoras da Região Centro-Sul no mês de julho superou o volume de 2,07 bilhões de litros, dos quais 1,55 bilhão foram de etanol hidratado, utilizado nos veículos flex. Esse volume de vendas deve-se à competitividade do etanol frente à gasolina em 22 estados brasileiros, resultado dos baixos níveis de preços praticados pelos produtores e do incremento mensal na frota de veículos flex.

A variação no volume do etanol hidratado entregue em julho, comparado com o mesmo mês no ano passado, aponta para um incremento de 21%. Quanto às saídas de etanol para o mercado externo, o volume atingiu 403 milhões de litros, queda de 38,7%, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Os volumes exportados indicam a manutenção das exportações do etanol hidratado (-3,6%) e uma redução significativa nas exportações do etanol anidro (-65,5%), resultado das exportações de etanol hidratado para reprocessamento no Caribe, e da não exportação de etanol anidro diretamente ao mercado americano, como ocorreu no ano passado.

O volume das exportações de açúcar registrado pela Secex em julho foi de 2,36 milhões de toneladas, 16,6% superior ao mês de julho de 2008. Do total exportado, 73% é do tipo VHP e 27% de açúcar branco (cristal e refinado). No acumulado do ano civil, janeiro a julho, o acumulado das exportações atingiu 12,68 milhões de toneladas, contra 9,33 milhões no mesmo período do ano anterior.

Podemos concluir que os fundamentos de mercado são positivos para o setor sucroenergético, com aumento das exportações de açúcar, e preços cotados em dólar muito acima da média histórica, demanda de etanol no mercado interno crescente pela competitividade do combustível renovável frente ao combustível fóssil e do crescimento da frota de veículos flex, Enquanto os preços do açúcar estão remuneradores, mais de 57% da matéria-prima processada estará direcionada para produção de etanol, e ainda convive com preços abaixo dos custos de produção. O baixo aproveitamento de tempo e a quantidade de produtos obtidos por tonelada de cana implicam em maiores custos de produção, principalmente no processamento e na colheita de cana.

Os meses de agosto e setembro, que respondem por mais de 25% da safra no melhor período de maturação da cana, é que definirão a safra 2009/10. A revisão de projeção da safra 2009 pela UNICA ainda não foi concluída. Todavia, pode-se afirmar que será uma safra com a menor quantidade de produtos obtida por tonelada de cana dos últimos 10 anos.

Fonte: Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11903&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Sem chuva, condição é ideal para colheita </title>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:43:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de milho safrinha, morango, café, cana-de-açúcar, tomate e uva aproveitaram tempo seco e firme

- Depois da chuva bem distribuída e do frio em julho, agosto começou com tempo firme e seco, com temperatura em elevação. No fim de semana, a máxima passou de 30 graus em praticamente todo o Estado, chegando a 33 graus em Barretos, Iguape, Ilha Solteira e Votuporanga. As mínimas oscilaram entre 13 e 18 graus.

A umidade do solo caiu em todo o Estado e, em Ilha Solteira, Jaboticabal e Votuporanga, a reserva hídrica do solo está abaixo de 30% da capacidade máxima de armazenamento. Nas demais localidades o armazenamento de água está em torno de 60%, assegurando suprimento hídrico às pastagens. A perspectiva de seca, porém, começa a mexer com a cotação do boi gordo.

A umidade favorece a reação química do calcário e gesso aplicados para correção do solo. A correção deve ser feita com antecedência e baseada em análise de solo, para a obtenção de boa produtividade na safra de verão, semeada em outubro.

O tempo quente e sem chuva trouxe as condições esperadas para a colheita. Em Piedade e Mogi das Cruzes foi retomado o trabalho de campo. Em anos normais, o inverno é o melhor período para cultivar hortaliças, por causa da temperatura amena e ausência de chuva, mas há dois meses o excesso de umidade tem prejudicado os canteiros e impedido o acesso às áreas.

DOENÇAS

Produtores de tomate de Marília, Sumaré e Mogi-Mirim retomaram os tratamentos fitossanitários para controlar doenças. Mesmo assim, nas áreas com colheita prevista para os próximos dias a qualidade do produto deve ser baixa.

Nos cafezais de Garça e São José do Rio Pardo os produtores aceleraram a colheita, aproveitando o tempo. O calor e a baixa umidade também favoreceram a secagem dos grãos, melhorando a qualidade do produto e facilitando a comercialização.

Também prosseguiu em excelentes condições a colheita do milho safrinha em Assis, Florínea, Capão Bonito e Cândido Mota; do morango em Jundiaí, Atibaia e Monte Alegre do Sul; do fumo em Arealva; da cana-de-açúcar em Piracicaba, Ribeirão Preto e Jaú; da banana em Registro e Pariquera-Açu; do tomate em Sumaré e Mogi-Mirim e da uva em Jales e Fernandópolis.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11902&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra de milho em MG </title>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:41:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de milho de Minas Gerais começam a planejar o plantio da safra de verão. A queda no preço do grão preocupa e muitos já pensam em reduzir a área.

A metade do milho colhido na última safra pelo agricultor Cláudio Consonni, de Presidente Olegário, no noroeste de Minas Gerais, está estocada. Ele ainda espera conseguir um preço melhor pelo produto.

?Nós vendemos de 40% a 50% do que foi colhido para poder pagar contas. Mas estava por R$ 18. Com a nossa produtividade, quase que a gente empatava custo com receita. Então, resolvemos guardar parte da safra para esperar que talvez outubro, novembro ou dezembro o preço reaja e consiga talvez R$ 21, que aí sim viabiliza o plantio de milho aos custos da safra passada?, disse Consonni.

Mesmo a diminuição de mais de 20% no custo da produção para a nova safra não anima os produtores. O baixo preço do milho no mercado é um fator que pesa na hora de decidir o tamanho da área que o cereal vai ocupar.

Essa é a situação do agricultor Ronaldo Stábile, de Patos de Minas. Para a próxima safra o milho só ocupará a metade dos 560 hectares plantados no ano passado. ?Eu diminuí porque o preço não está satisfatório e o custo muito alto. Mesmo com esse custo que abaixou, eu não estou querendo levar prejuízo outra vez?, justificou.

O agricultor Ronaldo Estábile substituirá a área de milho por soja nesta safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11901&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Crise e clima mudam cadeia de suprimento </title>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 10:21:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Indústrias estão abandonando cadeias mundiais de suprimentos e adotando redes regionais, numa grande mudança provocada pela crise financeira e por preocupações com mudanças climáticas, segundo executivos e analistas.

Empresas estão crescentemente buscando adquirir seus insumos mais perto de casa. Assim, para suas operações americanas ou europeias, é mais provável que recorram ao México e à Europa Oriental do que à China, como antes.

"Um futuro de energia mais cara e menos abundante resultará em mais cadeias regionais de suprimento", disse Gerard Kleisterlee, executivo-chefe da Philips, uma das maiores empresas europeias, ao Financial Times.

Especialistas em cadeias de suprimento concordam. A Ernst & Young ressalta que até 70% da "pegada de carbono" de uma empresa industrial podem decorrer de transportes e outros processos em suas cadeias de suprimentos.

Dan O´Regan, diretor de cadeias de suprimento da Ernst & Young, disse: "Não é apenas a perspectiva de mudanças de regulamentação, mas também o desaquecimento econômico que está obrigando muitas organizações a considerarem uma reestruturação total em suas cadeias de suprimentos. Creio que veremos cadeias de suprimentos menores e mais regionais."

Kleisterlee disse que as empresas precisam encontrar modos de construir uma economia sustentável antes da cúpula de Copenhagen sobre mudanças climáticas, em dezembro, sendo que um dos passos mais importantes é "uma reavaliação dos esquemas logísticos e de transportes em nível mundial". Ele disse que, até agora, transporte barato era sinônimo de que "o México não era competitivo com a China em termos de fornecimento a empresas americanas".

Mas agora ele prevê que empresas como a Philips passarão a usar países como a Ucrânia, em lugar de fontes asiáticas, no suprimento de insumos a empresas europeias.

David Bartlett, assessor econômico da grupo contábil RSM International, citou setores como o siderúrgico, automobilístico, aeroespacial e moveleiro, nos quais "há a percepção de que a distância em relação ao mercado realmente importa". Ele deu o exemplo do uso, pela Boeing, de fornecedores mexicanos do setor aeroespacial. "Estamos vendo uma mudança de cadeias mundiais de suprimentos para cadeias regionais".

Na Europa, há muitos exemplos recentes de empresas que vêm trazendo a produção de volta para casa ou para mais perto do mercado doméstico - da Samas, fabricante holandesa de móveis, à Zumtobel, grupo austríaco de iluminação.

O´Regan disse que diversas forças estão fazendo com que as empresas regionalizem cadeias de suprimentos, da racionalização de redes de produção e mudanças de regulamentação a pressões por rapidez da entrega e a erosão de vantagens de custo ou mão de obra que beneficiavam alguns países.

Disse Kleisterlee: "Uma crise econômica é um período em que devemos parar um instante e considerar: será este o momento para alguma mudança fundamental?"

Fonte: Valor Econômico e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11891&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Castigada pelas geadas de 1975, Itambé/PR reencontra prosperidade na soja e no milho </title>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 10:13:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com 90% de seus moradores fixados na área urbana, Itambé (a 42 quilômetros de Maringá) tem uma das menores populações da região de Maringá, cerca de 6 mil pessoas, e sua área rural, na maior parte formada por grandes propriedades com soja e milho. Mas, nem sempre foi assim: no início dos anos 70, na febre da cafeicultura, Itambé chegou a ter 30 mil moradores, com mais de 80% morando na zona rural, geralmente em propriedades que iam de dois a cinco hectares.

?A geada de 1975 mudou radicalmente a vida de Itambé?, lembra o produtor rural Dair Gregoletto, que chegou à região ainda na década de 50 e nunca deixou de trabalhar com agricultura. Dair e mais cinco irmãos eram pequenos quando seu pai, Kuinto, comprou uma propriedade na nascente Itambé e de lá para cá viveu todas as fases da agricultura.

Hoje, ele e os irmãos, os filhos e netos continuam trabalhando na mesma propriedade comprada por Kuinto. ?Tudo girava em torno da cafeicultura, até as poucas famílias que moravam na cidade viviam de atividades relacionadas ao café, mas tudo mudou de um dia para o outro?, lembra. A geada de julho de 1975 queimou o cafezal, os proprietários se desesperaram, os trabalhadores mudaram para as cidades, os agricultores que tinham dinheiro chegaram comprando as pequenas propriedades para formar grandes fazendas e assim plantar soja.

Como a área rural de Itambé é propícia para a mecanização, os milhares de trabalhadores da agricultura foram trocados por tratores e colheitadeiras na medida em que os cafezais deram lugar à soja, que chegou com grande força por ser, desde aquela época, moeda forte e garantida na política de exportação.

Hoje, os filhos de Kuinto também plantam soja, têm alguns equipamentos próprios e, na colheita, terceirizam colheitadeiras. ?Como nossa terra não chega a ser grande, não compensa gastar tanto dinheiro em um equipamento tão caro?, diz Dair.

?A soja e o milho safrinha estão dando uma nova vida a Itambé?, diz o engenheiro agrônomo Diogo Aparecido Grigoleto, filho de Dair e diretor do Departamento de Agricultura e Meio Ambiente da prefeitura. ?Demorou para o município se adaptar à nova realidade, mas já encontrou seu caminho ao deixar de depender somente do campo?.

Hoje, o município conta com pequenas indústrias e o comércio tem vida própria. Mas o agronegócio ainda é a principal atividade econômica do município e representa 80% do Produto Interno Bruto (PIB). ?A soja domina, ocupando 16 mil dos cerca de 18 mil hectares agricultáveis, mas já tem agricultor se dedicando ao trigo, café, frangos e hortaliças?, diz o responsável pelo Departamento de Agricultura.

O produtor João Bortolasso, de 54 anos, passou toda sua vida na zona rural de Itambé. Seus pais estão entre os primeiros moradores do município e assim ele viveu todas as fases da história agrícola de Itambé. Sua família também perdeu cafezais, mas se adaptou às culturas rotativas. Hoje, ele e a mulher, Edna, cultivam 140 alqueires de soja e não têm do que se arrepender. Na última safra, perderam tudo para a seca e a geada, mas os anos anteriores foram bons.

?Na agricultura, onde a gente depende da natureza, é sempre assim?, diz Edna. Tudo indica que a família vai continuar se dedicando à produção agrícola, pois os três filhos do casal Bortolasso se formaram na área de administração do agronegócio e trabalham com o pai e a mãe na agricultura.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11890&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Ameaça para a cevada </title>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 10:07:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de cevada do Paraná estão preocupados com o clima. O excesso de umidade pode prejudicar o desenvolvimento da cultura, justo num ano em que a área de plantio cresceu 19%.

A chuva atrapalhou o plantio na propriedade do agricultor Harry Mayer. O trabalho, que poderia ter sido feito em uma semana, levou um mês. ?Fora o atraso do plantio, o clima também prejudicou muito a qualidade do plantio?, disse.

Mesmo com as plantas crescendo, a umidade e o calor prejudicam a cultura que depende do frio para se desenvolver bem.

Guarapuava, no Paraná, responde por 64% da área de cevada cultivada no Paraná. Praticamente toda produção será destinada para a indústria cervejeira. Mas a qualidade dos grãos depende do comportamento do clima até o início da colheita.

?Não podemos dizer que as adversidades ocorridas terão influência na produtividade ou na qualidade. Depende muito do clima, principalmente em setembro e outubro, quando se define a produtividade e a qualidade do grão?, explicou Adam Stemmel, superintendente da cooperativa agrária.

No ano passado o agricultor Alexandre Seitz escolheu 90 sacos de cevada por hectare. Desta vez, se a chuva continuar, o produtor tem medo que a produção seja bem menor.

?Tem que colher pelo menos em torno de 50 sacos para pagar o desembolso da lavoura. Se o clima não ajudar é muito difícil. Contando uma qualidade boa dos sacos. Se a qualidade for baixa na colheita, não tem conta que feche?, disse Seitz.

O Paraná é o principal produtor de cevada do país, com 53% da safra. Em seguida vem o Rio Grande do Sul, que responde por 45%.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11889&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Falta água para a semeadura no RS </title>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 10:10:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As dez horas de chuva de ontem, em Uruguaiana, contribuíram com apenas 22,1 milímetros dos 400 mm esperados até outubro para garantir o cultivo da área de arroz prevista para o município. Nos últimos dias, os produtores locais intensificaram o preparo da área a ser cultivada na safra 2009/2010. De acordo com o engenheiro agrônomo do Irga, Gustavo Hernandes, a reserva hídrica atual é suficiente apenas para suprir a demanda de 55.080 hectares, o equivalente a 54% dos 102 mil hectares estimados. Do total, 80 mil hectares estão em Uruguaiana e 22 mil hectares, em Barra do Quaraí.

Até o momento, foram preparados 66,3 mil hectares, que deverão ser semeados a partir da primeira semana de setembro. "Haverá uma antecipação de 15 dias no plantio, o que permitirá uma janela para as esperadas chuvas de outubro", destaca Hernandes.

Nos últimos anos, o índice pluviométrico tem crescido na primavera. Em outubro de 2008, a chuva atingiu 350 mm. Em outros períodos, a redução no índice tem sido significativa. "O plantio nos primeiros dias do próximo mês representa guardar a semente na terra, uma vez que não há germinação antes do solo atingir a temperatura de 18 graus", diz Hernandes.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11881&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Pinhão com produção menor no PR </title>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 10:06:49 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Entre os meses de maio e agosto, com a chegada do frio e das festas juninas, é tradicional o consumo de pinhão no Paraná. Porém, este ano a produção foi menor e, consequentemente, o tempo de oferta do produto caiu em comparação às safras anteriores.

Fato esse presenciado facilmente por pessoas que passaram pelas rodovias que liga Pitanga à capital do Estado, principalmente no trecho entre Turvo e Guarapuava. Esse é o local do Paraná, onde mais se encontra o produto.

Em Campo Mourão o vendedor ambulante, Bruno Hanqe, 54 anos, que trabalha há três anos com uma barraca vendendo legumes e frutas na saída para Maringá, conta que teve dificuldades para conseguir pinhão. ?Busco em Turvo e Guarapuava, mas esse ano a safra foi menor. O período de comercialização foi pelo menos um mês a menos do em anos anteriores.?

Segundo ele, com a safra mais curta o preço do produto subiu. No ano passado o quilo foi comercializado a R$ 1,80 e nesse ano a R$ 2,50. ?É normal quando tem pouco pinhão o preço ser outro. Já a qualidade foi a mesma?, frisa. Ele diz que a população de Campo Mourão gosta de pinhão. ?É um produto bastante procurado. Sempre vendo tudo o que tenho.?

O pinhão é retirado da Araucária, também conhecida como Pinheiro-do-Paraná, e garante a alimentação de muitas espécies de animais, principalmente roedores e pássaros. ?É também item obrigatório no cardápio de outono e inverno em milhares de residências do Paraná. O apetite humano pelo pinhão pode funcionar como o principal aval para a preservação das araucárias que é uma das espécies mais ameaçadas da flora paranaense e são derrubadas para a extração de madeira?, diz o engenheiro agrônomo, Douglas Dias de Almeida, que faz parte de uma ONG de Turvo denominada Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoort (IAF).

Ele explica que o ciclo do pinhão tem produção boa a cada quatro anos. ?Esse ano não foi de produção cheia. Ano que vem deverá ser maior.? Um dos motivos pelo menor tempo de comercialização, segundo Almeida, é que muitas pessoas estão intermediando grandes vendas para redes de supermercados. ?Com isso, os vendedores de beira das estradas não tiveram muito que vender.?

As regiões típicas de produção são Guarapuava, Turvo e União da Vitória. Em Turvo, o volume de pinhão produzido e comercializado anualmente gira em torno de 280 mil quilos. ?Proporciona uma alternativa de renda interessante. Poderia ser muito maior se fosse organizada?, assinala o engenheiro agrônomo.

Almeida observa que pouco se conhece sobre as implicações sociais, econômicas e ambientais da atividade de coleta e venda de pinhão no Estado do Paraná. ?Quase nada foi publicado sobre a cadeia produtiva desse produto, embora seja possível encontrar esta iguaria em qualquer feira ou supermercado do Paraná e, certamente quase todo paranaense consuma uma quantidade expressiva de pinhão durante o período de safra.?

De acordo com levantamento realizado pelo IAF, a atividade extrativista do pinhão é realizada de forma informal, o que dificulta a agregação de valores e também a organização do mercado. Com isso nem sempre é possível saber a origem do produto que comercializado de modo informal, principalmente na beira da rodovia.

Fonte: Tribuna do Interior e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11880&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita da mandioquinha salsa </title>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 09:58:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[É época da colheita da mandioquinha salsa, no sul de Minas Gerais. Em Espírito Santo do Dourado, os agricultores que apostaram na cultura estão satisfeitos com a safra.

As terras altas e o clima ameno do sul de Minas Gerais são ideais para o cultivo da mandioquinha salsa ou batata baroa, como também é conhecido o legume. Há 13 anos a Embrapa desenvolveu no Estado uma variedade melhorada: a mandioquinha amarela Senador Amaral, em referência ao município onde foram colhidas as sementes originais.

O engenheiro agrônomo da Emater Waldemar de Andrade explicou que ela é mais resistente e produtiva. ?A antiga variedade, que se usava na região, produzia em torno de oito raízes por pé. Essa produz de 12 a 14 raízes acima. Ela é tolerante ao nematóide, principal praga da mandioquinha?, disse.

De acordo com a Emater, a área plantada de mandioquinha salsa no Estado este ano foi de 1.486 hectares, um valor 5% menor em relação ao ano passado. Mas em Espírito Santo do Dourado, maior produtor de Minas, a situação foi bem diferente. A área plantada passou de 80 para 110 hectares. Houve um aumento de 37%.

A cultura foi a melhor alternativa para os antigos produtores de batata, que enfrentaram uma crise no ano passado. ?A batata vem dando bastante problema. É preço ruim, mercadoria cara e para vender o preço é ruim, não cobre o gasto. Então, a mandiquinha salsa está tendo mais saída e mais colocação para vender. Também usa menos veneno e menos agrotóxico, que deixa a lavoura mais barata?, disse o agricultor Ismael Borges.

Os produtores estão vendendo a caixa de 22 quilos de mandioquinha salsa por R$ 28.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11879&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de grãos volta a crescer </title>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 11:13:53 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A pouco mais de um mês para o fechamento da safra 2008/2009, e após três meses de quedas consecutivas, a produção brasileira de grãos teve uma leve recuperação, de acordo com o 11º levantamento divulgado nesta quinta-feira (06/08) pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB). Tanto a produção quanto a área plantada apresentaram aumento de 0,5% em relação ao mês passado, atingindo 134,49 milhões de toneladas e 47,66 milhões de hectares. O novo resultado fez cair para 6,7% a diferença negativa em relação à temporada 2007/2008, que foi de 144,14 milhões de toneladas.

Com mais de 97% da colheita concluída, este ciclo consolida a segunda melhor posição da história. As lavouras de milho segunda safra da região Centro-Oeste foram as principais responsáveis pela recuperação em relação ao mês de julho, com destaque para Mato Grosso e Goiás. O clima ajudou os produtores goianos a ampliar a safrinha em 171,9 mil toneladas, atingindo 1,81 milhão toneladas. Em Mato Grosso, o incremento foi de 392,5 mil toneladas, totalizando 6,75 milhões toneladas. A produção nacional de milho safrinha é agora de 16,63 milhões toneladas.

Ainda em comparação ao mês passado, a estatal também ajustou, para baixo, os números da soja (57,13 para 57,12 milhões toneladas), do feijão (3,53 para 3,50 milhões toneladas) e do arroz (12,74 para 12,64 milhões toneladas). Por outro lado, a pesquisa registra crescimento de 4,7% na produção de arroz em relação ao ciclo 2007/2008 (12,10 para 12,64 milhões toneladas).

De cada 100 quilos de grãos colhidos no Brasil nesta safra, cerca de 42 foram de soja, 37 de milho, 9 de arroz, 4,5 de trigo e 2,6 de feijão. Aproximadamente 40% da produção são da região Sul, 36% do Centro-Oeste, 12% do Sudeste, 9% do Nordeste e 3% do Norte. O Mato Grosso mantém-se como o maior estado produtor de grãos, com 27,48 milhões toneladas de toda a produção nacional. Em segundo lugar está o Paraná, com 25,18 milhões de toneladas.

Safra de inverno - A safra de trigo 2009/10 está estimada em 5,85 milhões toneladas, ou seja, 180,8 mil toneladas a mais que o divulgado em julho. O crescimento foi registrado principalmente no Paraná, estado responsável por 57% da produção brasileira do cereal.

Esta edição da pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de julho. Os técnicos da estatal entrevistaram agricultores, agrônomos, técnicos de cooperativas, secretarias de agricultura, agentes financeiros e órgãos de assistência técnica e extensão rural dos principais pólos produtores do país.

Fonte: Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11861&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Uva de inverno, beneficiada pela baixa umidade no interior paulista </title>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 11:12:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A aposta no cultivo de uma nova variedade de uva, própria para vinho, cria expectativa de bons lucros para os agricultores de São Paulo. Para garantir o sucesso, eles usam uma técnica que inverteu o ciclo de produção da fruta.

Em pleno inverno, as uvas amadurecendo nos pés são uma novidade em Louveira, no centro-leste de São Paulo. O município é produtor das variedades de mesa colhidas em períodos mais quentes. Mas alguns agricultores começam a mudar essa tradição.

O agricultor Daniel Miqueletto viajou o mundo atrás de uma uva indicada para vinho, mas que se adaptasse às condições de Louveira e pudesse produzir nos meses mais frios do ano. Ele acabou escolhendo a variedade cirra. ?O desafio é ter uma fruta de qualidade que a gente possa, no futuro, levar produtos diferenciados que expressem todo o potencial do solo e do clima?, disse.

Três anos depois de iniciar a busca, ele ainda continua fazendo experiências. O agrônomo do IAC, Instituto Agronômico de Campinas, Mário José Pedro Júnior explicou a vantagem de produzir a uva para vinho no inverno. ?Nessa época do ano, quando a gente espera que esse tipo de uva de vinho venha maturar, ela deve maturar com bastante sol, bastante diferença de temperatura entre o dia e a noite e, principalmente, sem chuva no mês de maturação?, disse.

Segundo os pesquisadores, é a baixa umidade do inverno paulista que deve provocar o aumento do teor de brix da uva, ou seja, o índice de açúcar. O agricultor Antônio José Benvegnu também recebeu orientações técnicas e aposta na novidade. Com 50 anos de experiência no cultivo de uvas; ele assume que não conhecia essa variedade, mas está animado com os resultados prometidos.

?Se a uva atingir o brix normal de 23 a 24, eu posso com uma caixa de uva fazer cinco garrafas de vinho e vender cada uma por R$ 20. Eu vou agregar muito valor?, avaliou seu Antônio.

O grande diferencial para que seja possível o cultivo desta uva no Estado de São Paulo é o que os técnicos chamam de pode extemporânea, ou seja, a poda fora de época, feita obrigatoriamente duas vezes ano.

O primeiro corte dos galhos é feito entre os meses de julho e agosto, logo após a colheita. Cerca de um mês depois, novos cachos começam a brotar. Em janeiro, é realizada a segunda poda. Mas, desta vez, os frutos são mantidos, visando a produtividade. Então, basta esperar a colheita no inverno.

Segundo o IAC, durante os meses de junho e julho chove uma média de dez dias. Neste ano, o inverno está atípico. Até agora, já foram 20 dias de chuva. Mesmo com as variações, a expectativa dos produtores é de bons resultados.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11860&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita de milho no CE </title>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 10:56:23 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A safra do milho, no sul do Cará, está agradando os agricultores. Ms a fartura no campo gera um problema, a queda no preço.

Na região sul do Ceará é hora de colher a safra de 2009. Os produtores de milho já comemoram o resultado. Famílias inteiras se unem para fazer a colheita. De acordo com os agricultores, o bom inverno deste ano deixa alegria e fartura no campo.

?Estão meu esposo, meus cunhados e minhas irmãs batalhando o pão de cada dia?, disse a agricultora Liduina Alexandre.

Em Mauriti, um dos maiores municípios produtores de grãos do Ceará, a previsão é de uma colheita recorde de milho. De acordo com a Secretaria de Agricultura, a safra deve ser superior a 80 mil toneladas.

?Houve uma melhora de insumos, com a introdução de novos insumos; o uso da tecnologia; o plantio direto; a ração com mais cuidado; respeito à declividade do terreno; insumos com cuidado e o inverno excelente?, disse o comerciante Joares Oliveira.

A produção é recorde, mas a preocupação dos produtores é com o preço do grão. A saca de 60 quilos no mercado agrícola custa apenas R$ 20. ?O agricultor já está muito sofrido. O custo da saca de R$ 20 está muito barato. No ano passado, neste tempo, o milho custa cerca de R$ 33?, disse o agricultor José Alves Rodrigues.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11858&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Região de Ribeirão Preto/SP corta 1 milhão de pés de laranja por greening </title>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 09:10:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O greening, considerado o câncer da citricultura, foi responsável pelo corte de mais de 1 milhão de pés de laranja na região de Ribeirão Preto nos primeiros seis meses de 2009. Este número representa mais da metade das plantas eliminadas por causa da doença em todo o Estado no primeiro semestre.

Os números são da Secretaria de Estado de Agricultura e apontam outro fato preocupante: o greening está avançando na região. No primeiro semestre de 2008, 411 mil pés de laranja tiveram de ser sacrificados por causa da doença, que é transmitida por um inseto vetor. Neste ano, o total de plantas cortadas é de 1,09 milhão, ou 165% a mais.

A microrregião de Araraquara foi a mais prejudicada: cortou 746 mil pés da fruta. As plantas eliminadas na região representam 0,7% do total plantado -no Estado, esse percentual é de 0,4%.

"Não bastasse a crise pelo qual passa a citricultura, o greening dificulta ainda mais. Essa questão dificulta a decisão dos produtores de continuar investindo em pomares, em renovar as plantações", disse Flávio Viegas, presidente da Associtrus (Associação Brasileira dos Citricultores).
"É uma notícia muito preocupante, pois a gente notava que o greening estava avançando mais lentamente aqui do que em outras regiões", disse.

Independentemente do avanço do greening, o setor sofre com os baixos preços praticados no mercado. Segundo Viegas, o custo de produção por caixa gira em torno dos R$ 15. Ao mesmo tempo, a indústria paga de R$ 3,50 a R$ 5,50 pela caixa. "Só colhe a fruta quem tem muita coragem. Tirar a laranja do pé neste cenário é prejuízo certo."

Mário Sérgio Tomazela, diretor de defesa vegetal da Secretaria de Estado da Agricultura, disse que a doença está avançando em estágio perigoso. "Há uma tendência de aumento na incidência do greening no Estado. Por isso é preciso reforçar a participação dos produtores. É uma doença altamente destrutiva", disse.

O produtor Ricardo Bueno, de Jaboticabal, sabe bem como é sofrer com o greening. Mais de 90% de seu pomar já foi cortado devido à doença.

"Eu tinha uns 2.000 pés. Hoje estou com menos de 200. E acho que também já estão contaminados. Não sei mais o que fazer, pois não adianta replantar, o greening reaparece. Estou pensando em abandonar a laranja e plantar amendoim."

Fonte: Folha de São Paulo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11852&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Cafeicultores de SP esperam que a chuva deste inverno beneficie as lavouras do próximo ano </title>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 08:58:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Em junho onde a precipitação passou do normal, as lavouras de café foram prejudicados por causa da chuva e do excesso de água no solo, dificultando o acesso das máquinas às lavouras e o transporte pelas estradas rurais.

É o caso do café na maioria das regiões produtoras de SP, onde a colheita atrasou e a qualidade do café colhido recentemente está abaixo do ideal esperado, por causa do excesso de umidade. A expectativa dos cafeicultores, no entanto, é a de que a chuva deste inverno beneficie as lavouras de café na formação da safra do próximo ano, considerado um ano de alta produção.

Fonte: Café e Mercado e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11851&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Feijão em fartura em SE </title>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 08:55:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva ajudou e os produtores de feijão de Sergipe colherão uma boa safra. A única preocupação é com o preço pago pela saca do grão.

O município de Poço Verde , no centro-sul de Sergipe, é o maior produtor de feijão do Estado. Este ano, a chuva foi generosa na região.

"Graças a Deus foi bom. Chuva boa e deu certinho para colher o milho bom e o feijão bom também", avaliou o agricultor José Raimundo dos Santos.

O plantio começou em maio. A colheita vai de agosto a setembro. A área plantada este ano é quase 40% maior que a do no passado. A colheita, de oito mil toneladas do grão, deve superar em 25% a de 2008.

O agricultor José de Jesus já colheu as primeiras 60 sacas. Agora, aproveita o sol para secar o produto. "Da um dia de sol, a gente vai botar na pedra para espalhar e poder enxugar. Depois, ensaca e pesa para poder vender", explicou.

Pela saca do feijão de 60 quilos os agricultores estão recebendo uma média de R$ 80.

A colheita em Sergipe está no início. Os agricultores temem que com o aumento da oferta os preços caiam ainda mais. A esperança é que a Conab comece a comprar o grão para ajudar a estabilizar o preço.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11850&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Após seca, Paraná tem julho mais úmido dos últimos anos </title>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 10:09:39 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Depois de perder parte da última safra de verão e da safrinha para a seca, os produtores do Paraná agora se preocupam com o excesso de chuva. Precipitações caíram quase ininterruptamente durante o mês passado, dificultando a colheita do milho safrinha e comprometendo lavouras de trigo e café. As chuvas constantes fizeram com que algumas regiões do estado registrassem o julho mais chuvoso da história.

É o caso dos Campos Gerais, onde as chuvas dos últimos 30 dias bateram recorde de intensidade. De acordo com o Simepar, os municípios da região tiveram o mês de julho mais chuvoso desde 1997, quando começa o histórico do órgão. Guarapuava é a cidade que registra o maior volume, com 350 milímetros de chuva ante média histórica de 124 mm. Na região de Ponta Grossa, choveu no mês passado 2,5 vezes mais que a média para a região, de 96 mm. O cenário nos Campos Gerais é oposto ao de 2008, quando, no auge da estiagem, foi a única região que não foi tão prejudicada, e conseguiu a melhor produtividade na primeira safra.

A grande variedade de climas e relevos impede o Simepar de realizar um levantamento estadual, mas dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que nenhuma região do estado acumulou menos de 100 mm de chuva em julho.

O produtor Juvercindo Gaia, da região de Campo Mourão (Noroeste), lamenta as adversidades sucessivas enfrentadas na produção de milho. Após chover o dobro do esperado em julho, Juvercindo mostra o estrago provocado pelo excesso de umidade nas espigas, que na semana passada apodreciam em sua propriedade. Ele lembra que depois da estiagem no início do ciclo, além da chuva também enfrentou geada.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11829&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de cana prejudicada pela chuva preocupa </title>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 10:07:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita de cana-de-açúcar na safra 2009/10 está prejudicada por vários fatores, em especial pelo grande volume de chuva, principalmente nos meses de junho e julho, época de seca. Para o presidente da UDOP, José Carlos Toledo, a safra atípica tem trazido preocupações.

As chuvas fizeram com que, no final do mês de julho, a Unica reduzisse a projeção inicial de 550 milhões de toneladas de cana-de-açúcar estimadas para processamento na safra 2009/2010.

José Carlos Toledo pondera, ?tivemos excesso de chuva e uma perda de produtividade bastante significativa, principalmente em julho. Isso torna bastante preocupante de como será a continuidade da safra?.

Além da chuva, o presidente da UDOP destaca que a falta de recursos para as unidades tem sido outro problema para o setor nesta safra. ?Tem usinas parando a safra, pela primeira vez, por falta de recursos. É bastante grave a situação financeira de algumas usinas, e isso pode prejudicar o andamento da colheita e processamento?, analisa Toledo.

Questionado se o atual estoque baixo de etanol está relacionado aos problemas financeiros do setor, o presidente foi enfático. ?Não tenho dúvida. A necessidade de fluxo de caixa, o consumo nacional que está 17% acima do ano passado, ajudam a ter menos produto nos estoques?. Sobre especulações de que poderia existir uma falta do produto, Toledo tranquiliza, ?não vai faltar etanol, mas os preços deverão ser mais remuneradores no segundo semestre?, afirma.

O preço do etanol já começou a se recuperar. De acordo com o Cepea/Esalq, entre os dias 27 e 31 de julho, o litro do hidratado foi negociado a R$ 0,7238 e o anidro R$ 0,8102. Em junho, entre os dias 5 e 9, o litro do hidratado foi vendido a R$ 0,5810 e o anidro a R$ 0, 6716, valores abaixo do custo de produção. Na visão de Toledo isto já é uma restauração expressiva. ?Acreditamos numa continuidade desta melhora. O setor precisa disso para recuperar as perdas do passado?, finaliza.

Fonte: Udop e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11828&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cafezal florido no ES </title>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 10:05:51 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A florada do café conilon já começou no Espírito Santo. Os pés estão carregados e a expectativa é de uma boa colheita no ano que vem.

Parte da plantação de seis hectares de conilon do agricultor Sérgio Locatelli está toda florida. Se para quem vê o que encanta é a beleza, para ele é a quantidade de flores. São elas que definem a quantidade de grãos no final da colheita. E uma boa florada depende de alguns cuidados.

?O essencial é a irrigação. Não se pode irrigar o café direto. Tem que irrigar na hora certa, com uma boa quantidade de água, para a planta poder se nutrir com alimento e com água?, explicou seu Sérgio.

Em São Roque do Canaã tem quatro mil hectares de área plantada de conilon e mil de arábica. Na maioria das propriedades a florada começa no final de julho. Em agosto, é a vez da segunda floração, que é determinante para o resultado da próxima safra, que acontece cerca de um ano depois.

No município, as flores desabrocham até três vezes por ano. A colheita deve acontecer de maio a junho do próximo ano. Então, como saber se está no caminho certo? Uma boa dica para o produtor é observar a plantação.

?Há pés precoces, com bom enchimento de flores em toda a rama. Isso é o ideal e vai nos trazer uma colheita proporcionando uma melhor qualidade do café. Vamos colher o café todo maduro?, avaliou Aliamar Comério, agrônomo do Incaper.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11827&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio da soja está proibido até o final de setembro em GO </title>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 15:08:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Para combater a ferrugem asiática da soja, o produtor rural está proibido de plantar o grão entre 1º de julho e 30 de setembro. O descumprimento da lei pode gerar multa de R$ 2,5 mil a R$ 50 mil. Além disso, as plantas que nascem voluntariamente no campo também estão sujeitas à regra. Esse procedimento, chamado de vazio sanitário, é realizado desde 2006, com eficiência comprovada por meio de estudos.

A ferrugem asiática é uma doença que atinge principalmente a cultura da soja e pode causar grandes danos comerciais, pois reduz a produtividade da planta por meio da desfolha precoce que diminui a produção dos grãos. Para que não haja escassez do grão no mercado, a Agrodefesa autoriza o plantio para alguns produtores e, nesse caso, intensifica a fiscalização. Segundo a engenheira agrônoma Lilian Rabelo, ligada ao órgão, o produtor deve atentar principalmente para as plantas que nascem em decorrência de sementes germinadas na safra passada. Essas devem ser destruídas, a desobediência resultará em multa.

Fonte: Rádio Rio Vermelho e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11824&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva no Ceará </title>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 14:54:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas que prejudicou as lavouras do Ceará também criou problemas para criadores de cabras e ovelhas.

A chuva farta no Ceará deixou o pasto verdinho em todas as regiões do estado. Nesta época do ano não faltam nem água, nem comida para os animais. Mas o excesso de chuvas também trouxe alguns problemas, as cabras e ovelhas não estão acostumadas a sair para procurar comida com a chuva.

A situação é ainda pior nas áreas que ficam alagadas, o que aconteceu em várias regiões do Ceará este na. A umidade favorece a proliferação de doenças.

"A grande maioria são os parasitas, o problema das verminoses, o controle deveria ser preventivo e não curativo, mas com a chuva não se consegue fazer isso", diz Robson Lima, técnico agropecuário.

Seu Antônio tinha 20 animais no início do ano. Depois de cinco meses de chuva, ele está com apenas sete cabeças.
 
"O inverno foi muito forte, deu castigo muito grande nos animais, aí veio a mortalidade deles, eles não tinham condições de comer, muita lama e eles ficavam o tempo todo aqui, aí enfraqueceram e veio a mortalidade", explica Antônio Gonçalves, criador
 
A grande maioria dos produtores de ovelhas e cabras do Ceará pratica a agricultura familiar. O estado tem um rebanho de quase dois milhões de ovinos e de 976 mil caprinos. Uma média de 26 cabeças por propriedade.

Apesar das dificuldades, o Ceará é o terceiro maior produtor de ovelhas e o quarto de cabras no país.

De acordo com dados do Inpe, o volume de chuva dos últimos cinco meses no Ceará foi entre 30 e 50% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11823&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Problemas com a chuva </title>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 14:50:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os agricultores do Paraná estão preocupados com o excesso de chuva. De acordo com os meteorologistas, o fortalecimento do "El Niño" foi o responsável pela precipitação acima da média histórica. No campo, as lavouras de trigo sofrem com as doenças.

Nas lavouras de trigo a principal doença é a ferrugem, que amarela as folhas. Se não for combatida, impede a formação dos grãos. ?O ideal é que tenhamos as três folhas sadias. Mas hoje só temos uma. Então, temos que trabalhar para protegê-la para salvar parte da lavoura?, disse o técnico agrícola, Sérgio Borges dos Reis.

?Nós temos trigo praticamente pronto para ser colhido. Obviamente, com uma chuva dessas, não será possível a colheita?, lamentou o agricultor Daniel Rosental.

A previsão é de muita água para os próximos meses. ?Nesse período de precipitações acima da média em função do El Nino. O fenômeno, normalmente, acarreta numa redução da qualidade do trigo, ou seja, para a panificação esse trigo não terá uma qualidade tão boa?, explicou Rodrigo Tsukahara, coordenador de pesquisa de meteorologia.

Nas lavouras de milho, o problema já vem desde o início da safra. Primeiro, faltou chuva no período de formação das espigas. Depois, veio a geada, que matou parte da planta e prejudicou a qualidade da produção. Agora, é o excesso de chuva que atrasa a colheita e vem um prejuízo ainda maior. O milho já começa a brotar nas espigas.

No oeste do Estado, o agricultor Carlos Salamon nem sabe se compensa colher. A água carregou a terra que cobriu parte da lavoura. Outra área foi derrubada pelo vento. ?O perito vai condenar total. E vai avaliar de novo para eu colher?, falou.

O vizinho do seu Carlos, o agricultor José Becker ainda conseguiu tirar o milho do campo antes do aguaceiro. ?Ficou em torno de 70 sacos por alqueire. No ano passado, deu em torno de 190 sacos por alqueire?, disse.

No sudeste de São Paulo, a chuva também está causando prejuízo. Produtores de verduras e legumes não conseguem escoar a safra. Há 20 anos não chovia tanto no inverno na região.

Em Piedade, ninguém chega às plantações sem boas botas de borracha. Está tudo encharcado. O município, um dos principais fornecedores de legumes e verduras para a Ceagesp da capital paulista, vem sofrendo perdas por causa do excesso de chuva.

Os 3,5 mil produtores enfrentam as mesmas dificuldades de seu Minoro. Trinta por cento dos três hectares plantados com alface americana apodreceram. Esse é um problema que afeta todo mundo em Piedade.

?É o excesso de água e o frio ao mesmo tempo. O que está provocando isso é uma perda grande de qualidade da lavoura. O pessoal de legumes, raízes ou tubérculos não consegue fazer a colheita. Também tem a dificuldade de chegar ao mercado?, explicou Osmar Borzachini, agrônomo da Casa da Agricultura.

Na fazenda em Sorocaba ainda não houve muitas perdas. Existe muita coisa para ser colhida. Mas a principal dificuldade do produtor Roberto Carlino está no deslocamento dentro da propriedade. No alto do morro estão plantados alface, cana e milho. Só que ele não consegue voltar com o trator carregado. A situação se agravou na última semana, encharcando até a lavoura de abóbora. Com tanta chuva em pleno inverno, ficou impossível escoar a safra.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11822&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima chuvoso dificulta avanço da colheita do café </title>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:20:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As freqüentes precipitações ocorridas nos últimos dias nas principais regiões cafeicultoras do País têm dificultado o avanço da colheita. De acordo com colaboradores do Cepea, a umidade excessiva reduz o rendimento e a qualidade dos grãos, sobretudo daqueles que estavam em terreiros de secagem. No Noroeste do Paraná, Cerrado mineiro e Sul de Minas, entre 40 e 50% da produção foi colhida, segundo agentes locais consultados pelo Cepea. Nas regiões de Alta Mogiana e de Garça (SP), as atividades atingiram cerca de 50% da safra 2009/10. Quanto ao mercado, as negociações seguem lentas no mercado interno. Nessa quinta-feira, 30, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 249,14/saca de 60 kg, avanço de 0,2% em relação à média do dia anterior.

Fonte: Cepea/Esalq e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11804&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Menos algodão no campo </title>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 12:03:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Goiás começaram a colher a safra de algodão. Este ano, a produtividade caiu um pouco.

Nesta safra foram plantados cerca de 58 mil hectares de algodão em Goiás. Em relação ao ano passado, houve uma redução de mais de 20% na área destinada à cultura.

Em Chapadão do Céu, no extremo sudoeste do Estado, foram plantados 12 mil hectares de lavoura.

A colheita na fazenda do agricultor Luiz Renato Zapparoli ainda está no início. O produtor fechou contrato antecipado de exportação. O rendimento da lavoura chega a 290 arrobas por hectare.

"O algodão está pesando. Os fardões estão saindo com o peso normal. O rendimento de pluma no beneficiamento está bom. O tipo está um pouco abaixo do que esperávamos. Mas podemos dizer que estamos contentes com o que estamos colhendo?, avaliou seu Luiz Renato.

Apenas 15% das lavouras do município já foram colhidas. E a estimativa da Agopa é que haja uma redução na produtividade em torno de 20% em relação à safra passada.

"Para quem não fez contratos futuros, a rentabilidade da cultura está meio complicada. Mas a maioria dos produtores que hoje está no ramo tem contratos feitos de trocar de algodão por defensivo. A briga hoje está sendo a redução de custos?, disse Marcelo Stewart, presidente da Agopa, Associação Goiana de Produtores de Algodão.

O último levantamento da Conab aponta para uma redução de 25% na safra brasileira de algodão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11800&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>O Tempo seco e as queimadas </title>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 12:02:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O clima seco que predomina na região do Cerrado nessa época do ano deixa a vegetação seca, principalmente das pastagens, tanto nativas quanto cultivadas. Portanto, é comum nessa época, a ocorrência de queimadas. Somente no último sábado, foram registrados 63 focos de incêndios no Distrito Federal e muitos deles causam danos ao meio ambiente, como poluição, problemas na saúde, prejuízos em redes de eletrificação e em cercas, devido ao fogo fora de controle, causando enormes prejuízos.

Em pastos, uma das formas de evitar esse problema é fazer aceiros. Eles protegem cercas, postes, balancins e arames e podem evitar que o fogo. São faixas ao longo das cercas onde a vegetação é completamente eliminada da superfície do solo. Eles devem ser feitos no início do período seco, quando a vegetação começa a secar. É uma maneira eficaz de evitar a entrada de fogo nas invernadas. Recomenda-se que eles sejam feitos ao longo de cercas divisórias com outras fazendas, nas invernadas dentro da própria fazenda e nas divisórias de estradas rodoviárias.

Para fazer o aceiro é necessário tirar a vegetação nos dois lados da cerca, explica Marcelo Paschoal, técnico agrícola e gestor do campo experimental da Embrapa Gado de Corte. "As faixas devem medir entre dois e quatro metros de largura, ou 2,5 vezes a altura da vegetação", ensina o técnico. Paschoal relaciona uma série de ferramentas que podem ser utilizadas na confecção do aceiro. "Dependendo do local, usa-se grade aradora e, onde não se entra com trator, utiliza-se a enxada. Os materiais mais utilizados são os enxadões, rastelos, gadanhos, facões, foices, machados e tratores de lâmina ou de grade".

Em caso de emergência, Paschoal recomenda aos produtores manter na propriedade pessoas capazes de combater incêndios e com ferramentas apropriadas como abafadores. "O principal controle de fogo é conscientizar os empregados da fazenda dos danos e reflexos negativos que ele oferece ao homem e à natureza", assegura o técnico.

As queimadas empobrecem o solo, poluem, destroem redes de eletricidade, cercas, causam acidentes nas estradas o que reflete em prejuízos para os produtores e para o País.

"Na produção sustentável, queimar não é aconselhável, o melhor é evitar sua propagação na fazenda e possível destruição da massa seca reservada aos animais", argumenta Rodrigo Amorim, engenheiro-agrônomo e pesquisador da área de pastagens da Embrapa Gado de Corte.

Ele diz que o produtor não deve abrir mão das técnicas de reservar alimentos para servir aos animais na época seca, mas deve evitar a perda desse alimento porque os animais não podem passar fome na seca e em nenhuma outra época do ano.

Ele diz que o produtor deve esquecer técnicas antigas de usar fogo para controlar pragas na pastagem, limpar áreas para plantio e renovar pasto. Hoje, tecnologias eficientes substituem o uso do fogo nos sistemas de produção. O melhor é procurar soluções alternativas para as principais atividades agropecuárias.

O agrônomo assegura que as queimadas afetam negativamente a biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas, aumentam o processo de erosão, deterioram a qualidade do ar, provocam danos ao patrimônio público e privado, acarretando prejuízos para toda a sociedade.

É prática comum, na região dos Cerrados e da Amazônia Legal, a utilização de queimadas das áreas com pastagens, visando a renovação ou recuperação do pasto, a eliminação de plantas daninhas e a adição de nutrientes ao solo, oriundos do material vegetal queimado.

À primeira vista, a pastagem rebrotada surge com mais força e melhor aparência que a anterior. Entretanto, ao longo dos anos, essa prática provoca degradação físico-química e biológica do solo e traz prejuízos ao meio ambiente.

A prática da queimada obriga o produtor a diminuir a lotação animal, pela redução da capacidade produtiva das forrageiras, como consequência da desnutrição vegetal e das más condições do solo para o crescimento das raízes.

A forrageira, neste tipo de exploração, além de apresentar sistema radicular pouco desenvolvido e com baixas reservas de carboidratos, perfilha pouco e fixa CO2 ineficientemente, prejudicado pelo reduzido tamanho de sua folha e pela desnutrição.

O superpastejo permanente pode reduzir o número de plantas da pastagem, descobrindo o solo e contribuindo para sua compactação e para a redução da capacidade de infiltração de água, que passa a escorrer pela superfície, arrastando os nutrientes e as partículas superficiais do solo. Isso aumenta o estado de degradação da pastagem.

O solo dos Cerrado e da Amazônia Legal, em sua maioria, são susceptíveis à erosão e com baixa fertilidade.

Fonte: Jornal de Brasília - DF Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11799&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de gergelim em GO </title>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:39:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[É época da colheita do gergelim no norte de Goiás. O grão é muito utilizado para a fabricação de óleo e na massa do pão.

No norte goiano, a colheita do gergelim ainda é feita manualmente. ?Para mim é a maior satisfação?, disse o trabalhador rural Dorvalino Carvalho.

O ciclo do gergelim dura cem dias. A colheita não é muito simples. É preciso cortar os pés ainda verdes e depois formar os montes, chamados de bandeiras. As vagens ficam viradas para cima. Só depois de um mês é que o pessoal volta para terminar o trabalho. O sol durante esse período é fundamental.

Quando as vagens estão secas os grãos ficam soltos e fáceis de retirar. O pessoal usa uma lona, um pedaço de pau e uma corda.

O gergelim também é cultivado em Santa Teresa e Mara Rosa. Mas a grande produção do grão fica por conta do assentamento Água Fria, no município de Amaralina, no norte do Estado.

Praticamente todas as famílias que vivem no lugar separam parte da parcela para o plantio do gergelim, principal fonte de renda. De hectare em hectare, já são mais de 580.

Nas terras do agricultor Marton Gonçalves a colheita já está no fim. Essa é quarta safra dele. O produtor lembra que antes de trabalhar com gergelim, passou aperto tentando outras fontes de renda. ?Era muito difícil. Eu mexia com vaca leiteira. Minha renda era muito pouca. Depois que passei a mexer com gergelim, as coisas começaram a melhorar?, disse.

O gergelim tem uma produtividade média de 1,2 mil quilos por hectare.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11793&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Hortaliças são prejudicadas pelo excesso de chuva em SP </title>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:38:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As persistentes chuvas que caem em São Paulo neste mês de julho, quando tradicionalmente o tempo é seco, prejudicaram colheitas e transportes de hortaliças e ampliaram a volatilidade dos preços de produtos como batata e tomate no atacado.

Com os temporais que se sucedem no cinturão verde que cerca a região metropolitana da capital desde quinta-feira passada, a batata foi o item mais afetado, segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Cepea/Esalq) e da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Mas pimentão, berinjela e chuchu também sofreram, porque não houve colheitas no último fim de semana.

Caio Gorino, analista do Cepea, explica que essas chuvas contínuas paralisaram os trabalhos em Itapetininga, importante fornecedor do tubérculo nesta época do ano, quando o município colhe, ironicamente, sua "safra da seca". A colheita chegou a 70% do previsto até a semana passada e foi parcialmente retomada na terça-feira. Somadas as safras "seca" e das águas, no verão, Itapetininga conta com cerca de 6 mil hectares de batata, de acordo com Gorino.

Pesquisa do Cepea mostra que, com a paralisia da colheita no fim de semana, a caixa de 50 quilos da batata chegou a R$ 65 na segunda-feira, 21% mais que na sexta. Ontem, depois da retomada da colheita - que, dependendo das chuvas, pode voltar a parar -, o preço voltou a R$ 52. Na Ceagesp, informou Flávio Luís Godas, chefe da seção de economia e desenvolvimento da estatal federal, a caixa chegou a R$ 100 na segunda, mas caiu ontem para R$ 60.

Também extremamente suscetíveis às intempéries climáticas, o tomate enfrentou menos problemas nos últimos dias, porque há menos regiões paulistas com colheitas em curso - é o caso de Mogi Guaçu. Mas as chuvas já haviam prejudicado a safra de inverno em algumas áreas, inclusive em Mogi, em razão do aumento da incidência de bactérias e fungos, conforme o analista Richard Truppel, também do Cepea. Das principais áreas produtoras do país, Mogi Guaçu, com 9,5 milhões de pés, responde por 18%.

Nesta frente, batata e tomate são os produtos com maior peso nos índices inflacionários do país, mas quem for às compras nos próximos dias também deve se preparar para fortes oscilações de itens como pimentão, berinjela e chuchu, que sofreram com os temporais que castigam São Paulo desde a semana passada.

Godas, da Ceagesp, afirma que, na sexta-feira, a caixa de 12 quilos da berinjela era negociada entre R$ 10 e R$ 14 no entreposto da capital paulista. Chegou a R$ 20 no fim de semana, mas caiu para R$ 18 na segunda e, se São Pedro ajudar, deve recuar mais. O chuchu foi na mesma linha: na sexta-feira a caixa de 22 quilos valia entre R$ 15 e R$ 20, subiu para R$ 25 na segunda e ontem já estava em R$ 20.

O executivo explica que a Ceagesp não sentiu impactos climáticos relevantes sobre a oferta de verduras, mas prejudicadas por temperaturas elevadas e sol, que deram pouco o ar da graça em julho. "Mas, de qualquer forma, as chuvas "lavam" as vitaminas das folhas", ressalta. No caso das frutas houve problemas de oferta, mas por causa das chuvas no Nordeste, que afetaram o abastecimento do melão trazido do Rio Grande do Norte, do abacaxi vindo de Tocantins, da melancia de Goiás e do mamão da Bahia e do Espírito Santo. "Mas há opções, como banana, morango, maçã, manga e pera".

Godas acredita que o Índice Ceagesp, que mede o comportamento dos preços de uma cesta de 105 produtos, não fechará o mês com altas relevantes causadas pelas chuvas mesmo que abobrinha, quiabo e vagem também tenham subido, até porque itens como cenoura, mandioca, beterraba e mesmo o tomate ficaram mais baratos. No primeiro semestre, o indicador recuou 5,06%.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11792&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuva atrapalha colheita do milho </title>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:37:56 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas constantes atrapalham os trabalhos de colheita de milho safrinha no Paraná, que já pegou seca no plantio e geadas. No Sul de Minas, a chuva prejudica a colheita de café. Em São Paulo, reduz a produtividade e a qualidade da cana-de-açúcar.

A tendência, segundo o Centro de Previsão e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE )é de mais água nos próximos dias. Na sexta-feira, as chuvas serão mais fortes no norte e oeste do Paraná e em algumas áreas de São Paulo. Amanhã, o dia amanhece com geadas no Rio Grande do Sul. 

Mesmo com a queda na produção de milho safrinha no Sul, por conta da estiagem durante o plantio, das geadas e agora da chuva na colheita, o preço do cereal não reage. Este mês, segundo indicador da Esalq, a cotação do milho caiu 10%. Hoje, o milho perdeu 1,75 cent na posição novembro em Chicago, cotado a US$ 3,28 o bushel (US$ 7,75 a saca). No mercado futuro brasileiro, o milho fechou a R$ 20,64 na posição novembro, com queda de 30 centavos.

Fonte: Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11791&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva eleva preço do tomate em 66% em Maringá/PR e atrapalha cultivo da uva na região </title>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 11:25:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Mesmo com a trégua na chuva, os reflexos do tempo fechado na última semana ainda devem ser sentidos na região. Alguns produtos distribuídos pela Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa), em Maringá, tiveram alta no preço, com destaque para o tomate longa vida, que era vendido a R$21 (caixa de 22 quilos), na última sexta-feira (24), e é comercializado a R$35, nesta terça-feira (28) ? alta de 66%. Já os produtores de uva da região de Marialva prevêem uma quebra de 3 mil quilos por hectare na colheita do fim do ano.

Todas as variedades de tomate vendidos no Ceasa de Maringá apresentaram elevação na cotação. O tomate extra passou de R$18, a na última sexta, para R$24 agora ? alta de 33%. O tomate extra AA era comercializado a R$25 e agora a R$32 ? alta de 28%, no mesmo período

Na última semana, a abóbora menina teve elevação de 20%, passando de R$1,75, o quilo, para R$2,10. A berinjela subiu de R$10 para R$14, a caixa de 12 quilos. Os dados foram passados pelo um dos responsáveis pelo registro da movimentação diária na unidade, Leomar Cordeiro. ?A chuva fez com que precisássemos trazer tomates de Goiás, por isso tivemos alta?, explicou. Geralmente a distribuição na região de Maringá vem da produção da cidade de Marilândia do Sul.

Produtores prevêem quebra na safra da uva

Os problemas com os preços no Ceasa são sazonais e devem ser corrigidos ao longo dos próximos dias. Contudo, os efeitos da chuva serão percebidos na produção da uva somente a partir de novembro, explicou Werner Genta, presidente da Associação Norte Paranaense de Estudos em Fruticultura (Anpef). ?Os produtores colhem geralmente entre 14 a 15 mil quilos por hectare, mas agora não têm mais condições de passar de 11 ou 12 mil quilos?, lamentou.

Apenas 1% da área total de produção em Marialva está em período de colheita, mas entre 50% e 60% está no período da brotação, estágio que depende muito das condições climáticas para o desenvolvimento. De acordo com Genta, depois do frio do mês de junho, as produtores fizeram uma poda para minimizar os problemas, mas agora o procedimento não poderá ser repetido. ?Com isso as parreiras brotam com menor número de cachos?, explicou.

A colheita ainda sofrerá um atraso. Em condições normais a distribuição da safra se concentra nos meses de novembro e dezembro. Em 2009, os consumidores terão dificuldade de encontrar uvas com preços de estação em novembro. ?A produção vai se concentrar em janeiro, um mês ruim para o comércio por ser depois do natal?, disse Genta.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11782&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita da batata </title>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 11:24:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de batata de São Paulo anteciparam a colheita para aproveitar os bons preços. Em Vargem Grande do Sul, a clima ajudou e a produtividade superou as expectativas.

Cento e cinquenta trabalhadores fazem a colheita na fazenda. Eles terão muito trabalho nos 800 hectares de plantação. A colheita em Vargem Grande do Sul foi antecipada porque os agricultores querem aproveitar o preço. A saca da batata sai por R$ 45. A produtividade deve ser boa. A estimativa é colher 750 sacas de 50 quilos por hectare, num total de 30 mil toneladas.

?Este ano, a gente tem uma batata com uma qualidade melhor devido às condições climáticas que foram melhores. Tivemos noites mais frias e dias mais quentes?, explicou a agrônoma Simone de Oliveira.

Da roça a batata vai para um galpão onde é beneficiada. No lugar, é lavada e separada por tamanho e ensacada. O produtor que investe no processo não se arrepende. A saca passa a valer R$ 10 a mais.

Para fazer o beneficiamento o produtor contratou 30 funcionários. Este é o terceiro ano que dona Vera ajuda a selecionar batatas. No final do mês, ela espera ganhar R$ 1,4 mil, dinheiro que já tem destino certo.

A região de Vargem Grande do Sul é a maior produtora da batata de inverno em São Paulo.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11781&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva reduz a moagem de cana no Centro-Sul do país </title>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 11:24:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A moagem de cana na região Centro-Sul do país registrou queda no volume pela segunda quinzena consecutiva por conta das chuvas, de acordo com levantamento da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar).

O total da cana processa na primeira quinzena de julho atingiu 33,529 milhões de toneladas, recuo de 4,6% sobre o mesmo período do ciclo passado. No acumulado da safra, contudo, a moagem cresceu 18,9%, com 209,793 milhões de toneladas de cana.

A produção de açúcar acumulada até a primeira quinzena ficou em 10,64 milhões de toneladas, alta de 26%, e a de álcool, 8,92 bilhões de litros, elevação de 12,6%.

Das 23 novas unidades previstas para esta safra, dez terão iniciado a moagem de cana até o fim deste mês. Entre as usinas instaladas no país, 12 ainda não iniciaram a moagem na atual safra.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11780&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas no Paraná afetam campo e Ceasa </title>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 11:23:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva que se prolonga por mais de uma semana já prejudica a qualidade de legumes e verduras nas lavouras, reduzindo a oferta dos produtos nas unidades das Centrais de Abastecimento no Estado do Paraná. Boa parte dos produtos é perdida antes da colheita e alguns comerciantes da Ceasa já buscam fornecedores de alguns produtos em outros estados. O tempo chuvoso já reflete nos preços de várias mercadorias nos últimos dias e a tendência de alta deve continuar enquanto persistir a chuva.

Segundo Luiz Alberto Sovierzoski, responsável pelo setor de estatísticas na Ceasa de Londrina, a elevação de preços de alguns produtos varia de 87% a 350%. A comparação de valores leva em conta preços praticados antes da geada e da chuva dos últimos dias com os períodos considerados normais para o abastecimento.

O produtor Eliel dos Santos Silva reclama que nunca viu um inverno com tanta chuva e calcula prejuízos de até 70% em algumas culturas. Ele cultiva 30 variedades de legumes e verduras em uma área de 10 hectares no Patrimônio Selva, região Sul de Londrina. ""Estou com brócolis, repolho e acelga apodrecendo na roça. O rabanete, que colhia 30 a 40 dúzias por dia, hoje trouxe apenas seis (dúzias) para a Ceasa"". Segundo ele, será preciso de pelo menos 10 dias sem chuva para a renovação dos canteiros. ""Isto significa que vou ficar entre 60 a 90 dias sem várias mercadorias para vender"", lamenta.

Em situações normais, o produtor Nelson Rodrigues de Oliveira comercializa 1,2 mil caixas de tomate longa vida por semana na Ceasa de Londrina e esta quantidade caiu cerca de 40% nos últimos dias. ""A umidade causa fungos e bactérias nas lavouras e a gente não consegue tirar o produto da roça"". Ele acredita que a situação deve ficar ainda pior nos próximos dias, independentemente do tempo, porque o tomate demora em torno de 100 dias para chegar ao ponto de colheita no inverno.

Já o comerciante Levino Garcia que vende batata monalisa em um box da Ceasa, apesar do produto estar na época de colheita, o preço atual é quase o dobro do praticado em condições normais. Garcia disse que ontem comercializou a saca de 50 quilos por R$ 70 porque tinha o produto em estoque, mas deve subir para R$ 80,00 a partir de hoje. Ele calcula que, com a fim das chuvas e o ritmo de colheita voltando à normalidade, o valor da batata deve se estabilizar entre R$ 40 e R$ 45. Outros comerciantes venderam a saca de batata por R$ 75,00.

O gerente da Ceasa em Londrina, Ismael Batista da Fonseca, diz que a situação local se repete em todas as unidades da Ceasa no Paraná. Segundo ele, alguns produtos estão sendo importados de outros estados para garantir o abastecimento, o que vai contribuir para o aumento de preços ao consumidor. ""O aumento é inevitável e os preços só devem voltar ao normal em torno de 15 a 20 dias após a chuva"". Ele sugere que neste período o consumidor compre mais frutas, tais como laranja, limão, maçã e banana, porque os preços permanecem estáveis.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11772&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cultivo de hortaliças no interior de SP </title>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 11:22:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de hortaliça de Biritiba Mirim, em São Paulo, vivem duas situações distintas. Quem plantou couve-flor não tem colheita para aproveitar a alta no preço. Já quem apostou na acelga sofre com o excesso de oferta.

A região do alto Tietê se destaca no cultivo de vários tipos de hortaliças, mas os produtores rurais se Biritiba-Mirim, a 80 quilômetros da capital, passam por problemas. No caso da couve-flor faltou a semente de veraneio, específica para ser plantada entre os meses de janeiro e março para a colheita de inverno.

O agricultor Marcos Okamuro comprou outro tipo de semente, mas o resultado não foi satisfatório. A planta até cresceu, mas as folhas não resistiram ao sol e às pragas. As cabeças não desenvolveram e ficaram pequenas, sem valor no mercado. Em 2008, ele colheu 60 caixas de couve-flor por semana. Agora, foram 20 caixas.

Mesmo com a plantação menor em relação ao mesmo período do ano passado, a colheita e a venda da couve-flor estão garantidas. O produto é bastante procurado para o preparo dos pratos quentes servidos nesta época do ano, o que aumenta muito o consumo da hortaliça. Com pouco produto à venda, o preço subiu. A caixa é vendida por uma média de R$ 15,00.

?É aquela regra da oferta e procura. Geralmente, na falta o preço sobe?, disse Okamuro.

No mesmo município, quem plantou a acelga sofre com o excesso de produtividade. No começo do ano a hortaliça sumiu das prateleiras. Muitos agricultores apostaram na cultura. Não falta comprador no mercado, mas o preço não agrada os produtores. Há seis meses, uma caixa da hortaliça era comercializada por R$ 18,00. Hoje, os produtores não conseguem mais do que R$ 8,00 por uma caixa.

?A gente sempre planta para ter um lucro. Infelizmente, por causa do preço, a gente foi obrigado a baixar. Então, a gente não está tendo lucro. Está tomando um pouquinho de prejuízo?, avaliou o agricultor Hiroshi Shintate.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11771&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva e frio no Sul podem afetar trigo e milho safrinha </title>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 11:16:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O aumento da umidade e do frio no Sul do País pode levar à quebra de produção de trigo e também de milho safrinha, disse nesta segunda-feira (27) o gerente de Avaliação de Safras da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), Eledon Pereira. Segundo ele, por enquanto as variações climáticas não alteram significativamente os números projetados pela estatal. "Em princípio, os números de agosto da CONAB devem ficar muito próximos dos deste mês. Só se a chuva e o frio continuarem é que poderemos verificar quebras maiores", disse.

No último levantamento de safra, divulgado no início deste mês, a CONAB projetou um volume de 133,78 milhões de toneladas de grãos em 2008/09. Na avaliação do gerente, o 11º levantamento da CONAB, com divulgação prevista para quinta-feira da próxima semana, os números devem ficar relativamente estáveis, pois ainda não refletirão os episódios recentes. Segundo o consultor da Somar Meteorologia, Paulo Etchichury, a massa de ar frio do final de semana passado foi a mais forte do ano. A ocorrência de geadas ficou restrita ao Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e oeste do Paraná e extremo sul de Mato Grosso do Sul.

"Os técnicos da CONAB voltaram do campo agora, e não houve tempo hábil para telefonarmos para as regiões e verificarmos se houve quebras", explicou Pereira. De acordo com ele, o frio pode até ajudar a lavoura de trigo do Rio Grande do Sul. "O que pode ocorrer é uma pequena quebra no Paraná, onde o grão é plantado mais cedo, em maio", comentou. E reiterou que ainda não é possível estimar as perdas. Em relação à safrinha, por enquanto, não há problemas.

Mais do que o recente frio, a chuva no Rio Grande do Sul é um motivo de maior preocupação para o produtor, segundo o gerente da CONAB. "A chuva está prejudicando um pouco as lavouras, pois é impossível jogar veneno, porque a água lava tudo", explicou.

Fonte: Agência Estado, ZOONEWS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11768&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Quebra na safra gaúcha de uva ameniza altos estoques </title>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:19:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A safra gaúcha de uva deste ano deve fechar com 100 mil toneladas a menos do que em 2008, devido ao excesso de chuva e ventanias no período de brotação e floração. A produção, que no ano passado foi de 634,04 mil t, caiu para 533,26 mil t, de acordo com dados do Cadastro Vinícola, elaborado pelo Ibravin. No entanto, o que poderia parecer ruim tem sido visto com otimismo por lideranças do setor. Mesmo que não resolva, a quebra deve amenizar o quadro de excesso de estoques.

O diretor executivo do Ibravin, Carlos Paviani, acredita que o lado ruim da redução de oferta é a tendência de perda de renda para os produtores de uva. Porém, ele lembra que os estoques de vinho somam 400 milhões de litros e a previsão é encerrar o ano com 280 milhões de litros encalhados, o que considera um volume grande. "A safra menor reduz a pressão de oferta e contribui para o equilíbrio."

Toda a cadeia vai se beneficiar com a quebra na safra, mas a preocupação do presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, Hermes Zaneti, é que os prejuízos não fiquem apenas com os agricultores. "O ônus para resolver o problema dos altos estoques, que se agravaria neste ano, ficou com o produtor. Se tivessemos mais excedentes, haveria um levante da cadeia para resolver." Como ainda há produto sobrando no mercado, ele não acredita que possa haver reação no preço da uva, o que poderia compensar a perda de renda devido à menor produção.

O maior direcionamento da uva para o produção de suco pode contribuir para o equilíbrio do mercado. Nesta safra, 45% das uvas comuns foram usadas com este fim, enquanto a média histórica é de 30%. Nos últimos cinco anos, a comercialização de suco de uva duplicou.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11760&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de grãos acumula perdas de R$ 332 milhões no Ceará </title>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:18:25 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Ao término do primeiro semestre do ano, a safra de grãos no CE acumula perda financeira de R$ 332,8 milhões. Em janeiro de 2009, a estimativa inicial era de um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 1,07 bilhão, enquanto que a previsão atual é de apenas R$ 684 milhões, resultando no valor anunciado. Com relação apenas ao mês de junho, o prejuízo soma R$ 125,76 milhões, o que representa um acréscimo de quase 19% ante o calculado em maio, quando a perda estimada foi de R$ 105,70 milhões.

Os números são calculados com base nas informações do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), elaborado sob a coordenação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Feijão e milho responderam por 98% da perda estimada da safra.

O excesso de chuvas ainda é apontado como principal responsável pela queda na produção cearense de grãos e, como conseqüência, do prejuízo causado aos agricultores. Segundo o economista Demartone Botelho Coelho, representante da Universidade Federal do Ceará (UFC) no Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA) ? que elabora o LSPA ?, este ano, conforme dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o volume de chuvas no Estado foi 100% superior à média registrada nos últimos 35 anos.

No acumulado de 2009, feijão e milho lideram o ranking de prejuízos, com R$ 207,07 milhões e R$ 120,31 milhões, respectivamente. No primeiro, a queda na produção foi de quase 42%, saindo de uma estimativa inicial de 304.591 toneladas para 177.224 toneladas, em junho. Com relação ao milho, o recuo na previsão da produção foi de 909.002 toneladas para 682.052 toneladas, queda em torno de 25%.

Fonte: Diário do Nordeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11759&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Café ruim </title>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:17:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de umidade está afetando a qualidade do café no sul de Minas Gerais. Com isso, os produtores estão ganhando menos na hora da venda.

Nuvens carregadas não são um bom sinal para os cafeicultores. ?A gente vê que até agora os cafés estão atrasados. Algumas chuvas têm dificultado o processo de colheita. Tem causado problemas depreciativos nos grãos em termo de qualidade, o que é um problema?, explicou André Garcia, agrônomo do Procafé.

A roçadeira passa em algumas ruas de café para cortar o mato, que cresceu mais nesta safra por causa da chuva. A colheita está atrasada em uma das lavouras da região.

?A chuva contribuiu porque atrasou um pouco a colheita e o manejo da colheita. Atrasou no preparo das lavouras para entrar com a colheita?, disse o agricultor Kléber Pinto.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, tem chovido mais no sul de Minas neste inverno em relação ao ano passado.

Na fazenda do agricultor Luiz Gustavo Portugal metade da lavoura de 1,2 milhão de pés já foi colhida. A expectativa é de dez mil sacas, um número 30% menor em relação a 2008. Além de ser um ano de safra baixa, o excesso de umidade comprometeu parte da produção.

?Essa semana vendemos o café que deu baixa qualidade por R$ 204 a saca. Um café de média qualidade sai por cerca de R$ 215 a R$ 220 a saca?, disse seu Luiz.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11758&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva de granizo destrói lavouras de milho em MS </title>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 10:16:44 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A chuva de granizo que caiu no dia (22) por volta das 16h na zona rural de Campo Grande destruiu lavouras e trouxe prejuízos aos agricultores.

Na Fazenda Ema, próxima à divisa da cidade com o município de Sidrolândia, o granizo destruiu cerca de 50% da plantação de 400 hectares de milho. ?O prejuízo foi grande?, reforça o agricultor Cristiano Zarte, de 25 anos.

Ele conta que na hora da chuva, a impressão era que o vento estivesse a mais de 100km/h e as pedras que caíram tinham o tamanho médio de um ovo de galinha. ?Eu moro aqui há dez anos e eu nunca vi algo igual?, diz.

Considerando o custo de R$ 1.800,00 por hectares, a perda em 200 hectares da plantação trouxe prejuízo de R$ 36.000 à família de Cristiano.

Somando o prejuízo de 30% que havia sido causado pela seca, de abril a maio, não restou muito da plantação, explica o agricultor. ?Neste ano não sobrou nada para o agricultor?, reclama.

Vizinho - Na Estância Cláudia, a metade da plantação de 500 hectares de milho safrinha ficou comprometida. O administrador da propriedade, Rosalino Arguelho Cardoso, de 41 anos, conta que a chuva durou apenas 15 minutos, mas deixou uma camada de 4 cm de gelo sobre a terra, derrubou pés de milho e triturou as folhas que não foram arrancadas.

?Nunca vi nada assim antes, nem aqui nem em outro lugar?, garante o agricultor, que cuida de lavouras há 23 anos.

Correria - Ele explica que o vento atingiu ?faixas? da plantação e por isso o estrago não foi uniforme. Uma área de 150 hectares que deveria ser colhida apenas daqui a 40 dias terá que ser retirada assim que abrir o sol. Nela, os pés de milho foram praticamente ?desfolhados?, e ainda não é possível estimar o que poderá ser aproveitado.

Uma outra área na propriedade, de 100 hectares, que teria o milho colhido na próxima semana, teve pelo menos 30% das espigas arrancadas da planta, quando esta não foi derrubada pelo vento.

?Vamos botar a máquina pra ver o que dá pra colher. O que sobrar vamos ter que pagar pessoas pra catar?, explica.

Segundo Rosalino, fazendas vizinhas da propriedade enfrentaram o mesmo problema e também terão prejuízos na hora da colheita. Na região, pelo menos 12 propriedades possuem plantação de milho safrinha.

Fonte: Campo Grande News e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11744&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Paraná estima safra de trigo em um recorde de 3,37 mi t </title>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 10:15:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Paraná deverá colher uma safra de trigo em 2009 de 3,37 milhões de toneladas, o que seria um recorde para o Estado, se as condições climáticas continuarem favoráveis para o desenvolvimento da cultura, estimou nessa quinta-feira o Departamento de Economia Rural (Deral).

O órgão do governo paranaense revisou para cima a estimativa de produção de trigo. Até o mês passado, o Estado previa colher neste ano 3,2 milhões de toneladas.

Essa pode ser a segunda boa safra seguida de trigo no Paraná, o maior produtor brasileiro do cereal. Em 2008, o Estado colheu 3,21 milhões de toneladas.

"Se confirmar, vai ser a maior safra desde 1986/87, quando o Estado colheu 3,25 milhões de toneladas", declarou o agrônomo Otmar Hubner, em entrevista.

Os agricultores paranaenses elevaram em 9 por cento a área plantada com trigo neste ano, para 1,26 milhão de hectares, segundo dados atualizados pelo Deral, o que explica a maior expectativa de produção, além do tempo que tem sido benéfico, de maneira geral as chuvas não faltaram até o momento.

"No ano passado, o produtor teve um resultado muito bom com trigo em termos de produtividade, e isso deu uma animada para o plantio deste ano", disse Hubner.

Uma boa safra no Paraná, que colhe mais da metade do trigo do Brasil tradicionalmente, garante ao país boa oferta e reduz a necessidade de importações. O país não é autossuficiente no cereal.

O agrônomo admitiu que a seca que afetou algumas lavouras de milho safrinha (segunda safra) nos estágios iniciais da cultura fez com que muitos produtores desistissem do grão e optassem pelo trigo este ano.

Trigo e milho competem por área no plantio de inverno no Estado, mas Hubner destacou que o Paraná tem áreas suficientes para plantar os dois cereais em grandes extensões.

Hubner observou também que a safra de trigo ainda tem um longo caminho para que se garantam as boas produtividades previstas até o momento, de 2,68 toneladas por hectare.

"Até agora está tudo indo bem... Se não der geada... Se não der chuva na colheita (o que afeta a qualidade). Mas é melhor nem falar em catástrofe."

Ele lembrou ainda que o produtor paranaense tem investido cada vez mais em tecnologia, o que explica a boa produtividade prevista.

Outro fator que poderia explicar o plantio maior neste ano é a política governamental para o setor, que elevou os preços mínimos para esta temporada, além de outros programas para apoiar a comercialização do Ministério da Agricultura.

Nessa quinta-feira, por exemplo, o governo realizou mais leilões de prêmio para subsidiar o escoamento do produto. O governo investiu 120 milhões de reais em subvenções ao transporte do produto dos Estados do Sul para o Norte e Nordeste, que não produzem o cereal.

O Paraná praticamente encerrou a semeadura de trigo, com o plantio sendo realizado em 97 por cento da área prevista. Cerca de 48 por cento da safra está em desenvolvimento vegetativo, 28 por cento em floração, 16 por cento em frutificação e 3 por cento em maturação.

MILHO SAFRINHA

O Deral ainda elevou a estimativa para a segunda safra de milho de 4,5 milhões de toneladas em junho para 4,76 milhões.

Ainda assim, a estimativa de colheita para este ano representa uma queda de 17 por cento em relação à temporada passada, quando o Estado, maior produtor brasileiro de milho, colheu 5,7 milhões de tonelada na safrinha.

A safrinha de milho foi atingida por seca no início do plantio e também por geadas em junho. O Paraná já colheu 29 por cento da sua segunda safra de milho.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11743&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Névoa muda cenário no Cariri/CE </title>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 10:14:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A precipitação registrada ontem, no Crato, mudou a paisagem. Agricultores acreditam em mais chuva

Uma chuva de 52 milímetros caiu ontem no Crato. No período da manhã, a Chapada do Araripe ficou coberta de nevoeiro, o que, segundo os agricultores, é sinal de mais água. Choveu na maioria dos municípios do Cariri. É a chamada chuva do caju e da manga, que contribui para a floração destas duas plantas frutíferas. Beneficia também a sirigüela, que está sendo exportada para o estado da Bahia.

O agrônomo Ladislau de Souza, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Ceará (Emater-ce), acrescenta que as precipitações pluviométricas, que ocorrem de julho para agosto, garantem a safra da mandioca, uma cultura de grande importância para a agropecuária regional, uma vez que, segundo Ladislau, além da fabricação de farinha e goma, é utilizada também como ração animal.

?As plantações de mandioca são feitas em solos arenosos, que são mais resistentes à fortes chuvas e praticamente não encharcam. Por isso, o prejuízo no plantio é inexpressivo?, explica o gerente regional da Ematerce, Adonias Sobreira, destacando que a chuva vai facilitar a colheita da mandioca, que se constitui uma boa de fonte renda para os produtores da agricultura familiar.

A chuva de ontem também melhora a pastagem para o gado e aumento do volume de água nos pequenos açudes. O benefício imediato foi à limpeza do canal do Rio Granjeiro, que passa por dentro do Crato. A água desceu no canal, levando a sujeira acumulada no período da Expocrato.

O agrônomo Junival Alencar afirma, por outro lado, que a chuva prejudica a colheita do milho que, este ano, sofreu uma queda de 50%, em conseqüência da irregularidade do inverno. A terra molhada dificulta a entrada de tratores nos plantios. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está comprando a saca de 60kg de milho a R$ 19,00 e vendendo a R$ 22,00, segundo informações do gerente regional Cândido Damasceno.

Os 28 municípios do Cariri foram contemplados, no mês de janeiro, com a entrega de 954t de milho híbrido; 22,3t de milho variedade; 67,87t de feijão vigna; 6,5 toneladas de feijão phaselus; 50,39 toneladas de arroz e 1.101 toneladas de mandioca e 78.300 mudas de caju anão precoce.

Fonte: Diário do Nordeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11742&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima mantém soja e milho sob pressão </title>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 11:34:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O clima favorável ao desenvolvimento da safra de verão dos Estados Unidos continua pressionando as cotações da soja e do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). Ontem, as condições climáticas praticamentes perfeitas para o desenvolvimento das lavouras renderam nova baixa para o milho, que terminou os negócios do dia cotado a US$ 3,08 o bushel (25,4 quilos), ou US$ 7,28 a saca. É o menor preço de fechamento em mais de seis meses. Em julho, o cereal já acumula queda de 11%.

A soja, apesar de ter encerrado o pregão de ontem em leve alta, também vem registrando desvalorizações consecutivas, com retração de 17% acumulada neste mês. Ontem, o primeiro contrato do grão terminou os negócios trocando de mãos a US$ 10,185 o bushel (27,2 quilos) na CBOT, o equivalente a US$ 22,47 a saca.

Steve Cachia, analista da Cerealpar, explica que a tendência de longo prazo é de baixa para os dois grãos porque as perpectivas para a safra americana são muito boas. O plantio foi encerrado no mês passado e as primeiras áreas começam a ser colhidas em setembro nos EUA. Até o início da semana, 67% das lavouras de soja e 71% das plantações de milho estavam em boas condições, conforme o USDA, o departamento de agricultura do país. ?O mês decisivo para os americanos é agosto, mas não vai ser uma seca de alguns dias que vai quebrar a sasafra deles. Então o mercado se antecipa e leva os preços para baixo?, afirma Cachia.

Mercado interno

No mercado doméstico, os preços dos dois grãos acompanham a tendência baixista. Ontem, a cotação média soja paranaense foi de R$ 41,50 a saca. Em maio, esse valor era R$ 45,98 e, em junho, R$ 45,07. O técnico do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (Seab) Otmar Hubner explica que essa gradual desvalorização é influenciada por diversos fatores. ?Basicamente porque a safra americana está indo muito bem. Além disso, o estoque mundial do grão aumentou em relação ao ano passado e o dólar baixo ajuda a depreciar o produto?, enumera.

Os produtores de milho, cotado ontem em R$ 15,26 a saca no Paraná, também enfrentam problemas com o preço baixo. ?Desde 07 de julho a cotação está abaixo do valor mínimo, que é de R$ 16,50?, informa a agrônoma do Deral Margorete Demarchi. Na safra 2007/08, houve uma produção recorde, na qual o Brasil colheu 58,65 milhões de toneladas, e isso se refletiu na produção deste ano. ?O estoque de passagem foi muito alto. O consumo brasileiro é de 45 milhões de toneladas por ano, como já havia 11,86 milhões de toneladas estocadas, 2009 entrou com um quadro do consumo interno garantido?, diz Margorete. Apesar das substanciais perdas causadas pela estiagem, o Paraná tem potencial para produzir neste ano mais do que o mercado pode absorver: 11 milhões de toneladas. ?Mas isso ainda pode mudar, porque 35% do que está no campo pode ser afetado por geadas?, aponta Demarchi.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11739&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Quebra de safra pouco afeta índices de inflação </title>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 11:30:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Brasil está terminando a colheita da safra de grãos de 2008/09 com a certeza de que os resultados finais serão ruins. A última estimativa dos institutos especialistas em acompanhamento da produção agrícola indica que haverá uma quebra de 7,2% em relação a 2007/08. Os principais responsáveis por sua performance sofrível foram uma série de problemas climáticos. Felizmente, esse fenômeno não teve grande impacto sobre os preços no mercado interno, ajudando a inflação a manter-se bem comportada neste ano.

Como divulgou a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), ligada ao Ministério da Agricultura, o volume total de grãos a serem colhidos ficou em 133,778 milhões de toneladas, 0,3% menos que o projetado em junho. Trata-se da menor previsão do governo para o ciclo. Em dezembro, a CONAB chegou a estimar uma safra de 140,276 milhões de toneladas para 2008/09, mas a estiagem no Sul no verão já havia frustrado a expectativa.

No inverno, o maior problema foi constatado na chamada safrinha paranaense de milho, afetada pela falta de chuvas entre os meses de abril e maio e por geadas em junho. No mais recente levantamento divulgado, a CONAB passou a prever uma colheita de 4,680 milhões de toneladas, 17,3% a menos que no inverno de 2007/08. Outra safrinha prejudicada pelo clima é a da região Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a queda em relação ao ciclo anterior deverá ser de 9,4%, para 6,357 milhões de toneladas, e em Mato Grosso do Sul (onde também houve geada em junho) a retração é de 37,7%, para 1,807 milhão. Goiás compensa parte das perdas com aumento previsto em 29,2%, para 1,637 milhão de toneladas.

No total, estima a CONAB, a segunda safra de milho deverá render 16,190 milhões de toneladas em 2008/09, redução de 13,4% sobre 2007/08. Na mesma comparação, o tombo só é menor que o da safra de milho de verão (16,8%, para 33,259 milhões de toneladas) e que o da produção total de algodão (24,2%, para 1,215 milhão de toneladas). Com os problemas climáticos, a colheita na região Sul em 2008/09 deverá atingir 53,338 milhões de toneladas, 10,5% menos que na temporada anterior.

Os dados do IBGE, também divulgados recentemente, indicam que em termos de área plantada as maiores dificuldades foram enfrentadas pelos produtores de milho. Das três principais culturas - soja, milho e arroz, que respondem por 81,5% da área cultivada -, houve redução de 4,3% no caso do milho, em relação ao ano anterior. A área a ser colhida, de 47,2 milhões de hectares, apresenta decréscimos em termos absolutos em relação a 2008, de 83.946 hectares.

Por enquanto, essa quebra de safra não chegou à mesa dos consumidores. A inflação de alimentos e bebidas está cedendo, num cenário de desaquecimento da atividade econômica e preços de commodities mais baixos do que no primeiro semestre de 2008. Para 2009, os analistas esperam uma alta bem mais fraca das cotações de produtos alimentícios. No ano passado, elas subiram com força, corroendo parte do poder de compra do salário mínimo. Estima-se agora que o grupo de produtos alimentícios e de bebidas vai subir entre 4% e 5% na medição do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano, bem abaixo dos 11,1% de 2008, constituindo-se uma das principais fontes de alívio para a inflação. No ano passado, como bem se recorda, houve um choque das cotações de alimentos por causa da alta dos preços internacionais, algo que não está se repetindo neste ano.

A queda da inflação de alimentos beneficia especialmente a população de baixa renda, que gasta boa parte de seu salário com esses produtos, como nota Pereira. No Índice de Preços ao Consumidor - classe 1, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mede a inflação para quem ganha entre 1 e 2,5 mínimos, o peso da alimentação é de 39,62% na cesta de consumo. É um percentual bem superior aos 27,49% do IPC-BR, que analisa a evolução dos preços para quem recebe de 1 a 33 salários mínimos. Nos doze meses até maio, a inflação de alimentos no IPC-C1 ficou em 4,95%, bem abaixo dos 12,14% registrados em 2008 inteiro.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11738&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de maça no RS </title>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 11:28:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A quantidade de horas de frio tem diminuído, nos últimos anos, no Rio Grande do sul. Essa alteração prejudica os pomares de maçã. Para tentar minimizar o problema, pesquisadores da Embrapa buscam variedades da fruta que se adaptem às mudanças do clima.

Nesta época do ano o produtor de maças Henrique Aliprandi comemora cada dia de temperatura baixa. Ele tem 300 hectares de maças no município de Vacaria, na serra gaúcha. O agricultor sabe o problema que a falta de frio pode trazer para o desenvolvimento da fruta.
 
?Quando ocorre essa falta de frio a planta acaba brotando mal e não tem uma florada uniforme e isso compromete a produtividade e a qualidade", fala.
 
A preocupação com a quantidade de frio para o desenvolvimento da maçã levou a Embrapa a desenvolver uma pesquisa para verificar se os invernos no sul do país estão ficando mais amenos. Foram coletados dados de temperatura dos últimos 20anos na região.
 
Em 1989, o inverno teve 1154 horas de temperaturas abaixo de 7,2 graus ? considerada ideal para os pomares; em 1999, foram 875 horas; e no ano passado 611 horas. Uma queda de 30% de um ano para o outro.

Com estes dados, a Embrapa começou a pesquisar variedades que necessitem de um número menor de horas de frio.
 
As pesquisas para seleção de novas variedades de maçã, que atualmente se restringem as análises visuais no campo. A partir do estudo, ganham o suporte de avaliações genéticas e bioquímicas, feitas em laboratório.
 
Gemas de duas variedades de maçãs produzidas no sul do país estão sendo coletadas e analisadas pelos pesquisadores da Embrapa. Geladeiras simulam condições para descobrir a temperatura que favorece a brotação. No laboratório também se investiga o controle genético e molecular das características da planta.
 
 ?Vamos ter mecanismos que irão fazer com que novas variedades sejam obtidas mais rapidamente, que nós possamos ao final dos quatro anos do projeto ter disponível novas variedades que possam atender as necessidades dos produtores", explica Paulo Ricardo Oliveira, coordenador do projeto.
 
Henrique já reservou uma pequena parte da propriedade para testar uma nova variedade, disponível no mercado e que se desenvolve com menos dias frios. ?A parte de campo é uma variedade que se adaptou bem ao nosso clima, é produtiva com uma estabilidade de produção boa. A percepção que a gente tem ela não é ainda do nível de uma gala, que é a variedade mais importante que o Brasil tem?, diz.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11737&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>PR encerra plantio de trigo; safra gaúcha deve cair 20% </title>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 10:04:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Paraná, maior produtor brasileiro de trigo, deve encerrar nesta semana o plantio do cereal com o clima mais seco após as chuvas recentes, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Estado. "Nos últimos dias, parou de chover. O plantio já poderia ter terminado", disse Otmar Hubner, do Deral. Nesta mesma época, em 2008, a semeadura já tinha sido finalizada.

Pelo último dado do Deral, da semana passada, o Estado havia semeado 94% da área estimada em 1,22 milhão de hectares para a safra de 2009. O Paraná, que ampliou o plantio em 7% sobre 2008, pode colher 3,25 milhões de toneladas de trigo, mais da metade do esperado para o Brasil pelo Ministério da Agricultura (5,6 milhões de toneladas).

"As condições das lavouras estão boas", acrescentou Hubner, observando que a umidade tem ajudado, de maneira geral, o desenvolvimento da safra. Alertou, porém, para a maior incidência de doenças que se desenvolvem em condições úmidas, como a ferrugem.

No Rio Grande do Sul, a Emater, órgão de assistência técnica do governo gaúcho, prevê uma safra de 1,7 milhão de toneladas de trigo, queda de cerca de 20% sobre 2008, com redução da área plantada.

Este ano, os gaúchos estão plantando uma maior área de trigo para produção de farinha destinada à indústria de panificação. "Houve uma evolução na área plantada com trigo pão. Em 2008, plantamos 33% com essa variedade. E em 2009 está em torno de 50%", disse Ataides Jacobsen, agrônomo da Emater. O governo federal, por meio de sua política de preços mínimos, passou a incentivar a produção dessa variedade.

Fonte: Valor Econôico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11729&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva dá trégua e beneficia colheita </title>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 10:04:17 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Com clima mais seco, cafeicultores aproveitam para compensar atrasos causados pelo excesso de umidade

Após três semanas de tempo chuvoso, o período foi marcado pela redução da precipitação. Apesar da queda na umidade do solo, o índice ainda é adequado para o desenvolvimento das pastagens, o que permite que os pecuaristas negociem em melhores condições com os frigoríficos, evitando a queda no preço da arroba.

A interrupção da chuva favoreceu a colheita do café em Garça, Franca e São José do Rio Pardo, onde os produtores podem compensar os atrasos causados pelo excesso de umidade. O tempo seco também favoreceu a secagem dos grãos, revertendo a tendência de queda na qualidade do produto observada desde o início de junho. Nos canaviais o cenário é semelhante, com boas condições operacionais para os trabalhos de corte e transporte da cana até as usinas.

Em Jales e Fernandópolis, a safra da uva começou com tempo favorável e boas perspectivas de produtividade. O tempo também beneficiou a colheita da nêspera em Mogi das Cruzes; da cebola em Piedade; dos canteiros de morango de Monte Alegre do Sul, Jarinu e Atibaia; das lavouras de mandioca de Engenheiro Coelho e Mogi-Mirim e dos pomares de laranja de Matão, Araraquara e Bebedouro.

Fonte: O Estado de São Paulo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11728&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Zoneamento da soja na região Sul é aprovada pelo governo </title>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 10:03:09 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Diário Oficial da União de ontem divulgou a portaria da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura que aprovou o zoneamento agrícola para a cultura de soja no Rio Grande do Sul, na safra 2009/2010. O estado cultivou na safra 2008/2009 uma área de 3,8 milhões de hectares de soja, com uma produção de 7,9 milhões de toneladas, conforme levantamento da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB). O zoneamento é um trabalho de identificação das áreas e períodos de plantio mais apropriados para minimizar riscos climáticos. Também durante o processo são indicadas as cultivares mais recomendadas ao tipo de solo de cada região.

Fonte: DCI - SP e Clippingh - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11727&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Brasil é líder em produtividade </title>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:30:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Gigante agrícola, Brasil vence países como EUA e China em produtividade.

O investimento em pesquisa e tecnologia deu aos brasileiros a liderança do ranking mundial em produção de alimentos por hectare. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre 1975 e 2008, os agropecuaristas nacionais superaram as principais nações do mundo e consolidaram o país como potência no setor. Além da mecanização no campo, fatores como o melhoramento genético de plantas e animais permitiram o aumento expressivo da safra por área cultivada. Isso significa que o Brasil pode ampliar sua colheita sem ocupar mais terrenos ou aumentar a demanda de insumos e mão de obra.

O Brasil é o país que possui a maior produtividade mundial na agropecuária. Comparado com os Estados Unidos, a China e outros países, pode ampliar a colheita sem ter que expandir a área plantada, aumentar o uso de insumos ou elevar o emprego de mão de obra. Entre 1975 e 2008, os agricultores e pecuaristas brasileiros superaram os concorrentes estrangeiros a partir de investimentos em pesquisa e tecnologia. Os dados fazem parte de estudo da Coordenação-Geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, obtido com exclusividade pelo Correio, e que reforçam a posição do país como grande fronteira agrícola e potência global na produção de alimentos.

A pesquisa mostra a produtividade e as fontes de crescimento da agropecuária. Uma das conclusões é de que o agricultor, o pecuarista e o trabalhador rural conseguem executar cada vez mais tarefas e serviços em menos tempo, avanço classificado como produtividade da mão de obra e mostra que esse foi o item com a maior taxa de desenvolvimento médio anual desde 1975, 4,09%. Esse progresso é justificado pela melhor preparação dos produtores rurais, que têm feito especializações em cursos técnicos e superiores.

No ranking das taxas de produtividade, o segundo maior índice é o da terra (3,55% ao ano), o que significa que, a cada safra, é possível colher mais por hectare. O terceiro lugar fica com o capital aplicado (3,37%), indicador de que a mesma quantidade de recursos, máquinas e equipamentos pode fazer mais por uma área a cada ano que passa.

Nos últimos 33 anos, o produto agropecuário (tudo que a agricultura e a pecuária produzem em um ano) cresceu a uma taxa média anual de 3,68%. Em contraponto, o índice que mede a expansão de insumos teve variação de 0,01% e, o de uso das terras, 0,12% no período. "A agricultura cresce em linha diferente dos insumos, sem usar muitas terras, mão de obra, máquinas e equipamentos", analisa o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

Ainda de acordo com Gasques, a explicação para a menor quantidade de máquinas nas lavouras é atribuída ao desenvolvimento tecnológico: o maquinário está mais eficiente. A quantidade de tratores com até 49 cavalos de potência, por exemplo, comprados por produtores rurais, recuou 81% em 33 anos. Por outro lado, a venda de equipamentos com até 200 cavalos de potência aumentou 247%.

Os dados do Ministério da Agricultura evidenciam que a mecanização no campo foi relevante, mas não foi determinante para uma produtividade maior que a de outros países. O fato crucial que proporcionou um salto nos resultados foi melhoramento genético de plantas e animais, permitindo aumento expressivo de toneladas por hectare. No caso da cana-de-açúcar, foi possível passar de 49 toneladas para 80 em 10 anos.

Um exemplo bem-sucedido de alta produtividade baseada em pesquisa está no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), criado em 1977 para incentivar a agricultura na capital federal, que possuía um solo tido como difícil para se trabalhar na época. "Viemos para cá pela disponibilidade de terras, não sabíamos que elas eram improdutivas. A correção do solo demorou três anos para que pudéssemos plantar soja", relembra o produtor Derci Cenci, um dos fundadores da região que tem os gaúchos como maioria da comunidade.

Ele compara o tempo em que plantava no sul e produzia mil sacas de grãos por hectare. Achava "fantástica" a quantidade. Com os investimentos em tecnologia de melhoramento de solo e sementes no PAD-DF, Derci Cenci ampliou a produtividade para 20 mil sacas. "Hoje, o maior avanço é a genética do milho. Conseguimos fazer 38 variedades e temos condição de produzir até 230 sacas de milho por hectare", comemora. Há cinco anos, a região produzia 120 sacas/hectare, 48% menos.

Uma questão importante é que alta produtividade da região não produziu exclusivamente lucro. Por causa da supersafra, os produtores têm que administrar a falta de locais para armazenagem. Além dos galpões que já existiam, precisam construir mais quatro silos com capacidade para 200 mil sacas de trigo. Ainda assim, necessitam de pelo menos mais quatro locais semelhantes para guardar toda a safra.

A partir de 1975, a produção de leite aumentou 7,95 bilhões de litros em média por ano até atingir 26,92 bilhões em 2008. Sob essa mesma base de comparação, a carne passou de 10,8 quilos de carcaça por hectare de pastagem para 38,6 quilos. No segmento das aves, a produção passou de 373 mil toneladas anuais para 10 milhões de toneladas.

A pesquisa agrícola também possibilitou a introdução da soja no cerrado, que chega agora a atingir uma colheita média de até seis toneladas por hectare. A combinação de investimentos em treinamento, uso de tecnologia e intensa mecanização resultou na agropecuária de precisão, onde plantio, manutenção da lavoura, colheita e armazenamento obedecem a planejamentos cuidadosos. "A produtividade vem através do equilíbrio do solo, dos nutirentes que existem nele", afirma Derci Cenci. "Se gastamos R$ 50 mil nessa agricultura de precisão, sobram R$ 50 mil de adubo no galpão", emenda.

10 milhões de toneladas é a produção média anual de carne de aves, maior que as 373 mil em meados da década de 70

7,5 bilhões de litros foi o aumento médio anual na produção de leite a partir de 1975

A mesa farta dos brasileiros é consequência direta da alta produtividade no campo. À medida que o agricultor ou o pecuarista conseguem obter, com menos custo, uma colheita maior por hectare ou maior carcaça por animal aumenta a oferta de alimentos sem que haja pressão de preços ou escassez de produtos. Um fato relevante é que os bons e crescentes resultados no campo permitem ao Brasil não somente garantir o pleno abastecimento do mercado interno, como, também, suprir o mercado externo a exemplo da exportação de soja, milho, suco de laranja, carne e açúcar. (VM)]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11718&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Irrigação - Uma prática pouco representativa no país </title>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:26:59 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A irrigação é defendida como importante ferramenta para aumentar a produção agropecuária no Brasil sem a necessidade de expandir as áreas já ocupadas. Segundo cálculo da Agência Nacional de Águas (ANA), o país poderia dobrar o volume produzido em 20 anos se irrigasse a área já ocupada por grãos e pastagens. A prática, porém, é pouco representativa na agricultura brasileira por conta de falta de conhecimento, regulação e condições favoráveis de financiamento, segundo a opinião de especialistas.

"A demanda por alimento no mundo vai crescer muito e o Brasil tem condições de atender esse mercado aumentando sua produção com a irrigação", diz Devanir dos Santos, gerente de conservação da ANA. Porém, se seguir o ritmo atual de crescimento da área irrigada, que é de 120 mil a 150 mil hectares por ano, seriam necessários mais de 200 anos para irrigar toda a área potencial no país, segundo a Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Hoje, o Brasil irriga 4 milhões hectares, mas o potencial é de 30 milhões.

Para acelerar esse ritmo, Marcelo Borges Lopes, presidente da câmara de irrigação da Abimaq, diz que é necessário haver regulamentação da atividade, além de mais oferta de crédito. "A irrigação tem um problema de representação institucional. Hoje ela é uma diretoria dentro de uma secretaria do Ministério da Integração Nacional. O agricultor que irriga tem necessidades específicas", diz. Desde 2007 está em tramitação no Congresso um projeto de lei para a criação de um Plano Nacional de Irrigação, que estabelece instrumentos para desenvolver a agricultura irrigada no país.

Segundo o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, hoje coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, a irrigação é uma tecnologia pouco utilizada no Brasil por falta de incentivos. Entre os problemas estão o excesso de burocracia para dar o direito de uso da água para os agricultores, a dificuldade de obtenção de crédito e até mesmo a falta de gente especializada para trabalhar com a técnica. "A área irrigada pode aumentar muito no país, desde que haja programas adequados para financiamento, para assistência técnica."

Além disso, afirma, hoje muitas áreas no Brasil não dependem da irrigação para produzir. "Irrigar uma plantação não é uma regra, mas pode ser positiva. Cada caso tem que ser avaliado separadamente, considerando localização da área, custo, aumento da produção". Os locais que não precisam de água complementar no cultivo, porém, estão praticamente esgotados, segundo Rodrigues. "O setor sucroalcooleiro, por exemplo, avança em áreas onde não há chuva o suficiente para a cana. Em São Paulo, porém, é desaconselhável irrigar", diz.

A região Sul seria um caso a ser considerado para a expansão da irrigação. A cada dez anos há seis ou sete anos de seca, o que gera grande perdas de produção, como ocorrido na safra 2008/09.

A expansão da área irrigada tem impactos ambientais, já que mais água será retirada dos rios. A irrigação utiliza em média meio litro de água por segundo para cada hectare, mas segundo Santos, da ANA, isso não pode ser considerado uma perda do recurso. "A agricultura é usuária de água e não consumidora. A água vai para o solo, evapora, volta para o seu ciclo natural", diz. (SM)

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11717&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Devido ao clima inadequado, RS tem dificuldade para alimentar criação </title>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:23:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores do Rio Grande do Sul estão tendo problema para alimentar o gado. O plantio das pastagens atrasou por conta da seca dos primeiros meses do ano. Agora com o frio, o desenvolvimento das plantas está mais lento.

Nos Campos de Santana do Livramento, na fronteira do Brasil com o Uruguai, o azevém foi plantado com um atraso de 60 dias. As plantas demoraram quase dois meses para se desenvolver. Nesta época, elas deveriam estar numa média de 40 centímetros de altura. Mas em alguns campos o tamanho não chega a atingir nem dez centímetros. A qualidade do que brotou também ficou comprometida.

Segundo o agrônomo da Emater, Mário Gonzales, o clima prejudicou as pastagens de inverno. ?As pastagens sofreram no início, com a falta de chuva para sua implantação. Tinha de ter uma temperatura mais alta. E depois, o excesso de frio e a nebulosidade impedem o desenvolvimento?, disse.

Em Santana do Livramento a média histórica entre janeiro e julho é de 800 milímetros de chuva. Mas até agora choveu apenas 600 milímetros. Mesmo com o déficit hídrico, o produtor se vê obrigado a plantar amenizar os prejuízos com o gado.

O seu Nei Quevedo acompanha com preocupação o rebanho de 43 vacas. Ele disse que os animais perderam peso e a produção de leite, que era de mil litros por dia, caiu pela metade. A silagem está sendo racionada para alimentar os terneiros. O período de plantio da aveia encerrou em maio, mas ele preferiu não deixar as sementes no galpão e decidiu plantar junto com as de azevém.

?Está sendo bastante difícil. Pela redução da oferta do leite, se esperava preços melhores e o preço não reagiu. Isso acarreta num prejuízo enorme. Aumenta muito o consumo de ração, de concentrado?, disse seu Nei.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11716&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Risco de queimadas </title>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:57:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A seca começa a tomar conta da região Centro-Oeste. Com isso aumenta o risco de queimadas. No Parque Nacional das Emas, em Goiás, bombeiros e ambientalistas iniciam o preparo dos aceiros, que são barreiras usadas para evitar a propagação de incêndios.

Focos de incêndio são avistados no Parque Nacional das Emas. Mas esta é uma queimada controlada. Os brigadistas usam lança-chamas para colocar fogo na vegetação. Com abafadores, controlam a queimada para que ela não se espalhe. Quando a vegetação termina de queimar, jogam água para resfriar o terreno. Assim surgem os aceiros. São faixas de 50 metros se largura, sem vegetação, que vão funcionar como uma barreira natural contra o fogo.

Os brigadistas têm pressa. Eles precisam construir 350 quilômetros de aceiros em todo o parque. Agora, já não chove mais na região. A vegetação está seca e em caso de incêndio queima rápido.

Mas o período mais crítico está chegando. É entre agosto e setembro, quando venta forte e há uma grande incidência de raios. Os aceiros diminuem em 80% o as chances de incêndios.

O fogo fica restrito às áreas cercadas pelos aceiros. Essa é uma prevenção importante.

?Dessa forma protege-se o parque e evita-se que os animais fiquem sem alimentação e sem abrigo durante grandes períodos?, disse Marcus Cunha, diretor do Parque Nacional das Emas.

No parque vivem espécies ameaçadas de extinção. O Parque Nacional das Emas, que fica em Goiás e Mato Grosso do Sul, é tão importante para a conservação de plantas e animais que ganhou título de patrimônio natural da humanidade. Desde que esse trabalho de prevenção começou, há quase 15 anos, a reserva nunca mais teve toda sua área destruída pelo fogo.

"Em 1994, aconteceu um grande incêndio dentro da unidade. Naquele ano a gente não tinha o manejo do fogo. O fogo veio da parte norte e o vento muito rápido. Não deu tempo pra nada e o desespero foi geral, a destruição foi total dentro da unidade?, contou Ilton Pereira, brigadista.

O Parque Nacional das Emas é a maior reserva natural de cerrado do país.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11710&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
</item>
<item>
<title>Piauí é o terceiro maior produtor do Nordeste </title>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:56:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Piauí se consolida como grande produtor de grãos alcançando um crescimento total de 12,75% em relação à safra 07/08 e atingindo o terceiro lugar entre os Estados nordestinos e participação regional de 13,97% do total produzido e 1,31 no contexto nacional. Sendo assim considerando tudo o que se produz em grãos nos nove Estados só fica atrás do Maranhão e Bahia.

O Piauí se consolida como grande produtor de grãos alcançando um crescimento total de 12,75% em relação à safra 07/08 e atingindo o terceiro lugar entre os Estados nordestinos e participação regional de 13,97% do total produzido e 1,31 no contexto nacional. Sendo assim considerando tudo o que se produz em grãos nos nove Estados só fica atrás do Maranhão e Bahia.

Isso ficou demonstrado no décimo levantamento da safra 2008/2009 num quadro comparativo da produção agrícola Nordeste/Brasil realizado no mês passado e divulgado nesta semana. O feijão com 246.400 toneladas teve variação positiva de 16,08%, enquanto o milho também cresceu 63,52% passando das 322.900 toneladas na safra 07/08 para 528 000 em 08/09.

Contudo, por se tratar de uma cultura nova na agricultura piauiense, o sorgo surpreendeu com 17.800 toneladas em comparação a 8 400 registradas em 07/08. O Piauí produz algodão em caroço, arroz, feijão, mamona, milho, soja e sorgo.

As produções de arroz, feijão, mamona, milho, soja e sorgo tiveram variação positiva em relação aos dois períodos observados pela pesquisa CONAB. Já as safras de soja e algodão tiveram variações negativas.

Para o superintendente, José Nilson Gomes, trata-se de um dado positivo para o Piauí esse fator de crescimento atingindo os 12,75% considerando as dificuldades provocadas pela longa temporada de chuvas em contraste com a safra anterior prejudicada por um período de estiagem.

Houve crescimento também da área plantada saindo dos 950.500 hectares na safra 07/08 para 1.017.100 hectares na safra 08/09 verificando-se crescimento de 7,01; o rendimento de quilos por hectares em 07/08 foi de 1.552; em 08/09 esse rendimento aumentou para 1.636 com variação positiva de 5,37%.

Segundo o superintendente da CONAB, José Nilson Gomes, a posição do Piauí é de crescimento na produção de grãos.

Fonte: Diário do Povo - PI, ExpressoMT e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11709&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tempo instável em toda a faixa litorânea entre São Paulo e o sul da Bahia </title>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:55:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O fim de semana foi de tempo seco na maior parte do país. A chuva se concentrou, com mais intensidade, nas regiões Norte e Nordeste. Em vários municípios do Rio Grande do Norte e da Paraíba os volumes de chuva chegaram a 80 milímetros. Já nas regiões Sul e Sudeste as chuvas foram bem fracas, causadas pela passagem de uma frente fria.

Nesta segunda-feira, os ventos úmidos que chegam do oceano vão deixar o tempo instável em toda a faixa litorânea entre São Paulo e o sul da Bahia. O sol aparece no Sul, mas à tarde devem ocorrer pancadas de chuva no oeste da região e as temperaturas ficam baixas. Previsão de céu com nebulosidade e chuva isolada nos Estados do Norte e do Nordeste. No Centro-Oeste e no sertão nordestino, o tempo segue seco e com baixa umidade do ar. O sol aparece pela manhã em toda a região Sul. À tarde podem ocorrer pancadas de chuva na faixa oeste dos três Estados. No Sudeste o tempo fica instável. Tem previsão de chuva para o leste de São Paulo e de Minas Gerais e para todo o Rio de Janeiro e Espírito Santo. Faz sol nas outras áreas da região. No Centro-Oeste, o sol vai predominar na maior parte da região. Tem uma pequena possibilidade de chuva fraca no sul de Mato Grosso do Sul. Dia ensolarado no Nordeste. Estão previstas pancadas isoladas de chuva no litoral. No norte do país o sol vai predominar. Pode chover no centro norte do Amazonas, em Roraima, no Amapá e no nordeste do Pará.

Na terça-feira, uma nova frente fria vinda do Uruguai deve causar ventania sobre a região sul do Brasil. O tempo muda e podem ocorrer temporais no Rio Grande do Sul. Os dias seguem instáveis no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, no leste de Minas Gerais, no Espírito Santo e no sul da Bahia por causa dos ventos úmidos que chegam do mar. No extremo Norte do país, o calor e a alta umidade devem provocar pancadas de chuva.

Até sábado o volume de chuva deve chegar aos 90 milímetros no noroeste do Amazonas e no sul de Roraima. A mesma quantidade está prevista para o leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba e também para o centro de São Paulo e para o sul de Minas. No norte do Paraná e no oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul o acumulado pode chegar aos 50 milímetros. No Centro-Oeste chove pouco. Os índices podem atingir os 40 milímetros no sul de Goiás e no leste de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11707&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Plantio de soja é proibido por dois meses </title>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 09:54:12 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O cultivo de soja está proibido durante dois meses em cinco microrregiões do Estado. São elas: Conceição do Araguaia, Redenção, Itaituba, Marabá e Altamira. A determinação faz parte da campanha "Vazio sanitário da soja", que atende a Instrução Normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos (Mapa) e começou a valer na última quarta-feira, devendo vigorar até o dia 15 de setembro. O objetivo é controlar a ferrugem asiática, praga que pode causar perda de 30% a 75% da produção. Do dia 1 de outubro a 30 de novembro a campanha irá se estender as microrregiões de Santarém, Paragominas, Bragantina e Guamá, que também ficarão proibidas de cultivar o grão por dois meses.

Atualmente, o Estado possui cerca de 300 produtores de soja cadastrado. No ranking nacional, o Pará se encontra em 14º lugar entre os produtores de soja, com cultivo anual de 201 mil toneladas em uma área plantada de aproximadamente 72 mil hectares. Apenas em Santarém, são cultivados 88 mil tonaladas do produto em 33 mil hectares.

Em 2001, com o surgimento da Ferrugem Asiática no Brasil, esses agricultores ficaram em alerta. O fungo provoca amarelamento e queda das folhas, ocasionando perda de 30% a 75% da produção. Alice Thomaz, engenheira agrônoma e gerente de pragas da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), conta que o Estado chegou a registrar três casos da Ferrugem, nos anos de 2004 e 2005.

Fonte: Amazônia - PA e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11689&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Pinhão engorda a renda no inverno </title>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 09:53:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Considerado espécie em extinção e com proteção legal controlada pelo Ibama, cultivo está na fase final de colheita

É da copa das quase 3 mil araucárias plantadas na propriedade de Oidacir José Bonn que vem o dinheiro extra para ajudar nas despesas da casa, nesta época do ano. Entre abril e junho, Bonn, que trabalha como alfaiate, contrata um servente só para apanhar as pinhas que caem pelas terras que mantém no interior de São Francisco de Paula, na Serra gaúcha.

Apesar de secundária, a renda proveniente do pinhão tem sua importância. Este ano, numa safra considerada normal, a família conseguiu colher quase 40 sacos de pinhão, com cerca de 50 quilos cada. Mas a expectativa dos Bonn é mesmo pela safra do ano que vem: de acordo com o calendário das árvores frutíferas, em 2010, as araucárias prometem ficar carregadas de pinhas de novo e, tranquilamente, encher cerca de 60 sacos.

- O pinhão tem alternância na produção: só produz bem a cada três safras. Estamos terminando agora a segunda safra normal consecutiva e, por isso, a próxima tem tudo para ser reforçada - explica Bonn.

Apesar da expectativa por uma boa produção em 2010, o alfaiate sabe que o preço tende a se manter estagnado, entre R$ 1,50 e R$ 2. Esta é a média de valor que o produtor recebe há mais de quatro anos. Mas isso nem chega a preocupar: a boa quantidade de frutos deve garantir um bom dinheiro para a família, assim como alimento para os animais e a própria subsistência.

Em São Francisco de Paula, onde Bonn mora, a produção de pinhão é uma das maiores do Rio Grande do Sul. São mais de 200 famílias que apostam no pinhão para fazer engordar a renda do inverno. Só nesta safra, cerca de 175 mil quilos foram colhidos pelos mais de 25 mil hectares de mata nativa espalhados pelo interior do município, quase 40 mil a mais do que em 2008.

- O pinheiro não tem uma produção constante por diversos fatores, como o clima. Este ano, começou a ser colhido cedo, oportunizando uma produção bem escalonada - explica o técnico agrícola da Emater da cidade, Valmor Dalpiaz.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11688&idQuadros=]]></link>
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<title>Safra gaúcha de trigo cairá 22% </title>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 09:45:32 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A safra gaúcha de trigo deverá ser de 1,707 milhão de toneladas, o que representa redução de 22,39% em comparação ao ciclo passado (2,199 milhões de toneladas). Já a diminuição de área plantada está estimada em 11,35%, e a produtividade do cereal nos campos gaúchos, em 1.984 quilos por hectare. Os dados constam do segundo levantamento de intenção do plantio realizado pela Emater, divulgado ontem.

A área semeada, que alcança 94% da prevista para o Estado, não deve sofrer interferência da umidade desta semana, informou Ataides Jacobsen, assistente técnico estadual da Emater. No Planalto Médio, a maior parte dos produtores já teria encerrado a semeadura, mas tiveram de interromper os trabalhos no campo devido à chuva dos últimos dias. Ele informou que, nos últimos dois dias, choveu 80 milímetros em Passo Fundo.

Fonte: Correio do Povo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11687&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Estudo prevê mais produção com menos desmatamento </title>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 11:04:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Pesquisa apresentada ontem em São Paulo reconhece a possibilidade de uma significativa expansão da produção agrícola brasileira sem a necessidade da abertura de novas áreas, o que implicaria em desmatamento. A projeção, feita para 2020, prevê a adição de 18 milhões de hectares aos atuais 70 milhões ocupados hoje pela agricultura tradicional e florestas plantadas. O cálculo, que considera a demanda por alimentos e biocombustíveis, faz parte de um estudo desenvolvido pela WWF, organização não-governamental focada na preservação do meio ambiente, em parceria com a Allianz Seguros.

Cassio Franco Moreira, coordenador do Programa de Agricultura e Meio Ambiente da WWF, explica que o desejável é fazer com que essa incorporação de área ocorra em cima de pastagens degradadas. Ele destaca que, dos 200 milhões de hectares de pastagens no Brasil, 30% estão degradados, com baixa ou nenhuma produtividade. De acordo com o levantamento feitos pela WWF, apenas de 7 a 8 milhões de hectares dessas áreas consideradas marginais estariam passíveis de reversão, a julgar por condições como preço da terra, logística e políticas públicas. "A pressão dos outros 10 milhões de hectares é motivo de preocupação e se não for ordenada pode implicar na abertura de novas áreas", diz o pesquisador.

Conforme o estudo, em 10 anos a soja tem potencial para saltar dos atuais 25 milhões para 39 milhões de hectares. O crescimento é projetado com base nas previsões de aumento do consumo para produção de biodiesel, mas também de exportações do complexo soja. A cana-de-açúcar passa de 8 para 10 milhões de hectares. A área é suficiente para que o Brasil responda por 32% de todo o etanol produzido no mundo e por 89% do álcool de cana. A WWF ainda faz uma aposta no pinhão-manso. A produção da oleaginosa é hoje de 340 mil toneladas. Em 2020, poderá chegar a 4,4 milhões de toneladas.

O estudo "Impacto do mercado mundial de biocombustíveis na expansão da agricultura brasileira" também mostra os estados com mais e melhores condições de sustentar esse avanço do agronegócio. No caso da produção puxada não apenas pelos biocombustíveis, como pela demanda por proteína, destaque para Maranhão, Piauí e Bahia, devido ao preço das terras ? mais baratas ? e facilidade competitiva à exportação. No Paraná ou no Sul do país essa expansão tende a ser de zero ou então negativa, no caso da cana-de-açúcar, que ganha terreno no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. "A cana vai entrar em áreas que têm infraestrutura, ao contrário dos grãos, que podem ser cultivados de forma mais isolada", esclarece Moreira Franco.

Para o pesquisador da Embrapa Fábio Marin, o estudo apresentado ontem serve para desmistificar a ideia de que a cana e os grãos estão desmatando e invadindo áreas de preservação. "Não podemos desconsiderar os problemas da agricultura, o desafio de produzir e preservar, mas a cana como biocombustível é uma cultura eficiente e uma oportunidade para o Brasil." Ele citou como contribuição à expansão racional o zoneamento agroclimático da cana, desenvolvido pela Embrapa, que está tecnicamente concluído e agora espera decisões políticas para ser implantado. O documento vai determinar para onde e como as lavouras de cana podem avançar.

Enio Pereira, do Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), concorda com o técnico da Embrapa, mas faz uma ressalva às alternativas de geração de energia, como a eólica e a solar. Do investimento nessas fontes, ainda mais alternativas, depende o aumento da competitividade brasileira na geração de energia renovável, argumenta.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11681&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Mercado de sementes cresce 20% para atender a nova safra </title>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 10:58:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Brasil está aumentando em quase 20% a oferta de sementes de milho para a safra de verão, que será plantada no final do ano, de pouco mais de 15 milhões de sacas para 17,8 milhões, segundo a Associação Paulista dos Produtores de Sementes e Mudas (APPS). A demanda também voltou a ficar aquecida com as previsões de clima seco em regiões produtoras do meio-oeste norte-americano e o anúncio de leilões do governo. A COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) marcou para o próximo 21 de julho o primeiro leilão do Prêmio Equalizador Pago ao Produto (Pepro). Os agricultores que cultivam milho em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Paraná, Bahia, Tocantins, Maranhão e Piauí devem receber até R$ 250 milhões, o que deve estimular ainda mais o plantio. O governo também deve iniciar leilões do Programa de Escoamento da produção (PEP).

A indústria de sementes também começa a sentir os impactos da primeira safra transgênica no País. A maior produtora mundial de sementes, a norte-americana Monsanto, está aumentando de 30% a 40% a oferta de sementes de milho geneticamente modificado para o plantio do final do ano. De acordo com César Barros, gerente de produto de biotecnologia para milho, a empresa acompanhou mais de mil agricultores que já plantaram o milho transgênico na última temporada e verificaram que a biotecnologia tem possibilitado colher mais por hectare e diminuir os custos. "Há uma expectativa grande de poder aumentar a área plantada", disse Barros.

Na avaliação do gerente da Monsanto, ainda é cedo para dizer se o agricultor aumentará a aquisição de sementes, mas em razão da relação custo- benefício, a crise não irá arrefecer os investimentos nesse segmento.

Esta semana, a Monsanto anunciou a compra da WestBred LLC por US$ 45 milhões para reingressar no mercado de sementes de trigo, inclusive no de sementes transgênicas do grão. A decisão teria sido tomada com objetivo de aumentar a competitividade com o milho e a soja transgênicos que aumentaram a produtividade e os plantios.

A soja também tem motivado novos investimentos da indústria. A confiança na demanda chinesa pelo grão tem aquecido a procura pelas sementes, especialmente na Região Centro-Oeste. A empresa de sementes, Bom Futuro, já sente os impactos na alta da soja nos últimos meses. No primeiro semestre a companhia vender 90% de suas sementes de soja, ante 70% negociada no mesmo período no ano passado.

A competitividade da indústria com as sementeiras da região central do Brasil deve ficar ainda maior. De acordo com a Associação dos Produtores de Sementes do Estado (Aprosmat), o excesso de chuvas no período da colheita atrapalhou a safra de sementes de soja para a safra 2009/2010, em Mato Grosso, e pode ter provocado uma quebra da ordem de 25%, podendo resultar na falta das variedades mais procuradas. Com isso, os produtores terão de procurá-las em outras regiões do País. "As chuvas de fato atrapalharam a produção de grãos de sementes não só no sul de Mato Grosso, onde se localizam 80% do parque sementeiro, como também em Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e Bahia. Toda a Região Centro-Oeste foi afetada pelas chuvas no período da colheita nos meses de março e abril", disse Elton Hamer, presidente da Aprosmat. Os grãos produzidos pelas sementeiras de Mato Grosso respondem por 75% do abastecimento total do estado.

Na avaliação da Aprosmat, as variedades mais resistentes devem ser afetadas. "O produtor terá que substituir estas variedades, que já estão com seu estoque zerado, pelas variedades menos adaptadas à região, ocasionando redução de tecnologia e perda de produtividade", avaliou o presidente da entidade. O consumo previsto de sementes para a nova safra em Mato Grosso é de 7 milhões de toneladas.

O crescimento na procura por sementes já inflacionou os preços para os produtores em cerca de 25%. A saca que era vendida, em média, por preços de US$ 35 hoje varia entre US$ 40 a US$ 45.

Os gastos com semente representam em média cerca de US$ 50 por hectare no custo de produção dos sojicultores. Em Mato Grosso são 34 empresas produtoras de sementes. Em média, o produtor aplica entre 30 e 70 quilos de sementes para plantar um hectare.

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11680&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Aquecimento global exige pesquisas com grãos </title>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 10:53:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Brasil precisa acelerar o desenvolvimento de variedades de grãos tolerantes a temperaturas elevadas. O alerta foi feito pelo pesquisador e chefe geral da Embrapa Informática Agropecuária, Eduardo Assad, tendo em vista que demora dez anos para que a semente chegue ao mercado após o começo de um estudo. Assad falou sobre estratégias frente ao aquecimento global durante a 54ª Reunião Técnica Anual do Milho e 37ª Reunião Técnica Anual do Sorgo, em Veranópolis. O atraso pode ser verificado pela oferta reduzida de materiais resistentes a altas temperaturas. No caso do milho, existe apenas uma variedade comercial em Sergipe. "Se considerarmos as projeções do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a temperatura subirá, na hipótese otimista, 1,8 graus em cem anos, e na pessimista, 6 graus. O problema é que trabalhos no Brasil mostram elevação de 1,5 graus em menos de 50 anos, e as plantas que estão aí não são adaptadas, precisam raiz profunda para resistir aos verões e manter produtividade."

De acordo com Assad, o país deveria investir aproximadamente R$ 900 milhões ao ano em melhoramento genético para impedir perdas calculadas em R$ 7 bilhões anuais até 2020 na produção de grãos, se nada for feito pelos governos e iniciativa privada.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11679&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantio concluído do trigo no RS </title>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 21:35:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da safra de trigo está praticamente concluído no Rio Grande do Sul. Os agricultores monitoram as lavouras para evitar o aparecimento de doenças que podem comprometer a produtividade.

O produtor Cesar Kother, de Santa Rosa, a 600 quilômetros de Porto Alegre, no noroeste gaúcho, está plantando 150 hectares de trigo. Ele acredita que a safra será a mais promissora dos últimos anos.

"No ano passado eu perdi um pouco por causa dos pulgões e das invasoras. Esse ano estou controlando e está vindo bem o trigo. Está bonito?, disse Kother.

Além disso, o clima está ajudando no bom desenvolvimento da cultura. As chuvas e o frio colaboram para o crescimento do trigo.

O plantio está quase encerrado no Rio Grande do Sul. Na região de Santa Rosa, a primeira a implantar as lavouras, setenta por cento da área já se encontra em alongamento da planta. É nesta etapa que aparecem as primeiras doenças.

"Esta é uma fase fundamental para a produtividade da lavoura. Se descuidar um pouco, ele pode perder de 25% a 30% da produção", explicou Vanderlei Waschburger, agrônomo da Emater.

O Rio Grande do Sul deve plantar, nesta safra, oitocentos e sessenta mil hectares de trigo. A área é 11% menor que a cultivada no ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11677&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Com seca e geada, cai produção de grãos </title>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 21:34:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Geadas no Paraná e em Mato Grosso do Sul e estiagem no Sul e no Centro-Oeste reduziram a safra de grãos em 377.500 toneladas, revela a 10ª pesquisa da safra 2008/2009 da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB). A produção nacional caiu para 133,78 milhões de toneladas, mas a área plantada está mantida em 47,6 milhões de hectares. Em relação a 2007/2008, a safrinha de milho caiu 13,4% e a de soja, 4,8%. 

Fonte: Clipping - CONAB e O Estado de São Paulo - SP]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11676&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Começa hoje o período proibitivo de queimadas em Mato Grosso </title>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 21:33:24 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A partir desta quarta-feira, (15) até o dia 15 de setembro, está proibido todo e qualquer tipo de queimada em Mato Grosso. O período proibitivo, que a princípio é de 60 dias, pode ser prorrogado em razão das condições climáticas. Nesse período, quem for pego ateando fogo pode receber multas que variam de R$ 1 mil por hectare nas áreas abertas a R$ 1,5 mil por hectare nas áreas de floresta, além de ser preso e responder criminalmente por isso. A pena nesses casos é de até quatro anos de prisão, estabelecida pela Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Para traçar as ações e estratégias de prevenção e combate a queimadas neste período, entidades representativas, Governo do Estado e Ministério Público participam de uma audiência pública que acontecerá nesta quarta-feira, às 14 horas, no auditório da Procuradoria Geral da Justiça, em Cuiabá.

Como faz todos os anos, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) participa efetivamente da campanha, informando e orientando os produtores através de ações diretas junto aos sindicatos rurais. ?Os produtores mato-grossenses já são conscientes em relação à proibição de queimadas neste período e certamente, como acorreu nos anos anteriores, a legislação ambiental será cumprida pelo segmento?, afirmou Benedito Paulo de Abreu, do Departamento Técnico da Famato.

Fonte: Famato e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11675&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Colapso climático da civilização </title>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:37:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Três bilhões sem água em 2025, diz relatório da Unesco, do Exército dos EUA e do Bird

Um esforço similar àquele empregado na missão Apollo que levou o homem à Lua é necessário se a Humanidade quiser ter uma chance real de lutar contra o aquecimento global e sobreviver à devastação das mudanças climáticas. O esforço precisa ser dessa monta porque, sem crescimento sustentável, "bilhões de pessoas serão condenadas à pobreza e muito da civilização entrará em colapso".

Esta é a principal mensagem de alerta do maior relatório individual já feito sobre o futuro do planeta.

Apoiado por uma vasta gama de instituições como a Unesco, o Banco Mundial (Bird), o Exército dos Estados Unidos a Fundação Rockefeller, o "State of the future 2009" é um relatório de 6.700 páginas que contou com a contribuição de 2.700 especialistas em todo o planeta. Suas descobertas foram descritas pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "como valiosas visões do futuro para as Nações Unidas, seus membros e a sociedade civil".

O impacto da recessão global é um tema chave do documento.

Os pesquisadores alertam para o fato de que a busca global por energias limpas, a disponibilidade de alimentos, a pobreza e o crescimento da democracia ao redor do globo estão em risco "por causa da recessão". E o relatório vai além: "Decisões excessivamente ambiciosas e desonestas levaram o mundo à recessão e demonstra ram a interdependência internacional de economia e ética." Metade da população mundial deverá enfrentar violência e instabilidade social devido ao aumento do desemprego combinado à escassez de água, comida e energia, além dos efeitos cumulativos das mudanças climáticas.

O documento lista questões emergentes de segurança ambiental.

"O escopo e a escala dos efeitos futuros das mudanças climáticas - de alterações nos padrões climáticos à perda de rebanhos e ao desaparecimento de estados - têm implicações sem precedentes para a estabilidade social e política." Mas os autores sugerem que as ameaças podem também oferecer potencial para um futuro positivo para todos. "A boa notícia é que a crise financeira global e as mudanças climáticas podem ajudar a Humanidade a sair de sua tradicional posição adolescente - egoísta e autocentrada - para uma adulta - mais responsável. Muitos vêem o atual desastre econômico como uma oportunidade para investir em novas gerações de tecnologias verdes, repensar a economia e nossas premissas sobre o desenvolvimento e colocar o mundo num caminho para um futuro melhor." Os problemas mais imediatos a serem enfrentados são a elevação dos preços de alimentos e energia, a escassez de água e o aumento das migrações " em razão das condições econômicas , ambientais e políticas", que podem levar parte da população mundialà instabilidade social e violência.

O crime organizado tende a aumentar.

E os efeitos as mu danças climáticas vão piorar. Por volta de 2025, três bilhões de pessoas não teriam acesso à água. A urbanização maciça, a redução dos habitats animais e a concentração de rebanhos pode levar ao surgimento de novas pandemias.

O documento pede aos governos um esforço concentrado ao longo dos próximos dez anos para combater às crescentes ameaças à sobrevivência do homem.

"Não é importante apenas para o meio ambiente; é uma estratégia para ampliar as chances de paz internacional.

Sem algum acordo, será difícil alcançar o tipo de coerência global necessária para enfrentar as mudanças climáticas de forma corajosa".

Embora os efeitos das mudanças climáticas não tenham precedentes, as causas sejam bastante conhecidas e as consequências amplamente previsíveis, "a coordenação requerida para uma ação eficaz e adequada ainda é incipiente, e os problemas ambientais pioram mais rápido do que respostas e políticas preventivas são adotadas".

Jerome Glenn, diretor do Projeto Milênio e um dos autores do documento, afirmou: - Existem respostas aos nossos desafios globais, mas as decisões ainda não estão sendo tomadas na escala necessária para combatê-los.

Três grandes transições precisam ser feitas: o uso de água salobra na agricultura, a produção de carne de forma mais saudável, e o aumento do uso de carros elétricos em relação aos movidos a gasolina.

Fonte: O Globo e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11664&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca e geadas fazem cair produção da soja </title>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:34:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A redução na colheita de 377,5 mil toneladas de grãos por conta das geadas ocorridas em junho no Paraná e em Mato Grosso do Sul e da seca na Região Sul e em parte do Centro-Oeste em abril e maio baixou a estimativa da safra 2008/2009 para 133,78 milhões de toneladas.O levantamento, o décimo feito pela Companhia Nacional de Abastecimento ( CONAB), trouxe um valor 0,3% inferior ao do mês passado e 7,2% a menos do que o ciclo anterior. A projeção é a menor desde outubro do ano passado, quando começou o acompanhamento desta safra, e se aproxima da queda de até 8% prevista pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, no início do ano. De acordo com a CONAB, a área plantada se manteve em 47,6 milhões de hectares .

Fonte: Zoonews e Clipping - Conab]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11662&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Recurso da seca chega a agricultores no RS </title>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:32:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os primeiros contratos do crédito emergencial para produtores atingidos pela seca no Rio Grande do Sul estão assinados. O auxílio de R$ 2 mil beneficia agricultores de municípios que decretaram situação de emergência até 13 de maio. Não há estimativas oficiais, mas federações ligadas ao setor calculam que 100 mil produtores gaúchos entrem com pedido no Banco do Brasil (BB), único repassador da verba no Estado.

Segundo o assessor de política agrícola da Fetag, Airton Hochscheid, para acelerar a liberação nas agências, o BB deve autorizar que os sindicatos usem o Canal Facilitador de Crédito, sistema empregado no Pronaf, para envio on-line do projeto concluído ao banco. Em municípios como Horizontina e Getúlio Vargas, os produtores assinaram os primeiros contratos na sexta-feira. Ari Pertuzatti, coordenador da Fetraf-Sul, estima que cerca de 5 mil financiamentos serão contratados na região do Alto Uruguai. O recurso pode ser usado para compra de milho pelo preço mínimo de R$ 16,50 a saca. Segundo a CONAB, 35 mil toneladas estão no Rio Grande do Sul, mas a liberação depende de portaria.

Fonte: Zoonews e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11661&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuva interrompe colheita de café em Marília (SP) </title>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:21:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os trabalhos de colheita de café da safra 2009 na região da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Marília (Coopermar), atuante no centro-oeste de São Paulo, principalmente nas regiões de Marília e Garça, estão completamente parados desde o início desta semana. Segundo o engenheiro agrônomo da Coopermar, Aurélio Giroto, a apanha foi paralisada devido às chuvas que incidem na região.

"Quando não chove, fica nublado, e não dá pra continuar", afirma Giroto.

Com isso, a colheita totaliza cerca de 35%, mesmo índice da semana anterior. Ainda, de acordo com o engenheiro agrônomo da cooperativa, já se espera que a chuva tenha comprometido muito café.

A expectativa é que a nova safra (2009) não fique muito distante do desempenho do ciclo anterior, com redução de 15% a 20% frente ao total colhido em 2008.

Para o Estado de São Paulo, a COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB) apontou a produção entre 4,2 e 4,5 milhões de sacas. A comercialização de café, por sua vez, também continua completamente travada.

"Agora os produtores aguardam o leilão de opções de café do Governo", explica Giroto.

O primeiro leilão de contratos de opção de venda de café está programado pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB) para as 9 horas da próxima quarta-feira (15).

"A expectativa dos produtores é que os preços reajam com este leilão", conclui. Segundo fontes da cooperativa, até o momento, estima-se que já foi comercializado 80% da safra 2008, enquanto apenas 5% da safra 2009 já foi comprometida.

Fonte: Zoonews, Revista Cafeicultura e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11658&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra de milho bate recorde na região do sudoeste paulista </title>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:16:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os produtores de milho do sudoeste paulista investem em tecnologia para aumentar a produtividade e driblar os preços baixos do grão no mercado. Eles reforçaram o emprego de fertilizantes, inclusive os foliares, e não economizaram nos tratos culturais. ?Em consequência, o milho safrinha, que está em fase de colheita nas regiões de Itapetininga e Itapeva, vem batendo recordes de produção?, afirmam especialistas do mercado.

O repórter do Estadão, José Maria Tomazela, entrevistou o agricultor Toshimito Varikoda, da Fazenda Santo Antonio, em Itapetininga. ?Estou colhendo 132 sacas por hectare em áreas não irrigadas?, disse o agricultor. ?É uma produtividade muito boa para a época.? A safrinha de milho tem esse nome justamente porque é cultivada fora da época mais propícia para a cultura, típica do verão, por isso é uma safra menor.

Na região, o plantio se dá entre janeiro e fevereiro e a colheita ocorre próxima do inverno. Por ser uma cultura de risco, geralmente os produtores procuram fazer uma lavoura econômica, com menos adubação e redução de tratos culturais. A produtividade média em São Paulo dificilmente alcança 80 sacas por hectare. No sudoeste, porém, a prática da safrinha barata está sendo abolida. Além de empregar sementes selecionadas, os produtores capricham na adubação e melhoram a distribuição de plantas por hectare.

Toda a lavoura de Varikoda foi feita em área de plantio direto. As pulverizações com defensivos foram as estritamente necessárias e a fertilização foi reforçada com adubação foliar. Mesmo vendendo a R$ 20,50 a saca de 60 quilos, ele livrou a despesa e teve algum ganho. Com mais uma área a ser colhida, ele espera uma reação nos preços. ?Se chegar a R$ 23 ou R$ 24, aí fica muito bom.?

O produtor Ariovaldo Fellet, da Fazenda Lagoa Bonita, em Itaberá, também mostrou na reportagem a boa produtividade da safrinha. Nas áreas sob pivôs de irrigação, a roça está rendendo 186 sacas por hectare - um volume muito bom. As lavouras não irrigadas rendem mais de 100 sacas por hectare.

Plantio direto sobre a palhada de culturas anteriores, adubação de solo e foliar, controle integrado de doenças e pragas, além da irrigação, passaram a ser rotina nas culturas da propriedade, que também é grande produtora de sementes.

De acordo com Fellet, só uma produtividade muito elevada livra o produtor de ter prejuízo com o milho. Como o custo de produção da cultura irrigada está em R$ 2.850 por hectare, quem colhe menos de 142 sacas por hectare não consegue pagar a conta, considerando o preço atual, em torno de R$ 20 a saca. ?Nossa região é privilegiada para a agricultura em clima e fertilidade do solo. Seria um desperdício não usarmos as melhores tecnologias para obter o máximo de produtividade das lavouras.?

Nas últimas semanas, o indicador Esalq mostrou uma pequena reação, de 1,12% no preço do milho. As baixas temperaturas, acompanhadas de geadas, atingiram algumas culturas na fase de maturação. A colheita da safrinha está sendo finalizada em São Paulo. Levantamento da Secretaria de Agricultura de São Paulo mostrou uma queda na área plantada com milho safrinha no sudoeste. Na região de Itapeva, foram plantados 18 mil hectares, ante 25 mil do plantio anterior. De acordo com o engenheiro agrônomo Vandir Daniel da Silva, por causa dos preços baixos, muitos produtores reservaram as áreas para culturas de inverno, como trigo e triticale.

Fonte: Folha do Sul e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11657&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Colheita de abacate no sul de Minas </title>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:14:37 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do abacate está movimentando o campo no sul de Minas. A qualidade da fruta está sendo considerada boa, mas o preço caiu.

No pomar em Carmo da Cachoeira, vinte e quatro homens trabalham na colheita do abacate. Como as árvores são altas, eles usam um bambu com uma cestinha na ponta. É preciso colher com cuidado. Assim, o abacate não cai no chão. Ele é colhido ainda verde para não amassar na hora do transporte. Quando maduro, a poupa é bem macia e uniforme, rica em óleo, vitamina e sais minerais.

Nos pomares maiores é comum haver de três a quatro variedades de abacate que amadurecem em épocas diferentes. Assim, a safra dura mais tempo e os produtores conseguem melhores preços pela fruta.

?Dependendo de épocas do ano, todos os produtores vão concentrar a safra na mesma variedade. Se o produtor já está adiantado, já se especializou em outras variedades, ele vai pegar melhores preços fora de época dos outros produtores em questão, ou seja, menor concorrência com maior preço?, explicou Marcel Naves, agrônomo da Emater.

A expectativa é produzir 60 mil caixas de 20 quilos. Toda a produção vai para São Paulo. ?Esse ano na roça está em torno de R$ 6,00. Para a entrega em São Paulo, a venda está em torno de R$ 10 a R$ 12 a caixa. Está em torno de 40% mais barato em relação ao ano passado?, disse Eduardo Facci, administrador da fazenda.

Até agora, treze por cento da safra mineira de abacate já saiu do campo. A produção do estado é a segunda maior do país, ficando atrás de São Paulo.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11656&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Quebra da safrinha </title>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 10:02:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Um dos motivos da redução é a quebra na produção da safrinha de milho, que cai para 16,2 milhões de toneladas, 13,4% menos do que em 2008. Os dados são da CONAB, que atribui a produção menor ao clima ruim, à quebra na produtividade e aos baixos preços no mercado.

Menos trigo

A estimativa da CONAB para o trigo indica 5,67 milhões de toneladas para a safra 2009/10, com queda de 5,7% em relação à anterior. O líder Paraná terá safra estável de 3,2 milhões de toneladas, mas o Rio Grande do Sul colherá 1,76 milhão de toneladas, 14,3% menos do que no ano passado.

FOnte: Folha de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11635&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Seca e geadas derrubam safra do Paraná </title>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 10:00:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Volume estimado em 25,3 milhões de toneladas é 21% menor do que a do ano passado; Estado perde a liderança na produção de grãos

O Paraná já não é mais o maior produtor de grãos do Brasil. A liderança foi perdida nesta safra para o Mato Grosso, que vai produzir cerca de 27 milhões de toneladas de grãos. O volume é 6% maior do que colherá o Paraná, com uma produção estimada em 25,3 milhões de toneladas. As secas que atingiram o Estado no final de 2008 e no segundo bimestre deste ano, somadas às geadas ocorridas entre maio e junho, provocaram uma perda de 21% na produção inicialmente estimada.

No ano passado a safra estadual foi de 32,1 milhões de toneladas. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta para uma safra nacional de 133,3 milhões de toneladas. O volume estimado é 1,2% inferior à projeção feita em maio e 8,7% menor do que a safra anterior. Segundo o documento de divulgação do Levantamento Sistemático da Safra Agrícola (LSPA), ""a redução resulta das perdas ocorridas com o milho safrinha no Paraná e de reavaliações nas estimativas do arroz, feijão e soja"".

Considerando apenas a produção de grãos, a maior produção estadual é de milho (primeira e segunda safra), com 11 milhões de toneladas; em seguida vem a soja, com 9,4 milhões de toneladas; e o trigo, 3,2 milhões de toneladas. ""O Mato Grosso tem um clima mais determinado, a safrinha de milho foi "cheia" porque choveu bem; foram poucas perdas"", explica Otmar Hubner, engenheiro agrônomo do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Na comparação com a safra do ano passado, o relatório do IBGE aponta que as três principais culturas, que respondem por 81,5% da área plantada, apresentam as seguintes variações de área: soja (+2,1%), milho (-4,3%) e arroz (+1,4%). Quanto à produção destes três produtos, apenas o arroz registra variação positiva (+4,3%). Já para a soja e o milho, a previsão é de retração da produção em 5,1% e 15,7%, respectivamente. A área total a ser colhida na safra atual é de 47,2 milhões de hectares.

A safra esperada tem a seguinte distribuição regional: Região Sul, 53,2 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 47,4 milhões de toneladas; Sudeste, 16,9 milhões de toneladas; Nordeste, 12,1 milhões de toneladas e Norte, 3,7 milhões de toneladas.

Trigo

A pesquisa do IBGE indica que produção de trigo no Paraná manterá o Estado como o maior produtor deste grão do Brasil, com uma participação de 56,8%, ou seja, mais da metade de todo o trigo produzido. A área plantada é de 1.229 milhão de hectares, com uma produção estimada de 3,25 milhões de toneladas. A área plantada aumentou 7% com relação à safra anterior, enquanto é esperada uma produção 1% maior com relação à colheita passada. ""O Paraná sempre produziu mais de 50% do trigo colhido no Brasil"", salienta Hubner. No entanto, o consumo projetado para este ano é de 10,8 milhões de toneladas.

Mesmo com clima favorável neste ano, a estimativa é que a produtividade seja menor do que em 2008. Neste ano a média estadual foi de 2,8 mil quilos por hectare, enquanto a produtividade esperada para este ano é 2.650 mil quilos por hectare. ""Mas o potencial do Estado é de até 3 mil quilos por hectare"", observa o engenheiro agronômo. A Região Norte detém 41% da área plantada de trigo, enquanto o Sul, 19% e a Oeste, 18%.

Fonte: Folha de Londrina - PR e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11634&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Tempo ideal para corrigir acidez do solo </title>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 09:59:10 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Chuvas fracas isoladas e frio na maioria das regiões marcaram a semana no Estado de São Paulo. Já a umidade do solo caiu, causando grande variabilidade na disponibilidade hídrica para o desenvolvimento das culturas.

Enquanto Campinas, Guaratinguetá, Iguape, Itapeva, Presidente Prudente e Ribeirão Preto têm armazenamento hídrico acima de 75% da capacidade de máxima de retenção, os municípios de Franca, Garça, São José do Rio Pardo, Sorocaba e Votuporanga registram umidade abaixo de 45%, que causa limitação hídrica às lavouras perenes.

Nas localidades onde houve deficiência hídrica, as pastagens sofrem os efeitos do inverno, o que dificulta a manutenção do gado no pasto. Esse quadro, contudo, não se refletiu nos preços da arroba, que teve leve alta durante a semana.

O nível de umidade do solo, entretanto, favorece o manejo de áreas com vistas à safra de verão. A correção antecipada da acidez do solo e a aplicação precoce de alguns fertilizantes pode melhorar a fertilidade e ganhos de produtividade.

COLHEITAS

Nas regiões canavieiras, apesar da chuva constante e da alta umidade do solo, a colheita segue adiantada em relação ao ano passado. Nos pomares de laranja, a colheita também poderia ter avançado, mas o baixo preço do produto desanima os produtores, que preferem manter os frutos nos pés.

Nos parreirais de Jales, Fernandópolis e Marinópolis, a colheita da uva já começou em algumas propriedades. Nessas localidades, é necessário o uso de irrigação para evitar a deficiência hídrica nas lavouras, mas os produtores devem manejar a água segundo critérios técnicos para evitar danos aos mananciais, desperdício de energia, problemas fitossanitários e aumento no custo de produção.

O clima também é bom para a colheita da cebola em Piedade, Ibiúna, Monte Alto e São João da Boa Vista; do morango em Atibaia, Monte Alegre do Sul e Jarinu; da atemóia em Pilar do Sul e São Miguel Arcanjo; do tomate em Mogi-Guaçu e Sumaré; do café em São José do Rio Pardo, Franca e Garça; da mandioca em Ibirarema, Engenheiro Coelho e Presidente Prudente, e da macadâmia em Dois Córregos.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrollink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11633&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Chuvas afetam agricultura em no PA </title>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 10:17:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O longo período chuvoso em Santarém prejudicou diversos setores da economia municipal, inclusive a venda de frutas, verduras e hortaliças. Como os preços subiram, o movimento de consumidores nas feiras santarenas diminuiu, causando prejuízos a feirantes e produtores. A expectativa é que tudo volte ao normal com o período mais seco na região amazônica. Muitos produtos haviam sumido das feiras da cidade. Só se manteve produzindo aqueles que têm hortas cobertas.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores Rurais de Santarém, Francinon Sousa, as vendas diminuíram devido à falta de produtos. "O movimento de consumidores e a oferta de produtos registraram queda, mas os preços subiram. O da verdura, por exemplo, aumentou cerca de 50%. Os das frutas subiram, mas já começaram a cair um pouco e a produção de laranja, abacaxi e tangerina está se recuperando", disse ele.

O período de chuvas, em Santarém, provocou transtornos para os comerciantes e, agora, com o verão, os empresários estão otimistas e apostam em preços reduzidos. As lojas fazem promoções para atrair os clientes. Para o gerente de uma das maiores lojas em departamento, Ricardo Moraes, é hora de recuperar o que foi perdido. "Temos que agora focar no trabalho e fazer com que o cliente volte a comprar mais. A prefeitura vai reconstruir o que foi destruído pelas enchentes e nós esperamos que a cidade volte à normalidade", disse.

De acordo com os comerciantes, os alagamentos provocados pelas cheias dos rios afastaram a clientela e dificultaram o transporte de mercadorias para as lojas e para as casas dos consumidores.

Ricardo disse que é hora de aumentar o estoque de mercadorias e reduzir os preços daqueles que estão com o IPI menor. "Isso é bom para os lojistas e para os consumidores", disse. Já a comerciante Edinair Costa fala que em sua loja precisou colocar tábuas para que os clientes pudessem entrar, mas está mais confiante. "Iremos liquidar tudo para que possamos trazer coisas novas para o verão e assim recuperar o que perdemos com as enchentes", disse.

FOnte: O Liberal - PA e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11627&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima ruim acelera procura por seguro </title>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 10:16:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A busca por proteção cresceu 177% no primeiro semestre em relação a 2008

Com medo de perder a safra, cresce a procura de produtores agrícolas por seguro rural. Somente no primeiro semestre deste ano, a busca por apólices teve um aumento de 177% em comparação a igual período de 2008, de acordo com dados do Ministério da Agricultura. O volume de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural também aumentou, registrou 314% no período. Além das catástrofes que atingiram o país de dezembro de 2008 ao começo do ano - seca no Sul e enchentes no Norte e Nordeste(1) - , o acesso à subvenção do governo federal também teria motivado a procura.

Mas a quantidade de áreas seguradas ainda é pequena. No caso da soja, um dos principais produtos da agricultura brasileira, somente 9,7% dos quase 50 mil hectares plantados estão protegidos. Já na cultura da maçã, que não é tão expressiva quanto a da soja, a cobertura chega a cerca de 50%. "Isso porque o produtor sabe que o granizo é a praga dele. Eles estão exatamente em regiões mais frias", explica Geraldo Marfra, diretor da Seguradora Brasileira Rural (SBR), uma das maiores empresas do ramo. "Se der granizo em plantação de maçã, estraga tudo, afeta a pele da fruta e aí tem que mandar para a fábrica de suco", afirma o diretor do departamento de gestão de risco rural do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), Welington Soares de Almeida.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal, Renato Simplício, o seguro é importantíssimo. Apesar de nunca ter tido problemas com a produção, todos os anos ele contrata apólices para as safras de soja e milho. "Prefiro dormir tranquilo", afirma. Ele se queixa de não conseguir proteger o feijão. "É o que mais precisa e eles não fazem seguro, pois a cultura é muito sujeita a doenças", explica Simplício.

A maior parte dos contratos celebrados nos seis primeiros meses do ano foram para a safrinha de milho, o trigo, o tomate e a uva. Exceto o trigo, as outras três culturas são muito sensíveis às mudanças climáticas. Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás foram os estados que registraram maior procura por apólices.

Segundo o Ministério da Agricultura, à lista de regiões onde os produtores estão preocupados pode-se acrescentar Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados, onde tradicionalmente os problemas climáticos são constantes na lavoura. "O Sul do país, mais sujeito a instabilidades, tem tradição na contratação de seguro. O Centro-Oeste e as novas fronteiras, no Norte e Nordeste, começaram a aderir às apólices por causa do programa de subvenção", afirma Welington. A demanda por seguros cresceu tanto que o Mapa pediu mais R$ 90 milhões ao Congresso Nacional para subvencionar as seguradoras.

Para garantir o avanço da proteção às safras, o Ministério da Agricultura tem trabalhado em regime de urgência a fim de aprovar o Fundo de Catástrofes. Em caso de uma sinistralidade muito grande, ou de uma mudança climática devastadora para as colheitas, o governo pagaria parte dos prejuízos às seguradoras. "Se uma empresa no Sudeste, por exemplo, tivesse todos os carros da região segurados, dificilmente todos iram dar sinistro no mesmo dia. Mas se tem um evento em uma região, todas as lavouras serão atingidas", explica o diretor de gestão de riscos do Mapa.

As seguradoras e o ministério defendem, que com o fundo, os seguros poderiam se expandir e os agricultores, não renegociar suas dívidas. O fundo também seria uma garantia para que o mercado de seguradoras não quebrasse, em caso de um evento climático que atingisse uma grande região. "Esse fundo é para manter a estabilidade do mercado. Uma grande catástrofe poderia acabar com o mercado de seguros", afirma Geraldo Marfra.

A seca no Sul do país, no fim do ano passado, deixou um prejuízo - estimado pelo Ministério da Agricultura - de R$ 230 milhões para as seguradoras e de cerca de R$ 300 milhões para o Banco Central. O volume de despesas do BC ainda não está fechado, mas de acordo com o gerente executivo de operações rurais do órgão, Deoclécio Pereira de Souza, foram quase 71 mil sinistros em empreendimentos rurais na região. Na mesma época, a produção agrícola no Norte e Nordeste estava submersa pelas enchentes que castigaram a área. Do fim do ano passado ao começo de 2009, mais de um milhão de pessoas foram afetadas de alguma maneira pelas chuvas em 12 estados brasileiros.

Fonte: Correio Brasiliense - DF e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11626&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Produção de laranja na BA </title>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 09:48:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores de laranja da Bahia estão insatisfeitos com a safra. O clima não ajudou e a produção caiu.

O movimento é diário. Caminhões chegam de pomares de toda a região carregados de laranja. Antes de chegar à mesa do consumidor o fruto é beneficiado em uma empresa da região de Alagoinhas.

A beneficiadora foi montada no município há quatro anos e atende cerca de 30 pequenos e médios citricultores. Toda a laranja beneficiada no local é enviada para supermercados de Salvador.

Numa safra boa a empresa chega a beneficiar 400 toneladas de laranja por semana. Mas não é o que acontece agora. Do ano passado para cá a produção caiu consideravelmente. Cerca de 60% por conta de fatores climáticos enfrentados por produtores da região.

?Em 2008 tivemos uma grande intensidade de chuva no período de flora. Então, isso favoreceu o surgimento de um fungo chamado estrelinha. Então, diminuiu a produtividade porque o fruto não vingou?, disse Wagner Cerqueira, empresário.

Esses problemas foram testemunhados pelo agricultor Luciano Queiroz, um médio citricultor. O pomar dele tem mil hectares, com cerca de 500 mil pés da laranja pera, a mais cultivada pela região. O produtor colhe por ano 40 toneladas do fruto por hectare, mas o citricultor não está satisfeito com o negócio. Segundo ele, na Bahia não existe uma fábrica para transformar o fruto em suco. Por isso, é preciso mandar a laranja para outros Estados por um preço que não compensa os custos de produção.

A região de Alagoinhas é o principal pólo citrícola da Bahia, com cerca de 40 mil hectares plantados.

A caixa com 40 quilos de laranja está sendo vendida na região por R$ 8,00, um valor 10% menor em relação ao obtido no mesmo período do ano passado.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11625&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>O Trigo no RS </title>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 09:19:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O plantio da safra 2009 de trigo teve novo impulso no Rio Grande do Sul na última semana. Segundo a Emater/RS-Ascar, embora as precipitações tenham deixado a desejar em algumas localidades, a umidade resultante das chuvas foi benéfica. Até o momento, 81% da área prevista foi plantada.

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11619&idQuadros=]]></link>
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<title>DF é referência no cultivo do pimentão </title>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 09:18:28 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Distrito Federal é líder nacional na produção do pimentão, uma das hortaliças mais utilizadas na cozinha brasileira. O maior pólo de produção do DF fica em Planaltina, especificamente nos núcleos rurais de Taquara e Pipiripau onde, no ano passado, foram produzidas quase 10 mil toneladas de pimentão de um total de 12 mil cultivadas na região. Por ser modelo nesse tipo de produção, Taquara realiza anualmente a festa do pimentão, que chegou a sua 11ª edição nesse fim de semana.

Estiveram reunidos no encontro dezenas de agricultores do DF e de outros estados, que tiveram a oportunidade para festejar, discutir a realidade e a importância da cultura da hortaliça na região, além de promover encontros técnicos e apresentar inovações tecnológicas. Entre as atividades realizadas estiveram visitas a produções de pimentão, reuniões práticas, shows, mostra agrícola, festa 'julina' e o tradicional Baile da Rainha do Pimentão no encerramento.

De acordo com o subsecretário de agricultura, Aguinaldo Alves, o evento mais que uma oportunidade festiva é a chance de mostrar os núcleos rurais como referências em termos de quantidade e qualidade do pimentão. "A idéia é munir esses produtores com informações que os possibilite ter vantagens competitivas e possam agregar valor à produção, sobretudo quando estão organizados e tecnologicamente preparados", explicou.

O subsecretário relata que a produção de pimentão é um item importante para a economia local sendo inclusive exportadora para outras regiões. "Hoje, vendemos o produto para estados da Região Norte principalmente Amazonas, Roraima e Tocantins, além de exportar para Estados Unidos e Argentina", disse. Ele acrescenta que, da produção de hortaliças, o pimentão só fica atrás do tomate.

A qualidade dada ao produto, o que o torna referência, é atribuída ao tipo de cultivo. Cerca de 90% dos produtores utiliza a plasticultura, técnica que usa estruturas de estufas e telados, fazendo o cultivo em casas de vegetação com cobertura plástica. Essa condição permite que o agricultor produza pimentão em quantidade e com frequência, já que com a estufa a hortaliça pode ser cultivada até em épocas de chuva. Além disso, protege da chuva, do excesso de sol e das pragas, o que aumenta em 80% se comparada ao método tradicional de produção.

Fonte: Tribuna do Brasil - DF e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11618&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima na região Oeste do PR exige atenção com doenças nas lavouras de trigo </title>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 09:05:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas dos últimos dois dias e a previsão de que a umidade irá se prolongar na região Oeste do Paraná exigem atenção do produtor de trigo para controlar a possível proliferação de doenças na lavoura. Em Jesuítas se o clima colaborar, são esperadas um produção superior a 100 sacas do cereal por alqueire. As informações são do engenheiro agrônomo da Copacol ,Everton Pontel de Césaro.

De acordo com Everto, em alguns locais existe a presença de ferrugem nas lavouras e as condições previstas para os próximos dias com aumento de temperatura e umidade, não são ideais.

Se concentradas em curto período, as chuvas tendem a ser menos prejudiciais do que quando são contínuas e duram mais tempo, observa Everton, ao lembrar que no ano passado as lavouras de trigo também enfrentaram momentos de umidade. Mas para o engenheiro as lavouras da área da Copacol de Jesuítas estão num bom estágio de alongação. ?Outra reocupação nossa é com relação à infestação de oídio que surgiram em algumas lavouras, também devido às condições climáticas que nos últimos dias estão favoráveis a doença?, disse.

Com relação ao pulgão, Everton disse que ainda é baixo a incidência da praga nas lavouras, mas se os agricultores não tomarem os devidos cuidados pode aumentar nas lavouras.

Geadas

Segundo o engenheiro agrônomo as geadas do mês de junho não afetaram as lavouras de Jesuítas. Tudo porque a estiagem fez com que o trigo fosse plantado no final da época de plantio. Este ano a previsão é que a colheita de trigo inicie em jesuítas no início de setembro.

Fonte: Jornal Integração e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11617&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Baixo nível de barragens no RS já preocupa </title>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:29:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Reservatórios de água na Campanha e na Fronteira Oeste estão com 20% da capacidade

Se o plantio de arroz fosse hoje, a capacidade das barragens da maioria dos produtores de arroz da Fronteira Oeste e Campanha, responsáveis por 44,48% da produção do grão no Estado, estaria em apenas 20%. A previsão de El Niño - fenômeno que provoca maior volume de chuva - para a primavera, época do plantio, não é alentadora e a preocupação toma conta dos agricultores.

Produtor do grão há mais de 30 anos em Uruguaiana, Luiz Antônio Bertei, 60 anos, já prevê a redução da área que será semeada na próxima safra. A barragem que irriga seus 170 hectares de lavoura está apenas com 10% da capacidade. A previsão de chuva para o inverno, segundo a Central de Meteorologia, é de volumes dentro da média, com predomínio de dias secos. Esse prognóstico significa que as barragens dificilmente recuperarão os níveis até o plantio, que começa em setembro. Bertei acredita que não poderá plantar mais do que cem hectares.

- Mesmo que chova, minha barragem está muito baixa. Em todo o tempo que sou produtor nunca vi nada igual. É toda uma cadeia que sente o impacto. Vou contratar menos pessoas para trabalhar, vou comprar menos insumos e investir em tecnologia está fora dos planos - relata o produtor.

O engenheiro agrônomo do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) na Campanha, Jair Mendes Flores, explica que a previsão de El Niño para a primavera causa apreensão:

- Se chover demais, o produtor não conseguirá plantar no período ideal, que é setembro e outubro. Plantar cedo é uma das principais medidas para obtenção de boa produtividade. Isso quer dizer que poderemos ter uma produtividade menor caso as previsões climáticas se confirmem.

Colega de Flores, o engenheiro agrônomo do Irga na Fronteira Oeste, Gustavo Hernandes, destaca que nesta época do ano o produtor já costuma ter uma ideia de quantos hectares serão semeados. Por isso, começa a planejar a lavoura, incluindo a quantidade de insumos e de pessoas a serem contratadas para trabalhar.

- O produtor ainda está no escuro. Vai ter de se programar em cima da hora e isso não é positivo - pondera.

O presidente da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Renato Rocha, faz um alerta:

- É hora de o produtor segurar os freios, não investir, porque pode correr o risco de se endividar ainda mais.

Fonte: Zero Hora - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11596&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Aquecimento global pode estar causando encolhimento de carneiros </title>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:25:14 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Redução no tamanho foi de 5% nos últimos 25 anos, afirma grupo dos EUA e do Reino Unido; o esperado era tendência ao crescimento

Uma população de carneiros de uma ilha da Escócia está encolhendo. E o provável culpado, segundo cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, é o aquecimento global.

A teoria evolutiva indica que, ao longo do tempo, naquela região fria, o tamanho médio dos carneiros deveria aumentar -os maiores teriam maior probabilidade de sobreviver e de se reproduzir do que os menores.

Porém, os invernos na região da ilha Hirta (no arquipélago St. Kilda), onde vivem os carneiros-de-soay, ficaram menos rigorosos. Consequentemente, são mais fáceis de serem enfrentados e, por isso, hoje os animais menores são mais capazes de sobreviver à estação.

A pesquisa mostra que os animais estudados estão, em média, 5% menores hoje do que em 1985, quando o trabalho teve início. O líder da pesquisa, Tim Coulson, do Departamento de Ciências da Vida do Imperial College de Londres, disse à Folha que "a evolução é causada pela seleção natural, e as alterações climáticas têm alterado a forma como ela funciona".

Ele explica: "No passado, só os carneiros grandes e saudáveis, que ganharam peso em seu primeiro verão, poderiam sobreviver ao inverno em Hirta. Mas agora, devido às alterações climáticas, o capim que serve de alimento aos animais está disponível por mais meses e as condições de sobrevivência não são tão desafiadoras".
Seus resultados, publicados na edição on-line do periódico "Science", sugerem que o encolhimento dos ovinos é uma resposta à variação ambiental nos últimos 25 anos e que a evolução contribuiu relativamente pouco neste processo.

Os pesquisadores também descobriram que a idade em que a mãe tem a prole influencia seu tamanho. As jovens ovelhas-de-soay são fisicamente incapazes de produzir descendentes que sejam tão grandes quanto elas eram ao nascer.

"O efeito da mãe jovem explica por que os ovinos não estão ficando maiores, como esperávamos. Mas não é suficiente para explicar porque estão encolhendo", afirma Coulson.

Ele diz que o efeito da mãe jovem e o aquecimento global são dois fatores que se combinam para se sobrepor ao efeito esperado da seleção natural.

Segundo o paleontólogo Jorge Ferigolo, da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, especialista em evolução dos mamíferos, nesses animais a regra geral tem sido o aumento no tamanho ao longo do tempo.

Segundo o pesquisador brasileiro, "raramente se vê uma redução no tamanho durante a evolução de algum grupo". Portanto, uma redução observada por um "tempo muito limitado e numa área muito limitada" pode ser simplesmente uma resposta dos organismos a solicitações do meio.

Ferigolo afirma que isso não significa que a mudança do clima tenha passado por cima da evolução. "Nem sempre mudanças significam modificações evolutivas; elas podem se reverter. Quer dizer, tais modificações teriam que ser fixadas geneticamente para serem parte da evolução", diz.

Fonte: Folha de São Paulo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11595&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Chuva atrapalha colheita de café arábica </title>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:22:33 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas que atingiram aos cafezais do Cerrado Mineiro, Garça (SP) e Noroeste do Paraná nos últimos dias têm atrasado as atividades de colheita e a secagem do café arábica, segundo colaboradores do Cepea. Além disso, as chuvas causam depreciação na qualidade dos grãos, principalmente quanto ao aspecto e à bebida. Já na Alta Mogiana e Sul de Minas, o tempo seguiu aberto. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na cidade de São Paulo, fechou a R$ 245,53/saca de 60 kg nessa quinta-feira, dia 2, queda de 0,9% sobre o dia anterior.

Além disso, a colheita do café no oeste da Bahia está atrasada. Até agora houve colheita em apenas 50% das áreas da região por causa da chuva, quando o índice deveria estar em 70%. A chuva mudou o comportamento das plantas. Os botões da flor do café, que deveriam surgir em setembro, apareceram antes.

Fonte: Cepea/Esalq, DCI - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11594&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Seca impulsiona colheita do trigo americano </title>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 10:19:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os preços futuros do trigo fecharam em queda ontem, nas bolsas americanas, como reflexo do avanço da colheita de inverno nos Estados Unidos. O clima seco tem impulsionado os trabalhos no campo americano. Na bolsa de Kansas, os contratos para setembro fecharam a US$ 5,735 o bushel, com recuo de 6,5 centavos. Em Chicago, os contratos para setembro fecharam a US$ 5,355 o bushel, com baixa de 5,25 centavos. Até o dia 28 de junho, 40% da safra de trigo dos EUA tinha sido colhida, segundo levantamento do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Em Kansas, maior Estado produtor, 47% da colheita estava concluída. Os EUA são os maiores exportadores globais do cereal. 

No mercado paranaense, a saca de 60 quilos do trigo fechou inalterado em R$ 28,27, segundo o Deral.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11584&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produtores de MT apostam no feijão como alternativa para o vazio sanitário </title>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 10:08:38 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Produtores da Chapada do Parecis, no sudoeste de Mato Grosso, apostam no feijão como alternativa para o período de vazio sanitário. Até setembro, o Estado proíbe a plantação de soja para evitar a proliferação do fungo da ferrugem asiática.

São 208 hectares de feijão carioca. A vagem está bem desenvolvida. Em poucas semanas já pode ser colhida. Esse é o segundo ano que o produtor aposta nesse cultivo para aproveitar a área e os equipamentos de irrigação que ficaram ociosos depois que foi criado o vazio sanitário da soja. A medida é usada para evitar o fundo da ferrugem asiática.

Segundo os pesquisadores, o feijão não é uma das plantas mais resistentes à praga. Por isso, não seria a melhor alternativa ao vazio sanitário. Mas na região a planta se desenvolveu bem e a produtividade deste ano deve ficar dentro do esperado.

A produção de feijão em Mato Grosso ainda é tímida. Nesta safra devem ser colhidas 122,5 mil toneladas do grão, o que representa menos de 3% do que o Brasil produz. Para implementar o cultivo a Embrapa, em parceria com Empaer, Empresa de Pesquisa e Extensão Rural do Estado, desenvolve pesquisa em várias regiões.

?A gente sabe que as cultivares são dinâmicas. Ao mesmo tempo que são produtivas, elas podem perder essa tolerância e tornarem-se muito suscetível. Então, estamos sempre colocando ao produtor cultivares de feijão mais adaptadas e mais tolerantes à doença?, explicou Valter Martins de Almeida, agrônomo da Empaer.

Fonte: Globo Rural e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11583&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita do café atrasada no oeste da Bahia </title>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 09:44:06 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do café, no oeste da Bahia, atrasou. A chuva prejudicou os trabalhos e os produtores estão preocupados que a umidade em excesso afete a qualidade do grão.

As máquinas começaram a sacudir os pés de café no oeste da Bahia. Este ano, a previsão é de que a produção seja 6% maior que a última safra. Na região oeste predomina a variedade do café catuai vermelho. A média de produtividade por hectare deve alcançar as 44 sacas.

O céu está limpo na região oeste da Bahia. Mas a chuva que ocorreu nos meses de maio e junho acabou prejudicando boa parte das lavouras de café. Segundo estimativa dos engenheiros agrônomos da região, a chuva chegou a 60 milímetros no mês de junho, algo que não acontecia há cerca de 30 anos.

Até agora houve colheita em apenas 50% das áreas da região por causa da chuva, quando o índice deveria estar em 70%. A chuva mudou também o comportamento das plantas. Os botões da flor do café, que deveriam surgir só em setembro, apareceram antes.

Foi uma surpresa nada agradável para os administradores da fazenda de 300 hectares. ?Ela adianta. Quando passa a colhedeira, a máquina tira os grãos do pé e acaba parte do botão floral. A gente fala que está colhendo duas safras em uma, o que não deveria estar ocorrendo. Nos outros anos não aconteceu isso?, explicou o agrônomo Marcos Pimenta.

O agricultor Dhone Dognani está preocupado com a qualidade do produto. Ele estimava que o café no chão chegasse a apenas 20% da produção, mas pode atingir 35%.

A saca do café está sendo vendida, na Bahia, por R$ 240.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11582&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima eleva qualidade da safra da cebola </title>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:21:29 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O inverno começou sob a ação de mais uma frente fria, com chuvas isoladas e em pequeno volume. Apenas no Vale do Ribeira, onde está Iguape, e em Campinas, a precipitação acumulada na semana passou de 25 milímetros.

A temperatura subiu em relação ao período anterior, com mínimas oscilando entre 9 e 14 graus e máxima na faixa de 28 graus. A umidade do solo manteve-se estável, com pequena deficiência hídrica em Garça, Jaboticabal, Jaú e São Carlos e valores mais expressivos em Ilha Solteira e Votuporanga.

Nas demais localidades o armazenamento hídrico do solo atendeu à demanda das lavouras em fase de desenvolvimento, favorecendo especialmente os pomares de laranja de Taquaritinga, Itápolis e Bebedouro, onde as áreas cultivadas com variedades precoces estão prontas para a colheita.

Apesar do clima favorável, o problema dos produtores de citros é a dificuldade para vender a fruta, com perdas de produção por causa do atraso na colheita em algumas propriedades e prejuízo por causa dos preços baixos.

A situação é semelhante nas áreas de mandioca, onde as lavouras têm boa produtividade, mas o excesso de oferta baixou os preços ao menor nível dos últimos três anos.

A safra da cana-de-açúcar segue com boas condições para o corte e o transporte. A boa distribuição da chuva desde o início de junho deve favorecer os canaviais plantados neste ano e que serão colhidos na próxima safra.

COLHEITA

A chuva não comprometeu a colheita da cebola em Piedade, Ibiúna, Monte Alto e São João da Boa Vista, mas atrasou o processo de cura no campo. A qualidade do produto é boa por causa do clima e das novas tecnologias incorporadas pelos produtores.

Em Atibaia, Valinhos, Monte Alegre do Sul e Jarinu, a temperatura amena favorece a produção de morango, permitindo a colheita de frutos grandes, com coloração e sabor adequados. A preocupação é o preço, que vem caindo conforme a safra avança.

O tempo também favoreceu a produção da atemóia em Pilar do Sul e São Miguel Arcanjo; do tomate em Mogi-Guaçu e Sumaré e do café em São José do Rio Pardo, Franca e Garça.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11579&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de algodão no MT </title>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:18:27 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começou a colheita do algodão em Mato Grosso. Este ano, a expectativa é de uma safra menor já que muitos agricultores reduziram a área plantada.

Das lavouras mato-grossenses deve sair quase 1,5 milhão de toneladas de algodão em caroço, o que representa mais de 70% da produção nacional. Em Campo Verde fica a maior área plantada do Estado. São 60 mil hectares.

O desenvolvimento da lavoura foi bom. A produtividade está dentro da média de 270 arrobas por hectare. Mas a preocupação dos produtores está na comercialização.

O produtor Diógenes Seron reduziu a área plantada de 1,2 mil para 960 hectares. Ele vendeu apenas 20% da produção antecipadamente pelo preço de R$ 38 a arroba.

?Deixa a gente bastante apreensivo devido ao baixo consumo. O estoque está um pouco alto. Se o preço não tiver uma elevação, a viabilidade do algodão está muito difícil?, avaliou Seron.

Em outra fazenda o agricultor Egon Lindorfe plantou 600 hectares. São 200 a menos em relação ao ano passado. ?No ano passado fizemos troca e vendemos em torno de 50% da produção. Mas este ano, por falta de procura e de oferecimento de negócio, vendemos apenas cerca 10%?, falou.

Na cooperativa as máquinas beneficiadoras já começaram o trabalho. Este ano, a produção dos 12 cooperados deve ficar em torno de 11,5 mil toneladas. São 5,5 mil a menos do que na última safra.

?O preço justo para o nosso algodão seria de R$ 45 pela arroba, algo em torno do nosso preço mínimo. Seria nosso custo de produção. Estamos vendendo o algodão a R$ 38 a arroba. Não está cobrindo nossos custos. Nós esperamos receber um preço melhor em 2010?, reclamou Dirceu Mendes, presidente da cooperativa.

Segundo a Conab, a produção de algodão nesta safra deve ser de 1,2 milhão de toneladas, com queda de quase 27% em relação à safra anterior.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11578&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>A Ferrugem asiática e o Vazio Sanitário </title>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:17:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Começa nesta quarta-feira, em cinco Estados brasileiros, o vazio sanitário da soja, período em que fica proibido o plantio do grão para evitar a proliferação do fungo da ferrugem asiática. Em Mato Grosso do Sul, os produtores estão atentos ao controle da doença.

O vazio sanitário começa hoje em Mato Grosso do Sul. No período de entressafra a plantação de soja é proibida porque a oleaginosa é o principal hospedeiro do fungo da ferrugem asiática, doença capaz de reduzir drasticamente a produtividade.

A meta em Mato Grosso do Sul é verificar pelo menos 1,3 milhão de hectares. No município de São Gabriel do Oeste no ano passado foi registrado o maior número de autuações em todo o Estado. De cada três propriedades rurais uma foi autuada.

?É fundamental a erradicação de todas as plantas voluntárias de soja para que essas plantas não multipliquem a ferrugem para a próxima safra. Nós tivemos problemas sérios de ferrugem há dois anos. Tivemos perdas superiores a 40% na média de São Gabriel do Oeste e nós sentimos o problema na pele?, disse Sebastião Cruciol Filho, diretor do Sindicato Rural de São Gabriel do Oeste.

Na lavoura os olhos estão atentos para que não haja nenhuma soja tiguera, que brota voluntariamente depois da última safra. Mas ao lado da plantação, na beira da estrada, pequenos pés representam perigo.

No ano passado, em Mato Grosso do Sul, foram aplicadas 380 multas em 58 municípios por causa do descumprimento do vazio sanitário da soja. O valor pago por cada infração chega a R$ 2,8 mil.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11577&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Entressafra e concorrência fazem leite subir 9% </title>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 09:38:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A entressafra e a disputa por matéria-prima pelos laticínios fizeram o leite ao produtor registrar uma alta de 9,1% no país em junho, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. Com isso, o preço médio pago ao produtor - pelo leite entregue em maio - ficou em R$ 0,684 por litro. De acordo com Rafael Ribeiro, analista da Scot, com a menor oferta por causa da entressafra no Centro-Sul, as indústrias têm pago mais pelo leite para garantir o fornecimento.

Ele afirmou ainda que parte da alta ao produtor se deve a repasses em função dos aumentos expressivos recentes dos lácteos no varejo e no atacado. O levantamento da Scot mostra que o leite longa vida, por exemplo, alcançou R$ 2,25 o litro no atacado paulista em junho, acima dos R$ 2,14 de maio. No varejo de São Paulo, o valor médio do longa vida foi R$ 2,50 este mês, quase 10% a mais que em maio.

Segundo o analista, a captação de leite continua em baixa no Centro-Sul do país, mas a concentração de partos de bezerros nesta época do ano já faz a oferta de leite se estabilizar em algumas bacias leiteiras. Ele explicou que os pecuaristas programam os partos das vacas - o que eleva a produção de leite - para o período de entressafra justamente para aproveitar os preços mais altos do produto.

Além disso, os preços mais altos estimulam os pecuaristas a investirem na alimentação do gado leiteiro, o que também eleva a oferta do produto.

A expectativa de Rafael Ribeiro é de que a produção de leite comece a se estabilizar no país a partir de julho, o que deve frear a novas altas elevadas, principalmente no caso do longa vida. O produto já subiu 51,5% desde janeiro deste ano, segundo a Scot. Outro fator que deve evitar fortes alta do leite são as férias no próximo mês. Geralmente, o consumo de lácteos diminui nesse período do ano, observa Ribeiro.

Apesar da alta recente, os valores pagos ao produtor ainda são inferiores aos vistos no primeiro semestre de 2008, conforme os números da Scot. Mas atualmente os custos de produção na pecuária leiteira também são mais baixos do que no ano passado.

Fonte: Valor Econômico - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11560&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Queda nas emperaturas ameaça a safra de café no País </title>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 09:35:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Uma forte onda de frio deve alcançar as áreas produtoras de café no período entre 9 e 13 de julho, segundo meteorologias. Essa onda de frio será capaz de romper parcialmente o bloqueio feito por ventos em elevada altitude, que têm impedido a entrada de frentes frias. No período, Londrina, no interior do Paraná, deve ter mínima de 1 grau negativo, "suficiente para queimar pés de café", dizem os especialistas. De acordo com ele, "o rompimento do bloqueio é parcial porque as temperaturas mínimas previstas para o Estado de São Paulo e em Minas serão menos intensas".

No oeste paulista, a mínima deve alcançar 3 graus, enquanto no sul de Minas a temperatura pode cair para até 5 graus, o que não é suficiente para danificar cafezais. Ressalta-se que "as previsões podem mudar até lá, mas o tempo deve ser monitorado pelos produtores". Ele acrescenta que o tempo nas regiões produtoras de café nesta semana deve ser semelhante ao da semana passada. "Há previsão de chuvas, mas sem frio intenso." Segundo ele, temporais ocorrem hoje no Rio Grande do Sul, mas a massa de ar frio deve ficar restrita ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

No último fim de semana, uma chuva de granizo provocou estragos em lavouras de café no Sul de Minas Gerais. As pedras de gelo aliadas a ventos fortes provocaram danos inclusive em prédios públicos e comerciais, como o telhado do armazém da Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé).

Fonte: DCI - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11558&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Granizo no morango no sul de MG </title>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 09:29:41 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A Emater, a Polícia Militar e a assistência social fizeram um levantamento dos estragos. Cerca de um milhão de pés foram destruídos. A produção de morango é a principal atividade econômica das famílias que vivem no município.

A chuva de granizo durou cerca de 20 minutos. Essa foi a segunda vez no ano em que as lavouras de morango em Tocos do Moji(MG) foram atingidas por pedras de gelo. Mas agora, em época de colheita, os prejuízos foram ainda maiores.

?Nós estamos calculando que mais de cem produtores foram atingidos. A perda é de cerca de dois milhões de reais esse ano?, avaliou Salvador Leonel da Silva, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais.

Os morangos ficaram amassados e as folhas rasgadas. As pedras estragaram também as lonas e os canos de irrigação das lavouras. O agricultor esperava colher 35 mil caixas. Agora, não sabe como pagará a dívida.

?Nós vamos deixar desse jeito. Em agosto, meu marido vai plantar batata no lugar. Nós vamos ficar no prejuízo. Não pagamos nada?, disse a agricultora Vanessa Aparecida Silva.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11557&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Açaí movimenta US$ 23,5 milhões ao ano </title>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 10:10:36 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O açaí movimenta na economia do Pará US$ 23,5 milhões ao ano. Esse tesouro natural é privilégio dos paraenses há dez anos. A partir de 2000, passou a fazer parte da balança comercial brasileira, mas a produção não acompanhou a grande demanda. O resultado é que o preço obteve uma alta de cerca de 500% nestes últimos dez anos. E atualmente, apenas 60% da produção ficam no Estado. Somente no primeiro trimestre deste ano, o produto registrou crescimento de 243%.

O açaí é um dos principais produtos da alimentação dos paraenses. O fruto é rico em substâncias antioxidantes e o seu consumo pode prevenir doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, segundo apontam as pesquisas. Todos esses benefícios, atualmente, não são mais privilégios dos paraenses. O açaí ganhou o mundo e hoje é responsável por 80% do que o Pará exporta em suco de frutas.

De acordo com informações do Centro Internacional de Negócios (CIM) da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), no período de janeiro a abril, a exportação do suco de frutas cresceu cerca de 120%. No ano passado, a exportação do açaí trouxe ao Pará 23,5 milhões de dólares. E a tendência que é de que estes números aumentem ainda mais.

De janeiro a março de 2009, o Estado já exportou US$ 10 milhões em suco de fruta, sendo 80% de açaí. De acordo com o Sindfrutas, o açaí foi o único produto que obteve um crescimento de 243% no primeiro trimestre de 2009, apesar do crescimento da procura pela fruta não ter acompanhado pela produção.

Fonte: O Liberal - PA e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11552&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Sementes distribuídas em PI </title>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 10:08:22 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores da zona rural de Teresina, que tiveram prejuízos com a enchente, estão recebendo sementes para um novo plantio. Eles querem aproveitar a umidade das áreas de vazante para recuperar parte das perdas.

O agricultor Adaildo Braga tem um pequeno terreno na zona rural de Teresina. Em Janeiro, plantou feijão, mas perdeu tudo com as enchentes que em maio destruíram as lavouras e deixaram mais de 60 mil pessoas desabrigadas no Estado.

Agora, é hora de plantar novamente. Como o último período chuvoso foi intenso, na região será possível colher feijão e milho até o final do ano.

A área que foi alagada se transformou em terra fértil. A umidade do solo é o que vai garantir o crescimento da planta, sem depender de chuvas. É a chamada agricultura de vazante.

A distribuição das sementes vai até o fim de junho. Cada família receberá da prefeitura cinco quilos de feijão e três quilos de milho. Na margem do Rio Parnaíba. Sessenta famílias já iniciaram o plantio com as sementes que receberam do governo.

Segundo a Emater, Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí, cinquenta e cinco toneladas de sementes de arroz, feijão e milho já foram distribuídas aos agricultores do Estado. São sementes para o plantio de vazante.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11551&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Geada agrava a quebra da safra no Paraná </title>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 10:06:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Se as estiagens ocorridas no final do ano passado e entre março e abril deste ano já estavam mantendo a previsão da safra de grãos, no Paraná, bem mais baixa que em 2008, a geada ocorrida em 3 de junho agravou um pouco mais a situação.

Agora, a previsão do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgada no dia 26, é de que a safra de grãos de verão e inverno 2008/09 seja de 25,3 milhões de toneladas, 21% a menos que no ano passado, quando houve safra recorde de 32 milhões de toneladas.

De acordo com o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, a cultura mais afetada foi a da segunda safra do milho. ?Foi a estiagem que provocou a queda. As geadas agravaram, mas não drasticamente?, informa.

Mesmo assim, a quebra prevista na safra do grão é de 27,6%. Simioni explica que as regiões de Toledo e Cascavel, que respondem, juntas, por cerca de 37% dessa safra com 570 mil hectares plantados em um total de quase 1,5 milhões de hectares em todo o Estado foram as principais influências, principalmente devido à seca.

Simioni alerta que ainda existem áreas suscetíveis a geadas. São cerca de 700 mil hectares, nas regiões de Campo Mourão, Cascavel, Maringá e Toledo, que são 67% da área e 75% da produção total estimada.

Para ele, seria muito difícil que as previsões desse ano fossem próximas dos resultados do ano passado, quando houve o que ele chama de ?safra cheia?, atingida porque as condições climáticas, tanto no verão como no inverno, foram normais.

No entanto, o diretor do Deral acredita que ?o pior já passou?, e a tendência, agora, é de melhora. ?Em maio, as cotações do milho e do soja já melhoraram. Também tivemos a abertura de novos mercados para a carne suína, e o mercado de aves vai bem?, destaca.

Simioni ainda lembra que a volta das chuvas ajudou a produção do leite, e que, apesar do preço ao consumidor estar alto, o valor pago ao produtor também está maior.

De qualquer forma, Simioni diz que o governo do Estado é solidário aos produtores, e está agindo em parceria com o governo federal para ajudar a reduzir o impacto das perdas e recuperar o que deixou de ser arrecadado. Ele ressalta, porém, que as perdas devido ao clima são um risco inerente ao setor agropecuário.

Culturas

O feijão da segunda safra, de acordo com a estimativa do Deral, apresenta quebra de produção de 22,2%. A exemplo do milho, o motivo é a falta de chuvas e não as geadas.

O diretor do Deral lembra que, quando as temperaturas começaram a cair no Estado, a safra do produto já estava quase toda colhida. Na segunda safra de feijão, foram colhidas 349,6 mil toneladas, quase 100 mil toneladas a menos que a estimativa inicial, de 449,1 mil toneladas.

Por outro lado, a cultura do trigo foi beneficiada pela queda de temperatura do início do mês, o que levou a crescimento na área plantada inicialmente prevista: de 1,1 milhão de hectares, a previsão subiu para 1,2 milhão. O plantio deve terminar na segunda quinzena de julho, e a produção prevista é de 3,2 milhões de toneladas, volume estável em relação a 2008.

Fonte: Paraná-Online e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11550&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Produção de celulose no país sobe 11,5% em maio sobre abril </title>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 11:51:01 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A produção brasileira de celulose cresceu 11,5 por cento em maio sobre abril e 2,4 por cento na comparação com o mesmo mês de 2008, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

O volume produzido da matéria-prima da produção de papel somou 1,156 milhão de toneladas em maio. Nos primeiros cinco meses do ano, o total foi de 5,127 milhões de toneladas, queda de 4 por cento frente ao mesmo período do ano passado.

"A evolução dos resultados mensais, tanto para a celulose como para papel, demonstra que a demanda pelos produtos deve retomar aos poucos no decorrer do ano", informou a Bracelpa em comunicado.

As exportações de celulose no mês passado em volume foram de 548 mil toneladas, queda de 28,5 por cento na comparação com abril e retração de 49,4 por cento sobre maio de 2008. De janeiro a maio, as vendas externas do produto cresceram 3 por cento, para 3,125 milhões de toneladas.

"Apesar desse resultado, a receita de exportações do setor foi 23 por cento menor que o valor obtido entre janeiro e maio de 2008, um claro indicativo dos preços da commodity no mercado internacional, ainda inferiores aos de 2008. Entretanto, no mês de junho já há recuperação de preços no mercado internacional", segundo a Bracelpa.

A receia das exportações de celulose foram de 1,884 bilhão de dólares de janeiro a maio.

As vendas internas de celulose em maio somaram 112 mil toneladas, alta de 5,7 por cento sobre abril e de 8,7 por cento em relação ao mesmo mês de 2008.

Fonte: Gazeta do Povo e Agrolink]]></description>
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<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Produção poderá aumentar nesta safra </title>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 11:49:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Paraná poderá colher cerca de 4 milhões de toneladas de mandioca neste ano, um aumento de 18% sobre o total produzido no ano passado. A área plantada foi de 192 mil hectares, estimulada pelos bons preços alcançados no ano passado. O Paraná é o terceiro maior produtor de mandioca do País, ficando atrás do Pará e da Bahia. No Estado a maior produção ocorre na Região Noroeste.

O governo já anunciou novos preços mínimos para a próxima safra com correção de 12,11% para a raiz e de 8,4% para a farinha. Apesar da produção, a utilização de farinha na Região Sul é pequena: cerca de 1 quilo per capita por ano, enquanto nas regiões Norte e Nordeste a população chega a consumir até 40 quilos por ano. Segundo o técnico do Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura, Methodio Groxko, o mercado da mandioca de mesa é diferente do da industrial. O consumo aumenta, principalmente, neste período de baixas temperaturas e devido à oferta de mandioca descascada e embalada à vácuo.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11537&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra do conilon no ES </title>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 11:11:55 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A colheita do café conilon está terminando, no Espírito Santo. O clima prejudicou parte da safra, mas o que preocupa os produtores é a queda no preço.

O agricultor Giovani Sossai encerrou a panha do café. Na propriedade com 35 hectares plantados a queda na produção foi de 15%. ?Devido aos veranicos que passamos em 2007 e 2008, não tivemos um crescimento de rama das plantas. Na realidade, houve uma quebra nas roças mais velhas e um aumento nas roças mais novas. Como as roças mais novas são áreas menores, não supriram a queda das áreas mais velhas?, disse.

Mas não é só o agricultor com queda na safra que passa por dificuldades. Em uma das propriedades de Jaguaré a produção aumentou 50% em relação ao ano passado. Mesmo assim, o produtor não comemora grandes lucros. São 400 hectares de área em produção, o que deve gerar 20 mil sacas. Noventa por cento dos grãos já foram colhidos e beneficiados. Mas a expectativa de venda é desanimadora.

?Hoje, a gente está trabalhando com o café na faixa de R$ 165. A gente chegou a trabalhar no início do ano até a R$ 220. Se o preço continuar do jeito que está, terá que ser um ano de cautela para o produtor de café conilon?, disse o agricultor Pablo Altoé.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11535&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Pará proíbe o plantio de soja por dois meses </title>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:26:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[De 15 de julho a 15 de setembro, as microrregiões de Conceição do Araguaia, Redenção, Itaituba, Marabá e Altamira estão proibidas de plantar soja. A vedação do plantio se estende de 1º de outubro a 30 de novembro às microrregiões de Santarém, Altamira, Paragominas, Bragança e Guamá. Em todas as regiões citadas, nos respectivos períodos em que o plantio estará proibido, é obrigatório também o extermínio de plantas que tenham nascido voluntariamente - na queda dos grãos em terrenos durante o transporte.

A moratória para o plantio de soja integra o conjunto de medidas adotadas pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) para o combate à ferrugem asiática, uma praga que ataca a soja e pode causar terríveis prejuízos à plantação. O rápido amarelecimento da planta, com queda das folhas, causa perdas de 30% a 75% da produção. Atendendo à Instrução Normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Adepará instituiu o Comitê Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, cuja responsabilidade é planejar, executar e fiscalizar o vazio sanitário da soja no Estado - uma prática que impede o plantio de soja por determinados períodos, de acordo com as peculiaridades de cada microrregião paraense, no intuito de evitar a contaminação da ferrugem asiática nas plantações do território do Estado.

Amparada no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), a moratória da soja busca o fortalecimento do sistema da produção agrícola do grão no Pará e manutenção da arrecadação de impostos decorrentes desta produção.

Fonte: Diário do Pará e Agritempo]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11522&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Mudança climática ameaça café mineiro </title>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:18:42 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Um cenário desolador se anuncia no planeta nos próximos 40 anos. Catástrofes naturais, intensificação de fenômenos naturais extremos e temperaturas acima das médias históricas foram algumas projeções feitas por cientistas e especialistas renomados de várias partes do mundo, na terça-feira, durante o Seminário Internacional Crise Civilizacional: Distintos Olhares, na Universidade Federal do Tocantins. Os pesquisadores foram unânimes. Sem empenho de governos e da população, o problema não poupará nada nem ninguém e afetará, principalmente, os países pobres e em desenvolvimento. O Brasil está nessa lista e, para Minas Gerais, as consequências serão drásticas ? entre elas, se vislumbram impactos na agricultura e na economia, além de secas e inundações.

Estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade de Campinas (Unicamp), intitulado Zoneamento Agroclimático do Brasil, usou projeções do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para traçar diversos cenários, até 2050, para as principais culturas brasileiras e o quanto elas são vulneráveis ao aumento da temperatura e da umidade. De acordo com o professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) Saulo Rodrigues, a pesquisa revelou a possibilidade de grandes mudanças na economia de Minas Gerais. A primeira grande conclusão é que o cultivo de café, uma das principais culturas do estado, estará comprometido.

?Elas ficarão restritas ao Sul de Minas, região que ainda estará apta ao cultivo. Por isso, é preciso diversificar as culturas agrícolas com urgência, para diminuir o impacto na economia e a vulnerabilidade dela?, disse. Outro efeito, segundo Rodrigues, é que o aquecimento pode levar à intensificação de eventos extremos, com inundações mais fortes e secas prolongadas. Ele acrescentou que o nível médio das chuvas poderá sofrer pouca ou nenhuma alteração, mas as precipitações tendem a ser mais concentradam em determinados períodos.

Além de sentir os efeitos da mudança do clima, quem vive em áreas de ocupação irregular, como favelas e à beira de cursos d?água, serão as populações mais atingidas, por causa do aumento do risco de desabamento de terra e de soterramento de casas. O professor defende que sejam feitas adequações para se evitar o pior, como o reflorestamento de encostas e de margem de rios (a redução de aporte de sedimentos no leito do rio diminui as possibilidades de inundações) e recuperação das matas ciliares.

Desertos

Ele ressaltou quem, nos últimos 30 anos, algumas partes do mundo tiveram aumento de até 2°C ? no mesmo período, o da Terra foi de 0,5°C. ?Estudos demonstram que, até o fim do século 21, se a diminuição das emissões dos gases do efeito estufa não for levada a sério, teremos crescimento médio de até 2 graus, o que vai aumentar o nível dos mares e causar furacões e inundações. Isso afetaria, principalmente, os países mais pobres, que são naturalmente mais quentes?, relatou.

Em Minas, esse cenário poderá provocar a aridização, que diferentemente da desertificação (influência do clima e do mau uso da terra), tem como características menos chuvas e temperaturas mais elevadas. ?A solução para evitar uma catástrofe depende de como a sociedade vai se posicionar diante dos desafios que estão aparecendo, da postura dos governos e de um novo modelo de desenvolvimento pensado pelos economistas.?

Fonte: Estado de Minas, Café e Mercado e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11521&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<item>
<title>Safra no Piauí </title>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:17:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores da zona rural de Teresina, que tiveram prejuízos com a enchente, estão recebendo sementes para um novo plantio. Eles querem aproveitar a umidade das áreas de vazante para recuperar parte das perdas.

O agricultor Adaildo Braga tem um pequeno terreno na zona rural de Teresina. Em Janeiro, plantou feijão, mas perdeu tudo com as enchentes que em maio destruíram as lavouras e deixaram mais de 60 mil pessoas desabrigadas no Estado.

Passada a época das chuvas, plantar novamente não é o comum por ser período de estiagem. A falta de chuvas pode comprometer o crescimento das lavouras. Mas a área que foi alagada se transformou em terra fértil. A umidade do solo é o que vai garantir o crescimento da planta sem depender tanto do regime de chuvas.

?Quando as águas baixarem a gente se aproveita a umidade que fica no solo, suficiente para resolver a cultura. Na medida em que vai se aprofundando, vai se conseguindo mais solo úmido?, explicou o agrônomo Judivan Paz.

Na medida em que a água vai baixando os agricultores da região vão iniciando o plantio. Como o último período chuvoso foi intenso, pela região será possível colher feijão e milho até o final do ano. É um alívio para quem perdeu quase tudo com a cheia.

As sementes serão distribuídas pela prefeitura para os agricultores até o final de junho. Cada família receberá cinco quilos de feijão e três quilos de milho. ?Nós fizemos uma estimativa inicial em torno de 763 famílias. Já passamos. Já estamos com mais de 800. Nos parece que chegaremos a mais de mil famílias atendidas?, disse Nonato Pereira, superintendente de Desenvolvimento Rural de Teresina.

Na margem do rio Parnaíba, sessenta famílias já iniciaram o plantio com as sementes que receberam do governo. Todos trabalham animados, esperançosos com a colheita, que começará em dois meses.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11520&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Colheita na zona da mata de Minas Gerais atinge 53% </title>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 09:15:45 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os trabalhos de colheita da nova safra de café avançam na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais.

Segundo o gerente de comercialização da Cooperativa, Paulo Tavares, tudo corre bem e o tempo ajuda os trabalhos nas lavouras.

Estima-se que a apanha já atinge 53%.

A expectativa é que a safra repita o desempenho do ciclo anterior (2008), quando foram colhidas entre 800 e 850 mil sacas na região. A comercialização de café na região, por sua vez, está muito difícil.

Segundo o gerente de comercialização da Cooperativa, "o produtor está vendendo exatamente necessário para custear a colheita".

Estima-se que, dos 53% já colhidos da safra 2009, cerca de 20% foram negociados, enquanto menos de 1% do café colhido na safra passada ainda não foi vendido.

As informações partem do Carvalho Export.

Fonte: Café e Mercado e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11516&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Hortaliças têm qualidade com clima ameno em SP </title>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 09:14:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A semana que marcou o fim do outono teve baixa umidade do ar, pouca chuva e temperatura mínima abaixo de 10 graus em quase todo o Estado, condições típicas do inverno. Desde o início de junho, o tempo vem sendo marcado por temperaturas pouco abaixo da média e chuva acima do normal, decorrente da passagem de frentes frias sucessivas sobre o Estado. Em associação com a queda nas taxas de evapotranspiração - menores que 2 milímetros por dia nesta semana -, isso tem mantido o armazenamento hídrico do solo acima de 60% da capacidade máxima, nível relativamente elevado para esta época do ano.

Essa condição favorece as pastagens, afetadas pelo frio intenso do início do mês, mas não é suficiente para permitir a retomada do crescimento por causa das baixas temperaturas observadas desde o início de junho. Nos pomares de uva de Jales e Fernandópolis, os produtores encontraram condições favoráveis para os tratos fitossanitários para prevenção e controle do oídio, favorecido pela queda na temperatura das últimas semanas. Já nas parreiras de Jundiaí, Vinhedo e Indaiatuba, os produtores correm para realizar a poda de produção.

Nos canaviais o tempo favoreceu colheita e transporte e as áreas em desenvolvimento. As verduras e legumes crescem melhor sob temperatura amena e sem chuva, garantindo boa produção e facilidade na hora da venda.

No entanto, como a chuva diminui muito em São Paulo no inverno, a irrigação é essencial. O tempo também colaborou para o andamento da colheita nos pomares de laranja de Itápolis, Matão e Bebedouro; do limão taiti em Taquaritinga; do amendoim em Iacri, Tupã e Herculândia; de milho safrinha em Guaíra, Miguelópolis e Palmital; do girassol em Bariri e Botucatu; do café em Garça e Franca; da cebola em Piedade, São José do Rio Pardo e Monte Alto; da mandioca em Cândido Mota, Ibirarema e Engenheiro Coelho e do tomate em Mogi-Guaçu e Sumaré. O cultivo de adubos verdes, a correção do solo e o planejamento da próxima safra (levando em conta os custos de produção e a expectativa de preços) são atividades que já devem ser iniciadas para elevar a chance de sucesso da safra de verão, que deve ser iniciada entre outubro e novembro.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11515&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Safra desanimadora no sul do MA </title>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 09:11:04 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No sul do Maranhão, os produtores de soja estão desanimados com o resultado da safra. A falta de crédito e as chuvas comprometeram parte da produção.

Os agricultores maranhenses colheram 993 mil toneladas de soja. A redução na safra atingiu 21,3% em relação ao ano passado.

A crise financeira mundial restringiu o crédito dos agricultores exatamente na época do plantio e a área semeada foi 8% menor, com 420 mil hectares. O excesso de chuvas agravou ainda mais a situação. A produtividade despencou nas lavouras. Houve queda de 14%.

O agricultor Ricardo de Souza, por exemplo, teve muitas dificuldades para concluir a colheita por causa do clima. Ele semeou mil hectares de soja em São Domingos do Azeitão, município a 800 quilômetros de São Luis. Com a terra encharcada ele perdeu 20% da safra.

O seu Idelmar Simm plantou 300 hectares no município de Riachão, também no sul do Estado. Ele teve tempo de colher mais cedo.

?Nesta região onde a gente planta um pouquinho mais cedo, também se colhe um pouco mais cedo. Então, quando começou as chuvaradas a gente já estava terminando a colheita?, falou seu Idelmar.

Quem plantou e colheu mais tarde teve muitos prejuízos por causa do excesso de chuvas na região. Com isso, já tem agricultor antecipando a escolha da semente para o próximo plantio.

Esse é o caso de seu Dirceu de Souza. Ele aposta na escolha certa das sementes para evitar novos prejuízos com as incertezas do clima no cerrado.

?Talvez a chuva possa chegar muito tarde. Se escolher um ciclo muito curto, plantando muito tarde, da muita perda. Ela é uma soja que antecipa muito. Não pode ser plantada. Mas se escolher um ciclo longo, acaba plantando tarde e pode ser atingido no final da chuva para a colheita. Ainda hoje, eu fico com o ciclo médio?, disse seu Dirceu.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11514&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Mesmo após geada, preços da Ceasa-MG caem </title>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:26:03 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O preço médio dos produtos comercializados no entreposto da CeasaMinas, em Contagem, apresentou redução de 5%, na primeira quinzena de junho. A queda foi consequência da regularização da oferta pelas condições climáticas mais favoráveis para a maioria das frutas e hortaliças.

A partir da segunda quinzena, a tendência é que os preços continuem favoráveis ao consumo, caso não ocorram quedas extremas de temperatura. ?Se não tivermos um inverno rigoroso, com geadas, a situação deve ficar regular até novembro?, garante o chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas, Ricardo Martins.

Em maio, a CeasaMinas ofertou 195 mil toneladas de produtos, entre cereais e industrializados. Já o valor comercializado ficou em R$ 309 milhões. Diariamente, 70 mil pessoas circulam no entreposto de Contagem.
 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11509&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Plantação de trigo em 80% em Ijuí/RS </title>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:17:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Segundo dados da Emater de Ijuí, entre 70 e 80% do trigo já foram plantados nesta safra no Município. O chefe da estatal, Édio Korb, considera a germinação boa, em função das chuvas. Ressaltou que a cultura está sendo beneficiada em função do frio.

Édio Korb ainda frisou que os produtores investem boa quantidade de adubação, também visto que grande parte das lavouras é financiada.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11508&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<title>Citricultores comemoram boa colheita </title>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:14:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O inverno chega, e traz consigo não somente o frio, mas também frutas da época, como laranja, poncã, tangerina, bergamota, lima e o limão, são as chamadas frutas cítricas. Mesmo contando com um grande leque de opções em frutas, a estação mais fria do ano exige comidas mais gordurosas e calorosas para o corpo, mas mesmo assim, infinitas opções de consumo podem ser combinadas com estas frutas.

A época de colheita dos cítricos inicia no fim de abril e estende-se até meados de setembro. O frio do Sudoeste é ideal para o cultivo dessas frutas, e produtores comemoram a boa colheita, como é o caso de Luiz Carlos de Barros, do Jacutinga, que está mais do que satisfeito com os resultados de sua produção, mesmo sendo ameaçado pela estiagem.

?O período de seca no começo do ano prejudicou o florescimento da fruta, por isso ela deu menor?, afirma o citricultor, que possui mais de 100 pés de frutas como bergamota, poncã, lima e laranja e as vende na feira popular de Francisco Beltrão.

Produzindo esse tipo de fruta há mais de 15 anos, o produtor mostra que não vive somente dos cítricos. No verão, a opção é plantar variedades que estejam de acordo com a época. ?Quando chega o calor a produção acaba e a alternativa é ganhar o pão de cada dia plantando melancia, milho, feijão e outros produtos que dão na época?, afirma ele.

É impossível andar pela feira em Beltrão e não ficar com água na boca em ver a beleza das frutas de inverno. Os produtos que enchem os olhos dos clientes, são os mesmos que garantem alimento na mesa de muitos produtores, como é o caso também da comerciante Juraci Dias, residente da Linha São Braz e que trabalha na produção há mais de 30 anos. ?Eu comecei ainda em 1974 ou 76 parei por uns seis anos. Agora, desde 1998 eu vendo os produtos aqui na feira. Foi assim que eu criei meus filhos e este é uma das melhores colheitas que eu já fiz em todos esses anos?, relata a produtora.

Ela ainda conta que no verão, também vê como saída a produção de frutas e alimentos da época. O milho, a batata doce, verduras, mandioca e pepino garantem o sustento dela e de seu marido, que esperam obter uma boa lucratividade no inverno, tendo em vista que a produção das frutas cítricas foi boa em comparação com os produtos de verão, afetados pela estiagem. ?O que a gente consegue produzir a gente planta na nossa propriedade?, exclama Juraci.

Sua saúde agradece

Essas frutas também são ricas em vitaminas e antioxidantes. Ao consumir frutas cítricas é possível reduzir o risco de algumas doenças em até 50%. Isso ocorre pelas suas propriedades e por obter uma boa concentração de antioxidantes, pois eles combatem os radicais livres, que por si atacam o sistema imunológico.

A fruta com maior quantidade de antioxidantes é a laranja, que possui cerca de 170 tipos de fitoquímicos e também mais de 60 flavonóides, que tem propriedades anti-inflamatórias. Lembrando também que essas frutas são ricas em vitamina C. Seu consumo é ideal para evitar gripes e resfriados.
As fibras presentes tanto na casca quanto no bagaço das frutas cítricas ajudam na redução do colesterol e também melhoram o funcionamento do intestino.

O consumo do bagaço de frutas cítricas proporciona mais saciedade. Com elas você come menos e nem sente falta de comida.

As frutas cítricas ajudam o organismo a absorvem melhor o ferro. O efeito é resultado da ação da vitamina C. Por isso, sempre que comer carne, tente comer alguma fruta cítrica ou tomar um suco na mesma refeição. A vitamina C, presente nas frutas cítricas em maior quantidade que em outros alimentos, combate os radicais livres e o envelhecimento da pele.

Geada traz benefício

Chega esta época e agricultores de toda a região batalham para não perder sua produção. A geada queima plantas prontas para serem colhidas e prejudica o crescimento de várias variedades, obrigando os agricultores a usarem-se de meios artificiais para evitar percas. Nas muitas culturas prejudicadas, como a de saladas, estufas amenizam a situação.

Apesar dessas precauções, a geada não é encarada pelos agricultores apenas como uma inimiga. O citricultor Luiz de Barros, por exemplo, explica que ela também traz benefícios às plantações, como a eliminação de pragas.

?Essa é uma das vantagens da produção de frutas de inverno. Além de evitar gastos e preocupação com a eliminação de pragas que atingem as frutas, podemos oferecer aos clientes uma produção totalmente orgânica?, ressalta ele.

A produtora Juraci Dias utiliza-se de meios caseiros de combate a pragas, como cinzas e produtor orgânicos, mas diz que não são tão necessários devido à baixa temperatura.

Com a estiagem prejudicando e a geada beneficiando os citricultores, fato é que mesmo enfrentando calor e frio, os produtores comemoram a boa colheita.

Fonte: Aqui Sudoeste e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11507&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Tem início a colheita de algodão nas lavouras mato-grossenses </title>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 11:52:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas que caíram nos últimos dias atrapalharam o início da colheita de algodão nas lavouras mato-grossenses. Segundo os agrônomos, a água da chuva e os respingos de terra afetam principalmente os capulhos localizados na parte baixa das plantas, afetando a qualidade da fibra. Em algumas propriedades se estima que as perdas chegam a cinco arrobas por hectare, porém, não há uma estatística oficial. Além do clima adverso, a arroba de 15 quilos da pluma está cotada no mercado local 20,45% do valor mínimo, instituído pelo governo federal.

?O clima chuvoso prejudica a qualidade do algodão baixeiro, aquele que fica mais próximo ao solo e absorve a umidade?, explica o produtor Clóvis Tavalini, com lavouras na região sul do Estado.

Junho é uma época em que normalmente não se tem chuva em Mato Grosso. Segundo ele, os produtores já estão em processo de início de colheita do algodão e se chover mais a produtividade pode ficar comprometida. ?Uma das razões da qualidade do algodão produzido na região se deve justamente ao fato de que não se chove durante a colheita da pluma?, lembra.

Produtores e analistas apontam ?perda adicional? de produtividade em função de fatores climáticos. Nas regiões sul e leste, que respondem por mais de 60% da produção estadual de algodão, os municípios mais afetados pelas chuvas das últimas semanas foram Rondonópolis, Pedra Preta, Itiquira, Primavera do Leste e Campo Verde. Se mais a frente as perdas forem confirmadas, a safra estadual poderá encolher mais do que está previsto pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No último levantamento de safra, divulgado no início deste mês, a cotonicultura é a atividade que traz a maior quebra: 30% tanto na área plantada como na produção. Mesmo assim, Mato Grosso se mantém líder nacional. O algodão teve a área reduzida de 541 mil hectares (há) para 379 mil e a produção de 2,12 milhões toneladas (t) para 1,49 milhões t. Somente em pluma, a produção estadual recua de 830 mil t para 581 mil.

MERCADO ? o cotonicultor João Luiz Ribas Pessa, da Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (Ampa), diz que além do problema das chuvas, os produtores enfrentam ainda um período de baixos preços tanto no mercado interno quanto externo.

Eles avaliam que os preços ainda continuam defasados e não chegam a cobrir os custos de produção. Os índices da Esalq (Escola Superior de Agricultor Luiz de Queiroz) apontam cotação de US$ 1,19 por libra peso. No mercado interno, a arroba da pluma está sendo negociada por R$ 39, abaixo do preço mínimo estipulado pela Conab, R$ 44,60.

?Estamos na entressafra com preços achatados. Imaginem quando estivermos em plena safra?, afirma Pessa, lembrando da pressão da lei de mercado, quando a oferta em excesso derruba ainda mais os preços. Segundo ele, o cenário atual indica que a indústria têxtil terá problemas este ano. ?Notamos que o governo federal está pouco preocupado com o setor algodoeiro?.

Ele acredita que a safra deste ano poderá ter perda de qualidade e quebra de produtividade. ?Já se fala em nova redução na próxima safra (09/10)?.

?Se aliarmos este problema [queda da safra) a outras variáveis, como a defasagem cambial e o endividamento agrícola, temos um quadro altamente desfavorável para o algodão, que poderá provocar forte desestímulo nos produtores?, analisa João Pessa.

Fonte: Diário de Cuiabá e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11497&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Efeito da geada se reflete nos preços </title>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 11:52:21 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A geada que atingiu boa parte do Paraná há algumas semanas já começa a dar reflexos na economia do Estado. Em um levantamento realizado pela Centrais de Abastecimento do Paraná S/A (Ceasa), foi detectado que muitos produtos de olericultura, em particular alimentos folhosos como alface, rúcula, agrião, espinafre, entre outros, foram sensivelmente prejudicados pelo frio intenso. O resultado disso foi um aumento de preço nesses e em outros vegetais e legumes.

De acordo com o gerente da divisão técnica da Ceasa, Valério Borba, ainda não existe uma previsão de quando os preços das hortaliças voltem ao normal. "Foram quatro geadas, sendo que duas foram muito fortes e as outras um pouco mais amenas. De qualquer maneira, isso foi fundamental para que os preços dos produtos disparassem aqui na Ceasa e, consequentemente, nas feiras e nas gôndolas dos supermercados. As culturas de verão, como abobrinha, vagem e tomate, que vêm de outras regiões do Paraná, também foram afetados. Ainda não sabemos por quanto tempo essa alta irá afetar o bolso do consumidor", avisa. A disparada nos preços atingiu, em escala menor, as frutas. O quilo da manga e da melancia estava até 10% mais caro.

O gerente informa que os alimentos que apresentaram a maior alta foram a couve-flor e o chuchu. A caixa desses produtos, que eram encontrados por até R$ 15, sofreram um aumento de 100%. "Após os problemas com a geada, a couve-flor e o chuchu estavam sendo vendidas por R$ 30 a caixa. Outras hortaliças também ficaram inflacionadas, como a abobrinha, com 80%, folhosos, em média 50% mais caros e o tomate, com 20%. Dos 30 produtos pesquisados, 18 subiram, nove permaneceram com o mesmo preço e apenas três tiveram queda (25% para a batata inglesa, 10% para a banana caturra e 3% para a maçã)", informa.

Por causa da geada, a produção de hortaliças cai bastante nessa época do ano. Conforme explica Borba, os produtores, temendo sofrer prejuízos em razão desse fenômeno natural, diminuem a plantação. "Mesmo com proteção de estufas e de telas TNT, pode ocorrer perdas com a geada. Somando a baixa produção com a geada, temos a alta dos preços. E quando o produto vem de outra região, tem que acrescentar o valor do frete, que encarece muito o alimento", explica.

Borba deixa um alerta para os consumidores. Segundo ele, existe uma grande variedade de hortaliças e o cidadão deve ficar atento aos preços e, se possível, variar o cardápio, substituindo os vegetais inflacionados por outros com preço mais acessível. "Basta procurar que você acha produtos mais em conta. A dica é substituir por verduras e legumes semelhantes ou mesmo experimentar coisas novas. O bolso do consumidor vai ficar satisfeito com essa dica", encerra.

Grãos

A área de grãos sofreu pouco ou quase nada com as geadas. De acordo com o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), Otmar Hubner, apenas o milho sofreu danos com esse problema. "O milho já vinha sendo prejudicado com a estiagem em parte do Paraná. Com a geada, a situação se complicou. Por outro lado, o feijão, o trigo e o café passaram quase que incólumes a esse problema", afirma.

Safra

Dez milhões de toneladas a menos de grãos. Essa é a marca que o Brasil deve colher para a safra 2008/2009. A queda de 6,9% na colheita deve-se pela estiagem na região Sul e o excesso de chuvas no Nordeste. De 144,11 milhões de toneladas colhidas na safra anterior, a previsão agora é de 134,15 milhões. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Por ser a área que mais sofreu com as intempéries do tempo, o Sul, que é responsável por quase 40% da produção nacional, vai colher 10,2% a menos. A produção da região está estimada em 53,52 milhões de toneladas. O Centro-oeste deverá colher 48,04 milhões de toneladas, 4,8% a menos. Sudeste, Nordeste e Norte deverão ter queda de 3,8%, 4,9% e 4,3%, respectivamente.

O milho é a lavoura que mais sofre com os problemas do tempo. A cultura na região Sul deverá colher 6,13 milhões de toneladas a menos que a safra 2007/2008, queda de 15%. A soja também sofrerá uma redução. De 60,02 milhões de toneladas, o Brasil vai produzir 57,14 milhões, que da de 4,8%. O Paraná foi o estado que mais sofreu com a redução, colhendo 20,1% a menos.

Fonte: Paraná-Online e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11496&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Atraso na colheita do milho em MG </title>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 10:20:20 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuva atrasou a colheita da primeira safra de milho em Minas Gerais. A qualidade do grão não foi comprometida.

A colheita do milho plantado em novembro nos 130 hectares do agricultor Carlos Gonçalves, de Patos de Minas, no alto Paranaíba, ainda não terminou. Desde o início de maio o grão já estava pronto para ser colhido, mas o excesso de umidade atrasou o trabalho. Ainda assim, o clima não prejudicou a cultura e fazendo as contas, mesmo vendendo a R$ 17,00 a saca de 60 quilos, ele ainda vai ter um bom lucro.

?Minha produção foi alta. Eu estou vendendo o milho a R$ 17,00 e tive um custo R$ 2,1 mil. Vai me sobrar R$ 620 por hectare?, calculou seu Carlos.

Somente nesta primeira, segundo a Conab, devem ser colhidos em Minas Gerais mais de seis milhões de toneladas de milho em uma área de 1,25 milhão de hectares.

De acordo com a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais, a colheita do milho da primeira safra está atrasada cerca de 30 dias. Ainda falta colher aproximadamente 30% da área plantada no Estado. O atraso não prejudicou a produtividade nem a qualidade do milho.

Em outra propriedade, em Presidente Olegário, no noroeste do Estado, a colheita nos 350 hectares está atrasada mais de 20 dias. Com o clima mais seco, já é possível fazer uma previsão para terminar o trabalho.

Este ano, Minas superou o Paraná e deve ter a maior produção nacional da safra de milho de verão.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11493&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Verba para financiamento agrícola no PR </title>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:06:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Ban­co do Bra­sil é res­pon­sá­vel pe­la li­be­ra­ção de ­mais de 60% dos re­cur­sos apli­ca­dos no agro­ne­gó­cio do ­País. No Pa­ra­ná, a ins­ti­tui­ção re­pre­sen­ta 77% des­se mer­ca­do. Na úl­ti­ma sa­fra fo­ram li­be­ra­dos por ­meio do ban­co R$ 5,1 bi­lhões, no Es­ta­do. ??A ex­pec­ta­ti­va é man­ter os mes­mos nú­me­ros do ano pas­sa­do pa­ra a sa­fra 2009/2010??, afir­ma Ce­zar de Col, ge­ren­te de agro­ne­gó­cio do BB no Pa­ra­ná. Se­gun­do ele, a pre­vi­são tem ba­se no fa­to de o ban­co tra­ba­lhar com agri­cul­to­res tra­di­cio­nais e po­der an­te­ci­par al­guns nú­me­ros.

No que diz res­pei­to à di­fi­cul­da­de que al­guns pro­du­to­res po­de­rão ter pa­ra con­se­guir fi­nan­cia­men­tos pa­ra a pró­xi­ma sa­fra, Col ob­ser­va que na ho­ra de li­be­rar cré­di­to o BB ana­li­sa a ca­pa­ci­da­de de pa­ga­men­to do in­te­res­sa­do. ??Mes­mo que ele te­nha fei­to al­gu­ma re­ne­go­cia­ção de dí­vi­da, mas ain­da tem ca­pa­ci­da­de de pa­ga­men­to, con­se­gui­mos con­cre­ti­zar o ­financia-mento??, pon­de­ra.

Col re­for­ça que o re­la­cio­na­men­to do ban­co com o agri­cul­tor é de lon­go pra­zo. ??Tra­ba­lha­mos jun­tos há al­gu­mas sa­fras, são clien­tes ­previs-tos??, co­men­ta o ge­ren­te, des­ta­can­do que a tra­di­ção aju­da mui­to na ho­ra do pro­du­tor to­mar cré­di­to, ­pois o ban­co já es­tá pre­ven­do que ele vai ope­rar e quan­do po­de­rá ob­ter de re­cur­sos. Quan­to aos no­vos clien­tes ou os que que­rem vol­tar a fi­nan­ciar jun­to ao ban­co, Col apon­ta que ­eles pre­ci­sam apre­sen­tar os da­dos ca­das­trais, os ­quais pas­sa­rão por aná­li­se.

Em re­la­ção aos ju­ros pra­ti­ca­dos, Col des­ta­ca que exis­te a pos­si­bi­li­da­de de uma re­du­ção nas ta­xas des­te ano, mas ain­da não há pre­vi­são. Na sa­fra ­atual, ­quem to­mou cré­di­to pa­gou ta­xas de 6,75% ao ano, em mé­dia. O ge­ren­te do BB adian­tou que o ban­co já es­tá se or­ga­ni­zan­do pa­ra dis­po­ni­bi­li­zar os re­cur­sos a par­tir da pri­mei­ra quin­ze­na de ju­lho.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11483&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Desmatamento reduzirá Cerrado à metade até 2050 </title>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:05:13 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O ritmo de desmatamento do Cerrado poderá elevar de 39% para 47% o percentual devastado do bioma até 2050, de acordo com projeções do Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás. E a situação pode ser ainda pior, de acordo com o professor Nilson Clementino Ferreira, uma vez que as previsões consideram apenas o desmatamento absoluto. ?Se for pensar em áreas degradadas, o número pode chegar a 70% ou 80%?, calcula.

A abertura de áreas para pastagens e agricultura e principalmente o avanço da cana-de-açúcar ? impulsionado pela demanda de biocombustíveis ? deverão ser os vilões do Cerrado, de acordo com o estudo apresentado nesta quinta-feira (19). A maior parte dos desmatamentos na região até agora, segundo o pesquisador, está próxima a áreas de pastagem e no chamado Arco do Desmatamento da Amazônia Legal, no cerrado mato-grossense.

A baixa produtividade da pecuária na região ? que chega a destinar mais de um hectare para cada boi ? e a situação fundiária ?vergonhosa?, na avaliação de Ferreira, também contribuem para a previsão desanimadora para a área.

As lavouras de cana, que atualmente ocupam 31 mil quilômetros quadrados, devem chegar a uma área pelo menos quatro vezes maior até 2050, com 145 mil quilômetros quadrados plantados. ?E a expansão deve seguir o eixo da rodovia BR-153, muitos municípios serão 100% ocupados pela cana?, prevê.

O zoneamento da cana ? prometido pelo governo há anos, mas ainda não apresentado ? não deverá ser suficiente para conter o avanço da produção sobre áreas remanescentes de vegetação nativa. ?O governo anunciou que a cana vai ter que expandir sobre áreas degradadas mas não avisou isso aos usineiros. A cana vai onde a terra estiver preparada, geralmente em áreas de agricultura?, apontou. Com a chegada da cana, a tendência é que os produtores ocupem novas áreas ?mais ao norte?, levando as fazendas para a Amazônia.

Segundo Ferreira, a destruição do Cerrado coloca em risco a disponibilidade de recursos hídricos para outros biomas, inclusive a Amazônia. ?Não se pode dissociar os biomas. E há a falácia de achar que ocupar o Cerrado é proteger a Floresta Amazônica e o Pantanal, é uma falsa blindagem ecológica?, afirmou.

O estudo foi apresentado hoje durante fórum internacional, paralelo à programação cultural do 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).

Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústria e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11482&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Conab vende milho para agricultores gaúchos prejudicados pela seca </title>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:03:48 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As transportadoras vencedoras do leilão de frete promovido pela Conab começaram, ontem, a carregar as 90 mil toneladas de milho a serem vendidas pelo preço mínimo de R$ 16,50 a saca para agricultores gaúchos prejudicados pela seca. As cargas devem chegar a oito armazéns no RS a partir de segunda-feira, o que permitirá começar a operação nos próximos dias. Além do preço mais baixo, haverá um serviço diferenciado de entrega. A Conab fará o transporte do armazém até os municípios, onde prefeituras e sindicatos rurais ficarão responsáveis pela entrega ao agricultor.

Fonte: Correio do Povo e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11481&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Preço agrícola subirá até 30%, prevê estudo </title>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 09:20:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Os preços agrícolas vão subir de 10% a 30% nos próximos dez anos na comparação com a média de 1997 a 2006, menos do que os 40% esperados anteriormente, em decorrência do menor crescimento econômico global.

Estudo da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) e da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) avalia que diminuíram os sinais de que os preços agrícolas se fixariam em um patamar mais alto permanentemente.

Até o agravamento da crise, em setembro, especialistas discutiam essa possibilidade por causa das perdas de safra devido a problemas climáticos em vários países, demanda em alta em mercados emergentes e maior competição por área para a produção de biocombustíveis.

Mesmo assim, o relatório indica alta das cotações de cereais na faixa de 10% a 20% até 2018 ante 1997-2006. Os preços de oleaginosas podem subir mais que 30%. O Brasil é um dos principais exportadores mundiais de soja.

Os dados de 2007 e 2008 foram descartados por causa dos valores extraordinariamente elevados nesses anos, o que dificultava as análises.

Os preços das carnes devem repetir a média dos últimos anos. Para leite e derivados, as cotações têm espaço para uma ligeira alta.

Fonte: Folha de São Paulo - SP e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11471&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Solução para produtor sem seguro afetado pelo clima </title>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 09:19:11 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem, em reunião extraordinária, a rolagem de dívidas de custeio e investimento para produtores empresariais e familiares prejudicados pela estiagem na região Sul e as enchentes no Norte e no Nordeste do país. Apenas contratos sem amparo de seguro rural ou oficial (Proagro) podem ser beneficiados.

Em Santa Catarina, operações de custeio e investimento do Pronaf e crédito fundiário serão prorrogadas até 15 de outubro de 2009. Quem teve problemas com enchentes, terá até 20 de dezembro para contratar linha especial de crédito de reconstrução. Operações de custeio a juros subsidiados, Proger e linhas de investimento do BNDES para a agricultura empresarial serão roladas até 15 de agosto de 2009.

Os membros do CMN também ampliaram de R$ 1,5 mil para R$ 2 mil o limite de financiamento para quem teve prejuízos com seca ou enchente em todo o país. Contratos de custeio pecuário da safra 2007/08 também foram incluídas na rolagem de dívidas. Os governos estaduais terão mais prazo, até 15 de junho, para reconhecer a situação de emergência ou calamidade de seus municípios.

Em outra decisão, o conselho estendeu por tempo indeterminado a validade dos preços mínimos de garantia para a safra de verão e para produtos regionais. Antes, o CMN tinha que reavaliar todos os preços a cada novo Plano de Safra. Agora, passam a cumprir a exigência apenas aqueles produtos que tiverem preços alterados.

O CMN também isentou os produtores familiares situados no bioma amazônico de apresentar o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), emitido pelo Incra, para obter financiamento do crédito oficial a juros subsidiados. A medida, que vale para a temporada 2009/10, permite a substituição do CCIR pela Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). O Incra tinha dificuldades operacionais para emitir os certificados. Por isso, houve essa prorrogação.(MZ)

Fonte: Valor Econômico e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11470&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Seca elevou preço do milho </title>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 09:15:31 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[No curto prazo, o milho teve seu preço elevado devido a seca que atingiu não só a safra normal de começo do ano, mas parte da safrinha. A informação é de Leonardo Sologuren, diretor da Celleres (consultoria privada do setor de agronegócio). ''E agora a geada e não dá para contabilizar ainda quanto isso afetou a produção do milho'', avalia. Ele explica que por falta de informações sobre a safrinha, o mercado puxou o preço para cima. Neste mês, a cotação bateu os R$ 20,50, enquanto no mês passado ficou em R$ 19,75 e, em março, R$ 17,33. ''A tendência e que esse preço suba ainda mais. Até porque há uma restrição de oferta'', salienta.

Sologuren estima que o Brasil tem boas perspectivas de exportações no segundo semestre, devido a seca na Argentina e também em decorrência de uma menor área plantada do milho nos EUA. ''Esses fatores vem puxando (para cima) o preço na Bolsa de Chicago e, em tese, melhora nossa possilidade para exportação'', explica. O diretor pondera que no mercado doméstico o preço deve continuar subindo, dependendo de um incremento na exportação para diminuir o estoque alto da safra passada.

Sobre o mercado internacional, Sologuren prevê uma volatilidade no preço, havendo uma tendência de alta. Ele aponta como motivo dessa alta a estiagem americana, que diminuiu a área plantada do milho, além dos estoques mundiais estarem bem abaixo das necessidades dos países que importam o produto. ''Qualquer problema climático que tiver nos EUA pode aumentar ainda mais o preço do milho no mercado internacional. O que seria interessante para o Brasil do ponto de vista de exportação'', avalia.

O consultor informa que a expectativa de colheita da safrinha já foi alterada para baixo, devido a seca e a geada. Segundo ele, a estimativa do governo era de 18 milhões de toneladas na safrinha. Porém, o mercado e os agentes que lidam com o produto, já trabalham com uma queda de 3 milhões de toneladas. ''A expectativa de colheita agora é de 14,9 milhões. Estes fatores já estão refletindo no preço do milho''.

Fonte: Folha de Londrina e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11469&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva melhora condições de disponibilidade de água em SP </title>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:52:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Uma frente fria chegou ao Sudeste trazendo bons volumes de chuva para Campinas, Itapeva, Jaboticabal, Piracicaba e Ribeirão Preto, com mais de 30 milímetros acumulados na semana. Após a passagem da frente, na sexta-feira, uma massa de ar polar baixou novamente a temperatura e a umidade do ar no fim de semana. Na madrugada do domingo, a mínima chegou a 9 graus em Barretos e Presidente Prudente e a 7 graus em Ribeirão Preto, Campinas e Franca.

O frio manteve a taxa de evapotranspiração abaixo de 2 milímetros por dia em todos os locais, enquanto a chuva elevou a umidade do solo. Na média, o armazenamento hídrico está em 70% da capacidade máxima de retenção, nível bem superior ao valor normalmente observado nesta época do ano em São Paulo.

A elevação na disponibilidade de água no solo foi especialmente benéfica para as pastagens, que haviam sofrido com o frio da semana anterior e secado rapidamente após a passagem da massa de ar polar.

Agora, a expectativa é que as gramíneas encontrem condições para rebrotar, apesar do frio, facilitando o trabalho dos pecuaristas e revertendo a tendência de queda no preço da arroba decorrente do aumento na oferta.

A chuva atrasou a colheita da cana-de-açúcar, mas favoreceu os canaviais plantados no início do ano e que serão colhidos na próxima safra. A expectativa é que no próximo ano a produtividade dessas áreas fique acima da média.

O frio reduziu a demanda pela laranja e tangerina in natura colhida em Itápolis, Matão, Getulina e Marília, e a expectativa é que o início da operação das indústrias eleve os preços e reduza os prejuízos dos produtores.

A colheita da mandioca não sofreu com a chuva e o aumento da oferta da raiz no mercado fez os preços caírem em todas as praças.

Nos canteiros de morango de Monte Alegre do Sul, Atibaia e Jarinu, o cenário é parecido, com boas condições para a produção da fruta e queda no preço por causa da oferta crescente do produto no mercado.

Nos cafezais de Franca, Garça e São José do Rio Pardo ocorre o contrário. Apesar do bom andamento da safra desde maio, os preços mostram tendência de alta por causa da disparada nas cotações do produto no mercado internacional.

Fonte: O Estado de São Paulo - SP e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11463&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Nova opção de cultura no MT para o período da seca </title>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:50:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O feijão caupi, também conhecido como feijão de corda, vem ganhando espaço, em Mato Grosso. No município de Primavera do Leste, o clima quente, parecido ao do Nordeste, favorece o cultivo.

Entre plantações de soja e algodão uma nova opção de cultura ganha destaque em Mato Grosso. É o cultivo do feijão caupi ou feijão de corda. A região Nordeste é a principal produtora do feijão de corda.

?As características da entressafra nossa são muito semelhantes ao Norte e Nordeste no período de não-chuva. O feijão foi desenvolvido especificamente para as condições do agreste do sertão nordestino. Ele tem uma grande vantagem e não necessita de um grande volume de água, que deve ser em torno de 300 milímetros em seu ciclo, algo bem plausível de ocorrer na nossa região?, explicou o agrônomo Osmar Boschilla.

Na lavoura do agricultor Moacir Tomazetti a expectativa para o ano é colher 20 sacas por hectare. Em dez dias de colheita, ele já está com 50 mil sacas do feijão armazenadas e prontas para a comercialização.

?A empresa deve colher acima de cem mil sacos. A capacidade de armazenagem com produtores que trazem para beneficiar é em torno de 300 mil sacas. Eu acredito que até o final do mês os armazéns estarão lotados e não podendo mais receber", avisou.

A saca de 60 quilos do feijão de corda de boa qualidade está sendo negociada, em Mato Grosso, por um preço que varia entre R$ 45 e R$ 50.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11462&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
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<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Clima desfavorável e praga reduzem a oferta de maracujá </title>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:47:54 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Problemas climáticos e uma praga avassaladora nas lavouras têm provocado o desaparecimento do maracujá nos grandes mercados consumidores do país. Fabricantes de suco pronto e em pó reclamam da falta de disponibilidade do produto - e alertam clientes para que mudem o "mix" de pedidos, uma vez que não podem mais garantir a entrega.

Uma das principais indústrias processadoras de suco de São Paulo, a General Brands afirma ter registrado queda de 60% no fornecimento da polpa nos últimos meses. "A coisa começou a piorar há aproximadamente quatro meses. E não vemos, no curto prazo, uma normalização da situação", disse Isael Pinto, diretor-presidente da empresa.

A conjunção de fatores negativos foi o golpe de misericórdia para uma cultura que enfrenta problemas crônicos já há alguns anos. As chuvas intensas no Nordeste, principal região produtora da fruta, atingiram em cheio a safra deste ano, prejudicando a colheita. Mas foi a incidência de uma variedade ainda mais agressiva do chamado vírus do endurecimento do fruto do maracujá, no interior paulista, responsável pela escassez do fruto e a consequente guinada nos preços.

Transmitido pelo pulgão, o vírus já varreu todas as regiões produtoras do país e é capaz de dizimar lavouras em questão de dias. A doença reduz a produtividade e a vida útil da planta, e faz com que o maracujá não desenvolva a polpa para o consumo humano. "Ele fica como pedra", explica Addorata Colariccio, pesquisadora científica do departamento de Sanidade Vegetal do Instituto Biológico de São Paulo. "É uma doença limitante à produção".

Presente desde 1992 em São Paulo, o vírus apareceu mais forte neste ano, seguindo o seu ciclo normal, diz Cavati Ryosuke, agrônomo da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Secretaria de Agricultura do Estado. Mas anos seguidos da doença tiveram o efeito perverso de reduzir o interesse do produtor rural por este tipo de cultura. A ocorrência do vírus também reduziu o ciclo usual de três anos da cultura para anual. A substituição de lavouras é clara em São Paulo: se há três anos a área plantada no Estado era de 5 mil hectares, hoje não chega a 1 mil hectare, afirma Ryosuke. "Já tivemos 2,5 mil produtores, mas agora eles são, no máximo, 600".

É o caso de Vera Cruz, município paulista que deu início ao plantio de maracujá no Estado paulista, nos anos 90. A região, então baseada no binômio pecuária-cafeicultura, buscava a diversificação. "O maracujá teve crescimento exponencial, se tornou uma das mais importantes nesta produção e disputou com a Bahia o primeiro lugar no ranking", lembra Angelo Domingo Rossi, presidente da Associação de Fruticultores da Região de Vera Cruz. A primeira incidência da praga foi de 1998. "Mas a progressão da doença na cultura é violenta. Se não se fizer nada, o maracujá será cultura residual".

O desaparecimento da fruta no mercado tem sido proporcional ao aumento nos preços: nos últimos três anos, o vírus diminuiu a produtividade por hectare de 40 toneladas para 15, dizem produtores e beneficiadores. Nesse mesmo período, o quilo para a indústria registrou uma guinada de R$ 0,45 para R$ 1,10. Segundo o IBGE, a produção paulista recuou de 57 mil toneladas em 2002 para 23,5 mil toneladas em 2006, dado mais recente. Os Estados nordestinos conseguiram manter nesse período volumes entre 100 mil e 200 mil toneladas/ano - graças a ataques menos agressivos do vírus na região.

"O maracujá está com o preço absurdamente alto", diz Alexandre Guimarães, presidente da Trop Frutas, do Espírito Santo.

Vlamir Bretemitz, da Atlântica Foods, lista o que atribui como principais problemas dos Estados produtores de maracujá: Espírito Santo tem menos produtores; na Bahia, clima ruim e a praga atrapalharam a safra; São Paulo enfrenta o sério problema do vírus. Junte-se a isso problemas externos e o caldo está pronto. "O Equador, outro grande produtor, está completamente fora do mercado por causa das chuvas. O país enfrenta atrasos de entrega superiores a seis meses", diz ele.

Fonte: Valor Econômico e Agrolink]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11461&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Estiagem reflete na produção do milho safrinha em MS </title>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:52:05 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O Mato Grosso do Sul foi o Estado que registrou a maior queda de produtividade nas lavouras de milho safrinha em todo o país. A produção deve ser 795 mil toneladas menor do que a do ano passado, o que significa um prejuízo de aproximadamente R$ 235 milhões.

A redução prevista pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB), de 27% no volume produzido, é conseqüência, principalmente, da estiagem prolongada na região sul do Estado, que, em algumas cidades, durou 60 dias.

Diante desta realidade, o município de Fátima do Sul (MS) decretou situação de emergência. Porém o pedido só foi homologado pelo governo do Estado após o dia 27 de maio, data definida pelo Conselho Monetário Nacional como limite para prorrogação das dívidas de custeio e investimento.

O produtor rural Mateus Kermaunar encontrou apenas uma solução para poder se manter na atividade. Diante das quebras seguidas nas safras de verão e inverno, ele teve que vender um trator para poder planejar o próximo plantio de soja, que será cultivada em uma área menor do que a do ano passado.

A chuva acabou chegando, mas não no momento esperado. A situação, que já estava complicada por conta da seca, ficou ainda mais grave em algumas regiões, que foram atingidas por geadas na última semana. Em Fátima do Sul, por exemplo, foram três ocorrências. Com isso, o estrago nas plantações foi grande e trouxe novos prejuízos para os agricultores.

Em algumas áreas, as plantas não conseguiram resistir às baixas temperaturas. Com isso, a expectativa é de que as perdas fiquem entre 70% e 80% de acordo com o Sindicato Rural.

Fonte: Canal Rural e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11456&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuvas causam prejuízo de 40% na safra de grãos do Pará </title>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:50:58 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[O excesso de chuvas no Pará nos últimos dois meses causará prejuízo de até 40% na colheita da safra de grãos deste ano, como arroz, feijão, milho e soja. A estimativa é dos grandes produtores paraenses e especialistas da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri). De acordo com eles, o percentual de perda será maior nas áreas onde a colheita é realizada mecanicamente. As informações são do Portal ORM.

Segundo o gerente de Grãos e Tubérculos da secretaria, Ribamar Nogueira, são os produtores que utilizam máquinas para colher a produção que terão os maiores prejuízos. Isso porque, segundo o gerente, o excesso de chuvas prejudicou o solo das lavouras e agora é impossível utilizar o maquinário para a colheita com o solo em condições arriscadas.

Ribamar ressalta que os pequenos produtores não terão tantos prejuízos quanto os grandes agricultores. No entanto, a perda será para todos.

- Os que fazem a colheita manualmente não terão tantos prejuízos, mas todos vão acabar sentindo a perda- , diz Nogueira em entrevista do Portal ORM, acrescentando que a colheita foi programada para os meses de maio e junho por conta, principalmente, da pouca chuva que cai no Estado neste período.

O gerente regional da Sagri em Paragominas, Cláudio Oliveira, afirma que mais de grandes produtores do município tiveram sua produção afetada pelo excesso de chuvas. Segundo ele, este tipo de prejuízo nunca tinha acontecido antes. "Sempre temos uma margem de perda, mas não é nada muito grande. É a primeira vez que o prejuízo acontece por conta da chuva", lamenta Oliveira.

Os problemas climáticos não afetaram apenas a produção paraense de grãos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a safra 2008/2009 deverá ficar em torno de 134,1 milhões de toneladas, o que representa uma perda de quase 10 milhões de toneladas em todo o País.

Fonte: Amazonas 24 horas e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11455&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Cebola em fartura em SP </title>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:34:19 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Agricultores de Piedade, em São Paulo, estão colhendo a primeira safra de cebola do ano. Com tecnologia e novas variedades eles conseguiram melhorar a produtividade das lavouras.

Nesta época do ano é possível encontrar gente plantando e colhendo cebola em Piedade. A primeira safra vai até o final do mês. Por isso, o pessoal trabalha em duas frentes.

O plantio feito agora vai garantir a segunda colheita do ano. Na maioria das propriedades é feito com mudas semeadas em bandejas. O sistema substituiu o antigo jeito de plantar que usava os burros.

Investindo em tecnologia os produtores estão conseguindo até 60 toneladas por hectare, o dobro do que era colhido há dez anos. Há outra vantagem. A cebola é de alto padrão. Elas são graúdas e uniformes, o que ajuda a conquistar mais mercado.

?Ela tem padrão de tamanho. Não tem muita miúda. A produtividade cresce e tem-se facilidade de vender no consumo final, que a dona de casa gosta. Hoje, na média do mercado, a cebola custa de R$ 0,55 a R$ 0,60 o quilo. Com a cebola nesse padrão eu consigo de R$ 0,05 a R$ 0,10 a mais pelo quilo?, disse o agricultor Edney Francisco Leme.

Os resultados servem de incentivo para os agricultores. Gilson Antônio de Camargo tem seis hectares e vem aumentando gradativamente a lavoura.

São Paulo é o terceiro maior produtor nacional de cebola. Fica atrás de Santa Catarina e da Bahia.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11454&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Armazenagem é desafio para o segmento primário </title>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:10:52 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[A cada ano uma fórmula que alia alta tecnologia, clima propício e aumento de área cultivada tem feito com que os resultados das lavouras no País registrem crescimento médio que oscila entre 4% e 5%. À exceção de safras como a corrente, que sofreu com os efeitos da estiagem, a tendência, segundo especialistas, é de que esse crescimento prossiga, em função dos investimentos feitos nas lavouras, além do emprego crescente de tecnologia.

No entanto, se por um lado o processo de implantação e desenvolvimento das lavouras costuma ser eficiente, o pós-colheita, especialmente a fase da armazenagem, ainda deixa muito a desejar e há alguns anos é considerada com um dos principais gargalos do setor primário do País.

O crescimento da capacidade de estocagem de grãos não ultrapassa 2% ao ano, o que em termos de Brasil significa um volume descoberto de 40 milhões de toneladas, de um total de 135 milhões previstas para este ano. Se a dificuldade de acesso à armazenagem persistir, é possível que na safra 2014/2015 o déficit chegue a 70 milhões de toneladas. O diretor da Agrocult Consultoria e Treinamento em Armazenagem, Adriano Mallet, afirma que, no caso do Rio Grande do Sul, a capacidade de armazenagem é de 23,5 milhões de toneladas e que o déficit médio gira em torno de 4,3 milhões de toneladas. "São 4.020 unidades armazenadoras e o crescimento estimado da capacidade é de 2,5% ao ano."

Dados da CONAB divergem um pouco e dão conta de que a capacidade estática é de 22,64 milhões de toneladas, para uma produção estimada de 22,37 milhões de toneladas, na safra 2008/2009. "Estamos operando com a capacidade ajustada, o ideal é que tivéssemos uma folga, ou seja, que a capacidade fosse 20% acima do volume produzido, para se falar em tranquilidade, em função dos sucessivos recordes de produção", afirmou o superintendente da CONAB no Estado, Carlos Farias. O dirigente afirma que no caso de culturas como o trigo, soja e milho, o Estado conta com a vantagem da sazonalidade, onde no momento em que sai a cultura de inverno, entra a de verão. "No entanto, a soja está com escoamento lento e o trigo com lentidão na comercialização, mas se há fluidez, a capacidade é normal."

No caso do arroz, existem armazéns disponíveis para receber a produção. "Contamos com espaço suficiente para o produto, mas mesmo assim buscamos incrementar", afirmou o presidente da Federarroz, Renato Rocha. Segundo o dirigente, é importante que mais armazéns estejam cadastrados junto à CONAB, para que os produtores possam usufruir de mecanismos de negociação oferecidos pelo governo federal, como AGF"s e contratos de opção. Rocha acrescenta que o setor está pleiteando junto ao Banco do Brasil a criação de um programa específico para fomentar a armazenagem nas propriedades que cultivam arroz. "No caso da orizicultura, 75% dos agricultores são arrendatários e não conseguem construir seus silos, pois têm apenas imóveis na cidade como garantia." Hoje no Brasil, 80% dos silos estão em mãos de cooperativas, indústrias, cerealistas e traddings, e apenas 20% são gerenciados pelos próprios produtores.

Fonte: Jornal do Comércio - RS e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11438&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Chuva providencial </title>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:05:15 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[Há quase um mês, a seca vem prejudicando a agricultura do Rio Grande do Sul. A região noroeste do estado foi uma das mais atingidas. Agora que a chuva voltou, a situação começa a mudar.

As chuvas voltaram ao normal e o pasto deve estar pronto nas próximas semanas. Na época da estiagem o gado da região tomava água levada pela prefeitura do rio Uruguai. Hoje, com o rio Tigre praticamente no nível normal, os moradores começam a recuperar parte dos prejuízos causados pela seca.

O agricultor Angelo Barbosa da Silva mora ao lado do rio e comemora a volta das chuvas. ?A gente não tinha uma poça de água para dar para um animalzinho. Agora, da até para banhar o bichinho, que tem água a vontade?, disse.

O agricultor Edemir Sangalette, no período da seca, caminhava no chão rachado, que foi o que sobrou do açude. Hoje, para não se molhar, é preciso usar botas. Com alegria, ele pensa em repovoar as águas com peixes. O gado também começa a retomar a produção normal de leite, que era de 300 litros por dia.

?Eu cheguei com 50 litros por dia e agora já estou com cem litros por dia. E vai melhorar mais por causa da chuva?, avaliou seu Edemir.

A frente da casa da família Sonda, em Vista Gaúcha, ganhou o verde da grama. Há cerca de um mês, o agricultor José e dona Zélia rezando, pedem por chuva. Agora, a água corre até mesmo no meio da estrada.

Fonte: Globo Rural]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11437&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Preço do milho sobe 25% em consequência das chuvas </title>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 09:25:46 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As chuvas que atingiram o Vale do Açu provocaram uma queda na produção do milho no Rio Grande do Norte. Com isso, o preço da "mão" do produto - 50 espigas - aumentou 25% na comparação com o ano passado. Mesmo assim, os comerciantes garantem que a procura ainda é boa.

Na tradicional feira do Carrasco, no bairro de Dix-sept Rosado, não é difícil encontrar bancadas já oferecendo o produto típico de junho. Descascado e limpo, ou mesmo com a palha, o preço mais comum é de R$ 15 pela "mão". Para quem prefere uma quantidade menor, há sempre a promoção: três espigas por R$ 1.

A TRIBUNA DO NORTE observou o produto oferecido em várias bancas e constatou que a qualidade das espigas era ruim: muitas estava com "refugos", ou seja, a espiga não se desenvolveu e fica "incompleta", faltando vários grãos.

A feirante Márcia Costa - que trabalha há mais de dez anos na feira - culpa as precipitações. "A água cobriu tudo no Vale (do Açu). Por isso o milho fica assim cheio de refugos porque a cheia prejudica o crescimento", explica mostrando as espigas mal-formadas. No ano passado, ela vendia 50 espigas por R$ 12. Este ano, Márcia está entre os que teiveram de aumentar em R$ 3 o produto, mas afirma que isso não afastou os clientes. "Em algumas horas, acaba tudo", conta apontando a bancada já quase sem espigas no final da manhã.

Quem produz, ainda consegue um preço melhor para os consumidores. É o caso do agricultor Jailson Aquino, que também vira feirante no mês de junho. Ele não reclama do movimento e vende a "mão" por R$ 12. Quatro espigas saem por R$ 1. "A enchente cobriu a várzea, mas estou vendendo mais barato que no ano passado. Porque até o fim do mês, o preço deve aumentar".

Ontem, por volta das 12h, a Central de Abastecimento do Estado (Ceasa) já não possuía nenhum comerciante com espigas de milho. A explicação é que a maior parte do produto é adquirida pelas redes de supermercados logo cedo.

Porém, os consumidores terão a oportunidade de encontrar o produto a partir da próxima segunda-feira na 7ª Feira do Milho, no largo do Machadão. O evento - que estava marcado para começar amanhã - foi adiado para a segunda-feira da próxima semana devido a uma mudança no local.

De acordo com a assessoria de imprensa da Ceasa, a ideia inicial foi de fazer a feira dentro dos muros da central. Porém, a opção foi mudada para dar mais espaço e acesso aos produtores e clientes. A Ceasa ainda não tinha uma média de preço do milho a ser vendido na feira, mas segundo informações obtidas junto ao Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater RN), a produção foi prejudicada e, por isso, o preço das espigas, provavelmente, estaria mais alto neste ano.

A Feira do Milho funcionará até o dia 30 de junho. No ano passado, foram vendidos 937 toneladas de milho, peso correspondente a mais de 3 milhões de espigas.

Fonte: Tribuna do Norte - RN e Clipping - CONAB]]></description>
<link><![CDATA[http://www7.cptec.inpe.br/noticias/faces/noticias.jsp?idConsulta=11419&idQuadros=]]></link>
<author>atendimento@cptec.inpe.br</author>
<category>Notícias</category>
<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:21:22 -0200 </lastBuildDate>
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<title>Plantações de milho e feijão devem crescer 20% em SE </title>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 09:17:47 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[As previsões da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO ( CONAB) - que esta semana anunciou que a estiagem na região Sul e a chuva no Nordeste podem levar a uma queda de 6,9% na colheita de grãos este ano - Sergipe deverá ter, segundo a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (Emdagro), um crescimento de 10% da área plantada de milho e de 15% a 20% na de feijão. A previsão é de 185 mil hectares de área plantada de milho e 40 mil hectares de feijão.

Segundo o engenheiro agrônomo e assistente técnico para Produção de Grãos da Emdagro, Luiz Carlos Nunesi, alguns fatores vêm contribuindo para essa previsão de incremento. O primeiro deles é o preço que atualmente vem sendo praticados no mercado para os produtos, sendo R$ 25 por saca de milho e de R$ 120 a saca de feijão. Também deve ser levada em conta a previsão da queda de safra de milho e feijão da região Sul em decorrência do longo período de estiagem e perspectivas de um período chuvoso para o Estado de Sergipe acima da média, com chuvas bem distribuídas durante o período de maio a agosto.

"A distribuição, por parte do Governo do Estado, de sementes de boa qualidade para os agricultores familiares em época oportuna, destinadas ao plantio de suas lavouras de milho e feijão é outro fator", ressaltou Luiz Carlos. Este ano, foram distribuídas 800 toneladas de sementes certificadas de alto padrão genético, no início do mês de maio, dentro do calendário de plantio para o Estado, com os agricultores familiares e assentados da Reforma Agrária; sendo 450 toneladas de sementes certificadas de milho, 250 toneladas de feijão comum e 100 toneladas de feijão de corda. Isso, de acordo com o técnico da Emdagro, possibilitará um incremento na produção de grãos do Estado em torno de 15 a 20% em relação à área plantada em 2008. "Outra ação do Governo do Estado foi a 
